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Amado e odiado, Tokyo Ghoul anda dividindo opiniões ultimamente com sua segunda temporada. E quanto ao mangá? Como foi sua recepção? Ele tem a mesma “pegada” da animação?

Como de praxe e muito de vocês já sabem, o objetivo do Primeiro Gole é trazer a primeira impressão de uma obra, nesse caso o mangá (lançado pela Panini no Brasil) de Sui Ishida, Tokyo Ghoul. E olha, já nas primeiras páginas me surpreendi! Mas antes, vamos um pouquinho da “ficha técnica”.

Serialização

Alguém já viu uma foto de Sui Ishida? Eu ainda não e se alguém achar por aí, por favor postem nos comentários. Para quem não sabe, ele é um mangaká que já produziu algo antes de Tokyo Ghoul, uma webcomic denominada The Penisman. Nem tenho nada a declarar aqui, confira você mesmo se tiver coragem AQUI!

A serialização de seu mangá na semanal da Young Jump (Shueisha), começou no fim de 2011 e terminando também, no fim de 2014. Totalizaram 14 volumes – 143 capítulos – todos já lançados em tankoubon. Para efeito de comparação, a primeira parte da temporada de Tokyo Ghoul, equivale aos 4 primeiros volumes.

Primeiro Impacto

Pelo que parece as diferenças entre o mangá e o anime em seu início é bem mínima, mas com o passar dos capítulos, mais e mais a animação acaba sendo “capada”. Para quem não conhece Tokyo Ghoul, aqui vai uma sinopse: A cidade de Tóquio é o ambiente de cena onde a humanidade parece estar dividida entre Humanos e Ghouls. Este último, são carniçais que se alimentam de humanos. A raça humana não é mais o topo da cadeia alimentar…

Temos no início o protagonista Ken Kaneki, residindo na cidade de Tóquio e estudante da faculdade. Ele é fissurado em leituras e em uma de suas passagens por sua cafeteria preferida – Anteiku – acaba conhecendo uma bela dama, Rize, que por sinal também é uma leitora assídua e ainda por cima, gosta de seu autor preferido.

Eles combinam um encontro – mesmo que na biblioteca – e mesmo tudo parecendo até que “normal”, já que seria o primeiro encontro do nerdão Kaneki, ela revela ser uma ghoul… uma faminta ghoul. Quando os dois estão voltando a pé para casa, já de noite e passando por um local em construção, ela ataca o nosso personagem principal e o fere gravemente e logo em seguida, por ironia do destino, um pilar de concreto acaba caindo sobre ela.

É nessa que o garoto passar por uma cirurgia e detalhe: Para sua sobrevivência, órgãos da tal ghoul Rize, foram colocados em Kaneki. É com isso que ele se torna o meio-ghoul mais temido da redondeza!

Carga Dramática

Sui Ishida sabe como dosar seu traço. Não dá pra falar muito nestas primeiras impressões já que o contato com o submundo ghoul ainda está de leve. Mas já é possível perceber que quando ele quer retratar ações mundanas e feitas por humanos, seu traço é bem limpo e suave.

Quando a coisa muda de lado, rapaiz… o cara dá uma carregada no pulso, utiliza as hachuras de muito bom gosto. É isso o que dá um toque a mais para o mangá, se comparado com o anime, mesmo tendo um “quê” 90’s.

Devorando as Páginas

Em breve estarei trazendo um Review completo do mangá lançado pela Panini de Tokyo Ghoul. Além disso, se eu encontrar material, seria bacana fazer uma matéria especial do Sui Ishida, pois para quem tiver curiosidade, deem um bizu no pixiv do cara AQUI.

Quer mais um encorajamento para ler o mangá? Não tem censura e é ainda mais pesado que a animação 😉