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Sem Amor | Review

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Sem Amor (Pôster Divulgação)

Existe um problema presente em nossa sociedade que trazem questões racionais e bíblicas, como a questão do aborto. Se é realmente tirar a vida de alguém ou o fato da falta de recursos para manter um filho faz com que o aborto seja a opção mais sensata.

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Porém o filme Sem Amor trouxe novas questões a se pensar. A nova geração é preparada para formar uma família? Pais despreparados seria um dos maiores motivos para os filhos terem depressão tão cedo? O sentimento paterno/materno é realmente presente quando se tem um filho? As respostas estão dentro desse filme.

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Sem Amor (Pôster Divulgação)

O Filho Não Planejado

A trama inteira é focada no casal que teve um filho de forma não planejada, e fica nítido que todos os problemas começaram ao nascimento dele, uma mãe estressada a qual culpa a todos, menos a si mesma, e um pai focado em sua vida profissional que descarta aos poucos essa família para fazer a mesma coisa com outra mulher.

Tudo isso é tão bem amarrado que o filho vai sendo deixado de lado até por aqueles que estão assistindo, quando ele some do filme, os pais só descobrem seu sumiço depois de dois dias, e o modo como eles levam a vida enquanto o filho deles está desaparecido é o retrato do mais desagradável e nojento tipo de pessoa que está presente no mundo. Os personagens são tão bem preparados e apresentados nessa índole que você torce para que algo dê errado com eles de tão desapegado ao filho.

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Sem Amor (Pôster Divulgação)

Simbolo da Criança

O erro do filme é que o papel da criança é simbolizada apenas como o filho desaparecido. Bastou apenas alguns acontecimentos dentro de casa que foi possível entender os motivos da criança sair de seu lar, mas quando foi encontrada, não trouxe sentimento nenhum para quem está assistindo, de alívio ou desespero.

Na verdade fica até óbvio o que iria acontecer com o garoto, tanto que o emocional destruído dos pais ao encontrarem o filho rouba a cena por completo, preenchendo aquele sentimento anterior de que eles precisavam se dar mal.

Após toda a trama realizada, o final também se torna, casal divorciado, o marido casou e tem uma nova família, a esposa encontra um homem rico, ambos acontecimentos já sendo desenvolvidos desde o início do filme, cada um segue uma vida nova, com poucas sequelas, exceto a mulher, claramente uma mãe assombrada pelo acontecimento.

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Sem Amor (Pôster Divulgação)

Inspirações

O filme é inspirado em uma história real, o garoto nasceu no ano de 2000, e fugiu de casa em 2012, e nunca foi encontrado. Sem Amor está indicado ao Oscar como melhor filme estrangeiro, não é favorito, mas não é por isso que o filme seja fraco, com ou sem indicação, deve ser assistido por muitos, principalmente trazendo a ideia de família destruída que forma sequelas na cabeça dos filhos.

Nem sempre de alegria e diversão é feito o mundo do cinema, questões mais tensas como essa devem ser trazidas para os filmes, não como forma de entretenimento, mas como forma de aviso para muitos desinformados sobre o tema ocorrido.

https://www.youtube.com/watch?v=oWZGoqOasbs

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Sem Amor (Pôster Divulgação)
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Shoujo Shuumatsu Ryokou (Girls’ Last Tour) | Review

Shoujo Shuumatsu Ryokou Girls Last Tour
Shoujo Shuumatsu Ryokou (Imagem Divulgação)

Shoujo Shuumatsu Ryokou, ou simplesmente Girls Last Tour, é um anime da Temporada de Outono 2017, baseado em mangá homônimo de Tsukumizu, animado pelo estúdio WHITE FOX (Re: Zero) e dirigido por Takaharu Ozaki (Persona 5 the Animation – The Day Breakers).

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O anime foi encerrado com 12 episódios de 23 minutos adaptando os quatro volumes do mangá que ainda está em publicação.

Dupla de Garotas num Mundo Distópico

Shoujo Shuumatsu Ryokou acompanha o dia a dia de uma dupla de garotas em um mundo distópico. A premissa do anime, por si só, já me chamou atenção quando anunciado. Diferente do que se espera com uma ambientação apocalíptica, porém, o anime tende a gêneros mais dramáticos e ao slice of life.

O interessante é que, comumente, o que me prende em um slice of life é a vasta gama de personagens carismáticos. Shoujo Shuumatsu Ryokou, por outro lado, arrisca em um elenco mínimo. A rigor, apenas Yuuri e Chito existem na história que acompanhamos.

Com tão poucos personagens, o anime tende a ser lento, cansativo, apático, principalmente contando com uma ambientação morta, em um mundo destruído. O cenário é inegavelmente bonito e deslumbrante, com as cidades acabadas, os escombros por todo o lado e o que restou de alguma civilização passada.

Entretanto, embora bonito, não enxergo “movimento” no ambiente (o que não é algo ruim, mas apenas uma característica, que torna — inevitavelmente — o anime tedioso, por muita das vezes).

Shoujo Shuumatsu Ryokou Girls Last Tour
Shoujo Shuumatsu Ryokou (Imagem Divulgação)

Reflexões das Jovens Meninas

É natural do slice of life uma narrativa menos dinâmica e, nesse sentido, Shoujo Shuumatsu Ryokou não surpreende. Episodicamente o anime entrega histórias que se desenvolvem lentamente, com muitas falas e reflexões das jovens meninas acerca do mundo e do passado da humanidade.

Curiosamente, por mais que o anime seja lento (o que, repito, não é um defeito, mas apenas uma característica), os diálogos entre Yuuri e Chito sempre me prendiam com as ideias levantadas.

Debates sobre a vida, a morte, a religião, a amizade, a moral e a humanidade, dentre outros assuntos, me instigaram bastante ao tentar entender o ponto de vista das duas pequenas: Chito, a mais estudada e curiosa, sabe ler e entende a importância dos livros, ela preserva e admira o que restou da cultura humana. Suas opiniões sempre são mais racionais e centradas, não tão ingênuas e infantis.

Já Yuuri, mais astuta, é como a personificação do próprio instinto humano, sendo precisa com as sensações e com as necessidades imediatas. Suas opiniões sempre são mais diretas e objetivas, pouco importando conceitos relevantes para outras pessoas.

Shoujo Shuumatsu Ryokou Girls Last Tour
Shoujo Shuumatsu Ryokou (Imagem Divulgação)

Revelando o Mundo

Um ponto que vale mencionar no anime, inclusive, é a forma que o mundo é descoberto por Chito e Yuuri. Acho interessante que Shoujo Shuumatsu Ryokou não fala ou concluí algo para as protagonistas, ou mesmo para os espectadores. Ele apenas apresenta conceitos, revela o mundo aos poucos e a medida que Yuuri e Chito vão explorando o universo, nós também vamos aprendendo e amadurecendo junto.

Nesse sentido, o anime torna-se apreciável, uma vez que também estamos, vagarosamente, descobrindo mais sobre o mundo e seus personagens. Aqui, a premissa show, don’t tell (ou seja: mostre, não fale) é bem executada.

Partindo do ponto que a melhor maneira de se experimentar uma história é através da ação, dos pensamentos e sentimentos dos personagens e acontecimentos reais no mundo, Shoujo Shuumatsu Ryokou é bem sucedido, pois não possui diálogos expositivos, tampouco um narrador externo que nos diz o que se passa no enredo. Por conta própria, juntamente com as protagonistas, nós descobrimos tudo sobre a história.

Aliás, a quantidade reduzida de personagens nos faz observar e apontar outros tópicos que comumente não fariam parte de um anime com um grande elenco. No caso de Shoujo Shuumatsu Ryokou, o próprio mistério que ronda o universo se torna parte presente da história, protagonizando ocasiões valorosas ao longo da animação. A ausência de tudo, por um lado, torna o anime mais lento, menos dinâmico, mas por outro, instiga os espectadores mais atentos a apreciarem o desconhecido.

Shoujo Shuumatsu Ryokou Girls Last Tour
Shoujo Shuumatsu Ryokou (Imagem Divulgação)

Um Mapa Negro de Jogos?

Costumo pensar que o mundo de Shoujo Shuumatsu Ryokou é como um mapa negro de jogos onde a exploração é um ponto importante para o desenvolvimento do game/história. Aliás, alguns fãs, a medida em que o anime foi progredindo, fizeram um mapa para o mundo, registrando cada lugar conhecido por Yuuri e Chito (na wikia do anime tem os mapas).

Com uma pitada amarga de niilismo e existencialismo, as conversas corriqueiras e pontuais entre as protagonistas nos trazem novos temas a cada episódio. O conceito abordado em cada trecho do anime é sempre estampado por alguma palavra, dando significados (e ressignificados) para tudo, seja algo ou alguém.

Em um mundo completamente vazio, falta objetivo e sentido para a própria vida das protagonistas, o que constantemente é abordado em suas conversas de maneira sutil, nos levando a refletir sobre a relevância de tudo, desde nossa cultura até nossas crenças e necessidades.

No fim das contas, Shoujo Shuumatsu Ryokou é um anime que sabe o que fala, como fala e pra quem fala. Embora o design simples e menos realista possa enganar alguns espectadores desavisados, o anime trata com muita sobriedade assuntos profundos, fugindo do senso de aventura na jornada, preferindo caminhar por maiores possibilidades de descobertas e abordagens narrativas.

Shoujo Shuumatsu Ryokou Girls Last Tour
Capa do mangá de Shoujo Shuumatsu Ryokou (Imagem Divulgação)

A Jornada Continua

Fugindo de spoilers, posso garantir que o final do anime é — no mínimo — satisfatório. Eu, particularmente, gostei bastante, pois esperava que muitas das perguntas sobre o mundo que cerca nossas protagonistas ficassem sem respostas, mas tudo é explicado. Embora não tenha um final exatamente fechado, uma vez que a jornada continua, pelo menos a história até ali está muito bem resolvida.

Shoujo Shuumatsu Ryokou é um anime com diversas peculiaridades, com a desvantagem de estar preso à progressão lenta dos slice of life, mas com muito conteúdo interessante e que vale a pena ser conferido. O curioso é que ao longo da Temporada de Outono 2017 flopei muitos animes que foram super recomendados (tipo Mahou Tsukai no Yome), mas Shoujo Shuumatsu Ryouko, que tinha tudo pra ser flopado, me segurou até o final.

De um jeito ou de outro, pra quem curte Slice of Life, vale a pena conferir Shoujo Shuumatsu Ryokou e suas nuances. É um anime interessante, profundo e muito rico em diversos aspectos.

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Com 1 milhão de likes, americano irá batizar seu filho de Goku!

carlos sanchez goku

Fanático por Dragon Ball, o americano Carlos Sánchez quis demonstrar seu carinho a franquia de uma forma um tanto que inusitada: batizar seu filho com o nome Goku!

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O seu quarto filho só ganharia este nome se autorizado por sua esposa, claro, mas para isso, ele deveria bater mais de um milhão de “Likes” no Facebook. Dito e feito! Com menos de uma semana do seu post, ele bateu a marca (conseguindo mais de 1,5 milhão) e Goku Sánchez será o mais novo habitante da Terra em breve!

carlos sanchez likes goku
O desafio foi postado no Facebook!

“Nunca, nem em 1 milhão de anos, pensei que esta foto se tornaria viral como agora. Pensei que conseguiria milhares de ‘likes’, mas jamais pensei que ultrapassaria 1 milhão”, escreveu o pai na rede social.

E você, que nome daria ao seu filho?

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Live-action de Bleach estreia em julho no Japão

bleach

Finalmente temos uma data de estreia para o tão aguardado live-action de Bleach: 20 de julho, no Japão.

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A nota fora publicada pela Yonkou Productions e traz Souta Fukushi como Ichigo, Hana Sugisaki como Rukia, como tabém o diretor Shinsuke Sato – que já dirigiu Gantz e Gantz II: Perfect Answer.

Sinopse: Ichigo Kurosaki nunca pediu pela habilidade de ver fantasmas – ele nasceu com esse dom. Quando sua família foi atacada por um Hollow – uma alma perdida malevolente – Ichigo se torna um Ceifeiro de Almas, dedicando sua vida a proteger os inocentes e ajudar os espíritos torturados a encontrarem paz.

O filme será inspirado no mangá de Tite Kubo, serializado entre 2001 e 2016, sendo que no Brasil é publicado pela editora Panini.

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Kakegurui | Anime já está disponível na Netflix

kakegurui

Mais um anime do selo “original” entra no serviço de streaming, Netflix. A vez agora é de Kakegurui, que estreou em julho de 2017 no Japão.

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A adaptação do mangá de Homura Kawamoto conta com 12 episódios animados pelo estúdio Mappa. A versão brasileira conta com legendas e dublagem feitas em um estúdio do Rio de Janeiro.

Sinopse: Kakegurui conta a história dos estudantes da Hyakkaou Private Academy. A escola conta com filhos das pessoas mais ricas do mundo, e tenta ensiná-las como viver “no mundo real”, se podemos dizer assim. Durante o dia, a Hyakkaou Private Academy é um colégio normal, que ensina história, idiomas e outras disciplinas comuns. Porém, durante a noite, os alunos são ensinados a apostar e a manipular o dinheiro para poder continuar lidando com as riquezas de sua família um dia.

Assista agora na NETFLIX.

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The Post: A Guerra Secreta | Review

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The Post: A Guerra Secreta (Imagem Divulgação)

Poucos filmes do cinema podem ser considerados grandes obras de arte, e o que é mais curioso, não são filmes de grandes efeitos visuais.

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Basta notar que um roteiro e grandes atuações podem fazer um filme épico, podem discordar mas a realidade é essa, The Post: A Guerra Secreta é um filme que prova o poder da liberdade de expressão na mão dos jornalistas, contando com as ilustres atuações de Meryl Streep e Tom Hanks, precisa dizer mais alguma coisa?

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Tom Hanks e Meryl Streep em The Post: A Guerra Secreta (Imagem Divulgação)

Documentos Secretos

O filme conta a história de quando The Washington Post batalhou para conseguir publicar os documentos secretos da guerra do Vietnã, uma história que todo jornalista sente na pele o que é ser censurado, mas antes fosse esse o maior marco do filme, ter em tela Meryl Streep como a dona do jornal, fazendo parceria com o chefe da redação feito por Tom Hanks, é um momento que deve ser levado para a vida.

Ver gigantes de Hollywood dialogando em mesma cena, sabendo que será fantástico e ainda se impressionar com esse momento, é simplesmente inexplicável, é realmente digno de sair da sala de cinema e pagar ingresso de novo.

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Steven Spielberg em The Post: A Guerra Secreta (Imagem Divulgação)

Um Filme Spielberg

A mão do Spielberg no filme prova também tal genialidade, está na lista daqueles roteiros sérios, que possuem humor sem ser escrachado, e muito menos sarcástico, a tensão prevalece em todo o filme, e esse alívio cômico funciona da maneira correta.

Estava nítido que um ou outro seriam indicados ao Oscar, como no caso foi a Meryl Streep, onde o que prevalece em The Post: A Guerra Secreta é o conjunto; ambos os personagens funcionam perfeitamente, mas como uma parceria, quando estavam juntos em cena, nada mais importava, apenas o diálogo dos dois – isso tem um responsável e o nome dele é Spielberg.

The Post: A Guerra Secreta está indicado a melhor filme, e sinceramente não se sabe quem pode levar a estatueta, a disputa está por igual, quem ganhar não será exagero ou injustiça.

Realidade seja dita, esse filme está aí para todos aqueles que querem ver o que é um estilo de cinema clássico, onde grandes atuações com um roteiro bem amarrado, colocado na mão de um diretor incrível, pode ainda fazer sucesso dentro da realidade atual do cinema moderno.

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Netflix faz acordo com estúdios de Shingeki no Kyojin e My Hero Academia

A Netflix está cada vez mais investindo na animação japonesa e a novidade é que ela firmou parceria com a Production I.G., WIT Studio e Bones!

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Depois do simulcast com Violet Evergarden, mais animes devem chegar ao catálogo em breve no sistema de streaming mais poderoso do planeta.

Depois de anunciar mais de 30 novos animes para 2018, o contrato com o Bones – que já deu frutos como Fullmetal Alchemist e Fullmetal Alchemist Brotherhood – WIT Studio e Production I.G. pode acarretar em mais produções “originais”, ou quem sabe, mais animes antigos no catálogo.

Vamos esperar por mais informações!

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the PINBALLS – Quarteto Além das Expectativas | Suco Apresenta

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TRAJES FORMAIS, RIFFS ENCORPADOS E ROCK DE QUALIDADE são algumas das particularidades do the PINBALLS que por consequência disto recebeu agradáveis ovações, bem como, a oportunidade de ter uma de suas músicas como tema de abertura do anime Junji Ito Collection. (coletânea de histórias baseadas na obra do mestre Junji Ito)

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Concebido na província de Saitama, Japão, em meados de 2006, o quarteto consiste em Takayuki Furukawa (Vocal), Tomohiro Nakata (Guitarra), Hirotaka Morishita (Baixo) e Takashi Ishihara (Bateria).

Pouco tempo atrás eles tiveram seu major debut com o mini-álbum NUMBER SEVEN (2017) no qual a envolvente Shichitenbattou no Blues faz parte.

É de se espantar e admirar ao mesmo tempo que uma banda com 12 anos de formação só tenha aclamação agora, contudo, o fato de que o the PINBALLS merece tal furor é pra lá das expectativas, pois, o som, a vivacidade e a paixão com a qual o quarteto vem a comprometer-se é a justificativa adequada para o momento e que felizmente chegou às fronteiras do Suco de Mangá como algo a ser destacado.

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Junji Ito Collection (Pôster Divulgação)
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