A live-action de Akira, que está programado para estrear no dia 21 de maio de 2021, já deve deve começar as gravações. O plano inicial seria de começar a produção do filme 15 de julho em Los Angeles, mas foi adiada para 19 de agosto.
A Warner Bros é o estúdio responsável e irá participar da escolha do elenco. O filme, que será dirigido por Taika Waititi (Thor: Ragnarok), já contratou equipes cinematográficas, de design de produção e de figurinos, de acordo com o site Discussing Film.
O filme é baseado no mangá e animação criada e dirigida por Katsuhiro Otomo de mesmo nome, publicado em 1982, que mostra a história de Kaneda e Tetsuo que participam de uma gangue de motoqueiros na Neo Tóquio de 2019 que sofre com atentados terroristas e experimentos do governo que acabam tendo consequências ruins. O anime foi lançado no Brasil em 1991 e foi considerado um marco.
A revista Production Weekly revelou a algum tempo atrás a sinopse do filme, confira:
“Quando a telecinese de um jovem é descoberta pelos militares, ele é levado para ser transformado em uma super arma. Assim, Manhattan corre perigo de ser destruída.Tempos depois, Kaneda, dono de um bar em Neo-Manhattan, busca seu irmão, Tetsuo, seqüestrado por agentes do governo. Desesperado para ter seu irmão de volta, Kaneda concorda em se juntar a Ky Reed e seu movimento clandestino com a intenção de revelar ao mundo o que realmente aconteceu a Nova York há 30 anos quando foi destruído.Após encontrar seu irmão, Kaneda fica chocado quando ele exibe poderes telecinéticos. Ky acredita que Tetsuo está prestes a libertar um menino. Denominado de Akira, este garoto assume o controle da mente de Tetsuo, e Kaneda enfrenta as tropas do governo em seu caminho para impedir Tetsuo de libertar Akira. Akira logo emerge de sua prisão como cortesia de Tetsuo, enquanto Kaneda corre para salvar seu irmão antes que Akira destrua mais uma vez a ilha de Manhattan, como fez há trinta anos.”
Navegando em um mar de produções hollywoodianas e cinebiografias, nos deparamos com um filme futebolístico, curioso ver dentro do cinema, mas magistral quanto ao seu conteúdo e história.
Para todos os corintianos do Brasil e do mundo, A História de um Sonho – Todas as casas do Timão mostra o gigante que é o Corinthians e suas inúmeras conquistas sem se quer ter um estádio próprio, o único clube do Brasil a ter mais taças levantadas dentro do estádio do seu próprio rival, o São Paulo, conquistar títulos em ambos os estádios do Rio Grande do Sul e pelo menos em cada estádio do Rio de Janeiro, tantas histórias contadas em um filme que os mais corintianos irão se emocionar e gritar mais alto o seu amor pelo Corinthians.
O Sofredor Torcedor
Daquele jeito que o corinthiano mais gosta, todos criticando, mídia contra eles, e a cada fracasso, uma enxurrada de memes e piadas zoando o Corinthians, tudo isso fazendo jus ao termo “contra tudo e contra todos”, esse filme só prova o uso dessa frase em prol Corinthians, de Morumbi à Fazendinha, do Beira Rio ao Maracanã, Corinthians provou que não é necessário um estádio próprio para grandes conquistas.
Porém, a torcida sempre se iludia em ter sua própria casa, e confirma o presidente Andrés Sanchez que foram dezessete maquetes para iniciar a construção de um estádio, isso antes da Arena Corinthians ser oficializada em Itaquera, vaquinhas entre a torcida e muitas outras coisas para que um dia o Corinthians tivesse uma casa para chamar de minha, isso não é só o torcedor em geral, corintianos como o pessoal do Canal Vilinha, Torcida da Curvinha, ex-jogadores como Basílio, Rivelino e Neto, todos eles que fizeram parte do Corinthians um dia em campo e hoje vibram fora dele, sabem o quão importante era ter um estádio, a nova geração não soube o que era um Morumbi dividido entre palmeirenses e corintianos, ganhar título dentro do Palestra Itália, calar Estádio Olímpico cheio de gremistas e Mineirão cheio de cruzeirenses, ser um andarilho do futebol brasileiro, ser zoado por não ter estádio, mas estar ganhando todas as taças possíveis, isso era um incômodo aos rivais e um deleite ao bando de loucos, sem dúvidas esse foi o ponto mais forte do filme que explica o nome do mesmo, todas as casas do Timão, pois muitas taças foram levantadas nelas.
Marcos do Corinthians
Diante disso, pode-se notar o divisor de águas nesse filme, não só visto em tela, mas comprovado em números dentro de campo, ele explora os marcos do Corinthians dentro de sua arena, a freguesia mantida do seus rivais, a pressão que é jogar em Itaquera e os títulos levantados, provando que a Arena Corinthians é um diferencial quando sua torcida lota as arquibancadas e cadeiras e cantam por um único amor.
Entretanto, a grande essência do filme não é a história do Corinthians e nem lembranças de seus títulos, matar a saudade ao assistir alguns ídolos em atividade e nem palavras dita de dirigentes e ex-jogadores, é o Corinthians que não tinha estádio, a ansiedade de todos os corintianos que ainda não estavam acreditando de que o estádio seria construído, torcedores chegaram a pedir um tijolo como recordação, montando sofás para assistir a construção e até a história do garoto que montou uma câmera em sua varanda, pois ficava de frente onde o estádio estava sendo construído, abrindo um canal e streamar unicamente a construção da Arena Corinthians, para os que são corintianos e não entenderam o que pra muitos rivais pareceu “exagero”, Corinthians não tinha estádio, não tinha libertadores, sofreu com eliminações vergonhas e ainda foi rebaixado, tudo isso foi um prato cheio para zoação e piadas vindas de todos os cantos, e aos poucos tudo isso foi superado, com a conquista da libertadores, o bi-mundial e a finalização do estádio, conseguindo matérias em Forbes como o time mais europeu fora da Europa, e um exemplo a ser seguido, grandes marcas fora de campo que foram só confirmando, o fim da zoação e fixando o time da favela como um dos mais fortes e vitoriosos do país.
Presente aos corintianos
A história de um sonho – Todas as casas do Timão é um presente de corintianos para corintianos, uma aula para os mais jovens que estão entendendo o que é o Corinthians, para os mais velhos apenas sobram lágrimas de felicidade por tudo que foi passado, conquistado e engrandecido ao decorrer dos anos, ainda mais essa mística e sentimento que é além de torcer, é viver seja dentro ou fora dos estádios, cantar mais alto na derrota, gritar seu amor na queda e vibrar por cada carrinho, chutão ou gol feio que é marcado em cada estádio desse país, jogando bonito ou feio, com ou sem grandes jogadores, isso é Corinthians.
Que Shingeki no Kyojin (Attack On Titan) é um sucesso absoluto, não temos dúvida! A terceira temporada está chegando ao fim com sua segunda parte, e resolvemos “brincar” de uma forma diferente: como seria Shingeki no Kyojin versão Hollwood?
Próximo do que fizemos outrora com Fullmetal Alchemist, escolhemos aqui na Redação – e sem dar muitos porquê, mais por afinco e similaridades mesmo – atores que se encaixariam como nossos personagens preferidos. Como o elenco dos Titãs é imenso, fechamos com os principais – e que ainda são relevantes até os dias de hoje.
Considerações: utilizando as mesmas regras de Game of Thrones, optou-se de ter um elenco mais “velho” que da franquia original.
Eren
Logan Lerman (Percy Jackson)
Mikasa
Kiko Mizuhara (mesma atriz do live-action japonês)
O 13º Festival da Cultura Coreana vem aí e contará com dois grupos k-pop: N.tic e Chic Angel, entre os dias 09, 10 e 11 de agosto, em São Paulo.
O evento cultural reúne a Feira da Gastronomia Coreana, Oficinas e Exposições, além da imersão cultural da Coreia do Sul. O cartaz oficial foi divulgado, e você confere abaixo:
Mais um grupo k-pop desembarca no Brasil em julho, agora com o Newkidd, que debutou em 25 de abril, e vem para a terceira edição do Brasil Hallyu Expo.
O evento já é considerado o maior festival de cultura coreana do país, organizado pelo Centro Cultural Coreano no Brasil e que acontecerá entre os dias 06 e 07 de julho na cidade de São Paulo.
Além das atrações musicais, o evento também conta com culinária coreana, exposição de arte, moda e arte tradicional da Coreia do Sul.
Mais uma ilustre visita de elenco no The Noite de hoje, 03 de junho, onde o apresentador Danilo Gentili recebe as atrizes Sophie Turner e Jessica Chastain, juntamente com o diretor Simon Kinberg, onde falam sobre a estreia do longa X-Men: Fênix Negra, que acontece nesta quinta-feira
Sobre o filme contar com participações especiais, Simon revela: “não temos o Stan Lee nesse filme. O Chris (Claremont) é o criador da Fênix Negra e ele sim fez uma pontinha”. Questionada sobre a razão de ter aceitado o papel, Jessica diz: “quis fazer por querer trabalhar com Simon, queria apoia-lo. Gostei desse filme porque ele foca nas personagens femininas”. Sem poder dar muitos detalhes sobre a vilã, Chastain explica: “só posso dizer que sou uma força perigosa que incentiva uma mulher a abraçar o seu poder”.
Falando da preparação para viver Jean Grey, Sophie conta: “fiz uma pesquisa sobre como seria uma personagem com vozes em sua cabeça, como se fosse uma esquizofrenia ou habilidades múltiplas”.
A respeito de já ter vindo ao país outra vez, Sophie comenta: “eu não estava trabalhando, eu estava com meu noivo, mas o pão de queijo que eu comi foi o melhor que comi na vida e quero comer todos os dias. Maravilhoso”.
Sinopse: Esta é a história de um dos personagens mais amados dos X-Men, Jean Grey, enquanto ela evolui para a icônica Fênix Negra. Durante uma missão de resgate no espaço com risco de vida, Jean é atingida por uma força cósmica que a transforma em um dos mais poderosos mutantes. Lutando com esse poder cada vez mais instável, e também com seus próprios demônios, Jean fica fora de controle, dividindo a família X-Men e ameaçando destruir a própria estrutura do nosso planeta. X-Men: Fênix Negra é o filme mais intenso e emocional da saga. É o culminar de 20 anos de filmes X-Men, onde a família de mutantes que conhecemos e amamos deve enfrentar seu mais devastador inimigo – um dos seus.
O The Noite com Danilo Gentili vai ao ar de segunda a sexta-feira no SBT.
Fazendo jus ao meme “this is represents brazil more than soccer and samba” ,vêm aí mais um marco que mostra a força da cultura nacional, os documentários, fugindo dos temas polêmicos de política, esportes ou celebridades da TV aberta: Amazônia Groove.
Explorando todos os sons e temas o qual essa terra maravilhosa pode fornecer para a música popular brasileira, e se não fosse rico o bastante falar sobre o tema, logicamente a produção vêm acompanhada de uma espetacular trilha sonora da região que faz você aproveitar do primeiro segundo até o último acorde tocado nos créditos.
Documentário Cultural
Documentários culturais têm por sua essência o aprendizado, mas diante a uma sociedade cega para culturas locais, as quais julgam apenas o que as emissoras populares transmitem, faz criar uma bolha de conhecimento no brasileiro a ponto de se considerar o especialista da cultura nacional, achando que nada presta vindo do Brasil, se tivesse a cabeça mais aberta, enxergaria o quão rico é nossa cultura musical, e isso vêm de todos os cantos do Brasil, mas o documentário explora a música trazida da região norte, um deleite para os que desconhecem tamanha riqueza cultural.
Amazônia Groove explora dos cantos gospel das processões de santos, até o moderno das casas noturnas, do bom e velho MPB, até os techno-brega, é uma doutrinação para quem conhece um pouco da música local, mas nunca explorou mais a fundo, aos que nunca viram ou ouviram falar, será uma experiência inesquecível, pois além do que é mostrado, também ficamos cientes da história pessoal de cada um desses artistas, como eles lutam para permanecer nesse meio, como alguns cresceram dentro daquilo que eles apresentam, uma história diferente atrás da outra as quais irá emocionar e sentir o peso de como é difícil trabalhar com cultura no Brasil.
As personagens de Amazônia Groove
Para os que não são fãs de documentários, deveriam abrir uma exceção, Amazônia Groove apresenta tudo isso ao som de todos os entrevistados no documentário, da maravilhosa Dona Onete que deve ser a mais conhecida para quem trabalha no meio da música, até DJ Waldo conhecido pelos mais jovens, e disso caminha com Gina Lobrista que vende seus CDs em feiras e MG Calibre que grava suas músicas em meio a densa floresta, transformando a natureza em um estúdio ao ar livre, fazendo jus a sua música “Diga não à violência”, cuja a letra diz: “Vamos pra Amazônia/Vamos nos dar bem/Muito jungle, muito money/O estrangeiro é rei.”.
Amazônia Groove só têm um problema, o momento que ele termina, pois você quer mais, você deseja que não tivesse acabado, te bate uma vontade de assistir novamente na sequência, a muito tempo uma produção, seja ela filme, série ou documentário não trazia esse sentimento de vazio por conta de que o documentário terminou, minha vontade era de colocar para assistir de novo, uma linda obra da cultura brasileira que serve para calar aos ignorantes perante à nossa cultura,e um presente maravilhoso que só agregará ao conhecimento e aos nossos corações com uma aula sobre os ritmos diversificados da região norte.
Rica Cultura e Música Brasileira
Essa maravilhosa produção é a prova de que o Brasil pode fazer grandes feitos para o seu público que busca mais por histórias nacionais, sejam elas reais ou roteiros fictícios, Amazônia Groove agrega à cultura da sétima arte brasileira e supera barreiras com seu grande feito em 2019, conquistando o prêmio de melhor cinematografia no South by Southwest, o SWSX, mais uma premiação que o Brasil trás para casa a qual defende sua cultura local.
Um documentário espetacular que têm que ser aplaudido e reverenciado por todos os amantes a nossa rica cultura brasileira e a nossa música que há muito tempo prova de sua qualidade.
A expectativa continua grande, a mais de um mês de estreia o live-action O Rei Leão que tem data de estreia para 18 de julho, ganha novos pôsteres inéditos com cada personagem do filme.
Dirigido por Jon Favreau, o filme contará a historia já conhecida do longa animado lançado em 1994, com gastos que já chegaram a cerca de US$ 250 milhões, o objetivo é seguir a mesma linha de filmes live-action já lançados pela Disney como: Mogli o menino lobo, Alladin, Dumbo entre outros.
“A única razão para tudo isso é a de que queremos que essa animação tenha uma sensação de live-action — de ter uma equipe real entrar, interagir com um filme animado e tomar todas as decisões de câmera que você tomaria em um set normal, ao invés de alguém simplesmente sentar à frente de um teclado e programar movimentos” disse Jon Favreau.