A Axis – School of Visual Effectstransportou a cantora Daya Luz para dentro de um jogo de videogame no clipe “Vai Pirar”, que será lançado nesta quarta-feira, 16 de maio, e tem a participação do cantor Buchecha.
Com diversas técnicas de animação 3D e efeitos visuais, a equipe da principal escola de efeitos visuais do Brasil participou do storyboard, concept de personagem e cenário do clipe, além da modelagem 3D e rigging da versão digital de Daya Luz. Confira o teaser divulgado abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=eg42iNt7JAk
Vale lembrar que a Daya Luz sempre esteve presente no mundo dos games, inclusive participando da Brasil Game Show, como também do jogo Just Dance (veja nossa entrevista com a cantora).
Mais informações sobre a AXIS, cursos e master classes, vocês podem estar acessando o SITE OFICIAL da escola de efeitos visuais.
O clipe de “Vai Pirar” será lançado em 16 de maio no canal do YouTube.
Despedir-se de um animal de estimação geralmente pode exigir um pouco mais que uma pá, um lugar no jardim e algumas belas palavras. Porém, e se o animal em questão é um robô?
No Japão, o ‘falecimento’ dos cachorros-robô Aiboé marcado com um funeral bem humano, com uma cerimônia solene em um templo budista.
Memorial para os cachorros robô falecidos
Durante o memorial para os 114 cachorros-robô “falecidos” da antiga geração de Aibos da Sony, incensos foram acesos enquanto os monges em suas vestimentas tradicionais recitavam sutras e rezavam pelas suas almas. Cada cachorro tinha uma coleira mostrando de onde eles vinham e o nome que seus donos lhes deram.
Quando foram vendidos em 1999, o Aibo foi anunciado como o primeiro robô de entretenimento doméstico do mundo, com uma venda inicial de 3 mil robôs em apenas 20 minutos, apesar de cada um custar cerca de ¥ 220.000 cada (equivalente a R$ 7.150,00 atualmente).
Sony continuou com a produção e vendeu mais de 150 mil unidades, mas decidiu encerrar a produção em 2006, para tentar cortar gastos. A empresa parou de consertar os Aibos com defeito em 2014, deixando seus donos com robôs sem reparo e sem saberem como descartá-los.
O famoso templo de Kofuku-ji, um templo de 450 anos em Isumi, perto de Tóquio, já realizou a cerimônia de 800 Aibos.
Cachorro com Inteligência Artificial
Em Janeiro desse ano, a Sony trouxe o Aibo de volta (veja o vídeo abaixo), lançando uma versão atualizada que utiliza inteligência artificial e tem conexão com a internet para interagir com o seu dono e o ambiente. Mas a gigante dos eletrônicos resistiu à pressão dos donos do Aibo original para parar de reparar os antigos modelos.
Agora, os donos dos robôs defeituosos poderiam enviá-los para a A Fun, uma empresa que conserta produtos antigos, que os repassam para o templo de Kofuku-ji. Após o serviço, que não envolve enterro ou cremação, a empresa remove as partes que podem ser úteis para consertar modelos com pequenos danos.
Muitos dos cachorros-robô iam acompanhados de notas escritas pelos seus antigos donos. “Sinto-me aliviado de saber que rezarão pelo meu Aibo”, disse um dono. Outro escreveu: “Por favor, ajudem outros Aibos. Meus olhos se encheram de lágrimas quando decidi me despedir dele”.
Bungen Oi, um dos monges do templo, disse que ele não viu nada de errado em dar uma despedida digna aos amigos de quatro patas robóticos. “Afinal de contas, tudo possui um pouco de alma”, ele disse.
Este ano de 2018 é um ano marcado de várias lembranças de diferentes qualidades, umas trágicas, outras confusas e ainda outras que fizeram história. Confira agora o nosso Primeiro Gole de Megalo Box, mais um lançamento da Temporada de Primavera 2018.
A Saga de Um Cão Selvagem
Em 1968, universitários franceses da Sorbonne iniciaram uma série de protestos que se expandiram para uma greve nacional; é o que ficou conhecido como o Maio de 68. Também em 1968, foi decretado o Ato Institucional Número 5, lembrança que até hoje apavora a memória brasileira.
Mas nem tudo foram espinhos, pois no Japão, em 1968, Ikki Kajiwara iniciou um mangá que se tornaria um clássico: Há 50 anos estreava Ashita no Joe, um gigante do mesmo nível de Hajime no Ippo no que se refere ao boxe no mundo nos animes.
Para comemorar este meio século de estreia do mangá, o estúdio TMS Entertainmentlançou o inédito Megalo Box, adaptação do mangá de mesmo nome que vem sendo publicado desde fevereiro.
Quem não é familiar com os seus trabalhos anteriores, a TMS Entertainment foi a responsável por animes famosos e muito bem recebidos, como Akira, D.Gray Man, Lupin III e clássicos de nossas infâncias como Monster Rancher e Hamtarou.
Megalo Box (Imagem Divulgação)
Lutando Até O Topo
A história de Megalo Box se passa num futuro onde as lutas de boxe foram ampliadas com o que se chama “Gear”: um equipamento cibernético que amplia a velocidade e a força dos golpes desferidos pelos lutadores.
Seu sucesso vira a norma. Grandes organizações patrocinam campeonatos como o Megalomania, que decide o maior campeão dentre todos. Ao mesmo tempo, lutas clandestinas são rotineiras nos círculos mais baixos desse futuro. E é nesse segundo cenário onde encontramos o protagonista sem nome do anime, conhecido apenas como “Junk Dog”, seu nome de luta.
Esse é um lutador que leva seus desafios com garra, como um cão selvagem. Ele tem sede de se tornar mais forte, o melhor, mas ele depende de seu treinador para arranjar lutas; lutas quase sempre forjadas para quitar as dívidas que seu treinador arranjou com o crime organizado.
Quando Yuuri, o último campeão do Megalomania o desafia para uma luta e o derrota, Junk Dog encontra uma oportunidade de finalmente subir até o topo dentre todos os outros boxeadores para poder conseguir sua revanche. Forjando uma nova identidade para si, Junk Dog, agora Joe, tem três meses para ser qualificado e poder entrar no campeonato.
Megalo Box (Imagem Divulgação)
O Peso das Influências
Pessoalmente, shounen nunca foi meu maior atrativo. Nem boxe está entre meu tipo de luta favorito de se assistir, longe disso. Porém independente de gostar ou não, Megalo Box é um anime obrigatório de se assistir pela sua qualidade.
Qualquer pessoa que já tenha assistido a um dos melhores animes que já existiu como Cowboy Bebop e/ou tenha assistido Samurai Champloo irá perceber com clareza como Megalo Box capta tão bem de Cowboy Bebop o seu estilo gráfico e sua fotografia ou, se pegarmos alguns paralelos com Samurai Shamploo, a caracterização de Joe, que lembra muito o Mugen e a trilha sonora, que constantemente nos traz à memórias as músicas icônicas de Nujabes.
Cada episódio até o momento tem sido um prazer visual atrás do outro. As cenas de luta também são muito bem animadas e o desenrolar do anime até o momento tem sido muito instigante, gerando uma alta expectativa para a próxima semana.
É lógico que será difícil de competir com a nova temporada de Boku no Hero Academia, o maior shounen por excelência dos últimos anos, mas Megalo Box com certeza está como um dos campeões dessa Temporada de Primavera. Uma grande homenagem digna da grandeza de Ashita no Joe!
O jogo – uma mistura de RPG de Ação 3D com Beat’Up – faz você se sentir um aluno da Academia Luna Nova, controlando Akko e vivenciando as experiências e o dia-a-dia para se tornar uma bruxinha.
O jogo conta com duas modalidades multiplayer, onde uma permite que até 3 jogadores lutem cooperativamente dentro de uma masmorra progressiva – que vai até o nível 999 – com um tesouro valioso como recompensa. Já a segunda modalidade, dois jogadores controlam times de 3 personagens, frente a frente, cada um buscando os melhores resultados nos combates propostos neste modo.
Sinopse: Inspirada pela famosa bruxa Shiny Chariot, uma garota comum chamada Atsuko Kagari (ou apenas “Akko”) matricula-se na Academia de Magia Luna Nova, uma prestigiada escola que treina jovens garotas para tornarem-se bruxas. Antes do início das férias de verão, Akko e suas novas colegas de classe descobrem um fenômeno inexplicável em Luna Nova, aparentemente causado pelas Sete Maravilhas. Agora cabe à Akko e suas amigas desvendar os mistérios por trás deste estranho evento envolvendo as Sete Maravilhas, nesta que promete ser a aventura de suas vidas.
Para mais informações sobre Little Witch Academia: Chamber of Time, visite o SITE OFICIAL.
No último capítulo do mangá de Haruto Hino, em Takunomi, o anúncio de que a publicação terminará neste mês de maio, em 25 de maio.
Além disso, o mangá serializado pela Ura Sunday contará com um capítulo paralelo no dia 1º de junho, o que deve culminar para que a série conte com 7 volume encadernados.
Primeiro volume de Takunomi (Capa Divulgação)
Sinopse: A história é estrelada por Michiru Amatsuki, uma garota de 20 anos que se muda para Tóquio devido à estudos. Ela decide viver em uma residência feminina chamada Stella House Haruno, um lugar onde vivem mulheres de várias idades e áreas profissionais. O que todos elas compartilham é o seu amor por boa comida e álcool.
Neste ano, Takumoni ganhou uma adaptação em anime pela Production IMS, com 12 episódios e que foi ao ar entre janeiro e março de 2018, durante a Temporada de Inverno 2018.
Contando a história de uma jovem trambiqueira, Malu, que não mede esforços para aplicar um golpe nas pessoas e que não segue os padrões sociais. Segundo o desenhista “Ela é chata e estranha. As pessoas olham pra ela com estranhamento por ela não seguir alguns padrões sociais. Ela quer fazer as coisas do próprio jeito e isso incomoda, mas é o que torna ela especial”.
Indomável foi pensada pela dupla após o FIQ de 2015 quando decidiram trabalhar juntos em algo para a próxima edição do evento, que acontecerá entre os dias 30 de maio e 3 de junho, na capital mineira.
No fim do ano passado foi anunciado de que Noah Schnapp, o Will de Stranger Things, participaria do filme de Fernando Andrade (Coração Vagabundo, Quebrando Tabu), Abe.
Idealizado pelo diretor brasileiro, com roteiro de palestinos-americanos Lameece Issaq e Jacob Kader, o longa conta a história de um garoto de 12 anos, Abe, que gosta de cozinhar e nunca teve um jantar em família sem brigas, já que é fruto de um casamento misto entre uma mãe judia de origem israelense e um pai de origem muçulmana e palestino.
No longa, Seu Jorge e Mark Margolis também estão confirmados, e Abe é uma produção da e FJ Production, de Los Angeles.
Quando o primeiro Deadpoolfoi anunciado, pegou a todos de surpresa com um filme pesado nas piadas e nas cenas de ação – um dedo na ferida que todos gostaram e se apegaram ao mercenário tagarela.
Porém, a Fox não parou por aí, e depois do sucesso conquistado confirmaram a sequência que deixou muitos empolgados, mesmo com os trailers aparentando que Deadpool 2 poderia ser um filme ao estilo pastelão – que provavelmente teria piadas mais escrachadas do que o primeiro – e o fato desse pensamento estar totalmente errado é a maior surpresa! Mais uma vez o mercenário favorito de todos surpreende muito mais que o filme de estreia.
Deadpool 2 (Imagem Divulgação)
Ação e Trama Simples
Ao estilo Deadpool de ser, a trama mostra um tanto simples, sem nenhuma surpresa e bem menos atrativo, na verdade chega a ser padrão de filme de ação sem sal. Apesar da mediocridade do roteiro, tudo funciona bem e sem exageros – aliás até a fraqueza do roteiro é uma piada usada na própria trama.
Apesar de ser o mesmo tipo de humor já visto, há alívios cômicos que não funcionam, mas não por fraqueza de piada e sim pela intensidade da cena, dessa vez Deadpool 2 diminuiu de forma considerável o humor e colocou cenas de ação extraordinárias que nos faz lembrar de um Mercenários.
A teoria de filme escrachado caiu por terra (como disse no início) e essa surpresa ao estilo Filme de Ação 80s casou lindamente com o humor espreme-sangue que consegue maquiar, como dito por Deadpool em tela: esse roteiro fraquinho.
Personagens secundários ganham os holofotes
Como Ryan Reynonds fez jus ao que já foi visto de Deadpool, nada além do esperado mas ainda incrível, os holofotes foram direcionados para alguns personagens que de certa forma já bateu a curiosidade nos trailers vistos – e impactaram de forma brilhante.
Um deles é a lindíssima Zazie Beetz, no papel de Dominó que provou não ser só um rosto bonito, funciona como alívio cômico, e marca em suas cenas de ação – digna de aplausos.
Outro é Stefan Kapicic, o Colossus, ver o grandalhão cair para a porrada foi surpreendente por ter sido construído o estilo pacífico e regrado no primeiro filme, provou a sua força em tela e o porquê é o líder dos X-Men.
Quem foi digno mais uma vez de reverências é o ator Josh Brolin, depois de fazer um Thanos incontestável e marcante, vimos um Cable ao estilo Sly ou Arnold nos bons tempos de filmes da década de 80, com tiroteio, socos e caras feias de filmes clássicos que deu vontade de rever inúmeras vezes – toda cena em conjunto com Ryan Reynonds é balanceada em Deadpool piadista e Cable brucutu.
Vale comentar que colocaram um pouco de tragédia, tristeza e angústia em cenas que quebrava todo o humor, o que o diretor David Leitch conseguiu trabalhar muito bem essa mistura. Foi genial em John Wick, surpreendeu com Atômica, e mais uma vez atinge o público de forma espetacular.
Deadpool 2 (Imagem Divulgação)
Quero ver de novo!
Assistir esse filme deu vontade de apertar o replay e assistir mais uma vez. Uma história completamente aceitável, mas que todos vão ignorar, pois trata-se de Deadpool.
As tiradas são geniais, há cenas gore e um nível de ação acima do esperado, um ótimo filme, uma sequência digna do mercenário mais amado do cinema; deve ser assistida e re-assistida muitas vezes para quem gosta do herói sem escrúpulo, e se acredita que foi incrível, as cenas pós créditos só comprovam não só a genialidade desse filme, mas o desejo de todos os fãs de quadrinho e nerds com base a alguns filmes “questionáveis” do passado.