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Começa em junho a fase de Closed Beta do Black Desert Online no Brasil

Preparem os computadores! A fase de beta fechado do Black Desert Online no Brasil já tem data para começar! No dia 1º de junho, os jogadores que adquirirem um dos pacotes, Limitado, Prime ou Lendário, no site oficial do jogo garantirão acesso ao mundo do Black Desert Online. Além disso, quem se cadastrar para o sorteio de chaves de acesso à fase de teste do jogo, que acontece até o dia 28 de maio, também estará dentro desse mundo de aventuras.

Confira também: Aguardado MMORPG, Black Desert Online chega ao Brasil pela RedFox Games

Um dos MMORPGs de ação em mundo aberto de maior sucesso mundial, o Black Desert Online já possui milhões de jogadores ao redor do mundo e se destaca pelo visual de última geração dificilmente encontrado em outros games do gênero. Além disso, o jogo permite a criação de personagens personalizados capazes de desvendar mundos e se aventurar em desafios e perigos para crescer no jogo.

Em um pronunciamento, David Son, CEO da RedFox Games, comentou: “vamos aproveitar esta oportunidade de parceria com a Pearl Abyss, desenvolvedora do game, para alcançar a mais alta reputação na indústria de games global. Trabalharemos incansavelmente na distribuição do Black Desert Online, um dos maiores MMORPGs a chegar ao mercado sul-americano, para que possamos nos tornar uma das maiores publishers de games do mundo”.

“Temos como desafio dar todo o suporte necessário para que os jogadores brasileiros se sintam atendidos dentro do Black Desert Online. Por isso ele será localizado e terá suporte em português”, destaca Byong Hwan Kang, Country Manager da RedFox Games no Brasil.

O título, que é o primeiro lançado pela publisher no País, se destaca pelo visual de última geração, raro em outros MMORPG, e construído com motor gráfico próprio desenvolvido pela Pearl Abyss. Equiparável aos mais belos games da atual geração de consoles e PCs, Black Desert Online oferece ambientes vastos e altamente detalhados com um dinâmico ciclo dia/noite e progressão gradual de efeitos de luminosidade, além de um sistema imersivo de clima que modifica a mecânica adicionando diversos fenômenos naturais, como tornados, tempestades, furacões e neblina.

A versão brasileira já chega com novidades recém implementadas em outros países: o melhor programa de personalização online já visto em MMORPGs. Nele é possível escolher entre milhões de combinações e alterar qualquer aspecto de seus avatares durante a customização, permitindo a criação de personagens detalhados em uma interface de fácil utilização e com a possibilidade de salvar sua criação em ambiente off-line.

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Fairy Tail e Koe no Katachi irão estrear nos cinemas brasileiros?

Fala galera! Uma grande dúvida permeia entre os fãs de Koe no Katachi e Fairy Tail, sobre a transmissão dos filmes em território nacional.

Confira também: Koe no Katachi | Review

A nossa equipe entrou em contato com a rede de cinemas Cinépolis, e disseram que até o momento não há nenhuma previsão de Koe no Katachi (The Shape of Voice) e Fairy Tail: Dragon Cry estrearem por aqui – nem mesmo se esta estreia irá realmente acontecer.

Para quem não sabe, ambos os filmes foram anunciados como uma ação do evento Konnichiwa Festival, responsável por licenciar os filmes em toda a América Latina. Sabe-se que até o momento,  o filme de Koe no Katachi – sob  título de Una Voz Silenciosa: Koe no Katachi – foi exibido em algumas salas no México no último final de semana, nos dias 20 e 21 de maio. Enquanto isso, Fairy Tail: Dragon Cry já encontra-se em exibição em duas salas por lá (veja AQUI).

Também tentamos entrar em contato com o pessoal da Konnichiwa Festival, mas até o presente momento (23/05), não responderam nossos contatos. Resta saber quais serão as diretrizes e estratégias das empresas – e se as estreias realmente vão acontecer por aqui!

Quando soubermos de mais informações, publicaremos por aqui!

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Geek Ribeirão Preto 2017 | Especial Cosplay

Fala galera! No último domingo (21), estivemos na cidade de Ribeirão Preto para conferir de perto o evento GEEK, realizado no SESC Ribeirão Preto.

Confira a página oficial do evento no FACEBOOK.

O evento contou com diversas atrações, com a presença de Ricardo Cruz, workshops, concursos, espaço para jogos de tabuleiro e diversas palestras do mundo otaku e geek. Por lá desfilaram diversos cosplayers da região e claro, registramos para vocês. Confira logo abaixo!

Fotos por Mellona

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Dark Universe, da Universal Pictures, reformula personagens clássicos do cinema para o público atual

A Universal Pictures anunciou hoje que sua nova série de filmes – a que reviverá monstros clássicos do estúdio para a nova geração – será intitulada Dark Universe.

Acompanhada com tema musical assinada por Danny Elfman, a logo do novo projeto será lançada nos cinemas antes das exibições de “A Múmia”, filme que dará o pontapé inicial para o novo universo, em 9 de junho. Tanto o grafismo como a logo animada foram criadas pela empresa de efeitos visuais cinco vezes vencedora do Oscar® WetaDigital (trilogias “O Senhor dos Anéis”, “O Hobbit” e “Avatar”).

O anúncio, que inclui detalhes do projeto de relançamento de personagens icônicos da Universal no cinema moderno, adianta os destaques do elenco das novas produções e o vencedor do Oscar® Bill Condon como diretor de “A Noiva de Frankenstein”.

A marca “Dark Universe” será iniciada pelos criadores Alex Kurtzman, diretor de “A Múmia”, e pelo produtor Chris Morgan – responsável pelo roteiro de “Velozes e Furiosos 8” – o título de maior bilheteria de estreia mundial. Também participam do projeto, os visionários Christopher McQuarrie (da série “Missão Impossível” e “Os Suspeitos”) e David Koepp (“Guerra dos Mundos”, “Jurassic Park – Parque dos Dinossauros”).

“Temos muito orgulho da criatividade e paixão que inspiraram a recriação dos monstros da Universal e prometo ao público que expandiremos esta série estrategicamente”, diz Donna Langley, presidente da Universal Pictures. “O projeto, desenvolvido com maestria por Chris e Alex, permitirá que cada capítulo subsequente tenha o prazo ideal para encontrar o elenco, cineastas e visão perfeitos para realizá-los. O lançamento do Dark Universe, com o tema instigador criado Danny, junto com A Múmia, e nossa colaboração com cineastas geniais como o Bill para combinar a história de uma mulher muito moderna e um conto clássico nos dão a certeza de que começamos de maneira espetacular”.

“Quando a Universal nos procurou com a ideia de recriar estes personagens clássicos, reconhecemos a responsabilidade de respeitar seu legado conforme trazemos de volta em aventuras novas e modernas”, disseram Kurtzman e Morgan. “O estúdio e os nossos colegas de criação nos apoiaram e nos desafiaram, à medida em que começamos a interconectar o Dark Universe. Esperamos que estes filmes atraiam fãs antigos e despertem a imaginação de novos fãs”.

De sua primeira trilha sonora em “As Grandes Aventuras de Pee-Wee”, de Tim Burton; e o icônico tema de “Os Simpsons” – sem mencionar suas colaborações com diretores como Ang Lee, David O. Russell, Sam Raimi, Rob Marshall, Guillermo del Toro, Joss Whedon e Peter Jackson – as composições inconfundíveis do quatro vezes indicado ao Oscar® Danny Elfman, levaram-no a se tornar um dos compositores mais versáteis e bem-sucedidos da história.

“Eu cresci entre monstros”, disse Elfman. “Os monstros eram a minha vida e estes monstros icônicos da Universal eram quase como membros da minha família. Eu simplesmente não seria o mesmo sem eles. Quando eu tive a oportunidade de compor um tema para a logo do Dark Universe, aceitei na hora. O que poderia ser mais divertido do que me conectar a este mundo que está enraizado em minha alma? Eu tentei encontrar algo que fosse novo, mas que tivesse ligações com o passado – as origens – pelo menos de uma forma sutil. Algo que ansiava pelo futuro criativo, fértil e imaginativo em que o Dark Universe entrará e, ao mesmo tempo, honrasse a história dos heróis trágicos (ou anti-heróis) da minha infância. Aos Monstros!!!!”

Em outro projeto empolgante, o vencedor do Oscar® Bill Condon seguirá seu sucesso mundial “A Bela e a Fera”, um dos maiores sucessos do ano – faturando US$1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo e se tornando o musical mais bem-sucedido de todos os tempos – dirigindo “A Noiva de Frankenstein”, a partir de um roteiro assinado por Koepp. O próximo filme do “Dark Universe”, “A Noiva de Frankenstein” chega aos cinemas em 14 de fevereiro de 2019.

Ao mesmo tempo, a Universal anunciou que não lançará um filme do “Dark Universe” que estava previamente planejado para 13 de abril de 2018 e que “A Noiva de Frankenstein” será o próximo capítulo na série, após “A Múmia”. A atriz escalada para protagonizar a versão de Condon desta história atemporal será anunciada em breve.

“Estou muito animado para trazer uma nova versão de “A Noiva de Frankenstein” ao cinema, principalmente porque a criação original do James Whale ainda tem muita força”, declarou Condon. “A noiva de Frankenstein continua sendo um dos monstros mais marcantes da história do cinema, o que atesta o status de obra-prima da criação de Whale – que resiste como um dos melhores filmes já feitos”.

Os filmes do “Dark Universe” contarão com atuações de alguns dos atores mais talentosos e famosos do mundo que assumirão papéis icônicos, além de novos talentos cujas carreiras estão começando a decolar. Embora tenham sido anunciados anteriormente, os astros de projetos iminentes e futuros do “Dark Universe” estão reunidos pela primeira vez, na foto acima: o Homem Invisível e o Monstro de Frankenstein serão interpretados, respectivamente, pelo ícone do cinema Johnny Depp e o vencedor do Oscar® Javier Bardem, que aparecem juntos em meados do ano em “Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar”. Estes atores se unem ao astro Tom Cruise, como o soldado da fortuna Nick Morton; e o vencedor do Oscar® Russell Crowe, como o Dr. Henry Jekyll, que encabeçam o elenco de “A Múmia”, junto à Sofia Boutella, a atriz que interpreta o papel-título do filme.

Como princípio organizador, os filmes do Dark Universe são conectados por uma misteriosa organização multinacional chamada Prodigium. Liderada pelo enigmático Dr. Henry Jekyll, a missão da Prodigium é rastrear, estudar e – se necessário – destruir o mal incorporado na forma de monstros em nosso mundo. Trabalhando sem a supervisão de nenhum governo e através de práticas sigilosas, a Prodigium impede que o público saiba que o mal existe e está por perto… e fará qualquer coisa para contê-lo.

Para saber mais sobre o Dark Universe e a Prodigium, acesse as páginas:

www.DarkUniverse.com
www.WelcometoProdigium.com.

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Koe no Katachi | Review

Depois de rodar diversos cinemas e ganhar inúmeros prêmios ao redor do mundo, Koe no Katachi desembarca no SUCO!

Confira também: Kobayashi-san Chi no Maid Dragon | Review

A animação de Koe no Katachi (A Silent Voice ou The Shape of Voice) saiu no Japão em meados de 2016 e apenas agora, em 17 de maio o DVD e Blu-ray está disponível para compra! Para mais detalhes, confira a loja da Kyoto Animation (AQUI).

A animação da Kyoto Animation de Koe no Katachi é uma adaptação dos sete volumes do mangá de Yoshitoki Ooima, lançado em 2013 e finalizado com 64 capítulos na Weekly Shounen Magazine (Editora Kodansha), em 2014. Vale lembrar que no Brasil, o mangá começou a ser publicado recentemente pela NewPOP Editora.

Capa de Koe no Katachi, lançado pela NewPOP Editora no Brasil

“My Generation Baby…”

A trama dirigida pela Naoko Yamada (K-On) traz uma adaptação concisa e completa, centrada em dois personagens principais: Shouya Ishida e Shouko Nishimiya. Enquanto ele, Ishida, um garoto do sexto ano, altamente bagunceiro e que sempre quer ser a atenção principal da sua turma, ela, Nishimiya, é uma garota surda, recentemente transferida e que procura novas amizades.

Não demora para que ele, o centro das atenções e o “brincalhão” da classe, passe a ter um certo ciúme com a nova aluna, já que muitos passam a ajudar a garota nas aulas e até mesmo motivar algumas crianças a aprender a linguagem de sinais, melhorando a comunicação com a recém chegada.

Com isso, Ishida começa incessantemente a praticar o bullying com a jovem, esta que não aparenta se importar e que sempre tenta estampar um sorriso sereno em seu rosto – o que acaba deixando o garoto ainda mais nervoso – culminando em atos ainda mais pesados e resultando na saída de Nishimiya da escola.

Many Reasons Why

É fato que lá com nossos 10, 12 anos, não tínhamos muita noção do que fazíamos e o mesmo acontece com o protagonista, com o peso da consciência batendo na fase pré-adulta de Shouya Ishida. Pós a introdução do longa, temos um ato de redenção e desenvolvimento de todas as personagens – muitas que ainda não apareceram – e é aqui que temos os temas principais de debate sobre a obra: O quanto nossos atos na infância podem influenciar?

Apesar de da animação de Koe no Katachi trabalhar com o ponto de vista mais focado em Ishida, é notável de como o roteiro explora – mesmo que de uma forma rápida – as consequências da dupla de protagonistas, como também a busca pela resposta ou superação dos problemas que enfrentam. Sem querer dar muito spoiler, mas é interessante o quanto o personagem Ishida cresce com o filme.

Gatilhos e Texturas

Já que a obra trabalha com questões do cotidiano (escola, trabalho e vivência social), é natural que desperte algum gatilho no telespectador enquanto assiste. Pessoalmente, foram diversos momentos em que me vi como Ishida (para minha infelicidade, na maioria), dando aquela sensação de imersão e desabafo emocional – sabe quando você se vê naquela cena?

Por se tratar de uma adaptação e quase que um mega-resumão de dezenas de capítulos de um mangá, nem tudo está tão claro na obra. Não considero isto como um defeito, já que não sou fã da “explicação mastigadinha” e para quem está acostumado com o cinema europeu, pode não ligar para as rápidas transições e passagens temporais.

Há muitas camadas de compreensão – mas calma, não é tão complexo não! – e algumas respostas você tem que pegar “no ar”, e torcer para que a legenda ou dublagem esteja de acordo com o contexto.

Técnica

É louvável de como a Kyoto Animation e sua staff trabalharam para costurar o roteiro e conseguir trabalhar com quase uma dezena de personagens, desenvolvendo de forma satisfatória em pouco mais de duas horas de trama.

Na parte mais técnica, Koe no Katachi se aproxima da perfeição. Sério. Começando pela trilha sonora, muito presente e com uma mixagem competente, ajuda a intensificar as emoções com um ótimo timing, crescendo nos momentos certos.

A linguagem dos sinais, bem como o movimento da boca, conta com uma importância e destaque aqui. A fotografia brilha em mesclar as belas paisagens com os closes nas mãos – por sinal, muito bem desenhadas – como também na sincronia de dublagem com a abertura e fechamento da boca, algo que já estamos bem acostumados e que a Kyoto Animation detém esse selo de qualidade.

Na dublagem, o destaque vai para – obviamente – Saori Hayami, que fez a Reina em Musaigen no Phantom World e a Izumiko em Red Data Girl, expressando muito bem os momentos em que Nishimiya tenta dialogar com sua voz.

Roteiro, adaptação e recortes

Dentro da linguagem cinematográfica, Koe no Katachi pode falhar no que se diz a respeito da edição e recortes. Para quem leu, ainda mais visível, mas sabe aquela sensação de cenas jogadas – e que muitas vezes não caberiam ali?

Como já dito anteriormente, não acho que o “ritmo corrido” seja agravante – e na verdade, também não acho que prejudique o filme – mas talvez escolher não trabalhar com algumas questões no longa, seria também uma boa opção. Sei que como fã – e acredito que para vocês também – é muito bacana ter aquela cena do mangá animada.

Confesso também que diversas cenas adaptadas do mangá que foram modificadas, deve-se ao recurso visual, de como passar aquela mesma emoção que acompanhamos no mangá, ser explorada audiovisualmente. Um exemplo é o recurso do “zumbido no ouvido”, sabe? 

Impacto Emocional

Koe no Katachi é um filme com duas horas que parecem apenas uma; e você gostaria que tivesse pelo menos umas quatro horas de duração.

A frase acima dá mais ou menos a sensação que sentimos quando o filme começa a se aproximar do ato final. Ainda queríamos mais da Nishimiya e cenas com seus questionamentos, reflexões e sofrimentos. Queríamos mais cenas de todos os personagens secundários que aparecem, principalmente da Ueno, onde suas motivações não foram tão bem desenvolvidas, e muita gente deve terminar o filme achando ela extremamente desprezível.

A mensagem foi dada e a essência da obra de Ooima fora executada com maestria, abordando bullying, gatilhos, preconceitos, o real valor da amizade e do valor do indivíduo num grupo, como também das consequências da misantropia, destacando-se como uma das melhores animações nos últimos anos.

Emocionante, Koe no Katachi traz um vislumbre visual em meio aos diferentes tons das relações humanas e gatilhos imersivos sob a ótica de nossas memórias e vivências.

 

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Nova publicação da PANINI reúne número recorde de Histórias em Quadrinhos de Mauricio de Sousa

Histórias. MUITAS histórias. Quem adora os quadrinhos da Turma da Mônica e todo o universo de personagens criado por Mauricio de Sousa agora pode se regalar com este lançamento da PANINI.

Confira também: Livro com a Turma da Mônica apresenta Chico Xavier às crianças

Chega em maio a edição nº 1 do SuperAlmanaque Turma da Mônica, publicação no inédito formato de 300 páginas no tamanho das revistinhas mensais, com capas cartonadas, mais resistentes, e lombada quadrada colorida que transforma a coleção na estante em objeto de decoração. A primeira edição chega às bancas, comic shops e principais livrarias a partir de 31 de maio, com preço de capa R$ 15,00.

“Os leitores da Turma da Mônica são de diversas gerações, fãs que se reencontram com suas crianças interiores ao reler histórias de personagens tão queridos em sua memória afetiva e de longa data presentes em seu imaginário. E são também crianças descobrindo pela primeira vez histórias que podem ter feito parte da infância de seus pais, tios ou avós. E até jovens que relembram uma diversão ainda não tão distante.

capa aberta do SuperAlmanaque Turma da Mônica nº 1

Pensando em toda essa gama de leitores, queríamos reunir muito mais histórias numa mesma publicação e ainda oferecer um formato mais elaborado, que fica lindo na prateleira do colecionador, e também tem capas mais resistentes para conservar os exemplares que serão lidos e relidos por muitas e muitas vezes”, comenta José Eduardo Severo Martins, diretor presidente da Panini.

A publicação é semestral e reúne um mix de histórias publicadas em todas as épocas de todo o universo de Mauricio de Sousa – além da Turma da Mônica, os leitores vão encontrar quadrinhos das turmas do Penadinho, Horácio, Tina, Piteco, Jotalhão, Papa-Capim, Astronauta e tantos outros personagens icônicos da arte sequencial brasileira. Mais histórias, mais diversão, mais aventuras, um SUPER almanaque como nunca se viu antes!

SuperAlmanaque Turma da Mônica nº 1

Formatinho (13,4 x 19 cm)
300 páginas
Lombada quadrada
Capa cartonada
Miolo jornal colorido
Lançamento: 31/05/2017
Periodicidade semestral
Distribuição: nacional (bancas, livrarias e loja Panini)
Preço R$ 15,00

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Fluffy Horde, híbrido de RTS e Tower Defense, tem trailer e data de lançamento divulgados

O reino está sendo invadido por uma horda de coelhos que se reproduzem freneticamente dominados por um Xamã incompreendido. Após ter tido um lar negado em todos os três reinos, o Xamã decidiu reunir suas hordas e jogá-las como pragas, destruindo os moinhos de vento dos humanos, quebrando os cristais dos pigmeus e corrompendo a árvore sagrada dos elfos. O jogador deverá usar seu exército (que conta com um garoto fantasiado de cenoura) para dizimar os coelhos uma cidade por vez.

Nós já jogamos! Confira: Fluffy Horde | Primeiro Gole

O jogo Fluffy Horde, ganhador do prêmio Excelência em Tecnologia e finalista em outras três categorias no Gamepolitan 2016 (melhor narrativa, melhor som, melhor arte) teve seu trailer e data de lançamentos revelados. O título, em desenvolvimento pela equipe multicultural da Turtle Juice, foi um dos vencedores do edital de games de 2016 da Spcine. Foi anunciado que sua previsão de lançamento é para setembro deste ano para PC na Steam (Windows, Mac e Linux), sendo que versões para PS4, Nintendo Switch, Xbox One, iOS e Android também estão planejadas para datas futuras. O jogo também está concorrendo aos prêmios do BIG Festival e já foi aprovado no Steam Greenlight.

O gameplay é inspirado em jogos de estratégia em tempo real como Warcraft: Frozen Throne e Age of Empires e outros de tower defense como Kingdom Rush e Plants vs. Zombies. O controle individual de personagens, sua coordenação e posicionamento ao longo do mapa alongado na horizontal são essenciais para fazer com que esse jogo consiga trafegar tão bem em plataformas diversas.

Os puzzles se juntam a isso em algumas fases, algo que o game designer brasileiro Ernani Rocha já usou em projetos anteriores. A programação e ajustes para que tudo esteja em harmonia fica nas mãos de Bashar Saade, um sírio que começou sua aventura nisso ao fazer um jogo inspirado em um título anterior da Turtle Juice, chamado Turtles of Destiny.

O pixel art aliado às cores do jogo dão o tom alegre e bem humorado da narrativa e do gameplay. Tales Demídio é o brasileiro responsável pelos visuais incríveis e as animações detalhistas de Fluffy Horde, sempre em sincronia com as músicas e efeitos sonoros originais criadas por Glauber Barreto e a dublagem hilária do ator londrino Will Bond. Para assegurar que as versões do jogo saiam com a menor quantidade de bugs e sem problemas de localização, Bhernardo Viana cuida do controle de qualidade.

O jogo também é feito em memória de João Vitor, o antigo programador de Turtle Juice que faleceu 2 anos atrás e que foi o primeiro parceiro de Ernani no desenvolvimento de games.

Fluffy Horde sai em setembro de 2017 para Windows, Mac e Linux. Outras plataformas serão divulgadas em breve.

LINKS

Site – http://www.fluffyhorde.com/

Steam Greenlight – https://steamcommunity.com/sharedfiles/filedetails/?id=910830068

Facebook – https://www.facebook.com/playturtlejuice/

Twitter – www.twitter.com/playturtlejuice

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Robot x Laserbeam | Primeiro Gole

Yo! Eis que retorno a este portal pra lá de supinpástico para lhes trazer mais um REVIEW das novidades que nossa tão querida e odiada Jump nos trouxe esse ano. E o mangá da vez nos trás uma história sobre um esporte um tanto incomum, tente adivinhar:

Nesse esporte se usam tacos, bolas e luvas, tempo …………………………………….acabou o tempo.

Se sua opção foi baseball, devo lhe dizer que sinto muito, pois dessa vez o mangaká Tadatoshi Fujimaki, famoso por ter feito Kuroko no Basket, decidiu inovar seu repertório e mostrar que o golfe pode render muitas histórias emocionantes. Sim, você não leu errado: é um mangá sobre golfe.

Enredo

O mangá recebe o nome de Robot x Laserbeam e veio para ser mais um da série “como se pronuncia o X nesse mangá”. Nele conhecemos o protagonista Roboto Hatohara, um jovem colegial sem muita expressão ou emoção, que prefere ver o mundo através apenas de sua lógica matemática (às vezes chega a ser estranho, digo, mais do que o comum).

Roboto não é muito fã de esportes, pois não entende o sentimento de querer superar seus adversários e nem o sentido de se competir. Tal opinião abala totalmente seu colega de classe Tomoya Nakata que se tornou um fanático pelo golfe e tenta com todas as forças convencer Roboto a entrar no clube de golfe da escola, mas acaba falhando miseravelmente em todas as tentativas.

Porém, o que todos não sabiam (nem mesmo o próprio Roboto), era que Roboto possuía uma incrível técnica com o taco de golfe e mesmo sem saber nada sobre as regras ou jogadas, conseguia utilizar sua lógica matemática somada ao seu estranho lançamento, apelidado de Laserbeam, para lançar a bola sempre no local exato. Isso só faz com que Tomoya sinta mais vontade de levar Roboto para o clube de golfe.

O Deus do swing, um samurai entra em campo

As habilidades de lançamento de Roboto se mostram incríveis no campo e impressionam todos os que as veem, porém, não foram apenas os membros do clube de golfe que puderam presenciar suas jogadas, alguém muito mais impressionante e perigoso se interessou pelo jovem de face inexpressiva. Uma das mais jovens lendas do golfe, um prodígio com alma de samurai que derrota todos os seus oponentes de maneira cortês e séria, tal pessoa atende pelo nome de Muira Yozan (sons de trovões para causar mais impacto).

Yozan possui a mesma idade que Roboto e após abandonar a prática do Kendo, dedica-se de corpo e alma para se tornar o maior dentre os golfistas. Yozan é capaz de avaliar uma jogada pelo som que a bola faz ao ser atingida pelo taco e, no que parecia ser um dia normal de treinos, ele ouve o que jamais esperava ouvir, o som de um lançamento perfeito ecoou repetidas vezes no campo de treino, impressionando nosso samurai que dedicou seus próximos dias a encontrar o autor das jogadas a fim de desafia-lo.

E quando suas esperanças já estavam se esgotando, o tal som da perfeição voltou a ser ecoado assim como o dono daquele lançamento foi finalmente revelado, era ninguém mais ninguém menos que Roboto Hatohara (mais trovões).

Se você ficou curioso em saber como um colegial amador que não sabe nada sobre golfe irá enfrentar um prodígio lendário, Robot x Laserbeam está sendo publicado pela Weekly Shounen Jump e possui, até o momento, oito capítulos da história e um capitulo extra onde Tadatoshi Fujimaki brinca com as semelhanças entre suas obras e a maneira como elas são desenhadas.

Não deixe de conferir, eu vou ficando por aqui.

Até a próxima!

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