Depois de ganhar adaptação em anime, teatro e até mesmo uma equipe de ciclismo oficial da franquia, Yowamushi Pedal vai virar uma série com atores reais.
Prevista para sair em agosto de 2016, o mangá de Wataru Watanabe tem de tudo para ser popular e angariar ainda mais fãs para a franquia. Lembrando que uma terceira temporada do anime foi prometida para janeiro de 2017.
Sinopse: Onoda Sakamichi é um estudante do primeiro ano da Escola de Ensino Médio Sohoku, é muito tímido e fã de animes. Ele bem que tentou entrar para o clube de pesquisa de anime da sua escola, mas quando conhece Imaizume Shunsuke, um ciclista que ficou conhecido ainda no ginasial, e Naruko Shoukichi, que venceu o Campeonato de Cliclismo de Kansai, Sakamichi decide se juntar ao clube de ciclismo competitivo. O que não falta são desafios, um treinamento muito rigoroso, mas com o apoio de seus amigos todo o talento de Sakamichi para o ciclismo começa a despertar… Garotos do ensino médio ultrapassam seus próprios limites e apostam tudo em suas bicicletas ao ponto de começar uma emocionante corrida de amor ao ciclismo!
The Wedding Eve foi anunciado no último Anime Festival em Belo Horizonte/MG.
Junto com este, a Panini prometeu seis mangás este ano, sendo eles Noragami, Ajin, 21st Century Boys, Ninja Slayer e Slam Dunk. The Wedding Eve (Shiki no Zenjitsu) de Hozumi, é um mangá de volume único e serializado na revista Flowers em 2012.
Sinopse: O Mangá conta a história de duas pessoas aproveitam o último dia em que estão morando juntos antes do casamento de uma delas.
O live-action estrelado por Emma Watson de A Bela e a Fera ganhou o seu primeiro teaser-trailer.
A Disney prometeu o filme para 17 de março de 2017 e teremos na direção Bill Condon (Crepúsculo: Amanhecer, Dreamgirls) e Stephen Chbosky no roteiro. Já o elenco, conta com Josh Gad (Lefou), Dan Stevens (Fera), Emma Watson (Bela), Luke Evans (Gaston), Ian McKellen (o relógio Horloge), Gugu Mbatha-Raw (o espanador Babette), Ewan McGregor (o candelabro Lumiere), Kevin Kline (Maurice) e Stanley Tucci.
Sinopse: O filme conta a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem bela e brilhante que se torna prisioneira de uma fera malvada (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar da terrível situação, Bela se torna amiga dos habitantes do castelo encantado e, por fim, aprende a ver além do exterior da Fera e descobre o coração e a alma de um príncipe.
Olá galera, hoje vamos trazer uma receita deliciosa, com o Medalhão de Batata, saída diretamente de Food Wars! (Shokugeki no Soma), que é sem dúvida, uma fonte infinita de ideias e uma inspirações para comer e cozinhar.
A receita é teoricamente uma invenção do protagonista Soma, então não tem uma “história” sobre. No episódio uma representante de uma grande rede de hotéis quer comprar o terreno onde está o restaurante da família do Soma. Eles se negam a vender o terreno, e como vingança a representante manda os capangas secretamente estragarem o estoque de carnes.
Mais tarde ela aparece e desafia o protagonista dizendo que apenas se ele ele preparasse um prato com carne que a satisfizesse ela desistiria de comprar o espaço. Por sorte nosso protagonista tinha com ele algumas fatias de bacon, e com essas fatias e algumas batatas ele começa a cozinhar… o resto vai ter que assistir para descobrir 😛
Como surgiu o Medalhão de Batata?
Apesar da genialidade do Soma, a combinação batata com bacon já é usada a muuuito tempo. Um exemplo é a Batata Hesselback, de origem sueca com registros anteriores a 1700. Outro fato interessante sobre a batata é que ela está em QUARTO lugar na lista de alimentos mais consumidos no mundo.
Ela é conhecida por todos povos de todas nacionalidades (lógico, existe mais de um tipo de batata e nem todos conhecem todas variações), isso porque ela se adapta bem a diversos climas, além de ser durável. Uma prova disso são alguns filmes que tratam as grandes crises e guerras, neles um dos alimentos que mantinham o povo vivo era a batata – obrigada por existir batata.
Agora é sua vez! Eu adaptei algumas coisas da receita do anime e não fiz molho de vinho, pois é algo um pouco complexo, e como já foi dito, o foco desse quadro é ser algo que todo mundo consiga fazer.
Ingredientes
90g de shimeji
25 fatias de bacon (aproximadamente)
4 batatas comuns (tamanho médio)
1 cebola grande
3 colheres de manteiga
Alecrim, orégano, sal e pimenta a gosto
Barbante (você vai precisar para amarrar)
Modo de fazer o Medalhão de Batata
Cozinhe a batata (sem casca) por 10 a 15 minutos
Enquanto a batata cozinha, pique a cebola e o cogumelo em pedaços bem pequenos
Amasse a batata ainda quente
Derreta a manteiga e acrescente a cebola e depois o cogumelo
Acrescente os temperos de sua preferência: sal, pimenta e orégano.
Faça bolinhos da mistura com a mão (aproximadamente 10cm)
Você vai enrolar ela muito bem no bacon. Use fatias compridas e as mais grossas que encontrar.
Finalize amarrando com barbante. Não aperte muito, mas garanta firmeza para o bacon.
Antes de levar ao forno, salpique o alecrim e se desejar alguma outra erva. Deixe no forno 180 graus por 1 hora.
Será que conseguiríamos alcançar a paz mundial, se toda dor fosse compartilhada? Você conseguiria machucar o próximo, sabendo que isso significaria machucar a si mesmo e as pessoas a quem você ama? Será que apenas compartilhando suas dores, as pessoas seriam capazes de compreender o outro como compreendem a si mesmas? Além de todos esses questionamentos e dessa premissa utópica, acredito fortemente que Kiznaiver tenha o necessário para, além de entreter, trazer aos seus expectadores um sentimento que tão pouco tem sido visto nos dias atuais: Empatia.
Sinopse: A história desenvolve-se numa cidade fictícia, no Japão, designada por Sugomori City. Apesar de aparentemente normal, esta cidade é na verdade um laboratório no qual se realizam experiências humanas, de forma contida, mas em larga escala. Para já, a experiência que afecta os personagens principais designa-se por Kizuna System. Este procedimento (incompleto) tem como principal objetivo atingir a paz mundial, através da partilha de dor física. Ou seja, as pessoas que fizerem parte do sistema irão partilhar/dividir a dor infligida a qualquer um dos membros do sistema.
Os Pecados Capitais Repaginados!?
É de conhecimento geral que nenhum anime é lançado especificamente numa temporada ao acaso. Dito isso, saibam que todo esforço e capital necessário para tal, é intensificado durante as temporadas que se iniciam em abril e outubro, por se estabelecerem durante um período de férias escolares e alguns feriados. Mas porquê estou deliberadamente me prendendo nessa informação aleatória? O que eu gostaria de deixar claro através desse post, é todo o potencial explicito envolto nessa obra.
Kiznaiver (Imagem Divulgação)
Com o lançamento do primeiro episódio no dia 9 de abril, o anime conta até o momento com 6 episódios lançados dos (infelizmente só) 12 que estão previstos. A animação fica á cargo do conceituado estúdio Trigger (Kill la Kill), mas no roteiro temos, ninguém mais ninguém menos do que a deusa Mari Okada (AnoHana/ Nagi no Asukara). Eu particularmente sou um grande fã dos seus trabalhos, mas tenho observado muitas pessoas demonstrando certo grau de insegurança com relação aos mesmos, pois, de acordo com essas pessoas, enquanto detêm um grande talento no que diz respeito a adaptações, quando se trata de roteiros originais, ela não é tão incrível assim. Admito que seus roteiros por muitas vezes costumam seguir uma fórmula melodramática e batida, mas é plausível acreditarmos que a sinergia ocasionada entre suas obras e alguns expectadores específicos seja advinda das experiências pessoais dos mesmo, ou seja… Cada pessoa vai reagir ao drama de uma maneira diferente.
O primeiro minuto do episódio inicial de Kiznaiver mostra um garoto, possivelmente o protagonista, correndo numa instalação aparentemente secreta, enquanto tenta alcançar sua amiguinha que por algum motivo louco quer se jogar de uma espécie de andaime, enquanto enaltece o protagonista, dizendo que ele era diferente do “resto”, e que ele definitivamente iria recuperar sua dor. Seria interessante se esse minuto fosse apresentado como um daqueles sonhos que na verdade são memórias adormecidas, mas não foi. A partir dai, o episódio foca nos acontecimentos do presente, em especial, na apresentação dos personagens.
Através das divagações da personagem Sonozaki Noriko, responsável pelo andamento do Kizuna System, somos vagamente apresentados aos estereotipados (e alguns até clichês) reflexos dos jovens na sociedade contemporânea japonesa, substituindo então o arcaico conceito de pecados capitais que conhecemos. Temos o “Imbecil” (nosso protagonista, Katsuhira Agata), o “Normalzão astuto” (Yuta), a “Toda poderosa” (Maki), a “Moralista irritante” (Chidori), a “Excêntrica” (Niyama), o “Delinquente musculoso” (Tenga, meu favorito s2), e um sétimo que no primeiro episodio não nos foi apresentado. Com exceção de Katsuhira e Chidori, que já são amigos, os outros Kiznaivers são pessoas que definitivamente não se entreolhariam em circunstancias normais, e a interação entre essas personalidades tão diferentes certamente dará um bom tempero á trama.
Um por todos… Todos pela vitória!
Apesar das transições entre algumas cenas não parecerem tão fluidas (provavelmente no intuito de atingir logo alguns pontos chaves determinantes para a progressão narrativa), podemos observar um trabalho digno de nota no que diz respeito ao enquadramento dos frames, paleta dos tons e ambientação. Podemos atribuir também um grande valor artístico á sua trilha sonora, principalmente a opening, com sua batida techno característica das boates europeias, que é propositalmente psicodélica e enfatiza a confusão mental á qual os personagens estarão submetidos daquele ponto em diante, enquanto a ending contrasta com tudo isso, utilizando as personagens femininas e fundos brancos afim de demonstrar suavidade… Realmente um primor.
É deveras interessante quando o anime propõe discussões sociais acerca do sistema, principalmente quando se trata de um tema tão complexo e vastamente discutido como paz mundial. Não é um ideal tão fácil de se conseguir, e Noriko sabe disso. Por mais que sua visão seja deturpada, seus interesses são sinceros. Pegue uma associação misteriosa, um pouco de trauma aqui e ali, interesses mundiais e interesses particulares, e some a personagens jovens que não estão nem um pouco preparados para as provações que terão de enfrentar… Voilà! A palavra “kizuna” significa conexão, e, em suma, acredito que esse anime tenha os recursos necessários para exemplificar, e não só com palavras, que a mesma dor que nos separa de algumas pessoas, também pode ser usada para fazer nossos laços mais fortes.
O mangá de Julietta Suzuki será lançado no dia 20 de dezembro, junto com o OAD que se chamará “Kamisama, Kekkon Zenya” e contará com a participação de Nanami, Tomoe, Mizuki e Kurama. O anúncio veio pela revista Hana to Yume.
A publisher de entretenimento online Playspot tem uma ótima notícia para os fãs brasileiros de anime que se interessam pelo serviço online de desenhos animados japoneses Crunchyroll. Uma parceria entre as duas empresas oferecerá em exclusividade o pagamento da assinatura do site com moeda nacional a partir de 23/05/2016.
A Playspot comercializará as assinaturas de forma exclusiva no Brasil, oferecendo contas Premium de 1 mês por R$ 14,99 e três meses por R$ 34,99. Ao assinar o serviço, o usuário terá acesso a todo o conteúdo do site, ou seja, poderá assistir sem restrição qualquer episódio de animes ou seriados disponíveis na plataforma.
Apesar de já estar disponível no Brasil, a Crunchyroll só permitia anteriormente o pagamento dentro do próprio site em dólar, ou seja, exigia obrigatoriamente o uso de cartão de crédito internacional que cobrava um adicional de 6,38% de IOF sobre o valor da mensalidade em dólares. Agora, a Crunchyroll encaminhará o pagamento dos brasileiros diretamente para o site da Playspot, onde será possível pagar a assinatura via boleto bancário ou por todos os cartões de crédito e débito nacionais, através da plataforma BoaCompra.
“Firmamos um compromisso com a Crunchyroll de combater a pirataria de anime no Brasil e criar um novo hábito de consumo, que preza pela qualidade e preço competitivo contra sites que oferecem o conteúdo de graça, sem qualidade e com legenda duvidosa. A parceria entre a Playspot e o Crunchyroll faz com que o fã de animes e séries orientais possa pagar com facilidade sua assinatura em Real e com formas de pagamentos nacionais”, diz Byong Hwan Kang, diretor de operações da Playpot.
Disponível em seu próprio site ou em aplicativos para consoles como PlayStation 4, Xbox One e Wii U, a Crunchyroll é uma plataforma que oferece transmissão instantânea de animes japoneses e conteúdos asiáticos, como novelas e seriados conhecidas como “dramas”. Por se tratar de um serviço focado nos fãs desses conteúdos, todos os áudios do Crunchyroll são originais de seu país de origem, mas possuem legendas em diversos idiomas, incluindo o português.
Miyuko Cosplayer mandou muito bem na sua caracterização da personagem D.Va de Overwatch, o novo jogo da Blizzard. Confira logo abaixo as fotos divulgadas em seu página do Facebook. O #BELLAN tem uma certa “treta” com essa personagem u.u, mas gostou do cosplay mesmo assim! 😀