As semifinais e finais da Elite Latinoamericana de Rainbow Six 2016 principal competição do ano de Rainbow Six Siege, da Ubisoft, vão acontecer na edição carioca do maior evento de eSports da América Latina, a Brasil Mega Arena. O campeonato vai reunir as melhores equipes do cenário para disputas de Rainbow Six Siege, game de tiro em primeira pessoa com grande potencial competitivo. Movidos por narradores e comentaristas profissionais, quatro equipes se enfrentarão no megapalco nos dias 29 e 30 de abril e 1° de maio.
Iniciaram a Elite Latinoamericana de Rainbow Six as oito melhores equipes da Liga Six e outras oito definidas por meio de um torneio classificatório. Os 16 times se enfrentaram desde 29 de março em etapas online até a definição das quatro melhores equipes – paiN Gaming, BBHost, 2Kill e Team United – que disputarão as partidas semifinais e o título da competição no palco da Brasil Mega Arena. Quem não puder comparecer ao evento no Rio de Janeiro poderá assistir às partidas ao vivo pelos canais da Ubisoft no YouTube e Azubu e da BRMA no Twitch.tv.
“Os e-Sports são estratégicos para a Ubisoft, temos um excelente título com perfil competitivo que é Rainbow Six Siege e pretendemos estimular cada vez mais o cenário de esportes eletrônicos na América Latina”, disse Marcio Soares, gerente de negócios da Ubisoft Brasil. “Estamos trabalhando duro para abrir portas a novos talentos e encontrar parceiros locais que auxiliem nesse trabalho. Esperamos que as finais presenciais da Copa Elite Latinoamericana de Rainbow Six Siege na BRMA agradem ao público e, quem sabe, ajudem a revelar ‘Neymars’ e ‘Sennas’ dos e-Sports”.
“Hoje nós somos o maior evento focado em eSports de toda a América Latina. Faz muito sentido nos unirmos às empresas como a Ubisoft que olham e incentivam o crescimento deste mercado”, afirma Felippe Corradini, dono da Brasil Mega Arena.
Além das partidas no megapalco, a Ubisoft participará do evento com um estande equipado com 10 computadores para os visitantes jogarem Rainbow Six Siege à vontade e realizará as finais do torneio 4×5 de Rainbow Six Siege, com times formados por youtubers.
Dia 1 – 29/04
Jogo 1 – Semifinal 1 – Elite Six
17:00 – Team United vs. BBHost (Melhor de 3 mapas)
Dia 2 – 30/04
Jogo 2 – Semifinal 2 – Elite Six
10:00 – paiN Gaming vs. 2Kill (Melhor de 3 mapas)
Jogo 3– Terceiro Lugar – Elite Six
14:30 – Perdedor Jogo 1 vs. Perdedor Jogo 2 (Melhor de 3 mapas)
Jogo 4 – Final Torneio 4×5 de Youtubers
16:00 – Os Batatões vs. Instinct Team (Melhor de 3 mapas)
Dia 3 – 01/05
Jogo 5 – Final Elite Six
13:00 – Vencedor Jogo 1 vs. Vencedor Jogo 2 (Melhor de 5 mapas)
Acesso VIP – R$ 500,00
– Acesso sem filas ao evento.
– Acesso a áreas exclusivas como: Espaço Youtuber, espaço jogadores, espaço streamers.
– Lugares exclusivos na frente dos palcos.
– Camiseta Oficial do Evento.
Ponto de venda sem taxa de conveniência: Theatro NET Rio
Endereço: Rua Siqueira Campos, 143 – Copacabana – Rio de Janeiro – RJ
Horário de Funcionamento: Todos os dias, das 10h às 22h.
Capitão América: Guerra Civil / Captain America: Civil War Chris Evans, Robert Downey, Jr., Sebastian Stan, Scarlett Johansson, Elizabeth Olsen Direção por Anthony Russo e Joe Russo Produzido pela Marvel Studios e distribuído pela Disney Ação – Drama Abril, 2016 147 min.
Texto por Pona
E mais uma vez me encontrei em missão especial pelo #SUCODM. Agora, para a pré-estreia de Capitão América: Guerra Civil. Ainda esta semana – provavelmente na quinta-feira – traremos a versão ‘Zona de Spoilers’, fiquem ligados!
Após um ligeiro atraso, nada que atrapalhasse ninguém – quem se importa de esperar uma hora em pé além da hora marcada? – fui agraciado com uma caixinha de achocolatado bem gelado. GRÁTIS. Definitivamente, uma melhora neste aspecto desde a minha última aventura com O Bom Dinossauro. Podia rolar uma pipoquinha também né?
Sinopse: Capitão América: Guerra Civil encontra Steve Rogers liderando o recém-formado time de Vingadores em seus esforços continuados para proteger a humanidade. Mas, depois que um novo incidente envolvendo os Vingadores resulta num dano colateral, a pressão política se levanta para instaurar um sistema de contagem liderado por um órgão governamental para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em dois campos: um liderado por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores permaneçam livres para defender a humanidade sem a interferência do governo; o outro seguindo a surpreendente decisão de Tony Stark em apoio à supervisão e contagem do governo.
Capitão América – Guerra Civil (Imagem Divulgação)
Look at your young men fighting…
Capitão América – Guerra Civil (Imagem Divulgação)
Capitão América: Guerra Civil começa com um flashback introdutório para a trama desenvolvida durante o filme. Os eventos presentes dão continuidade ao Vingadores: Era de Ultron, com a sua nova formação. O “feel” do longa é definitivamente TENSO para o padrão Marvel, com a maioria dos personagens enfrentando dilemas morais pessoais, as consequências de seus atos e o passado. COMO lidar com esses dilemas? Esta, é uma questão central no filme, que dirige toda a trama e leva ao conflito entre os personagens, e transforma Tony Stark / Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) em antagonista.
Medo e vingança são temas centrais trabalhados no filme de Anthony e Joe Russo, e ironicamente, os vingadores não são muito unidos em sua opinião a respeito do tema. Pessoalmente, eu simpatizo com o drama pessoal que Stark vive, que é agravado pelo fato de ser uma figura pública. Realmente compreendo sua posição e angústia. Mas Steve Rogers / Capitão América (Chris Evans) tem meu apoio no filme, e aparentemente não só o meu, caso contrário o filme seria “Homem de Ferro – Guerra Civil” certo?
Look at your women crying…
A Viúva Negra tem um papel interessante também. Sua personalidade é ligeiramente contrastante com seu trabalho. Sua persona espiã é completamente diferente da VERDADEIRA Natasha Romanoff, e Scarlett Johansson faz um belíssimo trabalho. Definitivamente, uma das minhas personagens favoritas dos filmes até agora, sendo uma das poucas com bom senso, cabeça fria e empatia ao mesmo tempo.
Bucky Barnes / Soldado Invernal (Sebastian Stan) com certeza tem minha simpatia porque o brother só se ferra. Sério. Lembrei até da minha vida, mas com menos desgraça. Se for para citar cenas impactantes, destaco as com Rogers, Bucky e o carro de fuga. Outro destaque, vai para Visão (Paul Bettany) que continua sensacional e Wanda Maximoff / Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) onde ela tenta se adaptar à sua nova realidade.
Capitão América – Guerra Civil (Imagem Divulgação)
Look at your young men dying…
Os pequenos alívios cômicos tradicionais ao longo do filme, ajudam a quebrar um pouco a atmosfera tensa, e sem trazer um spoiler por aqui, um novo personagem fica responsável por grande parte deles, e é um dos poucos isentos do drama envolvido no decorrer de Capitão América: Guerra Civil. A sua participação breve definitivamente me agradou. Alguém aí chuta quem pode ser? Já digo que seria melhor, só se houvesse uma participação do Deadpool no filme.
Os efeitos visuais, a mixagem de som e a trilha sonora estão todos no padrão Marvel. Não temos algo marcante como a mixtape de Peter Quill em Guardiões da Galáxia ou a icônica música do Black Sabbath, “Iron Man” para o Homem de Ferro. Então, não tivemos dessa vez tanta inovação nesta área, infelizmente.
O enredo ficou bom, e se há algum problema com ele, é que o espaço do filme não permite todo o desenvolvimento e eventos da saga Guerra Civil dos quadrinhos. Teria sido melhor se tivéssemos toda a gama dos personagens e todos os eventos? Sim. Seria possível de ser feito? Talvez. Seria prático? Definitivamente não. Tendo em vista a restrição da mídia, foi bem adaptado. Sumarizando: Assista!
* Na versão para Imprensa, havia apenas UMA cena pós-crédito. Porém, entretanto, há chance de ter outras cenas até a versão final e de estreia, a partir do dia 28/04.
** Subtítulos em referência a música Civil War – Guns N’ Roses
A Brasil Game Show (BGS), maior feira de games da América Latina, que será realizada de 1º a 5 de setembro, no São Paulo Expo/SP, acaba de confirmar uma nova atração para a edição deste ano: a Cosplay Zone, espaço que terá concursos diários de cosplay com premiações e entrega de troféus às melhores caracterizações. A Cosplay Zone é uma evolução da área Cosplay Meeting, que em 2015 já havia reunido centenas de participantes. A Cosplay Zone terá infraestrutura especialmente pensada para atender às necessidades do público e, além disso, os cosplayers participantes terão acesso diferenciado para a BGS, sem precisar aguardar na fila comum de entrada do evento.
Os concursos serão avaliados por um júri especial da Cosplay Zone e serão conduzidos por Kenya Sommerfeld, apresentadora oficial do canal da BGS. Os eventos acontecerão em palco com iluminação especial e DJ, que agitará os desfiles com trilhas sonoras especiais. Para se prepararem com todo conforto, os cosplayers ainda terão acesso a guarda-volumes gratuitos em que poderão deixar seus pertences, vestiários separados para homens e mulheres e provadores com espelhos para ajustes dos detalhes finais. Ainda na Cosplay Zone, haverá um background temático sobre a BGS para que todos os cosplayers possam tirar fotos.
Em breve, os interessados poderão se inscrever gratuitamente para os concursos pelo site da BGS.
Silvio Santos sempre foi claro com suas intenções as crianças e sua programação infantil; Ele nunca vai “nos abandonar”!
O SBT é um dos poucos canais da TV aberta que ainda acredita e investe na programação infanto-juvenil, e dentro dessa proposta, a rede do “patrão” acaba de criar uma plataforma online e GRATUITA: O SBT Kids.
Com um catálogo que vai desde novelas infantis, como ‘Cúmplices de Um Resgate’, até mesmo uma programação exclusiva, com ‘Bob Zoom’ e ‘Animazoo’. Desenhos como o de ‘Carrossel’, ‘Chaves’ também estão dentro do serviço de streaming e em breve, desenhos animados da grade Bom Dia & Cia./Sábado Animado também estarão presentes.
A decisão veio pela própria Toei Animation e os DVDs e Blu-rays de Cavaleiros do Zodíaco – Alma de Ouro (Saint Seiya – Soul of Gold) serão adiados por tempo indefinido.
A notícia veio a partir do site Cavzodiaco e por nota da distribuidora PlayArte Pictures. A previsão é de que o lançamento ocorra a partir de fevereiro de 2017. Um detalhe importante é de que os dois episódios de Alma de Ouro exibidos e dublados para a Comic Con Experience 2015 serão redublados. Mais informações serão divulgadas em breve.
O Suco Entrevista desta semana é com o autor da OCB Saga – Flores de Sangue, Jeffrey Haiduk.
Além de ser escritor, também atua como ilustrador e cosplayer e claro, vamos abordar todas estas questões em nossa entrevista.
Como adendo, colocarei a sinopse do livro Flores de Sangue abaixo e quem se interessar e querer comprar, só entrar em contato com a página no facebook.
Flores de Sangue (Capa Divulgação)
Sinopse: Gabriel Collins é um detetive policial da cidade de Hagard que possui habilidades mágicas e as usa no cumprimento de seu dever, combatendo o crime nas ruas. Com a ajuda de sua irmã, Ashley Collins, eles descobrem uma organização criminosa que comercializa uma estranha droga chamada “egonil”. Tal substância aparentemente induz pessoas comuns a fazerem uso de magia, tornando-as perigosas e letais. Isso fica ainda mais evidente ao enfrentarem o responsável pelo transporte da droga, um assassino chamado Klaus, dono de mortíferos poderes sombrios. Eles são descobertos por uma agência policial secreta chamada VELVET, especializada em combater crimes cometidos mediante o uso de magia. Através dessa agência, eles descobrem não apenas que esse tipo de crime é mais comum do que se imagina, como também que a tal organização criminosa é apenas a ponta do iceberg, pois existem investidores poderosos que financiam o comércio da misteriosa droga.
“A magia ao alcance de todos. Para o bem e para o mal”
Jeff por Jeff. Apresente-se pra gente!
Olá a todos! Meu nome é Jeffrey Haiduk, conhecido também como Jeff Duck. Sou escritor, ilustrador e cosplayer e, praticamente, todas as minhas atividades são interligadas direta ou indiretamente.
Desenho desde os 3 anos de idade (ou seja, são 36 anos praticando), faço cosplay desde 2001 (especialmente personagens de videogame, de preferência, os vilões) e me tornei escritor oficialmente em 2011 com o lançamento de meu livro “Flores de Sangue”.
De onde surgiu a ideia de escrever um livro?
Surgiu pouco tempo depois que comecei a fazer cosplay. Eu conheci uma amiga chamada Bianca, que fazia cosplay dos personagens de seus próprios fanzines.
Eu gostei muito da ideia e lancei uma proposta em 2004 no Fórum Cosplay Brasil (na época a maior comunidade de cosplayers do Brasil), onde pedi que os membros do fórum me enviassem uma descrição e um histórico de um personagem baseado em si mesmo. Feito isso, eu fazia uma ilustração baseada na descrição enviada pela pessoa e ela deveria fazer o cosplay do personagem criado.
Dois anos depois, muitos personagens já haviam “ganhado vida” sob a forma de cosplays lindos e mais membros do fórum se interessaram a participar. Foi quando eu decidi criar um conto em forma de série, onde eu postava os capítulos no fórum toda sexta-feira.
Após 17 capítulos, o pessoal se animou muito e me perguntou porque eu não publicava aquela série. Então, comecei a ler mais livros para aprender novas formas de escrever, afinal, eu acabei sem querer tendo minha primeira experiência amadora muito bem recebida.
Após mais alguns anos de leitura, esforço e organização da história, selecionei os personagens e o roteiro ideal para dar início à série OCB Saga e, assim, o livro “Flores de Sangue” foi publicado.
Divulgação na Bienal do Livro em 2011 (Imagem Divulgação)
Quais as maiores influencias para criar a historia?
Vieram de duas obras literárias. A primeira foi Harry Potter, pois fiquei fascinado com a forma com que a autora J.K. Rowling escrevia, a ponto de fazer um filme passar na minha cabeça com a descrição das cenas.
A segunda foi a trilogia Millenium, do autor sueco Stieg Larsson, uma leitura mais adulta, pesada e violenta, mas extremamente detalhada e para ser digerida com muita atenção. Lidas essas duas séries, eu decidi que OCB Saga deveria ter a mesma facilidade de leitura de Harry Potter e o nível de teor adulto e informativo de Millenium.
Houve algum momento que você enfrentou desafios com o livro?
Vários deles. A começar, a busca por editoras para publicá-lo. Infelizmente, eu não consegui publicar por nenhuma editora devido à ausência de recursos financeiros na época, de forma que eu decidi publicar por conta própria, como autor independente. Através da livraria Comix, eu consegui um contato com uma ótima gráfica e banquei do próprio bolso a impressão dos 1060 exemplares do livro.
Atualmente só tenho mais 7 exemplares em casa, pois fui vendendo-os de 2011 pra cá. E enfrentei obstáculos bem incômodos, como uma greve dos Correios que arruinou minhas vendas. Ou seja, de 2011 pra cá, não parei de correr com o livro.
Como é seu processo de produção?
O livro é todo escrito à mão primeiro. Eu já tentei escrever diretamente no computador, mas não consigo ter a mesma liberdade criativa de quando escrevo à mão. Assim, eu erro, erro, erro até acertar. E mesmo alguns erros ficam lá, preservados, pois eles podem ser úteis posteriormente (e não são simplesmente “deletados” e perdidos pra sempre.
Uma boa caneca de café também sempre fica por perto e eu também não consigo escrever com o ambiente em silêncio. É extremamente necessário que esteja rolando música, senão meu cérebro não liga.
Quanto a escrever, enquanto estou no caderno, pode ser literalmente em qualquer lugar: na mesa, no sofá, na cama… algumas vezes até no trabalho. Já na hora da digitação, é no PC mesmo, não dá pra fugir disso (embora já tenha usado o notebook e escrito em cafeterias e restaurantes).
Quais suas maiores inspirações?
Todas as minhas ideias vêm da música. Inspirações para nomes, enredos, diálogos, até personagens, tudo acaba surgindo da inspiração que a música me traz.
Como sou incapaz de cantar ou de tocar qualquer instrumento, escrever e desenhar é a minha forma de levar a música às pessoas.
Como cosplayer: qual foi seu primeiro cosplay, e porque?
Foi o personagem Ryuji Yamazaki, de The King of Fighters 97, que eu fiz em 2001. Eu já conhecia o hobby através de amigos que praticavam e de publicações da época, como a revista Animax.
Foi também a primeira vez que descolori o cabelo, pois minha mãe era cabeleireira e adorou a ideia. O Yamazaki foi uma escolha baseada especialmente no meu tipo físico e aparência, o que acabou sendo o primeiro de vários vilões que interpretei posteriormente.
Yamasaki por Jeffrey Haiduk (Imagem Divulgação)
Qual foi seu cosplay mais marcante/importante?
Foi o vilão Kefka Palazzo, do game Final Fantasy 6. Além de eu considerá-lo um dos melhores vilões já criados, me fascinava a ideia de interpretá-lo no palco representando toda a sua insanidade.
Também foi o personagem que eu fiz o que eu considero minha melhor atuação no palco, na final do WCS de 2009. Carregarei pra sempre esse personagem e essa apresentação no coração.
Em sua opinião, quais foram as mudanças no cenário cosplay que você mais mais sentiu diferença atualmente?
Eu tenho percebido que os “cos” estão cada vez mais bonitos e caprichados. O nível de dificuldade e de detalhes e capricho tem se tornado cada vez mais incríveis e parece que não existe mais um “cosplay impossível”, pois sempre há quem surpreenda com algo de fazer cair o queixo.
Em contrapartida, os “plays” não têm me agradado mais. Vai parecer papo de velho, mas eu vim de uma época onde, por tudo ser mais difícil, eu via os grandes cosplayers se entregando com mais paixão ao personagem, a ponto de nos emocionar, nos encantar, nos fazer acreditar que aquilo que víamos no palco era o próprio personagem, ou até mesmo, uma versão melhorada dele.
E eu não vejo mais isso nas apresentações atuais. Na minha opinião, os cosplayers hoje estão vestindo o cosplay, e não mais vestindo o personagem. Apenas vejos apresentações com efeitos especiais, algunas canções, alguma coreografia, mas não vejo paixão.
Obviamente isso não é uma regra geral, pois ocasionalmente surge uma ou duas apresentações que me surpreendem de fato. Mas, considerando que antigamente várias apresentações me impressionavam, eu considero uma queda muito brusca de qualidade.
Se pudesse ter um super-poder, qual seria?
Parar o tempo. Sem dúvida, seria meu sonho de super-poder. E seria extremamente útil pro meu trabalho.
Lembra-se da primeira história que ouviu e do primeiro livro que ganhou?
A primeira história que ouvi foi uma que moldou meu caráter como pessoa: “O Patinho Feio”. Me ensinou a não deixar ninguém me subestimar, pois no momento certo, eu mostraria quem eu era de verdade.
E o primeiro livro que ganhei foi “Moby Dick”, pois sempre fui apaixonado por aventuras no mar, navios e baleias.
Já teve contato com as lendas, desenhos e animações nipônicas?
Na verdade, eu sou muito tímido quando se refere a encontrar pessoas famosas. Já estive na CCXP onde alguns dos meus ídolos estiveram, como Don Rosa, que escreveu algumas das melhores histórias da Família Pato da Disney.
Mas eu sou incapaz de me aproximar, puxar conversa, sei lá, tenho medo mesmo. Me contento em ver de longe e saber que aquela pessoa criou as obras que fizeram a minha vida mais alegre e divertida.
Pode nos falar de seus projetos futuros e do que vem por aí em 2016?
Este ano estou trabalhando no lançamento do segundo livro de OCB Saga, “Coração de Aço” e na reedição de “Flores de Sangue”, agora com uma revisão mais criteriosa e com os erros da primeira edição eliminada.
Além disso, os dois livros também terão seus lançamentos via digital também.
Também conhecido com Sound! Euphonium, a segunda temporada está intitulada como Hibike! Euphonium ~ Kitauji K?k? Suis?raku-Bu e Y?koso~ (Sound! Euphonium: Welcome to the Kitauji High School Concert Band). Lembrando que neste último sábado, estreou o longa animado que reconta os principais fatos da primeira temporada. Fica aí a dica para quem não quer assistir a primeira temporada completa.
O filme intitulado Gekijou-ban Kancolle (KanColle Movie Edition) deve estrear entre outubro e dezembro de 2016 e será dirigido por Keizou Kusakawa (responsável pelos animes Kantai Collection e Campione!). Saindo mais novidades, divulgaremos em nosso site.