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Realm of Ink | Jogamos o roguelite de espada e estética asiática na gamescom Latam 2026

O Suco de Mangá testou, durante a gamescom latam 2026, o game Realm of Ink. Desenvoldio pela Leap Studio e distribuído pela 4DIVINITY. Com early access já disponível, você confere agora o que achamos do título

Sobre o que é o game Realm of Ink?

Como a espadachim Red, o jogador parte em busca de um demônio chamado apenas de… bom, Demônio Raposa. Sabendo que sua vida nunca esteve em seu controle, a história se desenrola a partir disso e o jogador navega um belíssimo mundo enquanto enfrenta diversos inimigos. Como um bom e velho roguelite, atenção e agilidade são a ordem para sobreviver aos diversos encontros que aguardam o jogador.

realm of ink gamescom latam 2026
Imagem Divulgação

Gameplay

A cada dungeon, o jogador pode escolher buffs para si ou para sua arma, o que ajuda nos desafios que viram. Desafios que, gradativamente se tornam mais complexos nas fases. Há um quê de claustrofobia em alguns níveis, exigindo um reflexo e cálculo de distância de onde o seu dash permite chegar para se esquivar.

Entretanto, em áreas mais abertas, o game pune menos, o que torna o título difícil na medida certa: não é monótono ao ponto de te fazer largar, tampouco te desafia demais. O balanceamento perfeito.

realm of ink gamescom latam 2026
Imagem Divulgação

A esquiva é, talvez, a principal arma do game

Os inimigos, alguns criativos, outros nem tanto, têm dicas sonoras ou visuais que servem como aviso para os jogadores tomarem decisões corretas e, nessa janela, de tempo, contra-atacar. Acertar o timing da esquiva é prazeroso, porém, senti um pouco de falta de movimentos de ataques que fizessem o jogador se sentir poderoso.

Existem poderes que você pode utilizar, mas não saem diretamente de uma ação feita pela espada ou pelo jogador, o que foi uma oportunidade desperdiçada.

O visual de Realm of Ink é a cereja do bolo

O que mais encanta em Realm of Ink é o visual. Com forte influência da estética oriental, o jogo é um deleite visual, com níveis que parecem verdadeiras pinturas feitas a mão. Além disso, os efeitos visuais casam perfeitamente com o trabalho de som feito em Realm of Ink — um game que vale a pena conhecer, seja você um novato em roguelite ou veterano.

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Rodrigo Folter
Rodrigo Folter
Jornalista gamer ou gamer jornalista, as duas características costumam se entrelaçar. Nasci em São Paulo e morei alguns anos no litoral antes de voltar à capital e me formar em Comunicação Social pela FIAM-FAAM. Crio conteúdo sobre games, cinema e tecnologia desde 2017 e fui co-autor do livro "Cinema Virado ao Avesso: Erotismo, Poesia e Devaneios", além de palestrar em algumas universidades de vez em quando. Nas horas vagas estou jogando viajando, jogando Overwatch, LoL ou brincando com meu gato.

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