O mundo definitivamente não estava pronto para o retorno surpresa do 2NE1em meio Choachella.
Essa edição do festival já estava sendo elogiada pela variedade de artistas e a valorização dos músicos estrangeiros, tivemos Anitta, Jackson Wang e as rainhas do k-pop 2NE1.
Após seis anos o público pôde ver CL, Park Boom, Minzye Sandara juntas em cima dos palcos. Mas não pense que foram só os fãs que se emocionaram com o momento, em seu Instagram CL postou uma declaração emocionada sobre o momento:
Sou grata e abençoada por estar viva com prazer, tempo o suficiente para testemunhar as marcas que crio e as coisas que faço florescer
Depois que eu fui convidada para o Coachella a razão pela qual eu quis convidar as minhas membros para cá foi porque eu queria combinar nossas forças antes que fosse tarde demais.
Durante essa performance nós queríamos agradar todas as pessoas que protegeram e estiveram com a gente durante os 13 anos de 2NE1.
Nesse sentido hoje foi mais importante e significativo para mim do que qualquer outro dia.
Durante o momento de hoje, eu espero que as emoções que você sentiu por nós no passado tenham revivido.
Eu quero novamente agradecer as minhas membros que ajudaram a performance de hoje a brilhar assim como todos que criaram essa performance com a gente. Vamos continuar ansiosas pelo dia em que encheremos esse estádio por uma hora novamente”
Como podemos ver, os fãs podem sim esperar por mais projetos das garotas, as artistas prometem recuperar a sua coroa, visto que o k-pop tem crescido cada vez mais.
Mas interpretando as reações do público, a internet garante sempre deixar um espaço para o 2NE1 na história do k-pop.
O Rei de Porcelana (The King’s Affection ou Yeonmo), é um drama romântico sul-coreano baseado no manhwa do mesmo nome. É uma adaptação da do estúdio KBS2, estreada em 2021 pela Netflix, com 20 episódios de cerca de uma hora cada. O elenco conta com ParkEun-bin, Rowoon, Ko Kyu-pil, Baek HyunJoo, Nam Yoon-su, Lee Pil-mo e Chae-Yeon Jung.
A trama se passa durante a Dinastia Joseon e o enredo principal gira em torno da família real, na qual a Princesa Consorte dá a luz à gêmeos, um menino e uma menina. Mas, para a época, é inaceitável que uma mulher nasça junto ao próximo príncipe herdeiro, portanto, é necessário que se dê um fim na menina, para que o nome da família continue intacto.
Dessa forma, a mãe das crianças forja a morte da menina e pede para sumam com ela do palácio para que, pelo menos, a criança possa viver. Anos após o acontecimento, o destino leva Dam-i, a menina, de volta ao palácio, como criada. Logo, o filho gêmeo morre em um acidente e sua irmã deve assumir seu lugar e trono, tudo isso enquanto esconde sua identidade.
Primeiras impressões
A história, para quem gosta, é similar a Mulan(Disney), mas nem tanto. Por mais que pareça repetitiva e óbvia, O Rei de Porcelana vem cheio de tramas muito bem feitas, diga-se de passagem, uma vez que uma série longa como essa pode se tornar cansativa, mas não é caso aqui. A história decorre entre muitos acontecimentos paralelos, muito bem feitos para a trama.
Mas como eu falei no começo, também é uma história de amor. Uma vez que Dam-i assume o ligar do irmão, começa a ter sentimentos por Jung Ji-woon, seu professor, que vem de uma família aristocrática. Isso nos mostra os muitos nuances do amor, tornando a produção gostosa de se assistir.
Como é uma produção de época, todos os figurinos e reconstruções de cenários são impecáveis. As batalhas e retratação dos problemas vividos na época também são fiéis e não deixam a desejar.
O Rei de Porcelana é uma série para todos os gostos, na qual todas as tramas são concluída, se tornando uma boa experiência. A segunda temporada já foi confirmada pela KBS2, e deve chegar em 2022. Vamos aguardar pra saber o que trarão de novo agora, pois aparentemente a história teve um final fechado na primeira temporada.
A terceira temporada de Demon Slayer(Kimetsu No Yaiba), foi confirmada em fevereiro, logo ao fim da segunda, intitulada Katanakaji no Sato-Hen (Swordsmith Village Arc ou Vilarejo dos Ferreiros), ela reproduzirá os volumes de 12 a 15 do mangá.
Neste arco, Tanjiro viaja para a Vila dos Ferreiros para substituir sua espada, uma vez que Hotaru Haganezuka está cansado de consertá-la (quem viu as últimas temporadas conhece o drama entre Tanjiro e o ferreiro). Ao chegar lá, Tanjiro é levado diretamente para Tecchin Tecchikawahara, chefe da aldeia, que revela que Hotaru está desaparecido.
Ainda sem datas ou previsão de lançamento, apenas um trailer foi lançado para matar, um pouco, a vontade dos fãs. Você pode conferir clicando AQUI.
As duas últimas temporadas de Demon Slayer estão disponíveis nas streamingsCrunchyroll e Funimation.
Mais sobre Demon Slayer
Imagem Divulgação: Aniplex
Kimetsu no Yaiba (Demon Slayer), é uma série japonesa de mangá shonen escrita e ilustrada por Koyoharu Gotoge. O mangá é serializado desde 15 de fevereiro de 2016 e foi encerrado em 18 de maio de 2020 na revista semanal Weekly Shonen Jump. Desta forma, a obra conta com seus capítulos reunidos em 23 volumes tankobon pela editora Shueisha. Além disso, a adaptação para anime conta com uma animação de duas temporadas e com uma terceira vindo por aí.
Foi liberado no sábado, dia 16, no canal da Aniplex USA, o trailer inédito da terceira temporada de Demon Slayer (Kimetsu no Yaiba), que adaptará o arco da Vila dos Ferreiros.
Apesar do trailer, não foi revelado quando os novos episódios da adaptação irão ao ar. Nesse novo arco, Tanjiro é enviado por Hotaru para a Vila dos Ferreiros, uma vez que o ferreiro está cansado de ficar reparando a espada do protagonista. Mas, chegando lá, Tanjiro é levado diretamente até o chefe da aldeia, que o informa que Hotaru desapareceu misteriosamente.
No Brasil, os episódios da primeira e segunda temporadas estão disponíveis na plataforma Crunchyroll e da Funimation.
Total War: WARHAMMER III é um jogo de estratégia em turnos, mas com combate tático em tempo real dentro do universo de Warhammer. O jogo foi desenvolvido pela CREATIVE ASSEMBLY e publicado pela SEGA e pela Feral Interactive. Assim, ele se passa num mundo fictício onde tudo se resolve com guerras e cada facção tem um objetivo diferente envolvendo um deus que está morrendo.
Imagem Divulgação
“O mundo oscila à beira do caos”
No Total War: WARHAMMER III, você pode escolher entre várias facções tais como Kislev, Grande Cathay, Reinos Ogreiros, Demônios do Caos, Khorne, Nurgle, Slaanesh e Tzeentch. Cada facção é única, sendo que algumas compartilham unidades entre si, mas a maneira que você expande o seu reino é bem diferente de uma pra outra.
O mundo de Warhammer é muito rico de histórias, em Total War: WARHAMMER III estamos no capítulo final de uma trilogia e o deus Ursun sempre declarava o fim do inverno com o seu grito, mas um dia Ursun simplesmente sumiu. Por 7 anos Kislev sofreu com um inverno rigoroso e sem pausa. Os campeões de Kislev descobrem que Ursun foi aprisionado pelo demônio Be’lakor e correm para o seu resgate. Porém, ao chegar lá, Yuri, um dos campeões de Kislev, foi corrompido pelo caos e dispara uma bala corrompida contra Ursun. Os gritos de dor de Ursun fazem com que o Reino do Caos conecte com o Reino dos Mortais, espalhando terror e morte no mundo todo. O jogo começa a partir desses eventos e cada facção tem seu interesse na situação em que Ursun se encontra, alguns querem libertá-lo, outros querem consumi-lo e etc.
A franquia Total War é conhecida por desenvolver jogos de diferentes temáticas, mas mantendo um formato muito interessante que agrada muitos jogadores. Existem 2 diferentes gameplays dentro de um jogo só, sendo a parte na qual você administra o seu reino, melhorando as construções e recrutando novos exércitos e tudo isso é feito em turnos, porém o combate em si, é em tempo real. Ou seja, quando declarado que vai ter um combate, depois de uma tela de carregamento, é uma gameplay tática em tempo real, você e o inimigo dão ordens para seus exércitos, para diferentes posicionamentos, comandos e táticas para alcançar a vitória.
Imagem Divulgação
Pontos Positivos
Como todo jogo de fantasia medieval, os detalhes fazem a diferença e isso foi levado muito a sério nesse jogo. É possível ver muitos detalhes nas unidades e dentro delas eu percebi que existem umas 3 variações na estética de cada soldado, mas você só vai enxergar se der muito zoom no campo de batalha. As animações também estão muito caprichadas. Para obter uma boa imersão com o jogo foi feita uma bela de uma trilha sonora, que combina muito bem com o momento que você está jogando.
Como mencionei anteriormente o jogo é cheio de mecânicas únicas de cada facção. Não cheguei a jogar a fundo com todas elas, porém vou citar algumas aqui que eu gostei bastante.
Jogando de Demônios do Caos, essa facção te propõe uma customização absurda do seu senhor da guerra, cada equipamento que ele usa, muda sua cor e sua aparência. O senhor da guerra fica mais cinza se usar algo do Caos Indiviso, fica mais vermelho se usar algo de Khorne, mais verde se usar algo de Nurgle, mais rosa ou roxo se usar algo de Slaanesh e mais azul se usar algo de Tzeentch. Fora isso, cada batalha você pode dedicar a glória a uma dessas 5 divindades, assim você ganha novos equipamentos, unidades novas e no fim pode escolher se especializar em uma delas.
Jogando de Khorne, você é um maníaco por guerras, coletando crânios e sangue, você pode fazer oferendas com os crânios para poder invocar uma unidade temporariamente durante batalha e com o sangue você cria temporariamente um exercito para aumentar ainda mais o perigo para seus inimigos, mas colonizar uma cidade é um problema, pois é bem caro. Porém se a sua influência ficar alta naquela região, você tem a chance de colonizar uma cidade automaticamente no começo do seu turno. Ou seja, você passa por uma cidade, faz uma pilhagem ou simplesmente a destrói, pra daqui a uns turnos, se sua influencia for positiva, colonizar aquela cidade automaticamente para aumentar o seu reino.
Imagem Divulgação
Pontos Negativos
Infelizmente o jogo é marcado por uma péssima otimização, eu nunca vi uma performance tão ruim num jogo de estratégia. Essa versão da engine de jogo que eles utilizaram já é usada desde 2020 quando lançaram o Total War Saga: Troy. Por mais que o jogo não tenha bugs críticos, tirando um possível crash de jogo se você der alt+tab, a performance do jogo é bem ruim quando estamos no modo “de turno”, durante o combate a performance do jogo fica mais aceitável.
A campanha, por mais que tenha uma ótima história por trás, na execução é bem ruim. Um sábio te aborda e te oferece uma maneira de atravessar os portais do Reino do Caos, para você desafiar os representantes de cada reino e com todas suas almas recolhidas você terá acesso a Ursun. Somente esse sábio consegue fazer isso, só que no jogo qualquer civilização consegue fazer isso, ou seja, vira uma corrida assim que os portais abrem. Se você está invadindo um inimigo para conquistar mais terras e esse evento acontece, você tem que parar tudo e fazer a campanha, pois se outra civilização terminar antes que você, o jogo acaba e você perde. Essa dinâmica também reduz o incentivo de você querer zerar novamente o jogo com outra facção, pois a missão é exatamente a mesma.
Como mencionei anteriormente, o jogo oferece muitas mecânicas únicas, mas falta tutorias para você entende-las perfeitamente. Isso pode afastar um jogador novo na franquia, pois essas mecânicas vão acabar sufocando-o antes de entender realmente como elas funcionam. Antes de iniciar o combate, existe uma função de resolver automaticamente a batalha, mas essa função está totalmente desbalanceada, ocasionando muitas mortes desnecessárias no seu exército. Assim, se você estiver jogando em uma dificuldade maior, cada unidade faz uma diferença pro sucesso da sua campanha e você se vê forçado a jogar todos os combates e isso gera um sentimento de repetição desnecessária no jogo. Os cenários das batalhas poderiam também ter mais variações para mitigar essa repetição.
O último ponto negativo que eu vou falar aqui é o preço do jogo. Seguindo a tendência dos estúdios grandes, pagar mais que R$250,00 em um jogo com vários problemas é muito ruim, mas a CREATIVE ASSEMBLY, conseguiu ir além. Primeiro que a facção Reinos Ogreiros veio inclusa pra quem comprou na pré-venda e agora é cobrada por R$50,00, e pra mim isso é um absurdo. Bônus de pré-venda, pra mim, deveria ser coisas cosméticas somente e não um conteúdo do jogo. Mas não para por aí, o Total War: WARHAMMER I e 2 estão com o mesmo preço do Total War: WARHAMMER III, jogos de 2016 e 2017 pelo mesmo preço de um jogo de 2022. Claramente querem forçar a jogador a comprar o mais atual, algo que pra mim, é imperdoável.
Imagem Divulgação
Considerações finais
Total War: WARHAMMER III está disponível somente para PC e até a publicação desta matéria o jogo custa R$252,00 na Steam e está incluso no Gamepass. Por mais que eu goste da franquia Warhammer eu não posso recomendar esse jogo do jeito que ele se encontra hoje. A CREATIVE ASSEMBLY vai ter que mudar sua postura em relação aos preços cobrados e resolver os problemas desse jogo.
O estúdio de animação Blue Sky Studios foi fechado após ser adquirido pela Disney quando houve a compra da 20th Century Fox. O estúdio tornou-se redundante para os planos comerciais da Disney, portanto foi encerrado.
Como um ato de despedida, os animadores que trabalhavam nele e assinaram por anos os filmes da franquia A Era do Gelo, produziram uma cena até então inédita: o momento em que Scrat conseguiu, finalmente, comer uma desejada noz. Confira o momento:
Os fãs que acompanham a série de filmes desde do lançamento em 2000 ficaram comovidos com a cena mas também felizes pelo jeito incrível que o estúdio levou para encerrar essa era, literalmente!
Pertencendo agora à Disney, Scrat continuará com suas aventuras na side storyA Era do Gelo: Histórias do Scrat, composta por seis episódios e configurará a primeira série de TV do universo da franquia, a série já foi lançada na plataforma de streaming da Disney.
As novels têm cada vez mais feito parte do dia a dia dos leitores brasileiros. Depois dos primeiros títulos japoneses chegarem no território nacional, os originais coreanos também começaram a marcar presença. Demorando um pouco para me apegar ao gênero, eu finalmente me rendi a leitura das mesmas com Death is The Only End for The Vilainess (que em breve irá ser publicada no Brasil pela NewPop), depois disso foi um caminho sem volta, e uma das que eu finalizei recentemente se chama Kill the Villainess, que ganhou uma adaptação para manhwa no ano passado.
A trama segue nossa protagonista que acaba “acordando” no corpo de Eris, a vilã de um romance. Determinada a voltar para seu mundo original, ela tenta de diversas maneiras acabar com a própria vida. Porém, ela logo percebe que as tentativas são em vão, já que a única maneira da vilã morrer é seguindo o plot original do livro e assassinar a mocinha.
Apesar do enredo seguir o mesmo abc que outras novels que saíram na mesma época (é uma trama popular), Kill the Villainess se destaca por não optar pelo humor ou até mesmo o romance para ditar o passo da sua obra. Não só isso, mas foi a primeira obra que eu lembro de ter lido que a protagonista quer voltar ao seu mundo original. Com um tom mais mórbido, e temáticas dramáticas e até mesmo pesadas que vão desde o suicídio até assassinato e abuso, Kill the Villainess não brinca em serviço quando opta por ser uma história madura sobre os sacrifícios necessários para obter o que se deseja.
A protagonista, Eris, é uma personagem bem construída e inteligente que calcula seus movimentos com precisão, ao mesmo tempo que também possui frustrações e explosões emocionais que fazem com que ela difira do seu caminho original, aproximando-a muito do que seria uma pessoa real.
Os personagens masculinos são… horrorosos. O que na verdade é até bom, já que eu estou cansada de histórias onde todos os personagens são perfeitos. O único que se salva é, claro, Anakin (a escolha de nome), mas eu também gostei muito como o romance é apenas uma camada secundária de uma trama que fala muito mais a respeito de autoconhecimento, jogo de poderes e a batalha entre escolhas coletivas e individuais.
A outra personagem feminina, Helena – a protagonista original do romance no qual Eris é a vilã – também vai contra a corrente e é realmente uma protagonista de coração puro. O que eu mais gostei nela é sua complexidade a partir do momento que ela ganha conhecimento, e também o fato de como ela lida com seus sentimentos (ainda que não seja da forma que eu queria).
Para não dar spoilers eu paro por aqui. A novel é composta de 90 capítulos e mais 17 extras/especiais e é uma leitura consideravelmente rápida, mas muito pesada em certos momentos. Então recomendo quando você estiver de coração leve e com tempo.
O manhwa inspirado pela obra original segue em publicação com 51 capítulos e tem se mostrado muito bom também, porém, algumas cenas foram alteradas, então sugiro ler a novel de Kill the Villainess primeiro.
A SAGA, a maior rede de escolas de games e arte digital do Brasil, está trazendo uma grande novidade para os gamers e curiosos. O projeto SAGA Game Park está em funcionamento em São Bernardo do Campo/SP com uma área de 400 m², cinco ambientes e mais de 30 estações de jogos equipados.
Mas do que se trata? O SAGA Game Park quer trazer a imersão do eventos, a ambientação de um campeonato, as novidades tecnológicas para perto da população. Então montada no ambiente dos shopping centers, a população poderá experiência e se divertir com o mundo gamer.
Como dito, o São Bernardo Plaza Shopping, em São Bernardo do Campo/SP, está recebendo a atração da SAGA até o dia 9 de maio. As estações contam com PC’s, consoles e periféricos de ultima geração. Além disso conta com lançamentos AAA, campeonatos e experiência de realidade virtual (VR) como simuladores automobilísticos e de montanha russa.
Segundo Alessandro Bomfim, CEO da SAGA, além de alcançar mercados potenciais, a experiência gamer que o SAGAGame Park propõe é uma das novidades de 2022 e que é determinante para o sucesso e a vanguarda da escola SAGA.
Quer conhecer as áreas do SAGA Game Park?
Arena Pro Player com 10 PCs para que os visitantes vivenciem um dia de gamer profissional, competindo com jogos como Fortnite, FREE FIRE e Valorant
Arena Lan com 16 computadores gamer para jogadores testarem diversos títulos e ainda relembrarem a experiência de jogar em lan houses
Arena PS5 com cinco consoles PlayStation 5 e games de última geração, como FIFA 22
Espaço VR equipado com Oculus Quest 2 para jogadores testarem vários jogos de realidade virtual
Espaço Simulação com simuladores automobilísticos e montanha-russa digital para quem curte adrenalina e alta velocidade em experiências realistas.
Além disso, pela Twitch da SAGA você pode conferir os torneios organizados no SAGAGame Park pela BrazilLeague, com participação de streamers e muita diversão. Confira a primeira experiência:
Serviço – SAGA Game Park
Quando: Até 09/05/2022
Horário: das 10h às 22h, de segunda a sábado, e das 14h às 20h, aos domingos e feriados
Onde: piso térreo do São Bernardo Plaza Shopping (Av. Rotary, 624 — Centro — São Bernardo do Campo/SP)
Preços:
Discovery Pass – R$ 20,00 (meia-entrada) – acesso individual às arenas, com duração de 20 minutos.
Rookie Pass – R$ 25,00 (meia-entrada) – acesso individual às arenas, com duração de 30 minutos.
Fun Pass – R$ 40,00 (meia-entrada) – acesso individual às arenas, com duração de 1 hora.
Ultra Pass – R$ 75,00 (meia-entrada) – acesso individual às arenas, com duração de 2 horas.
Ultra Pass Dupla – R$ 120,00 (meia-entrada) – acesso às arenas para duas pessoas, com duração de 2 horas.
Ultra Pass Squad – R$ 300,00 (meia-entrada) – acesso às arenas para cinco pessoas, com duração de 2 horas.
Agora é ficar ligado no Suco e na SAGA para novidades sobre a escola e seus cursos e sua nova atração: o projeto SAGA Game Park.