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A Panini começou a publicar a série The Legend of Zelda em uma edição Perfect Edition, começando com o clássico Ocarina of Time. Confira o que achamos deste tão esperado lançamento!

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Lançado em meados de dezembro de 2017, a edição de luxo foi muito esperada pelos fãs da franquia da Nintendo. A editora prometeu lançar todos os volumes, seguindo com Oracle of Seasons e Oracle of Ages, Majora’s Mask, A Link to the Past, The Minish Cap, Phantom Hourglass e Four Swords.

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Capa da Panini de The Legend of Zelda: Ocarina of Time (Imagem Divulgação)

A Nostalgia Além do Tempo

Ocarina of Time é talvez o jogo mais amado da franquia, começando sua história lá no Nintendo 64, em 1998, atingindo um auge de popularidade em meados de 99 e 2000 por aqui no Brasil – pelo que me lembro.

Desde então, Zelda carrega uma sina, até que saudável, de “será que o próximo jogo vai ser melhor que OoT?”. Digo saudável pois, a qualidade nunca caiu – até mesmo em jogos duvidosos no início e que depois ganhou público e crítica, como no caso de Wind Waker – e qualquer produto relacionado a uma das maiores franquias dos games, tem de trazer a mesma qualidade.

Não obstante, o trabalho de Akira Himekawa é excepcional com a série Zelda, e mesmo que não seja algo 100% original, é uma obra recompensadora e que agrega a coleção.

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Capa, Sobrecapa e Orelhas da versão da Panini de The Legend of Zelda: Ocarina of Time (Imagem Divulgação)

As Beiradas de Hyrule

Lançado nos anos 2000 e com dois volumes separados por 18 capítulos originalmente, a Perfect Edition lançada pela Panini traz Ocarina of Time em 384 páginas, algumas delas coloridas, retratando os dois períodos de Link: criança e adulto.

Algumas diferenças são notadas do jogo, uma por conta da adaptação em mídia diferente, uma enxugada nas ações – deixando diálogos e consequências mais relevantes a franquia – como também histórias extras e totalmente inéditas, dando uma vivência maior nos campos de Hyrule.

Himekawa teve o trabalho de jogar por completo o game – como ela mesma fala em sua nota do autor – e claro, teve a liberdade artística dada pela Nintendo: o que não prejudicou em nada, já que ela incumbiu sua arte em espírito e alma que todo amante de Zelda merece.

Se você já jogou o jogo, a linearidade permanece, onde temos Link em seu embate contra as forças de Ganon, ao lado de Zelda, Sheik e outros personagens, mas o adicional é de que temos um Link que “fala”, personagens secundários com mais motivações – ou pelo menos mais evidentes e diretas – e uma abordagem mais abrangente do mundo em si, com uma vila Kakariko ou “Market” mais vívida; já que por consequências técnicas da época, não podiam ser processadas pelo N64. 

Perfect Edition?

Ambas as capas da edição da Panini contam com orelhas, e se você teve a sorte, recebeu também um marcador exclusivo, o que acabou tornando esta uma das edições mais bonitas lançadas em 2017 (está até concorrendo ao Suco Awards 2018).

Com um roteiro tranquilo, a tradução não deve ter tido problemas para a adaptação em nossa língua, e para os mais ávidos e que acompanham a franquia por mais tempo, não estranhará alguns termos e nomes em português – tudo foi trabalhado com naturalidade e respeito a obra original.

Sendo ou não fã de Zelda, se você busca uma história épica e que conta com um protagonista buscando paz através do tempo, Ocarina of Time é a Jornada do Herói pura e clássica.

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Colocamos na árvore o The Legend of Zelda: Ocarina of Time (Imagem Divulgação)

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