Depois da Panini anunciar a publicação de The Walking Dead, o halloween da editora ainda não acabou!
I Am a Hero foi serializado na revista Big Comics Spirits, entre 2009 até este ano de 2017, ganhou um oneshot intitulado I Am a Hero in Osaka, na mão de diversos mangakás e também foi adaptado em live-action pela Toho, lançado em 2015.
I Am a Hero, capa internacional (Imagem Divulgação)
Sobre: Hideo Suzuki é um assistente de mangaká de 35 anos de idade que luta para ser o herói em sua própria vida. Lutando para criar uma nova série ao mesmo tempo que faz malabarismo em seu relacionamento com sua namorada e seus próprios delírios. No entanto, tão duro como Hideo pode tentar, o mundo parece ter diferentes planos para ele; maquinações sinistras e escuras que derrubam completamente a sua realidade quando as pessoas começam a se tornar mortos-vivos infectados pelo vírus “ZQN” durante a noite. Depois de ser atacado por sua namorada infectada pelo ZQN, Hideo foge de Tóquio equipado com sua espingarda, um de seus hobbys. Ele viaja com Hiromi, uma colegial que ele encontra por acaso, e eles enfrentam a situação desesperada com a ajuda da enfermeira chamada Yabu em um shopping center.
Quando falamos de jogos de terror, o oriente sempre nos surpreende com obras fantásticas e roteiros sensacionais cheios de criaturas assustadoras.
É com nessa mesma linha que o novo lançamento Home Sweet Home chega para apavorar até os mais corajosos!
A obra tailandesa que teve grande sucesso com seu demo meses atrás finalmente liberou o jogo completo, ainda sem tradução no Brasil.
Home Sweet Home (Imagem Divulgação)
Esposa Desaparecida
A história conta a respeito de um homem que precisa encontrar sua esposa desaparecida, para isso, ele acaba em universos paralelos que se desdobram a partir do seu apartamento (no maior estilo Silent Hill 2 e 4).
Todo o lance já seria terrível com os cenários macabros e sangrentos, mas a coisa piora, porque junto a você estão criaturas do folclore tailandês, uma mistura de feitiçaria, voodu e lendas urbanas.
Home Sweet Home (Imagem Divulgação)
Ambientação
O jogo é bastante longo e conta com alguns bons quebra-cabeça, sustos, e histórias paralelas que tornam a experiência ainda mais impressionante.
Os gráficos são muito bem feitos para um jogo indie, com uma alta qualidade de cenários (em geral do interior de prédios), sons e efeitos especiais.
Home Sweet Home (Imagem Divulgação)
A solução é correr – e se esconder!
A jogabilidade lembra muito a de jogos de terror como Outlast, onde não há a possibilidade de combate, ou seja, quando aparece um bicho a única solução é correr e se esconder – apesar de que – o método de se manter protegido é bem interessante e diferente de outros jogos (onde se tem que segurar a respiração para não ser notado).
Tendo que se tomar decisões em poucos segundos, e precisando de um pouquinho de estratégia de locais e esconderijo, o jogo também me fez lembrar Fatal Frame principalmente quanto a mitologia e as criaturas que encontramos.
Home Sweet Home (Imagem Divulgação)
Preparados?
Home Sweet Home é só mais um dos incríveis lançamentos do gênero terror que vieram com os meses de setembro/outubro e já parece ter sido elencado como um dos melhores!
Com uma história rica, alguns colecionáveis, e muito terror e suspense o jogo é uma pedida certa para qualquer fã do gênero.
Uma lista divulgada pela CIA, o serviço de inteligência norte-americano, traz Osama Bin Laden como um consumidor de conteúdos da cultura pop, como animes, games e animações Disney.
O antigo líder do grupo terrorista Al-Qaeda, e responsável pelos atentados de 11 de setembro, contava com uma pasta recheada de animes, como Naruto, Bleach, Dragon Ball, Detective Conan e da série Devil May Cry.
*Depois da lista, Bin Laden foi alvo de diversos comentários no Twitter.
Not kidding: Osama Bin Laden had a big folder of classic game emulator cover art/screens and he LOVED weird bootleg babe games pic.twitter.com/zL58G3wZIa
Além disso, ele também jogava em emuladores, e contava com jogos como New Super Mario Bros., Animal Crossing: Wild World, Resident Evil e Final Fantasy.
Já do lado das animações, ao que tudo indica, era fã das produções norte-americanas, e a lista conta com Carros, A Era do Gelo, Batman: Gotham Knight, entre outros.
Osama Bin Laden morreu em 2011 (teorias conspiratórias indicam que não), após uma investida dos militares dos Estados Unidos.
Se ainda vivo, o que ele estaria vendo ou jogando?
Mesmo com este apanhado de cenas (veja abaixo), não sabemos o rumo que os personagens tomarão – principalmente Rey – e só nos deixa ainda mais ansiosos para o filme.
Sobre: Em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, da Lucasfilm, a saga da família Skywalker continua quando os heróis de “O Despertar da Força” se unem a lendas da galáxia em uma aventura épica que desvenda antigos mistérios da Força e revelações surpreendentes do passado.
O elenco do filme conta com Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Andy Serkis, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie, Kelly Marie Tran, Laura Dern e Benicio Del Toro. “Star Wars: Os Últimos Jedi” tem roteiro e direção de Rian Johnson e produção de Kathleen Kennedy e Ram Bergman. J.J. Abrams, Tom Karnowski e Jason McGatlin estão na produção executiva.
Star Wars: Os Últimos Jedi estreia nos cinemas brasileiros no dia 14 de dezembro de 2017.
No cast, podemos destacar o retorno de James Earl Jones como Mufasa, Chiwetel Ejiofor como Scar e Seth Rogen como Pumba.
O elenco completo em O Rei Leão, live action da Disney (Imagem Divulgação)
Após o grande sucesso – quase bilionário – de Mogli pela Disney, o projeto para remake em live-action de O Rei Leão já começou em abril deste ano. Vale lembrar que Jon Favreau (diretor de Mogli e deste longa) também estará na sequência de Mogli – O Menino Lobo, o que pode jogar o rei da selva para mais tarde.
Se você nunca assistiu O Rei Leão, o longa animado foi lançado em 1994 e é considerado um dos maiores sucessos de crítica e bilheteria da Disney, com uma bilheteria global de US$ 968 bilhões, quatro indicações ao Oscar.
O filme tem estreia prevista no Brasil em 18 de julho de 2019.
O mestre Masami Kurumada revelou nesta quarta-feira (1) em seu site oficial, que o nome do projeto que surpreenderia os fãs será chamado Saint Seiya: Episode 0 (Zero) e aparentemente será um mangá.
Admito que esteja mal acostumado, incrivelmente mal acostumado. Criado a base de leite com pera (Call of Duty) e ovomaltine (Battlefield), fui moldado a acreditar que, games de tiro não contém uma boa história, pelo menos, os shooters de guerra.
Isso já exclui da lista Portal e Half-Life, mas nenhum conseguiu me cativar, talvez o mais próximo tenha sido Modern Warfare, mas mesmo assim, a história é fraca, é irrelevante, é só mais um típico jogo aonde somos os mocinhos, combatendo qualquer tipo de mal que venha a se apresentar, ostentando qualquer bandeira que seja, ou nenhuma, são só rostos inexpressíveis, vidas que foram trilhadas para o meu divertimento puro.
Dito isso, posso te nortear onde meus pensamentos estavam na primeira vez que vi um lugar vazio no menu principal, mas que logo, ganharia alguém ali, mas por enquanto, era só um lugar vazio, em algum lugar com areia. Irrelevante.
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
Logo sou introduzido ao Coronel Joseph Konrad, um militar cuja missão humanitária e de seu esquadrão, os Damned 33rd, seria zelar por Dubai, uma das maiores e mais belas cidades do mundo, daquilo que viria a ser seu fim, provindo do deserto.
Uma tempestade de areia tão forte capaz de destruir prédios. A evacuação foi um fracasso, sabemos disso pelas palavras do próprio, revelando não estar morto e com isso, me vejo no papel do capitão Martin Walker, ao lado do tenente Adams, um afro-americano especialista em explosivos e o sargento Lugo, o grande comediante no grupo.
Tinha tudo para ser só mais um jogo sobre como os Estados Unidos e seu exército estão aqui para nos proteger da grande besta que é…
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
… Eles mesmos?
Em algum ponto da minha partida, conforme adentramos mais e mais adentro da decrépita Dubai, menos eu lutava contra rebeldes, e mais eu atirava em… Americanos. Dentro de Dubai, conforme a fome e a sede acossavam os sobreviventes, a Lei Marcial foi imposta.
Parte da Damned 33rd não aprovou, tornando-se assim, os Exilados, e Walker… Ou melhor, nós mesmos, estamos bem no meio dela, entretanto, assim como Walker, eu não me importava tanto, apenas queria finalizar aquele jogo, chegar ao objetivo nobre, que era salvar os civis, ser o herói, então, não fazia questão nenhuma de saber se eram americanos ou árabes, mas Adams e Lugo sim.
Quanto mais eu avançava, mais vidas eram tiradas, mais corpos pra trás eu deixava para trás. Até chegar ao ponto de eclosão, turning point.
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
Civis aparentemente estão sendo levados pelos cruéis americanos, a única forma de salvar eles é… Usando um composto químico altamente incendiário, conhecido como Fósforo Branco.
Não estou questionando, se é isso que deve ser feito, que seja, mas algo está errado e sou levado a ver que, dentre os soldados, que berram pelas suas vidas e um ousa a nos confrontar ‘’Por que? Nós somos os bons!’’, me deparo com uma cena retirada de Guernica de Pablo Picasso. São inocentes, mortos. Uma mãe com seu bebê nos braços.
Lugo me acusa de ter nos transformado em assassinos, mas isso foi obra do Konrad, ele nos obrigou. Nossa missão não é mais os civis, é assassinar Joseph Konrad, pelos seus crimes.
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
Algo mudou. Agora loadings, antes com dicas, agora, tinham mensagens confusas. ‘’Quantos americanos vocês mataram hoje?’’, ‘’Você se lembra do por que veio aqui?’’, ‘’Você continua uma boa pessoa’’. O que isso quer dizer?
O jogo avança, descobrimos as mentiras que a CIA pretendia ao matar todos os sobreviventes, para que o mundo não soubesse os crimes que os americanos cometeram contra vidas árabes, avançamos atrás da dor, do sofrimento, por mais que Adams e Lugo não aguentem mais, e quando achei que nada poderia piorar, junto com as alucinações de Walker, John Lugo é enforcado por civis revoltosos em resposta ao suprimento de água destruído… Por mim.
Escolhas binárias. Atirar neles ou assustá-los. Não, eu gostava de Lugo, havia se tornado a minha consciência, mesmo que Konrad estivesse cada vez mais nos pressionando, nos obrigando.
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
Eu escolhi matar cada um deles.
Horas se foram, Adams já não é mais o mesmo tenente fiel que acreditava em mim, o jogo já tinha deixado de ser divertido, já não havia mais graça em atirar, eu não me sentia mais um herói, aquilo já tinha ido longe demais, porém, um passo de cada vez, mesmo que a dor fosse algo palpável, continuamos através do fogo.
Naquele ponto, eu, o jogador, não estava mais confortável. Isso não é Call of Duty, não há glória, nem recompensas, então isso é a guerra? É isso que queriam me dizer?
Avançando, mesmo com Adams se sacrificando para que Walker pudesse terminar a missão, já não havia mais volta para nenhum de nós. Lugo estava morto, Adams também e Walker já não tinha mais sanidade capaz para discernir real de fantasia, mas chegamos a Konrad. Finalmente, vou atirar na cabeça dele, é isso, isso é o que me resta, é isso que eu tenho que fazer.
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
Mas não é isso que eu recebo. Konrad está pintando um quadro, eu e Walker conhecíamos bem. Eram os inocentes que matamos com o fósforo branco, são 47 deles… São 47 vidas que eu tirei. Joseph Konrad já não estava mais vivo quando cheguei, estava morto, apodrecido, então, era tudo a mente de Walker.
Precisamos culpar alguém pelos nossos atos, pela nossa própria selvageria e escolhemos um morto para isso, por mais que defendemos, Konrad é implacável em mostrar nossa culpa, e quando digo nossa, eu me incluo nisso. Cúmplice daquilo do momento aonde vi tudo acontecer e permaneci jogando.
‘’Precisa ser um homem forte para negar o que está bem a sua frente, e quando a verdade é inegável, você cria a sua própria. ’’
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
Konrad ataca a nós, jogadores, no ponto mais delicado nosso ego, dizendo que não somos. Heróis. Em algum ponto durante o colapso ao ver as mortes dos civis, algo dentro de Walker quebrou e nos trouxe até aqui.
E no final, eu entendi o que Spec Ops: The Line queria dizer, as perguntas que ele queria fazer a mim como jogador.
Por que é necessário matar pessoas? Você gosta de matar pessoas? Quantas pessoas precisam e devem morrer para se alcançar seu objetivo nobre?
Suas decisões, por mais que guiadas pela moral e bem intencionadas, valem a morte de inocentes? Eu não tinha respostas aquela perguntas. Nunca tive e ainda não as tenho.
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
Banalizamos a violência, glamorizamos sangue, morte e sofrimento, não olhamos de forma crítica esse mercado de videogames que se vendem pela proposta de matar pessoas, mesmo que elas não existam.
Fechamos os olhos para a violência do mundo real e somos hipócritas de repudia-la, mas quando temos o controle e somos munidos da desculpa de seremos salvadores, temos capacidade de cometer atrocidades.
Konrad me obriga a decidir, entre ‘’matar’’ ele, me deixar ser morto por ele ou me matar, mas caso opte pela morte do coronel, ele nos profere votos de certa esperança. Mesmo apesar de tudo, de todo o horror e toda a morte, ainda podemos voltar para casa.
Spec Ops: The Line (Imagem Divulgação)
Ainda posso desligar meu computador, jogar uma água no rosto e fingir que nunca conheci Martin Walker, mas isso é mentira. Martin Walker e eu, somos a mesma pessoa no momento onde estive no controle dele.
Matar Konrad lhe confere um epílogo, mas não antes, nos dar uma última mensagem, uma última tela de loading, de Martin Walker num rio de sangue, com a legenda embaixo: “To kill for yourself is murder. To kill for your government is heroic. To kill for entertainment is harmless.” (Matar por você mesmo, é assassinato. Matar pelo seu governo, é heroico. Matar por entretenimento é inofensivo.)
Depois da queda de Walker, Adams e Lugo, eu não me sinto mais um herói.
Spec Ops: The Line está disponível na STEAM, Playstation 3 e Xbox 360.
Depois dos rumores sobre Taika Watiti (Thor: Ragnarok) dirigir Akira (AQUI), uma conversa com o Screen Rant revela que as negociações estão de fato ocorrendo
O cineasta aproveita para dizer que, da mesma forma que aconteceu com Ghost in the Shell – apesar de ter diversas referências aos animes – a adaptação seria vindoura do mangá, e não uma refilmagem do filme:
Eu não acho que o mundo precisa de um remake do anime. Se existir uma possibilidade de eu fazer esse filme seria uma adaptação do mangá com alguns elementos novos.
Ainda não foram reveladas nenhuma outra informação sobre o vindouro live-action de Akira e se ele realmente vai encabeçar a direção do filme da Warner. Mas vamos aguardar!
Nós estamos conversando há um tempo. Eu não sei, ainda é cedo e eu só estou curtindo essas conversas porque sou fã de Akira há tempos.