E finalmente aconteceu! Depois de quase dois anos após o anúncio, Fullmetal Alchemist e Fullmetal Alchemist Brotherhood estreiam na plataforma de streaming Netflix.
Por enquanto, os animes contam com áudios originais em japonês e legendas em português, sendo que a primeira versão conta com 51 episódios, exibidos entre 2003 e 2004 no Japão.
Já o segundo anime de 2009, Fullmetal Alchemist Brotherhood, conta com 64 episódios, e conta com um desfecho e trama mais fiel ao mangá de Hiromu Arakawa.
Fullmetal Alchemist na NetflixFullmetal Alchemist Brotherhood na Netflix
E depois de trazer um Top 5 com os melhores grupos de k-pop que debutaram esse ano (Veja AQUI), nada melhor do que ouvir de novo os artistas que a gente já conhecia e amava com as melhores músicas lançadas durante o ano todo.
A ordem foi definida pelo número de visualizações nos videoclipes oficiais e você confere todos eles agora:
1BLACKPINK – As If It’s Your Last
Lançamento: 22/06/2017 Visualizações: 197.557.503
O BLACKPINK apareceu no topo confirmando seu sucesso, mas sem dúvida nenhuma, 2017 foi o ano do BTS, né?
E conta pra gente: que música ficou faltando nesse Top 10?
Entre na simulação e pilote a sua nave para salvar a humanidade da invasão alienígena.
A evolução dos Invaders
Space Rider é um jogo que reflete aquelas maravilhosas tarde de competição com seus amigos no Space Invaders. Trata-se de um Arcade Shooter (Jogo de Arcade de Tiro) onde você deve com sua nave derrotar hordas de inimigos, não qualquer inimigo… Alienígenas que querem fazer da Terra um lugar diferente!
Space Rider (Logo Divulgação)
O jogo é em realidade virtual! Sim, você leu isso mesmo. A imersão é algo fantástico dentro desse jogo onde cada objeto não identificados, os UFOs, são retratados das aparições e fotografias registradas na história da nossa humanidade até então, e com o registro delas no jogo. E o que torna mais espetacular é que as hordas aparecem com o ritmo da trilha sonora o que faz a experiência do jogo ser incrível.
Sua nave apresenta quatro armas e quatro habilidades para driblar e destruir as naves inimigas que também apresentam habilidades especiais e naves mães como chefes. Ao final de cada fase você ganha recursos para melhorar suas armas ou habilidades.
Desenvolvido pela Knackwire nas mãos de Diogo Palazzo Dias, foi umas das atrações durante a BGS 2017 principalmente com a produção de um jogo em realidade virtual (VR)!
Ele estreou em 2013 e atualmente conta com quase 70 capítulos, originalmente a série foi iniciada com uma one-Shot de mesmo nome e com o mesmo plot.
A one-shot se tornou tão popular que a autora foi convidada a tornar o romance em uma história continuada, e com alto número de visualização, boas críticas e lançamentos de CD-Dramas, é muito possível a série logo ganhe uma versão animada.
Clube de Basquete
A história gira em torno da protagonista, Machida Yuki, que se torna assistente do clube da basquete do colégio porque está apaixonada pelo capitão do time, Kido.
Porém, Yuki está muito longe de se declarar, com cinco irmãos mais novos Yuki se acostumou a esconder o que sente e deixar seus desejos e necessidades para segundo plano. As coisas começam a mudar quando o talentoso novato, Naruse Shou, se apaixona por ela e deixa sua vida mais e mais complicada.
Namaikizakari, de Miyuki Mitsubachi (Imagem Divulgação)
Mais complexa e densa do que parece
Namaikizakari pode parecer muito similar a tantos outros mangás de romances que temos por aí, mas não se engane, a obra é muito mais complexa e densa do que parece.
O romance entre os dois protagonistas é só um cenário de fundo para muitas outras questões que todos passamos na vida: o fim da escola, a universidade, escolher seguir seus sonhos, fazer o que gosta e saber se posicionar com o que desejamos.
Yuki é muito similar ao modelo de vários estudantes japoneses onde os estudados e dedicação são cobrados ao extremo. Como irmã mais velha ela se dedica a cuidar de sua família como se fosse a própria mãe, ainda mais com seu pai morando em outro país e sua mãe sempre trabalhando fora.
Para ela, demonstrar seus sentimentos é uma tarefa difícil, e ela raramente expressa o que deseja – quando confrontada com Shou, seu total oposto, que diz na lata tudo que quer, ela obviamente se vê em um conflito. Será que ela também pode colocar para fora o que deseja? Será que ela também pode ser egoísta? Não só isso: será que ela consegue ser assim?
Amadurecimento
Talvez o mais interessante sobre o mangá é que ele – diferente de muitos outros – não arrasta tanto o passar do tempo, e em poucos capítulos podemos ver os personagens amadurecendo, passando por todas as fases da vida e enfrentando seus conflitos de frente.
Além disso, muitos mangás que retratam esportes acabam caindo em ciclo constante de “Nosso time é o melhor e sempre vence”, mas Namaikizakari é mais complexo e retrata as dificuldades e superações dos treinos e exercícios para sempre estar competindo e buscando melhorar.
Leitura leve e divertida
Ademais, os personagens principais e secundários são extremamente cativantes, e não demora muito para estarmos apaixonados pelo casal, além de torcer para que tudo de certo por eles.
Para qualquer fã de shoujo é uma super pedida, além de leitura leve e divertida. Recomendadíssimo para fãs de outros shoujos famosos como Special A e Kaichou wa Maid-Sama.
Namaikizakari, de Miyuki Mitsubachi (Imagem Divulgação)
O que falar da Disney, que há muito tempo possui o pedestal do cinema. Você pode achar ruim, interpretar que é um exagero, mas com a Marvel e Star Wars, e o acerto com a Fox, só confirma esse fato.
Um auge o qual ela criou mesmo antes de existir até a Pixar, ela prova da sua magia em todos os seus filmes, sejam eles os maiores ganhadores de Oscars ou de baixas bilheterias, a Disney é dificilmente criticada pelo seu padrão; com exceção a “porrada fofa” usado nos filmes da Marvel – mesmo assim ela é quase unanimidade.
Não podia ser diferente com o novo filme da Pixar, Viva – A Vida é uma Festa.
Viva – A Vida é Uma Festa (Imagem Divulgação)
A mesma fórmula?
Os filmes da Pixar parecem ter tudo a mesma fórmula, mas pelo fato da Disney está por trás, a fórmula já conhecida acaba pegando as pessoas tão facilmente que já virou rotina. A Disney sabe exatamente como ter o público em sua mão.
Viva – A Vida é uma Festa conta a história de um garoto que vai para o mundo dos mortos em pleno dia dos mortos para resolver alguns assuntos pessoais. Nessa trama acontece tudo que já conhecemos quando se trata destes estúdios: aventura, humor, reviravoltas, tensão, tristeza e felicidade.
Tudo isso atingindo todo o público, de criança a terceira idade, suas animações sempre nos levam a lágrimas e grandes sorrisos – dessa vez de forma até mais forte.
Viva – A Vida é Uma Festa (Imagem Divulgação)
Mensagem Forte
Nesse filme parece ter algo a mais. Os filmes da Pixar sempre trazem uma mensagem por trás, e não diferente, em Viva – A Vida é Uma Festa a mensagem é tão mais forte que muitas partes são de colocar os sentimentos em cheque. Nem a pessoa mais fria conseguiria segurar o choro.
Até parece que a vontade da produtora é sempre alcançar um nível diferente de explodir o sentimento das pessoas que se encontram presos ou algo do tipo, por isso o termo “mundo mágico da Disney” vem tão bem a calhar.
Um filme genial a ponto de poder conquistar umas estatuetas, apesar de muitos filmes estarem lá por merecimento, devem tomar cuidado: pois se esse filme tiver muitas indicações, pode sim ganhar a noite do Oscar.
Viva – A Vida é Uma Festa (Imagem Divulgação)
Viva é uma conquista!
O fato de um estúdio manter o mesmo padrão de filme, é porque existe alguém por trás que sabe trabalhar muito bem com esses elementos e manter o público preso ao filme o tempo todo.
A Disney com certeza é invejada por suas conquistas, e muitos gostariam de trabalhar com eles, pois possuem uma fórmula de sucesso, e sabem trabalhar fora da zona de conforto. Ela é flexível, e claramente muito elogiada, por isso quando um filme da Pixar estreia nos cinemas, é garantia de sucesso.
Por se tratar de uma franquia deste calibre, vamos separar os comentários em dois artigos. Este, a REVIEWcomo vocês bem conhecem, sem spoilers e com argumentos mais críticos; e outro onde vamos explorar mais as cenas do filme, bem como abordar as mais diversas teorias mirabolantes.
Preparados?
Star Wars: Os Últimos Jedi (Pôster Divulgação)
A Força Despertou!
A sequência de O Despertar da Força continua exatamente de onde parou: Rey encontra seu possível mestre e mentor Luke Skywalker; e os rebeldes, mesmo depois de lidar com a Starkiller, ainda tem outras naves da Primeira Ordem para enfrentar.
Encabeçado por JJ Abrams na produção, que volta a dirigir lá no Episódio IX, Os Últimos Jedi tem a liberdade criativa – pelo jeito, total – de Rian Johnson, conhecido por seu ótimo trabalho com Loopers.
Aqui, seja dirigindo ou desenvolvendo o roteiro da trama, temos o Star Wars mais ousado já feito, que sai da caixinha e explora de forma genial diversos elementos que outros tiveram a censura – ou mesmo por medo – em não cinematografar na principal linha de filmes da franquia.
Star Wars: Os Últimos Jedi (Imagem Divulgação)
O Retorno de Jedi
Além de termos a saudosa e memorável participação de Carrie Fisher como Leia, Mark Hamill retorna com seu papel de Luke Skywalker; este, recluso em uma ilha – longe de tudo e de todos. E sim, há uma explicação por isso…
Já Daisy Ridley, retorna como Rey, convencendo mais em sua atuação – principalmente nos diversos close de rosto – e John Boyega, mesmo que um pouco mais apagado que no primeiro filme, desenvolve mais um pouco do seu plot individual.
Poe Dameron, interpretado por Oscar Isaac, convence em algumas cenas e desaponta em outras. Pessoalmente, gostaria que ele pilotasse mais naves a ficar na nave. Mas ok, entendo que no decorrer da trama, seu personagem terá uma crescente ainda maior, sendo importante na “reconstrução” dos rebeldes – principalmente depois da Starkiller dizimar alguns planetas.
Outros figurões da franquia retornam e fica aí de curiosidade para quem ainda não assistiu, mas adianto que é bacana ter este tipo de recurso num universo de fantasia, o que dá margem para explicar coisas sem se preocupar com linhas temporais ou “distâncias”.
Star Wars: Os Últimos Jedi (Imagem Divulgação)
Novos Personagens
Todo filme Star Wars apresenta uma nova gama de personagens, biomas, robôs e animais/criaturas. É claro que tem muito disso por aqui, e mesmo que a trama em segundo plano não chame tanto a atenção, os novos personagens são carismáticos.
Começando com o mais complexo e interessante em cena, Benicio del Toro faz um ladrão clássico do espaço. Ora você acha que ele tende para um lado, ora para o outro. E além disso, ele é gago! Fica aí a curiosidade em como ele trabalha sua lábia em conseguir as coisas.
Outra personagem que se destaca mais por seu carisma que por suas atitudes e motivações – apesar de ser uma motivação bela e válida – é a Rose, interpretada por Kelly Marie Tran. É a personagem mais kawaii da franquia – pode apostar!
Star Wars: Os Últimos Jedi (Imagem Divulgação)
Camada: Força
Em Os Últimos Jedi, temos dois roteiros em comutação, o que justifica um pouco da falta de ritmo nos primeiros atos do filme – falarei disso depois.
Em uma dessas camadas, a mais “protagonista”, é onde temos Rey, Luke e Kylo Ren. No sentido mais abstrato mesmo, o filme trabalha um pouco do Jedi Path, de outros novos conceitos – mas nada de Midichlorians amiguinhos… – e do desenvolvimento destes três personagens, todos ligados entre si.
Alguém aí viu Sense 8? É! Mais ou menos por aí. A começar que ser Jedi, não é só fazer as coisas levitarem – como Rey pensa no início – e também não é, nem de longe, o único poder de um.
Rian Johnson trouxe cenas emblemáticas e muito simbólicas, com jogo de câmera e efeitos práticos que demonstram muito bem estas habilidades tão místicas dos Jedi. É interessante de como o roteiro trabalha até chegar no clímax em união com a outra linha narrativa…
Star Wars: Os Últimos Jedi (Imagem Divulgação)
Camada: Rebeldes
É aqui que temos tiroteio, naves, invasões e tudo o que estamos já acostumados com a franquia. É também onde são explorados todos os outros personagens, seja um mais, outros nem tanto, e que parece não ter tanta importância pra trama.
Esse sentimento de que esse plot é desnecessário ou que nem precisaria ser explorado, é um pouco de egoísmo da nossa parte. Talvez lá na frente, seja num Ep. IX, será interessante saber que tivemos uma base de como a estrutura dessa nova fase dos Rebeldes foi construída.
Se foi bem trabalhada e explorada, aí de fato, podemos fazer algumas críticas: principalmente com a personagem Holdo, interpretada brilhantemente por Laura Dern. Algumas de suas ações são questionáveis e até mesmo sua presença no filme é questionável.
Star Wars: Os Últimos Jedi (Imagem Divulgação)
O Legado Skywalker
Apesar de termos Rey como um dos pontos focais do filme, Luke e Kylo Ren são os dois personagens que mais se destacam no filme.
O primeiro por todo seu contexto histórico na trama e pela complexidade e profundidade que seu legado ganhou.
Em primeiro lugar fico feliz que seu caminho tenha se distinguido um pouco do que foi o Obi-Wan, o que dá uma “cor” a mais para a franquia, e que mostra que o Sangue Skywalker é diferente dos demais.
Em segundo lugar, por conta dos inúmeros plot-twists, Luke Skywalker protagoniza dois dos diálogos mais memoráveis da franquia e uma das cenas mais épicas vistas nos cinemas. Quem é que berrou no cinema?
Quanto a Kylo Ren, o filme É DELE. Se tivemos aquela decepção de desenvolvimento no Episódio II com Anakin, aqui meu amigo, a coisa é bem diferente. Aquele garoto mimadão – continua mimadão kkk – ganhou uma motivação bem interessante na trama, e não digo que tenha virado um anti-herói, mas que há momentos em que queremos “abraçá-lo. Isso acontece!
Star Wars: Os Últimos Jedi (Imagem Divulgação)
Ritmo e Visual
Arrisco em dizer que a fotografia e o visual do filme entra no hall dos melhores de toda a franquia, com batalhas de tirar o fôlego – e com cenas simbólicas que eternizarão na mente da comunidade.
Não perfeito, Os Últimos Jedi desagrada no primeiro e segundo ato, onde cito que as duas camadas estão em desenvolvimento. Se por um lado temos um treinamento, ou quase isso, do outro temos ações dos Rebeldes que não parecem dar em nada. Mas como dito, “parecem”, e sem querer dar spoiler, deixo uma frase icônica do filme: “o melhor professor, é o fracasso”. Depois disso, tudo parece ter sentido!
Agora, o terceiro ato, meu amigo padawan, é o cúmulo da empolgação e da epicidade que nunca se viu em um filme Star Wars. Sério, você vai rir, chorar e berrar no cinema. Não tenha vergonha 😛
Star Wars: Os Últimos Jedi (Imagem Divulgação)
Os dois lados da Comunidade
Elogiado por muitos e criticado por poucos, Os Último Jedi é uma obra primorosa que honra todo o legado de George Lucas nos cinemas, conta com todas as características da obra, mas foge da obviedade; um fardo que JJ Abrams aparentava ter, mas que Rian Johnson veio para tomar essas dores – saudáveis, ainda bem.
Se comparado com O Despertar da Força, que traz um tom mais heroico e um protagonismo latente, o Episódio VIII expande o universo para os lados, “engorda” os personagens e o melhor: não sabemos como será o seu desfecho. Há muito pano pra manga!
Para quem gosta de k-pop 2017 foi um ano e tanto. Tivemos alguns escândalos, alguns disbands, vários shows no Brasil (alguns cobertos pelo SUCO) e muitos grupos novos estreando todos os meses.
Enquanto torcemos para que vários deles alcance o sucesso, trouxemos um Top Suco com aqueles que já chegaram chegando e com certeza continuarão em alta durante 2018.
As posições foram definidas pelas visualizações nos videoclipes oficiais e nas estreias em programas de TV contadas até o momento em que escrevi essa postagem. E o Top 5 Debuts K-pop você confere abaixo:
05. Weki Meki – I Don’t Like Your Girlfriend
Data de Debut: 08/08/2017 Empresa: Fantagio Entertainment Integrantes:Suyeon, Elly, Yoojung, Doyeon, Sei, Lua, Rina, e Lucy
Visualizações: 5.589.816 visualizações no MV 1.565.137 visualizações no Debut Stage
04. Samuel – Sixteen
Data de Debut: 02/08/2017 Empresa: Brave Entertainment
Visualizações: 8.431.816 visualizações no MV 1.563.585 visualizações no Debut Stage
03. KARD – Hola Hola
Data de Debut: 19/07/2017 Empresa: DSP Media Integrantes: J.Seph, B.M, Somin e Jiwoo
Visualizações: 19.069.091 visualizações no MV 3.027.780 visualizações no Debut Stage
KARD faz show energético e com muita dança em São Paulo
02. Pristin – Wee Woo
Data de Debut: 21/03/2017 Empresa: Pledis Entertainment Integrantes: Nayoung, Roa, Yuha, Eunwoo, Rena, Kyulkyung, Yehana, Sungyeon, Xiyeon e Kyla
Visualizações: 22.742.513 visualizações no MV 1.922.057 visualizações no Debut Stage
01. Wanna One – Energetic
Data de Debut: 07/08/2017 Empresa: YMC Entertainment e CJ E&M Integrantes: Kang Daniel, Park Ji-hoon, Lee Dae-hwi, Kim Jae-hwan, Ong Seong-wu, Park Woo-jin, Lai Kuan-lin, Yoon Ji-sung, Hwang Min-hyun, Bae Jin-young e Ha Sung-woon
Visualizações: 38.844.609 visualizações no MV 4.950.179 visualizações no Debut Stage
Parece que Agosto desse ano foi um bom mês para debutar! 😀
Concorda com esse Top? Sente falta de alguém? Conta pra gente nos comentários!
Sinopse: Tendo início dois anos após a conclusão da primeira série, o arco Clear Card é uma nova aventura de Sakura Kinomoto, uma jovem de 14 anos capaz de invocar estrondosos poderes a partir de cartas mágicas. Após um estranho sonho envolvendo uma misteriosa figura, Sakura descobre que todas as suas cartas ficaram transparentes e perderam seus poderes. Ao partir em uma jornada para descobrir o que há de errado, ela encontra e captura novas cartas com a ajuda de um novo báculo mágico, e conta com a ajuda de seus guardiães Kerberos e Yue, e de seus amigos Syaoran e Tomoyo.
O mangá de Sakura Card Captors foi publicado originalmente entre os anos de 1996 e 2000 pelo grupo CLAMP, ganhando um anime e dois filmes posteriormente. No Brasil, o mangá foi um dos primeiros a serem publicados pela Editora JBC, já republicado no formato tankobon e finalizado.
Cardcaptor Sakura: Clear Card estreará na NHK BS Premium em 7 de janeiro de 2018, no Japão e que também será transmitido pela Crunchyroll. O anime clássico também pode ser visto na plataforma.