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Crown Tundra chega a Pokémon Sword and Shield

pokemon sword shield

O dia começou com uma grande nevasca em Galar. A nova expansão de Pokémon Sword & Shield Crown Tundra chegou ao Nintendo Switch. Além de trazer uma área nova para o jogo você e Peony vão explorar as lendas de Crown Tundra.

Para acessar a nova área repleta de novos Pokémon e mistérios envolvendo um lendário Rei você deverá ter o Expansion Pass disponível na E-shop. Confira a nova Pokémon Den e os eventos Dynamax. Veja o vídeo abaixo:

E para comemorar a nova expansão, a The Pokémon Company anunciou uma série limitada da animação para novembro! Pokémon: Twilight WingsThe Gathering of Stars está disponível exclusivamente para o Youtube e no aplicativo TV Pokémon. O aplicativo é gratuito na App Store e Google Play.

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Remothered: Broken Porcelain | Review

Remothered-Broken-Porcelain

Em agosto eu comentei aqui sobre o primeiro jogo da trilogia Remothered e o quão ansiosa eu estava para o lançamento da sua continuação. Depois de ter sua data de lançamento alterada algumas vezes, o jogo Remothered Broken Porcelain foi oficialmente lançado para PC e consoles no dia 13 de outubro, tanto em mídia física quanto digital.

Apesar do meu entusiasmo com o lançamento, após assistir algumas gameplays das demos oferecidas a youtubers eu fiquei bastante assustada com o lançamento próximo do jogo. A instabilidade do jogo, a quantidade de bugs existentes, assim como diversos outros erros acabaram deixando um gosto amargo na comunidade que esperava… Bom, pelo menos algo pronto. Ainda assim, por ser uma demo, eu tentei me manter positiva, dizendo a mim mesma que os desenvolvedores jamais iriam lançar algo que não fosse jogável. Eu estava errada.

No primeiro dia de lançamento, 13 de outubro, os comentários nas redes sociais já diziam claramente que a maior parte dos erros não havia sido corrigida. Entre os erros mais comuns: queda de mapa, ausência de dublagem e efeitos sonoros em diversas partes, personagens e inimigos presos no cenário, problemas de animação nos lugares para se esconder, entre outros. Os bugs não eram poucos, e em TODOS os dias após o lançamento os desenvolvedores têm lançados patchs com correções e atualização, sendo assim fica a dúvida: precisava lançar tão cedo? Ou melhor: Como eles tiveram coragem de entregar um jogo nesse estado?

Depois de algumas atualizações e correções eu finalmente consegui terminar o game, e confesso que estou bem deprimida. Em comparação ao primeiro, Remothered teve uma queda brusca de qualidade. Jogos como esse, do tipo Clock Tower onde temos “stalkers”, são altamente dependentes do carisma de seus personagens, assim como dos puzzles do jogo, e em ambos aspectos Broken Porcelain falha. Enquanto no primeiro jogo da franquia os quebra-cabeças eram fracos, mas existentes, no segundo eles foram completamente substituídos por problemas que devem ser solucionados com o “Poder da Mariposa”, e os perseguidores (inimigos) do jogo são MUITO fracos, eles não possuem metade do carisma do Dr. Felton ou da Red Nun de Tormented Fathers. Porcelain, o grande “vilão” é fraco, entediante e esquecível, e suas batalhas tendem a ser as mais tediosas e simples do game.

A respeito de outros aspectos: quando não falhavam, a trilha sonora e os efeitos de som são bem feitos e bem escolhidos. Os gráficos melhoraram muito de um jogo para o outro, mas é difícil apreciar a qualidade devido a tantos erros que continuavam rolando. As dublagens variam de excelentes para inapropriadas, e elas parecem ter uma diferença de volume em diversos diálogos. O roteiro… bem, esse é um ponto que merece cuidado.

O primeiro jogo de Remothered tinha alguns problemas de roteiro, ele era muito denso e confuso – ainda assim – se você tivesse o cuidado de ir atrás dos pedaços de informação, você conseguia compreender a história que – apesar de um ou dois furos – era muito interessante! Os produtores tiveram o cuidado de entregar no inicio desse segundo game uma “recapitulação” do que rolou no primeiro, o que foi MUITO útil. Tendo dito isso, eles optaram por uma abordagem não linear/cronológica em Broken Porcelain, que viaja entre diversas linhas do tempo, e o resultado foi… difícil.

Eu gosto da história do game, e o final tem sua própria doçura, mas há várias formas de se contar uma história, e eu não acho que as escolhas feitas foram as melhores. A abordagem não linear acaba quebrando demais o roteiro e o torna MUITO mais confuso do que deveria, e isso estraga muito do drama e da emoção da história. Além disso, as escolhas de diálogo são… péssimas, para se dizer por baixo. Há uma constante necessidade em lembrar o quanto os vilões são “maus” e isso acaba nos deixando sempre desconfortáveis, há diversos problemas que não acabam mais.

Apesar disso tudo, o jogo também trouxe algumas coisas muito interessantes, como um mecanismo de pontos e atributos para melhora de personagem, e um sistema de colecionáveis que se encaixa na história de maneira muito criativa.

Remothered Broken Porcelain é um daqueles jogos que poderia ter sido tudo, mas não foi nada. Ele foi criado, escrito e dirigido pela mesma pessoa, e nesse momento eu só consigo pensar que o erro reside justamente ai. É óbvio que há muito talento em seu criador, mas as vezes é necessário contratar pessoas que sejam mais habilidosas, porque uma excelente ideia acaba morrendo nas mãos de uma pessoa não tão experiente, e não há mal algum em pedir ajuda de outros profissionais para fazer seu projeto ganhar vida.

Haverá um terceiro jogo? Não sei, mas eu espero que tenha. Remothered Broken Porcelain deixou um gosto amargo em uma trilogia que começou muito bem, e eu não sinto que quero largá-la ainda. Espero que os erros desse game sirvam para o lançamento de uma terceira obra fenomenal, mesmo que minhas expectativas não sejam mais as mesmas.

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PodSuco #4 – A nova geração e o mercado de games no Brasil

A nova geração de consoles está chegando prometendo grandes mudanças no mundo dos games. Mas a vida de quem gosta de games não é fácil no Brasil. Jogar é um hobby caro e a tendência é que o impacto seja ainda maior no bolso da galera. Episódio com a participação do jornalista Wagner Wakka do Canaltech.

Participações: Donis, Foster, Baraldi e o convidado Wagner Wakka.

Edição por: @outerheaven

Leia mais sobre PlayStation 5 e Xbox Series X.


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Confira o trailer de Rambo em Mortal Kombat 11 Ultimate

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Agora todo cuidado é necessário, Rambo chega para o Mortal Kombat 11 Ultimate com um arsenal de golpes, armas e armadilhas. Anunciado como um dos personagens do Kombat Pack 2, Rambo se junta com Rain e Mileena no próximo dia 17 de Novembro.

Além do legado cinematográfico é a vez de Rambo conquistar o maior torneio da Terra e Outworld. Contudo você deve conhecer como é a estratégia do soldado das Força Especiais dos Estados Unidos. A faca é sua companheira de batalha e está presente em seus golpes e combos.

Além disso o arsenal de Rambo conta com o Arco, para inimigos distantes, e diversas armadilhas para pressionar a movimentação de seu oponente. Mas você acha que ele não teria a clássica metralhadora? Se enganou. Rambo chega ao Mortal Kombat 11 Ultimate com skins variadas baseadas em Rambo – Programado para matar, Rambo II – A missão e Rambo III.

Garanta já Mortal Kombat 11 Ultimate que está na pré-venda para ouvir a voz de Sylvester Stallone na dublagem inglesa ou a nossa voz tupiniquim de Rambo: Luiz Feier Motta.

Mortal Kombat 11 Ultimate está agendado para lançamento global no dia 17 de novembro para PlayStation 5, PlayStation 4, PlayStation 4 Pro, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch, PC e Stadia.

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Sony divulga primeiras fotos de “Uncharted” com Tom Holland

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Nathan Drake (Tom Holland) in Columbia Pictures' UNCHARTED.

Enfim temos algumas novidades! A Sony Pictures divulgou as primeiras imagens do esperado filme “Uncharted”, baseado no sucesso homônimo dos games. Estrelado por Tom Holland, que interpreta Nathan Drake, o elenco também conta com nomes como Mark Wahlberg, Antonio Banderas e Tati Gabrielle.

Confira abaixo:

O filme é uma inspiração nos games da Naughty Dog e mostrará os primeiros dias de Nathan Drake. Não deve seguir nenhuma história mostrada no jogo.

O filme é dirigido por Ruben Fleischer (“Zumbilândia”, “Venom”) e tem estreia prevista para julho de 2021.

Leia também: Homem-Aranha | Coletiva com Tom Holland e Laura Harrier

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Blacksad – Volume 3: Alma Vermelha | Review

blacksad volume 3

Dando continuidade a saga do detetive John Blacksad, Alma Vermelha é o terceiro volume da série em quadrinhos de Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido, Blacksad, publicado por aqui pela SESI-SP.

Na trama, temos John encontrando-se com Otto, um antigo professor e que agora gostaria de reativar seus laços de amizade. Entretanto, colocado por acaso (ou não) em uma teia de conspirações, Blacksad busca respostas a atentados e perseguições políticas em meio aos anos 50.

Mais uma vez temos um roteiro amarrado e de certa forma complexo, onde é possível se perder em ideias caso tenha devaneios durante a leitura. De forma a tratar de assuntos complexos e do século passado, temos um quadrinho de nicho riquíssimo, mas que entra em um contraponto para leitores mais “jovens” e não habituados pela temática.

A pós-guerra / Liberdade / Guerra Fria

O cerne deste volume é o período pós segunda guerra mundial, enfatizando Alemanha, Rússia e Estados Unidos como países protagonistas e que dão o rumo a história. John Blacksad é a força motriz que liga personagens destas três nações e traz um contexto ideológico, político, atentados terroristas, assassinatos, jogos de azar e até mesmo o suicídio.

Logo de cara temos ciência de que é o quadrinho mais pesado (entre os três primeiros) e a ação fica um pouco de lado, dando um aporte maior para as questões psico-filosóficas que os autores buscam. Na verdade, isto é presente desde o primeiro volume, mas é aqui que este tipo de conteúdo fica mais evidente.

Um ponto que gostaria de ressaltar é o plano de fundo da população e de como trazem muito bem o contexto da fobia à guerra, do medo de um “novo holocausto” e do fantasma da Bomba H, o que seria o mais próximo de um “Apocalipse” naquela época. Por sinal, citações bíblicas e referências é o que não falta em Alma Vermelha. 

Cheio de homenagens (ou referências), sendo elas de personagens históricos, pintores ou letras de músicas, Canales transpassa credibilidade em abordar como poucos a vivência das relações com as personagens; de diálogos inteligêntes, lutas e até mesmo no sexo. Mais uma vez, é como se estivéssemos lendo um filme – de um bom diretor, obviamente.

Perdas e Arrependimentos

Já na outra metade criativa, Guarnido abusa das cores mais quentes e fortes neste volume, e temos um notável apreço pela feição dos personagens antropomórficos; é nítida sua evolução em dar mais “vida” aos gestos animalescos. Ressalto que ele já fazia isso muito bem!

Já no âmbito dos design de personagens, pela primeira vez senti que um ou outro não encaixaram perfeitamente na história. Lembre-se: temos personagens antropomórficos, e o encaixe com a realidade não é simétrico com o contexto do roteiro. Entendemos que o “nível” de criatividade dos autores é gigantesco, e querer manter o mesmo nível em todas as histórias é querer demais da nossa parte.

Dito isso, algumas passagens e cenas não tiveram um apego tão forte durante a leitura – o que até contrasta em certos momentos de tensão – o que deixou a leitura um pouco truncada. O ritmo não é frenético, visto pela temática abordada, mas mesmo assim, é uma leitura um pouco mais arrastada que os dois primeiros volumes e traz uma resolução um tanto “rápida” demais para um contexto de tal profundidade.

Para concluir, Alma Vermelha ainda é uma ótima leitura e traz questões ainda em evidências nos dias de hoje. Com certeza, o mais pesado até então e que ainda dá uma “fome” tremenda para novas aventuras de John Blacksad.

Título: Blacksad Vol. 3
Autor: Juan Díaz Canales
Ilustrador: Juanjo Guarnido
Tradução: Antônio Xerxenesky
Editora: SESI-SP
Páginas: 64
Ano: 2018
ISBN: 9788550406596

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Disney | Raya e O Último Dragão ganha incrível trailer; confira!

raya e o ultimo dragao

O mais novo filme da Walt Disney Animatioon Studios, “Raya e O Último Dragão” ganhou um incrível trailer hoje (21) e apresenta a protagonista Raya, uma guerreira solitária cuja missão é rastrear o lendário último dragão em uma tentativa de salvar Kumandra e unir suas terras.

Sinopse: Há muito tempo, no mundo de fantasia de Kumandra, humanos e dragões viviam juntos em harmonia. Mas quando uma força maligna ameaçou a terra, os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Agora, 500 anos depois, o mesmo mal voltou e cabe a uma guerreira solitária, Raya, rastrear o lendário último dragão para restaurar a terra despedaçada e seu povo dividido. No entanto, ao longo de sua jornada, ela aprenderá que será necessário mais do que um dragão para salvar o mundo – também será necessário confiança e trabalho em equipe.

Dos diretores Don Hall e Carlos López Estrada, “Raya e O Último Dragão” estreia nos cinemas em março de 2021.

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Ozob será personagem em Cyberpunk 2077

ozob cyberpunk 2077

Ozob, criação de Deive Pazos, o Azaghal do Jovem Nerd, será um personagem não jogável (NPC) em Cyberpunk 2077, novo jogo da CD Projekt Red a ser lançado no próximo mês (veja imagem de capa).

Amado pelos nerds brasileiros, Ozob, um mercenário calvo, ruivo, albino e com uma granada vermelha no lugar do nariz, um palhaço distópico e debochado, estará presente na megalópole Night City, um personagem que ficou conhecido nos tradicionais Nerdcasts RPG do veículo brasileiro. “Ozob nasceu na década de 90 e ficou 20 anos congelado na minha criogenia imaginária, até tomar vida no Nerdcast RPG Cyberpunk em 2013. Desde então já rendeu um romance de origem (Ozob – Protocolo Molotov), busto colecionável da Iron Studios, inúmeros produtos de merchandising, e agora está invadindo o mundo dos games Triple A. Eu não poderia ser um pai mais orgulhoso”, comenta Deive Pazos, o Azaghal.

Deive Pazos foi convidado para dublar sua criação na versão em português do game, mas antes fez questão de fazer um teste com o diretor de dublagem para ter certeza de que sua voz e interpretação seriam adequadas ao personagem. Aprovado pelo estúdio, sua participação foi além da dublagem, ajudando nas adaptações de texto e na localização das falas, incluindo gírias e bordões originais do personagem.

Mais detalhes da trajetória, da concepção até a inserção do personagem em Cyberpunk 2077 pode ser visto no último vídeo da dupla no YouTube. Assista abaixo:

Cyberpunk 2077 será lançado em 19 de novembro de 2020 para PC, Xbox One, Playstation 4 e Stadia. O título também será jogável nos consoles Xbox Series X e Playstation 5, quando disponíveis.

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