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The Riftbreaker é um jogo de sobrevivência, com construção de base e elementos de Action-RPG. O jogo foi desenvolvido pela EXOR STUDIOS e publicado por ela mesmo junto com a Surefire.Games, o jogo se passa num mundo futurista onde você é uma cientista de elite dentro de um Mecha-Suit com capacidade de viagem de fenda dimensional.

“Bem-vindo à Galatea 37, um planeta distante na Via Láctea”

No Riftbreaker, você assume a personagem Ashley S. Nowak e você é o “Quebra-fenda”, cientista e comandante da unidade Mecha-Suit, sua missão é construir uma base que possibilite viagens para a Terra, para avançar um plano de colonização. O Mecha-Suit, que tem uma inteligência artificial chamado Sr. Riggs, pode sobreviver em condições ambientais extremas e tem uma grande seleção de equipamentos para a construção da base, extração de recursos, coleta de espécimes e de combate. Também é capaz de viajar em fendas que conectam longas distancias.

O jogo faz uma mistura muito dinâmica entre alguns gêneros bem conhecidos no mundo dos games. O combate é bem intenso, temos equipamentos com atributos diferentes e os inimigos tem resistências e fraquezas diferentes. Ao construir a base temos que administrar a produção, o armazenamento de energia e de recursos, munição e módulos de inteligência artificial para as torres. Como nossa base pode ser atacada por vários lados ao mesmo tempo, temos que construir várias torres de defesa e muros ao redor de nossa base.

O ideal é atingir a autossuficiência em todas as nossas bases, pois terá momentos que você vai estar fazendo missão em outro lugar no mapa enquanto sua base está sendo atacada. As missões vão te dar novas pesquisas e assim que as pesquisar, uma nossa missão é liberada, fazendo a progressão na campanha do jogo algo natural e simples.

the riftbreaker
Imagem Divulgação

Pontos Positivos

A primeira coisa que me chamou a atenção quando vi o primeiro trailer de anuncio desse jogo foi o gráfico, ele é bem moderno e atual, movimentação bem fluida e as animações durante o combate estão impecáveis. Mas como qualquer jogo da atualidade que se destaca pelos gráficos, inevitavelmente fazemos a famosa pergunta, será que o jogo vai ser pesado?

Foi ai que fiquei surpreso, eu sei que tenho um PC muito bom pros dias de hoje, ainda mais com essa loucura dos preços das peças no mercado, rodei o jogo com tudo no máximo e consegui deixar o FPS na casa dos 80, só nisso eu já considero o jogo balanceado, quando estava no combate com muitas torres e inimigos acabava caindo pra uns 60.

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Como eu sempre faço na maioria dos jogos, diminuindo do “ultra” para o “alto” a diferença graficamente é muito baixa, mas normalmente existe um bom aumento de performance ao fazer essa diminuição, foi quando eu vi uma opção chamada FSR, ou FidelityFX Super Resolution e resolvi fazer um teste. Meu FPS subiu muito e a qualidade gráfica ficou basicamente a mesma, só se você der zoom em algumas partes do jogo que você vai perceber que teve uma redução de qualidade. Depois de “brincar” mais com as configurações consegui uma performance com mais de 144 FPS e acabei limitando para o jogo não passar disso, pois meu monitor suporta 144 HZ. Ou seja, tive do começo do jogo ao fim, uma experiencia muito boa e acredito que até computadores “de entrada” vão conseguir ter uma experiencia gratificante nesse jogo.

(para fins de comparação tenho um Core i7 8700K, 16GB RAM DDR4 3200MHZ, GTX 1080TI, Monitor 1440p 144HZ)

Eu acompanhei o desenvolvimento do Riftbreaker de perto, vendo todas as postagens da desenvolvedora, não posso deixar passar o fato dela ter tido muita dedicação a oferecer uma grande variedade de armas, equipamentos, torres e inimigos diferentes. Chega até ser um pouco sufocante no jogo ter tantas coisas pra testar, mas pra quem curte testar tudo o que o jogo pode te oferecer, é diversão garantida.

E a desenvolvedora não parou por aí, está previsto uma expansão para 2022, com novos biomas, criaturas, construções, pesquisas, armas, equipamentos e algo que provavelmente vai me fazer jogar novamente, estão desenvolvendo um modo multiplayer cooperativo. Isso mostra que a desenvolvedora tem muito ainda a oferecer pra quem adquirir o jogo.

the riftbreaker
Imagem Divulgação

Pontos Negativos

Um dos pontos que poderia melhorar no Riftbreaker é o tutorial, conforme mencionei anteriormente, o jogo oferece tantas coisas diferentes que falta tutorial para uma parte delas. No endgame você se vê preso com uma falta dos recursos básicos constante no jogo, pois sua base já está grande e a manutenção dela ficou alta, existe uma mecânica no jogo que você pode fazer uma plantação de todos os recursos no jogo, porém o tutorial da introdução dessa mecânica deixou a desejar, nada que 5 minutos no Youtube não resolva, mas isso deveria ser retrabalhado, pois fez total diferença pra mim na hora de terminar o jogo.

Do mesmo jeito que faltou esse tutorial, uma vez que você fez a “fazendinha” de recursos, o jogo fica muito fácil e se você dedicar um tempo melhorando absurdamente sua base, quando você for atacado, você não se preocupa mais com uma possível brecha nas suas defesas. Acho que falta um pouco de balanceamento nesse quesito, algo que a desenvolvedora já se comprometeu a fazer.

the riftbreaker
Imagem Divulgação

Considerações finais

The Riftbreaker está disponível para PC, Xbox One, Xbox Series S, Xbox Series X, Playstation 4 e Playstation 5. Até a publicação desta matéria o jogo custa R$59,99 na Steam e está incluso no GamePass, eu recomendo The Riftbreaker pois ele já oferece um jogo completo, com muita qualidade e a desenvolvedora está aprimorando ainda mais o jogo. Mal posso esperar pelo modo cooperativo.

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