O capítulo final foi lançado em 22 de dezembro e deve fechar com 16 volumes tankô no total.
Serializado desde 2012 na Ura Sunday, da editora Shogakukan, ganhou uma adaptação em anime em 2016 pelo estúdio Bones (com 12 episódios, todos disponíveis na Crunchyroll) e neste ano, a editora Panini trouxe o mangá para o Brasil.
Volume 1 de Mob Psycho 100, publicado pela editora Panini (Capa Divulgação)
Na CCXP 2017, antes do painel com Will Smith, Joel Edgerton e David Ayer, foi exibido o filme Bright – e que nós tivemos o prazer de conferir! Confira o que achamos.
Depois de muitas críticas negativas com Esquadrão Suicida (nosso REVIEW AQUI), David Ayer retorna com Will Smith em mais uma aventura – e muito mais divertida!
Painel de Bright na CCXP 2017
Um filme de personalidade
Apesar de muitos veículos e sites dizerem que o filme é algo “inédito” em trazer o contexto da fantasia nos tempos presentes, entre os rpgistas, já é algo que se via em sistemas como Shadowrun, por exemplo.
Claro que nos cinemas, não me recordo de algo deste tipo e muito menos num gênero policial. David Ayer e o roteirista Max Landis parecem ter recebido muita liberdade criativa – além dos 90 milhões de budget – para criarem um universo onde Humanos, Orcs, Elfos, Anões (apenas citados) e até mesmo Centauros, convivem – mas não diria que em harmonia…
O filme é um thriller policial, e como disse Will Smith em coletiva “um Bad Boys com Senhor dos Anéis”. E sim, é bem isso mesmo! O filme é recheado de cenas de ação e gira em torno da relação de dois policiais: Ward, protagonizado por Will Smith e Jakoby, feito por Joel Edgerton.
Will Smith protagoniza o filme Bright (Imagem Divulgação)
Uma dupla mal falada
No mundo de Bright, ou melhor, Los Angeles, os policiais são odiados pela população – e ninguém os respeita muito. Atendo-se a isto, o filme trata de questões sociais, como o preconceito racial – a começar com Ward, um dos poucos negros no departamento em que trabalha. Além disso, seu parceiro, este sim, o único Orc do departamento e, se não me engano, da história da polícia. De fato, uma dupla bem excêntrica de policiais!
A relação entre os dois cresce conforme o filme se desenrola e a história e motivações de cada um deles também é exposta – mas não tudo. Ainda queremos saber mais sobre Jakoby, principalmente quanto ao seu passado.
Joel Edgerton interpreta o Orc Jakoby e Will Smith, o humano Ward (Imagem Divulgação)
O artefato mágico
O chamado da aventura se dá quando eles acham algo muito poderoso: uma varinha mágica. No filme, em mãos certas – com criaturas que possuem um dom ou tenham aptidão com magia – elas podem fazer qualquer coisa.
Fazendo um paralelo com thrillers policiais genéricos onde os policiais devem proteger uma tecnologia secreta do governo, Bright traz este mesmo espírito, mas agora com a fantasia enredando todo o contexto.
É claro que muitos vão atrás desta varinha mágica, seja o governo – encabeçado por Kandomere, interpretado por Edgar Ramirez – e a ordem dos elfos renegados, Inferni, liderado pela aterrorizante Leilah, interpretada por Noomi Rapace.
Outra personagem chave, e que achei bem carismática, é Tikka, interpretada por Lucy Fry. Sem muitos detalhes, ela é uma elfa (ou talvez uma Eladrin, para os mais íntimos com RPG) responsável pelas firulas e acrobacias. É sempre muito bacana vê-la em cena – e espero encontrar cosplays dela nos próximos eventos!
Tikka é interpretada por Lucy Fry (Imagem Divulgação)
Referências
Lembra quando falei de Shadowrun? As referências em Bright não param por aí. É notável o trabalho de pesquisa – ou de memória – em que a produção abordou no filme, com longas já consagrados como MIB: Homens de Preto, Bad Boys e Máquina Mortífera, mas especialmente como Matrix. Os Inferni são uma mistura de Agente Smith com vampiros do Mundo das Trevas.
É claro que Senhor dos Anéis e Harry Potter estão por aqui também. Com relação ao primeiro citado, há a utilização dos idiomas, seja o Orcish e o Élfico, mas não sei responder se utilizaram dos mesmos fonemas e palavras criadas por Tolkien/utilizadas nos filmes, ou se eles mesmo os criaram. Ainda não encontrei resposta para isso – se alguém souber, deixe nos comentários, por favor.
Tem Dungeons and Dragons? Mas é claro. Tem até dragão – ou dragonete – que sobrevoa a cidade. Há outros elementos de RPGs clássicos, como por exemplo: o bairro dos Elfos é o high society, arquitetura contemporânea e mais brutalista – sem contar no design de roupas. Algo bem Londres/Tóquio nos dias de hoje!
Ou seja, aquelas características clássicas de cada raça, estão expostas no filme, e para quem curte este tipo de gênero, será um deleite visual.
Edgar Ramirez interpreta o elfo Kandomere (Imagem Divulgação)
Profecias
O filme dá margem para um universo expandido, seja com continuações, ou mesmo com trabalhos em outras mídias, como HQs e jogos.
Não esquecendo de citar os Orcs, a raça é a mais menosprezada entre todas, vivendo nas periferias e sempre causando confusão – para a mídia e policiais. Mas é aí que tá: a raça foi responsável por um grande feito na antiguidade, unindo todos os povos contra um mal maior.
Enfim, junto a este plano de fundo bem World of Warcraft dos Orcs, temos a profecia dos Bright. O que é um Bright? O que um Bright pode fazer com uma varinha mágica? Não vou me alongar para não dar muitos spoilers.
Estes dois plots são alguns dos temperos de que o longa trata, e que dão a sensação de um “filme apresentação”, com cara de episódio piloto de série – o que não seria má ideia. A notícia boa é de que teremos uma continuação e poderemos saber mais deste universo.
Noomi Rapace é a vilã Liela em Bright (Imagem Divulgação)
Público-Alvo?
Bright fica em cima do muro em trazer um filme pipoca com algo mais denso e estruturado, o que pode acabar gerando muitas divergências críticas.
Se por um lado é um ótimo filme de ação-fantasia, por outro, é um drama superficial – pessoalmente, acho que propositalmente – com ênfase em relacionamentos e preconceitos, com toques de crítica social.
Do lado mais técnico, a direção, direção de arte e roteiro, cumprem seu papel – embora já não possa dizer o mesmo para a montagem do filme, com passagens e cortes bruscos. Em alguns momentos, dá a sensação dos personagens teletransportarem-se de um lado para o outro. Mas de longe, isso não compromete o filme em nada.
Fãs de Shadowrun, assistam com a mente aberta. Não indico para todas as idades pois, apesar de ser um blockbuster pipoca, o filme tem cenas pesadas e até mesmo de nudes… mas né, se você está acostumado com um Máquina Mortífera da vida, não se incomodará nem um pouco.
David Ayer conseguiu entregar muito mais que em Esquadrão Suicida. Um thriller com um desenvolvimento natural entre as personagens, tudo ao seu tempo. Já Smith e Edgerton, o filme não exige tanto de suas atuações, mas eles entregam um papel extremamente satisfatório, cada um a seu modo.
Violet Evergarden é um anime romântico que fala de “Auto Memories Dolls”, robôs que foram criados pelo Dr. Orlando para ajudar sua esposa cega, logo se tornaram um grande sucesso e foram utilizados também como armas de guerra.
Violet Evergarden estreia em 10 de janeiro (Temporada de Inverno 2018) no Japão e deve chegar no segundo trimestre no sistema de streaming Netflix.
Prepare a mochila, as pokébolas e o suco para a última aventura clássica dos monstrinhos de bolso para a família 3Ds/2Ds.
Um pouco mais de Alola
Para quem não teve a oportunidade de jogar os antecessores Sun e Moon, Pokémon Ultra Sun e Ultra Moon é exatamente uma aventura completa, mais desafiadora e que você fã da franquia ou desse estilo de RPG deve jogar. Contudo o enredo do jogo sofre poucas modificações para quem teve a experiência com seus antecessores.
Entre as mudanças temos o enredo migrando do dia-a-dia de Alola para a misteriosa presença dos membros do The Ultra Recon Squad, o Ultra Esquadrão de Resgate que dizem maravilhas sobre a região e sobre a ausência de luz da cidade natal deles pela entidade chamada “The Blinded One” – literalmente “O Cego” e seu poder. Dependendo da versão do jogo você encontrará uma dupla diferente desse esquadrão: Dulce e Zossie em Ultra Sun e Soliera e Phyco em Ultra Moon; elas compartilham de uma visão diferente dos eventos que envolvem a evolução do roteiro de suas origens e do misterioso Necrozma, o grande foco desses jogos.
Contudo temos os desafios de cada capitão das ilhas e o confronto com os Kahunas, líderes das ilhas novamente tudo igual, e com poucas diferenças em relação a Sun e Moon. Além disso mais pokémon foram adicionados para o jogo totalizando aproximadamente 400 registros na RotomDex dentre ele vários de Johto e Sinnoh, vocês estavam esperando um anuncio de Diamond e Pearl não é?
Mas a medalha de ouro vai para uma repetição do que houve em Omega Rubi e Alpha Sapphire: os portões dimensionais. Em Ultra Sun e Ultra Moon somos apresentados ao túnel Ultra Dimensional que além de ser importante para o roteiro e evolução da história traz um grande replay em busca de Pokémon como os Lendários de outras regiões e as Ultras Beast, além de outros Pokémon.
A diversão só aumenta nessa viagem, pois o quão longe você anda no túnel maior a chance de vir um Shiny, e é valido para os lendários! Então corra com Solgaleo e voe com Lunala em busca deles!
Conquiste as ilhas e se torne o campeão… porém… prepara-se para encrenca…
O ano de 2017 para Pokémon teve grandes pitadas nostálgicas como o filme Pokémon The 20 e os episódios de Misty e Brock na série animada com uma batalha épica entre Ash e Misty. E então por que não colocar isso em Ultra Sun e Ultra Moon? Pois bem temos o evento pós jogo chamado The Team Rainbow Rocket…. Sim, Giovanni está de volta! Não darei muitos detalhes sobre pois para mim é algo que devia estar durante o decorrer do jogo e não como um evento extra.
A equipe Rocket querendo ou não é uma das mais emblemáticas em toda a franquia, e você acha que as tecnologias de abrir portais para outras dimensões não estariam inclusas? Pois, bem, Giovanni em pessoa, vai até a Aether Fundation para obter a tecnologia toda, mas ele não está sozinho nessa empreitada… todos os líderes de todas as equipes: Aqua, Magma, Galactic, Plasma e Flare juntam forças para formar a Rainbow Rocket e o plano dominar TUDO e cabe a você campeão interferir nesse plano e salvar Alola mais uma vez! Só acho que poderia ter uma Jessie & James no meio disso tudo.
De novas formas a novos lugares e mesma interface
Pokémon Ultra Sun e Ultra Moon apresenta também novas formas e pokémon dentro do jogo, como as capas mostram, Necrozma se funde aos lendários Solgaleo e Lunala utilizando de seus poderes e extingue a luz da esperança em Alola.
Além disso, novas Ultra Beast: Blacephalon em Ultra Sun e Stakataka em Ultra Moon. Você pode obter o Rockruff quem vem no mistery gift com a habilidade Own Tempo e que durante o entardecer faz ele evoluir para a nova DUSK Form.
Team Rainbow (Imagem Divulgação)
“Want a Blace-Ballon… Popplio?
Alguns novos lugares foram adicionados em Ultra Sun e Ultra Moon, como as novas praias em cada uma das ilhas que contém o minijogo de surfe nas costas do Mantine, que por sinal é muito divertido e garante uma recompensa especial para você! Temos o Vale dos Pikachu onde você pode conseguir alguns itens estéticos e um cristal-z especial. Procure por todas as partes pelos adesivos Totem, para conseguir algumas surpresas do professor Carvalho!
O processamento do jogo foi melhorado e eu com o velho 3DS senti muito a diferença; a interface dos botões sofreu uma leve alteração estética. O Plaza ganhou uma repaginada com um novo modo que lembra a Battle Factory do Battle Frontier de Pokémon Emerald: Battle Agency, você escolhe um entre três Pokémon oferecidos e mais dois parceiros de Plaza para uma batalha!
Porém a nostalgia não para, principalmente quando entramos no tópico de trilha sonora. Ela é idêntica ao antecessor, porém o advento das caçadas lendárias e da Rainbow Rocket e os Ultra Planes, os planos das Ultra Beast, dentro do jogo adiciona clássicas músicas de encontro igual ao tema remodelado, porém original do Team Rocket.
O fim para a família DS
Com o anúncio de que Ultra Sun e Ultra Moon serão os últimos títulos para essa família de portáteis e na minha opinião eles encerram com categoria, mesmo que ele pareça apenas um remake de Sun e Moon com uma DLC e correção.
Fica claro que as especulações de quando saiu X e Y de um jogo com o título Z e novo conteúdo e história foram migrados para Sun e Moon, na qual o enredo inteiro gira em torno do Zygarde e das Ultra Beast causando um pouco de problemas agora para Ultra Sun e Ultra Moon, semelhante um pouco com Black & White e a versão 2 deles.
Em Abril de 2018, o VGC do Pokémon volta para São Paulo e agora com tudo liberado, promete ser uma grande competição… então Sucolinos, estão preparados?
O selo Intel Extreme Masters (IEM) é o reconhecimento que atesta o desempenho de computadores gamers, representado com um adesivo holográfico na parte inferior do gabinete.
As exigências mínimas de configuração inclui processador Intel Core i5-7600, SSD ou Intel Optane, pelo menos 8 GB de RAM e placas de vídeo melhores ou equivalentes a uma GTX 1060 ou RX 470/570.
Vale lembrar que no Brasil e na América Latina, a RAWAR é a única que detém tal qualificação e selo IEM. Conheça mais as máquinas logo abaixo, que podem ser encontradas no SITE OFICIAL.
Destroyer
Preço sugerido:R$ 8.394,41
Armageddon
Preço sugerido:R$ 7.840,01
Hurricane
Preço sugerido:R$ 5.939,21
“Ser a primeira marca da América Latina reconhecida pelo IEM, um dos principais campeonatos de E-Sports do mundo, é motivo de muito orgulho. Somos especialistas quando o assunto é PC Gamer e, agora, com a certificação, reforçamos a qualidade dos nossos equipamentos e nos posicionamos no topo do mercado nacional”, conclui Francisco Guimarães, gerente de produtos da RAWAR.
Esta é a segunda apresentação da banda Snowkel no Brasil – a primeira no Anime Friends 2015 – e encerrou o último grande evento do ano, o Ressaca Friends 2017.
Nesta edição do Ressaca, estivemos apenas no domingo, uma pena, já que perdemos a performance de Mai Hoshimura. Mas mesmo assim, ficamos felizes em acompanhar mais uma apresentação do trio de Odaiba, Snowkel.
Mesmo os que não conhecem muito a trajetória da banda – e conhece mais pela música do Naruto, Namikaze Satellite – a banda também incluiu dois covers especiais para os otakus: Haruka Kanata do Asian Kung-Fu Generation e a clássiquera Chala Head Chala do mestre Kageyama.
O repertório passou por toda a história da banda, mas focou bem no último trabalho, popcorn labyrinth. Vale ressaltar o enfoque da banda em tornar o “mundo” melhor e universalizar as pessoas a serem melhores a cada dia. Bem inspirador!
Se você ainda não conhece a banda, confira o nosso Suco Apresenta com o Snowkel – AQUI.
Dead Tube é um mangá de temática adulta lançado em 2014 com a arte por Kitawa Touta e roteiro de Yamaguchi Mikoto, autor de outras séries como Gakuen Dragon Slayer e a mais recente Trinity Seven – 7-nin no Masho Tsukai Comic Anthology (lançado em 2016).
A série conta a história do tímido protagonista Machiya Tomohiro de 16 anos, membro do clube de cinema da escola em que ele é o cinegrafista principal.
O garoto não vai a lugar nenhum sem sua câmera em mãos, um dia, o jovem é chamado pela popular Mashiro Mai, uma aluna famosa pela sua atuação no clube de natação: bonita, inteligente e extremamente misteriosa.
Mai tem uma proposta para Machiya: a filmar durante dois dias inteiros sem interrupção, caso ele consiga, ela promete que ele terá grandes recompensas, não só financeiras mas como sua própria atuação como cinegrafista.
Capa do primeiro volume de Dead Tube (Capa Divulgação)
Três anos e poucos capítulos
Apesar do mangá já ter mais de três anos de lançamento – serializado na Champion Red – ainda são poucos capítulos disponíveis, sua periodicidade é mensal – principalmente pelo fato do autor lançar vários outros projetos durante o ano.
Ainda assim o título alcançou a popularidade no último ano, sua temática adulta com muitas batalhas, sanguinolência e gore tem atraído uma grande gama de fãs que esperam ansiosamente por cada novo capitulo.
Sátiras e Deep Web
É muito difícil falar sobre o título sem entregar qualquer spoiler, mas a verdade é que a obra é uma grande sátira do YouTube, com uma mistura de lendas da DeepWeb.
Na série, há uma retratação do que seria um site de postagens de vídeos por seus usuários onde não há limites de exposição: violência gratuita, assassinato, tortura, estupro, tudo é permitido no Dead Tube, e aqueles que alcançarem o maior número de visualizações ganham uma grande quantidade de dinheiro no fim da semana – porém – há terríveis consequências para aqueles que não atingirem o número mínimo de visualizações. Será que vale a pena correr o risco das penalidades do site em troca de fama e dinheiro?
Não se apegue a ninguém
No melhor estilo Game of Thrones não há como se apegar a nenhum personagem, a série é incrivelmente surpreendente e dá as mais diversas reviravoltas em pouquíssimas páginas, não só isso, o clima de suspense e mistério é constante e nos pegamos frequentemente nos questionando sobre quem é inocente e culpado nessa história.
Para fãs de séries como Corpse Party, Dead Tube é uma incrível descoberta com um roteiro instigante, muita ação, sangue e suspense, de fato vamos acompanhar de perto os próximos capítulos e torcer por uma série animada em breve.