A produtora Dark Dimensions confirmou o retorno do Crashdïet ao Brasil. A banda sueca de hard/glam/sleaze rock fará duas apresentações em janeiro de 2027, em São Paulo e Santo André. Os ingressos já estão disponíveis pelo site da Ingresso Master.
A vinda ao Brasil coincide com um momento de renovação da banda. Em 2026, o Crashdïet lançou os singles “Satizfaction”, “Sick Enough For Me” e “Loveblind”, que antecipam Art of Chaos, sétimo álbum de estúdio previsto para 8 de maio pela Ninetone Records. Segundo os próprios integrantes, o disco reúne “as dez faixas mais sleaze que escrevemos em anos”.
À frente dessa fase está John Elliot, anunciado em fevereiro de 2024 como o quinto vocalista da história do grupo. Art of Chaos será seu primeiro álbum completo com a banda. A formação atual conta com Elliot nos vocais, Martin Sweet na guitarra, Chris Young no baixo e Michael Sweet na bateria. Peter London está temporariamente afastado por motivos pessoais e foi substituído por Chris Young durante este ciclo, incluindo as gravações do novo disco.
Uma das bandas mais importantes do sleaze rock contemporâneo
Formado em 2000, em Estocolmo, o Crashdïet é considerado um dos principais nomes da revitalização do sleaze rock nos anos 2000, ao lado de Hardcore Superstar, Crazy Lixx, Reckless Love e Backyard Babies. Com influências de Guns N’ Roses, Kiss e Skid Row, a banda construiu uma carreira sólida com riffs diretos, refrões marcantes e forte estética oitentista.
O álbum de estreia, Rest in Sleaze (2005), gravado com o fundador e vocalista Dave Lepard, permanece como um marco do gênero, com clássicos como “Riot in Everyone” e “Breakin’ the Chainz”. Após a morte de Lepard em 2006, a banda seguiu em frente, passando por diferentes formações ao longo dos anos. Generation Wild (2010) e The Savage Playground (2013), com Simon Cruz, ampliaram o alcance comercial do grupo, enquanto Rust (2017) e Automaton (2019), com Gabriel Keyes, consolidaram a identidade moderna da banda.
Esta será a quarta passagem do Crashdïet pelo Brasil, reforçando a relação da banda com o público brasileiro.
A Seizi Guitars colocou no mercado a Seizi Katana Shadow Luiz Rodrigues Signature – Dark Moon, modelo assinado pelo guitarrista Luiz Rodrigues. O instrumento já está disponível em pronta entrega e pode ser adquirido diretamente pelo site da marca, fundada por Seizi Tagima.
Luiz Rodrigues ganhou projeção internacional nos últimos anos ao excursionar como guitarrista base nos shows de Kiko Loureiro, ex-Angra e ex-Megadeth.
Uma assinatura que nasceu do uso
O processo de criação deste modelo foi diferente do habitual na marca. Em vez de desenvolver um instrumento do zero, a Seizi oficializou uma guitarra que Luiz já utilizava em suas apresentações.
“É uma guitarra que eu venho usando desde 2024 e ela combinou tanto que acabamos tornando ela a minha assinatura. É uma coisa diferente, que nunca tinha acontecido na marca; normalmente a galera desenvolve do zero”, conta o músico.
A identidade entre o artista e o instrumento foi percebida pelo próprio público antes de virar oficial. “Foi se criando uma identidade forte e a galera começou a associar como um modelo meu, aí a Seizi decidiu tornar um modelo assinatura”, explica Luiz.
Especificações técnicas
A guitarra reúne características encontradas em instrumentos de alto valor: corpo em flamed maple sobre mogno, trastes em inox, captadores exclusivos em Alnico V e uma bag personalizada em vinil. Todos os detalhes estão disponíveis na página do produto.
O lançamento é descrito pela marca como o primeiro passo de uma parceria mais ampla com o guitarrista.
Quem é Luiz Rodrigues
Natural de Curitiba, Luiz Rodrigues iniciou sua trajetória musical na igreja e se aprofundou no rock, no metal, no jazz e no fusion — gêneros que moldaram sua técnica de improvisação. No final de 2023, foi convidado para integrar a banda de Kiko Loureiro, uma de suas maiores referências.
Atualmente, o guitarrista prepara seu primeiro álbum solo, com temática futurista e influências de metal progressivo, djent e música brasileira. O disco, previsto para 2026, conta com a participação do baterista Luigi Paraventi — que já trabalhou com Kiko Loureiro e Carol Biazin — e tem os singles “The Machine God” e “Prototype” como prévia do projeto.
Acompanhe o trabalho de Luiz Rodrigues no Instagram: @luiz4rodrigues
A Bienal do Livro Bahia 2026 anunciou a programação completa do evento. Considerado um dos maiores encontros de literatura e cultura do estado, ele acontecerá entre os dias 15 e 21 de abril, no Centro de Convenções de Salvador, localizado na Boca do Rio.
Um dos grandes destaques desta edição é a presença da Julia Quinn, autora da série Bridgerton, que ganhou enorme popularidade após sua adaptação pela Netflix e se tornou um dos maiores sucessos da plataforma.
Além de Quinn, o evento também contará com a participação de Rafael Montes, Elayne Baeta, Duquesa e Melly, entre outros convidados, que participarão de rodas de conversa riquíssimas, abordando temas diversos.
Além da presença de grandes escritores e artistas, o evento também se destaca por oferecer uma programação bastante diversa, com atividades para diferentes públicos e interesses. A Bienal contará ainda com diversos estandes de editoras e produtoras, proporcionando ao público a oportunidade de conhecer novos trabalhos, descobrir lançamentos e interagir diretamente com profissionais do mercado literário e cultural.
Com o tema “Bahia – Identidade que ecoa nos quatro cantos do mundo”, a Bienal deste ano contará com um dia a mais em comparação à edição anterior. A organização espera receber mais de 120 mil visitantes ao longo dos sete dias de evento, superando o público de 2024, que reuniu cerca de 100 mil pessoas.
Os ingressos para a Bienal já podem ser adquiridos por meio do site oficial do evento, com preços de R$33 para a entrada inteira e R$16,50 para a meia-entrada, oferecendo ao público a possibilidade de garantir o acesso com antecedência.
Lançado em 2021, Grime conquistou os fãs de Metroidvania com sua narrativa envolvente e um mundo de inspiração lovecraftiana, ao mesmo tempo estranho e fascinante. Após o sucesso do primeiro título, Grime II chega com a promessa de expandir ainda mais essa experiência, trazendo um universo maior e ainda mais ambicioso que o original.
Anunciado inicialmente apenas para PC, o jogo teve posteriormente sua chegada ao PlayStation 5 e Xbox Series X|S Foi confirmada pela publicadora britânica Kwalee em parceria com o estúdio independente Clover Bite, com lançamento marcado para o dia 31 de março.
Nessa sequência, os fãs de Grime podem esperar uma jogabilidade mais fluída e gráficos melhorados comparado ao seu antecessor. Além dos avanços técnicos, o jogo promete introduzir uma nova variedade de habilidades, acompanhada de um mapa mais amplo e interconectado, tornando a exploração ainda mais rica e recompensadora para os jogadores mais assíduos.
Uma demonstração já está disponível na Steam, permitindo que os jogadores experimentem um pouco do caos artístico e da atmosfera lovecraftiana presentes em Grime.
Sinopse:Torne-se um ladrão de formas em Grime 2, sequência do aclamado metroidvania de ação e aventura de 2021. Você é um Formless – um mímico artístico que absorve criaturas e invoca moldes ao seu formato. Aventure-se em uma terra nova e misteriosa no universo GRIME, onde o perigo e as maravilhas o aguardam por todo lado. Use o ambiente ao seu redor em conjunto com seus moldes invocados para vencer inimigos mortais e chefes épicos, enquanto explora um mundo profundo, repleto de culturas e personagens diversos. Crie seu próprio estilo de jogo escolhendo entre uma variedade de habilidades, armas e invocações de moldes. Aprenda as características de seus inimigos ao conjurar suas formas para auxiliar no combate e explorar os vários caminhos secretos do mundo.
Com 14 faixas, incluindo “SWIM” como faixa título, ARIRANG quebrou recordes globais e acalentou o coração de milhões de ARMYs ao redor do mundo. Desde a liberação de todos os membros do BTS do alistamento militar obrigatório sul-coreano, os ARMYs, estavam ansiosos com o retorno oficial do grupo, que entrou em hiato em 2022, entre lágrimas e promessas de retorno.
Mesmo com todas as atenções voltadas para o que os sete poderiam fazer juntos, a Big Hit Music, responsável pela criação do maior nome do K-pop na atualidade, revelou que o retorno estaria previsto para 2026 e que os fãs também poderiam esperar por uma turnê mundial.
Ainda durante o segundo semestre de 2025, os integrantes viajaram até Los Angeles, onde a HYBE, corporação da qual a Big Hit faz parte, mantém um escritório, para dar início aos trabalhos em “ARIRANG”, seu quinto álbum de estúdio. O projeto traz consigo o resgate de suas raízes, com lançamento que aconteceu na última sexta, 20 de março.
A produção conta com a participação de nomes de peso da indústria musical, como Diplo, Mike WiLL Made-it, GHSTLOOP, colaborador desde MAP OF THE SOUL: 7, o rapper Teezo Touchdown e o produtor já conhecido pelo ARMY, Pdogg, que está com o BTS desde seu debut em 2013. O disco foi descrito pelos próprios artistas como “uma obra profundamente reflexiva”.
Desde o anúncio do pré-save nas plataformas de streaming, em 14 de janeiro de 2026, fãs ao redor do mundo passaram a teorizar sobre a escolha do título. As buscas pelo significado da palavra coreana “arirang” cresceram rapidamente e, em 18 de fevereiro, o lançamento havia quebrado o recorde global de pré-saves, com mais de 3,4 milhões de usuários salvando ARIRANG no Spotify.
A estratégia de divulgação também se afastou do padrão da indústria do K-pop e ganhou força com o apoio de plataformas como Netflix, Apple Music e Spotify, que passaram a investir em conteúdos exclusivos do retorno.
Imagem Divulgação
Com as descobertas sobre o significado do nome do álbum, teorias de que o grupo usaria acontecimentos históricos nas promoções do projeto foram confirmadas e, em 12 de março, foi ao ar um trailer em formato de animação. Na cena inicial, uma explicação contextualizava a proposta:
“Este conteúdo foi inspirado na história de sete jovens coreanos publicada no The Washington Post em 8 de maio de 1896 (“Seven Koreans at Howard”) e nos registros de que alguns deles realizaram, em 24 de julho do mesmo ano, em Washington, D.C., a primeira gravação de áudio conhecida de coreanos.
Como uma reimaginação contemporânea, esta obra se baseia no profundo significado cultural desses registros históricos, que preservam as vozes autênticas de jovens coreanos e a primeira gravação já realizada de “Arirang”.
Esta produção pode apresentar diferenças em relação aos acontecimentos históricos reais e não constitui uma avaliação ou interpretação formal de qualquer evento ou personagem histórico.”
Trechos retirados do vídeo “(ARIRANG)’ Animation Trailer: What is your love song?”, disponível no YouTube.
As gravações feitas pela antropóloga Alice Cunningham Fletcher, em 1896, foram um importante marco de intercâmbio cultural, quando sete jovens estudantes coreanos gravaram algumas canções, entre elas o arirang. Descrita como uma música folclórica, não se tem registro preciso sobre seu surgimento, mas seu significado representa temas como amor, nostalgia, saudade, nação, resistência e superação.
Segundo o professor Robert Provine: Os sete se instalaram na Universidade de Howard, em Washington, D.C., onde foram apresentados a Alice, que realizou as gravações por meio de cilindros de cera, tecnologia muito utilizados na época (você pode assistir na íntegra a palestra do professor Robert Provine de 2009 através deste link.).
A antropóloga Alice C. Fletcher / Imagem DivulgaçãoCilindros das gravações de “arirang”. Os registros hoje pertencem à Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos.
O símbolo dos cilindros esteve presente durante toda a promoção do BTS para o Spotify, e os ouvintes puderam interagir com a plataforma na tentativa de descobrir mensagens secretas com as vozes de cada membro.
Jimin descreveu SWIM, faixa-título do álbum, como um início para um novo capítulo:
“Nosso single principal, “SWIM”, tem um significado muito especial dentro do nosso novo álbum, ARIRANG.
Se o álbum fala sobre nossas raízes e emoções profundas, “SWIM” representa o nosso ‘presente’ – onde estamos agora. Acho que essa música marca o início de um novo capítulo para o BTS. Como uma corrente que nunca para de fluir, queríamos mostrar que ainda estamos seguindo em frente, no nosso próprio ritmo. A música realmente conecta nossas histórias passadas com nossos sonhos para o futuro, então, por favor, aguardem ansiosamente.”
Outros elementos da cultura e história da Coreia também apareceram ao longo do álbum. Em Body to Body, é possível ouvir um trecho da famosa sample Bonjo Arirang: “Arirang, arirayo. Atravessando o morro Arirang. Quem me deixar pra trás, não vai andar 16 km sem machucar os pés.”
Na faixa intitulada No.29, que para muitos pode ter soado como um grande silêncio, é possível ouvir o som marcante do sino de bronze, considerado o 29° tesouro nacional da Coreia, seguido de um som quase imperceptível de ondas do mar.
Além disso, o ativista Kim Gu, citado em Aliens. Ele foi uma figura importante na luta pela libertação da Coreia durante o domínio colonial japonês e também na defesa da reunificação das Coreias, enquanto os artistas cantam sobre como artistas coreanos são vistos pela indústria externa: “Desde o nascimento somos diferentes, 7 aliens”.
O sino Sagrado do Rei SongdeokO ativista Kim Gu / Imagem Divulgação
Ao ouvirmos todas as canções que compõem ARIRANG, a mensagem que o BTS deseja transmitir fica clara: Este é um álbum sobre quem eles são e sobre o que eles ansiosamente desejaram falar durante a época de reclusão, uma obra para os fãs que os esperaram por anos. Em entrevista a repórter Lee Min-Ji, RM, líder do BTS, fala sobre os critérios que eles utilizaram para incorporar os elementos coreanos:
“Em vez de incorporar elementos coreanos exatamente como são, dentro de uma estrutura fixa, queríamos expressá-los naturalmente, à nossa maneira. Isso porque acreditamos que as emoções são transmitidas de forma mais abrangente quando variações sutis e nossas próprias interpretações únicas são adicionadas. Queríamos pegar ‘Arirang’, que pode ser interpretada de várias maneiras, e tentar abordá-la de uma forma um pouco diferente, reinterpretando-a de uma nova maneira.”
Apesar das expectativas da parte do público de que o lançamento seria inteiramente em coreano, o grupo reforça o conceito de intercâmbio cultural que vinha construindo ao longo das suas promoções e incorpora o inglês em diversas faixas. A escolha, no entanto, levantou debates e frustrações, com alguns grupos de fãs interpretando o movimento como se eles tivessem cedido à indústria e até o afastamento de suas raízes.
Segundo a pesquisadora, artista de dança e arte-educadora, Yasmin Chung, vinculada a instituição de pesquisa independente, B-ARMYs Acadêmicas:
“A partir da minha vivência como pessoa da diáspora, especificamente taiwanesa, aqui no Ocidente. Por causa do orientalismo tem-se uma expectativa do que é ser, no meu caso, taiwanesa, no caso deles, coreanos, do que é ser asiático. E não é nem especificamente da nacionalidade, mas o que é uma pessoa do Leste-Asiático, porque por aqui ainda se coloca muito ‘no mesmo saquinho’.
E, uma vez que eles trouxeram a público esse desejo de ‘nós queremos voltar às nossas raízes, queremos sempre promover, de certa forma, a cultura coreana’, as pessoas esperam muito, ao meu ver, de que isso também seja pelo idioma. Só que, não necessariamente eles deixaram de transmitir aspectos culturais da Coreia do Sul, do que é ser coreano e da história deles, por escolherem o inglês. Eles não deixaram de ser homens sul-coreanos, eles não deixaram de ser artistas por uma escolha que também pode sim, ter um viés artístico.”
Performance para a premiação coreana, Melon Music Awards, em 2018. A apresentação tornou-se um patrimônio imaterial coreano:
Yasmin também cita o pesquisador Edward Said, autor da obra Orientalismo: O oriente como invenção do Ocidente, ela lembra que nele o autor discute como o Ocidente constrói essa ideia de “Oriente” para se diferenciar e exercer controle:
“Enquanto existir essa narrativa de poder, nada do que qualquer pessoa racializada faça vai ser suficiente para ela ser ela mesma, porque a própria existência dela não é suficiente aos olhos de quem está no poder.”
Para ela, é natural criar expectativa, mas ela pertence a quem as cria, e não precisam ser correspondidas:
“Nós, pessoas amarelas, não precisamos cumprir expectativas que criaram sobre nós, de como nós devemos agir, de como nós devemos nos comportar, de como nós devemos nos expressar. Porque nunca vai ser suficiente para as pessoas racializadas a expressão cultural delas.”
Ao ler as traduções das letras de cada música, percebe-se que o tema principal conversa diretamente com essa discussão: expectativas. Em they don’t know about us, o BTS aborda como as pessoas tentam especular sobre quem eles são e como eles conseguiram chegar até ali:
“Todo mundo escuta a história que quer ouvir. “Eles estouraram por causa disso”, acham que tão certos. Somos só caras grandes, tipo caipiras. É só atitude mesmo, então cala a boca […] Toda vez que a gente tenta explicar, a gente percebe: Eles não sabem sobre nós, eles não sabem sobre nós”
Apesar de muita espera, o que marca esse retorno é uma mensagem de saudade, acalento e reafirmação, com uma produção mais focada em sua própria história e em despertar uma nostalgia nos fãs que os acompanham há anos. Com ARIRANG, o ARMY pôde revisitar os anos iniciais do BTS, como nas obras “DARK & WILD”, lançada em 2014 e “Wings”, de 2016. Em entrevista, SUGA, explica que decidiram que ARIRANG não seria sobre uma grande mensagem, mas sobre eles mesmos.
O álbum revela um lado mais intimista, que pode não agradar a todos os públicos, mas já vem recebendo boas avaliações de críticos de veículos como The Guardian, Clash, Rolling Stone UK e Consequence of Sound. Quando perguntados sobre os elementos coreanos nas músicas, j-hope explica:
“Também incorporamos a empolgação e a cultura da Coreia nas letras do novo álbum. Tentamos criar mais “pontos de encontro entre nós sete” em vários aspectos. Acredito que retornar e mostrar quem somos significa, em última análise, começar pelas nossas raízes. Acredito que somos quem somos hoje porque essas raízes se fortaleceram enquanto estávamos juntos.”
A live da Netflix, que aconteceu neste sábado, dia 21 de março, às 8 horas, foi um marco do retorno do grupo aos palcos. Entre as músicas novas e sucessos já conhecidos, como Mic Drop, Dynamite, Butter e finalizando com a emocional Mikrokosmos, milhares de pessoas, de diferentes partes do mundo, acompanharam ao vivo na Gwanghwamun Square, ponto turístico que possui 600 anos de história. Ao fundo do palco, era possível ver o Palácio Gyeongbokgung, enquanto imagens aéreas também destacavam o monumento do Grande Rei Sejong, criador do Hangul (escrita coreana).
Em uma versão moderna e elegante, os integrantes usavam peças do hanbok, vestimenta tradicional coreana, e a abertura contou com Body to Body e uma banda interpretando Arirang. Para a internacionalista Ana Clara Gomes, que acompanha o BTS desde 2017, o momento foi ainda mais especial do que o esperado:
“Eu esperava que ia ser maravilhoso, mas excedeu minhas expectativas. Eu fiquei extasiada do minuto um até o minuto final. Fiquei muito animada! Não esperava que eles fossem incluir músicas antigas na setlist desse show, e foi mágico ver as músicas depois do lançamento do álbum novo ao vivo, conseguiram ficar melhores ainda.
Foi mágico ver eles juntos de novo depois de tanto tempo de espera por esse retorno. E ouvir as músicas antigas agora e se reconectar com algo que a gente já conhecia, mas também se reconectar com algo que a gente conheceu um dia atrás. Acredito que ver eles felizes e as ARMYs que passaram no telão, é você sentir um pertencimento, uma sensação de êxtase, de alegria. “
Um pouco depois do lançamento do álbum, os fãs foram surpreendidos por uma nota oficial da empresa do grupo informando que RM, havia machucado o tornozelo no dia anterior e, por recomendação médica, participaria das atividades com algumas restrições. Para um grupo reconhecido por suas coreografias desafiadoras, a notícia gerou preocupação, mas o artista acalmou os fãs durante a live realizada no YouTube na madrugada do dia 20 de março:
“Durante os ensaios, me esforcei bastante e acabei lesionando o tornozelo. Não vou poder me apresentar imediatamente, mas estarei no palco para encontrar vocês. Cantarei e animarei a todos! Farei o possível para me recuperar a tempo dos shows. Por favor, não se preocupem, não é nada grave.”
Para Dan, DJ e fã do grupo desde 2015, a notícia do incidente durante os ensaios foi um momento de inquietação: “Não pela simples expectativa de ver ele, mas pelo que estaria passando pela cabeça dele e um possível medo de decepcionar, ‘estragar tudo’. Saber que ele estará ali e entregará sua voz, mesmo sem dançar e dentro de restrições, é o mais importante. Espero que ele possa receber nossa torcida e ver que cada grama de seu esforço é muito reconhecida.” E apesar das limitações, a performance saiu como esperado, alegrando todos os fãs.
A plataforma de streaming, além de transmitir o primeiro show ao vivo do grupo após o hiato, também disponibilizará em sua grade o documentário BTS: O reencontro, no dia 27 de março, que contará com os bastidores desde a saída dos membros do exército até a produção de ARIRANG. Para Ana Clara, o documentário surge como uma oportunidade de mostrar o outro lado do que aconteceu durante os últimos 4 anos:
“Como ARMY a gente sabe como foi para a gente, como foi doloroso e ao mesmo tempo transformador, porque a gente passou por muitas fases. A gente viu eles de outras maneiras, a gente sempre pensou muito sobre o exército, mas nunca tínhamos vivenciado. Então eu acho que o fandom está com expectativa de ver como foi para eles estarem passando por todos esses anos sem estarem juntos como o ato que é o BTS.”
EU TÔ CHORANDO FORTE COM ESSE TRAILER, TÁ?
BTS: O Reencontro – documentário que mostra os bastidores da criação de ARIRANG, o álbum de comeback do BTS – estreia no dia 27 de março. 😭❤️ pic.twitter.com/wkj6Mdih6B
Para 2026, além do retorno do grupo, o anúncio da turnê mundial tem deixado fãs de todo o mundo ansiosos e cheios de expectativas. Com três shows anunciados no Brasil, nos dias 28, 30 e 31 de outubro de 2026, os ARMYs brasileiros estão agitados com a falta de informações sobre data de início de vendas, ticketeira responsável e valores. Enquanto isso, em outros países, os ingressos já se esgotaram em estádios, mas espera-se que as informações sejam divulgadas nos próximos dias.
Imagem divulgada pelo perfil do artista.
Enquanto os próximos passos ainda aguardam anúncio e os fãs seguem na expectativa, ARIRANG já cumpre seu papel: reconectar. Assim como “Arirang” atravessou gerações carregando histórias, o BTS transforma sua própria trajetória em memória e continuidade.
Depois de anos de espera, este álbum entrega não apenas música, mas presença. Para quem ficou, para quem esperou e para quem cresceu junto, o retorno do BTS não marca um fim de hiato, mas a continuidade de uma história que nunca deixou de ser construída em conjunto.
Sucogamer, se você é fã de pancadaria franca com sistema de roguelike e fã da franquia Mega Man, fique de olho em Super Aloy Crush. Com seu lançamento programado para o dia 8 de abril de 2026, o título da desenvolvedora Alloy Mushroom trará uma ação frenética do começo ao fim:
Para começo de jogo no AcessoAntecipado, Super Alloy Crush trará 3 capítulos da história e 7 chefes com mais de 100 habilidades para você explorar e adaptar seu estilo de jogo. Além disso, a previsão para a continuidade de conteúdo contará com Capítulo 3, novos personagens e muito mais.
Parabéns, você está a bordo da Ranger, onde os heróis viajam entre planetas em busca do planeta AE-38, o maior tesouro do cosmos. Diversos modos para vocês se divertirem, dentre eles:
História: onde você explora o mundo e libera novos personagens;
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Desafio supremo: no qual você terá que provar que sabe tudo do jogo!
Não se esqueça de deixar na sua lista de desejos para não esquecer o lançamento de SuperAlloyCrush. Comece a aventura com Muu ou Kellye desbloqueie muito mais! Dentre robôs lutadores a humanos adaptados, explore e detone! Clique aqui e já garanta seu passe para a nave Ranger, enquanto testa a demo disponível!
A Bandai Namco Entertainment anunciou a chegada da nova Temporada de SyndualityEcho of Ada. A 4ª Temporada do shooter de extração PvPvE traz novos recursos, novas áreas e novidades para os Drifters, nossos amados mechas.
Explore o novo mapa “Sunny Polluted Forest” com a nova área “Sangiovese Hideout”, recheada de novas armas APK. Dentre elas, o Burst Assault Rifle LE, o Grenade Launcher e a Submachine Gun LE. Além disso, um novo sistema de Expansão de Memória também permitirá fortalecer as afinidades de armas e habilidades dos Magus.
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Está na hora de receber a próxima lutadora de Fatal Fury: City of the Wolves que faz parte do Passe de Temporada2 e chega dia 26 de março de 2026. BlueMary, que fez sua estreia em Fatal Fury 3: Road to the Final Victory em 1995, retorna as raízes. Confira o trailer de apresentação:
A agente especial de South City após resolver mais um caso quer apenas o descanso. Porém Geese e os Pergaminhos Sagrados não vai deixar a jovem ter seu merecido descanso. BlueMary, com seu estilo Sambo, vai para as ruas em busca de mais um torneio King ofFightersem busca de Geese e informações do pergaminhos no Modo Arcade.
Enquanto no ModoEpisódios, Ela vai investigar o desaparecimento de Marky, um jovem que pode estar envolvido num crime, após a ligação do Guardião Kevin Rian, agente da SWAT e contato de Blue Mary.
Com uma jogabilidade de técnicas de agarrão e arremesso, Blue Mary não deixa espaços para seus oponentes pensarem muito. Então agarre essa oportunidade e comece agora mesmo sua jornada para Fatal Fury: City of Wolves.
Blue Mary é a terceira personagem do Passe de Temporada2 que já conta com Kim Jae Hoon e NightmareGeese. Em abril chega outro poderoso personagem temido da franquia: Wolfgang Krauser e ainda mais dois, que não foram revelados! Confira abaixo e escolha sua plataforma para mais informações: