Marvel – Os Defensores, que estreia mundialmente em 18 de agosto de 2017, às 4:01 da manhã, horário de Brasília, traz Matt Murdock/Daredevil (Charlie Cox), Jessica Jones (Krysten Ritter), Luke Cage (Mike Colter) e Danny Rand/Iron Fist (Finn Jones), um quarteto de heróis singulares com um objetivo comum – salvar a cidade de Nova York. Esta é a história de quatro figuras solitárias, com o peso de seus desafios pessoais, que percebem que podem justamente serem mais fortes juntos.
A série segue os lançamentos de Marvel – Demolidor, Marvel – Jessica Jones, Marvel – Luke Cage e Marvel – Punho de Ferro.
Marvel – Os Defensores é estrelada por Charlie Cox, (Matt Murdock/ Demolidor), Krysten Ritter (Jessica Jones), Mike Colter (Luke Cage) e Finn Jones (Danny Rand/ Punho de Ferro). também no elenco estão a atriz indicada ao Oscar®, Sigourney Weaver (Alexandra), Elodie Yung (Elektra), Scott Glenn (Stick), Deborah Ann Woll (Karen Page), Elden Henson (Foggy Nelson), Carrie-Anne Moss (Jeri Hogarth), Rachael Taylor (Trish Walker), Eka Darville (Malcolm Ducasse), Simone Missick (Misty Knight) e Jessica Henwick (Colleen Wing).
Marvel – Os Defensores tem produção executiva de Marco Ramirez e Doug Petrie com Jeph Loeb, da Marvel TV. A série é produzida pela Marvel Television em associação com ABC Studios para a Netflix.
Na última terça-feira (02) ocorreu a coletiva aberta com os atores Tom Holland e Laura Harrier, organizada pelo Omelete em conjunto com a Sony. Ambos foram muito saudosos e receptivos com todo o carinho dos fãs brasileiros, que tiveram a oportunidade de presenciar um bate-papo bem descontraído com a dupla, sob comando de Érico Borgo. E nós do SUCO, é claro, não poderíamos deixar passar a oportunidade de contar como foi para vocês em primeira mão.
Os dois atores estão em turnê para divulgar o filme Homem-Aranha – De Volta ao Lar, que estreia no Brasil dia 6 de julho. Para honra e alegria da galera, nossa terrinha tupiniquim foi a primeira parada. Eis que tratamos de deixar a melhor das impressões.
Os astros foram recebidos no Auditório Ibirapuera concebido pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer. Diferente da coletiva de imprensa no período da manhã, o edifício durante a noite estava iluminado e contou com a presença de vários fãs. Horas antes, já era possível ver a fila de devotos dando a volta na entrada – todos devidamente caracterizados.
Do lado de dentro, no saguão estavam montados vários painéis, com direito a torre Star… – Digo, dos Vingadores e tudo! Além disso, também estavam a venda itens exclusivos do filmes pela Piticas. A fila para entrar no auditório propriamente dito então, nem se fala! Eram geeks e nerdzinhos que não acabava mais.
Agora falando sério, a infraestrutura e organização do evento estava demais. Depois de todo mundo sentadinho, o pessoal do Omelete veio dar o ar da graça. Já não bastava a ansiedade geral dos fãs, eles ainda vieram jogar mais lenha na fogueira. A Aline, o Borgo e o Bruno contaram um pouquinho das expectativas deles e suas respectivas experiências com o nosso super-herói aranhudo.
A Aline desabafou que quando foi visitar os settings de filmagem de “Capitão América: Guerra Civil” acabou vendo um storyboard mencionando o Homem-Aranha, só que não podia contar para ninguém! Ai, ai. Guenta coração, ontem foi o dia que ela pôde botar para fora o segredo guardado por meses. Já o Borgo falou que esperava há tempos um Homem-Aranha mais garotão, todo nerd, bobão e atrapalhado que a gente gosta. Afinal, muitos cresceram lendo e vendo o Homem-Aranha se constituir herói. E, agora com os filmes, esperamos que ainda muitos mais dessa nova geração também confiram essa saga que é a história de Peter Park e obra do grande mestre Stan Lee.
É alta a expectativa em torno do filme. Ainda mais quando a Marvel deu um jeitinho de adaptar uma das linhas do multiverso para a atual que segue os filmes dos Vingadores – que nos quadrinhos segue um enredo um tanto quanto diferente. Agora, voltemos ao evento.
Na espera angustiante da presença dos atores e intensificada pela fala dos omeleteiros, eles resolveram piorar ainda mais a situação. Pois é, um concurso cosplay de última hora aconteceu. Mas, vai. Todo mundo adorou, porque homem-aranha e brasileiro tinha que ser uma mistura criativa e simpática – o que todos os quatro participantes eram. Escolhidos por voto popular, restaram dois finalistas que depois foram elencados pelo próprio Tom, que mais uma vez deixou nas mãos do juri popular. Por fim, venceu o mais simpático – apesar do outro até ter dado pirueta.
Da entrevista per se, os atores começaram dizendo como mal haviam chegado no Brasil e já estavam adorando, que ficaram muito felizes com a recepção e apoio dos fãs. Ademais, falaram que experimentaram um prato com formigas e Borgo logo esclareceu que isso não é comum por aqui. Tom brincou que se fossem aranhas não conseguiria comer e emendou que tem medo delas – mas que precisou segurar uma tarântula e que foi corajoso de sua parte. Detalhe que Tom revelou ser fã do Homem-Formiga – vai ver por isso se interessou pelo prato exótico?
Ambos também contaram como foram suas audições e a descoberta da escalação para o papel. Tom disse que foi um processo bem sofrido e que descobriu pelo Instagram, que seu irmão até brincou que haviam hackeado a conta da empresa pois não acreditava ser verdade – o astro falou que só ligaram 20 minutos depois que publicaram. Laura comentou que a sua audição nem se compara a de Tom, mas que também foram semanas de angústia antes de descobrir que conseguira o papel.
Além disso, o ator confessou ter lido todos os quadrinhos e como achou o máximo trabalhar com a equipe dos Vingadores. Ele falou que aprendeu muito, que todos o recepcionaram super bem e que era extremamente grato pela oportunidade.
Ele e Laura ainda comentaram sobre um incidente bem engraçado no setting, onde a mãe dela fora visitá-la bem no dia e na hora em que estavam filmando uma cena de onde ela caia de um lugar alto. Eis que, a mãe dela não sabiam que estavam filmando e que era uma cena. Passado o susto, os dois lembraram da reação dela com sorrisos.
E aí? São ou não são uns amorzinhos?
Bem, o SUCO deseja tudo de bom e muito sucesso para esses dois e todo o elenco do filme. E que venha dia 6! Vamos esperar ansiosamente pela estreia.
A CCXP – Comic Con Experience 2017 acontece entre 7 e 10 de dezembro no São Paulo Expo, e espera mais de 400 artistas em seu Artists’ Alley para divulgar e lançar trabalhos no coração da CCXP. Para se inscrever, CLIQUE AQUI.
O Artists’ Alley é a área mais tradicional de uma comic con, é o espaço dedicado à interação entre fãs e quadrinistas, tanto independentes quanto aqueles que trabalham para as grandes editoras brasileiras e estrangeiras, incluídos aí roteiristas, desenhistas, arte-finalistas e coloristas. É nesse espaço que os artistas apresentam e vendem pôsteres, sketchbooks, artes originais e outros itens. Trata-se de uma área que está relacionada com o início das comic cons, que surgiram no final da década de 1960 como eventos que reuniam fãs e profissionais de quadrinhos e que, com o tempo, evoluíram para abranger outras áreas do mundo pop.
Crescimento exponencial
O Artists’ Alley está presente na CCXP desde a primeira edição. Em 2014, reuniu 215 quadrinistas nos quatro dias de evento, ultrapassando a San Diego Comic Con 2014 em quantidade de expositores. Em 2015 foram mais de 265 artistas e em 2016 essa área cresceu novamente, passando a 336 mesas, suficientes para acomodar os 460 quadrinistas – no mesmo ano, a San Diego Comic Con registrou 177 artistas em seu Artists’ Alley e a New York Comic Con teve 470 artistas. Assim o Artists’ Alley da CCXP se solidifica como o maior da América Latina e um dos maiores do mundo, além de ser uma das áreas mais concorridas do evento.
No último domingo (30), aconteceu na cidade de Piracicaba/SP, a 19º edição do Pira Anime Fest, com a presença de Gordox, Diana Zambrozuski, Flavia Sayuri, Morimura e Fernando Pagani. Registramos os diversos cosplayers que lá estiveram, confira logo abaixo!
Segundo as informações da Monthly Shonen Magazine (Editora Kodansha), Noragami (Stray God) não tem previsão de retorno e não se sabe quem da dupla Adachitoka está doente. Vale lembrar que o capítulo 75 do mangá não fora publicado no mês passado também, mas na época, o motivo não havia sido revelado.
Resta esperar pelo retorno e bom estado de saúde da dupla!
Capas do primeiro volume lançado pela Editora Panini no Brasil.
Sinopse: A história começa por Yato, um deus menor cujo sonho é ter milhões de seguidores. Infelizmente, seu sonho está longe de se tornar realidade, visto que sequer tem um santuário dedicado ao seu nome e se encontra sem nenhum Instrumento Divino, depois que seu último se demitiu após 3 meses de parceria. Neste cenário, Yato se depara com Hiyori, uma garota que secretamente é fã de artes marciais. Em seu primeiro encontro com ela, Yato é “salvo” quando Hiyori impede que ele seja atingindo por um caminhão, mas ela é atingida em seu lugar. A partir desse momento, Hiyori se encontra entre dois mundos. O que acontecerá?
Mantendo a autenticidade que nasceu com o dueto em 2007, o GLIM SPANKY, constituído pelo vocal intenso de Remi Matsuo e os riffs pesados e orientados de Hiroki Kamemoto, edifica para além dos holofotes o melhor do blues-rock, tornando-se por assim dizer um dos melhores duos do Japão.
Você deve ter se perguntado: O que é esse subtítulo louco? E qual a relação entre os nomes citados? E eu lhe respondo: Não, Janis Joplin não retornou dos mortos e a relação é plausível, portanto, eu explicarei.
No Japão, a cantora Remi Matsuo é conhecida como o “Retorno de Janis Joplin” devido as suas habilidades vocais serem “quase” idênticas as da Pearl (apelido de Janis Joplin), além disso, a moça junto de seu parceiro musical fez um vídeo ao estilo jam session ao qual interpretaram a canção MOVE OVER, de Janis Joplin.
Percebe-se que a moça realmente merece a alcunha no que se refere ao vocal, afinal, a mesma rouquidão que a rainha do rock and roll possuía, faz-se presente em Remi Matsuo, por outro lado, os riffs de Hiroki Kamemoto não deixam a desejar de maneira nenhuma e é assim também em DUMMY ROCK & BLUES
Novamente com o jam session, o GLIM SPANKY enche o estúdio com um blues-rock recheado de riffs, grooves e percussões, bem como, o vocal intenso que é a marca de Remi Matsuo.
Hiroki Kamemoto: a outra metade do GLIM SPANKY
Não é preciso nem salientar que o rapaz de apenas 27 anos domine tão bem as principais técnicas de guitarra que como resultado, propicia ao GLIM SPANKY a pegada do rock e do blues, tal qual outra de suas influências, isto é, a semelhante síntese musical que o The White Stripes construiu e que Hiroki Kamemoto ao lado de Remi Matsuo tiraram inspiração para SHOUSOU.
Autêntico até os dias de hoje, o dueto com fortes influências de gênero e cantores ainda mantêm todas as características que lhe foram atribuídas e conquistadas, por exemplo, o blues-rock que está presente na alma do GLIM SPANKY rendeu canções que serviram de tema para os filmes ONE PIECE: GOLD, TAG e a animação de Kyoukai no Rinne.
Em conclusão, o dueto realiza o que poucas bandas ainda fazem, quer dizer, mantêm-se fieis ao gênero que escolheram e por mais que pensemos que eles estão sendo limitados, conclui-se que é um pequeno erro levar isso em consideração, já que Remi Matsuo e Hiroki Kamemoto apresentam um trabalho que como citei: “para além dos holofotes”, mas que sempre está de acordo com o que GLIM SPANKY faz.
Smokin’ Parade é outra série da dupla Jinsei Kataoka (história) e Kazuma Kondou (arte) e segue a história do protagonista Kakujou Youkou. Em um mundo onde a medicina está deveras evoluída e é possível fazer transplante de órgãos, a principal empresa que domina ramo é a Ame no Tori (Rain of Birds ou Chuva de Pássaros) – que domina 60% do ramo mundial e promete fazer transplante de qualquer órgão.
A história começa com Youkou nos contando que tudo começou quando, ironicamente, ele morreu. A irmã de Youkou, Mirai Kakujou, que recentemente fez um transplante de pernas, está preparando uma surpresa para o seu estimado irmão. Eis que, na verdade, os implantes da Ame no Tori não são 100% perfeitos e infalíveis como afirmam. Na realidade, parte deles gera um tipo de reação na qual transformam seus pacientes em monstros – com cabeças de bichos de pelúcia – que são denominados de Spiders (aranhas). E, como todo protagonista sortudo, Youkou é atacado no dia de seu próprio aniversário de 15 anos pela irmã transformada.
Então, prestes a morrer, ele é “salvo” pela Jackalope – uma divisão especial criada para eliminar esses monstros, basicamente, uma organização anti-Spider. Digo, “salvo” pois os mesmos não sabiam que ainda havia um sobrevivente no local. Youkou assiste Mirai (ou o que sobrou da irmã) ser morta pela Jackalope e, no entanto, ainda tenta protegê-la. A priori, o grupo é composto de três indivíduos, que remetem à demônios – por causa dos chifres e suas próteses mecânicas com armas de combate, os Gears.
Por fim, o ruivinho acaba sendo convidado para se juntar a Jackalope, recusando-se. Ele opta por pegar partes mecânicas mais simples e seguir com sua vida. Entretanto, acaba presenciando novos ataques de Spiders. Uma coisa leva a outra e ele é novamente salvo, mas também salva o dia, juntando-se a trupe mecânica. A série segue a partir daí.
Da Obra
O mangá está em andamento e é publicado pela Monthy Shonen Ace da Kadokawa Shoten e, diferente de outras revistas, ela tem um público mais específico – tendo publicado títulos como Eureka Seven, Deadman Wonderland, FateStay Night, Mirai Nikki, Samurai Champloo, Blood+, dentre outros.
Simbolismos
Vou começar falando de algo que achei bem simbólico. Curiosamente, ‘mirai’ significa ‘futuro’ em japonês; assim como ‘youkou’ é uma variação de ‘youkai’ que é ‘monstro’ ou ‘demônio’. (Aqui não tenho certeza se são os mesmos kanjis, mas achei bem simbólico comentar.) Não obstante, ele logo de cara fala que tudo começou quando ele ‘morreu’. Pode parecer uma sopinha de palavras, porém, acredito que tenha alguma trama por trás disso. Não me parece uma escolha tão aleatória assim.
Ademais, dê cara percebemos que ele não é nem de longe um personagem típico. Muito menos para protagonista, o que cria certa estranheza – ao invés do sentimento de identificação e vínculo. É difícil entender o que ele pensa e, mais ainda, o que sente. Youkou tem uma maneira bem particular de agir e pensar. Além disso, é marcante como o personagem segue fielmente suas próprias regras de conduta e como elas são de suma importância para si – vulgo “regras da família Kakujou”, que ele mesmo criou.
O que torna alguém humano?
Uma questão que particularmente me intrigou é o fato dele ser bem apegado ao que é ‘humano’, ao ser humano. Tanto que o embate ‘monstro’ e ‘humano’ é levantado repetidas vezes. O que confere a condição de humanidade à alguém? E o que seria um monstro? Tais perguntas são ainda mais enfatizadas quando ele entra na Jackalope e conhece os demais personagens ou em sua luta com os Spiders. Uma passagem também alarmante é a (possível mãe) mulher que tenta matá-lo ainda quando criança e o chama de monstro. (Mais alguém ficou com a pulga atrás da orelha?)
Para encerrar, queria deixar a provocação: o que torna alguém humano?
Bom, com base no que lemos até agora, a série é só elogios. Quem curte sci-fi, steampunk, ação, drama e um bom mistério fica a recomendação!