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Todas as novidades de My Hero One’s Justice durante a E3 2018

My Hero Academia One's Justice

My Hero One’s Justice não vai demorar muito pra chegar no Ocidente. Na E3 2018 a Bandai Namco divulgou que o jogo deve chegar nas Américas em outubro deste ano!

O jogo adapta um dos maiores sucessos da Shonen Jump, My Hero Academia (Boku No Hero Academia) e terá sua versão para os sistemas PlayStation 4, Xbox One, PC (via Steam) e Nintendo Switch.

My Hero One’s Justice permite que jogadores criem esquadrões com até três de seus estudantes favoritos da Escola de Heróis, com um lutador primário e até dois ajudantes, seguindo o formato que os times de Heróis Profissionais normalmente são retratados no anime.

Menu em My Hero One's Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)
Menu em My Hero One’s Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)

Durante o combate, lutadores poderão usar suas Individualidades (poderes únicos desenvolvidos por cada herói e vilão), ou o apoio de seus ajudantes, para lançar uma combinação explosiva de ataques capaz de mudar o rumo da batalha e acabar de vez com um adversário.

Modo História em My Hero One's Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)
Modo História em My Hero One’s Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)

My Hero One’s Justice permite que jogadores participem de momentos cruciais dos personagens como acontece no Anime no Modo História. Após concluir este modo como um herói, o Modo Vilão será liberado, tornando possível destrinchar a história novamente, mas desta vez sob a perspectiva dos vilões.

Customização em My Hero One's Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)

Ao completar estas missões, jogadores poderão liberar novos itens para seus personagens, tornando-os ainda mais poderosos.

Um modo online também estará disponível para aqueles que desejarem desafiar outros gamers em busca do título de “maior herói do mundo”.

Batalha Online em My Hero One's Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)
Batalha Online em My Hero One’s Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)
Batalha Online em My Hero One's Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)
Batalha Online em My Hero One’s Justice (Imagem Divulgação / Bandai Namco)
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Desobediência | Review

desobediencia sony
Desobediência (Imagem Divulgação)

Em 2018, as produtoras de filmes começaram a apostar em filmes LGBT+ não só por causa de um movimento ou quebra de tabús, mas claramente para aproveitar essa onda de amor livre e aceitação que alcançou na sociedade.

Destaque para “Com Amor, Simon“, o clichê romântico adolescente para o mundo moderno que agradou a todos os públicos, e o vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado “Me Chame pelo seu Nome”, que traz uma pegada muito mais cult que também impactou positivamente a todos – Review em breve, por sinal!

Dessa vez o tema LGBT+ foi mais uma vez escolhido, porém trouxe uma pegada muito mais tensa e forte, envolvendo o extremismo religioso e o medo da rejeição à sociedade.

desobediência
Desobediência (Pôster Divulgação)

Rejeição

Desobediência traz uma trama nada impressionante pela sua história e pouco atrativa em atuação, porém a ideia do filme é te colocar em um mundo oculto, mostrar que a vida de um gay não é só diversidade e felicidade.

A rejeição que muitos familiares e religiosos fazem com eles ainda é algo chocante que está longe das mídias, trazer esse ambiente para o judaísmo e trabalhar todo o ambiente ruim das pessoas olharem em forma de desaprovação, te coloca em dúvida do que realmente aconteceu.

Apesar do plot acontecer apenas no meio do filme, as expressões e diálogos em cena já te dão uma pista e até a conclusão do motivo de todo aquele clima pesado toda a trama é um verdadeiro “climão”; cada cena traz aquele momento constrangedor que não só traz risadas como também causa um desconforto como se estivesse dentro do filme. São poucas as cenas mais suaves que serviram para respirar um pouco – mas funcionou de forma contrária, as partes mais serenas só trouxe monotonia.

Cenas positivas amorosas e outras constrangedoras são extrapoladas propositalmente, e qualquer cena fora disso é ignorada, inclusive a cena de sexo das protagonistas trouxe um simbolismo diferente para cada um, ambas andando pelos padrões tradicionais da sociedade, evitando se soltar, e quando se encontram, foi libertador, quase a nível fantasioso, pareceu um final de filme de tão esperado que estava sendo a situação. Ainda sim o reencontro é libertador e também prejudicial para todos.

desobediência
Desobediência (Imagem Divulgação)

Teorias

A desaprovação do pai de Ronit é bem explícito mesmo depois de morto, ainda sim se mostra fragilizada pela morte de e mesmo que seu pai a rejeitasse, o final do filme te joga em um vácuo de teorias que faz com que questões não sejam respondidas, mas o conjunto da obra faz esse final ser muito bem trabalhado em contexto a todas as situações vividas em tela.

O ator Alessandro Nivola fez a melhor cena, por ser um filme LGBT+, a importância dela só triplica a sua perfeição: um rabino fazer um discurso de liberdade em meio a tantas cabeças quadradas causa um impacto forte e traz a mensagem que deve ser dita para aqueles que ainda têm preconceitos com os gays.

Porém, o ponto forte é a dúvida que ele se coloca em contradizer sua religião ou trair a amizade forte e longínqua das duas protagonistas, um espaço gigante para ele faz todos que estão assistindo ficarem aflitos, pois todo o ambiente pesado te de deixa em dúvida.

Ali poderia ser a cena de discurso de liberdade como poderia ser um discurso extremo religioso, difamando a homossexualidade e defender os ideais do judaísmo. Qualquer uma das opções causaria um impacto forte e provaria da genialidade do filme, os caminhos seriam diferentes em cena, mas sua conclusão resultaria em um poço de dúvidas que provaria da importância e genialidade dessa cena.

desobediência
Desobediência (Imagem Divulgação)

Linguagem Chocante

Não é um filme para todos, sua linguagem mais chocante pode afastar o público pela falta de cores e grandes nomes, mas na questão ideológica, é uma história que precisa ser contada, deve ser absorvida e entrará para a vasta lista de filmes conceituais onde a mensagem supera o filme.

Desobediência é o filme que ninguém gostaria de assistir, mas que precisa ser assistido e aproveitado cada minuto de sua tensão e tristeza, onde o movimento LGBT+ é o principal foco da trama, mas não é o público que deve ser atingido.

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O “Potencial Infinito” do BLACK6IX | Suco Apresenta

BLACK6IX
BLACK6IX significa “seis membros que possui um potencial infinito”

Julho já está quase chegando e com ele o aguardado World Pop Festival, que entre as atrações confirmadas estão os idols do BLACK6IX, um grupo de k-pop novinho, com potencial para estourar a qualquer momento!

Conhecendo os Meninos

O BLACK6IX debutou em abril de 2017, pela empresa Black Hole Entertainment tem apenas um ano, o que nessa indústria é apenas o comecinho de uma carreira. O nome do grupo significa “6 membros com potencial infinito” e são eles: YongSeok, TaeYoung, JongWoon, Ziki, YeY e The King.

É um grupo que mistura o Hip Hop a outros ritmos, ficando uma música mais melódica, outra mais animada como a vibe do Tropical House. As letras são sempre românticas e as coreografias muito elaboradas. A combinação perfeita para mostrar que os membros mandam bem nas duas coisas, com vocais e dançarinos incríveis.

Please Don’t Go

O primeiro single do grupo se chama Please. Tem um ritmo lento e dançante ao mesmo tempo. É uma música envolvente que dá vontade de ouvir várias vezes.

O MV tem quase 1 Milhão de visualizações e utiliza a técnica de One take (ou One Shot / Continuous Shot), que consiste na filmagem completa sem cortes. Esse processo é difícil e o vídeo precisou ser gravado diversas vezes em uma noite muito fria. Mas valeu a pena, pois o resultado é um MV visualmente muito bonito, com as expressões e a coreografia impecáveis.

E o clima frio com o tom escuro da fotografia combinaram perfeitamente com o que a música quer passar.

O Primeiro Comeback

O grupo fez um retorno poucos meses depois, em setembro de 2017, com o single Like a Flower, que é pessoalmente o meu favorito.

Aqui o Tropical House está mais presente, que é um ritmo que os meninos tinham muita vontade de tentar. O ritmo é mais animado, mais fluído, sem perder a forte presença dos raps.

A coreografia é a mais elaborada do BLACK6IX e é o grande destaque do MV, que dessa vez traz mais cores e um ar menos frio.

Um Outro Lado

A terceira e mais recente música do grupo de chama Alone. Foi lançada em fevereiro deste ano e é a responsável por mostrar um outro lado dos meninos: mais calmo e casual.

O single tem um toque levemente retrô e um videoclipe que parece homemade. O ritmo lento e todo esse ar casual traz uma proximidade com o grupo. E a música é uma delícia de ouvir, perfeita para quando se está num clima mais “de boa” e não quer ouvir músicas altas e gritantes. Ideal para relaxar.

Chegando no Brasil

Agora que você já conhece o grupo, está pronto para ver a apresentação deles, no mesmo dia que o D.I.P (já apresentamos eles aqui no Suco).

Eles estarão presentes no World Pop Festival do dia 21 de Julho, em São Paulo. Os ingressos para o evento já estão no 3º lote e podem ser comprados AQUI.

Quem quiser ver os meninos mais de pertinho e participar dos eventos de Fansign e Meet and Great pode ver mais detalhes AQUI.

O SUCO já está confirmadíssimo para o evento. Esperamos encontrar você por lá! 😉

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Live-action de Bleach ganha trailers com Ichigo, Rukia e Uryuu

bleach live action
Bleach, live-action (Imagem Divulgação / Warner Bros.)

A Warner Bros. japonesa divulgou nesta quarta-feira, 20 de junho, três novos trailers do live-action de Bleach!

São três vídeos centrados nos protagonistas Ichigo (Souta Fukushi), Rukia (Hana Sugisaki) e Uryuu (Ryou Yoshizawa), sendo que no primeiro podemos notar a música tema do longa, Mosquito Bite da banda [ALEXANDROS]. Veja abaixo!

O live-action de Bleach estreia em 20 de julho no Japão e conta com a direção de Shinsuke Sato e abordará os eventos dos oito volumes iniciais do mangá, o “Substitute Shinigami Arc”.

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Música tema de Evangelion ganha novo clipe oficial em HD

evangelion

Quem é que não cantava Cruel Angel’s Thesis? Hino da galera nos anos 90 e tema do icônico anime da GAINAX, Neon Genesis Evangelion, o clipe abaixo trará muita nostalgia para quem acompanhou a série – você que não conhece ainda, não é recomendado por conter MUITOS SPOILERS!

O lançamento veio pela King Records, com a canção original de Yoko Takahashi – lembrando que a música conta com covers de diversas outras cantoras, inclusive da seiyuu de Rei Ayanami, Megumi Hayashibara – e já completa mais de 23 anos desde seu lançamento em 1995. Muito tempo não?

Por sinal, por onde anda o último filme Rebuild, o 3.0+1.0 tão prometido senhor Hideaki Anno? Estamos no aguardo, já que o último saiu lá em 2012. 

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KARD fará apresentações em cinco cidades do Brasil em setembro

kard brasil 2018

O KARD está de volta para fazer shows no Rio de Janeiro e São Paulo e sessões de autógrafos em Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte. Os ingressos já estão à venda!

*Antes do KARD, a Highway Star também trará para o Brasil o grupo de k-pop SF9, que se apresentará nos dias 25 e 26 de agosto, em São Paulo.

Depois de uma turnê de sucesso no Brasil em 2017, o quarteto k-pop retorna ao país em setembro e passará por cinco cidades, sendo dois shows, um no Rio de Janeiro em 21 de setembro no Vivo Rio e o outro em São Paulo, no dia 30 de setembro, no Espaço das Américas.

wild kard in brazil 2018

Três sessões de autógrafos também estão confirmadas: em Porto Alegre, no dia 23 de setembro, no Teatro da PUC-RS; em Curitiba, no dia 25 de setembro, no Encontro da Amazônia; e em Belo Horizonte, no dia 27 de setembro, no Teatro do Colégio Monte Calvário.

Os ingressos estão a partir de R$100, no Rio de Janeiro, e R$130 em São Paulo, podendo ser adquiridos nos pontos de venda na bilheteria do Vivo Rio ou digitalmente pelo site da Eventim, e também no Espaço das Américas ou digitalmente pelo site Ticket360. Vale lembrar que para os shows do RJ e SP, o benefício da meia-entrada está disponível para todos que doarem 1kg de ração para cães e gatos – e também estão disponíveis os ingressos para a modalidade High-touch com o grupo.

Para os eventos nas cidades de Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte, a sessão de autógrafo pode ser adquirida exclusivamente pela internet, no site Sympla, num valor único de R$155.

Para estas e demais informações nos shows respectivos, acesse:

Informações: Show de São Paulo

Informações: Show do Rio de Janeiro

Informações: Sessão de Autógrafos em Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte

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Para além de Miyazaki: 10 outros diretores que você TEM que conhecer!

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Arte por Mine Yoshizaki

Hayao Miyazaki era um gênio, e disso todo mundo sabe. Suas animações marcaram a vida de muitas pessoas. Mas o Japão possui outros gênios, e esse post é para enaltecer alguns deles, e expandir seus trabalhos para mais pessoas.

Alguns diretores abaixo não trabalham somente com direção, mas focamos em trabalhos onde eles são os diretores.

1Hideaki Anno

hideaki anno

Hideaki Anno nasceu em 1960 e tem 58 anos. Um dos seus trabalhos mais notáveis foi o anime Evangelion, de 1995. E depois dirigiu um filme desse anime, chamado The End of Evangelion. O filme era um final alternativo para a série animada.

2Isao Takahata

Isao Takahata

O Co-Fundador do Studio Ghibli faleceu nesse ano de 2018, com 82 anos. Antes de morrer, deixou seu legado. Seus filmes tem uma importância não só artística, como também história. No ano de 1988, Takahata dirigiu um dos filmes mais importantes sobre a Segunda Guerra Mundial, O Túmulo dos Vagalumes. Em 2013 dirigiu o delicado O Conto da Princesa Kaguya, deixando sua marca pouco antes de falecer.

3Katsuhiro Otomo

Katsuhiro Otomo

Otomo nasceu em 1954, e hoje tem 64 anos. É conhecido mundialmente por ter criado a grande obra, que se tornou maior que seu próprio nome, Akira, de 1982. Em 1988 teve a oportunidade de dirigir o filme de sua obra, que se tornou um clássico, lembrado e amado até hoje. Outra obra de Otomo que pode ser destacada é Steamboy de 2004. Os traços da animação são bem semelhantes à Akira, tornando impossível não reconhecer que é de Otomo.

4Makoto Shinkai

makoto shinkai

Nascido em 1973, Shinkai tem 45 anos. Todos os seus trabalhos receberam destaque, desde o primeiro curta Kanojo to Kanojo no Neko (Ela e seu gato) de 1999. Em 2007 dirigiu 5 Centímetros por segundo, que é um de seus mais conhecidos trabalhos. Até que em 2016, um de seus trabalhos ficou famoso mundialmente, elevando mais ainda seu nome. Kimi no Na Wa alcançou um público enorme, e até mesmo quem não assiste animações japonesas com frequência acabou conhecendo.

5Mamoru Hosoda

mamoru hosoda

Hosoda nasceu em 1967 e hoje tem 50 anos. Hosoda tem uma filmografia extensa, cheia de grandes obras como Toki o Kakeru Shoujo, filme de 2006 e Summer Wars de 2009. Os grandes destaques são Ookami Kodomo no Ame to Yuki, de 2012 e Bakemono no Ko de 2015. Não tem erro, qualquer filme dele é maravilhoso.

6Satoshi Kon

satoshi kon

De 1963 a 2010, Satoshi Kon deixou sua marca no mundo, principalmente com suas animações que nos faziam pensar. Faleceu aos 47 anos em 2010, mas continua fazendo história. Entre seus trabalhos, podemos citar alguns de renome, como Perfect Blue, de 1997, Tokyo Godfathers, de 2003 e o grande Paprika do Studio Ghibli, em 2006. Seus trabalhos fazem tanto sucesso que muitos filmes americanos se inspiraram nele e recriando suas cenas clássicas em referência.

7Shinichiro Watanabe

Shinichiro Watanabe

Nascido em 1965, Watanabe tem 53 anos. É conhecido por dirigir grandes obras clássicas dos animes, como Cowboy Bebop de 1998 e Samurai Champloo de 2004. Seu trabalho mais recente foi Zankyou no Terror, em 2014. Watanabe preza muito pela trilha sonora em seus trabalhos, tanto que Bebop e Champloo são conhecidos por ter uma trilha sonora intrínseca à animação.

8Naoko Yamada

naoko yamada

A única diretora mulher da lista e a mais nova também. Nascida em 1984, Yamada tem 33 anos. Conhecida pelo seu trabalho em animações fofas como K-On! de 2009 e Tamako Market de 2013, Yamada surpreendeu a todos quando dirigiu Koe no Katachi, filme de 2016, que encantou grande público por tratar de um assunto tão delicado. Yamada fez um ótimo trabalho, e conseguiu passar a mensagem que precisava.

9Hiromasa Yonebayashi

Hiromasa Yonebayashi

Nascido em 1973 e tem 44. Yonebayashi é conhecido por seus trabalhos com o Studio Ghibli, que são os mais recentes inclusive, como O Mundo dos Pequeninos de 2010. E As Memórias de Marnie de 2014. Seu filme mais recente é Mary and the Witch’s Flower, lançado em 2017.

10Rintaro

Rintaro

O diretor nasceu em 1941 e hoje tem 77 anos. Ficou bastante conhecido com seu trabalho de 2001, Metropolis, uma ficção científica baseada no mangá de Osamu Tezuka. Antes disso, um de seus trabalhos notáveis foi em 1987, quando Rintarou trabalhou na antologia Neo Tokyo, também de ficção científica.

Todos esses diretores possuem uma visão única de mundo, e cada trabalho contém uma mensagem que nem sempre está logo a vista. São muito profundos e cativantes. Vale à pena conhecer um por um, inclusive os trabalhos menores.

Confirmada a segunda temporada de Tokyo Ghoul:re

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O que todos já estavam esperando, enfim confirmado na Young Jump: Tokyo Ghoul:re vai ganhar uma segunda temporada de 24 episódios – em duas partes (cours).

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Tokyo Ghoul:re na Young Jump (Imagem Divulgação)

Os novos episódios devem chegar ainda este ano, em Outubro, durante a Temporada de Outono 2018. Vale lembrar que a primeira fase da série já fechou sua exibição no Japão com 12 episódios na Temporada de Primavera 2018.

No Brasil, o mangá de Sui Ishida é publicado pela editora Panini.

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