sábado, fevereiro 7, 2026
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Kampeonato Brasileiro de Mortal Kombat 1 é anunciado

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Imagem divulgação (fonte: Warner Bros. Games)

A Warner Bros. Games Brasil finalmente abriu as portas da “Kasa do Kombate” com o anúncio oficial do Kampeonato Brasileiro de Mortal Kombat 1, ou simplesmente KBMK.

O circuito chega com os dois pés no peito (e talvez um Fatality) para fortalecer o cenário competitivo nacional. Com inscrições gratuitas e uma premiação total de R$ 20 mil, o torneio promete separar os verdadeiros campeões daqueles que só sabem apertar o botão de soco rápido.

A estrutura do campeonato segue um modelo robusto, dividido em duas temporadas independentes ao longo de 2026. A primeira temporada começa agora no primeiro semestre, enquanto a segunda toma conta da reta final do ano.

As lutas acontecerão religiosamente às terças-feiras, a partir das 19h. Portanto, já avise a família que o jantar vai ter gosto de sangue e vitória. Para dar aquele brilho na transmissão, o caster Buiu comandará as etapas online nos canais oficiais do Warner Play.

As novidades do Mortal Kombat 1 no cenário competitivo

O KBMK não é apenas mais um torneio de final de semana; ele apresenta um sistema de progressão bem interessante. Cada temporada conta com oito classificatórias online e um Last Chance Qualifier (o famoso LCQ), para quem deixou para a última hora.

A partir do Top 8, as transmissões ganham as telas da Twitch, TikTok e YouTube. Além disso, a Warner introduziu o Ranking de Equipes. Nesse sistema, as organizações somam pontos com base no desempenho de seus dois melhores jogadores. Dessa forma, a rivalidade deixa de ser apenas individual e ganha contornos de disputa entre clãs.

Certamente, o grande objetivo dos jogadores é o acumulado do ranking anual. Os oito melhores combatentes do ano garantem vaga na Grande Final Presencial, prevista para novembro. Diferente das etapas online, a final física coloca os nervos à prova e oferece a maior fatia do prêmio.

O campeão brasileiro levará para casa R$ 4.000,00, além da glória eterna (ou até o próximo patch de balanceamento). Inclusive, esse incentivo financeiro é fundamental para manter o engajamento de uma das comunidades mais apaixonadas do mundo dos jogos de luta.

Quanto ao gameplay, o cenário competitivo de Mortal Kombat 1 amadureceu drasticamente desde o lançamento. O sistema de Kameos, que muitos estranharam no início, hoje dita o ritmo das partidas de alto nível.

Veremos, sem dúvida, composições inusitadas e estratégias que exploram cada frame de vantagem. Inegavelmente, o Brasil possui um histórico de jogadores agressivos que adoram personagens de rushdown. Portanto, espere por muitas lutas decididas no detalhe e combos que fazem a barra de vida desaparecer em segundos.

O impacto da “Komunidade” Brasileira na franquia

Analisar a relação do brasileiro com Mortal Kombat é entender um fenômeno cultural. Desde a época do Mega Drive e do Super Nintendo, o jogo de Ed Boon sempre foi o preferido por aqui. Afinal, quem não lembra da lenda urbana do “Kano brasileiro” ou das vozes dubladas que viraram meme?

Segundo Ismael Crivelli, Diretor de Estratégia da Warner, o KBMK nasce justamente para valorizar essa paixão. A ideia é estabelecer um calendário sólido que não deixe os jogadores órfãos de competições oficiais ao longo dos meses.

Ademais, a parceria entre a NetherRealm Studios e a Warner Play mostra um amadurecimento na forma de comunicar o jogo. Com mais de 2 milhões de seguidores nas redes, o Warner Play consegue furar a bolha dos pro-players e atrair o público casual.

Certamente, o fato de as inscrições serem gratuitas facilita essa entrada de novos talentos. Inclusive, o suporte para tecnologias de rede estável e o feedback constante da comunidade ajudaram a moldar as regras do regulamento deste ano.

Por fim, o Kampeonato Brasileiro de Mortal Kombat 1 reforça que o gênero de luta ainda é um dos pilares dos eSports no Brasil. Se você gosta de um bom “Get Over Here!” e quer testar seus limites, o momento é agora.

As inscrições já estão abertas através do portal GnJoy e fecham apenas no dia de cada etapa. Portanto, escolha seu lutador principal, treine seus Kameos e tente não virar estatística no Fatality de ninguém.

Mortal Kombat 1 já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (via Steam e Epic Games Store).

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SEGA celebra os 35 anos de Sonic the Hedgehog!

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Imagem divulgação (fonte: SEGA)

Se você sente que o tempo está passando rápido demais, prepare-se para este balde de água fria: o ouriço mais rápido do mundo está completando 35 anos.

Pois é, desde que surgiu em 1991 para tentar desbancar um certo encanador bigodudo, o Sonic tornou-se um dos maiores ícones da cultura pop. Para celebrar esse marco, a SEGA finalmente revelou os planos para o 35º aniversário do azulão.

O anúncio chegou com um trailer nostálgico que repassa as três décadas de correria, atitude e, claro, muitos anéis dourados perdidos pelo caminho.

As festividades de 2026 prometem ser as mais ambiciosas da franquia até agora. Diferente de anos anteriores, onde tínhamos apenas um jogo novo e olhe lá, a SEGA planeja uma invasão multimídia completa.

A agenda inclui desde encontros presenciais com a comunidade até parcerias de produtos com mercadorias limitadas. Que certamente, farão o seu cartão de crédito pedir socorro.

Mas a grande surpresa fica para os formatos inusitados: a empresa confirmou exposições de arte em museus e um podcast narrativo inédito, que deve expandir a lore do universo de forma mais profunda.

O legado imbatível de Sonic the Hedgehog

Analisar a trajetória de Sonic the Hedgehog é entender como uma marca sobrevive a extremos. Afinal, o azulão já passou por tudo: desde o auge absoluto nos 16 bits até experimentos em 3D que muitos fãs preferem esquecer (sim, estamos olhando para você, Sonic ’06).

Entretanto, a resiliência do personagem é fascinante. Nos últimos anos, com o sucesso estrondoso dos filmes e a recepção positiva de títulos como Sonic Frontiers, a franquia vive um novo “período de ouro”. A SEGA entende que o Sonic não é apenas um personagem de jogo, mas um símbolo de rebeldia e velocidade que atravessa gerações.

Inclusive, as comemorações deste ano incluem uma série de concertos ao vivo. Para quem não sabe, a trilha sonora sempre foi um dos pilares da série, contando com colaborações lendárias que vão desde o grupo Dreams Come True até os rumores eternos sobre a participação de Michael Jackson em Sonic 3.

Dessa forma, levar essas músicas para orquestras e shows de rock é uma forma de honrar o DNA sonoro que definiu a experiência de milhões de jogadores. Portanto, prepare os ouvidos, pois o tema de Green Hill Zone deve ecoar em todos os cantos do planeta em 2026.

Quanto ao futuro, a vice-presidente de marketing da SEGA, Marcella Churchill, deixou claro que este aniversário é apenas um vislumbre do que está por vir. A empresa foca em inovação constante, buscando atrair os novos fãs que conheceram o ouriço através das animações da Netflix ou das telonas.

Certamente, manter um personagem relevante por 35 anos exige um equilíbrio delicado entre nostalgia e modernidade. Nesse sentido, os conteúdos digitais planejados para o ano devem mostrar como o design do Sonic evoluiu das curvas pixeladas para os modelos ultra-detalhados de hoje.

A atitude que mudou a guerra dos consoles

Certamente, o segredo do sucesso duradouro de Sonic the Hedgehog reside na sua “atitude”. Na década de 90, enquanto a concorrência apostava em um tom mais infantil e lúdico, a SEGA entregou um herói com cara de poucos amigos. Eram tênis estilosos e uma velocidade que fritava os processadores da época.

Essa personalidade moldou a identidade da empresa e criou uma legião de fãs que defendem o ouriço com unhas e dentes. Inclusive, essa conexão emocional é o que permite que a SEGA realize parcerias com marcas de moda e arte, elevando o Sonic ao status de ícone cultural além dos games.

Ademais, a loja oficial da Amazon já recebeu uma atualização com produtos exclusivos do 35º aniversário. De roupas a colecionáveis, a estratégia de licenciamento está mais agressiva do que nunca.

Afinal, a SEGA sabe que o público do Sonic adora exibir sua paixão. Por outro lado, o inédito podcast narrativo gera curiosidade sobre como a empresa pretende contar histórias sem a necessidade de um console ligado. Será que teremos revelações bombásticas sobre o passado do Shadow ou da Amy Rose? Inegavelmente, o mistério faz parte do charme das comemorações.

Por fim, o trailer de aniversário serve como um lembrete de que, apesar dos tropeços, o Sonic nunca parou de correr. Para o leitor do Suco que cresceu segurando um controle de Mega Drive ou de Master System, ver essa celebração é um momento de pura nostalgia.

Portanto, fique de olho no site oficial do aniversário e nas redes sociais, pois o ano de 2026 promete ser uma maratona de anúncios. A lenda continua e, pelo que parece, o azulão ainda tem muita bateria para queimar antes de pensar em aposentadoria.

As celebrações dos 35 anos de Sonic ocorrem ao longo de todo o ano de 2026 com eventos globais e lançamentos de produtos exclusivos em diversas frentes. Para mais informações confira o site oficial do aniversário clicando abaixo:

35º Aniversário do Sonic

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Fatal Fury: City of the Wolves, Temporada 2 comecará em breve

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Imagem divulgação (fonte: SNK)

Se você achava que a SNK ia sentar em cima dos louros após ganhar o prêmio de “Jogo de Luta do Ano” no The Game Awards 2025, pensou muito errado.

A lenda de South Town continua mais barulhenta do que nunca. A desenvolvedora japonesa acabou de anunciar a Temporada 2 de FATAL FURY: City of the Wolves, e o bicho vai pegar a partir do dia 22 de janeiro.

Preparem os controles e os dedos, pois seis novos lutadores estão chegando para bagunçar o coreto — e alguns deles são velhos conhecidos que a gente ama odiar. Confira abaixo o trailer de lançamento:

Diferente de outros títulos que demoram meses para entregar novidades, a SNK meteu o loko e planeja lançar um personagem por mês.

O pontapé inicial acontece com Kim Jae Hoon, o filho do lendário Kim Kaphwan, que traz sua justiça (e seus chutes flamejantes) para o novo sistema de combate. Mas o que realmente fez a internet quebrar foi o anúncio de Nightmare Geese.

Pois é, parece que cair de prédios e morrer repetidamente é apenas um detalhe burocrático para o maior vilão de South Town. Certamente, a SNK sabe como brincar com o coração — e o trauma — dos veteranos.

Novos sistemas e o impacto de FATAL FURY: City of the Wolves

A segunda temporada não foca apenas em rostos novos; ela traz uma atualização total de balanceamento.

A SNK ouviu o feedback da comunidade e ajustou o Sistema REV, aquela mecânica que sobrecarrega a barra para ataques devastadores. Dessa forma, as batalhas prometem ser ainda mais estratégicas e punitivas para quem não sabe gerenciar os recursos.

Além disso, personagens icônicos como Blue Mary e Wolfgang Krauser já estão confirmados para os meses seguintes. Ver o Krauser de volta é um deleite para quem sente falta de um vilão que realmente impõe respeito (e que provavelmente vai te mandar para a lona com um Kaiser Wave bem-dado).

Quanto à parte técnica, FATAL FURY: City of the Wolves continua sendo um espetáculo visual com seu estilo de arte único, que mistura o 3D moderno com um acabamento que remete aos quadrinhos e à nostalgia dos anos 90.

Inclusive, o jogo oferece dois esquemas de controle distintos, facilitando a vida de quem é novato no gênero, mas quer sentir o gosto da vitória. Afinal, a SNK entende que, para manter a franquia viva por mais 26 anos, ela precisa abraçar tanto o pro-player quanto o jogador de final de semana que só quer ver o Terry Bogard gritando “Are you OK?”.

Por outro lado, o mistério ainda ronda a temporada. Dos seis personagens prometidos, dois permanecem nas sombras. A comunidade já começou as apostas: será que veremos algum convidado de The King of Fighters ou algum herói esquecido de Art of Fighting?

Inegavelmente, o suspense faz parte do DNA da SNK. Portanto, ficar de olho nos próximos meses é obrigatório para quem deseja se manter competitivo no cenário atual dos fighting games.

O legado de South Town e a volta de Krauser

Analisando a lore da franquia, a presença de Wolfgang Krauser e Nightmare Geese na mesma temporada é um prato cheio. Para quem não lembra, os dois são meio-irmãos e rivais mortais, o que adiciona uma camada narrativa deliciosa para o modo história.

Certamente, a SNK está investindo pesado em worldbuilding para este título. Inclusive, as ruas de South Town nunca pareceram tão vivas e perigosas, servindo como o palco perfeito para essas ambições selvagens.

Além disso, a parceria da SNK com outras plataformas garante que o jogo continue crescendo. O título já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, e os rumores sobre uma versão para o Nintendo Switch 2 ganham força a cada atualização.

Nesse sentido, a empresa demonstra que aprendeu com os erros do passado e agora entrega um produto polido, equilibrado e, acima de tudo, divertido. Afialmente, quem não gosta de ver uma Blue Mary distribuindo golpes de agarramento com uma animação fluida de 60 FPS?

Por fim, vale notar que a Temporada 2 chega com ajustes baseados diretamente nos dados coletados durante os grandes torneios de 2025. A ideia é tornar o jogo o mais justo possível para o cenário de eSports, sem perder a essência caótica que definiu a série desde 1991.

Portanto, se você parou de jogar por conta de algum boneco “apelão”, o dia 22 de janeiro é a data perfeita para o seu retorno triunfal.

FATAL FURY: City of the Wolves é um título indispensável para qualquer fã de luta. Se você ainda não garantiu sua cópia, aproveite que a lenda está em evolução constante e junte-se à matilha.

Para mais detalhes do game clique abaixo:

site oficial

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Jujutsu Kaisen chegou no Free Fire

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Imagem divulgação.

A Garena finalmente confirmou o que muita gente suspeitava: o universo amaldiçoado de Jujutsu Kaisen está invadindo o Free Fire.

O evento, batizado de “Despertar de Jujutsu”, começou dia 14 de janeiro e vai até 09 de fevereiro. Basicamente, os jogadores poderão canalizar sua energia amaldiçoada para dar aquele Booyah com o estilo de um feiticeiro de grau especial.

Se a ideia de ver o Sukuna correndo com uma submetralhadora soa bizarra para você, bem-vindo ao mundo das colaborações modernas.

A parceria traz os rostos mais icônicos do anime da MAPPA para dentro do jogo. Estão confirmados Yuuji Itadori, Megumi Fushiguro, Nobara Kugisaki e, claro, o homem que faz todo mundo questionar a própria sanidade: Satoru Gojou.

Inclusive, Ryomen Sukuna não ficou de fora e aparece em duas versões diferentes, com direito a todas as tatuagens e o kimono branco clássico. Certamente, a Garena não economizou no fanservice, trazendo as dublagens originais dos personagens para aumentar a imersão nas partidas.

Energia Amaldiçoada e Expansão de Domínio no Free Fire

Diferente de outras skins que são apenas cosméticas, esta colaboração altera diretamente a dinâmica do Battle Royale e do Contra Squad. Os jogadores agora podem coletar “Energia Amaldiçoada” durante as partidas.

Essa energia serve para desbloquear técnicas poderosas e melhorar armamentos, como os Martelos de nível 3. Além disso, técnicas famosas como o “Vazio Púrpura” de Gojou e o “Fukuma Mizushi” de Sukuna aparecem através dos Airdrops Cibernéticos.

Dessa forma, a estratégia de jogo muda completamente: quem dominar as expansões de domínio terá uma vantagem absurda nos confrontos finais.

Outro ponto que merece destaque é a reformulação da Peak. A área mais popular do mapa Bermuda transformou-se completamente na versão Free Fire da Escola de Jujutsu.

O design foi meticulosamente planejado para recriar a atmosfera sombria do anime, com detalhes que vão desde a arquitetura até o design de som. Falando em som, a trilha sonora do evento leva a assinatura de Yoshimasa Terui, o renomado compositor oficial de Jujutsu Kaisen.

Portanto, prepare os fones de ouvido, pois a imersão auditiva promete ser um dos pontos altos deste crossover.

A progressão do evento acompanha a jornada de Itadori. Conforme os jogadores completam missões, eles liberam cenas especiais e itens colecionáveis. O grande atrativo para a “mão de vaca” (ou o jogador econômico) é que o conjunto de personagem do Yuuji Itadori será o grande prêmio gratuito.

Ou seja, basta jogar e cumprir os requisitos para garantir o protagonista na sua conta sem gastar um diamante sequer.

O impacto cultural e estratégico da parceria

Analisando o histórico da Garena, percebemos que ela é mestre em unir mundos distintos. Depois de colaborar com Attack on Titan, One Punch Man e até o grupo BTS, trazer Jujutsu Kaisen parece um movimento óbvio para manter o público jovem engajado.

Afinal, a obra de Gege Akutami é um fenômeno global de vendas e audiência. Certamente, ver técnicas como o “Punho Divergente” em um jogo de tiro é algo que gera curiosidade imediata, atraindo até quem nunca se interessou pelo Free Fire antes.

Além disso, a inclusão dos óculos de Kento Nanami e das skins de veículos temáticas mostra que a atenção aos detalhes foi redobrada. A Garena entende que o fã de anime é exigente com a estética.

Inclusive, o uso das vozes originais é um acerto crítico, pois nada supera ouvir o Gojou soltando um “Muryou Kuusho” enquanto você limpa o servidor. Nesse sentido, a colaboração não busca apenas vender skins, mas criar uma “camada de gameplay” temporária que refresca a experiência de quem joga diariamente.

Por fim, o evento “Despertar de Jujutsu” consolida o Free Fire como um hub de cultura pop. Se você gosta de colecionar itens raros, este é o momento de focar nas missões diárias.

A disponibilidade limitada dos itens de Sukuna e Gojou deve transformá-los em relíquias valiosas nas contas dos jogadores futuramente. Portanto, prepare seu domínio, reúna seus aliados e tente não ser apagado pelo Vazio Púrpura de algum adversário mais sortudo.

A colaboração entre Free Fire e Jujutsu Kaisen começou em 14 de janeiro. O jogo está disponível gratuitamente para dispositivos Android e iOS (Apple).

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Resident Evil Requiem confira todas as novidades do Showcase

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Imagem divulgação (fonte: Capcom)

A Capcom divulgou ontem (dia 15) o mais recente Resident Evil Showcase e foi praticamente como fanservice para os fãs da franquia (especialmente do Leon). Nele, a gigante japonesa finalmente revelou mais alguns detalhes dos aspectos de Resident Evil Requiem.

Para quem ainda não viu, confira abaixo o Showcase completo legendado pelo canal da Capcom Brasil:

Esse novo titulo numerado da franquia promete unir o survival horror clássico com uma dose de ação que vai parecer que você ta assistindo a um filme do John Wick.

Com lançamento marcado para 27 de fevereiro de 2026, o RE9 quer provar que a franquia de terror ainda tem muito espaço para inovação — e para parcerias comerciais bem (digamos) inusitadas.

Leon Kennedy e Grace Ashcroft: Uma dupla improvável (e muito bem vestida)

Nesta jornada, dividimos o palco entre o (antigo recruta, agora lenda viva) agente da DSO, Leon S. Kennedy, e a novata Grace Ashcroft.

Enquanto Leon é um exército de um homem só, conhecido em chutar bunda de mutantes de toda sorte e manter o penteado intacto, Grace é uma analista do FBI que parece ter entrado no pior primeiro dia de trabalho da história.

Coisa da qual nosso cora de franja entende bem, aparentemente Raccoon City não é o melhor lugar do mundo para começar a trabalhar.

A grande novidade mecânica reside na liberdade total de perspectiva. Dessa forma, você pode alternar entre a primeira pessoa, para um clima mais imersivo e claustrofóbico a la Outlast e o próprio RE7.

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Visão em primeira pessoa de RE Requiem. (Imagem divulgação, fonte: Capcom)

E em terceira pessoa – no já tradicional estilo “Over-the-Shoulder” – ideal para quem é um pouco mais clássico, gosta de ter mais campo de visão ou é fraco do coração (ou apenas notálgico mesmo).

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Agora Leon em terceira pessoa no Requiem. (Imagem divulgação, fonte: Capcom)

Inclusive, já que estamos na fase de “jogar como quiser” fica a dica para Capcom colocar câmera fixa também para os anciões saudosos da franquia.

Leon agora empunha um machado tático. Pelo visto, a faca de combate finalmente ganhou uma aposentadoria após décadas de serviços prestados.

Além disso, Leon pode sincronizar seus movimentos para aparar ataques e até usar motosserras tomadas dos oponentes para finalizações eletrizantes.

E o mais legal na opinião desse humilde redator, ele agora afia o machado na cara dos zumbis, farmando uma aura absurda.

Certamente, a Capcom quer que o jogador se sinta poderoso, mas as munições limitadas garantem que você nunca se sinta totalmente seguro.

Os “Echo Zombies” e o terror psicológico em Resident Evil Requiem

O que realmente roubou a cena no gameplay foram os novos inimigos. Esqueça aquelas criaturas genéricas que apenas vagam sem rumo.

Em Resident Evil Requiem, os mortos-vivos mantêm “ecos” bizarros de suas vidas passadas.

Por exemplo, você encontrará chefs de cozinha obcecados por fogões desligados ou faxineiros que limpam espelhos freneticamente enquanto ignoram a própria decomposição.

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Nem depois de morto o CLT tem paz em Requiem. (Imagem divulgação, fonte: Capcom)

Essa obsessão abre margem para estratégias de stealth fascinantes. Portanto, o jogador pode explorar esses comportamentos repetitivos para passar despercebido e poupar aquela bala preciosa de Handgun.

Do outro lado, o arco de Grace foca na sobrevivência pura dentro de um sanatório tomado por zumbis. A personagem utiliza o sangue infectado dos inimigos para criar itens de cura e munição especial através de um dispositivo único.

Esse sistema de “crafting” visceral adiciona uma camada estratégica importante: você gasta sangue para se curar ou para criar uma munição que pode explodir a cabeça do próximo chefe?

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Prova essa aqui, é sabor T-vírus! (Imagem divulgação, fonte: Capcom)

Além disso, ela carrega o revólver Requiem, uma arma personalizada de imenso poder. Certamente, se você ouvir o som desse gatilho, é porque a situação realmente fugiu do controle.

Colaborações de luxo e o mistério de Elpis

Agora, vamos falar do elefante (ou do SUV de luxo) na sala. A Capcom anunciou parcerias que parecem ter saído de um sonho febril de um publicitário da Faria Lima.

O Leon agora dirige um Porsche Cayenne Turbo GT personalizado dentro do jogo. Pois é, nada diz “apocalipse zumbi” como fugir de mutantes com tração integral e bancos de couro.

Se você tiver sorte (e um cartão de crédito sem limites), a Hamilton também lançará relógios inspirados nos protagonistas, limitados a apenas 2.000 unidades mundiais. É o tipo de colecionável que faz qualquer fã chorar — ou de alegria, ou pelo preço.

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Relógios do Leon e da Claire em parceria com a Hamilton. (Imagem divulgação, fonte: Capcom)

Quanto ao mistério central, a palavra-chave é “Elpis”. Este conceito conecta o passado de Grace, a morte de sua mãe, Alyssa Ashcroft, e os eventos que arrastaram Leon para essa nova confusão biológica.

De acordo com o Showcase, a narrativa promete ser uma das mais pessoais da série. Desvendar a verdade por trás de Elpis será o motor que manterá os fãs teorizando em fóruns até o lançamento. Inegavelmente, a Capcom sabe como construir um hype em torno de uma conspiração corporativa.

Tecnologia de ponta e o novo Nintendo Switch 2

Além do estilo, a parte técnica não fica atrás. O jogo utilizará as tecnologias DLSS 4 e path-tracing da NVIDIA nos PCs de alto desempenho. Consequentemente, os reflexos nas poças de sangue e a iluminação global devem atingir um nível de fidelidade nunca visto na RE Engine.

Para quem prefere a portabilidade, a surpresa fica para o Nintendo Switch 2. O novo console receberá o “Generation Pack”, que inclui Resident Evil 7, Village bem como o próprio Requiem no dia do lançamento.

Inclusive, a Grace Ashcroft terá o seu próprio Amiibo, o primeiro da história de Resident Evil. Para os colecionadores de estatuetas, a Capcom também confirmou figuras em escala 1/6 que podem ser exibidas individualmente ou em conjunto.

Além disso, no campo digital, o crossover com Fortnite garante que os jogadores da Epic Games Store recebam o traje de Grace para usar no Battle Royale.

É uma estratégia agressiva que mostra o tamanho da aposta da Capcom neste título. Certamente, eles querem que você veja Resident Evil até quando estiver caindo de paraquedas em uma ilha colorida.

Edições, pré-venda e o retorno dos Ink Ribbon

Para os interessados em garantir o jogo antecipadamente, a pré-venda já está liberada. Todas as reservas garantem o traje “Apocalypse” para Grace. O título terá duas versões: Standard e Deluxe.

A edição Deluxe inclui o jogo base e um pacote exclusivo com cinco trajes, quatro skins de armas e filtros de tela nostálgicos. No entanto, o detalhe que arrepiou os veteranos foi o modo de dificuldade “Padrão Clássico”.

Ele eleva a tensão ao exigir os icônicos Ink Ribbons para salvar o progresso. Essa escolha de design respeita as raízes da série, onde salvar o jogo era, por si só, um recurso estratégico e escasso.

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Tela de save com o clássico Ink Ribbon. (Imagem divulgação, fonte: Capcom)

Resident Evil9: Requiem chega em 27 de fevereiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (via Steam, Epic Games Store e GeForce NOW). Prepare seu inventário, organize suas ervas verdes e torça para que o Leon não bata o Porsche no primeiro poste que encontrar.

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Sonic Racing: CrossWorlds mídia física chega em breve para o Nintendo Switch 2

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Imagem divulgação.

 A SEGA acaba de confirmar que a versão física de Sonic Racing: CrossWorlds para o Nintendo Switch 2 já tem data marcada para chegar às lojas.

Se você é do time que não dispensa um cartucho na prateleira, anote no calendário: o lançamento ocorre no dia 26 de março de 2026.

O título chegará ao mercado brasileiro com o preço sugerido de R$ 349,90, trazendo todo o conteúdo base em mídia física.

Atualmente, o jogo já possui uma versão digital disponível para o novo console da Nintendo. Entretanto, o anúncio da cópia física atende a um pedido antigo da comunidade que valoriza a preservação dos jogos.

Além de garantir a posse definitiva do game, essa edição torna-se um item de desejo para quem deseja explorar o potencial gráfico do Switch 2 sem depender exclusivamente do armazenamento interno do aparelho.

Velocidade e crossovers em Sonic Racing: CrossWorlds

Para quem ainda não entrou na pista, este título representa uma evolução significativa na fórmula de corrida da franquia. Sonic Racing: CrossWorlds não foca apenas nos personagens da Vila Green Hill.

O “CrossWorlds” no título indica um crossover massivo entre diversas propriedades intelectuais da SEGA. Dessa forma, os jogadores podem pilotar veículos inspirados em franquias como Persona, Yakuza (Like a Dragon) e até Shin Megami Tensei.

Quanto à jogabilidade, o sistema de “Team Racing” retorna com ajustes importantes na física dos veículos. Agora, a cooperação entre os membros da equipe influencia diretamente na barra de especial, permitindo manobras conjuntas que podem mudar o rumo da partida.

Inclusive, o game utiliza o poder de processamento do Nintendo Switch 2 para entregar 60 quadros por segundo constantes, mesmo em resoluções mais altas. Certamente, essa fluidez é essencial para um gênero onde cada milissegundo de reação conta para evitar uma colisão.

Além das pistas vibrantes, o jogo apresenta um modo campanha robusto. Nele, Caleb e outros personagens inéditos tentam impedir uma colisão entre as dimensões digitais da SEGA. Por outro lado, o modo online continua sendo o coração da experiência.

A SEGA implementou um sistema de ranking global que divide os jogadores por níveis de habilidade. Portanto, as corridas tornam-se equilibradas, evitando que novatos enfrentem veteranos logo de cara.

A estratégia da SEGA com a mídia física

Analisando o movimento da empresa japonesa, percebemos que a SEGA mantém um respeito notável pela mídia física. Enquanto muitas publicadoras migram totalmente para o digital, manter lançamentos em cartucho para o Switch 2 ajuda a fortalecer a marca entre os fãs mais tradicionais.

Afinal, a franquia Sonic possui uma base de colecionadores extremamente dedicada que enxerga o hardware da Nintendo como a “casa natural” dos jogos de plataforma e corrida da empresa.

Ademais, lançar a mídia física alguns meses após o lançamento digital é uma tática que visa “reviver” o hype do jogo. Essa estratégia permite que a SEGA alcance novos consumidores que estavam aguardando uma promoção ou a oportunidade de comprar o jogo físico para troca ou revenda futura.

Nesse sentido, a empresa garante uma vida longa ao título, mantendo os servidores cheios e a comunidade ativa através de atualizações constantes e novos conteúdos sazonais.

Por fim, vale notar que o jogo já conta com uma integração completa com as redes sociais. A SEGA incentiva os jogadores a compartilharem seus melhores tempos e customizações de veículos através de ferramentas nativas de captura.

Certamente, ver o ouriço correndo em alta definição no novo console da Nintendo é um espetáculo visual que justifica o investimento dos entusiastas do gênero.

Sonic Racing: CrossWorlds já está disponível em diversas frentes. Você pode encontrar o jogo nas versões físicas e digitais para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC, e em todos os modelos da família Nintendo Switch (Padrão, OLED e Lite).

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Festival Entre Estações leva cinema japonês gratuito a São Paulo entre janeiro e fevereiro

Festival Entre Estações Totoro
Imagem Divulgação

O Festival Entre Estações leva cinema japonês gratuito a São Paulo entre 17 de janeiro e 1º de fevereiro. A programação reúne animês, clássicos e produções contemporâneas, com sessões no Bunkyo, no Circuito Spcine CCSP (sala Lima Barreto) e uma exibição especial ao ar livre.

A mostra é apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (Bunkyo). Além dos filmes, o evento inclui palestras exclusivas, ampliando a imersão na cultura japonesa por meio do audiovisual.

Assim, o festival se consolida como uma das principais opções culturais gratuitas do período de férias na capital paulista.

Em parceria inédita, Bunkyo e Centro Cultural São Paulo (CCSP) oferecem ao público uma curadoria com cerca de 20 filmes japoneses. A seleção inclui títulos inéditos no Brasil e obras de gêneros variados, como animê, ação, ficção científica e romance.

A entrada é gratuita. Os ingressos devem ser retirados uma hora antes de cada sessão, sujeitos à lotação da sala.

O presidente do Bunkyo, Roberto Yoshihiro Nishio, destacou a importância da iniciativa. Segundo ele:

Nossas entidades nunca estiveram tão próximas, ligadas pelas estações de Metrô, e agora ainda mais ligadas graças a esta excelente oportunidade de promover um roteiro de férias valorizado pela programação variada de filmes que ressaltam a cultura japonesa.

Animês e parceria com a Sato Company

A primeira semana do Festival Entre Estações será dedicada aos animês. A programação conta com parceria estratégica da Sato Company, referência na distribuição de conteúdo audiovisual japonês no Brasil.

Assim, o público poderá assistir a títulos consagrados do Studio Ghibli, como Ponyo: Uma Amizade Que Veio Do Mar (2008), dirigido por Hayao Miyazaki. Além disso, o festival apresenta obras fundamentais da animação japonesa contemporânea.

Entre os destaques estão Totto-Chan: A Menina na Janela, de Shinnosuke Yakuwa, e a ficção científica Make a Girl, de Genshi Yasuda, lançadas em 2023 e 2025.

Também integra a programação o filme Hokusai (2020), de Hajime Hashimoto, cinebiografia do artista Katsushika Hokusai (1760–1849), autor da icônica A Grande Onda de Kanagawa.

Já os fãs de ação e romance poderão conferir Tokyo Revengers, dirigido por Tsutomu Hanakusa, adaptação cinematográfica do mangá de Ken Wakui.

Realização, apoios e próximos anúncios

A mostra Entre Estações é viabilizada pela Lei Rouanet – Fundo Nacional da Cultura. O evento conta com apoio do Centro Cultural São Paulo (CCSP), do Circuito Spcine, da Sato Company, da Prisma Pop e da Prefeitura de São Paulo.

A realização é da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (Bunkyo), em parceria com o Ministério da Cultura e o Governo do Brasil.

As informações completas sobre as palestras e a sessão ao ar livre serão divulgadas em breve.

Serviço – Festival Entre Estações: Cinema Japonês em São Paulo

Bunkyo
Datas: 17 e 18, 24 e 25 de janeiro
Endereço: Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo/SP
Próximo à estação São Joaquim

Circuito Spcine CCSP – Centro Cultural São Paulo
Datas: 20 a 25 de janeiro e 27 de janeiro a 1º de fevereiro
Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso – São Paulo/SP
Próximo à estação Vergueiro

Ingressos: Gratuitos, com retirada 1h antes das sessões (sujeito à lotação)
Classificação indicativa: Consultar a programação de cada filme
Site oficial: www.entreestacoes.com.br

Programação completa do Festival Entre Estações

17/01 (sábado) – Bunkyo
14h – Ponyo (Dublado)
16h30 – Palestra 1 – com Takashi Yamanishi (@profdejp) + moderador: Nas Entrelinhas de Hayao Miyazaki

18/01 (domingo) – Bunkyo
14h – Love Live! (Legendado)
16h30 – Palestra 2

20/01 (terça) – CCSP
17h – Meu Amigo Totoro (Dublado)
19h – O Serviço de Entrega de Kiki (Legendado)

21/01 (quarta) – CCSP
17h – Ghost in the Shell (Legendado)
19h – Angel’s Egg (Legendado)

22/01 (quinta) – CCSP
17h – O Castelo Animado (Dublado)

23/01 (sexta) – CCSP
17h – Pompo: A Cinéfila (Legendado)
19h – Make a Girl (Legendado)

24/01 (sábado) – CCSP
16h30 – Palestra 3: Animação e Japão Contemporâneo com Elisa Massae + moderador
19h – Nausicaa do Vale do Vento (Legendado)

24/01 (sábado) – Bunkyo
14h – Totto-Chan: A Menina na Janela (Dublado)
17h – Hokusai (Legendado)

25/01 (domingo) – Aniversário de São Paulo – CCSP
16h – Meu Amigo Totoro (Dublado)
19h – A Viagem de Chihiro (Legendado)

25/01 (domingo) – Aniversário de São Paulo – Bunkyo
14h – The Promised Neverland (Legendado)

27/01 (terça) – CCSP
17h – Gonin 1 (Legendado)
19h30 – Gonin 2 (Legendado)

28/01 (quarta) – CCSP
15h – Tokyo Revengers (Legendado)
17h30 – Tokyo Revengers 2: Arco Halloween de Sangue – Parte 1 (Legendado)
19h30 – Tokyo Revengers 2: Arco Halloween de Sangue – Parte 2 (Legendado)

29/01 (quinta) – CCSP
19h – Nausicaa do Vale do Vento (Legendado)

30/01 (sexta) – CCSP
17h – Hachiko – Um Amigo Para Sempre (Legendado)
19h30 – Manhole – Desvio Fatal (Legendado)

31/01 (sábado) – CCSP
16h30 – Palestra 4: A confirmar, com Antonio Curti + moderador
19h – Memórias de Ontem (Legendado)

01/02 (domingo) – CCSP
19h – Sessão ao ar livre: A Viagem de Chihiro (Dublado)

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GACKT & YELLOW FRIED CHICKENz anunciam show único no Brasil em fevereiro de 2026

GACKT Yellow fried chickenz
Imagem Divulgação

GACKT retorna ao Brasil ao lado da banda YELLOW FRIED CHICKENz para um show exclusivo em São Paulo, marcado para 7 de fevereiro de 2026, no Carioca Club. A apresentação integra a turnê mundial “WORLD TOUR – ATTACK OF YFCz” e marca o renascimento do projeto após mais de dez anos longe dos palcos internacionais.

O espetáculo acontece no sábado e promete reunir fãs do J-Rock, do visual kei e da cultura pop japonesa em uma noite histórica. O evento é uma realização da R.I.T. Produções, conhecida por trazer grandes nomes da música japonesa ao país.

Assim, o público brasileiro recebe novamente um dos artistas mais influentes do Japão em uma apresentação única.

GACKT é famoso mundialmente por sua carreira multifacetada. Cantor, compositor e ator, o artista construiu uma trajetória marcada por performances intensas, forte teatralidade e uma estética visual inconfundível. Portanto, sua volta ao Brasil promete uma experiência épica que combina música, emoção e espetáculo.

Além disso, o show simboliza um momento especial para fãs que aguardavam o retorno do projeto YELLOW FRIED CHICKENz aos palcos internacionais.

O retorno do YELLOW FRIED CHICKENz ao Brasil

Formado originalmente em 2010, o YELLOW FRIED CHICKENz mistura o peso do rock moderno com a estética do visual kei. Com isso, a banda se consolidou como um projeto que vai além do som, entregando uma experiência sensorial completa.

A nova formação apresenta uma sonoridade atualizada. No entanto, mantém a energia crua e o espírito provocador que conquistaram fãs ao redor do mundo. Assim, a turnê marca o renascimento oficial do YFCz após um longo hiato internacional.

Segundo a equipe de produção, o público pode esperar “um espetáculo de alta energia, com cenografia detalhada e um setlist que reunirá clássicos da carreira solo de GACKT e sucessos do YFCz”.

Serviço – GACKT & YELLOW FRIED CHICKENz em São Paulo

Data: 7 de fevereiro de 2026 (sábado)
Local: Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo – SP
Horário: Abertura dos portões às 18h | Início previsto às 20h
Classificação etária: 16 anos (menores apenas acompanhados de responsável)
Ingressos: disponíveis em www.clubedoingresso.com e www.rit.agency

Assim, fãs interessados já podem se programar para garantir presença em um dos shows mais aguardados do J-Rock no Brasil em 2026.

GACKT: trajetória, sucessos e impacto na cultura pop

Com mais de duas décadas de carreira, GACKT se consolidou como um dos maiores nomes da música japonesa contemporânea. Seu trabalho une técnica vocal refinada, teatralidade e um olhar artístico singular.

Entre seus maiores sucessos estão “REDEMPTION”, tema do jogo Final Fantasy VII: Dirge of Cerberus, além de “LAST SONGS” e “RETURNER ~Yami no Shuuen~”. Este último entrou para a história ao se tornar, em 2007, o primeiro single de um artista solo masculino japonês a alcançar o topo da Oricon Chart.

Além da música, GACKT também construiu uma carreira sólida no cinema e na televisão. Atuou em produções internacionais como BUNRAKU (2010), ao lado de Josh Hartnett e Demi Moore, e no cultuado MOON CHILD (2003), contracenando com HYDE, do L’Arc~en~Ciel.

No universo dos games, o artista é amplamente reconhecido por interpretar Genesis Rhapsodos, personagem icônico da franquia Final Fantasy VII, reforçando sua ligação direta com a cultura pop global.

Por fim, GACKT é visto como um artista completo. Cantor, compositor, produtor, ator e escritor, ele influenciou gerações do J-Rock, do K-Pop e da cultura visual contemporânea. Álbuns como MARS (2000), MOON (2002), CRESCENT (2003) e DIABOLOS (2005) são considerados obras fundamentais do rock japonês moderno.

Com turnês pela Europa, Ásia e América do Norte, GACKT mantém uma presença internacional consistente. Assim, conquistou uma base de fãs espalhada por mais de 50 países, incluindo o Brasil, onde seu retorno já é tratado como um dos grandes eventos musicais de 2026.

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