O novo filme live-action de Supergêmeos (The Wonder Twins), seria uma produção exclusiva para o streaming HBO Max e, mesmo tendo anunciado os atores principais recentemente, o cancelamento da produção foi confirmado por David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery. Assim, Supergêmeos teria KJ Apa (Riverdale) e Isabel May como os heróis titulares.
Segundo o veículo de notícias Wall Street Journal, o principal motivo do cancelamento seria o orçamento de US$ 75 milhões. O valor foi considerado alto demais para o projeto e sem garantia de retorno, ainda mais considerando um lançamento direto em streaming. A matéria ainda sugere que as produções exclusivas para o HBO Max podem ser deixadas e em vez delas, Zaslav quer que a Warner Bros. se concentre em aumentar seu número de lançamentos nos cinemas.
Mais sobreSupergêmeos
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Os Super Gêmeos (AO 1980′ Supergêmeos), da Editora DC Comics, são personagens criados pela Hanna-Barbera para o desenho Super Amigos. Eles são um casal de irmãos gêmeos alienígenas, que podem “ativar” ou “desativar” seus poderes quando juntam as mãos. São originários do planeta Exor e enviados a Terra para aprender a ser heróis com a LJA, ou como chamava o desenho “Superamigos”. Enquanto Zan pode tomar a forma água em seus diversos estados (gasoso, líquido, sólido) alterando inclusive a temperatura sem mudança de estado, Jayna pode tomar a forma de animais, como macacos, dinossauros etc. Uma versão repaginada foi criada pelo ilustrador Alex Ros.
Mais uma distopia escrita pelas mesmas mãos que criaram O Conto da Aia, livro que inspirou uma série de grande sucesso. Agora num mundo mais futurístico, Margaret Atwood nos impressiona com a ousada ficção O Coração é o Último a Morrer. Apesar do livro ter sido lançado em 2015 na Grã-Bretanha, ainda é inédito no Brasil por ter chegado ainda esse ano pela Editora Rocco.
A proposta da trama não é muito difícil de entender, num futuro não muito distante houve um colapso econômico e social nos Estados Unidos. Assim, um casal faz tudo o que for preciso pra conseguir sobreviver dia após dia. A partir dessa premissa, uma rede de escolhas irresponsáveis, desconfianças e situações absurdas passam a se desenvolver.
Bom, sabendo que a Editora Rocco tem uma coleção de livros maravilhosos no seu acervo, e conhecendo o potencial de Margaret para escrever uma história impressionante, as expectativas para esse livro são altas. Então nesse Review meu objetivo é falar se o livro entregou o que os leitores esperavam. Vamos lá!
Ambientação
A história de O Coração é o Último a Morrer se passa nos Estados Unidos após uma grande crise econômica e social, a poucos anos no futuro. Os empregos estão escassos, quase inexistentes, ter uma casa virou luxo e o que comer no dia seguinte é sempre um mistério. A violência nas ruas cresce cada vez mais, com pessoas munidas com pesados armamentos até saltos de sapato.
Nesse contexto, Charmaine e Stan, o casal central da história, tornaram-se nômades e passaram a viver dentro de um carro velho, úmido e malcheiroso devido a falta de acesso a higiene. Stan havia sido demitido de seu emprego anterior, mas por sorte Charmaine conseguiu um trabalho em um bar que oferecia também serviços de prazer. Era com o pequeno salário dela que eles conseguiam comprar gasolina, alguma comida que pudessem encontrar e eventualmente um banheiro onde pudessem se lavar.
Sendo assim, você já consegue imaginar o cenário dessa sociedade falida e abandonada. Enquanto eu lia lembrei de outro livro com um contexto muito semelhante. A Parábola do Semeador (Semente da Terra Vol. 1), escrito por Octavia E. Butler, trabalha com a mesma premissa de uma sociedade vivendo em uma profunda crise econômica e social. A ambientação, o enredo, os questionamentos, o universo criado por Octavia são arrepiantes e impactantes.
No entanto, talvez tenha sido falha minha associar O Coração é o Último a Morrer com este livro, pois apesar de começaram em pontos semelhantes, eles diferem muito nas trajetórias percorridas. De qualquer forma, vamos analisar os pontos negativos e positivos da história criada por Margaret.
Imagem Divulgação: Suco de Mangá
Habitação ou Prisão
Tendo em vista o contexto em que os personagens principais viviam, tendo que dormir no carro com o constante medo de serem assaltados, violentados ou mortos, é fácil de compreender o desespero para sair dessa situação.
Sendo assim, um dia Charmaine vê na TV do seu trabalho um anúncio de uma nova oportunidade de vida. As cidades gêmeas Consilience e Positron ofereciam moradia, trabalho, comida, segurança e estabilidade para aqueles que cumprissem com os requisitos. Empolgada com a ideia, a mulher convence o marido a se inscreverem para tal.
Então, chegando lá eles recebem uma explicação mais detalhada do projeto. Todos os escolhidos teriam casa, uma lambreta e um emprego, no entanto, deveriam viver em um sistema de rodízio. Passariam um mês vivendo como civis normais e livres na cidade de Consilience, e um mês como prisioneiros na prisão Positron. Enquanto estivessem na prisão, outras pessoas morariam na casa deles, os chamados Substitutos, da mesma forma que enquanto eles estivessem vivendo como civis em casa, os Substitutos estariam em Positron.
Além disso, todos teriam um armário próprio e uma lambreta, ambos da mesma cor para identificação, poderiam usar apenas os celulares disponibilizados pela organização do projeto e não poderiam ter qualquer contato com o mundo lá fora. E, é claro, seriam constantemente observados em todos os lugares.
É nessa realidade que Charmaine e Stan pensam ter encontrado a vida perfeita, mas por um momento de tentação e por um beijo fúcsia eles percebem o terrível erro que cometeram.
Imagem Divulgação: Suco de Mangá
A Donzela Inocente e o Turrão Insatisfeito
Uma vez apresentado o enredo para vocês, gostaria de falar mais um pouco sobre os personagens. Primeiramente, o casal central da história, Charmaine e Stan. Não é preciso ler o primeiro capítulo inteiro para perceber que a relação dos dois é problemática. Enquanto Charmaine usa da sua delicadeza e otimismo pra ver o melhor lado das situações, Stan é um grosso que vê a esposa como alguém inocente e quase incapaz de se virar sozinha.
No começo, parece que Charmaine o ama verdadeiramente e faz de tudo para manter o casamento vivo, exatamente o contrário de Stan. Foi interessante ver como Margareth lidou com essas primeiras impressões, conseguindo surpreender o leitor ao longo da narrativa.
Além deles, outros personagens interessantes nos são apresentados, como Jocelyn e Aurora. Principalmente se tratando de Jocelyn, são mulheres fortes e de certa forma poderosas. No entanto, não me agradou muito como ela foi descrita diversas vezes. Às vezes é difícil separar o autor da obra que ele escreve, então fiquei na dúvida se os comentários de cunho homofóbico faziam parte da construção de alguns personagens ou se não era esse o caso. Apesar de ter ficado incomodada, especialmente em relação aos pensamentos e atitudes de Stan, não foi algo que realmente prejudicou a leitura.
Um Ano numa Página, Um Minuto num Capítulo
Ok, talvez seja um pouco exagero falar que apenas um minuto se passou num capítulo inteiro, mas é pra ilustrar a sensação. Agora falarei um pouco das minhas impressões em relação à obra.
Como dito no começo desse Review, toda a ambientação e propaganda de O Coração é o Último a Morrer nos leva a crer que o livro será realmente sobre uma distopia, sobre problemas sociais, enfim. Contudo, a trama se transformou em algo meio novelesco, cheia (cheia mesmo) de traições e planos mirabolantes, e o universo criado ficou totalmente de lado.
É neste sentido que eu digo que não poderia tão rápido ter assimilado este livro com o Semente da Terra, pois fiquei um pouco desconcertada. Estava esperando um livro mais voltado para o macro, mas ele se concentrou no micro. O foco da história ficou totalmente nas relações conturbadas dos personagens e na tentativa de escapar daquela realidade. Sendo assim, o universo super instigante apresentado no começo foi esquecido.
Além disso, creio que Margaret se apressou em passagens que podiam ser mais exploradas e se alongou em momentos que poderiam (e às vezes deveriam) ser mais dinâmicos.
Por exemplo, o livro dá um salto da recepção que o casal teve em Consilience até um ano depois, com eles já dentro do projeto. Senti falta de uma ambientação maior, da adaptação, enfim. Enquanto que, no momento que Charmaine vai receber uma notícia que mudará sua vida, há uma página apenas dela divagando sobre cirurgias plásticas, fugindo totalmente do clima da situação.
Isso, creio eu, seja um estilo da própria Margaret, pois é algo que eu já comentei nos Reviews do O Conto da Aia e Os Testamentos. Portanto, sendo uma questão de estilo, também é uma questão de gosto. Mesmo que não tenha me agradado, não é necessariamente um defeito, apenas uma característica.
Outro ponto que eu gostaria de levantar, também já discutido nos outros Reviews, é que O Coração é o Último a Morrer não tem muitos desafios. Tudo sempre corre de acordo com o plano, os personagens conseguem exatamente o que querem, não há um momento no qual todo o plano vai por água’ baixo e eles precisam se desafiar para superar a situação. Apesar de ter esquemas e reviravoltas bem elaboradas, muitas coisas são previsíveis. De qualquer forma, é aquela coisa, não tem problema fazer um clichê desde que faça bem-feito.
Considerações Finais
Então, você chegou até aqui sedento pra saber se é um livro que vale a pena ler. Sem me prolongar muito mais, sim, vale a pena. Questões muito importantes como controle sobre o corpo da mulher, sexualização, pedofilia e domínio sobre a vida e a morte são levantadas em O Coração é o Último a Morrer.
Além disso, ele é perfeito pra quem gosta de uma boa “novela mexicana”, cheio de pequenos plot twists, conspirações, intrigas, traições e planos mirabolantes. Juntamente com humor e ironia muito bem-vindos para nos entreter.
Sobre o final, você deve tirar suas próprias conclusões. Quando eu terminei de ler a última página, literalmente revirei o livro pois tinha certeza de que faltava uma parte, um parágrafo, mais qualquer coisa, pois simplesmente não podia terminar ali. Inclusive, sobre o final, eu tenho uma série de críticas a fazer, mas quero poupá-los de spoilers e me conter para não me alongar muito mais do que já o fiz.
Finalizando esse Review, digo apenas uma coisa. Você com certeza conhece O Conto da Aia, o alcance que ele teve e os assuntos que aborda. Portanto, isso por si só já se torna um motivo pra conferir O Coração é o Último a Morrer, mais uma distopia saída da criativa mente de Margaret Atwood. Caso você não conheça, é uma ótima leitura para encarar um futuro sombrio que está a alguns passos de se tornar realidade. Então pega sua lambreta e explore a realidade perfeita e perversa de Consilience e Positron.
Na última semana de julho a cidade do Rio de Janeiro receberá Death Note: O Musical. Como o nome já diz, o espetáculo produzido pela Escola de Artes Faz Assim, é baseado na série de mangás de mesmo nome de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, e no Musical de Ivan Menchell.
O evento acontecerá nos dias 20, 21, 27 e 28 de julho, no Teatro Clara Nunes. Confira mais informações e compre os ingressos AQUI.
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Sobre Death Note
Publicado pela Shonen Jump de 2003 a 2006, Death Note é uma obra da dupla Tsugumi Ohba (roteiro) e Takeshi Obata (desenho). No Brasil o mangá foi serializado em 12 volumes encadernados pela Editora JBC, que posteriormente relançou em uma edição especial chamada de “Black Edition”, totalizando 6 edições.
Sinopse: Light Yagami, um estudante brilhante, entediado com a falta de desafios, se depara com um caderno descartado que leva à morte de qualquer pessoa cujo nome esteja escrito em suas páginas. Light decide fazer justiça com as próprias mãos. Tentando se manter anônimo e travando uma longa batalha contra as forças policiais, Light conhece um adversário à altura: L, conhecido internacionalmente pelos seus poderes de investigação. Com um clima de suspense no ar, números musicais convidam você a descobrir quem será o próximo nome a entrar nessa lista.
Foi anunciado nesta quinta-feira (18) pela HBO Max e Adult Swim duas novas séries de anime. A primeira delas é Rick and Morty: The anime, que terá 10 episódios e será produzida pelo estúdio Telecom Animation Film (Shenmue the Animation). A animação chega com uma trama original e com direção de Takashi Sano, que dirigiu o curta Ricky & Morty vs. Genocider.
Também foi anunciado que estão produzindo uma animação intitulada Ninja Kamui, com produção pelos estúdio E&H Production e Sola Entertainment, com direção de Sunghoo Park, que já é conhecido por trabalhos como God of High School e, especialmente, Jujutsu Kaisen 0.
Mas ainda não foram revelados mais detalhes e previsões de estreia. Fiquem ligados que nós vamos atualizando vocês por aqui!
Mais sobre Ninja Kamui
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A Lenda de Kamui é um mangá japonês de autoria de Sanpei Shirato que conta a história de um ninja de baixo nível que tenta deixar seu clã. A série combina aventura histórica com comentários sociais e temas da opressão e da rebelião. Teve lançamentos de dezembro 1964 a julho de 1971, na revista mensal gekiga Garo. A obra possui continuação, Ninpu Kamui Gaiden na revista Weekly Shonen Sunday, de 1965 a 1967, e de Kamui Den Dai 2 Bu, publicada de 1982 a 1986 na revista Big Comic. Em 1987, dois volumes da segunda série se tornou um dos primeiros mangás a ser publicado nos Estados Unidos (pela Eclipse Comics e Viz), como The Legend of Kamui, a edição da Viz teve letramento e retoques de Stan Sakai, criador de Usagi Yojimbo.
A série original se tornou a base para um anime, Kamui the Ninja (1969), e um filme live-action (2009).
Mais sobre Rick and Morty
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Uma série de animação adulta norte-americana de comédia e ficção científica criada por Justin Roiland e Dan Harmon para o bloco de programação noturno Adult Swim, exibido no canal Cartoon Network.
A série estreou em 2013 e acompanha as perigosas aventuras do cientista alcoólatra Rick e seu neto Morty, que divide seu tempo entre a vida familiar e viagens interdimensionais. Em 2016, suas duas primeiras temporadas foram lançadas na Netflix, atualmente é exibida no Brasil pelo canal Warner Channel desde 2020 com a estreia do bloco do Adult Swim no canal.
A série se originou de uma paródia animada em curta-metragem do filme De Volta Para o Futuro criada por Roiland para o festival de cinema Channel 101. A Adult Swim abordou Harmon a respeito de ideias para um programa de televisão, então ele e Roiland desenvolveram o programa com base no curta, substituindo os personagens de Doc com Rick e Marty com Morty.
Sinopse:Acompanhe malucas viagens no tempo-espaço e por universos paralelos com Rick, um cientista com problemas com a bebida, e seu neto Morty, um adolescente não tão brilhante quanto o avô.
A 25ª edição do Campinas Anime Fest aconteceu no último dia 15 no Expo Dom Pedro, dentro do Shopping Parque Dom Pedro, em Campinas. Contou com diversas atrações como Raphael Rossato e as dubladoras da Animação “Encanto”, Larissa Cardoso e Mari Evangelista. Da Internet o evento recebeu os canais “Pai Troll”, “Rik” e “Vamos falar de”.
O SUCOesteve por lá e abaixo vocês conferem a nossa cobertura cosplay! Acompanhe também as nossas fotos dos eventos passados:
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Há 25 anos estreou em Cannes uma das obras mais importantes do cinema asiático: Happy Together, dirigido por Wong Kar-Wai. Ao longo dos anos o filme foi se tornando a principal referência em que muitos dramas de temática queer criaram as suas bases, entre eles o BL tailandês I Told Sunset About You.
Da temática intrínseca sobre um amor desprovido de certezas, até a produção rica em detalhes, ambos os projetos imprimem em seus seguintes cenários o poder da paixão como um elemento capaz de causar dor e dependência emocional ao mesmo tempo.
Do ponto de vista narrativo, Happy Together e I Told Sunset About You partem juntos da construção de dois personagens que, apesar de se amarem, precisam enfrentar uma série de acontecimentos que sempre acabam atrapalhando a união entre eles. Nesses dois casos, a distância da China torna-se o maior catalisador das diversas brigas e intrigas que os envolvem a todo instante.
Em Happy Together, quando a vida de Po-Wing (Leslie Cheung) e Yiu-Fai (Tony Leung) começa a perder o sentido na Argentina, o desejo de voltar para a terra natal, a China, vira a principal motivação e o fator que desencadeia uma sucessão de eventos pelos quais definem os rumos dos protagonistas durante todo filme. Já em I Told Sunset About You, o plano inicial de Teh (Billkin) e Oh-aew (PP Krit) era estudar mandarim, passar na universidade e depois irem para a China trabalhar na profissão de ator, um sonho que eles compartilham desde criança, o que acaba por virar fruto de inveja e rivalidade. Esse motivo não impede desenvolvimento assertivo do roteiro quanto ao destino dos personagens, que, outra vez, resulta na China como propósito final. Assim, estabelecendo a partir disso uma simetria que fica cada vez mais intensa e visível conforme o passar do tempo.
No outro eixo de análise, podemos mencionar o trabalho minucioso e extremamente necessário da fotografia, elemento fundamental nas duas produções, capaz de representar as emoções e as situações pela qual os personagens se encontram.
O balanço da cor variando por tons saturados de amarelo em Happy Together, acaba firmando a estética unicamente desenvolvida pelo diretor Wong Kar-Wai. Influência absoluta e agente direto de toda técnica usada em I Told Sunset About You.
Assim, os paralelos traçados a partir dessas produções acabam fazendo muito sentido, principalmente em relação a este aspecto relacionado a fotografia, que parte do mesmo princípio considerando a teoria das cores. Do amarelo, que simboliza traição e desespero, ao verde, que demonstra melancolia e solidão, são as opções mais bem utilizadas. Junto dessas, o tom avermelhado também se mostra essencial no desenvolvimento cinematográfico das duas películas, representando a raiva, a paixão e o desejo acompanhado de uma agressividade voraz.
Ao assistir o filme de 1997 e em seguida o BL de 2020, as semelhanças também se mostram na excelente construção de ângulos e em outras pequenas referências, como gestos ou até mesmo falas. Não é difícil encontrar por aí fãs comentando sobre as evidências que provam a ligação entre as duas obras. Obviamente, além das suposições, é impossível descartar a ascendência do longa na série, pois existe uma conexão quase inalienável diante destes trabalhos. Isso transparece até mesmo em outras criações, como o aclamadíssimo drama Your Name Engraved Herein, projeto que denota a essência estilística de Happy Together, seja através da já citada cinematografia, ou até mesmo, o relacionamento entre os protagonistas.
Com o tempo, novos títulos vão surgindo e demonstrando apego ao que Wong Kar-Wai apresentou para o mundo nos anos 90. Recentemente, o novo destaque vindo da Tailândia, o BLKinnPorsche, também demonstra partir do mesmo princípio que I Told Sunset About You sobre o uso das cores, não atoa que Maneerat Srinakarin, é a responsável pela fotografia de ambos os BLs.
Por fim, talvez a principal característica que une Happy Together e I Told Sunset About You, é o impacto causado por ambas as produções. Em dado sentido, podemos observar nelas um tom vanguardista e estritamente único sobre histórias contadas de forma exemplar e com expressões verdadeiramente revolucionárias.
O maior e-commerce de tecnologia e games da América Latina está trazendo a 2ª edição do campeonato KaBuM! Starter #02, com o sucesso da RiotGames, Valorant. A final terá transmissão ao vivo e vai garantir R$1.000 em crédito na KaBuM! entre os 2 primeiros colocados.
Mas sabe o que falta? Você! A inscrição é totalmente gratuita, mas seja rápido porque a primeira qualificatória é agora dia 21 de maio, confira o regulamento AQUI mas fique atento à agenda:
Qualificatória 1
21/05 às 13h (inscrições até 12h)
Qualificatória 2
22/05 às 13h (inscrições até 12h)
Qualificatória Prime
25/05 às 19h (inscrições até 18h)
Oito times serão classificados para os Playoffs, que acontecem no dia 28/05, na disputa pelas duas vagas na grande Final, em 29/05. A decisão de quem leva o título do KaBuM! Starter#2 será transmitida no canal da Twitch do e-commerce, a partir das 13h. Além disso, Bonz0ocaster é o narrador confirmado para a Live.
O KaBuM! Starter é uma ação idealizada para apoiar e fortalecer ainda mais o Esports no Brasil, buscando a criação de uma comunidade sólida e o desenvolvimento competitivo de games. Cada torneio previsto para o mês será representado por um agente do jogo Valorant, assim como os elementos que os acompanham. Após o “vento” de Jett em abril, este mês temos o “fogo” com Phoenix e, no próximo, Viper com o seu “veneno”.
Na página oficial, é possível participar de campeonatos em várias modalidades e jogos, desde CS:GO até League ofLegends, permitindo colocar a gameplay à prova, desenvolver novas habilidades e convidar os amigos para jogarem.
Treinador, está na hora de preparar as pokébolas e as frutas para aproveitar no próximo dia 21 de maio, o DiaComunitário de PokémonGo! A partir das 11h da manhã até as 14h a estrela da vez é o Geodude de Alola.
O DiadaComunidade é aquela oportunidade de você conseguir vários doces, itens e quem sabe encontrar vários Geodudes Brilhantes. Além disso, esse dia comunitário é especial, com várias surpresas nas principais cidades do Brasil.
Se você for na Praça daLiberdade em Belo Horizonte (MG) e no Parque Farroupilha, Porto Alegre (RS), você poderá conferir um estande físico da Niantic com direito a brindes (enquanto durar o estoque!). Enquanto que em São Paulo, Suzano, Santo André, Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Manaus, Boa Vista, Recife, Fortaleza, Natal e Brasília terão uma dinâmica especial onde mais itens serão distribuídos nas poké-paradas! Confira as regiões AQUI!
Lembre que todo o cuidado é importante, e fique atento ao meio ambiente, às autoridades e a sua saúde. Aproveite o Dia Comunitário de Pokémon Go para reencontrar treinadores e tire aquela foto com a #MeetYouOutThere.