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DEVILOOF anuncia turnê na America Latina!

DEVILOOF, perfil
DEVILOOF, perfil

A banda japonesa de rock e visual kei DEVILOOF anunciou que vai realizar uma pequena turnê na América Latina em 2024. Sendo assim, a turnê “DEVILOOF Latin America Tour 2024” irá para a Cidade do México (México), Santiago (Chile) e São Paulo (Brasil).

Confira a das datas de cada local no pôster oficial da turnê, presente nas redes sociais da banda!

DEVILOOF, divulgação
DEVILOOF, divulgação

Maiores informações, como venda de ingressos e detalhes do evento devem chegar em breve. Portanto, fiquem atentos nas redes sociais da banda!

SOBRE O DEVILOOF

DEVILOOF, perfil
DEVILOOF, perfil

DEVILOOF é uma banda japonesa de visual kei que incorpora características do death metal e outras formas de metal extremo. Ela nasceu no final de 2015 pelo vocalista Keisuke, o baixista Daiki e o baterista Hiroto, que nas palavras deles, surgiu com a intenção de ser”a banda mais brutal e violenta do visual kei”.

Então, DEVILOOF tem um estilo visual por vezes descrito como “chamativo e super agressivo” que atrai a atenção tanto no Japão, quanto do mundo. O estilo musical da banda tem como fortes influências bandas de visual kei japonesas como X JapanDir en grey e Gamma Ray, além da banda Megadeth e até mesmo Elvis Presley. Ainda, a estética musical do grupo tem características abundantes do deathcore, brutal death metal, grindcore e também power metal.

Além disso, o grupo tinha visibilidade na cena underground por seus primeiros trabalhos. O seu álbum de estreia “Devil’s Proof” conta com faixas com voz limpa e composições mais melódicas, que começam a ganhar espaço nos trabalhos do DEVILOOF.

Enfim, DEVILOOF ganhou certa popularidade internacional em 2019 quando o YouTuber Jared Dines publicou um vídeo com elogios a banda em seu canal com mais de 1,78 milhões de inscritos, em especial a música GOUZINZANGOKU. No final do ano de 2018, a banda foi ranqueada em 4º lugar no ranking de artistas visual kei da JRock News.

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YOSHIKI revela capa de seu novo single na Anime Expo em Los Angeles!

Yoshitaka Amano e YOSHIKI
Yoshitaka Amano e YOSHIKI

No dia 02 de julho, YOSHIKI (X JAPAN & THE LAST ROCKSTARS), surpreendeu seus fãs na Anime Expo em Los Angeles. Isso porque no evento o astro japonês se apresentou ao lado do também renomado Yoshitaka Amano!

Nesse contexto, YOSHIKI e Amano revelaram a capa do novo single de YOSHIKI, “REQUIEM”. Assim, a música, autoria de YOSHIKI após a morte de sua mãe, é a peça central da turnê “Yoshiki Classical World Tour with Orchestra 2023 ‘REQUIEM”!

YOSHIKI - Requiem .jpeg
YOSHIKI – Requiem .jpeg

Além disso, os dois ícones do entretenimento japonês trabalharam em segredo na colaboração. Portanto, exibiram a arte pela primeira vez na Anime Expo, o maior evento mundial de anime e cultura japonesa fora do Japão.

Amano é conhecido pelos fãs de anime e videogame em todo o mundo por suas ilustrações e designs para as séries Final Fantasy, Vampire Hunter D, Gatchaman e Casshern, entre muitos outros.

Enquanto isso, YOSHIKI foi o “Convidado de Honra” na Anime Expo deste ano. Ainda, ele revelou detalhes sobre seus próximos projetos e respondeu a perguntas de fãs que viajaram de todo o mundo para vê-lo ao vivo.

Yoshitaka Amano e YOSHIKI - Anime Expo Los Angeles
Yoshitaka Amano e YOSHIKI – Anime Expo Los Angeles

Então, a tão esperada turnê mundial clássica de YOSHIKI em 2023 inclui shows no Tokyo Garden Theatre (Tóquio), Royal Albert Hall (Londres), Dolby Theatre (L.A.) e Carnegie Hall (Nova York). Inclusive, esta turnê será a primeira vez que um artista japonês solo será a atração principal de todos esses locais históricos.

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BUCK-TICK | Especial “Dia do Rock”

BUCK-TICK
Imagem Divulgação

Sobre BUCK-TICK, um pilar do visual rock

Com mais de trinta anos de carreira e um sem-fim de artistas por eles influenciados, BUCK-TICK é uma das bandas mais famosas dentro e fora do Japão. Afinal, seu som mudou consistentemente com o passar dos anos, nunca ficando preso num estilo. Ainda é possível traçar um fio condutor nas melodias que mantém um tom simples, sem super elaborações, riffs complexos ou coisa do tipo. Ao invés disso, o BUCK-TICK optou por arranjos memoráveis, que moram fácil no cantarolar de quem os ouve.

A ideia aqui é apresentar o som da banda. Existem fãs e fãs, cada tipo optando por um enfoque seu. Alguns tem um conhecimento enciclopédico dos seus artistas favoritos, com entrevistas em revistas e na televisão, causos, curiosidades e, por que não, fofocas mesmo.

Certo, existe sim um mérito de ser fã e querer saber tudo sobre a vida de seu artista favorito, pelo menos dentro dos seus devidos limites. Porém, este texto e seu autor são um tanto obcecados com música e música apenas, infelizmente. O lado bom é que para os recém-chegados, creio que essa apresentação será das mais diretas possíveis.

COMEÇANDO PELO INÍCIO

Primeiro, BUCK-TICK começou em 1983, com um grupo de amigos de ensino médio que resolveu aprender a tocar e a fazer música do zero. Por quase dois anos a banda ficou com o nome de Hinan Go-Go e contava com os guitarristas Imai Hisashi e Hidehiko Hoshino, o baixista Yuta e o então baterista Atsushi Sakurai, com Akira assumindo os vocais.

Então, terminando a escola em 1985, a banda começou a levar suas atividades mais a sério. É nesse momento em que Akira se despede da banda e Sakurai assume os vocais. Assim, Yagami Toll, irmão mais velho de Yuta, entra como baterista e o BUCK-TICK passou a ter a sua mesma e ininterrupta formação nos últimos 35 anos.

Nesses 35 anos de banda, podemos dividir grosseiramente e de forma bastante arbitrária o estilo músical da banda em quatro fases. Portanto, a primeira vai até 1989, a segunda pega os anos de 1990 até 1997, a terceira, bem breve, pega os anos de 1998 até 2000 e a última pega do novo milênio até hoje,

A FASE BOOWY (1983 – 1989)

Bom, nos primeiros anos de banda, o BUCK-TICK seguia um estilo de rock bem próprios dos anos 80 japoneses. Ou seja, guitarras usando e abusando de efeito chorus como se não houvesse amanhã. Quem tiver curiosidade de saber melhor ouvindo, temos festivais de banda inteiros por aí dando ótimos exemplos.

Porém, se existe uma banda que é ícone dessa década e que atravessou o Japão tanto quanto o X Japan, mas à sua maneira, essa banda foi o BOOWY. Afinal, as composições do BOOWY eram o norte de quem queria formar uma banda de rock naquele tempo. Por isso é possível perceber alguma semelhança aqui e ali com o que o BUCK-TICK compôs nesses anos. Até certo trejeito do Imai Hisashi, que gosta até hoje de dançar tocando guitarra, é possível de ver um paralelo com as dancinhas do Tomoyasu Hotei, guitarrista do BOOWY.

No entanto, apesar das fortes semelhanças, é um engano enxergar essa época como um tempo de covers. Desde seu álbum de estreia, Hurry Up Mode, temos tanto composições marcantes pendendo para o punk, como Plastic Syndrome e Moon Light e composições que já mostravam um talento para melodias únicas, como Telephone Murder e Fly High. Os primeiros anos da banda pegam discos como Sexual XXX, Seventh Heaven até Taboo, que tem Just One More Kiss como um dos hinos da banda até hoje.

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Imagem Divulgação

Visual

Apesar dos cabelos espetados para o alto, loiros e cheios de laquê (razão de pânico pra Chichi) e de BUCK-TICK ser de imensa relevância no movimento visual kei Japão afora, a banda nunca adotou o estilo para si.

É uma distinção bem difícil de ser feita às vezes, mas nem toda banda estetizada será uma banda visual kei, apesar de toda banda visual kei ter um forte apelo estético.

“Onde está a diferença então?”, alguém poderia me perguntar com todo o direito do mundo. E a resposta, complicadíssima, caberia em outra matéria. Só importa dizer aqui que BUCK-TICK não é visual kei tão somente porque é uma banda experimental demais para se permitir um rótulo, como é nítido na sua próxima fase.

A FASE DE OURO  (1990 – 1996)

O nome é brega, manjado até. Porém, se uso ele aqui é porque, sem sombra de dúvida, os anos 1990 até 1996 compõe a identidade musical pela qual a banda ficou conhecida até os dias de hoje. Afinal de contas, a primeira música que vem à cabeça quando falamos em BUCK-TICK é justamente ela, Dress, de 1993.

Será que foi o impacto da prisão do guitarrista Imai Hisaishi por posse de drogas em 1989? Fato é que depois de Taboo a banda mudou consideravelmente e Aku no Hana mostaria um lado inédito da banda. Dessa fase, Kurutta Taiyou é o lançamento que mais se destaca da banda, sendo provavelmente o melhor álbum já lançado até hoje, com pérolas como Speed, My Funny Valentine, Jupiter e Sakura.

Seguindo esse clima reformado, BUCK-TICK lançou um álbum de músicas regravadas, Koroshi no Shirabe. Ele tem versões inéditas de músicas mais antigas como Taboo, Hyper Love, Victims of Love e Love Me.

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Imagem Divulgação

Dress acabou de ser mencionada como a música mais famosa do BUCK-TICK. No entanto, surpreendentemente o álbum em que ela aparece, o darker than darkness parece ser tão, mas tão experimental, que sua popularidade ficou bem de escanteio. Mesmo assim, Ao no Sekai é uma música que se destaca no lançamento, até por ser talvez a única música lançada com slaps no baixo.

Na última parte dessa fase, o BUCK-TICK se voltou para um som mais cru, com menos uso de sintetizadores e voltando-se mais aos próprios instrumentos. Six/Nine é lançado em 1995, com músicas mais simples como Uta, Kodou e Kick. Em 1996 a banda lança  Candy, cujo clipe foi dirigido por Tomo Furukawa, vocalista da banda Guniw Tools.

Além disso, a semelhança fortíssima do estilo do clipe de Candy com os clipes do Guniw Tools exacerbam essa colaboração. No mesmo ano é lançado o álbum Cosmos, cuja música de mesmo nome e Ash-ra se destacam. Nesse disco, a banda começa a dar mais uma guinada em seu som antes de se estabelecer de vez.

A FASE TECHNO  (1997 – 1998)

Essa fase está mais para um momento do que uma fase própriamente dita. De qualquer forma, o lançamento de single Heroin com o álbum Sexy Stream Liner logo em seguida marca um momento tão distinto na história do BUCK-TICK que soa estranho não fazer esse marco. Durou pouco, até 1999. Mesmo Gessekai, de 1998, tendo um pouco mais do som de costume da banda, a tônica mais voltada para o eletrônico nesses dois anos é bem forte.

Desse tempo, as músicas que mais se destacam é a já mencionada Heroin, Kimi ga Shindara, Sasayaki e Gessekai. Essa última sendo a primeira música da banda a virar abertura do anime Nightwalker. Inclusive, talvez seja a abertura com a maior cara de encerramento que temos por aí.

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Imagem Divulgação

De 1999 em diante, o BUCK-TICK finca os pés num estilo mais confortável, ainda que aberto a experimentos aqui e ali.

A CONSOLIDAÇÃO (1999 ATÉ HOJE)

Na virada do milênio, aproveitando quase duas décadas ativas e criado um nome próprio nos anos 90, o BUCK-TICK entrou nos anos 2000 mais estabilizado. O som que a banda cria a partir de Miu não fica muito além de um mesmo eixo, mas ela ainda não ficará tão monótona quanto nos lançamentos da primeira década de 2010.

Assim, nos anos 2000 a banda flertará com estilos mais extravagantes, como o tango, o bolero e até as músicas de cunho circense como no álbum Juusan Kai wa Gekko, lançamento este acompanhado de shows mais elaborados.

É nessa época que bombam outras músicas da banda em aberturas e encerramentos de anime. Dress é usada na abertura de Trinity Blood (2005), Kagerou aparece como o segundo encerramento de xxx Holic (2008) e Gekka Reijin encerra mais outro anime, Shiki, de 2010.

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Imagem Divulgação

Detalhes à parte, álbuns que vão desde ONE LIFE, ONE DEATH e Tenshi no Revolver, até Razzle Dazzle, Yume Miru Uchuu e Abracadabra mostram que os últimos vinte anos do BUCK-TICK apresentam o lado de uma banda já bem consolidada que sentiu ter feito tudo o que quis fazer.

Isso pode ter significado em algum ponto uma certa estagnação em álbuns menos notáveis como Atom Mirai wa Nº9 e Nº.0? Pode até ser. Porém, não se pode subestimar o gênio criativo de uma banda com mais de trinta anos de carreira. Então, Izora, lançado agora em 2023, prova que o BUCK-TICK sempre terá onde nos surpreender, dando clipes sensacionais como Mugen Loop.

CONCLUSÃO: UM TOP 3 PARA OS AMIGOS

Então, pra deixar a coisa toda ainda bem mastigada, concluo com a próxima frase. Se você precisa de três álbuns para apresentar BUCK-TICK a alguém, a minha fórmula seria: Aku no Hana, Kurutta Taiyou e ONE LIFE, ONE DEATH. Afinal, são três cd’s que resumem bastante a essência do som da banda. E de quebra, se a pessoa tiver gostado do que ouviu, a recomendação aqui de ouvir o novo álbum Izora permanece firme e forte. Se essa matéria está sendo publicada agora, é justamente pela grata surpresa de ver que BUCK-TICK continua vivinha como sempre.

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Burnout Syndromes | Suco Apresenta

Burnout+Syndromes
Imagem Divulgação

Formada há quase vinte anos pelos membros Ishikawa (baixista), Kazuumi (guitarra e vocal) e Takuya (bateria), Burnout Syndromes é uma banda japonesa que mescla o rock alternativo com elementos de rock industrial, power pop, hip-hop e muito mais. Mundialmente conhecido pelas participações em trilhas sonoras de animes de sucesso, o trio segue conquistando uma legião de fãs ao redor do globo. E você, já é fã de Burnout Syndromes? No Suco Apresenta de hoje, a gente te conta mais sobre a origem e trajetória deste grupo importantíssimo na cena do rock japonês.

Do “terceirão” para a vida 

Brincadeiras à parte, é fato que o Burnout Syndromes começou através dos contatos que Ishikawa, membro fundador do grupo, estabeleceu ao longo de seus anos de escola. Porém, os membros da banda já se conheciam bem antes do ensino médio, sabia? 

Em 2005, Ishikawa convidou Kazuumi, que foi seu colega de classe durante o ensino fundamental, para fazer parte de uma banda. Pouco tempo depois, ainda no mesmo ano, Takuya, que também conhecia Ishikawa pelo ambiente escolar, passou a ser integrante da Burnout Syndromes como baterista.

Inicialmente, o objetivo era chamar a atenção das meninas durante uma apresentação em um festival promovido pela própria escola. Para adolescentes, esse é um motivo nobre, certo? Acontece que, por conta de um surto de gripe, o evento foi cancelado. Entretanto, a motivação para deslanchar com a banda permaneceu, fazendo com que o trio seguisse trabalhando arduamente para atingir um nível profissional e ganhar destaque na cena do j-rock. 

Demorou, mas debutou!

Mesmo tendo surgido em 2005, o debut do Burnout Syndromes demorou para acontecer. Antes disso, em 2010, eles ganharam o segundo Grand Prix de Senkou Rionette, uma competição para bandas adolescentes realizada pela TOKYO FM. Mas foi apenas em 2016, depois de quase dez anos de ensaios, persistência e muitos outros concursos musicais, que a banda lançou FLY HIGH!!, seu primeiro single, recebido como hit imediato. 

Antes do primeiro lançamento, o som do trio não era dos mais populares entre o público. Porém, depois de explorar o potencial em influências como techno, hip-hop e folk, a banda pareceu encontrar uma sonoridade que encaixasse perfeitamente com a sua personalidade e as expectativas dos ouvintes. Assim, através de letras poéticas e pela valorização da sonoridade japonesa em meio às influências internacionais, Burnout Syndromes conquistou espaço como uma das bandas mais adoradas da j-music. 

Sucesso nas trilhas de anime

A fama mundial chegou para Burnout Syndromes com FLY HIGH, mencionada anteriormente, escolhida como abertura para a segunda temporada do anime Haikyu!!

Outra parceria de sucesso com o mesmo anime veio alguns anos depois, com o lançamento de Phoenix, como tema da quarta temporada. A canção garantiu novos fãs ao redor do mundo para o grupo, além de uma nomeação na categoria Best Opening no Crunchyroll Anime Awards de 2020.

Além destas, Burnout Syndromes possui outras faixas que foram temas de animes como Dr. Stone, Those Snow White Notes e Gintama, mundialmente famosos. Esse fator impulsionou o crescimento acelerado da popularidade da banda para além do Japão, fazendo com que, em pouco tempo, Ishikawa, Kazuumi e Takuya atingissem o patamar de verdadeiros astros do rock em diversos países. Confira algumas de suas anisongs mais famosas a seguir: 

Good Morning WorldDr. Stone

GinsekaiMashiro no Oto (2ª abertura)
Hikare AreHaikyuu (5ª abertura)

Em 2020, o Burnout Syndromes produziu, em parceria com o anime Super HxEros, um artista virtual exclusivo, nomeado HXEROS SYNDROMES. Além disso, compuseram Wake Up H×ERO!, faixa de abertura da animação.

Burnout Syndromes no Brasil 

Quem está por dentro das atrações do Anime Friends, evento que ocorre ainda nesta semana, já sabe que a banda é uma das atrações internacionais confirmadas da edição de 2023. 

Pela primeira vez no Brasil, o grupo deve se apresentar no sábado (15), no palco principal do AF. Ainda não garantiu o seu ingresso? Corre, que ainda dá tempo! Existem entradas disponíveis no site oficial da Ticket 360, responsável pelas vendas online do evento. 

COMPRE AQUI

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OXENFREE II: Lost Signals | Review

OXENFREE II: Lost Signals review
Imagem Divulgação

Antes de jogar OXENFREE II: Lost Signals fiz o exercício de “rejogar” o primeiro título e digo que a diferença é da água para o vinho. A Night School Studio e o diretor do jogo, Bryan Cannon, apresentam novidades interessantes no gameplay e amadurecimento narrativo notáveis.

Enredo de OXENFREE II

Riley (Elizabeth Saydah) caminha pela pacata Costa Camena, cidade onde nasceu, para realizar um trabalho simples. Entretanto, estamos falando de OXENFREE e, como o primeiro jogo, um misterioso portal de espaço-tempo é aberto assim que ela e Jacob (Joe Bianco) terminam o que foi pedido.

Lá vai o jogador tentar fechar outro portal, mas, mesmo com a mesma premissa, Lost Signals parece diferente: seu desenvolvimento é lento e diversas camadas dos personagens vêm à superfície de forma orgânica. Os diálogos entre Riley e Jacob apresentam o passado, medos e sonhos deles e isso contrasta com a idade e crise pessoal dos personagens.

O portal aberto força a protagonista a vivenciar o passado e o futuro, mostrando o impacto de suas escolhas. É fácil encontrar obras que usem o espaço-tempo para isso, mas OXENFREE fez antes que fosse legal, então mérito para a equipe.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

A narrativa não é tão intensa como a do primeiro jogo, com um grupo de adolescentes com nervos a flor da pele. Entretanto, mostra amadurecimento do universo onde se passa a história — talvez não agrade os jogadores que buscam a tensão caótica do primeiro.

Dublagem

É impossível falar de OXENFREE sem mencionar a dublagem, pois assim como o primeiro jogo, o segundo mantém o mesmo nível. Fluidez e naturalidade evidenciam o excelente trabalho de direção de Bryan Cannon em conduzir os atores.

Não há interrupções, mesmo quando o jogador entra em uma tela de carregamento ou interage com algo do cenário. Os personagens simplesmente voltam ao tema em seguida e com todas essas características, ouso dizer: está no mesmo nível de gigantes como The Last of Us Part II, Uncharted 4 ou Death Stranding.

OXENFREE II encanta visualmente

Heather Gross, líder de arte da Night School Studios, junto com Beverly Chain, Alex Chavez, Daniel Garcia e toda a equipe de arte responsável pelo jogo não merecem só palmas, mas o Tocantins inteiro — sim, eu meti essa.

Em nenhum momento o visual de OXENFREE deixa a peteca cair e o jogo é um deleite visual. Montanha, caverna, praia, igreja e até o estacionamento parece sair de um delicioso sonho, daqueles que não queremos acordar.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

O estilo de arte e animação feitos à mão, usando técnicas de aquarela, destacam o game na indústria e vale a pena conferir como foi o processo da criação da estética da franquia.

Além do encanto pelo visual do jogo, OXENFREE fica mais interessante quando distorce a apresentação. Existem cenários em que o jogo fica na diagonal e confunde o jogador. Perfeito para um jogo de mistério e ficção científica.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

OXENFREE II passa por melhorias necessárias

Jogar o primeiro título e, em seguida, o segundo foi o melhor exercício para escrever esse texto. Afinal, sete anos se passaram desde OXENFREE e é perceptível que o jogo tinha animação rígida e faltava variedade de quebra-cabeças.

Quebra-cabeças

Lost Signals não força o jogador a utilizar tanto o walkie-talkie, que era principal ferramenta para solucionar puzzles. Máquinas, exploração e interação com o cenário ou simplesmente o diálogo são usados para melhorar a experiência.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

E, claro, nos principais momentos dramáticos da narrativa o walkie-talkie, marca registrada do game, volta a tomar protagonismo.

Navegação

A Night School Studio verticaliza o game apresentando as cordas de escalada. Como o jogo exige muitas idas e vindas pelo mapa, uma vez que você instala o equipamento cria atalhos que encurtam distâncias.

Essa escolha é outro grande avanço do primeiro jogo que exigia que você apenas andasse ou escalasse.

OXENFREE II: Lost Signals review
Divulgação: Suco de Mangá

Além da corda de escalada, o mapa interativo é a cereja do bolo na navegação do jogo. Você vê as anotações da personagem sobre as missões e pode dar zoom para ver com detalhes a direção até o próximo objetivo.

Veredito

OXENFREE II: Lost Signals é um daqueles casos em que o segundo jogo é tão bom quanto, ou talvez melhor, que o primeiro. Assim, a Night School Studio melhorou exatamente o que tinha que ser melhorado e entregou uma experiência com perfeito balanceamento entre gameplay, narrativa e estética.

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Kwai celebra Mês do Anime com conteúdos e parcerias com Anime Friends e PerifaCon

perifacon anime kwai
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O mês de julho reúne grandes eventos para os fãs de cultura geek, e o Kwai, app de compartilhamento de vídeos curtos, criou o Mês do Anime para celebrar uma arte em especial: os animes, as animações de origem japonesa que se popularizaram no mundo inteiro.

A plataforma trará diversos conteúdos sobre o tema e estará presente em dois dos maiores eventos de anime do país: o Anime Friends, que ocorre de 13 a 16 de julho no Anhembi, em São Paulo, e a PerifaCon, maior convenção de cultura nerd das favelas, marcada para o dia 30 de julho, no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, também em São Paulo.

Uma página especial no app reúne todos os conteúdos exclusivos sobre anime e detalhes sobre os eventos: por lá é possível se programar para ver lives exclusivas, além de curtir filtros, participar de desafios e se entreter com muitos vídeos sobre o assunto.

No Anime Friends, que comemora 20 anos em 2023, é a primeira vez que uma primeira plataforma digital apoia o evento. Além de ativações in loco, como proporcionar a tradição das famosas plaquinhas (presentes no evento desde 2003), quem não poderá comparecer ao evento terá a chance de conferir o que estará rolando no Anhembi pelo Kwai: nos quatro dias, o Kwai fará lives cobrindo o tradicional Concurso de Cosplay que agita a feira. As lives começam às 17h na quinta e sexta-feira (dias 13 e 14/07), às 16h no sábado (dia 15) e às 15h no domingo (dia 16).

Já sobre a PerifaCon, o Kwai estará presente no dia 30 de julho, acompanhando os artistas, painéis e o concurso de cosplay, outra tradição da conferência, que será transmitido ao vivo no app.

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FLOW | Entre na onda e conheça o fenômeno das anisongs

FLOW
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FLOW já é um nome conhecido entre os fãs de música japonesa e, principalmente, entre os amantes de anime. Formado por Kohshi (vocal), Keigo (vocal), Take (guitarra), Got’s (baixo) e Iwasaki (bateria), o grupo lançou diversas músicas que marcaram gerações. Quer conhecer mais sobre uma das bandas mais importantes no mundo das anisongs? Vem, que o Suco te apresenta! 

Como nasceu o FLOW 

Pelo menos uma vez na vida, todos nós já tivemos o desejo de sermos como nossos ídolos. A diferença é que, para o jovem Kohshi Asakawa de 30 anos atrás, essa vontade não ficaria apenas no mundo das ideias. Foi assim que, em 1993, a história de FLOW começou a ser escrita. 

Inspirado pela famosa banda X Japan, Kohshi decidiu que gostaria de ser um grande guitarrista. Por isso, juntou suas economias, comprou uma guitarra e, ao lado de Take, seu irmão mais novo, levou sua admiração pelo guitarrista Hide, parte da X Japan, para um outro nível.

Juntos, eles faziam cover de Hide e PATA, membros da X Japan e, naquele mesmo ano, convidaram um vizinho que também era fã da banda. Em busca do estrelato, passaram a fazer apresentações em uma pequena casa de shows no Japão. Já com o nome de WYBURN, o trio conquistou um público fiel, disposto a quebrar objetos e fazer algazarra quando as apresentações chegavam ao fim. Por esse motivo, WYBURN foi proibido de continuar a tocar no local, precisando apelar para shows nas ruas da cidade. 

Ao longo dos anos, a banda foi aprimorando suas habilidades e buscando um novo caminho para seu som. A decisão de deixar de ser um grupo cover para começar a focar nas músicas originais veio com o hiato da X Japan, além da morte de Hide, principal inspiração de Kohshi. 

Com a mudança de identidade, veio também a alteração no nome da banda. E então, já em 1998, a WYBURN passou a ser Pinking. Porém, no mesmo ano, o nome do grupo sofreu uma nova mudança, pensando na forte influência do hip-hop nas novas composições de Kohshi. Foi assim que, pensando na ideia de movimento, a banda adotou o nome de FLOW.

Ainda em 1998, Keigo Hayashi tornou-se vocalista convidado do grupo e, um ano depois, foi escolhido como membro fixo da Pinking. Além disso, ainda em 1999, o quarteto faz uma nova adição em sua equipe, convidando Got’s para ser o baixista. Foi somente em 2000, com a entrada de Iwasaki, que a banda ficou completa. 

A união faz a força

Se você parar para analisar a trajetória de FLOW, vai perceber que as coisas só deram certo porque todo mundo trabalhou junto em busca de um bem maior. A primeira demo-tape, por exemplo, foi um grande sucesso por conta do empenho de um amigo que ajudou no marketing. Integrantes como Got’s e Iwasaki, só cruzaram o caminho de FLOW através da iniciativa dos membros em procurar novos lugares para tocar e expandir seu público. Desde o início, a banda lutou com unhas e dentes para dar certo – e deu!

No ano de 2000, FLOW começou a vender seu primeiro tape original, que contava com 6 faixas. Desde então, a banda vivenciou uma ascensão bombástica e, atualmente, é considerada uma das bandas mais influentes da história do pop rock japonês. 

De Flow #0 a Naruto

Em 2001, FLOW lançou, de forma independente, seu primeiro maxi single, intitulado Flow #0. No ano seguinte, o grupo lançou mais dois mini-álbuns, seguidos por Okuru Kotoba, primeiro single cover, em janeiro de 2003, garantindo um lugarzinho na parada indie da Oricon por SETE semanas consecutivas, além da sexta posição na parada geral de singles. Nada mal, né?

Ainda em 2003, o mundo recebeu Splash!!!, primeiro álbum completo do Flow, que conquistou, mais uma vez, lugar de destaque na parada de álbuns da Oricon. Porém, o sucesso chegou para valer em abril de 2004, com o lançamento da música GO!!!, tema da quarta abertura de Naruto

Num piscar de olhos, GO!!! já era um hit. O resultado foi tão positivo que, pouco tempo depois, a banda divulgou Days, para Eureka Seven

Outros sucessos de FLOW nas telinhas 

Depois do estouro em Naruto, ano após ano, FLOW passou a lançar diversas parcerias de sucesso para trilhas de animes e jogos. A seguir, você confere uma lista com 5 canções que merecem destaque: 

1 –  Hero, em Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses
2 – Sign, em Naruto Shippuden
3 – Colors, em Code Geass
4 – Hey!!!, em Beelzebub 
5 – 7 -seven- (feat. GRANRODEO), em The Seven Deadly Sins

FLOW no Brasil 

O Anime Friends promete emocionar em sua vigésima edição, que acontece já nesta semana. Durante os dias 13 e 16 de julho, o evento receberá grandes nomes da música japonesa, além de diversas outras atrações super divertidas.

 Para fechar a festança com chave de ouro, FLOW é presença confirmada nos palcos do dia 16. A banda já fez uma apresentação no último domingo (9), no evento Sana, sediado no Ceará. 

Não dá pra ficar de fora dessa! Clique aqui e confira os ingressos ainda disponíveis para o Anime Friends 2023. Já garantiu seu ingresso? Conta pra gente qual sucesso do FLOW você está mais ansioso para ouvir ao vivo!

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The First Slam Dunk chega em agosto nos cinemas

The First Slam Dunk trailer filme cinema
Imagem Divulgação

Está confirmado! O filme The First Slam Dunk chega dia 03 de agosto nos cinemas brasileiros. Com duas horas de duração, o filme é uma produção Toei Animation e Dandelion Animation Studio. Além disso, Takehiko Inoue, mangaká da obra original escreveu o dirigiu o longa.

The First Slam Dunk – Trailer

Sinopse: O “velocista” e armador base de Shohoku, Ryota Miyagi, sempre joga com inteligência e a velocidade de um raio, correndo em círculos ao redor de seus oponentes enquanto finge serenidade. Nascido e criado em Okinawa, Ryota tem um irmão três anos mais velhos. Seguindo os passos de seu irmão mais velho, que foi um famoso jogador local desde muito jovem, Ryota também se viciou em basquete. Em seu segundo ano do ensino médio, Ryota joga no time de basquete da escola Shohoku junto com Sakuragi, Rukawa, Akagi e Mitsui para entrar na quadra do Campeonato Nacional Interescolar. E agora, eles estão prestes a desafiar os atuais campeões, a escola Sannoh Kogyo.

INGRESSOS

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