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Epik High | Suco Apresenta

Epik-High
Imagem Divulgação

Não é equivocado dizer que Epik High pode ser considerado um dos pioneiros na criação do que conhecemos como o hip hop coreano atual. Na ativa há mais de duas décadas, o trio é conhecido, principalmente, pelas temáticas presentes em seus trabalhos, que transformam questões cotidianas e questões relevantes socialmente, em uma poesia urbana que cativa os ouvidos e o coração. No Suco Apresenta de hoje, você descobre mais sobre a origem, trajetória e parcerias marcantes na carreira do trio. Vamos lá? 

Originário da Coreia do Sul, o grupo é composto pelos artistas Tablo, Mithra Jin e DJ Tukutz. Em 2021, Tablo e Mithra Jin, amigos desde a infância, se juntaram para explorar o lado artístico e criar música juntos. Pouco tempo depois, DJ Tukutz se juntou ao grupo e, desde então, essa tem sido a formação do Epik High

Assim como acontece para a grande maioria dos artistas independentes, o Epik High passou por algumas dificuldades para se destacar no cenário musical coreano e emplacar sua carreira. Competindo diretamente com gêneros mais tradicionais, o trio percebeu que sua dedicação ao rap e paixão por entregar um conteúdo autêntico e verdadeiro seriam os grandes diferenciais na missão de conseguir a atenção do público. Entretanto, foi apenas em 2003 que Map of the Human Soul, seu primeiro álbum, foi lançado. A estreia foi relativamente modesta, mas alcançou reconhecimento positivo da indústria nacional e crítica especializada. 

A melhora na carreira do Epik High começou em 2004, pouco mais de um ano depois do debut. Não seria justo dizer que High Society tirou o grupo do anonimato, pois eles já eram figuras presentes na produção cultural local. Mas é fato que o lançamento foi o responsável por consolidá-los como parte da cena do hip-hop, dando os primeiros passos no caminho de sucesso que os sustenta até hoje como um dos nomes mais influentes da k-music. 

O triunfo veio mesmo com Swan Songs (2005), que trouxe músicas icônicas como Paris e Fly, um dos hits mais marcantes da carreira do Epik High, parte da trilha sonora dos jogos FIFA 07 e Pump It Up. Ambas expressam a capacidade do grupo de trazer temas poderosos e de grande impacto social e emocional, principalmente entre o público jovem e ligado à vivência urbana sul-coreana. 

K hip-hop é resistência! 

Remapping the Human Soul, quarto álbum de Epik High, veio somente dois anos depois, em janeiro de 2007, mas já chegou dando o que falar. Os singles Fan e Love Love Love tornaram-se hits rapidamente e tratavam de transmitir o clima mais pesado e maduro do novo disco.

A mudança de estilo, que buscava uma arte atrelada ao compromisso de entregar música sem gênero específico, mas que passasse mensagens importantes, não foi bem recebida pelo governo e canais de entretenimento, ocasionando na censura de várias faixas que traziam luz à discussão de temas como crimes sexuais, guerra, educação e religião.

O trabalho atingiu o público de maneira extremamente positiva, fazendo com que o álbum ficasse entre os mais vendidos daquele ano na Coreia do Sul. Depois do sucesso, eles ainda lançaram Pieces, Part One e o primeiro mini-álbum, intitulado Lovescream, antes de passarem por uma mudança em questões contratuais. Confira o clipe de One, do Pieces Part One, que conta com a participação de Jisun, do Loveholic, e da atriz coreana Jung Ryeo-won

Já em 2009, o trio deixou a gravadora Woollim Entertainment. Nesse mesmo ano, lançaram Map the Soul, de forma independente. O projeto era um álbum-livro, disponibilizado ao público pelo site oficial do Epik High. Além do formato totalmente diferente, o Map the Soul rendeu também uma turnê japonesa ao grupo, além de um show em Soul, na Coreia do Sul, com participação de Kero One & MYK.

Como se já não tivessem vivido emoções o suficiente em 2009, o Epik High ainda se apresentou em várias cidades dos EUA, também com a participação de diversos artistas, durante o mês de maio. Entre julho e dezembro, foram lançados Remixing The Human Soul, com regravações, remixes e remasterizações, e [e], contendo 30 faixas – divididas em dois CDs -, além de um livro de fotos e entrevistas com cada um dos membros, assim como acontece nos álbuns de k-pop lançados nos últimos anos. É engraçado pensar na similaridade quando sabemos que 따라 해 (Wannabe), um dos singles de [e], foi pensada como uma forma de criticar tendências atuais do pop sul-coreano.

Carreira após o (temido) serviço militar 

Mesmo com a pausa nas atividades do Epik High e lançamento da carreira solo de Tablo durante esse período, o trio sempre deixou claro que não havia se dissolvido. Para a alegria dos fãs, em outubro de 2012, foram lançadas It’s Cold, Up (ft. Park Bom do 2NE1) e Don’t Hate Me, já em parceria com a YG Entertainment. Pouco tempo depois, 99, sétimo álbum do grupo, foi disponibilizado em versão física e digital.

A parceria com a YG permaneceu até 2017, com o lançamento de mais dois discos: EPIK HIGH – SHOEBOX e WE’VE DONE SOMETHING WONDERFUL. Confira BORN HATER, canção em parceria com diversos artistas da k-music, que integra o SHOEBOX:

Entre 2019 e 2022, o Epik High adicionou mais três álbuns a sua discografia. Em 2023, lançaram o EP Strawberry, de cinco faixas, com parcerias de Jackson Wang e Hwa Sa.

Primeira vez em solo brasileiro

Apesar de já ter visitado a América do Norte algumas vezes, o Epik High nunca conseguiu descer e nos fazer uma visitinha aqui no Brasil. Felizmente, a espera por esse momento acabou, e o trio desembarca no Brasil no início de agosto para dois shows emocionantes. Quer saber mais?

 

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Os integrantes farão shows em 4 e 6 de agosto, nas cidades do Rio de Janeiro (Vivo Rio) e São Paulo (Vibra), respectivamente. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla e os preços variam entre R$ 180 e R$ 800, com opções de Meet&Greet, pista VIP, camarote e pista comum.

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Anime Friends 2023 | Especial Cosplay (Domingo)

anime friends 2023 especial cosplay domingo
Foto: @fotobelga / @sucodm

Anime Friends 2023 deu início a mais uma edição emocionante no Centro de Exposições Anhembi, em São Paulo. O Suco de Mangá marcou presença no Anime Friends 2023 para fazer uma cobertura completa do evento.

Registrando cada momento especial, desde os cosplayers mais criativos até as apresentações musicais e as atrações exclusivas, nossa equipe proporcionou uma visão privilegiada do universo encantador do Anime Friends.

Não perca nenhuma atualização sobre o Anime Friends 2023, acompanhe a cobertura completa do Suco de Mangá e mergulhe no mundo fantástico da cultura pop e dos mangás.

Fotos por: @erickrekishi / @fotobelga

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GALERIA ERICK – DOMINGO (16/07)

 

GALERIA BELGA – DOMINGO (16/07)

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O Chamado de Cthulhu | Review

O Chamado de Cthulhu
O Deus Antigo | Darkside | Foto: Suco de Mangá

O medo é um dos sentimentos mais poderosos do ser humano, ou melhor, das criaturas vivas. É devido ao medo que conseguimos nos autopreservar, ao mesmo tempo que evitar situações que julguemos perigosas para nossa integridade. Assim, algo que não falta em O Chamado de Cthulhu é o medo.

O horror, gênero literário que está em diversas mídias, é uma forma de transmitir esse medo a partir de obras fictícias ou não. Assim, ele é capaz de causar aquele frio na espinha assistindo um bom filme de fantasma, um documentário de true crime, ou ainda lendo um romance sinistro de ficção científica.

Portanto, muitos são os autores famosos por escrever o gênero de horror, mas poucos conseguiram o que H. P. Lovecraft fez. Ele criou um novo subgênero que descreve o medo do desconhecido, da imensidão do universo, ou de criaturas incompreensíveis a mente humana, esse é o horror cósmico.

Então, quando falamos de falamos de horror, logo a editora Darkside vem à nossa cabeça. Responsável por trazer diversos títulos do gênero, desde livros até histórias em quadrinhos, a Caveira resolveu publicar um novo tesourinho das obras de Lovecraft. Esse é O Chamado de Chtulhu, versão ilustrada de um dos contos mais famosos do autor.

Assista abaixo nosso REELS:

Quem foi H. P. Lovecraft?

Primeiro, se você nunca leu nada a respeito do autor, é importante que saiba algumas coisinhas sobre esse gênio da literatura.

Howard Phillips Lovecraft nasceu em 1890, e cresceu de maneira tímida devido a sua saúde frágil. Amante dos livros, ele se dedicou à poesia uma grande parte da sua vida, até que aos 27 anos ele resolveu arriscar na publicação de um novo tipo de conteúdo: o horror cósmico.

Apesar de hoje usarmos esse nome — “horror cósmico” —, na época o mesmo não existia. Afinal, Lovecraft é o responsável por criar esse subgênero, que consiste em uma série de elementos. A pequinês da humanidade, o medo do desconhecido, um universo maior e mais profundo do que a compreensão humana, um panteão de deuses vindos das estrelas que não podemos descrever em palavras… Além de objetos vindo de outras dimensões que causam uma grande parte de sentimentos irracionais, como histeria e a própria loucura.

Portanto, Lovecraft foi um gênio da sua era, e até hoje é aclamado por suas obras. Inclusive, obras que ganham várias adaptações para diversos tipos de mídias, como histórias em quadrinhos, longas metragens e animações.

Apesar de não faltar adaptações, cada obra diverge da anterior devido a maneira como os autores, diretores e ilustradores conduzem as descrições de Lovecraft.  Ou seja, as criaturas, cores, e fenômenos — muitos desses completamente além da mente humana — são um pote desconhecido para a imaginação. Afinal, uma parte do horror cósmico consiste justamente nessa inabilidade de compreender, ou identificar, o que estamos vivenciando.

o chamado de cthulhu darkside
Foto: @sucodm

Cthulhu Fhtagn 

Mas, afinal, quem é esse tal de “chuchu” e do que se trata esse chamado?

Muito provavelmente você já tenha visto alguma ilustração de Cthulhu por aí. Seja em jogos online ou de tabuleiro, cartas colecionáveis ou até produtos de artistas independentes. O monstro titânico é uma das deidades do universo de Lovecraft, o mais conhecido — eu poderia dizer.

Então, o conto O Chamado de Cthulhu é sobre um jovem que — ao analisar os pertences de um parente que acaba de falecer — encontra uma série de registros sobre um culto a uma criatura desconhecida. Os recortes são uma coleção de diversos depoimentos, desde relatos de sonhos febris de um escultor, até a descrição de um detetive que capturou um estranho culto demoníaco.

O total desconhecimento do protagonista sobre o monstro que aparece num pequeno tablete de argila, leva-o em uma pesquisa pelos passos de seu tio-avô falecido. Assim, ele busca descobrir o real motivo de sua morte, e o porquê de seu tio ter se interessado tanto em uma aparentemente história mal-assombrada para fazer crianças terem pesadelos.

Sobre o conto

Sendo assim, o conto acontece em primeira pessoa, então nós nos sentimos confidentes do protagonista. Ele, por sua vez, escreve as três partes do conto como se estivesse enviando uma carta para um velho amigo. Por isso, a descrição de eventos, assim como a história fantástica, nos deixa apreensivos para descobrir o final — seja ele qual for.

Traduzido por Ramon Mapa, a versão da Darkside do conto é muito próxima do original. Principalmente levando em conta as adaptações necessárias do idioma, assim como as diferenças literárias que o tempo criou, entre a publicação original e de 2023. Afinal, é muito comum encontrarmos versões desse mesmo conto em um português mais robusto, confuso, próximo ao old english, como é o conto original. Entretanto, eu prefiro essa versão mais coloquial, já que auxilia na compreensão da história, e a torna acessível para os mais diversos públicos.

o chamado de cthulhu darkside
Foto: @sucodm

A Arte de François Baranger

Como eu disse antes, as obras de Lovecraft já tem adaptação para diversas mídias. Mesmo assim, há divergência de como as criaturas — ou o universo — se apresenta. Afinal, as descrições do autor abrem um leque de possibilidade para interpretação, tendo em conta que muito do que Lovecraft descreve é impensável ou incompreensível a mente humana.

François Baranger, artista convidado a ilustrar essa publicação, já trabalhou com os concepts de filmes como A Bela e a Fera e Harry Potter. Além disso, já esteve nas equipes de artes de jogos eletrônicos como Heavy Rain e Beyond Two Souls.

Com conceitos amplos, o ilustrador buscou criar uma atmosfera misteriosa e densa em suas artes d’ O Chamado de Cthulhu. Somos constantemente apresentados a ilustrações de cenários gigantescos, onde os seres humanos são apenas formiguinhas em uma paisagem complexa e (assustadoramente) bela.

A interpretação do Deus Antigo, Cthulhu, é magnífica com um jogo de luzes que tenta garantir as características monstruosas e nojentas a criatura. Sua pele de consistência desconhecida, os tentáculos que brotam de sua cabeça em formato de polvo, as asas gigantescas e dracônicas… é um verdadeiro deleite ao leitor, que usa dessas artes para significar melhor o conto ao percorrer da leitura.

Nota do Editor: Por que Ainda Lemos Lovecraft? 

Algo que deve incomodar muito os leitores é quanto a certas descrições feitas por H. P. Lovecraft. Considerado um racista, é fácil perceber sua visão negativa e estereotipada de pessoas pretas, mestiços, judeus, portugueses, entre outros.

É comum que a maior parte das editoras ignore essa característica sombria e criminosa do autor. Dessa forma, achei muito corajoso como a Darkside optou por adicionar essa informação à nota do editor, demonstrando que não fecha os olhos à descrição estereotipada de Lovecraft, mas ao tempo gera espaço para o debate crítico do leitor.

Por ser uma obra que cabe a inúmeras interpretações, eu acredito que é essencial esse tipo de informação para nós — consumidores —, já que a partir dela podemos ter um pensamento crítico e analítico da obra, mas também compreender como o autor escolhe a descrição de sua história baseada em seus próprios preconceitos.

Apesar de muitos historiadores apontarem que Lovecraft tendeu a se arrepender de seus apontamentos racistas ao longo da sua vida, ainda mais após se casar com uma judia, não podemos nunca nos esquecer as raízes do autor, estas sendo essenciais para nós entendermos também o porquê de ainda lermos Lovecraft.

Gênio a frente do seu tempo, pai do horror cósmico, sua infinita imaginação não o torna menos humano, e seus pensamentos racistas impactam diretamente na sua construção como autor. Séculos depois, em uma sociedade mais inclusiva e compreensiva, conseguimos consumir o conteúdo de Lovecraft fazendo análises críticas as escolhas do mesmo, nos dando o prazer de apreciar suas obras, enquanto ainda entendemos seus erros como pessoa.

Mais uma vez eu tenho que apontar a coragem e a transparência da Darkside em não apagar essa característica ou passado do autor, mas trazer a mesma em uma nota editorial, dando ao leitor a oportunidade de construir sua própria opinião.

O Chamado de Cthulhu já está disponível para aquisição no site da Darkside, que também conta com um catálogo de outras obras do autor, e do ilustrador.

O Chamado de Cthulhu
Capa | Darkside | Foto: Suco de Mangá

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Mergulhe na cultura pop asiática com conteúdos e criadores que fazem sucesso na internet

perifacon anime kwai
Imagem Divulgação

Para os fãs de cultura pop asiática, o mês de julho é um dos mais esperados, pois é nessa época que rolam grandes eventos para os geeks: o Anime Friends, encontro que rolou semana passada em São Paulo, e o PerifaCon, que ocorrerá neste domingo (dia 30), também na capital paulista. O Kwai, app de criação e compartilhamento de vídeos curtos, é a plataforma de vídeos oficial dos eventos e, para celebrar a parceria, criou o Mês do Anime, com uma página especial repleta de conteúdos exclusivos sobre animes, filtros e desafios divertidos para que os usuários possam compartilhar suas artes e criações.

Os animes são uma das grandes manifestações da cultura pop asiática e consistem nas animações de origem japonesa que conquistaram muitos fãs ao redor do mundo inteiro. Muito populares no Kwai, eles reúnem uma grande comunidade dentro do app, com diversos perfis de criadores de conteúdo especializados nessa arte, que dão dicas sobre cultura oriental e mostram criações. A seguir, reunimos alguns nomes que celebram os animes e a cultura geek asiática.

Perifacon Kwai
Imagem Divulgação

O primeiro deles é Umezu Sue, que tem muito amor por música e anime, por isso, decidiu compartilhar tudo o que sabe e vê sobre os assuntos em seu perfil no Kwai (com mais de 95 mil seguidores). Sue, que aparece quase sempre caracterizada em seus vídeos, revela novidades do universo dos animes e mangás mais famosos do momento, principalmente sobre One Piece, sua série favorita, como nesse vídeo em que ela fala sobre a nova fase da personagem Luffy.

Perifacon kwai
Imagem Divulgação

Quem curte a cultura japonesa, games, anime e o estilo kawaii (adjetivo em japonês para coisas fofas e adoráveis) tem que acompanhar o perfil do Lucas Motti, com mais de 75 mil seguidores no app. O criador reúne várias dicas de itens que encontrou pela internet, receitas e dicas de lugares relacionados ao Oriente, como no vídeo em que mostra um pouco mais sobre a Torre Miroku, um pedacinho do Japão que fica a uma hora de carro de São Paulo.

Perifacon kwai
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Os fãs de podcast podem dar uma olhada no perfil Tokusatsu, do podcast Tokucast, criado por parte dos membros do fórum Tokusen para discutir sobre assuntos relacionados à cultura pop japonesa no estilo “mesa de bar”. No perfil, que tem mais de 167,5 mil seguidores, os usuários podem conferir trechos das produções e curiosidades, como no vídeo em que eles falam um pouco mais sobre a Goggle Five, uma das séries Super Sentai – franquia japonesa de séries de televisão voltadas para o público infantil e infanto-juvenil.

O Kwai também tem um perfil oficial só sobre anime, voltado principalmente para quem gosta de criar conteúdo sobre o assunto. No Kwai Anime & Comics, que tem mais de 100 mil usuários, é possível encontrar dicas que vão ajudar na produção, como essa sobre quais elementos são necessários para um bom conteúdo com narração.

E é claro que os dois maiores eventos sobre a cultura geek e japonesa também estão na plataforma. No perfil oficial do Anime Friends, que tem 88,5 mil seguidores, é possível conferir o que aconteceu nesta última edição do evento. Já no perfil oficial do PerifaCon (+ 87,6 mil seguidores), maior convenção de cultura nerd das favelas, é possível saber um pouco mais do evento e ter acesso a conteúdos exclusivos do festival, como entrevistas com as atrações. O aplicativo também estará presente no palco de Cosplay do PerifaCon, no dia 30 de julho, com ativações in loco.

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Havaianas lança novas estampas da coleção Naruto

Havaianas Naruto
Divulgação: Havaianas

Todo geek ama os produtos dos seus personagens e séries preferidas. Havaianas, sempre presente nesse mundo, sabe que o coração de muitos brasileiros bate forte por animes e mangás. Para agradar ainda mais os fãs da série, a marca apresenta neste mês as novidades para os fãs da Vila da Folha. Acabam de chegar às lojas as duas novas estampas de Havaianas Naruto, no clássico modelo com as tiras Havaianas Top. A coleção completa traz seis opções com numeração que vai do 35/36 até o 45/46.

Chinelo Havaianas Top Naruto

Havaianas Top Naruto traz duas estampas: a primeira com os icônicos olhos de Sharingan, que são símbolos de grande poder no Clã Uchiha. Já a outra, estampa os personagens clássicos da Vila da Folha: Naruto, Sasuke, mestre Kakashi e Sakura, desenhados de forma clean e com toques de cor. Criadas especialmente para os fãs!

Naruto tem tantos personagens incríveis que é até difícil escolher um só para amar. Por isso, a coleção completa Havaianas e Naruto está disponível em lojas físicas da Havaianas, além da Digital Flagship Store (Havaianas).

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Conheça os Bastidores do bless4 no Anime Friends 2023

bless4
Foto: @erickrekishi / @sucodm

De volta ao Anime Friends/Ressaca Friends logo depois de sua primeira visita no ano passado, o bless4 teve um agenda apertada cuidando de suas próprias apresentações e do Anisong Idol Project.

Por algum golpe de sorte pudemos achar um tempinho para um papo ao mesmo tempo engraçadíssimo e inspirador com os irmãos, sempre simpáticos e atenciosos em meio ao corre corre!

Nesta conversa, mediada pela Isabela Arantes, você verá um lado sustentável da Akino como nunca antes vimos, bem como o japonês que melhor entendeu o Brasil em uma única palavra!


Vocês conhecem alguma palavra em português?

Kanasa: “Tudo bem”, “divertido”

Akashi: Tem uma que é a minha favorita, “gambiarra”! *risos e aplausos generalizados!*

Akino: Ah, tem também “gostoso”! Mas sério, obrigado mesmo por nos receberem e desculpa por não ter dado para parar pra conversar antes!

Vocês vieram no ano passado pela primeira vez como músicos e agora vocês parecem ter voltado também como produtores, trazendo essa galera toda. Eu queria saber como foi esse processo de trazer o Anisong Idol Project?

Akashi: (em português) Sim! *risos*

Nós amamos fazer shows, mas um objetivo a mais que temos agora é de nos conectarmos com as futuras gerações e esse é um dos propósitos que eu vejo na arte.

Akino: E eu acho bem bacana que nós possamos como artistas não só nos apresentar, mas também trazer pessoas para cantar e dançar. Então nós queremos mudar a música como um time, não só por nós mesmos, espalhando amor e esperança.

Kanasa: As coisas foram um pouco mais corridas esse ano, porque nós estavamos realizando as nossas apresentações e tínhamos que ajudar nas apresentações deles, ajudar no penteado, a Akino cuidou do figurino deles sabe, toda a parte de produção foi muito divertida, mas essa foi a nossa primeira vez trazendo um grupo para o exterior. A gente está muito feliz com o amor que vocês estão dando para o nosso AIP e eles estão curtindo a beça, então muito obrigada!

Akashi: E outra coisa, fazer dinheiro como um artista é muito difícil. Então estamos tentando bolar esse sistema onde a gente possa criar essa rapaziada de modo que elas possam fazer o que amam e ganhar algum dinheiro com isso. Nós ainda não sabemos qual é o sistema perfeito, mas estamos trabalhando nisso. Eles começaram como um grupo há umas duas semanas, então está tudo na base do poder da gambiarra! *risos*

Akino: E além disso esse é o aniversário de vinte anos do Anime Friends que também marca o nosso aniversário de vinte anos, então queríamos fazer algo especial! É por isso que estamos aqui com o AIP e somos muito gratos ao Friends por essa oportunidade. Ah, e nós tivemos uma audição e recebemos uma aplicação do Brasil! Então nós chegamos aqui na sexta, ninguém havia se conhecido ainda e praticamos por cerca de duas a três horas e essa foi a primeira vez de todo mundo no palco! Por isso acreditamos que em música não importa qual língua você fala ou de qual país você vem, a gente acredita que a música é sobre fazer conexões, é sobre amor, desde o Japão até o Brasil!

Boa tarde, eu quero saber quais as inspirações para os figurinos de vocês?

Akino: Depende um tanto do tema, para essa sexta nós estávamos usando roupas inspiradas em quimonos; eu olho à minha volta e de acordo com as cores eu penso no que combinaria melhor com cada membro.

Kanasa: E cada um de nós temos cores-temas, onde o Akashi é azul, Akino é vermelha e eu sou amarela. E a Akino incorpora isso nas nossas roupas.

Akino: Quando nós eramos jovens, nós eramos mais pobres. Hoje em dia eu faço moda e eu também uso roupas velhas, misturando diferentes estilos de moda, remanejando, aproveitando todo tipo de tecido. O Akashi por exemplo está usando um colar feito de tampas de latinha, e eu quero fazer mais desse tipo de design no futuro pelo meio ambiente. Uma moda sustentável!

Akashi: Mas eu tenho que dizer isso: a inspiração para as roupas dela sou eu! *risos*
Akino: Eu gosto muito de usar as cores do Brasil, azul, amarelo e verde. Com certeza vou querer pensar numa combinação dessas para a próxima vez!

Qual a maior dificuldade e o maior benefício de se trabalhar com os irmãos?

Akashi: (em português, de novo) Sim!

Acho que a parte mais difícil, deixa eu ver… nós trabalhamos juntos a tanto tempo que às vezes achamos que já sabemos tudo o que o outro pensa. Daí às vezes eu acabo esperando delas que já saibam o que eu estou pensando, ainda que eu não tenha dito nada. Mas com o passar dos anos eu passei a entender que nós temos que nos comunicar ainda mais, porque nós vamos nos tornando pessoas diferentes, nossas mentes vão ganhando individualidade própria e passamos a gostar de coisas mais diferentes do que quando eramos jovens. A comunicação fica mais importante quanto mais velhos ficamos, é nisso que acredito. É uma coisa um pouco complica, mas bem bonita.

Akino: Quanto mais velhos ficamos mais a gente passa a entender o que a gente quer fazer, então o importante é se juntar e trazer essas ideias, mas sempre respeitando a outra pessoa. Às vezes você pensa estar certo, que aquela ideia na sua cabeça é a melhor, mas se você insistir nisso, você cria atritos. Eu venho aprendendo que temos que respeitar o outro e que mais importa você ser gentil e aberto. Eu ainda estou aprendendo isso.

Kanasa: Como estamos trabalhando tanto e a tanto tempo juntos e isso deixou a gente meio que workaholic. Então rola muito no nosso tempo livre de alguém chegar e perguntar, “Pra onde você está indo?!”. Então a gente tem que sempre dar um jeito de arrumar um tempo para as nossas próprias agendas particulares. O Akashi sempre brinca que ele acaba ficando de vela nos nossos encontros, o que não é verdade. *risos*


Finalizada a conversa com a coletiva, o bless4 chamou a garotada do Anisong Idol Project para a última coletiva antes de partirem do Anime Friends! Confira aqui o papo com o AIP na íntegra!

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Conheça os Jovens Talentos do ANISONG IDOL PROJECT no Anime Friends 2023!

anisong idol project
Foto: @erickrekishi / @sucodm

Para o Anime Friends 2023, o bless4 trouxe uma iniciativa refrescante! Oito jovens talentos foram selecionados num concurso e vieram fazer seu primeiro show ao vivo, cantando e dançando músicas de anime e k-pop no Brasil! Daiki, Kuwa, Conta, Itton, Miki, Momo, Rei e Coco formaram o Anisong Idol Project, o AIP. E aqui estiveram junto com a membra representante do Brasil, a Nívea Ester, que também se inscreveu no concurso e passou para se apresentar!

Para nós a alegria era de ver novos nomes se arriscando em busca de um sonho! Para eles, a alegria visível nos rostos de cada um, era a de estar do outro lado do mundo para fazer aquilo que amam com o apoio fundamental da Akino, da Kasane e do Akashi do bless4.

Nos dois dias de coletiva com a imprensa, o bom humor era gritante, mesmo com uma breve falta de luz. Somos muito gratos pela Tomomi Aragão e pela Isabela Arantes por possibilitarem essa conversa, que vocês conferem agora!


Coletiva de Imprensa: Anisong Idol Project

Eu sou a Lucy, da K.O Entertainment, e eu queria saber qual foi a parte mais desafiante do concurso?

Foi juntar os corações de todos nós em direção a um mesmo objetivo! Como cada um de nós tem uma personalidade bem diferente, levou um tempo até fazer essa sintonia, mas quando passamos a sentir a paixão de cada um pela iniciativa, conseguimos bem nos unir como grupo!

Olá, eu sou a Nana do JamE Brasil e eu queria saber se vocês podem apresentar um grupo para a gente, falar quais tipos de música eles vão cantar sendo um grupo idol e o que eles pretendem alcançar com esse público.

Vamos cantar anisongs e dançar músicas de k-pop. A gente pretende animar bastante a galera daqui do Anime Friends de modo que todos nós possamos voltar mais vezes aqui. Ah, e também seria bom se todos nós pudermos rodar o mundo com essa união pelos animes.

É uma pergunta bem simples e um elogio, eu adorei a vestimenta de vocês, todos são muito estilosos e eu quero sabe se vocês trazem um pouco da personalidade de vocês no seu figurino? Como é esse processo?

A Akino do bless4, a nossa produtora, se reuniu com todo mundo e nos ajudou a pensar em algo que combinasse mais com o estilo e o tipo de corpo de cada um.

Eu sou a membra do Brasil, uma membra intermediária do grupo e cada um de nós tem um estilo diferente, de acordo com nossas personalidades. No caso eu sou uma rapper, então eu trago um pouco da minha personalidade, da cultura do rap daqui do Brasil.

Como o nosso público é mais voltado para o k-pop, eu queria perguntar quais artistas do k-pop e do j-pop inspiraram vocês.

Oi, Momo falando! Para essa apresentação nós estamos usando músicas de One Piece e Kimetsu no Yaiba e no geral nós olhamos quais músicas eram mais curtidas pelo público no geral, para que nesse show nós possamos botar a galera pra cantar com a gente as músicas que elas mais gostam.

Como vocês são um grupo grande, formado por dois quartetos e cada um teve de se inscrever para as audições, eu queria saber se vocês vêm de partes distintas do Japão, ou se todo mundo é da mesma região, tem alguém que veio de longe de Tokyo?

Coco: Eu ia para os ensaios de Shizuoka, onde eu moro. Toda vez que tinha ensaio eu pegava o trem e o trem-bala, o que era bem desgastante! Às vezes eu tive que passar a noite fora e voltar dos ensaios pela manhã.

Para vocês o que é mais difícil? Cantar ou dançar?

Acho que cantar, principalmente cantar com emoção

Eu acho dançar mais difícil. Lembrar os movimentos e fazer com que eles fiquem legais é um pouco difícil.

Eu também acho dançar um pouco mais difícil. Quando eu vejo os vídeos com todo mundo dançando, eu tenho alguma dificuldade em lembrar o que é pra fazer.

Também acho, mas nós temos um ótimo dançarino aqui entre nós que nos ajuda muito e é por causa dele que podemos nos apresentar hoje.

Pra mim o mais difícil é cantar. Pra atingir notas mais altas, requer uma técnica vocal mais específica. Dança ainda requer muito tempo, mas para mim cantar é mais difícil.

Para mim cantar e dançar não é difícil, eu amo fazer os dois! Eu sempre me envolvi com música, sempre amei cantar e dançar e quando fazemos isso em grupo a gente sente um ao outro e coisas fluem de tão divertidas!

Oi, aqui é o Konta! Pra mim cantar é mais difícil. Eu danço já fazem uns quinze anos, em festivais de dança e batalhas de dança. Foi com esse projeto que eu comecei a tentar cantar porque quis tentar coisas novas pra passar essas emoções no palco!

Apesar de parecer fofa, eu levo isso tudo bem a sério, então é bem difícil para mim poder cantar de um jeito bem expressivo!

Eu sou um dançarino profissional, então eu me sinto bem confortável dançando, pra mim é sempre algo divertido. Eu também amo cantar, mas cantar músicas de k-pop e anisong é um pouco difícil, mas eu gosto muito de poder soar bacana fazendo ambos! *risos*

O que vocês esperam ou da plateia? O brasileiro tem essa fama lá fora de ser meio agitado e eu queria saber se vocês já tiveram algum contato antes ou tudo ainda é novo?

É minha primeira vez não só no Brasil como no exterior. Estou bem ansiosa mas eu amei a gentileza das pessoas daqui, dizendo “obrigada” com um sorriso no rosto e isso me deixava bem emocionada! Estamos bem ansiosos pelos palcos!

Depois dessa coletiva, o AIP pôde se apresentar pela primeira vez como grupo no palco principal do Anime Friends e no palco K-Pop. Passado esse tempo, pudemos não só voltar para uma conversa depois dessa experiência inédita no Brasil, como pudemos conversar rapidinho com os irmãos do bless4, que apesar de estarem bastante ocupados pra lá e pra cá tomando conta dessa meninada, toparam um breve papo antes do pessoal do AIP voltar para mais uma coletiva! Depois de uns dez minutos, voltamos com o AIP para saber mais sobre eles e sobre suas impressões durante o show!

Vocês se apresentaram pela primeira vez como grupo e uma das graças de fazer show é que nem tudo sai como a gente espera. Eu quero saber de um de vocês como é gerenciar as emoções no palco no calor do momento?

Oi, eu sou Momo! Cada vez que eu ficava aflita ou nervosa, eu observava os outros membros e o quanto eles estavam se esforçando. Nem sempre vai estar tudo bem, mas ajuda a ficar de pé ver o quanto que seu colega está dando de si na apresentação.

E vocês se apresentaram em dois palcos diferentes, o Palco Principal e o Palco K-Pop, onde o pessoal de lá valoriza muito a dança. E eu queria saber de algum de vocês quais impressões que vocês tiveram dos dois palcos, ou se a impressão foi a mesma.

Na hora de se apresentar no Palco Principal, eu senti mais a vontade de passar nossos sorrisos e a nossa paixão desde às pessoas que estavam à frente até quem estava lá atrás, enquanto que no Palco K-Pop, como todo mundo estava mais perto da gente, me passou mais a vontade de cantar e dançar de um jeito que me deixasse maneiro no palco. *risos*

O que vocês evitam fazer antes de uma apresentação?

O gente, eu sou a Nívea! Bem, o que eu evito fazer antes da apresentação é comer, porque na primeira apresentação que eu tive com o grupo eu acabei vomitando. Fui comer rápido uns cinco minutos antes de subir no palco aí eu tive que fazer um negócio que puxou a barriga e ele pulou por cima de mim, e aí quando eu saí do palco… *risos*

Oi, eu sou a Vitória e a minha pergunta é qual o ritual de vocês antes de entrar no palco?

Além de desejar boa sorte para todo mundo como de costume, a gente procurar revisar nossa coreografia até o último momento antes de subir ao palco!

Qual a mensagem que vocês querem passar para o público em geral?

Olá, eu sou o Daiki! A mensagem que eu quero passar é que trabalhar com música e poder ajudar nisso com todos é algo bastante divertido.

Nós queremos nos difundir! Eu sou Miki! A gente quer ficar famoso sim, mas também queremos nos comunicar com os animes, e dar um sorriso para as pessoas! E isso também nas nossas redes sociais, sigam a gente lá! *risos*


O SUCO deseja do fundo do coração todo o sucesso para essa rapaziada! Que o Brasil seja um degrau na escalada da carreira de cada um dos nove participantes do AIP que brilharam no Anime Friends 2023!

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Tóquio foi sede das finais de eFootball Championship Open

eFootball Championship Open
Imagem Divulgação

No ultimo final de semana, dias 22 e 23 de julho, Tóquio recebeu os melhores jogadores mobiles e de console de eFootball, o antigo PES, da Konami. Assim, após meses de torneio, foi o momento de sagrar os campeões do eFootball Champioship Open.

Após rodadas elevatórias, El_Mysterio e UDI foram consagrados como campeões mundiais na categoria dispositivo mobile e console, respectivamente. Com isso, ambos levaram para cada uma premiação no valor de US$ 10.000,00.

No entanto, o  destaque fica para o campeão brasileiro El_Mysterio. É isso mesmo, o Brasil estava na competição e mostramos que a bola redonda ainda doutrina. Então após o título El_Mysterio comentou:

Estou super emocionado, não acredito nisso. Eu estava pensando em tantas coisas diferentes no momento. Na disputa de pênaltis, tive que pensar onde chutar, onde defender, felizmente funcionou bem para mim e agora sou o campeão!

Então, ficou curioso sobre o competitivo de eFootbal?! Pois confira o eFootball Championship Open no evento de eSports universal da KONAMI sobre o título eFootball. Começando com um evento de qualificação no jogo em fevereiro, usuários de todo o mundo e de todos os padrões podem participar e subir nas classificações locais por meio das quatro rodadas principais de qualificação.

Se eles estiverem entre os melhores em sua região e categoria, enfrentarão os qualificadores online. A partir deste ponto, você ganha os 8 melhores jogadores da categoria mobile e os 16 melhores do console.

Esses jogadores avançam para as finais mundiais do eFootball Championship Open. E ai? está pronto para começar sua caminhada a glória?

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