O Bloco Marcha Nerd se apresentou no domingo (24) no Sesc São João de Meriti, em um cortejo circulante que reuniu cosplayers e fãs em uma grande celebração musical. A atração foi um dos destaques do Sesc Orgulho Nerd, programação especial realizada de 23 a 25 de maio na unidade do município da Baixada Fluminense, com entrada gratuita.
O bloco se apresentou das 11h às 12h percorrendo a unidade e integrando o público à festa — sem palco fixo, sem distância entre artistas e espectadores.
Três dias de imersão em cultura geek
O evento transformou o Sesc Meriti em um polo de entretenimento, educação e tecnologia voltado para aficionados em games, animes, quadrinhos e cultura pop. Foram dezenas de atividades gratuitas distribuídas ao longo do fim de semana.
Entre os destaques tecnológicos, a BXD Experience apresentou uma pista interativa inspirada na Pavuna recriada em Realidade Mista, combinando Realidade Virtual e Realidade Aumentada. O Lab Maker Pixel Art permitiu que criações digitais se transformassem em objetos físicos.
Games, quadrinhos e K-pop
Os visitantes também puderam conferir a Arena de Games Independentes, com produções cariocas que vão do pixel art à realidade virtual, e o Museu dos Games Digitais, com consoles icônicos e a história da evolução dos videogames.
O universo das histórias em quadrinhos ganhou espaço no Beco dos Quadrinhos, voltado para a troca de experiências com artistas independentes do Rio de Janeiro. Já a exposição Forja Nerd – De Peito Aberto com muito Orgulho reuniu peitorais cosplay transformados em obras de arte com resina e impressão 3D.
A cultura coreana também marcou presença com uma exposição interativa que cruzou o fenômeno do BTS com experiências em realidade virtual.
Programação para todas as idades
A grade incluiu desde Blocos Gigantes de montar para crianças até debates sobre o impacto dos jogos no cotidiano e a filosofia através de jogos de interpretação. Torneios de BXD Card Game e o Quiz Nerd completaram a programação competitiva.
O evento encerrou nesta segunda-feira (25) com a Exposição PokeSesc, que celebra os 30 anos de Pokémon com oito dioramas em formato de pokébola inspirados em paisagens do Rio de Janeiro, conectando cultura pop à preservação ambiental.
Terror não é o gênero mais bem sucedido no meio dos animes, salvo alguns bons exemplos que confirmam a regra, como Mieruko-chan, com um feito de meta-terror magnífico no último episódio e Midori. Sendo que Midori transcende do terror para o horror insustentável aos olhos. De cabeça só penso nesses dois casos. Sim, Junji Ito não conta, porque apenas um episódio fez justiça aos seus mangás e nada mais.
Quem chega como um terceiro caso de sucesso é Kaya-chan. O anime (assista o primeiro episódio no YouTube) inocente à primeira vista sobre a menina que vê fantasmas revela uma trama bem sólida com o passar dos episódios. E é disso que falaremos mais a partir de agora!
A MENINA QUE VÊ
Produzida pela East Fish Studio, Kaya-chan tem um título direto e ainda assim ambíguo. Kaya-chan wa kowakunai pode ser lido tanto quanto “Kaya-chan não tem medo” como do jeito que o título em inglês o sugere: “Kaya-chan não é assustadora”. Nossa protagonista é uma menina nos primeiríssimos anos de vida, que frequenta uma creche enquanto seu pai sai para trabalhar. Entre uma aula e outra, Kaya se mete em encrenca por supostamente atrapalhar seus colegas. Ninguém acreditaria que na verdade ela estivesse salvando as outras crianças de fantasmas malignos, então ela tende a ser reclusa, pois sabe que ninguém a ouvirá.
Quem quebra essa rotina solitária, como alguém que dá ouvidos ao sobrenatural é Chie, uma de suas professoras e cuidadoras da creche. Sua curiosidade e capacidade de acreditar nas crianças a torna capaz de vislumbrar a realidade de Kaya. Ao mesmo tempo que isso é um mérito como uma boa professora, por outro lado, Chie acaba se expondo ao perigo de adentrar num mundo que não é reservado aos poucos. Pois com o passar dos episódios, as assombrações são menos episódicas e mais sinalizantes de que há um mundo sobrenatural em ação.
CONDUTORES DA TRAMA
Depois de um tempo com fantasmas virando pó nas mãos de Kaya, que se transmuta num semblante negro pouco explicado até o final do anime, começamos a compreender as limitações desta que é só uma menina. A mãe de Kaya, mal mencionada no começo, é apresentada a nós na forma de um espectro aterrorizante, um mal muito maior do que a menina é capaz de lidar. Só depois de algum tempo as lentes da trama saem dos olhos sensíveis de Kaya para mostrar ao espectador que não há nada de errado com Mirai e sim com o bebê gestado em seu útero.
Como não é uma criança ainda inocente sobre si e suas circunstâncias que terá a condição de explorar os mistérios da trama, Chie serve como condutora na narrativa do anime na companhia de Mobu. Mobu é um entusiasta do oculto, apresentado como um pai traumatizado pela morte precoce da filha e sua transformação num espectro exorcizado pelas mãos de uma Kaya ainda bebê. Apesar do plano de fundo emocionante, Mobu é um tremendo de um alívio cômico, lembrete de que o Japão costuma promover o combate à obesidade pelo mais puro bullying desenfreado. Haverá um dia em que um gordo terá voz de gente em um anime, mas esse dia não é hoje.
MALDIÇÕES DE FAMÍLIA E O HORRO DO PARTO
Execuções produtivas à parte, podemos supor que boa parte da qualidade do terror de Kaya-chan more no seu tema. Não foi gratuito o fato de um de seus momentos mais assustadores ter sido o exorcismo da mãe que morrera durante o parto e cuja alma permanecia atormentada pela presença de bebês fantasmagóricos. A maternidade tem um lugar especial no imaginário e é quase necessário que o seja. Porque se a possibilidade do ressurgimento da vida for uma paisagem infernal, o que é ameaçado é a própria possibilidade da vida, no longo prazo. E curiosamente, esse é o caso ancestral da família de Kaya, uma longa linhagem de exorcistas com uma origem perversa e um manuseio ainda mais perverso da gestação como instrumento de poder. Um poder gestado no ventre e liberado de forma destrutiva, aniquilando sua hospedeira.
Além do belo exercício de imaginação, há um pé de realidade no sofrimento da gestação e da revolta pela morte de uma inocente. E ainda mais real é a lição tirada de Kaya-chan: as crianças não podem ser responsabilizadas pelos sofrimentos passados e presentes. Apesar de carregar poderes sobrenaturais, apesar de morar no limiar entre o humano e o não-humano… Kaya ainda é uma criança, o bebê carregado no ventre de Mirai ainda é uma pessoa e Chie encarna esse senso de responsabilidade, da obrigação de cuidar daqueles que ainda não podem cuidar de si…
…independente das consequências.
CONCLUSÕES FINAIS
Com uma história sólida, Kaya-chan não é o tipo de anime que pede por uma segunda temporada. É o caso pouco comum de uma história que se apresenta, se desenvolve e chega a uma conclusão. Isso vale uma recomendação por si só. Ademais, se você tem alguma afinidade pelo oculto ou já experimentou de perto sua realidade seja por si ou seja por terceiros, as manifestações sobrenaturais ali retratadas podem soar um pouco familiares. Ou pelo menos é isso o que ouvi dizer.
Depois de anos esperando que Diablo IV encontrasse seu ritmo, a expansão Lord of Hatred chega para provar que a Blizzard ouviu o que a comunidade tinha a dizer. O resultado é a melhor versão do jogo já lançada, uma experiência que melhora sistemas centrais, apresenta conteúdo de endgame muito mais inteligente e entrega uma narrativa que prende do início ao fim.
É o tipo de expansão que faz você questionar por que o jogo base não era assim desde o começo, mas que também faz você se importar menos com essa pergunta quanto mais horas você coloca nela.
Skovos é um dos maiores acertos visuais da expansão. Inspirada na Grécia Antiga e no Mediterrâneo, a região oferece um contraste bem-vindo em relação aos pântanos e lamaçais que dominavam o jogo base. É colorida, detalhada e serve como cenário perfeito para uma história que tem fôlego para surpreender.
E a história surpreende. A narrativa de Lord of Hatred figura entre as melhores da franquia, com reviravoltas que funcionam e um ritmo que raramente deixa o jogador com vontade de pausar. O retorno de Lilith, a Filha do Ódio, em um papel mais simpático é um dos ganchos mais fortes da campanha, e o jogo é inteligente o suficiente para não desperdiçar esse recurso narrativo.
O que chama atenção é que a qualidade do roteiro não fica restrita à missão principal. As quests secundárias têm scripts bem escritos, personagens com motivações coerentes e momentos que valem tanto quanto qualquer cena da história central. É raro ver isso em expansões de ARPGs. Deixo aqui também o trabalho da Dublagem brasileira, que deixou tudo mais bacana!
O endgame que Diablo IV sempre precisou
O sistema de Planos de Guerra é a adição mais impactante da expansão. Funciona como uma playlist organizada de atividades de endgame, incluindo Masmorras de Pesadejo e a Maré Infernal, com recompensas extras por completar os ciclos. O detalhe que muda tudo é o teletransporte direto para cada atividade, eliminando o deslocamento pelo mapa que consumia tempo sem adicionar nada à experiência.
O resultado é um endgame fluido, com uma direção clara sobre o que fazer e por quê. Aquela sensação de estar perdido sem propósito depois de terminar a campanha desaparece quase completamente. Enfim, temos um endgame tão interessante quanto o de Diablo III, que eu adorava!
Dito isso, não é exagero comparar esse momento ao que Reaper of Souls fez por Diablo III. A expansão de 2014 unificou sistemas que pareciam desconectados e deu uma identidade definitiva ao jogo. Lord of Hatred faz algo parecido por Diablo IV, amarrando mecânicas que existiam em paralelo e criando uma experiência mais coesa.
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Novos sistemas que funcionam
O Cubo Horádrico voltou, e sua presença como peça central de customização de itens é bem-vinda. Adicionar e remover afixos, transformar itens comuns em únicos, ter controle real sobre o equipamento do personagem são recursos que deveriam existir desde o início e que agora chegam de uma forma que respeita o tempo do jogador. Confesso que ainda não consegui utilizá-lo por complexo, pois a complexidade da coisa vai além da minha inteligência, mas uma hora, acerto nas transcodificações!
A árvore de habilidades foi expandida com limite de 15 pontos em vez de 5, e o respec agora não custa ouro. Essa mudança aparentemente pequena tem um impacto enorme na vontade de experimentar builds diferentes sem medo de errar.
Os Talismãs e Selos adicionam outra camada de progressão, permitindo bônus de conjunto sem precisar ocupar slots de armadura específicos. É um sistema que amplia as possibilidades sem complicar desnecessariamente.
E sim, tem pesca. Um minijogo de pesca em um mundo apocalíptico dominado por demônios. Funciona como um passatempo descompromissado e acaba sendo mais divertido do que qualquer pessoa esperaria. É o tipo de adição que diz muito sobre a confiança criativa da equipe.
As melhorias de qualidade de vida completam o pacote. O novo filtro de itens e a sobreposição de mapa no centro da tela eram pedidos antigos da comunidade que finalmente foram atendidos.
O que ainda incomoda
Nem tudo funciona perfeitamente. O co-op nos Planos de Guerra tem um problema sério: o progresso frequentemente só conta para o líder do grupo, fazendo com que os demais jogadores sintam que estão investindo tempo sem retorno real. Para uma expansão que incentiva tanto a atividade em grupo, é uma falha que precisa de correção. Se eu estiver errado, me corrijam.
O loot durante a campanha também decepciona. As tabelas de saque nas missões da história são escassas em comparação com outras atividades, o que cria uma sensação estranha de que a narrativa, mesmo sendo boa, não recompensa quem se dedica a ela. Já era esperado, mas compensa pelo levelling mais ágil. Bugs pontuais de progressão também aparecem, exigindo reinicializações que quebram o ritmo, mas que devem ser consertados nos próximos patchs.
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Vale retornar, ou começar agora
A Edição Padrão de Lord of Hatred inclui gratuitamente a DLC anterior, Vessel of Hatred, tornando a expansão um ponto de entrada excelente para quem ficou de fora nos últimos anos. Não é necessário ter jogado tudo para aproveitar o que essa expansão oferece.
As duas novas classes contribuem para isso. O Bruxoentrega versatilidade real, com estilos de jogo radicalmente diferentes dependendo das escolhas feitas ao longo da progressão. O Paladinotraz resiliência, poder destrutivo e uma nostalgia bem calibrada para quem acompanha a franquia há mais tempo.
Conclusão
Lord of Hatred é a expansão que Diablo IV precisava para se tornar o jogo que sempre prometeu ser. Os sistemas melhoram, o endgame tem direção, a narrativa entrega e as novas classes são adições genuínas que mudam a forma de jogar.
O desejo que fica é que a Blizzard continue nesse caminho. Mais expansões completando o mapa de Santuário, narrativas com Baal e, eventualmente, Diablo como antagonista final seriam algo histórico para a indústria. Poucas franquias teriam o peso e a base para sustentar uma jornada dessas. Diablo é uma delas.
Tem classes que você joga e sente que está do lado certo. O Bruxo não é uma delas e isso é exatamente o charme. Introduzido na expansão de Diablo IV, Lord of Hatred, assim como o Paladino, ele é o tipo de personagem que faz pactos com forças proibidas, evoca demônios e usa o próprio Inferno como combustível para destruir seus inimigos. Um anti-herói no sentido mais literal da palavra, e com uma lore que justifica cada escolha de design.
Para quem gosta de personagens moralmente ambíguos com uma estética rebelde e uma jogabilidade que muda bastante dependendo do caminho escolhido, o Bruxo tem bastante a oferecer. Mas também tem suas exigências.
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A origem: herdeiros de uma herança maldita
A história do Bruxo começa muito antes dos eventos de Diablo 4. Tudo remonta aos Vizjerei, um antigo clã de magos que buscou secretamente o poder da evocação demoníaca, uma ambição que desencadeou guerras civis e levou à proibição da demonologia em todo o Santuário.
Os Bruxos são os herdeiros dessa herança maldita. Párias sociais, exilados, indivíduos que nascem com uma “percepção demoníaca” ou encontram selos amaldiçoados que os guiam por um caminho solitário e perigoso. O detalhe que torna a classe interessante do ponto de vista narrativo é justamente esse: eles não servem ao Inferno. Eles o utilizam. Usam o poder demoníaco como arma contra os próprios demônios e sabendo, o tempo todo, que esse mesmo poder pode acabar os consumindo.
O Bruxo de Diablo 4 chega ao jogo no auge da sua força, tendo viajado pelo próprio Inferno antes de retornar a Santuário. Não é um mago em desenvolvimento. É alguém que já viu o pior que existe e decidiu continuar mesmo assim.
É o tipo de lore que funciona bem porque tem coerência interna. A tensão entre o poder e a corrupção está presente em cada mecânica da classe, não só no texto de apresentação. Leia o quadrinho AQUI ou assista a história animada abaixo:
Uma mistura incomum de estilos
Jogando o Bruxo, é difícil não pensar em outras classes. Tem algo do Necromante na manipulação de forças sombrias e no controle de criaturas. Tem algo do Witch Doctor de Diablo 3 na estética caótica e nas evocações. Mas o Bruxo não é exatamente nenhum dos dois e é uma combinação que cria um estilo próprio, especialmente quando você começa a entender como as mecânicas se conectam.
A estética ajuda a reforçar essa identidade. Diferente do visual tradicional de magos com mantos e cajados, o Bruxo tem uma aparência que remete mais a um lutador de wrestling (meio Undertaker), visual “heavy metal”, uma presença que sugere alguém que chega perto o suficiente para sentir o calor do que evoca. Pequeno detalhe que muda bastante a percepção da classe.
O que o Bruxo faz bem
O controle de grupo é um dos pontos altos. Habilidades como as Correntes Umbrais prendem e retardam inimigos com eficiência, tornando o gerenciamento de hordas mais tranquilo do que parece à primeira vista.
A mobilidade também surpreende. Com o Passo Ínfero, o Bruxo atravessa as sombras ganhando imunidade temporária a ataques e controle de grupo, uma ferramenta de escape que faz diferença nos momentos mais críticos.
E quando o assunto é eliminar inimigos enfraquecidos, a classe brilha. O sistema de Maldições (Hex) aumenta o dano progressivamente conforme a vida do alvo diminui, o que cria uma sensação muito satisfatória de execução, especialmente em chefes e elites.
A versatilidade também merece destaque. O sistema de Estilhaços de Alma, desbloqueado no nível 30, permite que o jogador se funda com fragmentos que determinam qual demônio maior estará vinculado a ele — Ae’grom, Vollach, entre outros. Cada escolha altera passivamente o ritmo de jogo, o que significa que duas builds de Bruxo podem jogar de formas radicalmente diferentes.
A Metamorfose: o momento mais espetacular da classe
A habilidade Suprema do Bruxo é a Metamorfose — uma transformação temporária em um demônio colossal que altera completamente as capacidades de combate. É o tipo de habilidade que você ativa sabendo que vai destruir tudo que está na tela.
Não é só poder bruto. É o clímax visual e mecânico de um personagem que passou o tempo todo controlando forças perigosas, e finalmente decide deixar isso solto por alguns segundos. Funciona muito bem dentro da fantasia da classe.
Onde a classe exige mais do jogador
O Bruxo é, honestamente, uma classe mais exigente do que a maioria. O gerenciamento de dois recursos simultâneos como Ira para lançar feitiços e Dominância para evocar demônios e ativar habilidades especiais, cria uma rotação que exige atenção constante. Não é algo que você aprende em uma hora e domina para sempre.
A resistência também é um problema real. O Bruxo é frágil. Depende de Inteligência, Sabedoria e roubo de vida para sobreviver no endgame, o que significa que um posicionamento ruim ou uma rotação descuidada pode resultar em mortes que parecem injustas mas não são.
E fora da habilidade Suprema, a classe tem dificuldade com limpeza ampla de tela. Sem a Metamorfose disponível, grupos grandes exigem cuidado para não encurralar o personagem. Não é uma limitação que inviabiliza a classe, mas é algo que o jogador precisa internalizar cedo.
Vale a pena jogar o Bruxo?
Depende do que você busca. Se a ideia é um personagem com lore bem construída, estética diferente de tudo que existe no jogo e uma jogabilidade que muda bastante de acordo com as escolhas que você faz, o Bruxo entrega isso com qualidade.
Não é a classe mais acessível, e também não é a mais poderosa em termos de facilidade de execução. Mas para quem tem paciência com a curva de aprendizado e se identifica com a fantasia de um anti-herói que literalmente usa o Inferno como ferramenta, é difícil encontrar algo mais satisfatório em Diablo 4. Acompanhe AQUIas melhores builds para sua classe no endgame.
A Epoch Magia, multinacional japonesa com 65 anos de tradição em brinquedos e jogos analógicos, anuncia o lançamento de dois novos produtos licenciados da Nintendo: o Super Mario Pinball Galaxy e o Super Mario Spin ‘n’ Match. Inspirados em “Super Mario Galaxy: O Filme”, os jogos chegam às lojas este mês com preços sugeridos de R$ 249,90 e R$ 149,90, respectivamente.
Os dois produtos funcionam sem pilhas ou baterias, com mecânicas totalmente manuais voltadas para crianças a partir de 4 anos. A proposta da marca é transportar para o mundo real a atmosfera espacial do filme, estimulando coordenação motora, raciocínio estratégico e imaginação.
Super Mario Pinball Galaxy
O jogo de pinball (imagem de capa) coloca o jogador no controle de aletas para guiar uma bola por um percurso espacial. O objetivo é derrotar inimigos nas laterais e, ao final, enfrentar o Bowser Jr. O design reflete a identidade visual do filme e o brinquedo pesa apenas 0,8 kg quando montado.
Super Mario Spin ‘n’ Match
A roleta apresenta uma dinâmica em que Mario e o tabuleiro se movimentam em direções opostas. O jogo oferece três modos diferentes de jogar, incluindo combinação de figuras e uso de cartas colecionáveis que também funcionam em jogos de memória, garantindo variedade para toda a família.
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Qualidade japonesa com certificação nacional
Fabricados com o mesmo rigor técnico aplicado nos mercados do Japão e dos Estados Unidos, os jogos possuem registro e certificação pelo INMETRO. Ambos integram o catálogo fixo da Epoch Magia no Brasil e estão disponíveis nos principais varejistas de brinquedos do país.
O Shopping ABC realiza no dia 24 de maio um evento gratuito em celebração ao Dia do Orgulho Geek, com desfile cosplay, encontro temático e sessão especial de cinema. A programação, indicada para todas as idades, acontece no Piso Térreo, próximo à Praça de Eventos, a partir das 15h.
A data coincide com o lançamento do filme Star Wars: O Mandaloriano e Grogu nos cinemas, que será exibido em sessão exclusiva para convidados no cinema PlayArte, às 11h.
Programação do evento
A partir das 15h, o público poderá participar do encontro de cosplayers e das sessões de fotos. Às 15h30, acontece o desfile cosplay, principal atração do evento, reunindo criatividade e interação entre os participantes. Ao longo do dia, os cosplayers também percorrerão os corredores do shopping, animando os visitantes.
Os participantes inscritos no desfile concorrem ao sorteio de um fliperama portátil.
Como participar do desfile
As inscrições para o desfile cosplay podem ser feitas antecipadamente pelo site Cosgamers Brasil ou presencialmente no dia do evento, até as 14h30. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (11) 98152-9119.
O evento é realizado em parceria com o fã-clube Army of Darkness e a comunidade Cosgamers Brasil.
Cultura geek no centro do entretenimento
Para Fábio Alves, um dos organizadores, o evento vai além do entretenimento. “Mais do que um evento, esse encontro celebra histórias, memórias e paixões que acompanham a vida de muita gente”, afirma.
Flávia Tegão, gerente de marketing do Shopping ABC, reforça a proposta do empreendimento. “A cultura geek deixou de ser um nicho e se tornou um verdadeiro fenômeno, capaz de conectar gerações por meio da criatividade, do entretenimento e da paixão por grandes universos da cultura pop”, destaca.
O sucesso de séries como The Boys, Invinciblee The Sandman está levando um novo público às livrarias. Espectadores que chegam pelas telas migram para os quadrinhos em busca de aprofundamento narrativo, colecionismo e pertencimento à cultura pop — e os números comprovam o movimento.
Somente em 2025, o Brasil registrou recorde na publicação de mangás, com 676 volumes lançados, segundo a Biblioteca Brasileira de Mangás. Nos Estados Unidos e na América Latina, graphic novels e mangás seguem entre os segmentos mais consumidos pelo público jovem, de acordo com relatório da Circana BookScan divulgado no mesmo ano.
Streaming como porta de entrada para os quadrinhos
O fenômeno tem uma lógica clara: produções audiovisuais despertam curiosidade sobre as obras originais. Quem assiste à série passa a buscar os quadrinhos para entender melhor a história, colecionar edições ou simplesmente aprofundar o vínculo com o universo da franquia.
Para Clineia Candia, pedagoga e parceira da Disal, o movimento também fortalece a relação dos jovens com a leitura. “Quando uma série desperta curiosidade sobre a obra original, ela fortalece também o vínculo com a leitura”, afirma.
HQs ganham espaço pedagógico
Além do consumo cultural, os quadrinhos vêm ganhando reconhecimento como ferramenta educacional. A combinação de linguagem visual, narrativa dinâmica e interpretação textual os torna acessíveis a leitores que não se conectariam com formatos mais tradicionais.
“Existe uma percepção antiga de que HQ não é leitura ‘de verdade’. Isso mudou. Os quadrinhos hoje funcionam como porta de entrada para leitores que muitas vezes não se conectariam inicialmente com formatos mais tradicionais”, explica Clineia.
Os títulos que lideram o fenômeno em 2026
Entre as obras que mais impulsionam o interesse pelos quadrinhos estão The Boys, de Garth Ennis e Darick Robertson; Invincible, de Robert Kirkman; The Sandman, de Neil Gaiman; e o universo cinematográfico da Marvel, que segue expandindo personagens dos quadrinhos para diferentes plataformas.
O Dia do Orgulho Geek, celebrado em 25 de maio, chega em um momento de expansão da cultura pop baseada em HQs — e reforça a relevância dos quadrinhos não apenas como entretenimento, mas como parte da formação cultural das novas gerações.
A Netflixdivulgou nesta quarta-feira (21) o trailer oficial da 2ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar. A série retorna no dia 25 de junho de 2026.
O que mostram o trailer
O trailer acompanha Aang (Gordon Cormier), Katara (Kiawentiio) e Sokka (Ian Ousley) na missão de convencer o Rei da Terra a se unir à batalha contra o Senhor do Fogo Ozai (Daniel Kim).
O material também apresenta Toph (Miya Cech), uma das personagens mais queridas pelos fãs da animação original. Mestre da dobra de terra, ela passa a integrar o Equipe Avatar e assume o treinamento de Aang em sua evolução como Avatar.
O que esperar da 2ª temporada
Após uma vitória amarga que impediu a invasão da Tribo da Água do Norte pela Nação do Fogo, Aang e seus companheiros partem em uma nova missão para formar alianças e enfrentar o avanço do Senhor do Fogo Ozai.
O elenco conta com Gordon Cormier, Kiawentiio, Ian Ousley, Dallas Liu, Miya Cech, Elizabeth Yu, Ty Lee, Paul Sun-Hyung Lee, Maria Zhang e Daniel Dae Kim. Christine Boylan assina como produtora executiva e roteirista, com direção de Jabbar Raisani, Anu Menon, Amit Gupta e Hiromi Kamata.
A série é uma reimaginação em live-action da animação original da Nickelodeon. A 2ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar estreia em 25 de junho, exclusivamente na Netflix.