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Os cinco personagens mais populares dos Vingadores, segundo o eBay

vingadores ultron

Em uma nota divulgada para a imprensa, o eBay revelou os cinco personagens mais populares dos Vingadores de todos os tempos, com base no volume total de suas vendas.

Todos os dados foram baseados em itens vendidos e listados no site ebay.com entre 1 de janeiro de 2012 até 23 de abril de 2018. O resultado foi o seguinte:

  1. Homem-Aranha
  2. Thor
  3. Hulk
  4. Homem de Ferro
  5. Capitão América

Fora deste top 5, Viúva Negra consagra como a personagem feminina mais popular, com a sétima colocação, atrás de Groot, que encontra-se em ascensão desde 2016, onde as vendas relacionadas ao personagem mais que dobraram.

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Nara quer Utilizar uma Linguagem de Sinais para os Cervos do Parque

Cervos de Nara
Cervos de Nara (Imagem Divulgação)

Com o aumento de turistas sendo mordidos pelos cervos de Nara, as autoridades do parque divulgaram dicas para alimentar os centenas de animais que atraem pessoas do mundo inteiro.

O parque na antiga capital é lar de mais de mil cervos sika, que podem ser encontrados até mesmo andando pelas ruas atrás dos biscoitos especiais oferecidos pelos turistas.

Mas sua aparência fofa e calma pode ser enganadora e os turistas podem se ver cercados por animais agressivos quando ao tentar alimentá-los.

Por conta disso, as autoridades colocaram placas em chinês, inglês e japonês com os dizeres: “Por favor, peça permissão aos cervos quanto forem alimentá-los” nas barraquinhas onde os biscoitos são vendidos.

As crianças pequenas devem estar sempre acompanhadas por adultos e a “linguagem de sinais para cervos” deve ser utilizada, mostrando ambas as mãos para os animais quando quiserem alimentá-los.

“Como são animais selvagens, eles ficam irritados se as pessoas os provocam”, disse o oficial Yuichiro Kitabata.

“Por exemplo, se você os deixa esperando para dar a comida, eles podem mordê-lo… Mas nem todos os turistas sabem que eles são selvagens, acreditando que eles são mantidos pelo parque”, ele completou.

O grande parque também oferece templos de madeira e santuários construídos há séculos, que atraem cerca de 13 milhões de turistas anualmente.

Mas com o aumento de visitantes estrangeiros, o número de feridos pelos cervos chegou a 180 no ano passado em relação a março do ano anterior, com 118 feridos por ano.

Cervos de Nara
Cervos de Nara (Imagem Divulgação)

São cerca de 1.200 cervos no parque que são protegidos como patrimônio nacional.

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Todos os detalhes de Platinum End da Editora JBC

platinum end capa jbc
Platinum End da Editora JBC (Capa Divulgação)

?A Editora JBC ?lançou o mangá Platinum End,? da dupla Tsugumi Ohba ?e Takeshi Obata?, autores de grandes sucessos como Bakuman e Death Note.

O lançamento oficial do mangá aconteceu no dia 25 de abril de 2018 nas bancas, livrarias e lojas especializadas de todo o Brasil.

Publicado no Japão desde novembro de 2015 pela revista mensal Jump Square, da Editora Shueisha, Platinum End foi anunciado como uma grande novidade da Editora JBC no final de 2017.

Até o momento, o mangá original está em seu 7º volume e terá periodicidade bimestral no Brasil.

platinum end capa jbc
Platinum End da Editora JBC (Capa Divulgação)
Sinopse: Mirai Kakehashi é um jovem que não tem mais vontade de viver. Além de perder  família em um terrível acidente, era maltratado todos os dias pela sua família adotiva. Cansado da vida infeliz, o jovem se joga de um prédio no dia de sua formatura no Ensino Fundamental. Porém, neste momento, Mirai se encontra com um anjo que poderá mudar totalmente a sua vida!

Platinum End

Autores?: ?Tsugumi Ohba e Takeshi Obata
Volumes?: 7 (ainda em publicação)
Periodicidade?: Bimestral
Gênero?: Ação/ Drama/ Sobrenatural
Formato:? 13,5 cm x 20 cm
Pré-venda?: 15 de março de 2018
Lançamento?: 20 de abril de 2018

Classificação Etária?: 18 anos
ISBN:? 978-85-457-0692-2
Editora JBC

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Monsta X vem ao Brasil em agosto

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Monsta X (Imagem Divulgação)

Um dos maiores grupos de k-pop da atualidade, Monsta X, vem ao Brasil para uma única apresentação, em São Paulo.

O show tão esperado estaria marcado, segundo Jornal Destak, no dia 12 de agosto no Espaço das Américas.

Outras informações como preço dos ingressos e Meet & Greet, devem ser divulgados em breve. Vamos aguardar!

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Editora JBC publicará ERASED

ERASED (Imagem Divulgação)

Recentemente divulgado no canal oficial da Editora JBC no YouTube, Henshin Online, ERASED ou Boku dake ga Inai Machi foi anunciado junto com Oyasumi Punpun.

Já finalizado no Japão com 9 volumes, Erased é uma obra de Kei Sambe, serializado nas páginas da Young Ace e que ganhou um anime com 12 episódios pela A-1 Pictures.

erased volume 1
ERASED, Volume #1 (Capa Internacional Divulgação)
Sinopse: Esforçado autor de mangá, Satoru Fujinuma é assolado por seu medo de se expressar. Entretanto, ele tem uma habilidade sobrenatural no qual ele retorna no tempo e é forçado a evitar qualquer morte ou catástrofe, retornando no tempo até que ele evite tal incidente. Um dia, acidentalmente ele é considerado um assassino. Desesperado com a situação a sua habilidade sobrenatural entra em ação, porem ele não retorna para um pouco antes do assassinato e sim para seu período de vida de quando ele era um estudante do primário.

ASSISTA O ANIME NA CRUNCHYROLL

Mais detalhes como preços e lançamentos devem sair em breve pela editora.

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Oyasumi Punpun será publicado pela Editora JBC

oyasumi punpun
Oyasumi Punpun (Imagem Divulgação)

Anunciado no canal de YouTube da Editora JBC, Henshin Online, Oyasumi Punpun (ou Goodnight Punpun) é o mais novo título da editora junto com Erased.

Serializado na Big Comic Spirits e finalizado em 13 volumes, Oyasumi Punpun é de autoria de Inio Asano, conhecido por Solanin, este último publicado no Brasil pela L&PM.

Sinopse: Punpun é uma criança como todas as outras. Alegre e hiperativo, ele passa por muitos conflitos em sua vida, assim como qualquer outro ser humano. Essa é a história sobre a vida de Punpun, superando seus obstáculos e as adversidades que o mundo lhe traz.

Datas, preços e mais detalhes serão divulgados em breve.

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Yu Yu Hakusho | Novo OVA contará como Kurama conheceu Hiei

yu yu hakusho

Foi revelado mais detalhes da trama do OVA comemorativo aos 25 anos de Yu Yu Hakusho. Intitulado Maboroshi no Gaiden “Two Shots”, ele contará a história de como Hiei e Kurama se conheceram.

Para quem já leu o mangá, conhece muito bem esta história e aí fica a dúvida: será que os últimos capítulos de Togashi virarão animação também?

Abaixo o cartaz com o anúncio – que também ganhará um relançamento em blu-ray. No Brasil, Yu Yu Hakusho foi publicado em duas versões pela Editora JBC.

yu yu hakusho
Yu Yu Hakusho (Imagem Divulgação)
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Vingadores: Guerra Infinita | Review com Spoilers

Thanos Ryan Meinerding
Thanos por Ryan Meinerding (Imagem Divulgação)

Como prometido, lhes trago a versão COM SPOILERS de Vingadores: Guerra Infinita, comentando as cenas do filme mais aguardado do ano! Se você ainda não assistiu, recomendamos o link abaixo da versão sem spoilers. Boa leitura!

REVIEW SEM SPOILERS

Uma Década de Cores

Primeiramente, palmas para o produtor Kevin Peige – e porquê não – ao então descrente naquela época em que vestira a armadura pela primeira vez, Robert Downey Jr. Com dez anos de história e com 19 filmes dentro do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), criou-se um hábito numa geração, com filmes de super-heróis saindo a todo momento.

Com fórmulas que deram certo, outras que entraram em desuso e mais algumas que estão por vir – como a exploração de gêneros e tons diferentes nos filmes – Vingadores: Guerra Infinita resume bem em suas quase três horas, este punhado de receitas para o entretenimento.

Pode não ser o filme mais pipoca de todos, ou o mais engraçado, ou o com mais ação e desenvolvendo temas pertinentes da nossa época da Marvel, mas é, e teve, de colocar cada um destes elementos que fizeram o público vibrar, sorrir, chorar e sonhar com seu herói favorito na telona.

marvel studios 10th anniversary
Os dez anos de Marvel Studios (Imagem Divulgação)

Ambição e Serenidade de Thanos

Sendo direto: o filme é dele. Thanos, interpretado por Josh Brolin, que também é o Cable em Deadpool, dá o tom sereno do anti-herói – pelo menos, o considero assim no MCU – em Guerra Infinita.

Sem todo aquele clichê de ficar no trono, delegando funções, enviando suas legiões para atacar cada um dos planetas e galáxias, ele mesmo em pessoa – se é que podemos chamá-lo assim – vai até o seu objetivo.

Sua ambição é tamanha que chega a sacrificar seus entes próximos, como Gamora; mas o interessante é que isso não lhe toma a cabeça, a serenidade e o foco em conseguir seus objetivos.

A motivação de Thanos é clara, mas não demonstrada com seus porquês – pelo menos neste filme. Ele quer e consegue com um estalar de dedos, destruir metade dos seres do universo e depois, descansar e ver o pôr do sol de boas em seu recinto.

Como protagonista, sua construção têm começo, meio e fim dentro do filme; dando aquele ar mais humanizado ao CGI, que por sinal, é possível identificar uma atuação “real” por ali (Andy Serkis deve ter dado um help), Thanos é o “vilão que todos queriam ver” no MCU, onde cada uma de suas aparições são épicas e com um PESO de: esse cara é overpower! 

Thanos em Vingadores: Guerra Infinita (Imagem Divulgação)

Sacrifício pelas Jóias do Infinito

Um dos núcleos mais interessantes do filme, com certeza é do background entre Thanos e Gamora (Zoe Saldana). Já havíamos deslumbrado e criamos algumas teorias nos dois primeiros filmes dos Guardiões da Galáxia, mas agora ficou tudo mais claro, real e impactante.

Se de um lado tínhamos uma Gamora desacreditada nos sentimentos de seu pai, do outro, Thanos nutria respeito e quem sabe, um laço familiar com a garota esmeril – o que dá mais ênfase nos sentimentos enciumados de Nebulosa.

Como dito anteriormente, por se tratar de um personagem não tão caótico, e nada daqueles pastelões vilanescos maniqueístas, nós sentimentos a dor da perda quando o grandalhão joga Gamora pelo precipício – por sinal, cena chocante com ela no chão, não? Após uma era de destruição, mortes e guerras, não medir esforços para assassinar sua própria filha em troca da Joia da Alma, foi o meio mais rápido e menos tortuoso para o titã.

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A relação entre Thanos e Gamora (Imagem Divulgação)

Expansão do Universo: da Terra para o Espaço! 

Com mais viagens que Guardiões da Galáxia, conhecemos diversos planetas e revisitamos outros. A fotografia durante todo o filme é impecável, com características e biomas próprios em cada uma das regiões.

Aproveitando a localização das joias do infinito, os Irmãos Russo puderam aproveitar para criar um art concept rico e único; seja com planetas altamente populosos e tecnológicos, e outros em um completo desastre. É aí que entra o núcleo de personagens em Guerra Infinita.

Sem muitas firulas, cada um dos heróis são apresentados de forma dinâmica em seus afazeres domésticos, amorosos ou escolares (inclua Peter Parker aqui). Com o artifício da tecnologia e da magia, a trama entrelaça o encontro do grupo, culminando num clímax em Wakanda, mas ainda sim, sem o reencontro de Stark e Rogers. 

Aqui em Guerra Infinita, temos um marco para o MCU; já que agora eles têm uma diversidade gigante de personagens e linhas de filme, com a expansão do universo para fora da Terra, trazer novas sagas e histórias dos quadrinhos será muito mais fácil, já que não teremos nosso planeta como limitante – e de que as coisas só acontecem por aqui. Alguém pensou em Miss Marvel aí? 

brie larson captain marvel
Não vemos a hora da Carol Danvers entrar em ação!

O Tom de Personagem

Já que temos o vilão como protagonista, não querendo dizer que nossos heróis favoritos foram tratados como simples coadjuvantes, claro que não. Mas para uma gama gigante de diferenças e um elenco enorme – e que deve ficar ainda maior para o 4 – a construção do roteiro foi inteligente lidar mais com as características superficiais do que com as motivações e anseios das personagens.

Isso só foi possível por conta dos dez anos de trabalho, já que cada um ali conhecemos em seus filmes referentes, e sabemos o porquê cada um estar agindo de certa forma ou com um objetivo x e y.

Ainda com relação ao Tom de Narrativa, é interessante ver o trabalho realizado – e que revigorou o personagem – em Thor: Ragnarok com os Guardiões da Galáxia. Pós o último filme do asgardiano vivido por Chris Hemsworth, é fácil encaixar seu universo e narrativa com Peter Quill (Chris Pratt) e cia.  Da mesma forma, temos o núcleo Strange e Stark. Os dois egos mais inflados ali, lado a lado. Com certeza, um dos melhores núcleos criados pelos roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely.

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Thor e o Stormbreaker (Imagem Divulgação)

Estética, Cor e Brilho

Uma característica da fotografia, junto com a viagem de planetas que citei anteriormente, é com relação da estética com as Joias do Infinito.

Em cada uma das locações das joias, o roteiro, as cores (color grading), o tom e até mesmo as ações das personagens, são trabalhadas em torno da temática da pedra referente.

Um exemplo, pode ser com a Joia da Alma, o ponto alto do longa onde Thanos mata Gamora. Toda a construção dessa cena tem a temática Vida/Morte/Alma como seus pilares. Por sinal, a fotografia de Vormir é melancolicamente bela, e com a inserção do Caveira Vermelha como “guardião”, fez ser uma das grandes surpresas do longa. Aqui, me remeteu um feels Blizzard Warcraft/Diablo – com vocês também? 

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Caveira Vermelha retorna em Guerra Infinita, agora interpretado por Ross Marquand (Imagem Divulgação)

Edição e Montagem

Enquanto a direção e roteiro trabalharam em uníssono, não podemos dizer da edição e montagem do filme. Não que seja e esteja algo assombroso de assistir – longe disso – mas é reparável o corte brusco em diversas transições de cenas, e em algumas vezes, com o mesmo núcleo de personagens.

Senti uma estranheza no momento em que Thor adquire o Stormbreaker com o “anão gigante” vivido por Peter Dinklage, Eitri, e alguns segundos depois, aparece em Wakanda dizimando todos aqueles minions. Tá certo que é uma das cenas de batalhas mais bacanas de se ver, mas a forma de como montaram ficou aquém – mais ou menos a estranheza da viagem do corvo de três olhos em Game of Thrones na sétima temporada.

Uma suposição para estes cortes, é quanto aos picotes do filme. Por uma questão de números de personagens, trabalhar com uma imensidão deles com a devida notoriedade que cada um apresenta, é difícil. É possível que no corte final, o filme tenha passado das três horas. Para não distribuírem como um filme longo e não perder salas nos cinemas, tentaram enxugar o máximo possível.

Este é um problema que filmes deste porte passam e que devem se submeter a este tipo de consequência, caso não queiram prejuízos nas bilheterias. Mas fica a pergunta: será que com três horas de duração, traria tantas desvantagens assim?

Ferramentas de Roteiro

Algo que eu gosto dos filmes da Marvel, é quando temos um personagem extremamente forte/inteligente, que extrapola os limites dos seus parceiros; o que acaba gerando um gap muito grande de recursos que cada um pode conseguir.

Desde Doutor Estranho e sua belissima ideia de como “derrotar” Dormammu, aqui em Guerra Infinita, esta ferramenta de roteiro funciona muito bem – e várias vezes.

Primeiro, como eliminarmos o Hulk – já que Banner (Mark Ruffalo) está cada vez mais controlando-o. Vamos botar o tanque de guerra verde levar uns cascudos do Thanos e deixá-lo “traumatizado”, não retornando mais neste filme. Não há dúvidas de que o bicho vem quente no filme sequente.

Thanos é overpower? Sim! Mas deixar a trama em que todo mundo vai de encontro a ele, é mais fácil de resolver quando não se tem Thor, Feiticeira Escarlate e Visão.

Cada um com seus poderes reduzidos, seja por falta de arma (Thor), proteção (Wanda) e ferimentos/experimentos (Visão), com certeza o Thanos teria um certo trabalho em combatê-los em full-power. É com isso que os roteiristas tiveram o cuidado de construir um roteiro em que esses personagens não cruzassem com o titã em certos momentos. Sim, tudo é pensado e dá orgulho em como tudo isso foi construído.

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Elizabeth Olsen vive um de seus melhores momentos como Feiticeira Escarlate em Guerra Infinita (Imagem Divulgação)

Referências e Inspirações

Vingadores: Guerra Infinita é um filme intenso, cheio de ação e que nenhum fã botará defeito. Isso é fato. Para a galera que acompanhou todo o MCU nestes dez anos, há uma infinidade de referências a outros filmes, como “Nós temos o Hulk”, por exemplo.

Com relação aos quadrinhos, há muita coisa do Desafio Infinito, claro, com suas devidas adaptações, já que muitos personagens não estão dentro do universo cinematográfico – cadê você Surfista Prateado? 

Fora do mundo da Marvel, é legal as sacadas do Homem Aranha. Enquanto que no Guerra Civil tínhamos a referência com Star Wars, foi bacana o paralelo com a Fox que o Teioso cita Aliens: O Resgate na cena em que eliminam um dos filhos do Thanos.

Ousadia Infinita

Podemos não considerar o melhor filme da Marvel, mesmo que seja um feito praticamente impossível e inviável com a quantidade de IPs que têm-se de trabalhar. Mas podemos considerar, facilmente que é o mais ousado até então – ou até sair o Vingadores 4.

A começar com a quantidade de personagens, e da forma em que cada um teve seu momento de brilho. Daria pra citar cada um, mas estenderia além da conta este artigo. Ok, posso citar Feiticeira Escarlate, Homem de Ferro e Thor como os grandes destaques. Capitão América (Chris Evans) ficou um tanto que escondido, não é mesmo? Mas isso sugere que deve vir algo importante com o personagem no próximo filme.

Outra ousadia do filme é com relação ao protagonismo de um anti-heroi/vilão. Tudo bem que temos Esquadrão Suicida, o vindouro Venom, entre outros. Mas o filme é dos Vingadores e colocar no fim do longa “Thanos Will Return”, foi de explodir a cabeça.

Agora, o que eu mais queria ver e estava no hype para que acontecesse: a vitória de Thanos. É claro que Guerra Infinita termina com um maldito cliffhanger, e de que tem muita história pra contar, mas acabar com a sensação de perda e desolação, foi a cereja do bolo por aqui, e é o que vai dar o que falar. A última vez que tive essa sensação foi com o segundo filme da trilogia Hobbit, e Smaug aparecendo no fim do filme.

Vendo com um olhar macro, de como todo este universo foi construído, é algo de se ter orgulho neste momento nas telonas. Imagino o quão mágico as novas crianças e adolescentes vivem essa fase do cinema episódico e marco do entretenimento. O universo é da Marvel, nós apenas vivemos nele.

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