Não vou mentir, fuçar em livrarias por histórias em quadrinhos nacionais é meu novo vício. Com a abertura de livrarias como Loja Monstra e Ugra Press, esse hobby ficou ainda mais fácil, pois há centenas de títulos incríveis que eu JAMAIS tinha ouvido falar, e foi em uma explorada dessas que eu encontrei Matadouro de Unicórnios.
Fui atraída inicialmente pelo título, achei sensacional, a sinopse – porém – se mostrou uma temática bem distante: Um escritor, Gonçalo, após entrar em crise financeira por seus livros não venderem, a esposa tê-lo deixado, e as contas não pararem de chegar, decide aceitar um bico de Ghost Writer (os caras que escrevem livros com ideias de outras pessoas e vendem os direitos do texto) de uma obra a respeito de um serial-killer, o maníaco do shopping. A partir desse bico, porém, surge uma ideia louca, algo para sair do fundo do poço e conquistar o que sempre quis: dinheiro, fama, mulheres, mas a que custo?
Juscelino Neco, o autor do quadrinho, já havia mostrado seu talento em “Parafusos, zumbis e monstros do espaço” e no divertido “Zumbis para colorir”, mas confesso, que Matadouro de Unicórnios é muito superior, não há toa já foi publicado em outros países, como Estados Unidos, França, Rússia, Taiwan e outros. Além de que o volume já se encontra esgotado na própria editora.
A obra, concebida com criatividade, humor (negro) e muito gore é um passeio divertido pela romantização moderna a serial killers, da qual eu admito ser um pouco culpada. Há décadas existe uma curiosidade mórbida em saber mais a respeito dos maníacos que cometem crimes em série: seus motivos, métodos, vítimas, armas e souvenirs. Quanto pior, melhor. E Matadouro de Unicórnios brinca com isso, de uma maneira lúcida, divertida e cruel.
O título, que vem a ser explicado na última parte do quadrinho, é mais uma brincadeira para fãs de literatura como eu. Não vou mentir, nas últimas páginas eu morri de rir, pois eu via aquilo CLARAMENTE sendo impresso e vendido aos milhões, como mais uma porcaria ruim QUE A GENTE ADORA.
Se você ficou curioso, você pode adquirir Matadouro de Unicórnios em lojas como Amazon (link abaixo), ou em livrarias físicas. Não irá se arrepender, eu garanto.
Você pode assistir de graça a um clássico do teatro kabuki, o Yoshitsune Senbon Zakura (Yoshitsune e as Mil Cerejeiras), uma peça famosa do século XVIII com duração de 5 horas.
Diferente das produções teatrais do ocidente, não existe muitos teatros japoneses locais e a maioria das peças é apresentada nos teatros principais. Por causa disso, você precisa ter muita sorte para conseguir comprar um bilhete. Além disso, algumas peças são tão especiais que podem ter apenas uma apresentação. Atualmente, tudo ficou ainda pior por causa da pandemia do novo coronavírus (COVID-19) já que sem público, não há teatro.
Por causa disso, o Teatro Nacional do Japão teve que cancelar a peça que deveria ter estreado no dia 3 de março, mas resolveu postar a peça inteira no seu canal do YouTube (veja abaixo). Na verdade, a peça está dividida em 3 vídeos e estará disponível para assistir até o dia 30 de abril, às 3h da manhã (horário de Brasília).
https://www.youtube.com/watch?v=az2wWl4AY9U
O Yoshitsune Senson Zakura se divide em 5 atos, dura 5 horas e geralmente demora 2 dias para ser apresentado. A peça também é separada em 3 Programas: o Programa A apresenta o Torii Mae, Tokaiya e Daimotstu no Ura; o Programa B inclui o Kokingo Uchijinishi, Shiinoki e Sushiya; e o último Programa C mostra o Michiyuki Hatsune Tabi e Kawatsura Hogen Yakata.
O Programa A mostra cenas importantes, como a fuga de Yoshitsune da capital e suas aventuras com a raposa Genkuro. O Programa B fala do drama social entre o General Taira no Koremori e Igami no Gonta. Já o Programa C acompanha a viagem de Shizuka e revela os segredos por detrás da lenda do tambor de Hatsu.
Mesmo que você não tenha um bom domínio da língua japonesa ou realmente não saiba nada, é fantástico acompanhar este épico antigo através da atuação intrigante e dramática do elenco. O teatro kabuki é muito interessante por si só. Mas, como muitos turistas estrangeiros dizem, as roupas elegantes, as performances cheias de vigor e a música ajudam a dar o contexto da peça. Além disso, como o Yoshitsune Senbon Zakura é uma das três peças mais famosas de kabuki, existem muitas fontes online para você conhecer e entender melhor a história.
Science Fell in Love, So I Tried to Prove It, ou no original, Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita, é um dos animes da Temporada de Inverno 2020. É do gênero romance e comédia, com muita ciência.
O estúdio que produziu a obra foi o Zero-G, mesmo de animes como “Grand Blue” e “My Roommate is a Cat”. O diretor é o Kitahata Tooru, que também dirigiu animes inteiros como “Love, Election and Chocolate”, e episódios avulsos como em “Oreimo”. E a roteirista é a Yokote Michiko, mesma de animes como “Gintama” e “Handa-kun”.
O anime é baseado em um mangá homônimo, escrito e ilustrado pelo Yamamoto Alfred, que só tem uma obra além dessa. A serialização é feita na Comic Meteor, onde foi publicado “Renai Boukun” e “Jashin-chan Dropkick”.
Estudantes da Universidade de Saitama
RikeKoi, como também é chamado, conta a história de estudantes da Universidade Saitama. Eles são pesquisadores científicos, sempre em busca de um tema para estudar.
Os protagonistas são Himuro Ayame e Yukimura Shinya, e há os coadjuvantes, os kouhais Kanade Kotonoha e Inukai Kosuke, a senpai Ibarada Ena, e o professor Ikeda.
Himuro e Yukimura percebem que sentem algo diferente um pelo outro, além da amizade. Para descobrir se isso é amor ou não, eles entram de cabeça em uma pesquisa minuciosa, fazendo vários experimentos diferentes. É óbvio que os dois estão apaixonados, mas é engraçado ver eles tentando provar isso cientificamente.
Tudo é ciência!
Tudo para eles é ciência, e aí surge vários momentos engraçados com planilhas, gráficos, teorias, fórmulas matemáticas, coisas que a gente nunca pensaria para falar de amor. Por outro lado, Kanade sempre vê o lado simples das coisas, assim como nós espectadores. Essa parte de comparar os dois lados, o racional e o emocional, é bem interessante.
Os dois acabam envolvendo os outros do laboratório, colocando todos para participar de testes e experimentos. É aí que começa a dar mais destaque para os coadjuvantes, além de surgir outro possível casal.
O anime começa muito interessante, a parte de ciência é bastante complicada, mas é divertida, e o romance é muito fofo. Mas, conforme os episódios vão passando, tudo vai se tornando muito repetitivo. A parte de ciência, para quem é leigo, vai complicando e, mesmo que tenha explicações, continua confuso. Isso vai cansando com o tempo. As cenas onde aparece o Rikekuma, o urso que explica os termos científicos, é de longe a pior parte do anime na minha opinião.
Drama desnecessário?
O que era para ser o diferencial do anime acaba se tornando seu ponto fraco, mas o romance salva, já que os protagonistas têm uma química muito boa entre si e funcionam bem juntos.
Outro ponto negativo são os últimos episódios. O anime é de comédia, mas surge um drama muito desnecessário no final. Pode ser uma brincadeira ironizando animes de drama ou pode ter sido feito sério, mas, de toda forma, não combinou com o tom do anime. Foi muito exagerado, por mais que tenha levado à uma cena bonita dos protagonistas.
Também foi triste não ver o outro casal se desenvolvendo. No começo parecia que surgiria algo ali, mas ficou por isso mesmo. Não foi trabalhado direito, ficando em último plano. Talvez no mangá isso seja abordado de uma forma melhor, mas no anime ficou devendo.
Quanto a animação, ela é bem feita. O design dos personagens ficou lindo, tem vários momentos em que a animação se destaca, mas como é um anime simples, praticamente slice, não há nada muito extraordinário.
Pontos para o Romance!
A abertura “Paradox” é cantada pela Sora Amamiya. É bem animada e fofa, e acredito que combina muito bem com o anime, mas não é aquela abertura que te dá vontade de assistir toda vez. O encerramento é mais divertido e legal de ouvir/assistir. É cantado pela Akari Nanawo, com participação do Sou, e se chama “Turing Love”.
Resumindo, os pontos positivos do anime são o romance dos protagonistas, que nos incentiva a continuar assistindo, e os personagens, que são muito carismáticos e funcionam bem juntos. E os negativos são o drama excessivo no final, e a ciência bastante complicada, que acaba cansando em um certo ponto.
Mas no fim, Science Fell in Love, So I Tried to Prove It é um anime gostosinho de assistir, mas um episódio por vez mesmo e não maratonar, para não ficar cansativo demais. Quem gosta de ciência e exatas vai se apaixonar por esse anime, mas quem for como eu, vai ficar meio confuso nessas partes. Mas vale a pena pelo romance e os personagens, que são bem trabalhados ao longo dos episódios.
Em 2018, a Netflixjuntamente com a DreamWorks fez um reboot do desenho She-Ra: A Princesa do Poder de 1985. A nova animação agora renomeada She-Ra e as Princesas do Poder foi desenvolvida por Noelle Stevenson e Chuck Austen e já está na sua 4º temporada.
A 5º temporada chegará no catálogo da Netflix americana no dia 15 de maio e até agora não temos nenhum trailer para nos contar um pouquinho do que esperar, mas de acordo com Noelle, logo logo teremos novidades. No dia 15 de abril, no Twitter oficial de She-Ra a Noelle disse que em duas semanas teríamos um trailer e ele seria surpreendente, veja o tweet original:
— She-Ra and the Princesses of Power (@DreamWorksSheRa) April 15, 2020
A 5º temporada terá 13 episódios e já podemos conferir um pequeno trecho divulgado pelo canal da Netflix americana, ainda não disponível no Brasil, mas compartilhado pela uma usuária do Twitter @Catradoracanon, assista:
Apesar de 2020 ser um ano diferente para todos, alguns eventos se reinventam e continuam a trazer conteúdo acerca do universo de games. A GDC é um exemplo e este ano será totalmente virtual e interativa, a GDCarnival.
Diretamente do Brasil a Dyxel Game Publisher, uma empresa que sequer completou um mês desde o seu lançamento, confirmou sua participação como expositora na GDCarnival. Uma oportunidade ímpar de mostrar os games de seus estúdios clientes.
Para Alvaro Gabriele, cofundador da publisher responsável pela área de Projetos & Negócios, “eventos como o GDCarnival serão cada vez mais comuns nessa nova realidade que estamos aprendendo a enfrentar. Fazer parte disso é fundamental, não apenas pelo pioneirismo do uso da tecnologia, mas também porque determina uma nova forma de apresentar novidades, promover oportunidades e, principalmente, ampliar a capacidade de firmar parcerias estratégicas e realizar negócios que aproximam empresas das mais diversas realidades. É uma vitrine de extrema relevância, acima de tudo, para os nossos clientes.”
Sobre o projeto
A ideia durante um congresso nacional em 2019 onde três profissionais do setor com diferentes visões e experiências se reuniram para criar algo diferente, prezando pela diversidade no entretenimento digital. Assim nasceu a Dyxel Game Publisher, com sede em São Paulo.
Seu nome vem da junção diversidade e pixels, trazendo sua essência de promover diversidade e diversão através dos pixels.
O evento acontece nos dias 11 e 12 de maio com entrada gratuita.
Magia Record: Puella Magi Madoka Magica Side Story é um anime da Temporada de Inverno 2020. É um spin-off, ou como o próprio nome diz, uma side story, da série original Puella Magi Madoka Magica.
O anime é baseado em um jogo mobile de mesmo nome, produzido pela f4samurai e Magica Quartet. Foi lançado em 2017 tanto para Android quanto para iOS.
Mas também possui um mangá, que está em lançamento desde 2018. A arte ficou por conta do Fuji Fujino e a história por conta do Magica Quartet (mesmo dos jogos e outros animes desse universo), composto pelo diretor Akiyuki Shinbou, o escritor Gen Urobuchi, o designer dos personagens Ume Aoki, e o produtor Atsuhiro Iwakami.
O anime é dirigido pela dupla de ex-animadores do estúdio Gainax, Ayumu Shiraishi e Yousuke Anai. Cada um tem um pseudônimo para assinar as obras. Shiraishi se denomina como Doroinu, Anai como 2shiroinu, e juntos eles formam a dupla “Gekidan Inu Curry”.
É a primeira vez da dupla trabalhando na direção de um anime. Antes faziam trabalhos relacionados a efeitos especiais e direção de arte. Nessas funções, eles já trabalharam com Madoka Mágica, garantindo um conhecimento prévio do universo.
O estúdio responsável pela animação é o mesmo de Madoka, o Shaft, que também é conhecido pelas adaptações de “Monogatari Series” e “Nisekoi”.
Recrutando garotas para serem mágicas!
Magia Record conta a história de garotas mágicas. Para quem não conhece esse universo, darei um breve resumo. Existe um ser mágico, de aparência fofa, chamado Kyuubey. Ele recruta garotas adolescentes para se tornarem garotas mágicas e lutarem contra uns monstros denominados de “Bruxas”. Em troca, ele consegue realizar qualquer pedido que a garota quiser. Muitas entram nessa por necessidade, para resolver algo que está fora do controle delas.
Após realizarem o pacto com Kyuubey, suas vidas estarão presas a esse objetivo. Nunca poderão deixar de lutar contra as Bruxas, colocando sempre suas vidas em risco.
Toda garota mágica recebe um cristal, que é chamado de “Joia da Alma”. Conforme elas vão lutando, suas joias vão escurecendo. Elas são avisadas a evitar isso a todo custo, e o único jeito de purificar essas joias é matando Bruxas e recolhendo suas “Sementes de Luto”. Quando uma Bruxa é derrotada, ela desaparece, deixando apenas essa semente. Ao aproximar a semente da joia, a semente suga as impurezas, limpando a joia. Isso se torna um incentivo para as garotas mágicas continuarem fazendo seu serviço.
A protagonista dessa história, Tamaki Iroha, se tornou uma garota mágica, mas não se lembra de qual foi seu pedido. No começo, mostra sua angústia em tentar entender o que aconteceu em seu passado e o porquê de ter perdido suas memórias.
Iroha ouve rumores sobre uma cidade onde garotas mágicas podem ser salvas. Com o intuito de descobrir se isso é verdade, ao mesmo tempo em que busca respostas sobre si mesma, ela viaja até Kamihama.
É lá que ela conhece várias outras garotas mágicas, formando alianças, conseguindo mais ajuda para decifrar os mistérios pessoais e das garotas em geral. Alguns desses mistérios são resolvidos rapidamente e outros se perduram ao longo de todo o anime.
Em dado momento, há um embate entre o chamado “bem” e “mal. Ambos os lados acreditam estarem certos e dão seus motivos para tal, podendo deixar até o público confuso sobre quem está certo e quem está errado. Isso é um ponto bem interessante da obra, que nos faz questionar isso de sempre eleger um lado como os “heróis” e um lado dos “vilões”.
Falar muito da trama de Magia Record pode ser um grande spoiler. Algumas das reviravoltas do anime não serão surpresas para quem já assistiu Madoka Magica, mas para quem é novo, perderia toda a graça se fosse revelado.
Magia Record quebra expectativas como o original?
Comparando rapidamente as duas obras, Magia Record é inferior à Madoka Magica. O anime de Madoka ficou conhecido por ter quebrado as expectativas do público de forma positiva, chocado quem assistia, mas Magia não fez isso, mesmo com as novas revelações trazidas nesse anime.
Os 5 primeiros episódios foram muito mornos. Por mais que tivesse ação em quase todos, parecia que não saía do lugar. Nada de novo nos era apresentado e ficava por isso mesmo, chegando a cansar. Foi a partir da apresentação de novas personagens que as coisas foram melhorando, afinal, elas traziam junto novos mistérios para a trama, a fazendo evoluir.
Não podemos negar que a protagonista também não é uma das mais carismáticas, sendo mais fraca que todas as outras garotas mágicas, precisando ser salva toda vez. Isso acaba cansando, afinal, esperamos o momento em que ela melhorará, mas isso não acontece.
Não há um progresso nela. Somente nos últimos episódios, de forma nada natural, que ela demonstra um pouco mais de competência nas batalhas.
Mas uma coisa é certa: sem as demais personagens, o anime estaria fadado ao fracasso. Elas carregam o anime nas costas. Tanto as parceiras de Iroha quanto suas “inimigas” são muito mais carismáticas, roubando a cena toda vez em que aparecem.
Falando ainda sobre personagens, algumas somem em certo momento do anime, voltando somente depois, como se nada tivesse acontecido. Ao aparecer uma outra leva de personagens, o anime focou totalmente nela e deixou de lado o primeiro grupo que Iroha encontra.
Somos fãs e queremos “service”!
Mas, agora falando as partes boas do anime, para quem é fã do primeiro anime desse universo, com certeza terá gratas surpresas na segunda parte (caso não tenha jogado o game). Afinal, nós somos fãs e queremos “service”. Lembrando que esse anime é um spin-off e não uma continuação de Madoka.
Toda a estética dele é espetacular, principalmente quando se trata das Bruxas. Já havíamos visto isso em Madoka, mas aqui a qualidade deu uma evoluída. Não só isso, mas também o design das roupas, a animação das transformações e das batalhas, foram todos muito bem executados.
A trilha sonora também não fica para trás, sendo muito competente. As músicas são marcantes, e as de batalha são de arrepiar. É aquela trilha que dá vontade de ouvir fora do anime de tão boa. Tem uma vibe muito específica, dando um tom único para as cenas.
Quanto a abertura, a música “Gomakashi” é cantada pelo grupo TrySail. É uma música muito animada, na voz doce das meninas do grupo. A dupla ClariS ficou responsável pelo encerramento do anime com a música “Alicia”. Elas tiveram sua música como abertura em Madoka e agora voltaram para Magia Record. A música combina perfeitamente com a da TrySail, fazendo um belo conjunto.
No último episódio, o encerramento é especial. A música “Niguredo”, de Shito (ReReGRAPHICS), termina com maestria o anime, deixando aquele clima épico no ar.
Próxima temporada?
O anime termina em aberto, algo que eu não esperava, deixando um gancho para uma próxima temporada (ainda sem data de lançamento). Por mais que o começo tenha sido fraco, os últimos episódios foram melhores, o que nos deixa com vontade de saber como será concluído essa história na próxima temporada. Não foi um final fraco, de maneira alguma, ainda mais pela soma das cenas finais e da trilha sonora, que ajudaram a melhorá-lo ainda mais.
Acredito que o fato de ser no mesmo universo de Madoka Magica tenha deixado o anime com muita responsabilidade nos ombros, pois criou uma enorme expectativa no público que já gostava da obra anterior. E ele não soube suprir isso da melhor forma possível.
Ainda acredito que valha a pena assistir ao anime, principalmente pelas questões referentes ao anime anterior e por mostrar uma outra faceta das garotas magicas. A parte técnica também vale muito nesse anime, e, obviamente, as personagens secundárias, que são muito interessantes, divertidas, com boas histórias e arcos narrativos.
Agora é ficar no aguardo da próxima temporada, torcendo para a protagonista evoluir e a história avançar mais, quebrando as expectativas, mas agora de forma positiva.
Segundo um comunicado nas redes sociais, a Maru Division, adiou as edições do Anime Friends e Anime Friends Tour: Rio de Janeiro para o próximo ano de 2021, devido a pandemia do novo coronavírus (COVID-10).
Ainda sem novas datas, a organizadora garante que os ingressos comprados continuarão válidos para as futuras edições e ainda prometeu surpresas ainda neste ano.
Qualquer nova informação ou atualização, noticiaremos por aqui.
A nova atualização 7.1 em PLAYERUNKNOWN’S BATTLEGROUNDS trouxe o retorno da ilha gelada de Vikendi, um novo Survivor Pass e o rebalanceamento de terreno, que inclui a adição de trens que se movimentam pelo mapa.
O destaque da nova season é a reformulação de Dino Park. Agora, a Dinoland, faz parte do campo de batalha abandonado da ilha. A localização oferece inúmeras possibilidades — suba na roda gigante, brinque de tiro ao alvo nas barracas ou visite o museu dentro do vulcão.
O novo Survivor Pass, traz novas missões, mais de 100 recompensas com tema de Vikendi para desbloquear. Cold Front também expande o arsenal do jogador com a chegada do Mosin-Nagant, um novo rifle de sniper.
E com a volta de Vikendi, a quantidade de neve diminuiu, principalmente na região sul, facilitando as táticas de camuflagem em meio à tundra. Tendo isso em vista, o snowmobile e snowbike deram lugar aos jipes e motos, opções mais adequadas para o terreno.
A atualização já está disponível para PC e chega para o Xbox One e PlayStation 4 no dia 28 de abril.