Está na hora de parar de esperar, bloquear e atacar seus adversários; use-os contra eles em FalseHero. Roube os ataques dos oponentes e desencadeie a morte certa deles, nesse quebra-cabeça estratégico que avança a experiência e o desafio de um jogo Souls.
Com uma demo disponível na Steampara você testar, False Hero foi desenvolvido por um desenvolvedor único da TorchlightStudios, e será lançado pela editoraYtopia, a mesma de Misery. Apresentando o primeiro capítulo do jogo, com acesso ao mundo e às mecânicas básicas e dois chefes para você ter aquele gostinho.
Mergulhe em Wisdom, um reino decadente onde os deuses da vida estão perdendo a luta e a Morte se espalha por tudo. Você, encarnação de um erudito, deve decidir, pelo seu poder e conhecimento, acabar com a profecia ou se tornar um apóstolo da Morte. Trazendo uma nostalgia que, na simplicidade, pega os fãs de The Legend of Zelda e os Souls.
Baixe agora mesmo a demo e veja por si mesmo como roubar as habilidades dos outros trará sucesso e conquista emFalseHero. Adicione à lista de desejos da Steam e fique atento ao terceiro trimestre de 2026!
A Bandai Namco Entertainment America Inc. apresentou o novo jogo da franquia Gundam durante a Summer Games Fest. Uma nova linha do tempo será apresentada com a chegada de Gundam Rogue Orbit, na qual a humanidade lutará contra uma ameaça desconhecida.
Em Gundam Rogue Orbit, os jogadores assumem o papel do piloto de elite RE-X, o protagonista deste novo capítulo de Gundam. Entre no cockpit do GundamHelix, o traje de alta mobilidade de RE-X, e, junto com uma equipe caótica repleta de soldados valorosos, porém não reconhecidos, lute para ser a última esperança da humanidade contra um inimigo desconhecido. Gundam Rogue Orbitapresenta batalhas explosivas e frenéticas em vastos ambientes.
Dessa forma, os jogadores enfrentam hordas de inimigos, chefões gigantescos e desafios aparentemente insuperáveis, tudo isso em um envolvente cenário de ficção científica. Para os fãs de Gundam, o título promete entregar os momentos emocionantes e a ação inesquecível que fizeram da série uma das franquias de entretenimento mais amadas do mundo, além de apresentar uma nova e empolgante direção para Gundam.
Gundam Rogue Orbit tem lançamento previsto para 2027 e lançará seus mechas para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam. Para mais detalhes, confira o site oficial para proteger o universo quando a hora chegar!
Da desenvolvedora independente Garage51, Cordura recebeu um trailer de jogabilidade no qual mostra que você, sozinho ou com amigos, deverá sobreviver contra a escuridão e insanidade do SistemaMimic. Confira:
Entre na era vitoriana com a distorção tenebrosa e corrompida em busca das “Rosas da Noite”, a fonte de Ambrosia. Mas a caçada tem seus obstáculos que desafiam a sanidade; a escuridão é iminente, e ela consegue imitar vozes e a aparência de seus companheiros. O Sistema Mimic trará o desafio aos jogadores, que, por chat de voz e proximidade, terão que se guiar e desconfiar se são seus amigos ou alguma coisa além.
Entre na busca da Ambrosia, um neuroestimulante procurado pela aristocracia em suas reuniões. Você é um trabalhador em busca de sobrevivência e dinheiro, mas qual o custo disso? Sua sanidade!
Com cenários não fixos e sempre em metamorfismo, a rota de exploração que você iniciou terá que ser alterada. Morrer não é uma opção, perder seus recursos poderá levar o seu time a uma missão extra para coletá-los e, quem sabe, não poderão sucumbir também.
Já adicione Cordura à lista de desejos da Steam e fique de olho também na PS Store, já que será lançado para PC e PlayStation 5. Confira no site oficial e não se confunda com a escuridão; confie na voz do Suco para as novidades desse novo título da Garage51.
Diretamente da Nova Zelândia, o Estúdio Dead Teapot, com a editora francesa Dear Villagers, apresentou mais detalhes sobre o narrativo jogo de quebra-cabeças Shape SenderDeluxe. Apresentado durante a Frosty Games Fest, tem data de lançamento prevista para o outono de 2026. Confira o trailer:
Entre num mundo de quebra-cabeças e mergulhe na física, na qual sua mascote Sendy irá dar dicas e informações para realçar a criatividade e resolver problemas. Uma demo está disponível e nela você poderá desfrutar de alguns níveis e até mesmo criar, no novo modo de editor e níveis.
Envie figuras de um lado para o cano, quer dizer, de cano para cano. Conforme você cria formas de resolver, Sendy dará dicas e até mesmo poderá apresentar outras ferramentas. Então, em cada fase, uma situação inusitada e obstáculos vão desafiar você a explorar ainda mais a física.
Shape Sender Deluxe estará disponível para PC e Switch. Não deixe de seguir e colocar na lista de desejos para mais informações. A Demo está somente disponível na Steam e, junto com ela, aproveite até o dia 14 de junho as promoções de outros títulos da Editora Dear Villagers!
O nome da turnê soa provocativo de propósito. Who Kill El não faz referência a nenhum crime, mas à morte simbólica de uma versão de El Capitxn que o mundo conhecia até aqui: a do produtor por trás de bilhões de streams, sempre nos bastidores, contando a história de outros artistas.
Em coletiva de imprensa realizada online, o artista explicou com clareza a transformação que está vivendo e por que foi o público brasileiro que lhe deu coragem para isso.
“Produtor e artista não conseguem coexistir no mesmo espaço”
Por anos, El Capitxn construiu uma carreira sólida como produtor. O problema, segundo ele mesmo, é que esse papel tinha um custo: sua própria voz ficava de fora. “Eu contava a história de outros artistas. Agora quero contar a minha”, disse durante a entrevista.
Essa percepção gerou o conceito central de toda a turnê. Para ele, a versão produtor e a versão artista não conseguem ocupar o mesmo espaço, então foi preciso “matar” uma para que a outra pudesse existir plenamente. O resultado é um show pensado como experiência de storytelling, onde o público sai sentindo que conhece um pouco mais quem está no palco.
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O Brasil no centro da transformação
Não é por acaso que El Capitxn escolhe falar do Brasil como cenário dessa virada. Ele foi direto: o país foi o lugar que lhe deu a certeza e a coragem necessárias para voltar aos palcos como artista, eliminando as inseguranças que carregava.
Na primeira vez que esteve por aqui, veio apenas como produtor, sem músicas próprias, sem o peso de se apresentar como nome solo. Agora retorna com Breaking Through, single em parceria com Taehyun do TXT, que ele define como um novo ponto de partida. A energia do público brasileiro é citada por ele como sua maior fonte de inspiração no país, e ele deixou escapar um interesse genuíno pelo funk brasileiro: com a ressalva de que só quer explorá-lo quando puder fazer isso preservando sua própria identidade artística.
“Breaking Through”: o manual do novo capítulo
A faixa com Taehyun (TXT) não é apenas um single de lançamento estratégico. Para El Capitxn, a música funciona como um guia, um registro da sua vontade de vencer as dificuldades deste novo momento.
Seu processo criativo começa sempre pelo sentimento que quer expressar, e esse sentimento é que determina se a música vai nascer primeiro pela melodia, pela letra ou pelo instrumental. Ele evita seguir tendências de mercado, que considera passageiras, e vai ainda mais longe: quando está imerso em um projeto, evita ouvir outras músicas para proteger o foco e os ouvidos, que descreve como extremamente sensíveis.
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K-pop, pop ocidental e o lugar da IA na música
Questionado sobre as diferenças entre os dois universos em que transita, El Capitxn foi preciso: o K-pop é, para ele, um sistema perfeito e altamente estruturado, orientado à perfeição técnica. O pop ocidental, por outro lado, é mais “humano” e menos preso a sistemas, com mais espaço para liberdade criativa.
Sobre inteligência artificial, sua posição é clara: a IA nunca substituirá a criatividade humana porque lhe faltam sentimentos e vivências reais. Ela executa ordens; humanos colocam suas histórias de vida na música. É exatamente essa diferença que El Capitxn diz querer explorar na Vendors, sua produtora e coletivo, que tem como objetivo não apenas produzir sucessos, mas criar novas possibilidades e conectar artistas globalmente.
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E a nossa pergunta que a NALU fez, foi: como ele mantém sua autenticidade como produtor trabalhando tanto com artistas no topo das paradas quanto em projetos independentes, diante da pressão das tendências de mercado?
A resposta foi reveladora. Ele se define como o produtor que menos se esforça para seguir trends e isso é intencional. A lógica dele é simples: tendências começam e terminam rápido. O que está em alta hoje passa antes que o projeto chegue ao público. Por isso, embora reconheça que é possível e até interessante combinar a sua história com elementos que estão fazendo sucesso, ele não é obcecado por isso.
O foco dele está em outro lugar: colocar uma mensagem, uma história, um recorte real do momento que está vivendo. É essa âncora pessoal que garante que o trabalho tenha vida própria, independente do ciclo das trends.
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A perda da voz e o processo de confiar
Um dos momentos mais reveladores da coletiva foi quando El Capitxn falou sobre ter perdido a voz. O episódio o fez acreditar que nunca mais poderia ser artista e superar esse trauma é o que ele define como seu eterno processo de “confiar no processo”.
É essa história de superação que dá substância ao conceito da turnê. Who Kill El e o que sobrevive quando você tem coragem de deixar uma versão de si mesmo para trás.
Três nomes históricos do Visual Kei japonês se encontram em um mesmo palco. A Awakening Tour 2026 – Voices of Visual Kei confirmou sua passagem pelo Brasil, com show marcado para o dia 21 de junho de 2026, a partir das 19h30, no Jai Club, na Rua Vergueiro, 2676, em São Paulo.
Os ingressos já estão disponíveis na Passline, com os seguintes valores:
Entrada Inteira: R$ 400,00
Meia-Entrada: R$ 200,00 (mediante apresentação de documentação conforme a Lei Federal nº 12.933/2013)
Meet & Greet (adicional): R$ 150,00 — exige ingresso do show. O encontro com os artistas começa às 18h00.
Quem são os artistas?
A turnê reúne Seth, Kouki e Tsuzuku, três vozes com trajetórias sólidas e públicos fiéis ao redor do mundo.
Seth é conhecido por seu trabalho no Moi dix Mois, projeto do icônico Mana, além de passagens por Art Cube, Ruiza BAND, SAKURA ZENSEN e Amadeus. Kouki construiu sua carreira principalmente no D=OUT, uma das bandas mais queridas do Visual Kei dos anos 2000, com participações também no SAKURA ZENSEN e Mist of Rouge. Já Tsuzuku é o vocalista do TZKWYM (antes conhecido como MEJIBRAY), um dos nomes mais expressivos da cena contemporânea, além de atuar no projeto DRUGS.
Uma turnê pela América Latina
O Brasil é uma das cinco paradas da Awakening Tour 2026. A turnê percorre México, Chile, Peru, Brasil e Argentina, reforçando a força da comunidade de fãs de Visual Kei no continente.
A produção é da Asiarec, produtora chilena especializada em shows e turnês de música japonesa para a América Latina.
A espera ficou mais curta: a demo de Digimon Story Time Stranger já está disponível gratuitamente na Nintendo eShop para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2. O conteúdo cobre as primeiras horas do jogo — e o melhor: o progresso salvo na demo pode ser transferido para a versão completa quando o jogo for lançado em 10 de julho.
Um novo trailer também foi divulgado junto ao anúncio.
O que esperar da demo
Em Digimon Story Time Stranger, os jogadores assumem o papel de um agente da ADAMAS envolvido em um evento que coloca o mundo humano e o mundo digital — Iliad — à beira da ruína. A missão é domar Digimon, criar laços com eles e evoluir suas habilidades para enfrentar os combates estratégicos por turnos e salvar os dois mundos, viajando entre dimensões e através do tempo.
A demo permite experimentar os sistemas centrais do RPG antes do lançamento, com a tranquilidade de não perder nenhum progresso na hora de migrar para o jogo completo.
Digimon Story Time Stranger chega ao Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 em 10 de julho de 2026. A demo já está disponível gratuitamente na Nintendo eShop. Saiba mais sobre o jogo em seu site oficial.
Na contra mão dos assuntos de sempre dessa coluna, falaremos de amor. Se bem me recordo, a última vez que isso aconteceu foi em 2018, então aproveitemos bem porque, se a progressão aritmética se manter, a próxima vez só em 2034. Falaremos um pouco sobre o laço comovente apresentado em Josee, the Tiger and the Fish; mais especificamente, a adaptação de 2020 do conto da escritora Seiko Tanabe (1928-2019).
E essa conversa não seria possível sem a série de não-problemas levantados pelo Twitter mesmo anos após sua estreia. Pelo marketing gratuito e os lembretes recorrentes, vai aqui meu muito obrigado.
UMA HISTÓRIA EXTEMPORÂNEA
Produzido pelo mesmo estúdio Bonesque, desde 1998, agracia o mundo com Fullmetal Alchemist Brotherhood, Boku no Hero Academia, Gosick, Mob Psycho e tantas outras produções, este longa conta a história de Tsuneo Suzukawa, um universitário focado em suas responsabilidades e esforçado dia e noite pelo seu sonho de estudar no exterior. A vida marinha é uma paixão que o rapaz carrega desde a infância. Com Hayato e Mai, Tsuneo compartilha os estudos, o trabalho e os mergulhos no fundo do mar, para fotografar e descobrir mais sobre a vida aquática.
Enquanto Hayato prioriza viver sua juventude e Mai observa à distância uma paixão não correspondida, Tsuneo vive para seus estudos e para o seu trabalho. Uma espécie marinha muito particular faz do México seu grande alvo de intercâmbio e é para esse sonho que vão todas as economias do rapaz, de dinheiro e de tempo. Não sobra nada para as namoradinhas. Daí que a roda da fortuna amorosa não surge pela vontade de Tsuneo, mas por uma cadeira de rodas desgovernada colina abaixo, que coloca uma garota em risco. Essa garota é a segunda protagonista da obra, Josee.
O encontro inesperado joga um balde de água fria em quem se engana pelo poster ou pelos cortes fofos das redes sociais, pois a atitude de Josee é o oposto de sua estatura. A aparente fragilidade abriga uma pessoa cheia de birra e com requintes de malcriação. Josee compensa suas limitações físicas com uma personalidade forte (i.e., chata) para permitir-se alguma forma de independência, também exercida em segredo pelo seu imenso talento nas artes. Ao salvar Josee de um acidente, Tsuneo é contratado por Chizu, a avó de Josee, para que ele seja seu cuidador por algumas horas do dia.
Bom, o X da questão que torna o filme tão atraente, é que apesar de ser um romance, Josee abraça vários temas construtivos e significantes até o “felizes para sempre”. Sua construção narrativa tem seu apelo, na opinião deste colunista, no fato de ser uma história extemporânea. Seiko Tanabe faleceu por volta de um ano antes de sua história ganhar mais duas adaptações em 2020 (já havia sido transformada em filme no Japão, em 2003). A renomada escritora contava e entendia histórias e temas amorosos de uma maneira muito distinta da nossa geração, que entende o amor em termos de êxtase e autosatisfação. O entendimento de amor como mediação rumo a um Outro tem sido cada vez mais estranha. E é nesse estranhamento que mora a qualidade de uma história extemporânea, que pertence a um outro tempo.
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O AMOR PELOS ATOS
Josee também é extemporâneo por não usar a linguagem do século XXI para falar de deficiências. No melhor estilo das artes narrativas japonesas, sua presença é sentida pela ausência. A maneira como a história consegue esse feito é por uma fórmula das mais eficientes na linguagem do amor: os atos. Pouco é dito, muito é feito. Tsuneo não fala de suas paixões marinhas; antes, corre para realizar o desejo de Josee em conhecer o mar. De interação em interação e de mediação em mediação, o laço construído entre Tsuneo e Josee é feito passo a passo, vagaroso, cada um conhecendo e edificando um ao outro. O mar serve como uma janela para o mundo, até então inédito a Josee, que vivera sob os cuidados rígidos de uma avó temerosa dos perigos do mundo. Na biblioteca, Josee encontra nas letras dos livros as asas que a fazem voar mais longe do que qualquer par de pernas funcionais poderia levá-la. E como se entendesse e sentisse o alívio de ver a neta ganhar autonomia e independência, o corpo de Chizu se permite o último descanso.
Como uma história de amizade e conhecimento mútuo, Josee já vale o filme que é. Mas fica ainda melhor quando a história impõe sobre si os desafios da vida. Quando a avó da protagonista falece, seu último suporte familiar, nos deparamos com uma história que escancara nossa fragilidade. Longe de sermos autossuficientes, estamos sempre à mercê da ajuda. Cadeirantes ou não, não se trata disso. Afinal, a plena saúde é uma ilusão que ingenuamente julgamos sermos perpétuos portadores. O que o filme nos mostra, e aqui conto sem maiores detalhes para não estragar a graça, é que a roda da fortuna também gira ao nosso desfavor. Qualquer um pode se ver a qualquer momento na necessidade do alento alheio. Seja da família, seja dos amigos, enfim, da comunidade de almas que nos cerca. E no final dessa estrada, mora o amor, seja ele romântico ou não. No caso de Tsuneo e Josee sim, pois estamos diante de um conto que propaga e vende o sonho do amor.
CONCLUSÕES
Essa review chega um pouco “tarde demais”. Faz sentido que esta coluna queira acompanhar as novidades do momento para manter alguma relevância. Também faz sentido que esta coluna se mantenha viva ao escrever sobre aquilo que lhe salta os olhos e toque o coração num dado momento. O que aconteceu aqui não foi exatamente nem um, nem outro. Como dito no começo do texto, fui lembrado da existência desse filme – que já me chamara a atenção na época pelo trailer – por algumas problematizaçõesdesprovidas de bom senso que só as redes sociais são capazes de produzir.
Mas – e aqui vai uma dica interessante de como aproveitar bem a internet – esses não-problemas e essas não-discussões servem mais para arrancar um riso do que para se aborrecer. Se o mundo é bobo ou ansioso em busca de engajamentos e cliques, o fato permanece que às vezes essas discussões acabam sendo feitas em cima de obras de imenso valor artístico e fonte de experiências genuinamente belas.
Por me lembrar da existência de uma animação tão edificante e construtiva, agradeço ao Twitter e convido a todos a testemunharem essa história plena de sensibilidade, que é Josee, the Tiger and the Fish.