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Conheça Silent Hill f, o novo jogo da franquia

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Imagem divulgação.

A Konami Digital Entertainment surpreendeu a todos com o anúncio de Silent Hill f. O novo jogo é ambientado no Japão dos anos 1960. Um novo enredo, um novo mistério, porém com aquele terror de um mundo sombrio e tensão psicológica tradicional.

Confira o trailer de Silent Hill f aqui!

A remota cidade montanhosa de Ebisugaoka abriga a jovem adolescente Shimizu Hinako. Vivendo sua vida comum até que uma densa névoa desce sobre o local. O seu doce lar se transforma em desolação e abandono. Nessa aterrorizante situação, Hinako vai explorar os vestígios espectrais de seu passado, com quebra-cabeças complexos e entidades horripilantes.

A criação de Silent Hill f conta com o produtor do remake de Silent Hill 2, Motoi Okamoto, a colaboração do escritor Ryukishi07, o artista kera e os lendários compositores, Akira Yamaoka e Kensuke Inage.

Ryukishi07 em entrevista comenta sobre a atmosfera da franquia Silent Hill e como ela explora e vivência um coração e mente de uma pessoa. Conhecido pela criação de histórias imersivas que exploram a natureza humana e expectativas sociais, podemos ter uma certeza: Que o novo Silent Hill está em boas mãos.

Juntando-se ao projeto, a renomada ilustradora e designer de monstros kera, conhecida por seu trabalho evocativo em jogos de cartas e design de criaturas. Profundamente inspirada por Silent Hill 2, kera trabalhou incansavelmente para criar uma experiência visual que honra a franquia enquanto a leva em uma nova direção.

O lendário compositor Akira Yamaoka, uma força essencial na série Silent Hill há mais de 25 anos, retorna para compor as trilhas sonoras arrepiantes de Silent Hill f. Responsável pela música do Fog World no jogo, Yamaoka mistura melodias assombrosas enraizadas no horror psicológico característico da franquia, criando uma experiência perturbadora que ressoa tanto com fãs de longa data quanto com novos jogadores.

Acompanhando Akira Yamaoka, o renomado compositor de games Kensuke Inage será responsável pela música do Otherworld no jogo, trazendo um contraste sonoro único entre os dois mundos de Silent Hill f. Kensuke, creditado em mais de 30 títulos de videogame, é reconhecido por sua habilidade distinta em mesclar elementos da música japonesa com estilos contemporâneos.

Após o sucesso do remake de Silent Hill 2, o produtor Motoi Okamoto lidera o projeto com a visão de revitalizar a série através de sua primeira ambientação no Japão. Ele destaca a abordagem única do jogo para o terror, equilibrando os elementos psicológicos tradicionais de Silent Hill com a estética distinta do folclore e do medo japoneses.

Aproveite que você a partir desse momento poderá incluir Silent Hill f a sua lista de desejos no PlayStation 5, Xbox Series X|S ou PC via Steam, Microsoft Store e Epic Games Store.

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Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii | Review

Like a Dragon Pirate Yakuza in Hawaii
Imagem Divulgação

Prepare as velas, comam laranjas e não encharquem a pólvora! A Review de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii ergueu as bandeiras do navio do Suco e ser der mole a onda leva. O recente titulo da franquia Like a Dragon traz o Havaí e a temática de Piratas para incrementar ao enredo de sucesso franquia da SEGA e da Ryu Ga Gotoku Studio.

Então prepare sua mala para viagem ao paraíso de praias, navios piratas e uma nova trama que traz o Cachorro Louco, Majima Goro. Lembrando a todos que poderão ter alguns pequenos spoilers da narrativa porém pode ficar atento a algumas dicas para dar aquela caçada ao tesouro de forma mais eficiente!

Bateu a cabeça? Não tem problema

Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii traz como protagonista o louco Majima Goro, um Yakuza conhecido pela suas insanidades, estirado numa praia sem suas memórias do passado. Nesses momento um garoto chamado Noah, acompanhado de seu “gato” Goro, ajuda o naufrago Majima que já encontra com um bando de piratas arruaceiros.

Mesmo com amnésia, os instintos de Majima estão afiados e logo você bota os piratas para correr. Dessa forma, Majima quer recompensar o garoto, que apresenta uma asma forte e que impede o sonho de explorar o mundo além da ilha que ele vive com o pai que além do alcoolismo bucólico o impede de qualquer ideia de sair de lá.

Majima dessa forma confronta Jason, pai de Noah sobre o futuro do menino, porém os piratas da Ilha Rich, retornam para um segundo embate e assim Majima toma a brilhante ideia de se tonar um capitão de Navio Pirata, carinhosamente chamado de Goromaru, dedicado ao mascote, porque até então Majima ainda não sabe o próprio nome.

Então a exploração aos mares se inicia, com Noah, Goro, Jason e o antigo cozinheiro do Goromaru, Masaru. Você poderá explorar arquipélagos e a cidade de Honolulu, atrás de informações, tripulação, as famosas missões secundárias e mini-jogos clássicos da série. Porém o roteiro da história joga Majima, o sem memória em uma busca de um tesouro perdido, o tesouro de Esperanza.

A Ilha Nele está sendo alvo de uma operação da Yakuza de limpeza de resíduos nucleares ao mesmo tempo que convivem com a população local que é devota a uma antiga crença e religião, os Palekana e seus lideres os Haku. Porém você lembra que “tomou” um navio?

Então, o antigo capitão botou a cabeça do Majima para uma recompensa em Madlantis, uma ilha onde se tornou uma fortaleza pirata com jogos e entretimento, comandados pela Rainha Michele e o Rei dos Piratas, Raymond Law – interpretado por Samoa Joe, lutador de wrestling convidado para participar desse jogo.

Ai você já viu a confusão né sucogamer? Piratas, Yakuza, Um grupo religioso local e um grande tesouro antigo e perdido. É nessa dança que Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii segue o embalo das ondas com muitos inimigos e canhões disparando pela frente.

Like a Dragon Pirate Yakuza in Hawaii
Imagem Divulgação

O Cão dos mares

Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii tem uma bela inovação para a franquia, Majima Goro apresenta apenas dois estilos de luta o Cachorro Louco e o Lobo do Mar. O Cachorro Louco traz o combate corpo a corpo mais característico da franquia, com interações com objetos e sequencias ágeis que mesclam com golpes pesados criando pequenos combos e momentos de batalha.

Enquanto o Lobo dos mares, reflete a fantasia inserida no titulo, com um combate artístico que envolve duas alfanjes de pirata e posteriormente uma pistola e gancho. É bem consistente em controlar vários inimigos ao mesmo tempo, mas cuidado que ele abre muitas brechas então escolha bem a sequencia de ações.

Porém não posso deixar de incluir a evolução que tem ambos. Majima Goro mostra o acervo de combos aéreos em ambos os estilos, abrindo o leque de movimentos e deixando os combates muito divertidos. Claro que ao decorrer do jogo e com o sistema de pontuação pirata e dinheiro, você amplia todos os combos e golpes derivados de ambos criando novas estratégias para os combates.

Porém estamos falando de piratas não é mesmo? Então temos batalhas de navio contra navio. Essas ocorrem nos jogos em Madlantis, o coliseu pirata que traz minijogos de batalha e nas movimentações entre ilhas. O navio comporta um grupo de canhões a bombordo e a estibordo, e canhões frontais. Além disso, Majima pode deixar o leme para utilizar esses canhões ou mesmo usar um lança-míssil nos inimigos.

Contudo você também deve tomar cuidado com o estado do navio e saúde da tripulação, transformando a batalha entre navios em um adicional de estratégia. Você pode levantar um aliado que foi incapacitado, dar uma ação de recuperação do navio ou de proteção com uma nuvem de fumaça, e se alguma condição como congelamento ou envenenamento atingiu o convés, você deve limpar ela antes de continuar atirando.

Em alguns casos, a batalha de navios traz um esquadrão e uma embarcação chefe que ao final de sua vida, você e sua tripulação deverá invadir e lutar contra a outra tripulação. Outra forma de batalha é incluída com a vinda dos Piratas do Diabo aonde você e sua tripulação enfrenta 100 inimigos ao mesmo tempo.

Like a Dragon Pirate Yakuza in Hawaii
Imagem Divulgação

Majima D. Luffy

Já que falamos sobre os barcos, uma das formas de exploração é a entre ilhas. Ao leme do Goromaru você poderá velejar pelo arquipélago havaiano enfrentar piratas e encontrar ilha de tesouros, eles além de dar dinheiro dá reputação pirata. Essa reputação tem um ranque até 5 estrelas e você deverá subir para poder prosseguir na história e até mesmo para ter mais tripulação.

Dentre os tesouros você vai querer encontrar os anéis, eles dão o Majima atributos como ataque e defesa e resistências paras as batalhas. Dito isso, tem um em especial que você libera pegando um bonde, que é uma mão na roda para a exploração em Honolulu. Dica dada, fique atento em lojas e missões e no ambiente que tem baús de tesouro escondidos por ai.

Voltando a navegação, o Goromaru tem um sistema de aceleração que ajuda em águas calmas, porém você vai quere usar as correntes de vento que aceleram o navio ao seu rumo. As áreas de farol são zonas seguras e que você pode retornar diretamente nelas, não precisando fazer a travessia inteira. Ao decorrer da histórias os mapa do arquipélago se expande com novos desafios de ilha, que traz o clássico dungeon raid da franquia.

E com a vinda dos Piratas do Diabo, você poderá se aprofundar em desafios atrás de instrumentos musicais sombrios que servem como ações especiais para o estilo Lobo do Mar com a barra de cólera cheia. Já que no estilo Cachorro Louco você cria as ilusões do Majima para combater os inimigos.

Like a Dragon Pirate Yakuza in Hawaii
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Nada como um Blue Hawaiian no pôr do sol

Se algo me prendeu por alguns minutos no Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii foi a qualidade que a equipe da Ryu Ga Gotoku Studio fez com a água do jogo. Sério, tanto na praia como em alto mar, eu sentia um realismo e toda a física, com ondas, nado, até mesmo noção de profundidade. Espetacular ao ponto de eu ficar esperando um Cthulu em alto mar dando oi para o Goromaru.

Outra ponto importante e isso se aplica na questão dos encontros com inimigos do mapa é como criaram uma fluidez entre o ambiente e o combate. Claro que existe algumas zonas de limitação, mas do resto é um combate aberto que interage com as pessoas passando parando para assistir ou correndo de medo e no final de tudo não tem um reboot de ação da área.

Os NPC voltam a sua rotina, os carros parados voltam ao seu movimento normal, e você para sua exploração que foi interrompida. Quando se trata de uma missão, o pós batalha tem um carregamento para dar continuidade a ela, mas do resto não. O cenário destruído continua destruído até você sair a uma distancia considerável da área.

Também na exploração você tem um sistema de rede social que você interage com a população de Honululu e até animais. Você também tem toda a customização do Majima, a tripulação que você recruta a bordo do Goromaru e até mesmo salvar animais e cuidar deles na ilha que você iniciou, eles sempre darão uma recompensa ao cuidar deles. Claro que não poderia falar que Goro, o nosso “gato”, te ajuda nas brigas e também traz presentes de tempos e tempos.

Dessa forma, eu trago outro ponto positivo do empenho de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii, a caracterização dos NPCs. As feições não estão limitadas apenas para personagens orientais, a maioria são modelagens de turistas e havaianos que estão muito bem feitas.

Dito isso, algo que me fez explorar mais e mais as lojas é o sistema de rádio do jogo, você compra CD com trilhas icônicas da SEGA e pode montar uma playlist para tocar durante sua exploração. Desde Daytona U.S.A a Baka Mitai você poderá esbaldar nos títulos e também jogar alguns deles nos arcades e no seu Master System.

Eu vejo que estilo de luta do Majima Goro em Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii traz uma leveza que serve como um teste e poderá estar presente no próximo Virtua Fighter, que está na mãos da Ryu Go Gotoru Studios. E não duvido que o Majima Goro seja até um personagem do novo jogo viu? Ou será apenas uma história de pescador minha?

Like a Dragon Pirate Yakuza in Hawaii
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Um ‘X’ no mapa do tesouro

Enfim Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii se comporta muito bem como um jogo que agrega a franquia, até mesmo que pelo roteiro e história ele é direto e rápido. Se você for um caçados de desafios, prepare-se para horas e horas pois tem Shogi, koi-koi e mahjong, e os outros mini-jogos que dão charme a franquia e a exploração.

Para os fãs de Like a Dragon, imagino que todos queriam um titulo focando Majima Goro e sua loucura. Mesmo com o personagem já na casa dos 50 anos e para quem vai começar na franquia, ele é carismático da sua forma, a amnésia foi uma bela ideia para o roteiro e a jogabilidade ótima, por mais que a navegação e batalhas de navio parecem ser engessadas, eu pessoalmente gosto da forma que foram feitas e apresentadas.

Então meu caro Sucogamer, esse foi o tesouro que Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii trouxe para nós jovens marujos que vão explorar esse capitulo da saga e a busca do Tesouro perdido de Esperanza, e não venha com desculpas carcomidas de não entender o mapa do tesouro porque  tem localização das legendas e interface em Português Brasileiro! Agradeço a SEGA pela oportunidade de velejar nessa aventura! AYE!

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Luís Mariutti e Dick Siebert são os convidados do terceiro episódio do Podcast do Bangers Open Air

O terceiro episódio do podcast oficial do Bangers Open Air Brasil contou com a participação de dois renomados baixistas da cena metal brasileira: Luis Mariutti (ex-Angra, Shaman, e atualmente nas bandas Sinistra e Ready To Be Hated) e Dick Siebert (Korzus).

Durante o bate-papo, Mariutti recordou fatos dos anos 80, como a troca de fitas demo e cartas entre fãs e artistas, enquanto Dick, além de baixista, compartilhou sua experiência na criação de arte de backdrops para várias bandas brasileiras. Mariutti também revelou que participará de algumas atrações do festival, incluindo uma participação especial na banda tributo a Ronnie James Dio, Gloria Perpetua.

Os ingressos estão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso. Modalidades e setores estão disponíveis AQUI.

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Thiago Bianchi participa do segundo episódio do Podcast do Bangers Open Air

No segundo episódio do podcast oficial do Bangers Open Air Brasil, Bruno Sutter recebeu Thiago Bianchi, vocalista da banda Ready To Be Hated, que se apresentará no dia 4 de maio. Durante a conversa, Bianchi comentou sobre a nova geração de bandas que estão surgindo e a contribuição do festival para o crescimento delas no cenário nacional.

Além dos shows, o Bangers Open Air oferecerá uma experiência completa com Feira Geek, Feira de Tattoo, diversidade gastronômica, lounges premium, Espaço Kids e merchandising variado do festival e das bandas participantes.

Os ingressos estão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso. Modalidades e setores estão disponíveis AQUI.

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Bianca Alencar empresta sua voz para Dahyun do TWICE romance que chega aos cinemas

a menina dos meus olhos
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Prepare o seu coração, galera dos k-dramas! A voz por trás de personagens icônicos como Mabel Pines (Gravity Falls) e Twilight Sparkle (My Little Pony) agora dá vida à nossa querida Dahyun do TWICE no filme “A Menina dos Meus Olhos”, que chega às telonas brasileiras NESTA QUINTA (13)!

Once + Fãs de dramas coreanos = Match perfeito!

Se você é fã de K-pop ou está sempre maratonando k-dramas na Netflix, essa notícia é para você! A dubladora Bianca Alencar, que já acumula mais de 6 milhões de seguidores nas redes sociais, está realizando um sonho ao dublar Kim Da-hyun, uma das integrantes mais carismáticas do grupo TWICE.

“É um grande prazer fazer parte de projetos como esse e continuar meus sonhos. Dublar para Kim Da-hyun, que faz parte de um dos meus grupos femininos favoritos, é simplesmente incrível”, compartilhou Bianca, que não esconde ser fã da cultura asiática.

Um romance que promete todas as feels!

O filme sul-coreano “A Menina dos Meus Olhos” é uma refilmagem do sucesso taiwanês de 2011 e traz uma trama clássica que todo amante de shoujo vai reconhecer: um grupo de amigos de uma escola particular que estão todos apaixonados pela mesma garota popular, Sun-ah (interpretada por Dahyun).

Quem também está no elenco é Jinyoung (ex-B1A4), que interpreta o único garoto do grupo que jura não estar caído de amores pela protagonista. Mas será mesmo? 👀 A direção fica por conta de Cho Young-Myoung, com roteiro assinado por ele e Giddens Ko, autor da obra original.

Onde assistir ao drama coreano nos cinemas

O filme produzido pelo Studio Take estará disponível nas principais redes de cinema do país, incluindo Cinemark, UCI Cinemas, Cinesystem, Grupo Cine Cinema, Uniplex, Cine Show, Cine Araujo, Kinoplex e Cinesercla.

Bianca e sua jornada pela cultura asiática

Esta não é a primeira vez que Bianca dubla produções asiáticas. Antes disso, ela já havia emprestado sua voz para Kim You-Jung nos dramas “Meu Demônio Favorito” e “A Garota do Século 20”, ambos disponíveis na Netflix.

No ano passado, a dubladora realizou um sonho antigo ao visitar a Coreia do Sul, onde conheceu locais icônicos como o riacho Cheonggyecheon e a estátua do drama “O Rei Eterno” — experiência digna de um episódio de anime onde o protagonista finalmente chega ao destino tão sonhado!

Com 19 anos de carreira e um currículo impressionante, Bianca Alencar continua conquistando os fãs da cultura pop com seu talento. É como dizem por aí: ela não é apenas uma dubladora, é praticamente um portal de voz entre o Brasil e a Ásia!

E aí, já marcou na agenda para assistir “A Menina dos Meus Olhos” nos cinemas? Compartilhe sua empolgação nos comentários!

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BGS 2025 oferece até 10% de desconto em ingressos durante o Mês do Consumidor

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Foto: @sucodm / @soket13

A Brasil Game Show 2025 está se aproximando e os fãs de games já podem garantir presença no maior evento de jogos da América Latina com descontos especiais.

Entre os dias 7 e 31 de março, os ingressos para a 16ª edição da BGS estarão com preços reduzidos em comemoração ao Mês do Consumidor. O evento acontece entre os dias 9 e 12 de outubro, em seu novo local, o Distrito Anhembi, em São Paulo.

Descontos e condições especiais

Durante a promoção, os ingressos podem ser adquiridos com os seguintes descontos:

  • De 7 a 15 de março: 10% de desconto ao utilizar o cupom SEMANADOCONSUMIDOR.
  • De 16 a 31 de março: 5% de desconto com o cupom MESDOCONSUMIDOR.

Os preços promocionais começam a partir de R$ 111,60 para ingresso individual, incluindo a meia-entrada solidária, que oferece 50% de desconto mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.

Os ingressos podem ser adquiridos no site oficial da BGS.

O que esperar da BGS 2025

Este ano, a Brasil Game Show marca o início de uma nova fase, com um espaço maior e novidades para os visitantes. A feira reunirá grandes marcas do setor, atrações inéditas e conteúdos exclusivos para os fãs de games.

A organização da BGS divulgará mais detalhes sobre expositores, convidados e ativações especiais nos próximos meses. Para acompanhar todas as atualizações, siga as redes sociais oficiais do evento.

Serviço – BGS 2025

  • Data: 9 a 12 de outubro de 2025
  • Local: Distrito Anhembi, São Paulo
  • Ingressos: Disponíveis no site oficial com descontos especiais até 31 de março.

Aproveite a promoção do Mês do Consumidor e garanta seu ingresso para a maior feira de games da América Latina!

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The Last Of Us | Relembre as cenas mais impactantes da primeira temporada

The Last of Us
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A primeira temporada de THE LAST OF US levou os espectadores a uma jornada intensa e emocionante por um mundo devastado, explorando os limites da humanidade, do amor, da perda e do sacrifício. Com previsão de estreia da segunda temporada para 13 de abril na Max, este é o momento ideal para relembrar as cenas mais marcantes que deixaram uma forte impressão no público.

CUIDADO! ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS!!

A morte de Sarah (Episódio 1)

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O impactante prólogo da série, que retrata a trágica perda de Sarah (Nico Parker), filha de Joel, estabelece o tom emocional para toda a temporada. Esse momento foi essencial para construir a profundidade do personagem de Joel (Pedro Pascal) e sua luta para sobreviver nesse novo mundo.

O sacrifício de Tess (Episódio 2)

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Para garantir a fuga de Joel e Ellie (Bella Ramsey), Tess (Anna Torv) se sacrifica em uma cena carregada de tensão e emoção, marcando o primeiro grande ponto de virada na relação entre os dois protagonistas.

A história de Bill e Frank (Episódio 3)

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Um episódio que emocionou ao trazer ternura em meio ao caos. A história de amor entre Bill (Nick Offerman) e Frank (Murray Bartlett) ofereceu uma visão íntima e comovente sobre como o amor pode florescer, mesmo nas circunstâncias mais desesperadoras.

O ataque dos estaladores no museu (Episódio 5)

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Esse momento elevou a tensão ao máximo, com Joel e Ellie enfrentando de perto os aterrorizantes estaladores (“Clickers”, em inglês). A cena deixou os espectadores apreensivos, ressaltando a brutalidade desse mundo devastado.

O primeiro beijo de Ellie e Riley (Episódio 7)

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Uma cena doce e dolorosa que revelou um lado vulnerável de Ellie. Seu primeiro beijo com Riley (Storm Reid) foi um momento de inocência e emoção, em um mundo que já lhes tirou tanto, adicionando novas camadas à personagem.

A confrontação final com David (Episódio 8)

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Ellie encara David (Scott Shepherd) em uma brutal confrontação que evidencia sua força e determinação, deixando os espectadores ansiosos. A cena marcou a evolução de Ellie como lutadora em um mundo implacável.

A decisão de Joel (Episódio 9)

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O controverso desfecho da temporada deu muito o que falar. A decisão de Joel de salvar Ellie, colocando em risco a possibilidade de uma cura para a humanidade, levanta questões éticas profundas sobre amor, sacrifício e egoísmo.


Cada um desses momentos foi cuidadosamente construído para impactar emocionalmente o espectador e mantê-lo em suspense. A primeira temporada de THE LAST OF US se tornou um verdadeiro fenômeno, não apenas por sua fidelidade ao videogame, mas também pelo roteiro ousado, pelos personagens complexos e pelas atuações marcantes.

ASSISTA AGORA NA MAX

Com a chegada da segunda temporada, os fãs podem se preparar para mais momentos inesquecíveis ao lado de Joel e Ellie. Que sacrifícios eles estarão dispostos a fazer para sobreviver? O que o futuro lhes reserva em um mundo tão implacável?

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Mei Mei planeja abertura de 15 franquias por ano

Mei Mei
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2024 se tornou um marco na história da Mei Mei – rede de franquias especializada na culinária asiática. Afinal, a companhia passou por uma verdadeira revolução em todas as áreas do negócio devido a uma reestruturação completa. Agora, está sob o comando do novo sócio e CEO da marca, Marcelo Cordovil, que chegou à companhia com uma bagagem de mais de 10 anos de atuação no franchising.

De acordo com Cordovil, cada um dos setores da franqueadora passou por um processo de reestruturação, que levou a rede a um nível superior de excelência na padronização das quase 40 franquias da rede:

Tenho consciência e total confiança de que temos um negócio com um potencial enorme de crescimento, além de um mercado inteiro a ser explorado. Até o início do segundo semestre de 2024, mesmo com uma gestão mais familiar, nossa rede já era uma das maiores consumidoras de salmão, com um volume de R$ 17 milhões por ano. Após toda a reestruturação, que segue em execução, certamente conseguiremos explorar de forma mais eficaz todas as nossas capacidades e ganharemos força para expandir por todo o país, garantir mais qualidade nos produtos e no atendimento aos nossos clientes

O novo CEO da Mei Mei afirma que o objetivo é preparar a rede para abrir cerca de 15 unidades franqueadas por ano. Atualmente, a marca está presente na capital, região metropolitana, litoral e ABC paulista. Ele explica:

Para que a expansão aconteça de maneira sólida e possamos ter um bom acompanhamento da operação, visando a padronização e qualidade no atendimento e no produto servido, vamos priorizar a estratégia do crescimento em espiral. Dessa forma, devemos chegar a 2030 com mais de 100 unidades em pleno funcionamento.

Assim, além da expansão pela própria cidade de São Paulo, com a entrada da marca em centros de compras mais expressivos e referência em suas localizações, a Mei Mei também deve ganhar presença em cidades do interior do estado de São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

Para que os planos possam ser executados conforme idealizado, o time da franqueadora vem ganhando, gradativamente, reforços de peso. Ao todo, cerca de 10 executivos passam a fazer parte da equipe em posições estratégicas nessa primeira fase da reestruturação da empresa. Cordovil conta:

Outra importante meta, além de profissionalizar a gestão e os processos de toda a rede, é desenvolver um trabalho completo relacionado às nossas pessoas. Acredito que uma empresa só cresce e se desenvolve quando cuida dos seus colaboradores. Por isso, estamos planejando com atenção e cuidado todas as ações que levaremos às nossas equipes para que seja possível transformar essas vidas de forma realmente positiva

A franquia Mei Mei 

Criada em 1991 para servir comida asiática, a Mei Mei iniciou o processo de expansão por franquias no ano de 2008. Atualmente, são 40 franquias em operação, presentes nas cidades de São Paulo, São Caetano do Sul, Praia Grande, São José dos Campos, Itaquaquecetuba, Mogi das Cruzes e Suzano, todas localizadas no estado de São Paulo.

Os restaurantes da marca operam em espaços com tamanho médio de 40m², que se destacam por servir grandes sucessos da culinária asiática, que ficam dispostos em um buffet que enche os olhos de quem passa pelas praças de alimentação dos shoppings centers das cidades. Além da ampla variedade de opções e sabores, a Mei Mei leva aos seus clientes, como vantagem adicional, a possibilidade de montar pratos diferenciados, apenas com os itens que cada um mais gosta. São mais de 30 tipos de sushis, como niguiris, hot rolls, hossomakis, uramakis, jyos, além de pratos quentes, como o delicioso yakissoba – um dos carros chefes da casa – frango xadrez, entre outras opções. Os restaurantes contam, ainda, com um menu muito rico, composto por delícias como temakis e pokes, para quem preferir degustar opções mais saudáveis.

O investimento para abertura de uma franquia Mei Mei é de aproximadamente R$ 1 milhão. O retorno do investimento acontece no período entre 30 e 48 meses. O faturamento mensal alcançado pelas operações é de R$ 250 mil. São necessários, aproximadamente, 15 colaboradores para o desenvolvimento das atividades.

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