Olá galera, aproveitando o clima junino/julino hoje trouxe uma receita delicinha de maçã do amor, outra guloseima que une o Brasil e o Japão.
Nos animes – principalmente em shoujos -, é muito comum ver maças do amor em festivais nos templos japoneses, algo muito tradicional da cultura deles. Assim como temos o “esperado” episódio da praia, também temos o tradicional episódio do festival. Seja eles em templos ou festivais escolares, a maçã do amor marca presença sempre.
Já no Brasil, costumamos ter o doce junto aos carrinhos de pipoqueiros em parques, feiras ou praças. Além disso nas nossas tradicionais festas juninas é uma guloseima que não pode faltar. Existe dúvida quanto a origem da maçã do amor.
As origens da Maçã do Amor
Os chineses já faziam suas frutas caramelizadas a bastante tempo, porém é diferente da nossa maçã. Existem registros de um confeiteiro americano que fazia algo parecido com a maçã do amor em 1908. E muitos alegam que ele é o criador do doce.
Porém, quem registrou a maça do amor com a calda vermelha e o palito de sorvete, foi um espanhol que morava em São Paulo. Para tirar a família de dificuldades ele começou a vender a maçã, já que a fruta e o açúcar eram abundantes no país. Foi um sucesso, e de ambulante ele passou a cuidar de uma loja que existe até hoje em São Paulo, no Tatuapé, A Casa do Churro. E sim, ele também fez o primeiro churros recheado… o homem é um gênio.
O nome se originou do hábito que alguns homens tinham de presentear suas amadas com a maçã. Não quero polêmicas, acho que cada confeiteiro teve seus méritos, então vamos parar de papo e por a mão na massa!
Ingredientes
375ml de água
400g de açúcar
3 colheres de sopa de glucose de milho
1 colher de chá (essência de baunilha)
1/2 colher de chá de corante alimentício (pó ou gel)
10 ~ 15 maçãs pequenas
Palitos de sorvete
Modo de fazer a Maçã do Amor
Misture todos os ingredientes antes de ir ao fogo em uma panela alta e estreita
Não é possível dissolver todo o açúcar, mas é necessário dissolver toda a glucosa, pois quando a panela for ao fogo, você não vai mais mexer.
No tempo frio, a glucose é difícil de dissolver. Por isso, pode levar ao fogo por uns 10 segundos para facilitar seu trabalho.
Leve a mistura ao fogo médio. Agora precisamos que a calda fique em “ponto de bala dura”. Para isso, você terá que testar a calda. Deixe ferver por pelo menos 20 minutos. Então, usando uma colher, pegue um pouco da calda e jogue em um recipiente com água fria. Repita o processo de 3 em 3 minutos.
Sua calda vai estar pronta quando endurecer e fazer estalos baixos imediatamente ao entrar em contato com a água.
Quando a calda chegar no ponto, você vai ter menos de 2 minutos para banhar as maçãs antes que a calda endureça. Portanto, deixe todas as maçãs preparadas tirando o cabo e colocando o palito de sorvete no lugar.
Chegando no “ponto de bala dura”, desligue o fogo e comece a banhar as maçãs. Se você tiver a panela certa, só vai precisar mergulhar as maçãs, pois a calda vai estar alta.
Coloque-as para esfriar em uma forma. Assim que esfriarem, embale em plástico filme ou embalagem celofane. A umidade do ar estraga a calda, portanto, embalando você conserva seu doce.
THE BFG, directed by Steven Spielberg based on the beloved novel by Roald Dahl, is the exciting tale of a young London girl (Ruby Barnhill) and the mysterious Giant (Mark Rylance) who introduces her to the wonders and perils of Giant Country.
O Bom Gigante Amigo / The BFG Mark Rylance, Ruby Barnhill, Penelope Wilton, Jemaine Clement, Rebecca Hall Direção por Steven Spielberg Roteiro Adaptado por Melissa Mathison Fantasia, Aventura Julho, 2016 117 minutos
Neste clima de nostalgia por conta do hype Stranger Things, o novo lançamento da Disney com O Bom Gigante Amigo é uma boa pedida para fazer aquela visitinha ao cinema. O longa que estreou por aqui no dia 28, é uma produção dirigida por Steven Spielberg e com roteiro adaptado pela falecida Melissa Mathison, esta, a mesma dupla que deu origem ao clássico E.T. – O Extraterrestre.
O filme é uma adaptação do livro de Roal Dahl (A Fantástica Fábrica de Chocolate, Matilda) e pode angariara suspiros nostálgicos em que assistiu “Elfy, O Duende Que Caiu do Céu”, já que ambos provém da mesma fonte. Eu, #BELLAN, não li o livro e tenho a animação como base de referência, onde já posso afirmar – dentro do contexto pessoal – que o longa da Disney é de certa forma, mais “cinematográfico” e pomposo que a animação de 1989 de Brian Cosgrove.
Na questão da trama, nada que mude muito neste quesito – se compararmos com a animação. Em O Bom Gigante Amigo, temos na primeira cena, a pequena Sophie, interpretada por Ruby Barnhill. Ela vive num orfanato e aparentemente, como único companheiro, ela tem seus livros. Já de cara, nota-se seu fascínio pelo fantástico; ora, ela é uma leitora assídua… muitos se identificam aqui.
Entretanto, ela passa as noites ou mesmo vara madrugadas lendo. E num dia fatídico, ela presencia um grandalhão andando pelas ruas. Mas bem, não é um grandalhão qualquer – não para os portes de um ser humano – mas um GIGANTE! Com muito medo, ela tenta se esconder – e poxa, classicamente de baixo das cobertas – e não tem jeito. Ele o rapta e a leva para a Terra dos Gigantes.
O tamanho de Sophie em comparação ao de BGA em O Bom Gigante Amigo (Imagem Divulgação)
Gigante, mas despretensioso
No decorrer do filme, temos o cotidiano do simpático e muito bem interpretado – em CGI – por Mark Rylance, O Bom Gigante Amigo, ou BGA/BFG. Posso ter ficado fulo da vida pelo ator ter “roubado” a estatueta de Sylvester Stallone no último Oscar, mas posso afirmar que ele faz um belo trabalho no filme. Aqui, ele demonstra a simplicidade de um gigante; nada de castelo ou nuvens. Os gigantes vivem em uma região de colinas, uns dormindo de baixo da terra, cavernas e nosso protagonista, numa aconchegante casa de madeira.
A trama foca em trabalhar o bullying que BGA sofre com seus conterrâneos – já que ele é o menor que ali vive – e também centra na magia dos sonhos, já que o trabalho do nosso amigo gigante é de fazer com que todas as crianças tenham bons sonhos todas as noites.
Já quanto a pequena Sophie, ela não retorna mais ao orfanato por receio de BGA, já que ela pode contar sobre os gigantes aos humanos e isso causar uma tremenda confusão entre humanos x gigantes. Mas o problema não para por aí, já que os outros gigantes gostam de comer humanos, e principalmente criancinhas. Já viu o que pode dar, não é?
Queen Save The Giant!
O Bom Gigante Amigo pode parecer um filme lento em seu início, já que não há ganchos nas trocas de cenas, entretanto, a dinâmica acaba mascarando a montagem sofrível do filme. Na questão técnica, direção, fotografia e efeitos especiais, a Disney e Spielberg sabem muito bem onde querem levar a imaginação do espectador. Há duas cenas belíssimas que posso destacar. A primeira é com o laboratório de BGA, com seus infinitos frascos de sonhos e sentimentos, estes, viram receita para suas misturas que ele utiliza em seu trabalho noturno; a segunda, mais mágica e colorida, é a viagem para a terra dos sonhos. *O legal é de que, quem for ver depois de Stranger Things, pode pensar em algo como “mundo invertido” também.
A trama desenvolve até chegar o momento do conflito entre os humanos e os gigantes, onde a pequena Sophie tem uma ideia genial – ou não – e perigosa, de pedir ajuda à Rainha da Inglaterra para acabar com os gigantes malvados. Neste desenvolvimento dos dois personagens, da Terra dos Gigantes e da relação de BGA com os outros gigantes, há uma cena para total descontração e perfeita para quem gosta de humor pastelão com a temática: flatulência!
Já adianto que, pelo tom infantil do filme, é bom que você não queira explicações para tudo, como por exemplo: “A rainha aceitaria a missão tão facilmente?” ou “Se aparecesse um gigante na Terra, será que nós humanos, não os matariam?”. Claro que esta última questão é muito pesada para um filme Disney, e bem, como disse: abstraia.
A Rainha e Sophie à direita em O Bom Gigante Amigo (Imagem Divulgação)
A Rainha e uma taça com a bebida borbulhante que causa flatulências em O Bom Gigante Amigo (Imagem Divulgação)
Nostalgia Spielberg
Steven Spielberg voltou a ser criança neste filme, algo que não fazia por pelo menos 25 anos (pelo menos, considero desde Hook: A Volta do Capitão Gancho, se desconsiderarmos As Aventuras de Tintim) e um filme junto com a roteirista Melissa Mathison, com quem trabalhou em E.T. – O Extraterrestre. Para completar na equipe de produção, temos a música do MITO, John Williams, o que ainda deu mais força para a comunidade/fã do diretor, achar que este seria um “novo E.T.”. Um tremendo de um engano!
Mesmo com suas similaridades e doses nostálgicas, O Bom Gigante Amigo tem suas particularidades e respira dentro daquele escopo de “filme europeu”. Apesar do dedo Disney, o filme se mantém por si só, pela simples intenção de mostrar o: “como seria a co-existência de um povo gigante e o que faríamos com esta situação?”. É como se fosse de fato uma quest, sem pretensões em maior profundidade, algo próximo do que já vimos em Hook e A Fantástica Fábrica de Chocolate.
Os gigantes malvados em O Bom Gigante Amigo (Imagem Divulgação)
Sophie em O Bom Gigante Amigo (Imagem Divulgação)
A Terra dos Sonhos em O Bom Gigante Amigo (Imagem Divulgação)
Elfy vs BGA 2016
Enquanto o gigante da animação utilizava uma capa mágica para se esconder dos humanos, no filme de Spielberg ele utiliza-se da arte da “ladinagem”, escondendo-se muito bem e de uma forma bem engraçada de ver;
A resolução de como a Rainha enfrenta e lida com a situação dos gigantes malvados é mais interessante e “benéfica” no filme de 2016;
A animação de 89 é muito mais simples e direta, enquanto o filme de Spielberg tenta adicionar easter-eggs e diversas informações em cada uma das cenas;
Senti falta de um momento musical no filme novo, algo que continha em Elfy, O Duende Que Caiu do Céu.
Este é umTop Suco especial da Temporada de Primavera 2016. Quais as melhores aberturas? Músicas e composições?
Obviamente não estamos assistindo TODOS os animes EVER da temporada, mas demos uma pesquisada e tentamos ver TODAS as aberturas desta segunda leva do ano. E como sempre não há muita surpresa: Se anda rolando um hype com o anime, pode ter certeza que a música – de abertura principalmente – influencia na qualidade como um todo da produção. Sem muitas delongas, vamos lá!
* Caso o anime tenha uma segunda abertura e ela seja tão PHODA quanto estas selecionadas, faremos um “update”, com toda certeza! 😉 * Postaremos a abertura/OP via Youtube com o “risco” da mesmas sair fora do ar. Caso saia, você pode reportar com um comentário e consertaremos o link ^^ * Pode ter links “bônus” em cada uma das músicas;
Depois do nosso TOP SUCO de Abertura/Opening da Temporada de Primavera 2016, nada mais justo com os nossos queridos – e muitas vezes esnobados – encerramentos. Para vocês, qual foi o melhor encerramento da Temporada de Primavera 2016?
* Caso o anime tenha um segundo encerramento e ela seja tão PHODA quanto estas selecionadas, faremos um “update”, com toda certeza! 😉 ** Postaremos o Encerramento/ED via Youtube com o “risco” da mesmas sair fora do ar. Caso saia, você pode reportar com um comentário e consertaremos o link ^^ *** Pode ter links “bônus” em cada uma das músicas;
O mangaka Jun Maeda, conhecido por obras como Angel Beats, Charlotte, Clannad, Kanon, Air e Little Busters, deve passar por um transplante de coração. Desde o início do ano, em fevereiro, o autor passou por complicações de saúde e segundo sua última nota no Twitter, no dia 28, ele revela o seu caso clínico.
[Tradução Livre] “Estou de volta do meu exame médico. O que os médicos me disseram antes, que eu vou precisar de um transplante, ainda é válido . Parece que eu não posso continuar a viver com o meu próprio coração. Vai custar muito, e para a cirurgia eu vou precisar ser hospitalizado , o que é algo que eu estou tão cansado de agora. “
Vamos torcer para que este difícil capítulo na vida de Maeda, tenha uma conclusão feliz!
Em suas criações, quais os momentos mais marcantes e memoráveis? Deixe nos comentários, poste nas redes sociais e vamos mandar energias positivas com a hashtag #ForçaMaeda
Além de colocar todo mundo para dançar com Just Dance e tocar guitarra e baixo com Rocksmith, agora a Ubisoft quer ver os jogadores soltando a voz com Just Sing. Assim como os outros jogos musicais da Ubisoft, Just Sing também é um convite para reunir os amigos e se divertir em verdadeiros shows exclusivos, dessa vez cantando ou dublando as músicas de uma lista épica, que inclui sucessos de Justin Bieber, Meghan Trainor, One Direction e Queen. E os aspirantes a cantores já podem aquecer as cordas vocais, porque Just Sing será lançado em 6 de setembro para PlayStation 4 e Xbox One.
Com mais de 40 faixas para escolher, incluindo clássicos como “I Want to Break Free”, do Queen, e canções atuais como “What Do You Mean?”, de Justin Bieber, os jogadores vão libertar as estrelas da música que vivem dentro de si e poderão gravar suas performances, cantando ou dublando. Todos os momentos registrados ainda ficam disponíveis para customização com temas e filtros e podem ser compartilhados facilmente com os amigos e com a comunidade de jogadores de Just Sing.
Just Sing (Imagem Divulgação)
Os videoclipes podem ser capturados por dispositivos móveis com o aplicativo gratuito Just Sing Companion App – disponível para os sistemas operacionais iOS e Android –, pelo Kinect do Xbox One, ou PlayStation Camera do PlayStation 4. Para usar o aplicativo, basta conectar o smartphone e o console na mesma rede wi-fi, fazer o pareamento e começar a se divertir.
Just Sing tem dois modos de jogo:
– Modo Festa: jogadores podem criar seus próprios clipes com até quatro jogadores cantando ou dublando suas canções favoritas.
– Modo Batalha: duelos de 1 contra 1. Neste modo também é possível customizar a tela com temas e recursos visuais que aumentarão ainda mais o espírito competitivo da batalha.
Tanto no modo Festa quanto no modo Batalha, os jogadores podem escolher entre músicas de vários gêneros musicais e hits de todas as épocas, incluindo:
· All About That Bass – Meghan Trainor
· Drag Me Down – One Direction
· What Do You Mean? – Justin Bieber
· I Want To Break Free – Queen
· Chandelier – Sia
· Love Me Like You Do – Ellie Goulding
· One More Night – Maroon 5
· Radioactive – Imagine Dragons
· Can’t Feel My Face
· I Love Rock ‘N’ Roll
· All Of Me
· Baby One More Time
· I Will Survive
· Colors of the Wind
· I Want You Back
· Kryptonite
· Rude
· Stand By Me
· Take On Me
· The Fox
Para mais informações sobre Just Sing acesse o SITE OFICIAL.
A Ubisoft anuncia que Tom Clancy’s Rainbow Six Siege está disponível gratuitamente para jogadores de Xbox One e PC até o dia 31 de julho, tanto na Xbox Live, quanto Steam e UPlay. Tom Clancy’s Rainbow Six é um jogo de tiro inspirado em organizações reais de antiterrorismo e coloca o jogador no meio de combates táticos letais, em que é preciso estratégia e trabalho em equipe para derrotar os inimigos. Durante os dias da promoção, usuários terão acesso à versão completa do jogo.
Já em 2 de agosto, outra novidade da Ubisoft para os fãs do game: o lançamento de “Skull Rain”, a terceira grande atualização gratuita de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege, que é ambientada em uma favela carioca, conta com dois agentes do BOPE e uma série de inovações na jogabilidade.
Finais da Elite Six acontecem no fim de semana
As finais presenciais da Elite Six, principal competição de Rainbow Six Siege no ano, acontecem neste final de semana (30 e 31 de julho), em São Paulo. Santos Dexterity, INTZ e-Sports, Team United e BBHost fizeram as melhores campanhas da fase online da competição, se classificaram para os playoffs e disputam o título de melhor time de Rainbow Six Siege na América Latina. O campeão leva um prêmio de R$20 mil em dinheiro. Ao todo, o Elite Six pagará mais de R$50 mil (R$10 mil para o 2º lugar, R$7,5 para o 3º, 5 mil para o 4º e R$2,5 para os times que ficaram entre 5º e 8º).
No sábado, primeiro dia do evento, acontecem os confrontos semifinais: Santos Dexterity x Team United, às 14h, e INTZ e-Sports x BBHost, às 18h. No domingo, 31 de julho, às 17h, a grande final será disputada pelos vencedores da fase anterior em melhor de cinco mapas. As partidas serão transmitidas ao vivo a partir das 14h nos canais da Ubisoft Brasil no YouTube, Twitch.tv e Azubu.tv, com narração exclusiva de casters brasileiros e participação de convidados especiais.
Para comprar ingressos, os interessados devem acessar AQUI. Além da entrada diária simples, por R$29,90, também está à venda um kit de ingresso e camiseta oficial de Rainbow Six Siege por R$59,90.
Com a febre Pokémon “restaurada” devido ao sucesso de Pokémon GO, diversas maternidades americanas estão confirmando um fato curioso: diversos pais estão colocando o nome de Pokémon em seus filhos!
De acordo com o site Babycenter (uma espécie de catálogo de maternidades), o nome mais popular entre os garotos é o de Ash (com mais de 200 bebês registrados), já do lado das garotas, Eevee e Onys são os mais usados, em 1.377 e 2.184 bebês, respectivamente, como no gráfico abaixo: