Campfire Cooking in Another World with My Absurd Skill é uma light novel japonesa escrita por Ren Eguchi. Uma adaptação de mangá, ilustrada por Akagishi K, começou a serialização em março de 2017. Então, em dezembro de 2022 os capítulos individuais do mangá foram coletados em nove volumes. Recentemente a série ganhou uma adaptação para anime, dirigido por KiyoshiMatsuda nos estúdios MAPPA, e estreou em janeiro de 2023.
SobreCampfire Cooking in Another World with My Absurd Skill
Trata-se de um isekai, em que um grupo de cidadãos japoneses são convocados magicamente para outro mundo pelo Reino de Reijseger, que lhes pede ajuda em sua guerra contra os demônios. Como resultado do ritual de convocação, os três alunos parecem ter várias habilidades mágicas poderosas e são aceitos como “Heróis”.
No entanto, o adulto, um assalariado comum chamado Tsuyoshi Mukouda (também conhecido como “Mukohda”), tem o poder de “Supermercado Online”. Enquanto outros tem poderes de luta, habilidades extraodinárias, Mukohda consegue simplesmente abrir um portal, uma espécie de aplicativo de delivery de comida, e lá pode pedir os itens necessários para fazer refeições, em troca de moedas, é claro!
Nesse contexto, por mais mais insignificante que posso parecer, acredito que o personagem principal ainda não entendeu o poder que sua habilidade pode trazer para ele e para outros. Num primeiro momento, Mukohda percebe que as pessoas as quais ele serve as refeições tem aumentos satisfatórios nos níveis de XP das pessoas que se alimentam do que ele prepara.
Então, logo após perceber isso, um outro personagem entra em cena. Um Fenrir, uma criatura mágica, chamada Fel ordena que Mukohda prepare refeições para ele, e ele com medo corre fazê-lo. Após incansáveis quantidades de carne, a criatura oferece um pacto para Mukohda: ele se tornará seu familiar. Assim, petrificado de medo ele não vê outra saída a não ser aceitar e então eles firmam o tal pacto. E assim termina o primeiro episódio desse anime que ainda promete muitas aventuras.
Considerações Gerais
Imagem Divulgação
Confesso que achei a animação bem diferente e divertida, com algumas cenas engraçadas e a jornada de Mukohda e Fel irá durar bastante? Como vai ser daqui para frente? Fel protegerá Mukohda? Fiquei curiosa para continuar esse anime que não prometeu nada e vai entregar tudo.
Você pode conferir os episódios desse anime, com legendas em português, na Crunchyroll (vá direto por AQUI!).
O supergrupo de J-Rock, THE LAST ROCKSTARS, composto por YOSHIKI (bateria e piano), HYDE (vocal), SUGIZO (guitarra) e MIYAVI(guitarra), anunciou a girl-band BAND-MAID como o ato de abertura na turnê de estreia nos Estados unidos.
THE LAST ROCKSTARSesgotou todos os seis shows de sua primeira turnê agendados em Tóquio, Los Angeles e Nova York. Outro show em Nova York foi adicionado para 03 de fevereiro devido à alta demanda; com isso, o popular quinteto BAND-MAID foi escolhido para abertura dos shows em Nova Iorque que acontecem nos dias 03 e 04 de fevereiro na Hammerstein BALLROOM.
SOBRE BAND-MAID
BAND-MAID é uma banda japonesa de rock composta por mulheres que usa como tema visual o maid café e conta com Miku (Vocal e guitarra ritimica), Kanami (Guitarra solo e backing vocal), Akane (Bateria), Misa (Baixo) e Saiki (Vocal e backing vocal). Seu estilo musical varia entre o Hard rock e o heavy metal. Seus shows são muito divertidos e bem avaliados pelos críticos de música. BAND-MAID vai levar o público ao um nível inimaginável de animação com sua musicalidade totalmente contrastante com seu visual!
Assista ao clipe do mais recente single de BAND-MAID, ‘from now on’!
As indicações do Oscar 2023 fizeram história em termos de diversidade asiática. Michelle Yeoh, Ke Huy Quan, Stephanie Hsu (todos por “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) e Hong Chau (“A Baleia”) conseguiram a maior quantidade de nomeações em categorias de relevância em apenas uma edição de Oscar da história!
Esta configuração ultrapassa o lineup formado em 2004, que incluía os Indianos e Iranianos Ben Kingsley e Shohreh Aghdashloo (ambos por “Casa de Areia e Névoa”) e astro japonês Ken Watanabe (“O Último Samurai”).
“Tudo em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”, escrito e dirigido pelos Daniels (Daniel Kwan e Daniel Scheinert), é o filme com mais indicações, com 11 possibilidades de levar para casa a estatueta dourada. Este é também um marco raro, já que o “hat trick” de indicações (Filme, Direção e Roteiro) só foi conseguido outras duas vezes por asiáticos, com Bong Joon Ho (“Parasita“) e Chloé Zhao (“Nomadland“), e nestes casos, ambos ganharam o Oscar para Direção e Melhor Filme em seus respectivos anos.
Até a última terça-feira (24), Merle Oberon era a única mulher asiática indicada na categoria de atriz principal – mantendo esse título desde “O Anjo Negro” (1935). Agora, Yeoh se junta à lista, já que a atriz veterana da Malásia ganhou seu primeiro prêmio na carreira por sua atuação como proprietária da lavanderia Evelyn. Aos 60 anos, Yeoh é a segunda atriz asiática mais velha indicada, atrás de Yuh-Jung Youn (“Minari“), que tinha 73 anos quando foi indicada e acabou ganhando o prêmio de Melhor Coadjuvante.
Outro talento asiático reconhecido este ano inclui a diretora Domee Shi, cujo “Red: Crescer é uma Fera” está entre os cinco filmes de animação indicados. Este é o 10º ano consecutivo em que um cineasta asiático foi indicado na categoria, o mais longo período de representação asiática em qualquer categoria. Com uma indicação para melhor roteiro adaptado, o roteirista de “Living”, Kazuo Ishiguro, figura como primeiro asiático e o sexto vencedor do Prêmio Nobel a ser indicado ao Oscar.
Por fim, somam-se 7 indicados, uma marca histórica no epicentro da Indústria Cinematográfica. Quantas estatuetas os asiáticos levarão desta vez? Os vencedores do Oscar 2023 serão revelados em cerimônia que acontece em 12 de março.
Need for Speed Unbound chegou no fim de 2022 com muito estilo e velocidade para os amantes da velocidade. Em algo próximo das HQs e do Mundo dos Animes, Unbound traz um visual da rua mais atualizado, diferente do visto na dupla Underground, e bem, posso arriscar ser de bom gosto e ÚNICO. Vamos discutir sobre isso mais a frente!
Minha história com a franquia sempre foi de altas e baixas quilometragens. Amava o clássico Hot Pursuit, os tunados Underground 1 e 2, e Most Wanted; este último, também o ÚLTIMO que joguei pra valer. Deu pra entender o quanto estava com vontade para dirigir (divertir) por Lakeshore e driblar (fugir) da polícia, não é mesmo?
Objetivos simples = diversão garantida!
De cara, o que mais me impressionou neste novo Need for Speed foi seu modo História bem Arcade, o que para mim, era o que mais faltava nos últimos títulos. Por ter este estilão priorizando a diversão e ter menos realismo, vemos um jogo bem colorido, centenas de carros e pinturas customizáveis (criados pela comunidade também!) e o melhor, podemos bater, destruir e ainda continuar dirigindo. Isto é muito bom!
Para os jogadores de PC, uma dica básica: mesmo que em detrimento de sua qualidade gráfica e visual, coloque o jogo para rodar em 60 quadros ou mais, se puder, já que sua sensação de velocidade está ligada diretamente com sua adrenalina por aqui e, fugir da Polícia Nível (heat) 5 é MUITO LEGAL somada a altas taxas de quadros.
Aos pilotos de primeira viagem, o objetivo é simples e direto. Qualifique por 4 semanas, tenha carros A, A+, S e S+, entre para o The Grand e ganhe MUITO DINHEIRO. Lembre-se, dinheiro é igual a MAIS CARROS. O risco por aqui é você ser preso pela polícia, o que vai te fazer zerar seu “caixa de rua”. Então, um pouquinho de estratégia de como fazer as suas missões de Dia ou de Noite, farão você ter um êxito maior e mais rápido durante a sua jogatina.
Imagem Divulgação
Lakeshore e Chicago, os dois a 80km
Lakeshore, inspirado em Chicago, traz uma cidade cosmopolita padrão. Sinceramente, não há áreas marcantes ou que me fizeram me apegar mais pelo visual. Bem, até que faz sentido, já que se prestarmos muito a atenção no cenário, pode acarretar problemas na pista.
Da mesma forma, temos uma cidade com sua região central e cheia de prédios, túneis, pontes; uma área mais rural e cheia de florestas e montanhas (ótimo para drifting); e regiões mais específicas como portos e indústrias. Sabe o que senti falta? Já que os carros são todos coloridões, cheios de tinta e neon, a cidade podia também “lançar” esta moda, o que não aconteceu. Se isto implica em melhorar ou não a experiência, já que o foco é a direção, deixo como reflexão.
Vamos falar sobre os policiais? De forma semelhante ao que vimos em Heat, com uma leve melhoria na detecção, principalmente de noite, o que é ruim para a gente, mas que deixa ainda mais divertido nossa fuga. Minha experiência foi de que, quanto melhor e mais rápido carro tivermos, mais fácil será para sair de seu radar. E aqui vale tudo heim? Gosto de atravessar obstáculos sem nenhum limite, assim como arbustos e placas. Lembre-se que sempre haverá um posto perto para você recuperar seu carro – e ganhar uns boost de turbo a mais.
Imagem Divulgação
E a Dirigibilidade?
É aqui que o jogo brilha. Need For Speed Unbound é uma delícia de jogar! Minha experiência foi no controle, e arrisco a dizer que foi das melhores em anos, já que como ele preza o estilo arcade, podemos customizar nosso “jeitão” de dirigibilidade no carro a nosso bel prazer, sem muita preocupação se aquele carro ou motor dá conta ou não.
Os principais atributos que vejo no jogo são Aderência e Drifting. Saber trabalhar em equilíbrio entre os dois é essencial, entretanto, é possível deixar seu carro “X” como de um jeito, o “Y” de outro, e o “Z” flertando entre esses dois. Para corredores que procuram algo mais desafiador, dominar o drifting pode ser essencial para encher mais suas barras de Nitro, além de fazer as curvas em alta velocidade e estilo. Me adaptei com o drifting puxando o freio de mão, principalmente em curvas mais fechadas. Não é dos mais usuais, mas é interessante para quem busca um estilo mais selvagem.
Como extra, há o modo Online onde podemos desafiar outros corredores de forma crossplay (jogadores de outros sistemas, além do seu) e também opções de Acessibilidade e Controles de Direção para melhor se adequar a sua realidade.
Imagem Divulgação
Modo História TikToker
Aqui, o mesmo problema com Lakeshore. Há uma mescla de tons dos primeiros títulos, mais o Underground e mais o Payback que não sei se funcionou muito bem. Gostaria que tivessem seguido toda essa aura “colorida” dos jovens tiktokers, sem muita filosofia pastelona, próxima dos filmes Velozes & Furiosos.
Obviamente não dá para pedir um Oscar de roteiro num jogo de corridas – ou será que dá? Mas, aqui em Unbound acompanhamos nossa personagem em busca de ser a melhor da cidade e de sua turma, até aí tudo bem. O problema são missões da campanha que desejam nossa empatia com as personagens apresentadas, mas bem, a futilidade CORRE solta por aqui. Era mais fácil ter missões de Entrega, Encomendas e afins, no fim das contas. Viver perigosamente, entende?
Esta desconexão que temos com a história faz em certo momento do jogo queremos apenas correr e rushar; até me senti cansado e tentado a apertar o botão para cortar as cutscenes. Mas não, fui até o fim para ver no que vai dar. AH, algo que achei interessante é a customização do nosso personagem. Cheia de marcas reais, temos uma variedade considerável de roupas e a galera OTAKU vai adorar as estampas encontradas no jogo. Fica a dica!
Desvinculado? A que custo?
Por fim, posso dizer que Need For Speed Unbound fez sua borracha esquentar e o cheiro espalhar por Lakeshore. Já o gameplay é divertidíssimo e serão dezenas de horas para você curtir, fugir e saltar pela cidade, bem como completar seu CELEIRO de carros, pois são muitos cavalos à sua disposição.
Gostei de como a franquia se renovou, ou pelo menos tentou por aqui, com o retorno da Criterion Games unida a Codemasters e publicado pela EA, tivemos um novo respiro em alta velocidade e estilo. Para os antigos, novos e especialmente para os que abandonaram a franquia no decorrer das derrapadas, Unbound é a redenção que você tem que dar chance.
Resident Evil 7 completou agora dia 24 de janeiro 6 anos de lançamento. A Capcom não deixou a ocasião e postou em suas redes sociais.
“Há 6 anos, hoje foi o dia em que Resident Evil 7 foi lançado nos Estados Unidos! Esta é a primeira aparição de Ethan em RE. Lembro-me de ter medo até dos insetos na panela. Qual é a sua cena mais memorável?”, segundo a Capcom no Twitter.
6 years ago today was the day Resident Evil 7 Biohazard was released in the States!?
This is the first appearance of Ethan in RE. I remember being scared of even the bugs in the pot ?.
— 【公式】バイオハザード / RESIDENT EVIL PORTAL Official (@REBHPortal) January 24, 2023
Lançado em 2017, Resident Evil 7 é um survival horror, e assim como seu aniversário a desenvolvedora comemora o sucesso de mais de 11 milhões de cópias vendidas mundialmente.
Com a jogabilidade baseada em exploração, resolução de quebra-cabeças e combate contra inimigos, bem como o fator sobrevivência, com a gestão de recursos e a necessidade de encontrar esconderijos seguros.
A mudança da câmera de terceira para primeira pessoa foi principal diferencial em relação ao resto da franquia, e até hoje gera discussão entre os fãs: enquanto uns até gostam, outros detestam.
A história de RE 7 se passa em Louisiana, Estados Unidos e segue o novo protagonista Ethan Winters, que viaja para o local em busca de sua esposa desaparecida. Isso o faz conhecer a misteriosa família Baker e então as coisas começam a ficar “interessantes”.
Por fim, e você sucolina sucolino, qual sua opinião sobre a câmera em primeira pessoa? Você gosta do Ethan? O que está REsperando de RE 4 Remake? E próximo numerado, quem devia ser o/a protagonista? Deixe sua opinião para a gente nos comentários.
Sumire Morohoshi lançará “Kanaeru,” o tema de encerramento do inédito anime Sugar Apple Fairy Tale, que começará a ser exibido em janeiro no Japão, como single em 1º de fevereiro de 2023.
Este single será lançado em três formatos: uma Edição Standard; uma Edição Anime, que incluirá a versão para TV; e uma Primeira Edição Limitada, que inclui um Blu-ray contendo o vídeo musical do single e quatro músicas da performance mini-live de Sumire Morohoshi gravada no Victor Studios em 2020.
A performance mini-live de estúdio recebeu uma ótima resposta depois que foi transmitida, e houve muitos pedidos para que o vídeo fosse colocado. Este produto foi feito em resposta a essas solicitações.
Informação do produto
Data de lançamento: 1º de fevereiro de 2023
Primeira Edição Limitada (CD+BD) / VTZL-223 / ¥4,400 (inc. tax)
I Will Go On – Letra: Yuho Iwasato / Composição: Hiroshi Sasaki / Arranjo: Yusuke Shirato
Kanaeru (versão para TV)
Kanaeru sem Sumire
I Will Go On sem Sumire
Kanaeru (versão para TV) sem Sumire
Mais sobre Sumire Morohoshi
Crescendo em uma família amante da música, Sumire foi constantemente exposta à música em uma idade precoce. Ela cantou músicas populares sob influência dos seus pais, fingiu ser uma idol com sua irmã mais velha e cantou suas partes favoritas de musicais sozinha.
Sua fascinação de infância pela personagem Yubaba, do filme de animação A Viagem de Chihiro despertou um interesse pela atuação, e ela se juntou ao Grupo de Teatro Himawari aos 3 anos de idade. Ela então construiu sua carreira como atriz infantil aparecendo em dramas de TV, performances de palco e produções de dublagem, e em 2012, ela desempenhou seu primeiro papel principal no anime Aikatsu! (Ichigo Hoshimiya). Em 2013, ela ganhou atenção por dublar a versão japonesa de Vanellope no jogo Sugar Rush da Disney. Ela está atualmente ativa como uma dubladora jovem e talentosa.
Como cantora solo, ela estreou em 2019 com um mini-álbum que incluía “Mashiro”, o tema de abertura da 1ª temporada de Ascendance of a Bookworm, seguido pelo single “Tsumujikaze”, o tema de abertura da 2ª temporada do mesmo anime. Mais recentemente, ela foi selecionada para cantar o tema de encerramento de Sugar Apple Fairy Tale, um novo anime que começará a ser exibido em janeiro de 2023.
Quando estreou em 2020, Cherry Magic! havia definido um marco importantíssimo no BL japonês. Conhecida por ter reunido os melhores aspectos de uma adaptação assertiva, a série logo se tornou uma querida dos fãs no mundo todo. Então, esse sucesso fez com que a produção tivesse uma sequência em formato de filme.
Cherry Magic! THE MOVIE é uma continuação como qualquer outra, exceto pelos excelentes acréscimos responsáveis por mudar o tom da história principal. Aqui, os personagens precisam lidar com dramas ainda mais reais do que na série, principalmente sobre aceitação sexual que, por sinal, é o principal destaque de todos.
Os dilemas da vida adulta de Kurosawa (Keita Machida) e Adachi (Eji Akaso), antes relacionados apenas ao trabalho e ao início de uma relação quase complicada entre eles, agora parecem se agravar diante de problemas ainda maiores. Por exemplo, a distância entre os personagens torna-se estopim da mudança provocada a partir de um pensamento simples, porém complexo demais para casais homoafetivos: o fato de como ou quando tornar pública uma relação.
Novos direcionamentos narrativos
Sem a magia de antes, que acabou após Adachi perder a virgindade, repentinamente o filme parece assumir um tom sério, o que, certamente, provoca reações mistas. Entretanto, pelo peso simbólico carregado no carisma dos personagens principais, a obra consegue manter a sua natureza acessível e puramente encantadora.
Se tratando de uma produção que foi exibida em diversos cinemas, Cherry Magic! THE MOVIE corresponde perfeitamente aos adereços de uma peça como tal. A direção, que surge com muita identidade, cumpre um papel essencial de realocar os aspectos técnicos que uma série dificilmente pode manter por diversos episódios. A fotografia, salpicada por cores menos intensas, acrescenta ângulos e enquadramentos cinematográficos que são, em partes, surpreendentes.
Representatividade e sensibilidade nas telas
Para além de tais detalhes, o grande acerto de Cherry Magic! THE MOVIE está em suas temáticas. Uma delas, talvez a principal, é sobre como se dão as relações familiares entre pessoas LGBTs. Claro, essa questão possui diversos ângulos ao redor do mundo, mas para a realidade em que se encontra o Japão, abordar esse tipo de problemática além de tabu, é algo que chama atenção pela coragem.
No filme, Adachi e Kurosawa decidem contar aos seus pais sobre o relacionamento deles. Essa, que seria uma simples tarefa para casais héteros, para os LGBTs, por outro lado, é um dos momentos mais difíceis e complicados de se viver. Com isso, a direção busca retratar com sinceridade as reações dos familiares dos protagonistas. É um dos momentos mais inusitados e, sobretudo, importantes do cinema queer asiático.
O fragmento narrativo que Cherry Magic! THE MOVIE representa é um dos maiores exemplos acerca da longeva vida que um BL pode ter caso seja aproveitado e desenvolvido com dedicação e muito carinho.
O trio escocês CHVRCHES vem ao Brasil e marca dois shows solo no país. A banda se apresenta no dia 16 de março, na Audio, em São Paulo, e no dia 24 de março, na Sacadura 154, no Rio de Janeiro. Os fãs poderão conferir as músicas do último álbum, Screen Violence, além de outros sucessos.
Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 3x sem juros, estarão disponíveis online e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço | na Audio, em São Paulo e na Sacadura 154, no Rio de Janeiro). A turnê no Brasil é uma realização da Live Nation Brasil.
Sucesso nas paradas musicais, CHVRCHES é composto por Lauren Mayberry, Iain Cook e Martin Doherty, e tem uma longa história de sucessos. Em 2013, o trio lançou seu primeiro álbum, intitulado The Bones Of What You Believe, que conseguiu alcançar a 9ª posição no Reino Unido e a 12ª nos Estados Unidos. Foi por conta desse álbum também que a banda foi convidada para se apresentar no programa de Jimmy Fallon e Jools Holland.
Já em 2015, eles produziram seu segundo álbum, Every Open Eye, alcançando a posição #4 no Reino Unido e #8 nos Estados Unidos. Depois disso, mais um álbum foi lançado, em 2018, com o vencedor do GRAMMY, Greg Kurstin. E, ainda durante a pandemia, CHVRCHES lançou seu álbum mais recente, Screen Violence, gravado e produzido remotamente.
A banda já recebeu ampla aclamação da crítica e viajou ao redor do mundo em diversos festivais, como Coachella, Glastonbury, Bonnaroo, Austin City Limits, SXSW e Summer Sonic. Além disso, o trio conta com colaborações de peso, como Hayley Williams, do Paramore, e Robert Smith, do The Cure.