Corra que o universo precisa de heróis e nada como ter uma ajuda dosGundamWing! A Blizzard inicia hoje a colaboração entre Overwatch2 x Gundam Wingna qual você poderá conquistar visuais lendários inspirados nos mechas mundialmente famosos.
Gundam Wing é uma das memoráveis franquias de mechas de todos os tempos e teve impacto importante a ser a primeira a estrear na América do Norte. Dessa forma, em comemoração aos 30 anos de franquia, você que conhece e é fã ou é a primeira vez que tem contato com esse universo poderá sentir o poder dos Gundam em Overwatch2.
Oriundos das colônias espaciais do futuro, pilotos heroicos e seus trajes móveis lutaram contra forças tirânicas. E às vezes entre si, em uma história de guerra e drama interestelar. A partir do dia 29, os jogadores poderão participar de suas próprias batalhas explosivas em Overwatch2 ao equipar quatro novos visuais Lendários inspirados por esses incríveis trajes móveis.
O Pacote de Overwatch 2 x Gundam Wing
Ao adquirir uma das ofertas de herói da colaboração GundamWing, será como se o jogador tivesse ganhado seu próprio brinquedo especial: como um modelo Gunpla, só seu. O ReaperDeathscythe rasgará o campo de batalha sem se preocupar com quem estiver em seu caminho. O RamattraEpyon lutará com honra e determinação inabalável até o fim. Lutar como um verdadeiro soldado no campo de batalha mecanizado com o Soldado: 76 Tallgeese. Por fim, o jogador pode brilhar mais forte e voar mais alto que seus adversários com a Mercy Wing Zero. Além disso, o design é inspirado no traje móvel Wing ZeroPersonalizado visto na conclusão épica da série Gundam Wing: Endless Waltz.
Cada um desses visuais traz consigo uma oferta com outros itens cosméticos da loja do jogo. O Pacotaço Overwatch 2 x Gundam Wing contém todas as quatro ofertas de visuais Lendários. Além disso, concluir novos desafios no jogo concede itens cosméticos gratuitos, incluindo o pingente de arma Gundamari. O evento ficará disponível por tempo limitado, de 29 de abril a 12 de maio. Então alce os céus em Overwatch 2 com seu Gunpla!
O Volume 4 do Developer’s Diary Revive chegou e dessa forma a ARC SystemWorksAmericaInc. revela alguns chefes do novo jogo da franquia. Então está preparado para conhecer clássicos inimigos e os chefes Marcus, Linda e Raymond? Confira o trailer:
Linda e Raymond já são grandes conhecidos da franquia, mas a novidade vem para o novo chefe Marcus. Esse jovem tem uma força descomunal e toma conta da região do metrô. Cuidado com seus golpes, sua velocidade e garras afiadas, porque para ele todos não passam de presas de caça.
Linda é a cabeça da organização e uma das principais integrantes da ShadowWarriors, com seu chicote ela vai controlar a distância da luta mostrando sua inteligência e carisma no campo de batalha e no cassino que toma conta.
E para finalizar a lista, Raymond e seu misterioso estilo marcial vai confrontar você de várias formas. Não dê mole ou vai cair no campo de batalha. Com isso a apresentação dos vilões do trailer de Double Dragon Revive é somente uma pitada do novo episódio chamado “The Formidable Foes: Shadow Warriows” corra na página da Steam e confira no novo capítulo agora na página da comunidade!
Você poderá eternizar um grande momento ao ir nesse exato momento na plataforma Uhuu e garantir seu ingresso para Ragnarök: The Orchestra Concert. Com apresentação única na capital paulista, São Paulo, a apresentação celebra o retorno do jogo que marcou uma geração com seu novo servidor da América Latina.
A Maestrina Sul Coreana, Sol Chin e pela Orquestra Villa-Lobos que conduz a apresentação. Serão mais de 20 trilhas icônicas que vão dos temas das cidades como Prontera, Payon, Lutie e outras para mapas que marcaram momentos únicos.
Como parte da experiência, o público presente receberá um pacote VIP contendo uma camiseta comemorativa de Ragnarök: The Orchestra Concert e códigos promocionais que vão dar recompensas no novo servidor do jogo.
Então não perca essa única oportunidade no dia 14 de junho de 2025, no TeatroBradesco, em Perdizes, São Paulo. Claro que você poderá relembrar um pouco dessa trilha no lançamento oficial do server LATAM a partir do dia 28 de maio. Corra e crie sua conta já!
Crédito das fotos: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Se havia alguma credibilidade a recuperar após 13 anos de ausência, o Queensrÿche o fez da maneira mais ousada possível: abrindo mão de seus dois maiores sucessos comerciais e apostando em um show puramente metálico no Monsters of Rock 2025.
A banda de Seattle, que não visitava o Brasil desde o polêmico show de 2012 – marcado pela tensão entre o ex-vocalista Geoff Tate e os demais músicos – retornou ao mesmo palco onde fez sua estreia paulistana em 1997. O sistema de som executando “The Mob Rules” do Black Sabbath antes da entrada da banda já indicava o que estava por vir: uma apresentação focada nas origens.
Crédito das fotos: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Formação madura
Com Todd La Torre nos vocais há mais de uma década, o Queensrÿche abriu seu set com “Queen of the Reich”, faixa do EP homônimo de 1983. A escolha não poderia ser mais acertada para apresentar La Torre ao público brasileiro, demonstrando sua impressionante capacidade de alcançar as notas altíssimas que marcaram a era Tate, sem soar como mera imitação.
A formação atual – completada por Michael Wilton e Mike Stone nas guitarras, Eddie Jackson no baixo e Casey Grillo na bateria – focou em clássicos e raridades da fase inicial da carreira. O repertório privilegiou os álbuns “Operation: Mindcrime” (1988), com cinco faixas, além do EP de estreia e “The Warning” (1984).
Crédito das fotos: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Sem os maiores hits: uma boa decisão?
A decisão de ignorar completamente “Silent Lucidity” e “Jet City Woman”, seus maiores hits do disco “Empire” (1990), foi arriscada mas eficaz. Apenas a faixa-título deste álbum foi executada, momento em que La Torre aproveitou para apresentar os companheiros de banda, em vez de utilizar a gravação original da narração feita por Tate.
Uma das maiores surpresas da apresentação foi a execução de “Screaming in Digital”, complexa composição do álbum “Rage for Order” (1986), considerado um dos precursores do metal progressivo. A hora de show foi encerrada com a épica “Eyes of a Stranger”, para delírio dos fãs de longa data, enquanto deixava uma expressão de curiosidade no resto do público que começava a lotar o Allianz Parque.
Crédito das fotos: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Qualidade técnica em alto nível
Entre os destaques da performance estava o guitarrista Michael Wilton, um dos fundadores que mantém a banda em alto nível técnico. Casey Grillo, apesar de não comprometer, ficou um pouco aquém nas partes originalmente executadas por Scott Rockenfield, enquanto La Torre demonstrou toda a confiança de quem já ocupa o posto há mais de dez anos.
O Queensrÿche de 2025 prova que pode existir vida após uma separação conturbada. Ao ignorar os hits mais suaves e focar no metal mais pesado e técnico de sua carreira, o grupo não apenas recuperou a credibilidade com seus fãs mais antigos, mas também demonstrou que segue como uma das mais relevantes bandas de metal progressivo da história.
Crédito das fotos: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
No último Monsters of Rock realizado em São Paulo, algo inusitado aconteceu durante a apresentação do Opeth: risadas. Em um festival dominado por bandas de hard rock tradicional e heavy metal clássico, os suecos se destacaram como a opção mais experimental e técnica do lineup.
O segundo show do dia começou por volta das 13h, sob um céu ainda claro no Allianz Parque, com “§1”, faixa de abertura do mais recente trabalho da banda, “The Last Will and Testament” (2024). A formação atual – Mikael Åkerfeldt (vocais/guitarra), Fredrik Åkesson (guitarra), Martín Méndez (baixo), Joakim Svalberg (teclados) e Waltteri Väyrynen (bateria) – se mostrou visivelmente deslocada entre atrações como Stratovarius, Europe e Scorpions.
Entre as sete canções apresentadas, o repertório privilegiou a fase do início dos anos 2000, quando a banda explorava mais os vocais guturais. O público se dividiu entre fãs dedicados – que alternavam entre moshs e momentos contemplativos de braços erguidos – e espectadores que pareciam nunca ter ouvido falar da banda.
Åkerfeldt, no entanto, transformou esse deslocamento em material para interações bem-humoradas com a plateia. O vocalista de 51 anos fez questão de destacar que, mesmo sendo “velhos”, eram a banda mais jovem do festival. Em um momento memorável, ao anunciar a poderosa “§3”, declarou que o novo álbum era “incrível” e mandou “calar a boca” um total de zero pessoas que discordaram dele.
O clima descontraído contrastava com a complexidade técnica das músicas. Quando a audiência reagiu positivamente ao fim de uma canção sem vocais guturais, Mikael sugeriu: “guardem suas vozes para as outras bandas como Europe, Scorpions, Judas Priest…”
Crédito: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Conexão com o Brasil
Um dos momentos mais interessantes foi quando o frontman revelou uma curiosa conexão com o Brasil: Anders Nordin, ex-baterista que participou dos dois primeiros álbums da banda, é brasileiro (adotado por pais suecos) e sonhava em tocar com o grupo em sua terra natal – o que não conseguiu, pois deixou a formação em 1997, anos antes da primeira turnê da banda no país.
Para encerrar sua hora de apresentação, Åkerfeldt anunciou que tocariam seu “maior hit”, fazendo referência bem-humorada ao Scorpions: “É a ‘Rock You Like a Hurricane’ do Opeth. Só que ela tem quase 14 minutos de guturais e m#rdas death metal”. Era “Deliverance”, minha música preferida, que fechou o set com sua característica alternância entre momentos de quietude e brutalidade.
Crédito: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Com seu humor seco e postura relaxada no palco, Mikael conduziu o Opeth por um show que, se não conquistou a todos, certamente deixou sua marca como um respiro diferente em meio ao hard rock predominante.
Para os fãs dedicados, foi uma oportunidade de ver a banda em um contexto incomum; para os demais, pelo menos algumas risadas entre momentos de complexidade técnica e experimentação sonora.
Em um momento histórico para o metal brasileiro, o Monsters of Rock 2025 celebrou seus 30 anos no país com uma abertura à altura da ocasião. O Stratovarius, lenda do power metal finlandês, assumiu o desafio de iniciar a maratona de shows no Allianz Parque em São Paulo, provando que horário não é obstáculo para quem respira heavy metal.
Público surpreende banda finlandesa logo pela manhã
Às 11h30 da manhã de sábado (19/04), com o sol a pino sobre São Paulo, o quinteto finlandês subiu ao palco para encontrar o estádio surpreendentemente lotado. O próprio vocalista Timo Kotipelto não escondeu seu espanto:
“Não esperava tanta gente aqui de manhã,” confessou o frontman, visivelmente emocionado com a recepção calorosa dos brasileiros.
A formação atual do Stratovarius — Timo Kotipelto (voz), Jens Johansson (teclados), Lauri Porra (baixo), Matias Kupiainen (guitarra) e Rolf Pilve (bateria) — entregou uma performance técnica impecável que fez o público esquecer completamente o calor do meio-dia.
Sem um álbum recente para promover (o último, “Survive”, foi lançado em 2022), a banda concentrou seu repertório nos grandes sucessos de sua carreira. Do icônico álbum “Visions” (1997), vieram:
“Forever Free” (que abriu os trabalhos)
“Paradise”
“Black Diamond”
Os fãs também foram presenteados com a poderosa “Speed of Light” do álbum “Episode” (1996), além dos hits “Eagleheart” e “Hunting High and Low”, que transformaram o Allianz em um impressionante coro coletivo.
Do trabalho mais recente, apenas três faixas marcaram presença: “Survive”, “World on Fire” e “Unbreakable” (esta do álbum “Nemesis”, de 2013) — o suficiente para mostrar que a banda continua relevante e com a mesma força de sempre.
Crédito das fotos: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Destaques de performance impressionam público brasileiro
Matias Kupiainen brilhou com seus solos técnicos e precisos, provando ser um digno sucessor do lendário Timo Tolkki. Enquanto isso, Lauri Porra (sim, este é realmente o sobrenome dele) destacou-se como uma figura carismática e performática no palco, frequentemente capturado pelos telões enquanto interagia com os fãs — sendo comparado por muitos a uma espécie de “Cliff Burton do power metal”.
Em sua 13ª passagem pelo Brasil, o Stratovarius demonstrou conhecer profundamente o público brasileiro. Durante a execução de “Hunting High and Low”, o grande momento do show, Kotipelto provocou uma amigável rivalidade sul-americana:
“Vamos ver se vocês cantam mais alto que o público da Argentina, Chile, Colômbia e Peru!”
A estratégia funcionou perfeitamente: para “vencer” os hermanos, até os mais sérios headbangers com suas camisetas de death metal cantaram o refrão a plenos pulmões.
Crédito das fotos: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Um encerramento à altura da história
Para finalizar a apresentação memorável, o telão exibiu o logo da banda com as cores da bandeira brasileira, selando com chave de ouro a conexão entre o Stratovarius e seus fãs brasileiros. O grupo deixou o palco sob fortes aplausos, confirmando que, mesmo em um horário pouco convencional para shows de metal, o poder do Stratovarius e a paixão do público brasileiro pelo power metal permanecem inquestionáveis.
O Monsters of Rock 2025 não poderia ter começado de forma mais energética e promissora, com uma banda que provou, mais uma vez, que o Brasil é território sagrado para o metal melódico.
Crédito das fotos: Ricardo Matsukawa / Mercury Concerts
Lançado em 1996, Coragem Sob Fogo (Courage Under Fire), dirigido por Edward Zwick, é um thriller militar que mistura ação, drama e investigação em um roteiro que busca explorar a verdade por trás de um episódio de guerra.
Com um elenco forte liderado por Denzel Washington, Meg Ryan e Matt Damon, o filme aborda temas como culpa, honra e os efeitos psicológicos da guerra, tudo isso envolto em uma narrativa de mistério que se desenrola pouco a pouco.
Uma investigação marcada por traumas
A história acompanha o coronel Nathaniel Serling (Denzel Washington), um oficial do Exército dos EUA atormentado por um incidente de fogo amigo durante a Guerra do Golfo. Para lidar com as consequências desse erro, ele recebe a missão de investigar se a capitã Karen Walden (Meg Ryan), uma piloto de helicóptero, merece receber postumamente a Medalha de Honra por sua atuação em combate.
A trama se desenrola através dos depoimentos de soldados que estavam com Walden, incluindo Monfriez (Lou Diamond Phillips) e Ilario (Matt Damon). Cada versão apresentada sobre os eventos é diferente, criando uma teia de mentiras e verdades distorcidas que Serling precisa desvendar. Em meio a isso, ele lida com seus próprios demônios, o distanciamento da família e o crescente problema com a bebida, o que torna sua jornada tanto profissional quanto pessoal.
Grandes atuações e personagens bem construídos
Sem dúvida, um dos pontos altos do filme é a atuação de Denzel Washington. Ele interpreta um homem devastado pela culpa e determinado a encontrar redenção, trazendo profundidade e intensidade ao personagem. Meg Ryan, conhecida por papéis mais leves em comédias românticas, entrega aqui uma performance diferente, interpretando uma soldado forte, mas vulnerável, cuja verdadeira personalidade só vai se revelando conforme as versões de sua história são desconstruídas.
Outro destaque é Matt Damon, que aparece drasticamente mais magro para o papel de Ilario, um soldado que esconde algo sobre o que aconteceu na fatídica missão de Walden. Sua atuação na reta final do filme é impactante, tornando seu personagem um elemento essencial na construção do mistério.
Lou Diamond Phillips também tem uma presença marcante como Monfriez, um militar que vai se tornando cada vez mais suspeito conforme a investigação avança. Sua cena no trem, em um momento de extremo desespero, é uma das mais intensas do longa.
Aspectos técnicos – Um filme competente, mas sem grande refinamento
Enquanto a narrativa e as atuações são os pontos fortes, a parte técnica do filme não se destaca tanto. As cenas de ação, como as sequências de combate no helicóptero e no tanque, são bem dirigidas, mas não chegam a ter o impacto visual de outros grandes filmes de guerra. Em comparação com produções como Resgate do Soldado Ryan ou Falcão Negro em Perigo, Coragem Sob Fogo parece mais contido e sem tanta grandiosidade nas batalhas.
Por outro lado, a estrutura narrativa, que lembra Rashomon, com diferentes perspectivas sobre o mesmo evento, é bem utilizada para manter o suspense e a tensão. O ritmo pode parecer um pouco repetitivo em alguns momentos, já que a investigação de Serling segue um padrão de entrevistas e revisões dos fatos, mas o interesse é mantido graças às performances do elenco.
O impacto emocional do desfecho
O filme caminha para um desfecho forte, com revelações importantes sobre o que realmente aconteceu com Karen Walden. A cena final, em que a filha de Walden recebe a Medalha de Honra em nome da mãe, é um dos momentos mais emocionantes do filme. Além disso, a jornada de Serling também se completa, mostrando sua tentativa de se redimir visitando a família do soldado Boylar, morto no incidente de fogo amigo pelo qual ele se culpa. Isso traz um fechamento para o arco do personagem e reforça a mensagem do filme sobre as marcas que a guerra deixa nos soldados.
Veredito final
Coragem Sob Fogo é um filme sólido, com um roteiro bem estruturado e ótimas atuações. Sua força está no drama humano e na construção dos personagens, mais do que nas cenas de guerra em si. Apesar de algumas limitações técnicas e de um ritmo que pode parecer um pouco previsível em alguns momentos, ele entrega uma boa história.
O KaBuM!, maior e-commerce de tecnologia e games da América Latina, anunciou o início da pré-venda do Nintendo Switch 2 a partir das 9h desta quarta-feira, 30 de abril.
Como loja oficial autorizada pela Nintendono Brasil, o KaBuM! será um dos poucos varejistas com exclusividade na comercialização do console mais esperado pelos gamers em 2025.
Edição especial e benefícios para os fãs
Durante a pré-venda, os clientes poderão adquirir o Nintendo Switch 2 em uma edição especial que inclui:
Console Nintendo Switch 2
Versão digital do jogo Mario Kart World
Frete grátis para regiões Sul e Sudeste
O pacote está disponível por R$ 4.463,07 à vista ou R$ 4.799,00 parcelado em até 10 vezes sem juros no cartão de crédito. As compras também podem ser realizadas via Pix com desconto.
Como promoção de lançamento, entre 30 de abril e 2 de maio, o KaBuM! oferecerá 12% de desconto em qualquer título de Nintendo Switch 1, beneficiando jogadores que desejam ampliar sua biblioteca de jogos antes da chegada do novo console. A oferta é especialmente vantajosa considerando a retrocompatibilidade do Switch 2 com jogos da geração anterior.
Evolução tecnológica e novos recursos
O Nintendo Switch 2 chega com aprimoramentos significativos em relação ao modelo original, que conquistou milhões de jogadores ao redor do mundo desde 2017. Entre as principais melhorias estão:
Processador customizado de alto desempenho
Tela LCD maior (7.9″) com resolução superior
Autonomia de bateria estendida
Controles Joy-Con com gatilhos adaptativos e feedback tátil aprimorado
Tempo de carregamento reduzido
Compatibilidade com acessórios do Switch original
Estas atualizações prometem oferecer uma experiência portátil de nova geração, com jogabilidade mais fluida e gráficos nitidamente superiores ao modelo anterior.
Continuando a revolução dos consoles híbridos
A Nintendo, que revolucionou o mercado de games desde o lançamento do NES em 1983, reafirma sua posição inovadora com o Switch 2. O novo console mantém o conceito híbrido que fez sucesso com o modelo original, permitindo que os jogadores desfrutem de seus títulos favoritos tanto em modo portátil quanto conectado à TV.
O KaBuM! garantiu um dos maiores estoques do país para atender à demanda dos fãs da marca japonesa. Os interessados podem obter mais informações e realizar suas compras através do site oficial www.kabum.com.br.