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Vtuber Ontem e Hoje: Um diálogo sobre o que mudou

Vtuber
Imagem Divulgação

O último show ao vivo de Kizuna Ai antes de sua hibernação no dia 26/02 foi um marco em uma história que completará em breve seis anos. Parece pouca coisa, mas em termos de internet, um mundo de coisas pode acontecer. E aconteceu. Passou-se um tempo no limbo, numa bolha minúscula onde só quem é muito cracudo por cultura pop japonesa se enfiaria; são os anos das Big Four, Noja Rori, Mirai Akari, Shiro e Kaguya Luna, seguidas da “oyabun” Kizuna Ai.

bigfour
Da esquerda para a direita, Shiro, Kaguya Luna, Kizuna Ai, Mirai Akari e Noja Rori.

Já tem um tempinho que gostaria de fazer um balanço sobre o que mudou principalmente de lá para cá. As expectativas para o mundo vtuber eram algumas, circunstâncias vieram e agora a cena vive outras expectativas. Lives sequer eram algo quando isso tudo começou e mesmo quando o Nijisanji começou com esta proposta, mal chamavam a si de vtubers, mas de “virtual livers”.

Graças a um programador aparentemente ativo na cena, chokudai, ganhei o empurrãozinho de que precisava. Num fio bem, mas beeeeeem longo no Twitter (o que para nós é uma terça-feira tediosa, mas no Japão não é lá coisa que se veja todo santo dia), chokudai expôs suas expectativas e suas frustrações na cena. Abaixo deixo uma tradução do fio principal. O resto são esclarecimentos, mas para resumir: chokudai acredita que uma associação imediata entre um personagem e a voz que o dubla diminui o potencial inicial do vtuber para “uma nova forma de criar personagens”.

A pá de cal para que o artigo pudesse ver a luz do dia foi este vídeo interessantíssimo feito pelo Depressed Nousagi contando em detalhes sobre o drama envolvendo a pioneira Kizuna Ai em 2019, que afetou consideravelmente sua carreira e a deixou na retaguarda da cena global das vtubers. O percurso dela, afinal, é incontornável ao ponderar a mudança desta indústria desde quando ela surgiu em 2017.

Comecemos primeiro com o que disse chokudai em seu fio. Redundante dizer, mas não necessariamente podemos concordar 100% com o que é dito aqui, mas são pensamentos interessantes que merecem um espacinho aqui. Sem mais delongas:

RELATO: EXPECTATIVAS VS REALIDADE

Chokudai

Olhando as várias coisas à volta sobre Vtuber, sinto que o Vtuber como “uma nova forma de criar personagens num espaço virtual, que era o que se sonhava à época da estreia de Kizuna Ai, virou uma ideia morta. Hoje em dia Vtuber = uma imagem que se mexe e faz lives, mas nem sempre foi assim.

Muitas das primeiras vtubers tinham estilo em vídeo, então podia se dizer que a direção do personagem era decidida pela equipe administrativa. É claro, não podemos dizer com certeza quem é que decide o que será dito, se é a pessoa que escreve o roteiro ou a pessoa que dá a voz. Por isso as pessoas das vozes não são as mesmas.

Por exemplo, Nekomiya Hinata, que esteve na ativa desde o começo de tudo, era ativa como uma “vtuber proplayer de FPS”, mas provavelmente a “voz” e a “proplayer” eram pessoas diferentes. No entanto, são ambos os elementos que definem a personagem “Nekomiya Hinata”. E, críticas à parte, muitas pessoas citam as gameplays da Hinata como um evento decisivo para o nascimento do Nijisanji; e a influência do Nijisanji, que transformou a cultura Vtuber, é gigantesca. Ela passou da produção de vídeo com captura em 3D para lives com imagens móveis em 2D.

Mas acho que esse fluxo era algo inevitável. É simples.

Particularmente, eu estava acompanhando o, agora inexistente, Game Club Project. Eles eram bons em jogos, mas não se sentiam muito confortáveis fazendo lives. Criavam histórias em vídeo e colocavam as vozes por cima de vídeos de gameplay, criando uma espécie de vídeo-comentário. Quanto ao jeito de criar novos personagens, creio que o Gamebu levou essa fórmula ao limite e a sua empresa acabou se queimando por causa de problemas trabalhistas com seus dubladores. No fim das contas, todos mudaram de dubladores, mas acho, pessoalmente, que essa é uma das razões para se ter criado o fluxo de “dubladores diferentes são pessoas diferentes”.

De forma parecida, a Kizuna Ai também se dividiu em quatro pessoas e as coisas pegaram mal, mesmo já sendo uma vtuber com diferentes personas desde bem antes. Passou-se a dizer que “quando a voz muda, outra pessoa é criada” e a pessoa de dentro era chamada de “alma”… a partir daí o vtuber como uma “nova forma de personagem” morreu e isso passou a ser um “streamer com imagens móveis”. É claro que existe valor e demanda por “streamers com imagens móveis” e é por isso que Hololive e Nijisanji continuam a crescer, mas pessoalmente, não era bem isso o que eu desejava…

Afinal, quando se põe “personagens 3D ou 2D que se movem e fazem vídeo/live” tudo no mesmo saco e chama isso tudo de vtuber, cria-se naturalmente um ambiente que identifica no automático um personagem com sua voz. E acho que isso hoje dificulta a criação de novos personagens mais do que quando a Kizuna Ai surgiu. Uma pena.

COMENTÁRIO

Algumas notas serão úteis aqui. Primeiro porque traduzir linhas inteiras do japonês para nossa língua é um suplício, uma vez que a estrutura das duas línguas, quando cruzadas, formam uma verdadeira cama-de-gato.

Comparação da estrutura de duas frases, uma em japonês, outra em inglês, por Nick Kapur

O que essa imagem acima quer dizer afinal? Quer dizer, basicamente, que na cabeça de um tradutor, o cérebro anda em duas direções, uma está lendo, outra está tentando deixar aquilo entendível na sua própria língua. Ou seja:

“Tradução é minha paixão”

Não só é preciso dar uma pincelada no que chokudai tentou expor em linhas gerais, como é preciso dar alguns contextos para quem acabou de conhecer o mundo das vtubers para poder entender qual foi o seu ponto. Em resumo, para chokudai, o vtuber era uma produção, não uma pessoa. As personagens virtuais passaram a serem pessoas próprias a partir do momento em que “streamers virtuais” passaram a ser sinônimo de “vtuber”. Quando antes, havia uma equipe para criar algo a mais. Para isso ele usou o exemplo da Nekomiya Hinata, que ficou famosa como uma “vtuber pro-player de jogos FPS”. A criação dessa personagem envolvia uma equipe que roteirizava os vídeos, editava, gravava a gameplay e por fim uma dubladora para dar vida a personagem. A voz não era essência da personagem, mas parte do todo que a compõe.

Hinata mandando bala em Apex no vídeo mais visto em seu canal até então

A ideia procede, afinal mangás e animes obedecem ao mesmo processo. Mas a crítica subestima o quanto uma voz consegue ficar tão atrelada num personagem, a ponto deles facilmente se tornarem um só. Afinal, dificilmente alguém ouve a voz do Takehito Koyasu e não consegue visualizar o Dio na cabeça. Ou para ficarmos num caso ainda mais extremo e emblemático: o dublador de Jigen em Lupin III, Kiyoshi Kobayashi, com certeza eternizou o personagem na sua voz durante mais de meio século!

Kiyoshi Kobayashi e Jigen: 50 anos de parceria desde 1971

Disso incorre outro problema, muito preocupante e que pode ser (como já foi) desastroso, que é o risco de abusos a partes de equipes quando elas são muito minimizadas. Esse risco jamais será zero, infelizmente, mas o caso do Game Club Project mostrou o quanto um projeto altamente promissor pode ir abaixo quando você minimiza o papel de seus talentos. A situação já começou sendo a das piores, com denúncias de assédio moral, pagamentos atrasados e ingerência; quando a empresa responsável pelo grupo trocou um de seus dubladores, a debandada de inscritos foi brutal. O grupo nunca mais se recuperou desde então e o que foi uma das melhores produções de esquetes desse meio hoje sobrevive como lembrança na mente de quem pôde acompanhar enquanto durou.

O saudoso Gamebu, composto por Kaede, Ryo, Miria e Haruto

Quem escapou por um triz do mesmo destino foi a própria Kizuna Ai, e é aí onde o rico vídeo do Depressed Nousagi entra. Seu caso foi escandaloso. A divisão da vtuber em diferentes clones dentro e até fora do Japão (como na China) rendeu um tremendo mal-estar na comunidade, pelo medo da voz original da Kizuna Ai ser substituída pelos seus clones, fazendo com o que seu avatar se tornasse uma marca. O vídeo mostra a queda vertiginosa do alcance da Kizuna Ai no exterior, queda da qual até hoje ela ainda não se recuperou. O pior chegou a ser evitado, pois ela ainda é a maior referência na Ásia, mas as consequências negativas tanto para Kizuna Ai quanto para a empresa activ8 mostram que não é tão simples desassociar um personagem de sua voz.

O trecho em vermelho mostra a queda de inscrições e visualizações do canal de Kizuna Ai durante o escândalo causado pelas clones

Mas feitas essas ressalvas, agora a gente chega às concordâncias com chokudai. Não se trata de “papo de tiozão” ou de nostalgia desmedida. O próprio fez questão de reiterar que não desmerece as streamers e o seu sucesso. Trata-se de um ponto que faz sentido: a era das streamers afunilou as possibilidades criativas do mundo vtuber. E dá para entender, por um lado, que no caso da Kizuna Ai, seus clones fariam todo o sentido e contribuiriam para a história da personagem, que é uma personagem que quer se conectar com o resto do mundo. É bastante provável que é a esse tipo de criatividade desperdiçada que chokudai se referia.

A IDOLIZAÇÃO DA CENA E SEU POSSÍVEIS FUTUROS

Seria correto afirmar que a traição das expectativas do programador não são tão surpreendentes assim. Parecia-lhe que o fenômeno vtuber seria a oportunidade de uma expansão em larga escala de interpretação de personagens, como se o YouTube se transformasse numa imensa mesa de RPG. Claro, o princípio é válido e nunca deixou de haver algum grau de personificação em toda a cena, seja na Ásia ou no Ocidente, em maior ou menor grau. Mas o que vingou, no final das contas, foi a cultura idol; e é de se surpreender, quando a própria pioneira da cena é ela própria uma fofa e atraente garota de anime? Ainda que tenhamos tido toda sorte de criaturas fantásticas como gorilas afinadíssimos, amendoins de fralda e homens-cavalo fazendo o desafio do Neymar, a cultura na qual o vtuber foi criado é rodeada e sustentada pelo moe e pelo afeto virtual. O simulacro de afeto antes proporcionado pelos jogos eroge, pelas páginas de um mangá ou pelos frames de um anime, agora ganha um nível além de imersão, com uma waifu dizendo que te ama em tempo real, ainda que por alguns minutos.

A situação tem nome e CPF: Girlfriend Experience, ou apenas GFE; ou seja, dar a alguém uma experiência simulada de ter uma namorada. A prática já antecede e muito a existências das vtubers e ela existe tanto para homens quanto para mulheres. E seus efeitos nocivos foram bem visíveis principalmente depois de fevereiro, depois da repercussão negativa do caso de Rushia, tanto para si quanto para seus fãs emocionalmente hiperafetados com um rumor de namoro.

Na raiz do GFE está a necessidade de abater a própria solidão, adotando um carinho virtual, que na verdade não passa de um simulacro, mas que é mantido mesmo assim como uma muleta emocional até às últimas consequências. Desnecessário dizer, mas é mil vezes melhor evitar esse tipo de alternativa e aceitar as próprias condições, por mais deprimentes que sejam. Assistir um anime como Welcome to NHK é terapêutico nesse sentido, para que nossas interações com as mídias que desfrutamos continuem saudáveis.

Usos perigosos de afeto virtual à parte, o futuro da mídia é esperançoso. Se existe um lugar que ainda atende às expectativas de chokudai e que mantém o foco do vtube como um lugar de criação e exploração de ideias e personagens, esse lugar é o Nijisanji. A agência está aí desde os primórdios da cena e, apesar do seu foco pioneiro em lives (desse caminho dificilmente se desviará daqui pra frente), o Nijisanji vem brilhando no seu desvio da cultura idol e na sua prioridade pelo entretenimento, ultrapassando as barreiras do nonsense e criando entre os fãs o bordão, “This is Nijisanji”.

O foguete despontou de vez com a criação do NijiEN, mais especificamente o Luxiem; um grupo de rapazes vtubers que atendeu impecavelmente a uma demanda por presença masculina na cena anglófona. Vox Akuma e Mysta Rias, mas principalmente Akuma, conseguiram forte alcance e adesão de fãs pelo mundo inteiro pela autenticidade do bom humor visível em suas lives com os colegas dos grupos Ethyria, Obsydia e Noctyx.

Por fim, vemos que por mais que o futuro da cena vtuber possa ficar confinado à transmissão de lives com personagens animados em live-2D, as coisas não deverão ficar necessariamente monótonas. O uso e o reuso de traços, piadas e estereótipos da cultura pop podem sem sombra de dúvida gerar algo genuíno e cativante para o público, como é o caso da estrela meteórica recém-criada do estilo de personagem “ojou-sama” ou “himedere”, que é a Hyakumantenbara Salome.

A princesa de sobrenome complicado acima debutou no dia 24 de maio e em pouco tempo ela provou que a última coisa que esta mídia está é saturada, alcançando dezenas de milhares de pessoas em questão de horas. O estereótipo de ojou-sama, que termina todas as frases em “desuwa”, muito em uso nos anos 90 e esfriado bastante desde então, retornou numa vtuber que maneja muito bem os trejeitos de sua personagem e no uso do humor nonsense, inovando no método utilizado para que os seus fãs a conheçam “com mais profundidade”.

“Profundidade” no caso, ao expor o seu “eu interior” com imagens da própria colonoscopia, para ao qual um total de zero pessoas estavam preparadas. Foi provado nesse debut que espaço para surpresa sempre haverá.

CONCLUSÃO

Como é possível ver, as mudanças da cena vtuber não deixam de ser um fruto daquilo que Kizuna Ai semeou e envisionou desce o seu debut. Estamos diante de uma mídia que sem sombra de dúvida ampliou o alcance e a conexão entre pessoas ao redor do mundo, sejam elas streamers ou fãs. É verdade que as coisas eventualmente podem sair do controle por causa de um uso dúbio do fator afetivo para gerar uma dependência emocional danosa, quando não perigosa. Mas mantidas as devidas prioridades, o entretenimento e os usos criativos desse tipo de mídia continuam com um potencial enorme de crescimento, ainda que, para o bem ou para o mal, sua forma de expressão tenha ficado restrita (mas não exclusiva) ao uso de lives.

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JBC FESTA | Confira os anúncios de lançamento no 2º dia do evento

JBC Festa
Imagem Divulgação: JBC

O segundo dia do evento JBC Festa foi repleto de surpresas compartilhadas especialmente com os fãs da Editora JBC e entre os destaques do dia tiveram os painéis com o desenhista Raoni Marqs anunciando a chegada de suas obras pelo selo Start! com o título Bendaora Comics.

Também foi anunciada a chegada dos títulos: Sangatsu no Lion, de Chica Umino, Mashima Hero’s, de Hiro Mashima e o mangá Alice in Borderland, de Haro Aso (confira a matéria completa AQUI).  Ao final da live também anunciaram uma pré-venda muito aguardada pelos fãs: Nausicaä do Vale do Vento, que passou por uma bateria longa de aprovações e que finalmente terá seu primeiro volume lançado.

Nausicaä do Vale do Vento (pré-venda) – Volume 1

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)

Sinopse: A poluição tomou conta do mundo. As águas, o ar e as florestas foram contaminados por causa do crescimento da industrialização. É nesse mundo caótico, onde até mesmo o ar é venenoso, e sem esperança que Nausicaä do Vale do Vento enfrentará uma jornada que decidirá o futuro da humanidade.

Autoria: Hayao Miyazaki
Formato: 18,2 x 25,6 cm
Preço: R$ 49,90

Número de páginas: 136
Pré-venda Amazon (25% OFF): AQUI!

Mashima Hero’s (anúncio) – Volume único

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)

Sinopse: O novo mangá de Hiro Mashima chegou: conheça HERO’S! Uma jornada inédita com um crossover único no qual os universos de Fairy Tail, Rave Master e Edens Zero se encontram! Os heróis do Mashimaverso atravessam o tempo e se reúnem em uma grande aventura cheia de magia, ether gear, lutas e uma inabalável amizade!

Autoria: Hiro Mashima

Sangatsu no Lion (anúncio) – 16 volumes em andamento

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)

Sinopse: Rei Kiriyama é uma das poucas elites no mundo do shogi. Ainda no ensino médio, alcançou o status de jogador profissional e, por isso, enfrenta uma enorme pressão, tanto da comunidade shogi quanto de sua família adotiva. Buscando a independência de sua vida tensa em casa, ele se muda para um apartamento em Tóquio. Como um jovem de 17 anos vivendo sozinho, Rei tende a cuidar mal de si mesmo, e sua personalidade reclusa o ostraciza de seus colegas na escola e no shogi hall. Quando Rei conhece Akari, Hinata e Momo Kawamoto, sua vida começa a mudar. Enquanto luta para se manter física e mentalmente ao longo de sua carreira de shogi, Rei deve aprender a interagir com os outros e entender suas próprias emoções complexas.

Em 2011, Sangatsu no Lion recebeu o Grande Prêmio de Mangá e o Prêmio de Mangá da Kodansha na categoria geral. Em 2014, o mangá foi o grande vencedor do Prêmio Cultural Osamu Tezuka e, em 2021, a história foi a vencedora na categoria mangá do Grande Prêmio do Japan Media Arts Festival.

Autoria: Chica Umin.

Bendaora Comics (anúncio do Start!) – Completo em 2 volumes

Imagem Divulgação


Um compilado de histórias criadas pelo autor brasileiro Raoni Marqs editados em dois volumes pelo selo Start!, da Editora JBC. Inclui histórias lançadas por Raoni de forma independente como “Kill Black”, “Delivery Knights”, “Mr Luvas” e outras.

Autoria: Raoni Marqs

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JBC FESTA | Confira os anúncios de lançamento no 1º dia do evento

JBC Festa
Imagem Divulgação

No primeiro dia do evento JBC Festa a Editora JBC anunciou os mangás que serão licenciados no Brasil.

O evento já começou com a confirmação do retorno de uma das coleções mais pedidas entre os fãs de Os Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas Gaiden. Além disso, Tokyo Revengers começa a sua pré-venda na Amazon. Outra pré-venda que chegou foi a do primeiro volume de Akira, de Katsuhiro Otomo, que estava esgotado e retorna em julho.

E para fechar o primeiro dia de evento, chegam como novidades os mangás: Death Note-
Short Stories, da dupla Tsugumi Ohba e Takeshi Obata,
Shimanami Tasogare, de Yuhki Kamatani e Boys Run the Riot, de Keito Gaku, além do retorno de Nana, de Ai Yazawa.

Tokyo Revengers (pré-venda)

Sinopse: Tokyo Revengers gira em torno de Takemichi Hanagaki, um jovem de 26 anos mal sucedido na vida, profissionalmente e em relações amorosas. Vive com problemas financeiros e ainda descobre que sua ex-namorada foi assassinada por uma gangue de Tóquio. A notícia mexe bastante com Takemichi e, ao entrar numa estação de metrô, ele é empurrado nos trilhos e quando estava prestes a ser atropelado algo surpreendente acontece: Takemichi viaja 12 anos no passado, para sua época de escola. É a chance dele consertar o passado para mudar o futuro!

Autoria: Ken Wakui
Classificação etária: 16 anos
Formato: 13,2 x 20,0 cm
Preço: R$ 33,90


Volume 1

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)


Número de páginas: 192
Pré-venda Amazon (25% OFF): AQUI!

Volume 2

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)

Número de páginas: 202
Pré-venda Amazon (25% OFF): AQUI!

Akira (pré-venda)

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)

Sinopse: Um dos marcos da ficção científica oriental que revolucionou a chegada dos mangás e da cultura pop japonesa no Ocidente retorna em uma nova edição especial. Após atropelar uma criança de aparência estranha, Tetsuo Shima (o melhor amigo de Kaneda), começa a sentir algumas reações anormais. Isso acaba chamando a atenção do governo que está projetando diversas experiências secretas e acabam sequestrando Tetsuo. Nesta aventura cheia de ficção, Kaneda entra em cena para salvar o amigo, enquanto uma terrível e monstruosa entidade ameaça despertar.

Autoria: Katsuhiro Otomo
Classificação etária: 18 anos
Formato: 25,7 x 15,8 cm
Preço: R$ 94,90
Volume 1
Número de páginas: 364
Pré-venda Amazon (25% OFF): AQUI!

Death Note – Short Stories (anúncio) – Volume Único

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)

Sinopse: Com o retorno do caderno ao mundo dos humanos, desta vez, o shinigami Ryuk está em busca de um novo usuário para seu caderno da morte. Mas, será que alguém teria a astúcia de agir como um novo Kira? Enquanto o mundo ainda se recupera do embate de poder causado pelo caderno há alguns anos, a ameaça ressurge nas sombras da nova  sociedade…

O mangá é um compilado de 6 histórias curtas relacionadas à série de mangá Death Note. Inclui os capítulos: C Kira; A Kira; Death Note Rakugaki 4 Koma; L-One Day; L- The Wammy’s House; Kagami Taro.

Autoria: Tsugumi Ohba e Takeshi Obata

Shimanami Tasogare (Our Dreams at Dusk) (anúncio) – Coleção completa em 4 volumes

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)

Sinopse: Depois de se mudar para Onomichi, Hiroshima, Tasuku Kaname, um estudante do ensino médio, fica em desespero após os colegas de classe encontrarem pornô gay em seu celular. Convencido de que sua vida acabou, ele fica chocado ao ver uma mulher pular da janela em uma casa próxima. Confuso, Tasuku a segue e acaba conhecendo outras pessoas com dilemas parecidos com os dele.

O mangá é cheio de metáforas e imagens simbólicas que ajudam a entender a vida e o sentimento de pessoas dentro da comunidade LGBTQIA + e os problemas diários que elas têm que enfrentar, principalmente em uma sociedade mais “fechada”, como a japonesa. As sutilezas encontradas nas ilustrações valem mais do que somente uma leitura para entender todos esses nuances apresentados pela autora. Shimanami Tasogare foi indicado para Melhor Mangá no Harvey Awards de 2019.

Autoria: Yuhki Kamatani

Boys Run the Riot (anúncio) – Coleção completa em 4 volumes

Imagem Divulgação (Fonte: Wikipedia)

Sinopse: Ryou Watari é um menino nascido no corpo de uma menina. Rejeitado por ser uma “garota moleca” e um menino transgênero, ele não pode confiar em ninguém e sofre na prisão da própria pele. Sutilmente, ele expressa seu eu genuíno através de um corte de cabelo e compras secretas de roupas de meninos. No entanto, a vida de Ryou muda quando Jin Satou se junta à sua classe. Jin é descontraído, destemido e direto. Ele não se envergonha de seus interesses, nem se importa com as opiniões dos outros. Pela primeira vez, em vez de inveja, Ryou sente admiração. Em um encontro do acaso, Jin propõe que os dois lancem uma marca de roupas juntos. Os meninos se preparam para se expressar através da moda e mudar o mundo – um passo de cada vez. As vestimentas têm um grande impacto já que estão diretamente conectadas a identidade, personalidade, auto estima, conforto e a como a pessoa quer ser vista pela sociedade.

Autoria: Keito Gaku

Os Cavaleiros do Zodíaco: The Lost Canvas Gaiden (relançamento) – Coleção completa em 16 volumes

Imagem Divulgação (Fonte: Amazon)

Sinopse: Spin-off que apresenta aventuras inéditas com cada um dos doze Cavaleiros de Ouro presentes na Guerra Santa, travada 245 anos antes da clássica batalha estrelada por Seiya de Pégasus. A série tem foco especial nos Cavaleiros de Ouro com detalhes sobre as diferentes personalidades deles e histórias de seus passados.

Autoria: Masami Kurumada e Shiori Teshirogi

E aí, qual dessas obras anunciadas no JBC Festa você está mais ansioso para adquirir?

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Alice in Borderland | Mangá chegará ao Brasil pela JBC

Alice in Borderland manga
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Foi anunciado pela Editora JBC que o mangá de Alice in Borderland (Imawa no Kuni no Arisu) chega em breve ao Brasil. Não foram revelados mais detalhes.

O mangá de Alice in Borderland ganhou uma série live-action pela Netflix com o mesmo nome, tendo 10 episódios até o momento e confirmação de uma segunda temporada. Confira na matéria completa AQUI.

A série é dirigida por Shinsuke Sato, sendo a adaptação do mangá de suspense escrito e ilustrado por Haro Aso. A série ficou em primeiro lugar no top 10 da streaming por semanas e teve sua segunda temporada confirmada apenas duas semanas após a estreia.

O mangá original foi lançado e seriado na Shonen Sunday S de 2010 até 2015, quando migrou para outra publicação da editora Shogakukan, a Shonen Sunday, revista semanal na qual permaneceu até seu fim em 2016, ficando com 18 volumes encadernados.

Sinopse: A trama acompanha Arisu Ryouhei, um estudante prestes a se formar no ensino médio. Após um apagão, o protagonista e seus dois amigos acordam em um mundo paralelo, no qual aparentemente só restam eles. Assim, ao tentarem buscar respostas, eles acabam entrando em um jogo de vida ou morte. Logo o trio descobre que não estão sozinhos nesse mundo, e que para garantir mais dias de vida, é preciso participar dos jogos. Dessa forma, as partidas são representadas por cartas de baralho, sendo que o naipe dita qual será o tipo de jogo (espadas para jogos de força; paus para trabalho em equipe; ouros para raciocínio; e copas para jogos psicológicos) e o número a dificuldade. Ou seja, quanto mais alto o número, mais difícil ganhar.

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The Boys | Elenco virá ao Brasil para comemorar atual temporada

the boys temporada 3
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Segundo um comunicado divulgado para a Imprensa nesta terça-feira (21), parte do elenco de The Boys fará uma visita ao Brasil para divulgação e comemoração do final da terceira temporada, que terminará no dia 8 de julho.

O streaming da Amazon Prime Video anunciou que trará o criador e elenco entre os dias 4 e 7 de julho na cidade de São Paulo. Ainda não há informações e de como o público poderá interagir com os talents.

Leia também: The Boys | Em coletiva, elenco dá pistas sobre a segunda temporada

Sobre The Boys

The Boys é uma versão divertida e irreverente do que acontece quando super-heróis – que são tão populares quanto celebridades, tão influentes quanto políticos e tão reverenciados quanto deuses – abusam de seus superpoderes em vez de usá-los para o bem. Com a intenção de impedir os super-heróis corruptos, um grupo de vigilantes continua sua busca heróica para expor a verdade sobre o grupo The Seven e a Vought – o conglomerado multibilionário que gerencia os super-heróis e encobre seus segredos sujos. É uma luta entre o aparentemente impotente contra o superpoderoso.

A terceira temporada da série conta com Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Laz Alonso, Chace Crawford, Tomer Capon, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell, Colby Minifie, Claudia Doumit e Jensen Ackles no elenco.

The Boys é baseado nas histórias em quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson que foram sucesso de vendas. Na série, os criadores atuam como produtores executivos, e a produção foi desenvolvida pelo produtor executivo e showrunner Eric Kripke. Seth Rogen, Evan Goldberg, James Weaver, Neal H. Moritz, Pavun Shetty, Phil Sgriccia, Craig Rosenberg, Ken F. Levin, Jason Netter, Paul Grellong, David Reed, Meredith Glynn e Michaela Starr também atuam como produtores executivos. The Boys é produzido pelo Amazon Studios e Sony Pictures Television Studios, com Kripke Enterprises, Original Film e Point Gray Pictures.

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Stranger Things 4 | Trailer da segunda parte da temporada é liberado pela Netflix

stranger things

Os fãs já não veem a hora da parte final da 4° temporada de Stranger Things que sai agora, no dia 1° de julho. E hoje (21), a nossa streaming queridinha lançou o trailer da parte final.

A primeira parte foi lançada em maio com sete episódios e a segunda parte – que será o final da temporada – terá dois episódios que totalizam quase 4 horas de conteúdo. Confira mais imagens promocionais da temporada AQUI!

Confira o trailer:

Sinopse Stranger Things 4: Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Mais sobre Stranger Things

Stranger Things (Imagem Divulgação)
Stranger Things (Imagem Divulgação)

Stranger Things é produzida por Monkey Massacre Productions & 21 Laps Entertainment com produção executiva de Os Irmãos Duffer, juntamente com Shawn Levy e Dan Cohen da 21 Laps Entertainment, Iain Paterson, e Curtis Gwinn.

Desde a estreia em 2016, Stranger Things se tornou um fenômeno global e conquistou mais de 65 prêmios e 175 indicações, incluindo premiações como Emmy, Globo de Ouro, Grammy, SAG, DGA, PGA, WGA, BAFTA, Peabody Award, AFI Program of the Year, People’s Choice Awards, MTV Movie & TV Awards, Teen Choice Awards e muitas outras. Com três indicações ao Emmy de Melhor Série Dramática, Stranger Things é um dos títulos mais assistidos da Netflix.

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Mr. Unlucky Has No Choice But To Kiss | Review

Mr. Unlucky Has No Choice But To Kiss
Imagem Divulgação

Quem nunca estudou relações ecológicas em biologia na escola jamais irá perceber que Mr. Unlucky Has No Choice But To Kiss é um exemplo perfeito de relação que vai do parasitismo ao mutualismo. Entenda o porquê.

Fukuhara (Sota Ryosuke) nasceu com uma condição pra lá de duvidosa: ele nunca tem sorte. Sua vida é baseada em levar pancadas na rua, pisar em cocô de cachorro, quebrar os seus pertences e outros problemas que somente a pessoa mais azarada do mundo pode imaginar. Diferente dele, Shinomiya (Sato Yusuke) não precisa fazer esforço nenhum para viver uma vida repleta de sorte e boas realizações. No instante em que Fukuhara percebe que o seu azar desaparece quando ele está próximo de Shinomiya, vemos nascer ali uma relação de dependência aparentemente muito positiva. Até certo momento.

Ao notar que não era correto se aproximar de Shinomiya por puro interesse, o protagonista se vê dividido em um dilema moral. Entretanto, por mais horrível que a sua atitude possa parecer, na visão de Shinomiya o relacionamento deles estava funcionando de maneira excelente. Logo, o que Fukuhara pensava ser ruim, era, na verdade, algo ótimo e necessário para os dois.

Partindo dessa imensa diferença entre os personagens principais, o drama japonês surge como uma grande realização do país diante de alguns esforços para se manter ativo no mercado de adaptações BL, que parece ganhar cada vez mais destaque no mundo todo. Apesar de simples, a proposta rende um desenvolvimento extremamente cativante, e condensa perfeitamente os melhores elementos dos típicos “plots fantasiosos” vindos do Japão em apenas 8 episódios de em média 24 minutos cada.

A ideia de unir o casal em primeiro plano e e esperar que eles se acertem romanticamente com o decorrer da série é um dos passos primordiais que o roteiro toma logo nos primeiros minutos de adaptação. Essa decisão se mostra original o suficiente para fazer com que algumas surpresas venham à tona nos melhores momentos, como o beijo dos protagonistas no episódio piloto, algo bastante raro de se ver, pois a grande maioria dos BLs japoneses desse tipo nem sequer rende um beijo tanto no começo quanto no final.

Outra bola na rede por parte do roteiro são as situações cômicas que vemos ganhar espaço de formas inusitadas. O humor é trabalhado com atenção durante o BL inteiro, sendo quase impossível não dar boas gargalhadas em algumas cenas específicas. Além disso, o desempenho dos atores Sota Ryosuke e Sato Yusuke consegue sair exatamente como o esperado para quem leu o mangá.

Por outro lado, o que não rende muito bem são os cortes bruscos na maioria das vezes, a direção sem muita identidade, e a fotografia que conta com um filtro luminoso forte e com aspecto de vidro embaçado. Fora isso, Mr. Unlucky Has No Choice But To Kiss tem tudo para se consagrar como um dos melhores já feitos no Japão. Qualidade, humor e uma história lindamente construída na medida certa.

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Festival do Japão retorna com o tema “Do Sonho à Realidade”

O maior festival de cultura japonesa está de volta! O 23º Festival do Japão será realizado nos dias 15, 16 e 17 de julho de 2022, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo.

Nesses três dias, seguindo todos os protocolos determinados pelas autoridades e contando com a orientação de um conselho formado por especialistas, o evento vai oferecer shows musicais, atrações culturais, danças típicas, culinária regional tradicional das províncias japonesas, exposições culturais, workshops, ikebana, cerimônia do chá e atividades gratuitas para as crianças, jovens, adultos e idosos, com toda segurança, conforto e qualidade.

Organizado pela KENREN, a Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, desde 1998, o evento chega à sua 23ª edição, mantendo o objetivo de preservar e divulgar a cultura japonesa e transmitir as tradições para as novas gerações, representando as 47 províncias que compõem o Japão.

Neste ano, o tema do evento será “Do Sonho à Realidade”, simbolizando a superação de todas as dificuldades e obstáculos, nestes dois anos de pandemia da Covid-19.

“Devido a pandemia, há dois anos não realizamos o Festival do Japão, e analisando as participações dos visitantes em outros eventos ocorridos recentemente, com clara demonstração de retomada de eventos, acreditamos que teremos um público superior a 100 mil visitantes nos três dias do 23º Festival do Japão, trazendo benefícios aos nossos patrocinadores e à comunidade”, resume o presidente da Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, Toshio Ichikawa.

Gastronomia das províncias

A realização do Festival do Japão auxilia na manutenção das 47 associações de províncias (kenjinkais) e de 07 entidades beneficentes da comunidade nipo-brasileira. O evento não tem fins lucrativos, e é organizado por mais de 15.000 voluntários.

Um dos principais destaques do Festival é a Praça de Gastronomia, com 44 estandes representando a culinária típica de cada região do Japão, com receitas familiares, muitas vezes desconhecidas até pelos restaurantes japoneses.

22º Festival do Japão / Foto: @sucodm

Novidades para 2022

Uma novidade para este ano são as promoções, com desconto para entrada na sexta-feira (15/07); entrada após às 14 horas; passaporte (ingresso válido para os 3 dias do evento) e os combos família, para 3 e 5 adultos com valor promocional, recomendados para famílias e grupos de amigos.

“Tudo indica que o evento será um sucesso, para a alegria de todos. Neste ano o Festival disponibilizará a venda de ingressos antecipados pela Internet, com desconto, o que facilitará muito, evitando as longas filas para aquisição de ingressos nas bilheterias. Ainda há ingressos combos para famílias, que também são vantajosos, pela sua economia e praticidade. Convidamos a todos, e principalmente a você que ainda não conhece o Festival do Japão, o maior evento cultural japonês fora do Japão, a visitar o nosso evento”, convida o presidente da comissão organizadora do 23º Festival do Japão, sr. José Taniguti.

Lembrando que o Festival do Japão oferece entrada gratuita para crianças até 08 anos, mulheres acima de 60 anos e homens acima de 65 anos, e meia-entrada para estudantes, professores da rede pública e homens entre 60 a 65 anos, com acesso permitido somente com apresentação de documento de comprovação original.

#FJTAON e AKIBASPACE

Em 2022, a Comissão Organizadora do evento propõe um modelo inovador, que vai unir o Festival do Japão tradicional ao virtual, no espaço #FJTAON. Esta será uma área dedicada aos jovens, dedicada aos games, com muita interação e interatividade, propondo uma imersão na cultura japonesa e na cultura digital, com o objetivo de estabelecer uma interação direta entre o #FJTAON e o AKIBASPACE, principais atrações do Festival do Japão para o público jovem.

O #FJTAON trará uma cenografia especial, com espaços instagramáveis; prevendo também área para challenges (desafios) e brincadeiras interativas, sorteio de brindes e campeonatos; instalação de arcade games clássicos para o público; e atividades que reúnam os jovens e famílias, mantendo a premissa de falar com os jovens.

Além disso, o espaço promoverá desafios interativos e diversas atividades ligadas ao tema da sustentabilidade, envolvendo e atraindo o público para refletir sobre questões como meio-ambiente, reciclagem, propósito social, upcycling e mobilidade.

22º Festival do Japão / Foto: @sucodm

Patrocínio e apoio

O Festival do Japão conta com o patrocínio master do Bradesco, apoio cultural da GL Events / São Paulo Expo e Fundação Kunito Miyasaka, e patrocínio do Hospital Japonês Santa Cruz, Hospital Nipo-Brasileiro, Honda Automóveis do Brasil, Nissan Automóveis do Brasil, Hirota Food Supermercados, Comgas, Sakura Nakaya Alimentos, Yokogawa, NTT e Panasonic.

Dentre os apoiadores, destaque para Yamaha do Brasil, Alfa Alimentos, Hinomoto, Hisamitsu do Brasil, Nachi, Sompo Seguros, Kikkoman, Sansuy e Tecfogões.

O evento tem colaboração oficial do governo do Japão, através do Consulado Geral do Japão em São Paulo, Jetro (Japan External Trade Organization), JICA (Japan International Cooperation Agency), Fundação Japão, MAFF (Ministry of Agriculture, Forestry and Fisheries), Ministério do Meio-Ambiente e Japan House São Paulo, além do apoio do Ministério da Cidadania, Prefeitura do município de São Paulo, São Paulo Turismo, CET, Polícia Militar, Secretaria da Cultura e da Economia Criativa do Estado de São Paulo e PROAC.

22º Festival do Japão / Foto: @sucodm

Confira as principais atrações do Festival do Japão:

  • Culinárias típicas regionais – representando as 47 províncias do Japão
  • Cultura – oficinas, workshops e demonstrações culturais abertas ao público
  • Exposições – ikebana, cerimônia do chá
  • Shows – música, shows, teatro, bon odori, danças folclóricas e taiko (tambores)
  • Artes Marciais – demonstrações e workshops das principais escolas
  • Área das Crianças – oficinas gratuitas de cultura e recreação
  • Área da Terceira Idade – atividades culturais e práticas para vida saudável
  • Miss Nikkey Brasil – final nacional com representantes de todo Brasil
  • Cosplay – Akiba Cosplay Summit, reunindo os melhores cosplayers do País
  • #FJTAON – espaço para imersão na cultura digital
festival do japão
Pôster Divulgação

23º Festival do Japão – Do Sonho à Realidade

Data: 15, 16 e 17 de julho de 2022

15/07 – sexta – 11 às 21 horas
16/07 – sábado – 09 às 21 horas
17/07 – domingo – 09 às 18 horas

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Rodovia dos Imigrantes, km 1,5, São Paulo

Ingressos: até R$ 30 – COMPRE AQUI

Estacionamento no local (terceirizado) – R$ 55

Transporte gratuito do metrô Jabaquara, das 8 às 22 horas

* Entrada gratuita para crianças até 08 anos, mulheres acima de 60 anos e homens acima de 65 anos

* Meia-entrada para estudantes e professores da rede pública e particular, homens entre 60 a 65 anos, apenas com documento de comprovação

Leia também nossas coberturas passadas com o: Visitando o Festival do Japão 2019Vencedores do Akiba Cosplay Summit 2019 do Festival do Japão

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