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Expansão “Última Resistência” de Tom Clancy’s The Division já está disponível para Xbox One, PlayStation 4 e PC

A Ubisoft anuncia que a expansão “Última Resistência” de Tom Clancy’s The Division já está disponível e pode ser adquirida para Xbox One, PC e PlayStation 4 pelo preço sugerido de R$39. Além disso, jogadores que compraram o season pass do jogo têm direito ao novo conteúdo, que está totalmente em português. O pacote de atualizações 1.6, gratuito, também pode ser baixado por usuários das três plataformas.

Confira também: Tom Clancy’s The Division | Primeiro Gole

Junto com os lançamentos de “Última Resistência” e da atualização 1.6, a Ubisoft inicia um período aberto de testes, em que novos jogadores podem experimentar gratuitamente a versão completa de The Division no Xbox One, no PlayStation 4 e no PC, até o nível 8 do jogo ou até completar seis horas de partida. Após, todo progresso alcançado durante esse período será automaticamente transferido para a campanha daqueles que optarem pela compra de The Division.

Expansão “Última Resistência”

Quando a situação na Zona Cega fugiu totalmente de controle, a Joint Task Force (JTF), grupo que protegia o local, não teve escolha senão deixar a área mais contaminada pelo vírus que está acabando com a cidade de Nova York. Além de muita destruição, ficou para trás uma série de dados tecnológicos e informações operacionais importantes, que estão prestes a parar nas mãos de um grupo de agentes traidores. Em “Última Resistência”, os jogadores precisam formar equipes de oito pessoas em modo PvP (player versus player) e evitar que isso aconteça.

Também faz parte da nova expansão a incursão “Sinal Roubado”, uma missão multiplayer contra o computador em que o jogador enfrentará os violentos Rikers, que invadiram os estúdios de uma emissora de TV e mantém oficiais da JTF como reféns.

Já a atualização gratuita 1.6, lançada junto com a expansão “Última Resistência”, oferece diversos aprimoramentos e conteúdos à experiência de The Division, incluindo a expansão do mapa da Zona Cega com três novas áreas, eventos inéditos em um local subterrâneo, armas exóticas e “lendário”, o nível de dificuldade ideal para os melhores jogadores de The Division.

Mais informações sobre a expansão “Última Resistência”, a atualização 1.6 e o período gratuito de testes de The Division estão disponíveis em https://www.ubisoft.com/pt-BR/game/the-division.

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Hell Girl (Jigoku Shoujo) ganhará nova temporada com 12 episódios

Vem aí a nova temporada de Hell Girl (ou Jigoku Shoujo), intitulada Jigoku Shoujo Yoi no Togi e que estreia em julho no Japão.

Fairy Tail: Dragon Cry | Primeiro trailer é revelado

A obra de Miyuki Etoo terá a quarta temporada animada da franquia e que segundo as informações da edição de abril da revista Nakayoshi (editora Kodansha), o novo anime teria 12 episódios, sendo seis deles, recapitulativos e transmitidos nos canais  MBS, Tokyo MX, Gunma TV, Tochigi TV, e BS11.

A animação vem pelo Studio DEEN, com direção de Takahiro Omori (diretor da primeira temporada do anime) e conta com o elenco:

Mamiko Noto como Ai Enma
Takayuki Sugo como Wanyuudou
Takako Honda como Hone-Onna
Masaya Matsukaze como Ren Ichimoku
Hekiru Shiina como Yamawaro
Kanako Sakai como Kikuri
Misaki Watada como Michiru

Fonte: Anime News Network

 

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BTOOOM! pode ter segunda temporada

O produtor do jogo BTOOM! Online, Masato Hayashi, comentou ao final do lançamento do jogo que, caso o game consiga chegar ao top 5 do Japão, há uma possibilidade para que a franquia ganhe uma nova temporada animada.

Tokyo Ghoul | Anúncio de terceira temporada foi engano de diretor

Baseado no mangá de Junya Inoue, o jogo está disponível gratuitamente para iOS e Android no Japão. Já a primeira temporada do anime, estreou em 2012 e conta com 12 episódios.

BTOOOM! Online (Imagem Divulgação)

Fonte: Blog Is War

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Nova coluna no SUCO! Bem Me Quer Mal Não Quer (BMQMNQ)

Yuno Gasai de Mirai Nikki (Imagem Divulgação)
Yuno Gasai de Mirai Nikki (Imagem Divulgação)

Hey~ Dears!

Tudo bem? Nada bem? Indo de mal a pior?

Pois seus problemas acabaram!

…ou só começaram na verdade.

Mas, calma. Deixando de lado essa introdução maluca (juro que tentei!) e falando um pouquinho sério. Vou me apresentar e a ideia do quadro para ver o que vocês acham, ok? Guentem aí que não vai ser muito longo.

Well, podem me chamar de Tia Megu ou só Megu mesmo. Acrescentei o “tia” ali porque – acho que vocês irão reparar – tenho uma alma meio de velha. Digo no sentido de “antepassada”, “ultrapassada”, como preferirem – até porque tem um monte de velhinha (o) com um pique bem mais novo e jovial que eu. E esse é um nick que já uso há um tempinho, então achei mais fácil manter para criarmos uma intimidade, coisa que vamos precisar daqui pra frente.

“Eu, hein. O que essa louca tá querendo? ”, você se pergunta.

Calma, pequeno gafanhoto. Tudo a seu tempo.

Vim aqui com um humilde propósito: ajudar vocês. Ou tentar, pelo menos rs

Mais interação! 

De verdade, pedi pro Boss B (vulgo #BELLAN) se poderia criar um quadro pra interagir mais com os leitores do site. E eis que ele me deu um “ok, vamos tentar” com um olhar suspeito. Logo, a continuidade daqui irá depender quase que unicamente de vocês – e só as vezes do meu humorzinho, que parece uma entidade que não me pertence.

Ah, sim. Ignorem que nem sou melodramática e sarcástica, ok?

Continuando, o projeto “Bem me quer, mal não quer” não é um quadro de amores não-correspondidos (se bem que também pode ser, cof). A ideia é ir partilhando minha sabedoria divina (-sqn) e fazer matérias com base em temas que vocês sugiram. Dúvidas, questões, desabafos, problemas, amores-não correspondidos, senpais rs. O enfoque é a vida de vocês e de todos os seus nakamas nessa jornada chamada ‘vida’.

E quem sou eu pra dar pitaco nas questões alheia? Eis os motivos que acho que me dão crédito um pouquinho:

  • sou otaku/nerd que nem vocês (ou a maioria);
  • sou meio old school então creio que tenho uma boa base pras coisas (rs);
  • sou chata (e porque isso é válido? porque as vezes precisamos ouvir umas poucas e boas, ter alguém pra puxar a orelha);
  • sou (ou tento ser) o mais imparcial possível (claro, que precisamos nos posicionar, mas o que quero expressar aqui é que evito ter preconceitos, dos mais diversos);
  • enfatizando: sou bem mente aberta;
  • sou uma pessoinha azarada pra caramba (ou seja, tenho certa experiência em desgraça e passar vergonha alheia);
  • e o meu intuito principal é: ajudar vocês!

Claro, de vez em quando pode parecer só uma opinião de uma estranha ou intrometida e tals. Entretanto, queria mesmo que com o tempo pudessem me ver como uma amiga, uma confidente, ou mesmo, uma veterana em desventuras por esse estranho mundo afora.

No mas, espero que possamos nos conhecer melhor com o tempo.

O ‘Bem me quer, mal não quer’ vai ser um espaço de reflexão construído em conjunto com vocês.

Vamos participar?

Eis que, gostaria de pedir temas/situações/questões/problemas/desabafos para as matérias. Deixem seus comentários aqui em baixo, no post do face ou no twitter com a hashtag #bemmequermalnquer (nuss, parece palavrão) ou #BMQMNQ (e agora parece nome de banda de kpop :v).

E é isso por hoje, suckitos!

Deixem suas observações e sugestões, que serão muito bem-vindas!

Kissus da tia Megu

Ps: Não se preocupem que manteremos o sigilo, ok? Não vamos sair divulgando nomes por aí. Confiança em primeiro lugar ;]

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Fairy Tail: Dragon Cry | Primeiro trailer é revelado

Finalmente! O primeiro trailer do longa Fairy Tail: Dragon Cry foi revelado e você confere logo abaixo!

Fairy Tail entra em seu arco final

Fairy Tail: Dragon Cry estreia em 6 de maio, produzido pela A-1 Pictures e que conta na direção o estreante Tatsuna Minamikawa e Shoji Yonemura no roteiro – que também trabalhou na série de TV.

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Resident Evil 7: Biohazard | Família Baker: Ficção vs Realidade

O #BELLAN ainda tá vivendo esse hype todo de Resident Evil 7: Biohazard, e não é por menos: o game está muito bom, agradando até mesmo os fãs mais antigos da franquia.

Demos também um PRIMEIRO GOLE no Resident Evil 7: Biohazard – confira!

Vou tentar me abster ao máximo no que se diz respeito à spoilers. Já estou na minha quarta jogatina – agora no modo Hard – e aposto que muitos de vocês aí, já devem ter jogado pelo menos as demos ou claro, já ter zerado.

Recomendo estes especiais para quem JÁ TENHA TERMINADO O JOGO. Bom, já fica aí o aviso ^^ 

Nesta primeira matéria especial de Resident Evil 7: Biohazard, trago-lhes a icônica família dos Baker, já tão odiada quanto o Nemesis no RE3. E mais, pesquisando um pouquinho nas interwebs, podemos fazer algumas ligações com casos reais e até mesmo uma família “Baker” real, no caso, os Bender!

Apresento-lhes: A Família Baker

No jogo, a família Baker – como dito acima – ocupa aquele lugar que fora antes do Nemesis ou Senhor X, que ao contrário de termos um grande vilão, temos uma família toda e cada um a sua característica.

Eles vivem em Dulvey, interior do estado da Louisiana, Estados Unidos, como uma família de campo qualquer, até que um furacão viesse a mudar a rotina de todos drasticamente. Em meio aos destroços da casa, seu filho mais velho, Lucas, acha um navio naufragado num pântano próximo com dois sobreviventes: Mia Winters (esposa do protagonista Ethan) e uma jovem garotinha, Eveline…

Jack Baker

Jack Baker, 55 anos, foi um Fuzileiro Naval dos Estados Unidos nos anos 80, casando-se com Marguerite e tendo dois filhos: Lucas e Zoe. Em meados dos anos 90, Jack comprou algumas terras e um rancho no interior da Louisiana. Fissurado em Futebol Americano – no jogo é possível ver um pouco de sua coleção – Jack sempre foi reconhecido pela vizinhança como um homem dos bons costumes, dando a melhor educação – e rígida – para seus filhos. 

Marguerite Baker

A mãezona da família, Marguerite Baker, toma conta de uma grande plantação e mantém uma estufa nos arredores do rancho. Tradicional, ela gosta de tratar seus hóspedes o melhor possível.

Lucas Baker

Lucas, o filho mais velho dos Baker, é considerado o “ovelha negra” da família, visto que costuma desobedecer os pais e conta com um temperamento extremamente sadista. Genioso e com grande inteligência, gosta de fazer brincadeiras de certa forma imaturas, mas com grande criatividade e com um “quê” de inventor. 

Zoe Baker

Zoe Baker, a filha mais nova, é simplória e uma filha amável. Sempre pronta para ajudar, ela é quem te auxilia em boa parte da trama para você escapar de algum jeito do cárcere dos Baker. Sabemos também que ela é mestre no stalker né? Parece que ela está sempre nos observando, visto que ela liga pra gente no momento exato que estamos passando pelo telefone… 

Grandma “Vovó” Baker

Pouco se sabe sobre a vovó – e nem mesmo podemos dar um tiro nela durante o jogo! Fato é que no decorrer dos corredores e quartos, acabamos trombando com ela lá… estática, imóvel, praticamente um cadáver. E sim, ela consegue te assustar MESMO parada! 

Apresento-lhes: A Família Bender

Enquanto você está lá jogando Resident Evil 7: Biohazard e achando a família Baker toda macabra, fique sabendo que existiu no século retrasado um grupo familiar assim, ou se não, até mais nefasto que Jack e cia.

Pós a Guerra Civil Americana, a imigração começou a rolar solta pelos Estados Unidos, com a União disponibilizando territórios para colonos que ali gostariam de cultivar terras. Eis que surge uma família alemã, conhecida na época pelos Bender (mais tarde por The Bloody Benders, e você vai entender o porquê), que em 1870 se instauram ali pelo sul do país, no estado de Kansas.

Até então, uma família comum. (Imagem Divulgação)

Os Bender era um grupo de quatro pessoas, com o patriarca John, sua esposa Mary – ambos beirando os 60 anos  – e os filhos ou “filhos”, John Jr. e Kate. Coloquei “filhos” pois, há algumas evidências de que Kate não era filha de John – apenas de Mary – e na verdade, ela seria esposa de John Jr., a não ser que fosse uma relação incestuosa.

Ali na redondeza eles não eram muito bem vistos, na verdade, poucos tinham contato com eles. Uma questão era pelo fato de mal falarem inglês, e a outra é de que John e John Jr. teriam retardos mentais, o que dificultava na relação dos colonos vizinhos. Êta família estranha sô, mas não para por aí…

The Bloody Benders

Conhecidos posteriormente por “The Bloody Benders” ou, Os Sangrentos Bender, e não era por menos, pois são conhecidos como os primeiros psicopatas dos Estados Unidos. O plano consistia no seguinte:

  1. Eles possuíam duas casas, e uma dessas era uma espécie de pousada. Já que naquela época, viajar por aqueles lados era uma longa jornada, muitos viajantes se instauravam ali, já que o local também proporcionava uma área de refeição e restabelecimento de suprimentos.
  2. Eis que muitos que viajaram pela região, davam como desaparecidos depois. E porquê? Os Bender assasinavam os transeuntes, não pelo fato de serem sadistas maníacos, mas por quererem roubar os pertences daqueles que ali passavam.

Uma das estratégias é de que, como Kate era uma hábil cozinheira (além de alegar ser cartomante e curandeira), eram conhecidos por suas guloseimas e que enquanto estavam se deliciando com o alimento, John ou Jr. vinham de supetão e zaz! Cortavam a garganta ou golpeavam a cabeça do hóspede. Logo em seguida, o corpo era levado até o porão e depois, enterrado no jardim – ou pomar (como visto na imagem abaixo).

Investigadores e os sepulcros dos cadáveres feitos pelos Bender (Imagem Divulgação)

Investigação

Do período que se instauraram em Arkansas até meados de 1873, diversas vítimas desapareceram, entre elas Dr. William York, irmão de um senador e policial do estado. É aí que uma grande varredura investigatória se inicia, primeiramente com uma audiência com os donos de propriedade ali da região. Na mesma noite, os Bender nunca mais foram vistos novamente.

Em Resident Evil 7: Biohazard, Mia Winters – até então desaparecida – envia um vídeo no e-mail de Ethan, o protagonista do jogo. O início do jogo tem muito das características originais da família dos Bender, até mesmo nas vítimas desaparecidas como também do que o povoado acha dos Baker, com seus hábitos nada convencionais e a lenda de que a casa está amaldiçoada.

É interessante de como a Capcom trabalhou com seu mais recente episódio da franquia, com um trabalho bem interessante de pesquisa e que vale ressaltar: esta é uma parcela da vasta quantidade de referências dentro do jogo.

Fontes e Referências: Resident Evil, Krump, Biohazard France, Mental Floss, Murderpedia e Wikipedia

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Novo mangá de Takahiro pode estar relacionado com universo de Akame ga Kill

O sexto volume do mangá Akame ga Kill! ZERO, de Kei Toru, revelou que o autor do mangá original de Akame ga Kill, Takahiro, lançará um novo mangá chamado Hinowa ga Yuku! na Monthly Big Gangan, da Square Enix, no final de junho. Strelka será o novo desenhista do mangá.

Filme de Blame! terá adaptação para mangá

Na imagem do anuncio, pode-se ver uma personagem muito parecida com Akame de Akame ga Kill, mas não é especificado se é uma continuação do mangá ou a história se passará no mesmo universo. O texto do anuncio descreve “Unifica o mundo caótico dos senhores da guerra”.

Anúncio de Hinowa ga Yuku! (Imagem Divulgação)

Fonte: Blog Is War

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Monster Trucks | Motor para o meu caminhão

O jovem Tripp (Lucas Till) constrói um monster truck a partir de pedaços de veículos sucateados. O que ele não contava era que o motor de seu novo veículo tivesse vida própria.

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell ganha o segundo trailer

Após um acidente, Tripp descobre um monstro, com talento e gosto por velocidade, que ama se esconder em seu novo carro, como mostra a cena em que ele explica a aventura para sua amiga Meredith (Jane Levy). Esse encontro é o início de uma grande amizade e pode ser a chave de Tripp para a realização de seu sonho de sair da cidade.

O filme é um lançamento da Paramount Pictures e estreou no dia 23 de fevereiro. Com direção de Chris Wedge (“Robôs, A Era do Gelo”), a produção também tem no elenco, Barry Pepper, Amy Ryan, Danny Glover, Thomas Lennon, Holt McCallany e Rob Lowe.

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