Durante a State of Play, o evento da PlayStation que divulga novidades e lançamentos no universo gamer, a Tango Gameworks anunciou um novo trailer. Ghostwire Tokyo é o novo jogo que chega para uma mistura de ação, aventura e mundo sobrenatural. Contudo, o novo trailer traz muitas novidades sobre Hannya o antagonista com seu objetivo de convergir os mundos.
Além disso, novas entidades sobrenaturais deram a cara nesse novo trailer. Podemos observar mais das habilidades elementais do protagonista Akito e o espirito que divide o corpo com ele.
A respeito do nosso protagonista, a família dele tem vinculo importante com a história e sua irmã é um alvo do assustador Hannya.
Então, o que esperar de Ghostwire: Tokyo? Dentre um vasto universo do folclore japonês e aquela sensação futurística, muito há do que falar dessa obra que traz Kenji Kimura e Shinji Mikami na sua produção e direção.
Com a data de lançamento para dia 25 de março para PlayStation 5 e PC, Ghostwire: Tokyo chega para ação. Ainda, para quem garantir na pré-venda a Edição Deluxe, a aventura começa dia 23. Além disso, quem garantir a Edição Deluxe na PlayStation Store terá acesso antecipado ao jogo e as skins de personagem e arma Streetwear OutfitPack, Shinobi Outfit e Kunai Weapon.
Você deve ter visto circulando pela internet nas ultimas semanas as imagens do mangá de BBB 22. Mas espera aí, como assim? Israel Guedes, ou Izu, é um quadrinista talentosíssimo de 31 anos, que mora em Macapá. Ele é ilustrador freelancer, professor de mangá, autor do mangá online e dono da página @thuntersmanga. Assim, ele teve a ideia de retratar cenas icônicas do programa, principalmente as que envolviam Jade e Arthur devido a rivalidade entre eles, em quadrinhos.
A primeira página desse mangá de BBB veio de uma cena entre Paulo André, Arthur e Jade. Confira abaixo:
a cara de derrota da jade olhando pro arthur é impagável
BBB 22| Arthur Aguiar| PA| Bárbara Jade Pitón // Tchau Bárbara // Parabéns Jade // É Jade pic.twitter.com/jQR7kOWItt
Quem diria que o jogo mais caçoado atualmente daria luz à uma série de tamanho prestígio e reconhecimento. Baseada no MOBA League of Legends, Arcane chegou balançando as estruturas dos jogadores, e até mesmo daqueles que nunca jogaram LOL. Desta forma, o sucesso entre fãs refletiu no reconhecimento da academia, pois a série teve 9 indicações no Annie Awards. E para surpresa (ou não), ganhou todos os nove prêmios.
Primeiro do tudo, o que é o Annie Awards? Bom, basicamente falando o Annie Awards é como se fosse um “Oscar” das animações que acontece todos os anos desde 1972. Dentre as várias animações que já foram premiados está Soul, filme da Disney ganhador do próprio Oscar. Então dá pra sentir um pouco o peso, né?
Nesse contexto, Arcane, série de 9 episódios lançada no final de 2021, encantou os fãs tão logo saiu, gerando um alvoroço no fandom. Para aqueles que já jogavam LOL, o hype foi intenso, principalmente com os eventos e skins disponibilizadas no próprio jogo. E para aqueles que se interessaram apenas pela série, ficaram encantados com a construção de personagens, trilha sonora, carga emocional e tantos outros fatores da trama. Inclusive, nas partidas virou comum alguém falar “estou aqui só por causa de Arcane”. Apesar da desilusão que essa pessoa deve ter tido, dá pra perceber a influência que a série teve no público.
Desta forma, apenas para confirmar essa enorme onda de sucesso, Arcane foi indicada para nove categorias, tendo ganhado todas elas. Sim, a série ganhou 100% dos prêmios para qual foi indicada e, como o Annie Awards possui 31 categorias, ganhou aproximadamente 29% da premiação como um todo.
Confira abaixo os nove prêmios recebidos pela série:
Melhor TV/Mídia – público em geral (pelo 6º episódio)
Melhor animação de personagens (pelo 9º episódio)
Melhor design de personagens (pelo 2º episódio)
Melhor direção (pelo 9º episódio)
Melhor design de produção (pelo 4º episódio)
Melhor storyboard (pelo 6º episódio)
Melhor dublagem (Ella Purnell como Jinx – 6º episódio)
Melhor roteiro (pelo 9º episódio)
Melhores efeitos especiais (pelo 8º episódio)
Dessa forma, a Riot Games, desenvolvedora do jogo, comemorou nas redes sociais, brincando que Arcane “gabaritou” no Annie Awards:
Bom, não sei quanto a cidade de Piltover, mas pelo mundo inteiro vocês com certeza são respeitadas!
Imagem Divulgação
Sinopse: Baseado no jogo League of Legends, Arcane é uma animação original da Netflix e reconta as histórias de origem dos personagens de Piltover e Zaun. A trama gira em torno de uma tecnologia mágica conhecida com hextec que dá a qualquer pessoa a habilidade de controlar energia mística e essa ferramenta acaba causando um desequilíbrio entre os reinos. Ao longo dos episódio, a série apresentará ao público os caminhos que os personagens percorreram para se tornar quem são, além de também apresentar inúmeros personagens novos.
Em uma postagem no Twitter, a nossa queridinha Netflix, anunciou a inclusão no seu catalogo de duas temporadas e mais três filmes do universo de Sailor Moon, mas ainda estão sem data para a estreia na streaming.
As obras em questão são: Pretty Guardian Sailor Moon S (1994) e, Pretty Guardian Sailor Moon Crystal (2014- 2015), que foi uma edição para celebrar os 20 anos do anime. Além dos filmes: Pretty Guardian Sailor Moon R: A Promessa da Rosa (1993), Sailor Moon S: Corações de Gelo (1994) e Pretty Guardian Sailor Moon SuperS: O Buraco Negro dos Sonhos (1995).
Confira a postagem:
ੈ♡˳·˖✶ Estão chegando aqui em nome da Lua ੈ♡˳·˖✶
? Pretty Guardian Sailor Moon Crystal, Pretty Guardian Sailor Moon S ?️ Pretty Guardian Sailor Moon R: A Promessa da Rosa, Sailor Moon S: Corações de Gelo e Pretty Guardian Sailor Moon SuperS: O Buraco Negro dos Sonhos. pic.twitter.com/ayWEY5ALNO
No ano passado, em junho, a Netflix lançou o longa Pretty Guardian Sailor Moon: Eternal: O Filme, que é baseado no quarto arco do mangá, que corresponde à temporada Sailor Moon Super S do anime original. Confira o trailer:
Mais sobre a obra
O anime é a adaptação do mangá criado por Naoko Takeuchi, lançado entre 1991 e 1997 no Japão, estreando a animação já em 1992 e conquistando milhões de fãs ao redor do mundo. No Brasil, quem trouxe a obra é a Editora JBC, e a venda é feita pela Amazon.
Sinopse:Usagi Tsukino, uma estudante do ensino médio de 14 anos, descobre por meio de uma gata falante chamada Luna que é uma guerreira mágica, com habilidades especiais. Ela então se transforma em Sailor Moon e, junto com suas amigas também superpoderosas, está destinada a proteger a Terra das forças do mal.
Na madrugada de hoje (14), o perfil no Twitter de Tokyo Mew Mew, comunicou o falecimento da ilustradora do mangá original, Mia Ikumi, que morreu em decorrência de uma hemorragia subaracnóidea (sangramento na área entre a membrana aracnoide e o pia-máter no cérebro).
— TVアニメ『東京ミュウミュウ にゅ~♡』公式 TOKYO MEW MEW NEW (@mew_mew_new) March 14, 2022
Mia Ikumi, a autora do original “Tokyo Mew Mew” de “Tokyo Mew Mew ♡ “, faleceu. Nós sinceramente oramos por sua alma. – Animação “Tokyo Mew Mew Nyu- ♡ ” Comitê de Produção
Imagem Divulgação
Tokyo Mew Mew foi seriado por Reiko Yoshida e Mia Ikumi de 2000 a 2003 na Nakayoshi, que conta com sete volumes. De 2003 a 2004, as autoras publicaram Tokyo Mew Mew a la Mode. E em dezembro de 2019, elas publicaram Tokyo Mew Mew 2020 Re-Turn.
Tóquio Mew Mew é a nova animação de As Supergatinhas, essa foi a versão que veio para o Brasil em 2006, pelo Cartoon Network. A editora Panini lançou o mangá no Brasil em 2010, com o nome original: Tokyo Mew Mew.
Uma nova animação de Tokyo Mew Mew será lançada ainda esse ano. Confira todas as informações AQUI.
Ikumi também foi responsável pela adaptação em mangá de Super Doll★Licca-chan, exibido no Brasil pelo Cartoon Network em 2002.
Toda vez que eu queria ler algo mas estava meio “cansada” ou até mesmo “com preguiça” eu optava por pegar um volume de Wotakoi. É um mangá curtinho de romance e comédia sobre funcionários de escritório que são otakus e dividem seu cotidiano entre o trabalho formal, eventos de anime, cosplay, games e a compra de novos volumes de mangá.
Com o subtítulo “o amor é difícil para otakus” não espere uma série como outras do tipo adolescente, onde demoramos vários e vários capítulos até que o casal se entenda e finalmente fique junto. Afinal, Wotakoi é uma trama moderna que começa com um par de amigos de infância se reencontrando e começando a sair juntos. Ambos são otakus. Narumi, a protagonista feminina, é uma fujoshi viciada em mangás boys love, jogos de harém invertido e que passa seu tempo livre desenhando e publicando fanzines de seus personagens favoritos. Hitotaka, o protagonista masculino, é um rapaz introvertido e quieto que só quer saber de jogar os mais diferentes tipos de jogos.
Junto ao casal principal temos também Koyanagi e Kabakura, outro casal que trabalha junto a Narumi e Hirotaka. Koyanagi é uma cosplayer, especializada em fazer personagens masculinos, enquanto Kabakura é um otaku “secreto” que gosta de ler mangás e ver animes (no maior estilo clássico da coisa).
O plot meio que fica amarrado ao apresentar o casal final. O irmão mais novo de Hirotaka, Naoya, um rapaz que não tem ideia de nada sobre mangás, jogos e animes; e Kou, uma garota introvertida que também é viciada em games e constantemente é confundida por ser um rapaz já que ela opta por looks mais andrógenos.
A série da autora Fujita começou a ser inicialmente publicada na plataforma digital Pixiv onde artistas compartilham seus trabalhos. Posteriormente ela começou a ser serializada na Comic Pool, uma publicação virtual em parceria com a Pixiv, e em 2015 finalmente o título ganhou seus volumes de mangá, totalizando 11, sendo que o décimo e décimo primeiro volume possuem capas variantes.
O que torna a série meu mangá de conforto é justamente porque ela é contada em capítulos curtos e “fechadinhos” onde, para adultos como eu, somos apresentados a cenas do dia a dia que podemos nos familiarizar e identificar.
De maneira leve e bem-humorada, o romance dos seis personagens principais amadurece de maneira natural e muito perto da realidade, com dramas sobre insegurança, ciúmes e ansiedade, de uma maneira que não é forçada com plots mirabolantes.
O encerramento do mangá também é consistente com o andamento da história, o que para mim foi excelente, já que eu acredito que a finalização das séries é sempre a parte mais difícil da construção de um roteiro.
Imagem Divulgação
Com adaptações para anime (2018) e live-action (2020), Wotakoi conquistou meu coração de maneira que poucos mangás de romance conseguiram, me dando uma das comédias românticas mais memoráveis e consistentes desde Lovely Complex.
A produção teatral de A Viagem de Chihiro está em cartaz no Japão e algumas fotos mostram detalhes da peça. A adaptação do clássico de Hayao Miyazaki chegou aos palcos do Teatro Imperial em Tóquio, pelas mãos de John Caird, com produção do Toho Stage.
Toby Olie, o designer e construtor de marionetes, foi o responsável por recriar todas as icônicas criaturas presentes na animação. Ele também compartilhou algumas imagens que você pode ver abaixo. Nelas, podemos reconhecer alguns momentos marcantes do filme, tais quais, Haku confortando Chihiro entre as flores e, Chihiro andando de ônibus com o Sem-Face.
Os papéis do elenco são em duplas, como Chihiro, a protagonista da animação, é interpretada por Kanna Hashimoto e Mone Kamishiraishi. Da mesma forma, o espírito do rio Haku, é retratado por Kotaro Daigo e Hiroki Miura. Enquanto as atrizes por trás de Yubaba e Zeniba, as bruxas gêmeas, são RomiPark e Mari Natsuki (Mari Natsuki também dublou as personagens do filme original).
A Viagem de Chihiro segue em exibição no Teatro Imperial em Tóquio até 29 de março, antes de fazer uma turnê pelo restante do país até julho. Além disso, a Toho espera levar a peça para outras partes da Europa e Ásia. Seria pedir muito para vir pra Brasil também ?
E para quem ainda não viu o filme, ele está disponível no catalogo da Netflix, com dublagem e legendas em português.
Desbancando todos os países inseridos no mercado Boys Love, a Coreia, em 2022, anunciou mais títulos que o Japão e a Tailândia somados juntos. Embora o mercado sul-coreano esteja lançando uma quantidade absurda de BLs em tão pouco tempo, infelizmente, não são todos eles que conseguem a proeminência que Semantic Error obteve logo nos seus primeiros episódios.
Where Your Eyes Liger (2020), To My Star (2021) e Light On Me (2021), eram até o momento, os melhores BLs coreanos já feitos. Insuperáveis e extremamente importantes, cada produção teve o seu momento de brilhar, algo que, Semantic Error fez muito bem durante o seu período de exibição.
Ao atrair um publico considerável, o mais recente destaque da Coreia prova que investir em Idols do K-pop atuando em produções do tipo, é um caminho que deve ser seguido para que um dia, quem sabe, os BLs locais passem a ser mais respeitados. Além disso, o constante erro em relação ao tempo curto dos episódios e o desenvolvimento batido, precisam ser minados urgentemente. Após reconhecermos o que funciona e o que não funciona nas séries coreanas, podemos afirmar que Semantic Error é um verdadeiro exemplo a ser seguido, pois, neste BL, tudo é milimetricamente pensado e feito de maneira assertiva.
Adaptado do web drama de mesmo nome, o drama acompanha a história de um engenheiro e um artista com diferentes personalidades, mas que em certo momento, devido a um projeto da faculdade, ambos terão que trabalhar juntos, enfrentando suas diferenças de uma forma bastante inusitada. O resultado dessa interação, promete mexer com os sentidos e com a vida desses dois personagens.
De cara, o contraste entre os protagonistas é o principal fator de interesse que guia Semantic Error. Quem está acostumado a ler as comics sul-coreanas, já deve ter se deparado com esses típicos personagens: um cara extrovertido, popular e galanteador, e um rapaz mais retraído e misterioso. E por se tratar de uma adaptação, essas características se fazem extremamente necessárias, mesmo que, em muitos casos, pouco vemos isso acontecer. Mas, aqui, além de ser fiel a essas questões, a série ainda acrescenta um tom de realidade indispensável. Parte desse feito, é a vontade dos atores em interpretar os seus papeis com vocação e desejo. Nota-se, em relação a isso, uma dedicação absurda dos envolvidos Park Seo Ham e Park Jae Chan.
Os visuais impecáveis e as atuações estonteantes, poderiam em si, fazer desta obra uma verdadeira vitória para os fãs de BLs. Mas, felizmente, não para por ai. Com a média de tempo dos episódios ultrapassando os vinte minutos, Semantic Error começa e termina dentro de uma coesão rara e surpreendentemente formidável.
Trazendo um misto de conforto e desconforto, o BL faz com que o telespectador inevitavelmente passe a torcer pela junção dos protagonistas. E quando eles finalmente ficam juntos, a felicidade torna-se o sentimento mais gratificante do mundo. Como uma montanha-russa de sensações, somos guiados rumo a uma história repleta de altos e baixos. Enquanto Jae Young busca se vingar de Sang Woo por ele supostamente atrapalhar os seus planos, vemos o desabrochar de uma relação intensamente provocativa e angustiante.
Após diversas investidas, Jae Young percebe ele não estava sendo movido pelo sentimento de vingança, mas sim, pela paixão que havia sido cultivada dentro do seu coração. Do outro lado, Sang Woo parece ir contra tudo que vem do seu rival, até que, em um certo momento, ele acaba se rendendo. Mas, até lá, o personagem usa do seu silêncio como um combustível para alimentar o drama de forma progressiva.
Além deles, os personagens secundários também conseguem desempenhar um papel extraordinário, destaque para a atriz Song Ji Oh. Não limitados apenas à história, os aspectos técnicos tomados pela direção também são grandes pontos a serem mencionados. Do excelente uso das locações, até a fotografia e passando pela montagem que exala dinamismo, Semantic Error se mostra um triunfo verdadeiramente único das produções coreanas.