Recentemente a Starwave Records, selo de bandas como laibaiser, THE SOUND BEE HD e mikansei alice, estabeleceu um novo selo chamado “RAJEWELY Entratainment”, que acabou de ter sua primeira banda contratada, uma nova banda chamada “LIVERECHT”.
LIVERECHT é uma banda de rock Visual Kei com 3 membros, o vocalista Remu, o guitarrista Satsuki e o baixista Kakeru. Destes, é possível que você já tenha ouvido falar de Kakeru, que era baixista na falecida AkaKU SoMATTA Kioku (紅ク染マッタ記憶) (2016-2018).
Oficialmente a banda terá seu debut em 27 de Maio quando fará seu primeiro show solo (que será num evento gratuito!!), mas já disponibilizaram seu primeiro spot, com a música “nakigara” no canal oficial da Starware Records no YouYube! A música será lançada em formato de CD no futuro, mas está ainda sem data.
O único filme do Studio Ghibli que ficará faltando dentro do catálogo da Netflix, Túmulo dos Vagalumes (Hotaru no Haka), será relançado em blu-ray pela Versátil Home Video nos próximos meses.
Anteriormente, a mesma empresa lançou o blu-ray de Túmulo dos Vagalumes em 2015 e agora com pré-venda exclusive pelo site, a entrega está prevista a partir do dia 30 de abril. Os valores são de R$ 64,90, mas para quem já adquirir na pré-venda terá R$ 10 de desconto, totalizando R$ 54,90.
Sinopse: Os irmãos Setsuko e Seita vivem no Japão em meio a Segunda Guerra. Após a morte da mãe num bombardeio americano e a convocação do pai para a Guerra, eles vão morar com alguns parentes. Insatisfeitos, saem da cidade e acabam num abrigo isolado na floresta, onde lutam contra a fome e as doenças e se divertem com as luzes dos vagalumes.
Um dos grandes nomes dos RPGs táticos, Wasteland, ganhará seu terceiro capítulo em breve e graças a Deep Silver em conjunto com a inXile Entertainment, tivemos acesso ao beta do game. Já nas primeiras goladas, sentimos o peso de 32 anos de história e entendemos sua fama.
Wasteland 3 também traz o cenário pós-apocalíptico nuclear, mas temos uma ambientação focada nas terras gélidas do Colorado e segue muito do que o segundo jogo trouxe – e revitalizou – a franquia. Avante Rangers!
Bem-vindos, Rangers!
A campanha liberada para a imprensa não é das mais longas, mas em suas poucas horas tivemos acesso a vasta customização de personagens (duplas), onde além das características físicas, perícias e armamentos, também temos acesso ao trejeito do personagem que fará diferença nos diálogos da história.
Após um mapa com cerca de três combates “tutoriais”, somos apresentados ao QG onde conhecemos “O Patriarca”. É ali que fincamos nossas bases e começamos a reunir o nosso esquadrão de rangers para as missões.
Já de cara, é notório o trabalho de diálogo, com uma abrangência absurda de escolhas, o que agradará os mais ávidos pela leitura e por quem quer se aprofundar bem na trama de Wasteland 3. O diálogo não fica para trás e há uma interpretação minuciosa em cada uma das personagens, entregando uma imersão bem interessante ao jogador.
Colorado: terras inóspitas
Algo que me chamou bastante a atenção é o cuidado no roteiro do game. Mesmo em RPGs que acabam entregando uma vasta rede de diálogos, muitas vezes são conversas que não “se ligam”, algo A <> B <> C. Em Wasteland 3, o caso é diferente e não há um afunilamento de conversa e sim, uma gradativa expansão de janelas e possibilidades. Provavelmente será interessante voltar no SAVE para descobrir os diversos desdobramentos possíveis no game.
Em meio a neve, montanhas, rio gélidos e tundra, seu esquadrão será posto no frente de combate contra mercenários, facções e gangues. Dentro de tudo isso, a ação desencadeia para táticas de sobrevivência corpo-a-corpo, com personagens utilizando facões e porretes, pistoleiros, e até os atiradores de elite. Este último, meu preferido.
Paralelo a isto, somos apresentados as motivações de nossos inimigos, e já no início é possível questionar as nossas ações: será mesmo que estamos no caminho certo? O tal Patriarca é quem sabe de toda a verdade? A missão com a gangue Dorsey já mostra isso e o seu desenrolar é muito interessante, remetendo a antigos faroestes.
Ambientação melancólica
Apesar de nunca ter tido contado com o primeiro game (Wasteland, 1988), sua versão remasterizada que saiu neste ano, ou o segundo, Wasteland 2, de 2014, o que mais fica claro é o apreço e cuidado que os desenvolvedores possuem pelo título. Tudo é colocado de forma funcional dentro do gênero.
Saindo da jogabilidade e caindo na ambientação, vale o destaque para os efeitos sonoros e a ótima trilha sonora com músicas que cabem muito bem ao cenário que estamos vivenciando no game.
Trabalhando uma tensão interminável, a primeira experiência com Wasteland 3 foi devastadora, mas de forma positiva. Com uma possibilidade de entrega de até 10 finais diferentes, os fãs do rpg tático terão uma complexidade admirada que deverá agradar durante as dezenas de horas de jogatina. Um título diferenciado dentro do cenário de lançamentos de 2020.
Wasteland 3 será lançado no dia 19 de maio para PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Em um comunicado para a imprensa e via redes sociais, a Sato Company anunciou uma parceria com a BAND para a transmissão de Jiraiya: O Incrível Ninja, O Fantástico Jaspion e Esquadrão Relâmpago Changeman, que se iniciou neste domingo (22), às 10h30 na emissora.
Por conta do conteúdo esportivo estar suspenso, devido ao avanço do novo coronavírus, esta foi a solução da emissora em substituir as partidas de futebol sub-20.
A questão que fica é a seguinte: caso dê uma boa audiência, há uma chance da parceria expandir e dar lugar a mais títulos – no caso animes que a Sato detém?
Em comunicado oficial, a Square Enix avisou que a distribuição das cópias físicas de Final Fantasy VII Remake poderão ser afetadas por conta da pandemia causada pelo COVID-19. Regiões como a Europa, Austrália e Américas estão como as possíveis afetadas pelo atraso.
— FINAL FANTASY VII REMAKE (@finalfantasyvii) March 20, 2020
A data de lançamento, previsto para 10 de abril, ainda será mantida. Contudo, os jogadores que fizeram a pré-venda da versão em disco, poderão não receber o jogo no dia de sua remessa.
Mais informações deverão ser divulgadas nos próximos dias, assim dando um update da situação referente a distribuição. O exclusivo temporário do Playstation 4, também sofreu um aumento de preço repentino nas lojas nos últimos dias – agora o game pode ser encontrado pelo preço de R$ 279,90, enquanto antigamente ele era comercializado por R$ 249,90.
Apesar dessa dor de cabeça, a Demo do game já está disponível na Playstation Store – recomendo jogá-la enquanto aguardamos seu lançamento no dia 10 de abril.
Por meio do Twitter, o perfil oficial do Xbox anunciou nesta quinta-feira (19), que todos os jogos lançados para o Xbox One, estarão disponíveis para serem jogados no console da nova geração da Microsoft. Essa funcionalidade será possível graças a retrocompatibilidade, recurso que estará disponível tanto no Series X, quanto no Playstation 5.
Contudo, a Microsoft está sendo mais clara quanta a essa funcionalidade. Já no lançamento, os jogos presentes no catálogo do 360 e Xbox One poderão ser jogados no Series X com melhorias gráficas e no desempenho. Diferentemente da Sony, que revelou recentemente em uma apresentação feita pelo Mark Cerny que, no lançamento do Play 5, apenas os 100 títulos mais jogados no PS4 poderiam ser transpostos para o novo console – porém eles voltaram atrás, e reiteraram que mais de 4 mil jogos terão retrocompatibilidade.
“Todos os games que contam com retrocompatibilidade, sim. Somados a todos os jogos de Xbox One”. — Xbox (@Xbox)
Sabemos que o Xbox Series X será o console mais rápido e poderoso da história, e a retrocompatibilidade será uma ferramenta fundamental nessa geração, possibilitando que jogadores revisitem títulos lançados no passado. Lembrando que, essa funcionalidade já está disponível para o Xbox One, podendo rodar alguns games do 360 e do Xbox original. O Xbox Series X está previsto para chegar no final de 2020, caso não haja nenhum imprevisto por causa do Coronavírus.
Recentemente a Bandai Namco lançou One Punch Man: A Hero Nobody Knows, um jogo de ação e luta baseado na franquia One Punch Man, de ONE. O título está com legendas em PT-BR e demos uma golada nas primeiras horas do game. Vamos lá!
Vale lembrar que este é o primeiro jogo para consoles da franquia, e logo de cara já temos algo que foge um pouco dos jogos de luta tradicional. A Spike Chunsoft, desenvolvedora da série Danganronpa, inseriu alguns elementos de RPG em seu modo de história, com customização de personagens e incontáveis missões. Na primeira jogatina, a experiência é muito gratificante!
Faça sua inscrição na Academia de Heróis
Próximo ao que já vimos na webcomic, mangá e na série em anime, começamos o game customizando um personagem que entrará na Academia de Heróis. Ao contrário do que alguns pensaram, não temos o controle de Saitama no modo história; apensar dele estar presente em diversas missões de forma jogável.
No início, a customização é um pouco limitada, já que grande parte dos itens e acessórios temos que conseguir durante a jogatina. Basicamente, um AllStar, uma bermuda ou calça, e uns três modelos de camiseta, já são o suficiente para começar a salvar o mundo – ou pelo menos o bairro onde você mora.
Como na série, começamos no rank mais baixo dos heróis e conforme completamos missões, pontos de experiência e renome são ganhos, o que acaba permitindo a melhoria de stats, compra de novos golpes e a ascensão de sua influência e nível dentro da Academia de Heróis.
Apesar de termos um acompanhamento dos eventos da série, eles são imutáveis, ou seja, o jogo segue a linha cânon. De fato, o que você consegue fazer são as missões exclusivas do próprio jogo. Outro fator interessante é de que mesmo não sendo protagonista de certa ação contra um monstro, podemos ajudar os diversos heróis – mais poderosos, por sinal – na luta. Justificável!
É claro, conforme sua progressão no jogo e maior nível dentro da Academia, o teor das missões acaba aumentando, onde você passará de um simples herói da vizinhança para um renomado salvador da pátria.
A Rivalidade no Modo Multiplayer
Confesso que ainda não me aventurei muito nos demais modos, já que tentei focar mais no desenvolvimento da trama para um melhor entendimento do conceito do jogo. Entretanto, acabei participando de algumas batalhas, seja no modo local ou multiplayer.
Para os mais aficionados de jogos de luta, One Punch Man: A Hero Nobody Knows traz um enfoque maior na diversão que na estratégia de combate, o que leva a jogabilidade propiciar alguns momentos frustrantes com o desbalanceio de personagens e resposta de comandos.
Com um sistema básico, é até fácil dominar o game em poucos minutos e com isso, partir para a porradaria (de até 3 x 3) contra outros usuários. Porém, pecando na fluidez, muitas vezes você se sente refém da falta de alternativas, trazendo um pouco do fator “sorte” à tona.
Trocando ideia com o Cavaleiro Sem Licença (Screenshot de Divulgação)
Diversão em primeiro lugar
Para quem busca um jogo de luta, One Punch Man: A Hero Nobody Knows acaba trazendo suas falhas, pelo menos nesta primeira impressão. Em decorrência disso, é um jogo mais indicado para os fãs da franquia, para quem busca ter o controle de seus personagens favoritos e ingressar na Academia de Heróis.
Com relação ao Modo História, ele se mostra divertido – pelo menos nas primeira horas – com missões simples de “eliminar o monstro” ou “entregar alguma coisa no outro bairro”. Vale a ressalva se esta receita se sustentará de forma bacana até o fim do jogo. Enquanto isso, continuo a jogar rumo a CLASSE S!
Suzanne Collins, autora da famosa trilogia de livros Jogos Vorazes, anunciou um novo livro chegando nas livrarias em breve. The Ballad of Songbirds and Snakes contará a história de Panem 64 anos antes de Katniss Everdeen e o personagem principal da vez é ninguém mais ninguém menos que Coriolanus Snow, o conhecido e poderoso presidente Snow.
O título em português e a capa oficial será divulgada pela Editora Rocco nesse domingo e tem previsão de lançar aqui no Brasil no primeiro semestre desse ano. Como podemos ver no site da Amazon, o livro deve conter 528 páginas e não sabemos ainda se será livro único ou uma trilogia igual as obras anteriores da autora.
A edição em espanhol já está em pré-venda na Amazon e tem 596 páginas, veja abaixo como ficou a arte oficial da capa:
Outra notícia boa é que a Lionsgate, estúdio que adaptou os livros de Jogos Vorazes, já tem os direitos do novo livro e afirmaram que tem interesse m adaptar mais essa obra da Suzane Collins.
O novo livro será lançado no dia 19 de maio de 2020 nos Estados Unidos, co previsão de estrear no Brasil no primeiro semestre desse ano.