Apesar da sua aparência infantil, é uma maga poderosa e mensageira do Monte Targon, a montanha imponente de Runeterra. Localizada longe da civilização, é deveras remoto e impossível da alcançar, exceto pelos aventureiros mais corajosos.
O aspecto do crepúsculo.
Zoe é capaz de distorcer a realidade, ainda que poderosa, às vezes abandona seus deveres para soltar bolinhas e pregar peças em Summoner Rift.
Zoe, em League of Legends (Imagem Divulgação)
“Ninguém precisa crescer se não quiser.
Ou será que precisa? Eu tô de boinha.”
– Zoe
Habilidades
Passiva: Brilillim
Depois de conjurar uma habilidade, o próximo ataque básico de Zoe causa dano mágico.
Q: Estrela desviada
Zoe dispara uma estrela que causa Dano Mágico em uma pequena área e aplica o efeito de sua passiva. Ela pode reconjurar o Q em pleno vôo para redirecionar a estrela para uma nova posição próxima a ela. O dano da estrela aumenta com base na distância percorrida em linha reta.
W: Roubo Arcano
Itens ativos e Feitiços de Invocador conjurados pelos inimigos deixam fragmentos de feitiço no chão por um período prolongado. Algumas tropas também deixam cair fragmentos de feitiços quando são abatidas por Zoe. Cada fragmento de feitiço coletado concede uma conjuração do mesmo feitiço ou item ativo.
Ao conjurar qualquer Feitiço de Invocador, Zoe ganha Velocidade de Movimento adicional por um breve período e lança projéteis no inimigo mais próximo (priorizando o alvo que Zoe está atacando). Cada projétil pode acionar sua habilidade passiva.
E: Bolha do soninho
Zoe lança uma esfera que é detonada ao atingir o primeiro alvo, causando Dano Mágico e deixando o inimigo atingido sonolento.
Depois de alguns segundos, os inimigos sonolentos adormecem brevemente e recebem dano adicional no próximo ataque ou feitiço. Sempre que um inimigo adormece, o Tempo de Recarga desta habilidade é reduzido.
Se a Bolha não atingir nada, ela permanece no chão como uma armadilha. Se for conjurada através de uma parede, ela ganha alcance de conjuração.
R: Salto dimensional
Zoe é teleportada para uma posição-alvo e logo em seguida é teleportada de volta. Durante o teleporte, você pode usar suas habilidades e atacar normalmente, e também pode ver através de paredes. Porém, você não pode se mover.
Jogar com Zoe não é nada fácil, mas os invocadores que dominarem o seu estilo de jogo e combos, serão excelentes aliados, seja enganando um inimigo com sua habilidade suprema, colocando-o para dormir com seu E e roubando sua própria habilidade com o W. Seja criativo e distraia seu adversário ou como Zoe brinque com ele.
Em seu lançamento – deve acontecer amanhã, 22 de novembro – Zoe será acompanhada de uma skin que é baseada no nosso queridinho jogo da Nintendo, Splatoon.
O mangaká foi acusado de possuir diversos DVDs com conteúdo pornográficos de garotas pré-adolescentes, o que fora comprovado pela Polícia Metropolitana de Tóquio, após uma busca em sua casa.
Se culpado, Watsuki pode ser condenado a um ano de prisão e uma multa de aproximadamente R$ 25 mil.
Sob autoria de Nobuhiro Watsuki e sua esposa, Kaoru Kurosaki, o Arco de Hokkaido começou a ser lançado na Jump SQ em setembro.
No ano passado foi lançado Rurouni Kenshin Ibun: Ashittaro Zenka Ari, história que serve de prólogo para Hokkaido Arc. A publicação foi um derivado focado em um novo espadachim, Ashitaro Hasegawa.
Pronto para curtir um cinema em casa sem nenhum custo para você?
Fechamos uma parceria bem bacanuda com o pessoal do Looke, plataforma brasileira de streaming de vídeo on demand, e nós estamos disponibilizando três filmes para nossos leitores do SUCO!
Para resgatar os títulos desta promoção, ao entrar no site do Looke, busque os três filmes Matrix, Star Trek e Watchmen, clique em alugar e insira o código promocional SUCONOLOOKEque o filme estará disponível imediatamente!
Se você ainda não possui cadastro basta preencher uma ficha simples com seus dados, sem haver a necessidade de informar o número do cartão de crédito. Após o play o filme fica disponível por 48h em sua conta, sendo possível assistir quantas vezes quiser neste intervalo.
A promoção acontecerá durante toda a semana, entre os dias 20 e 24 de novembro.
Sinopse: Em um futuro próximo, Thomas Anderson, um jovem programador de computador que mora em um cubículo escuro, é atormentado por estranhos pesadelos nos quais encontra-se conectado por cabos e contra sua vontade, em um imenso sistema de computadores do futuro. Em todas essas ocasiões, acorda gritando no exato momento em que os eletrodos estão para penetrar em seu cérebro. À medida que o sonho se repete, Anderson começa a ter dúvidas sobre a realidade.
Sinopse: Alguém está matando os super-heróis. É o ano de 1985 e os super-heróis se aliaram para revidar ao assassinato de um deles. Logo descobrem um sinistro plano que coloca toda a humanidade em grave perigo. Ao lutar para impedir a iminente catástrofe, os super-heróis percebem que são o alvo da destruição.
Sinopse: James Tiberious Kirk é um jovem rebelde inconformado com a morte de seu pai. Certo dia, recebe convite para fazer parte da formação de novos cadetes para a Frota Estelar. Uma vez lá conhece Spock, um vulcano que optou por deixar seu planeta, porque é metade humano e discordava do preconceito. Durante o treinamento, e também na primeira missão, os dois vivenciam novas experiências provocadas por seus estilos diametralmente opostos.
O evento conta com atividades para um público que aprecia animes, mangás, HQs, jogos, cosplay, K-pop e animekê. Além disso, palestras, shows, lojas e competições também fizeram parte da programação.
A série estreia em 15 de dezembro no Japão e deve debutar em outros 190 países um tempo depois. Ainda não há informações se a série contará com dublagem em português.
A adaptação do mangá de Kei Sanbe deve estrear em todos os territórios em que o Netflix está presente e conta com direção de Ten Shimoyama, roteiros adaptados de Tomomi Okubo e produzidos pela Kansai TV, com investimento direto da Netflix, filmagens em 4K e com um elenco todo confirmado, confira abaixo:
Poster de Erased, (Imagem Divulgação)
Reo Uchikawa como Satoru Fujinuma (criança)
Yuki Furukawa (Itazura na Kiss, Lychee Light Club) como Satoru Fujinuma (adulto)
Mio Yuki (Death Note, Assassination Classroom) como Airi Katagiri
Rinka Kakihara como Kayo Hinazuki (criança)
Shigeyuki Totsugi como Gaku Yashiro
Tomoka Kurotani como Sachiko Fujinuma
Noriko Eguchi como Akemi Hinazuki
Jin Shirasu (Happy Marriage!?) como Kenya Kobayashi (adulto)
Hidekazu Mishima como Sawada
Serializado na Young Ace, Erased foi finalizado em março de 2016 com 9 volumes, conta com um anime de 12 episódios animados pela A-1 Pictures, todos disponíveis na Crunchyroll – clique AQUI para assistir.
Sinopse: O mangaká novato Satoru Fujinuma é atormentado pelo seu medo de se expressar. Entretanto, ele possui um talento sobrenatural de ser forçado a evitar mortes e catástrofes ao ser enviado de volta no tempo antes da ocorrência do acidente, se repetindo até que o acidente seja impedido. Um dia, ele se envolve em um acidente que ele mesmo é enquadrado como um assassino. Desesperado para salvar a vítima, ele volta no tempo só para encontrar a si mesmo como um aluno do primário, um mês antes de sua colega de classe Kayo Hinadzuki desaparecer.
No Brasil, o longa estreou na véspera de feriado, terça, 14 de novembro, angariando grande sucesso de público nesses primeiros dias. Têm força para se manter?
A Novela DC
Depois de frustrantes tentativas da Warner e DC entregarem um produto que agrade todos, já que se trata de um blockbuster AAA, Liga da Justiça entrega aquilo que todos querem ver: um filme simples, dinâmico e todo mastigadinho.
Sem tomar grandes riscos, Zack Snyder – que leva todo o crédito na direção – contou com a ajuda, curiosa por sinal, de Joss Whedon, diretor de Os Vingadores e Vingadores: Era de Ultron, responsável por novas tomadas e algumas refilmagens, estas últimas que contaram com a presença de Henry Cavill de bigode (retirados na pós-produção), já que o ator estava em gravação n’outro filme.
O elenco principal de Liga da Justiça. Detalhe para Henry Cavill, o Superman, de bigode!
A Origem
Se anteriormente o filme seguiria uma trama direta a partir de Batman vs Superman: A Origem da Justiça, os cinquenta minutos cortados nesta [última] edição do filme deixou claro que a ideia foi seguir o que fora visto em Mulher Maravilha: uma aventura nos moldes da jornada do herói, funcionando [quase] como um filme de origem e mais solto dentro do universo cinematográfico (DCU).
Na trama, temos um primeiro ato para a origem de cada um dos personagens, tudo bem orgânico e até coeso dentro da proposta do filme, algo que não funcionou tão nada bem em Esquadrão Suicida.
Ainda deste quesito de apresentações, a metodologia de utilizar as motivações de cada personagem, ao invés da origem em si de cada um, funcionou de forma muito mais interessante, o que deixou o encontro e a união entre eles muito mais harmônica.
Flash, Batman e Mulher Maravilha em Liga da Justiça (Imagem Divulgação)
Roteiro das Estepes
Dentro do roteiro, o que acaba funcionando muito bem no primeiro ato, o segundo e terceiro acabam sendo comprometidos por planos fajutos e ações medíocres. Parece que a produção não sabe que estão lidando com personagens de alto QI e poder intelectual.
Tudo bem em trazer um roteiro simples, funcional e entregar uma primeira camada de entendimento para a massa de expectadores. Entretanto, o que dá aquele gostinho a mais, é ter uma camada de surpresas, reviravoltas, planos inteligentes, tudo o que motiva o telespectador a pensar.
E não, não estamos falando de referências, que por sinal, Liga da Justiça está muito bem servido delas – falaremos mais abaixo.
Jason Momoa como Aquaman e Ben Affleck como Bruce Wayne, ou Batman, em Liga da Justiça (Imagem Divulgação)
Fazendo Justiça
Tá certo que muitos que já viram o filme, acharam o Batman, protagonizado por Ben Affleck, muito piadista. Até certo modo, ok, e você terá o morcegão dando um sorrisão colgate de orelha a orelha… estranho, não? Sim, se você comparar com aquele Batman todo amargurado, depressivo de BvS.
Já que o tom do filme segue algo mais leve, temos um Batman do mesmo naipe, e até parece mais rejuvenescido, afastando aquela rabugice de outrora. Mesmo um pouco apagado, é o personagem que dá origem ao time, e merece seu reconhecimento dentro da trama do filme. Vale notar um Affleck menos parrudo ao que vimos em sua estreia como herói de Gotham.
O destaque dentre todos, fica por conta de Gal Gadot. Como costumo brincar nas redes sociais, “a mulher é maravilha, e a Gal é maravilhosa”, já que repete o carisma visto em seu filme solo (e até mesmo em BvS), sendo a personagem mais centrada em suas convicções e motivações.
A surpresa fica com Ciborgue. Diferente dos demais personagens onde temos o desenvolvimento das personas de super-herois em Liga da Justiça, Ray Fisher vive uma dualidade e insegurança como Victor Stone.
Por conter uma espécie de simbiose e afinidade com uma das caixas maternas, ele acredita que pode ser um perigo para a humanidade e não aceita – ainda – suas habilidades extraordinárias. De fato, o lado mais humano do longa.
Ray Fisher interpreta Victor Stone, o Ciborgue, em Liga da Justiça (Imagem Divulgação)
Fazendo o arroz com feijão
Já que o filme precisa andar rápido, sem a preocupação de desenvolver todos os personagens, é louvável que certos personagens não tenham tanto destaque, o que não exclui a importância dentro da trama.
A começar com Ezra Miller, vivendo o homem vivo mais rápido do mundo, Flash. De forma similar ao que vimos em Homem Aranha: De Volta ao Lar, sua origem fica em segundo plano e temos um personagem de alívio cômico, questionando do que pode ou não fazer dentro de um time.
Pessoalmente, o tom de suas piadas não me desagradou. Ao contrário de suas caras e bocas, fazendo o personagem parecer que está sempre “perdido” e tropeçando – literalmente – em suas ações.
O plot do Aquaman mostrou que tem grande potencial para o seu filme solo. Jason Momoa trouxe um Arthur Curry carrancudo e beberrão, que pode dar um respiro interessante no desenvolvimento futuro de seu personagem, já que dentro do filme, foi o personagem que menos apareceu.
Jason Momoa como Aquaman em Liga da Justiça (Imagem Divulgação)
Um Filme de Super-Heróis
Já que temos um filme todo linear, dinâmico e sem muitas tramas secundárias, é evidente que o trabalho com o lado “humano” de cada personagem seja deixado de lado – Ciborgue pode ser uma exceção, como citado mais acima.
Liga da Justiça tem um bom fôlego, prende sua atenção do início ao fim e mostra o que o fã quer ver: seu(s) super-herói(s) preferido(s) em ação. Mesmo com algumas atitudes (e até mesmo atuações) não tão convincentes, o tom leve, épico e natural das cenas deixa o filme entre os melhores da DC; você vai se divertir vendo o filme.
Ezra Miller e seu tom cômico como Flash em Liga da Justiça (Imagem Divulgação)
Consequências
Qual o peso da morte do Superman na trama? Ao menos para Batman, é muita! Ele acha que o mundo não vive sem o kriptoniano.
Se deixassem este plot para outro filme? Resgatando algo próximo do que vimos nos quadrinhos A Morte do Superman Vol. 1 e Vol. 2, vocês gostariam?
Particularmente, como visto em BvS, o universo cinematográfico queima diversas fichas/ideias interessantes que vimos nos quadrinhos (várias num mesmo filme), e um pouco disso se vê neste filme. Não alongarei demais, por conta de spoilers. Quando assistirem, vocês entenderão.
E o Lobo das Estepes, interpretado por Ciarán Hinds, como fica nesse filme? Totalmente esquecível! Na verdade, em nenhum momento o vilão passa com convicção de seu poderio destrutivo, algo que pudemos ver com Zodd, por exemplo, em O Homem de Aço.
Outro fator que deixou a desejar, foi com relação ao CG. Se melhoraram – e bem – com o Ciborgue, o visual do Lobo da Estepes ficou totalmente caricato, um personagem de Power Rangers. Algo mais prático e maquiagem, poderia ter sido mais interessante.
Gal Gadot, a Mulher Maravilha, em Liga da Justiça (Imagem Divulgação)
Alguém Liga?
Como um fã aficionado pela franquia O Exterminador do Futuro, não poderia deixar escapar a referência bem bacana no filme. Não é segredo ou spoiler em dizer que Joe Morton está no filme como o pai de Victor Stone, em seu papel como Silas Stone.
Enquanto que no Liga da Justiça ele constrói o corpo do Ciborgue, o ator interpreta Miles Dyson em O Exterminador do Futuro 2, que dá origem ao processador neural que levaria a criação da inteligência artificial, Skynet.
Joe Morton, como Silas Stone, em Liga da Justiça (Imagem Divulgação)
Ezra Kpopeiro e Otaku
Não é nenhum segredo que Ezra Miller é um fã da cultura pop asiática. Começando pelo filme, quando Batman “invade” o QG do velocista, a trilha sonora do momento é com As If It’s Your Last, das meninas do Blackpink, tocando por alguns bons segundos em segundo plano. *Até fui fora da lei e tirei uma foto do crédito do filme para vocês.
Blackpink nos créditos da Liga da Justiça (Imagem Divulgação)
Vale lembrar da San Diego Comic Con 2017, em que o ator foi vestido de Ed no painel do filme, de Fullmetal Alchemist (veja AQUI).
Ainda dentro da trilha sonora, não temos aquela inserção de músicas a todo momento, como se via em Esquadrão Suicida, e Danny Elfman faz um bom e tímido (justo) trabalho na seleção como um todo.
Porém, como um bom fã merece service, faltou aquela trilha John Williams do Superman mais na cara e uma cena de ação com Come Together!
Carta de Esperança
Creio que muito dos problemas do filme seja por conta das edições, refilmagens e burocracias em que passou nestes anos, o que deve ter comprometido – e muito – a sua versão final.
Enquanto que outras produções de Zack Snyder, como BvS, tenha seus problemas particulares, e muito deles atribuídos ao próprio diretor, Liga da Justiça traz um filme mais genérico e temeroso no que se diz respeito ao arriscar.
Sem grandes pretensões, a DC junto da Warner acerta o tom e traz um filme pipoca, mais alinhado com a linguagem cinematográfica, e que mesmo não tendo aquele “peso” de que um Liga da Justiça deve ter, mostra esperança do que pode vir pela frente.