Após os grandes eventos de Vingadores: Ultimato, Capitã Marvel 2vem aí! Segundo o site americano de entretenimento, Hollywood Reporter, o filme já está sendo produzido e aguarda um grande roteiro recheado de novos personagens.
De acordo com algumas fontes, Anna Boden e Ryan Fleck, que cuidaram do roteiro e direção do filme anterior, não vão realizar a sequência. Porém, nada de pânico! A dupla está em negociação para seguir no MCU.
Segundo o mesmo site, o roteiro escrito ficará nas mãos de Megan McDonnell, a mesma roteirista cotada para fazer uma das séries Marvel no novo canal de stream da Disney, o Disney+. E o longa promete.
Boatos afirmam que teremos a apresentação dos possíveis Novos Vingadores, com Homem-Aranha, Demolidor e Jessica Jones. Especialistas e entendidos do assunto apostam na adaptação da saga Invasão Secreta, também conhecido como Invasão Skrull. Opa, existe a possibilidade de existir uma Elektra? Vamos ficar de olho!
Darwin’s Game… Plunderer… E agora Kyokou Suiri, ou como chamam no U.S.A: In/Spectre.
Depois de dois animês com episódios extensos além da conta, eu tinha que ficar com um padrão nesta Temporada de Inverno 2020, pois eu ando ocupado ultimamente e ter que ficar revendo duas, três, quatro vezes um episódio de 40 e tantos minutos é danoso.
Sim. Eu vejo duas ou mais vezes um primeiro episódio de animê no qual vou falar e faço anotações bizarras sobre as primeiras impressões. Sem mais delongas, solta o verbo redator.
Você pensou que era um romance bobinho? Desculpa. Eu também.
Adaptado do mangá homônimo de Chasiba Katase pelo estúdio Brain’s Base – Amnesia, Anonymous Noise, Aoharu x Machinegun, Blood Lad – In/Spectre, ou Kyokou Suiri para os mais íntimos, está a cargo do diretor Gotoh Keiji, o mesmo de Choujikuu Robo Meguru, Endride, Kiddy Grade e entre outros.
A premissa básica de In/Spectre circula entre a relação de Kotoko Iwanaga e Kuro Sakuragawa. Mas e aí? É só isso? Epa! Acalmem-se, pois eu também logo de início pensava se tratar apenas de mais um romance água com açúcar, mas a cada minuto de episódio fui arqueando as sobrancelhas.
In/Spectre se desenvolve de forma bem: pegadinha do malandro. Kotoko nos envolve em sua história onde ela é sequestrada por seres que habitam o mesmo mundo que nós. Esses mesmos seres pedem a garota que se torne o Deus deles. Ela aceita e aqui já começa os desfechos que deixa a gente de boca aberta. A troca para se tornar o Deus desses seres nada mais é do que um olho e uma perna. Rapaz! Bela troca.
Feito o acordo, ela se torna o Deus deles e logo de cara, assume uma responsabilidade: mediar e resolver os problemas desses seres. Aliás, os seres em questão são: youkais, ayakashis, demônios (duvido muito), e espectros.
A beleza da história não está só no modo como ela nos conta, até porque somos colocados em segundo plano – pois o principal receptor dela é Kuro -, mas na mudança do tom de fala, gestos e até mesmo a dúvida do que se é real ou não sobre o acontecido.
A riqueza de diálogos entre Kuro e Kotoko é fascinante, chegando a beirar uma espécie de interrogatório.
A dose certa de um bom mistério para um primeiro contato.
Eu ando tão sem tempo que eu nem sequer tinha lido a respeito de In/Spectre, só fui na Crunchyroll e soltei o play nos lançamentos da temporada, porém, eu tive a percepção de que se tratava de um mistério pelas mudanças não tão sutis da trilha sonora e dos diálogos.
Depois de toda uma apresentação da heroína, a coisa muda de forma tão drástica que o que lembrava um romance água com açúcar no início passa a demonstrar um ar em volto a névoa, seguido de pistas e mais pistas sobre o do porque os outros seres que aparecem no episódio demonstrarem tanto pavor em relação a presença de Kuro.
Se um dos elementos do gênero mistério é nos trazer dúvida e ansiedade em relação ao que pode acontecer ou se revelará, In/Spectre para um primeiro contato conseguiu lidar muito bem com isso.
Arrisco a dizer que a animação conseguiu trabalhar tão bem o gênero mistério que se assemelhe a Natsume Yuujinchou, outra animação que trabalha o gênero mistério e folclore japonês.
O possível encerramento é bacana, pode-se dizer que fará parte das minhas playlists da vida, em suma, no quesito animação está no padrão para o estúdio, trilha sonora muito bem encaixada com as cenas e é claro, o enredo que deixa a gente com o gosto de: Quando sai o próximo episódio?
Em um comunicado oficial nas redes sociais, a Sato Company, detentora do anime Fire Force aqui no Brasil, anunciou que a primeira temporada já está disponível no Prime Video da Amazon.
Inicialmente foram 12 episódios disponibilizados em dezembro e agora, o restante com a segunda metade da primeira temporada, já pode ser assistida na plataforma de streaming.
Sinopse: A humanidade está terrificada devido a um fenômeno de combustão humana. Em virtude disso, foram criadas brigadas especiais Fire Force com a missão de encontrar a causa desse fenômeno misterioso! Nisso, nosso protagonista Young Shinra, um novo recruta apelidado de demônio devido a um incidente que aconteceu quando ele era mais novo, sonha em se tornar um herói. Mas a estrada será longa e ele terá que aprender a enfrentar tochas humanas diariamente com seus companheiros!
Fire Force conta com áudio original em japonês e legendas em português.
A segunda parte de Saint Seiya: Cavaleiros do Zodíaco, da Netflix, já está disponível com mais 6 episódios em 3DCG!
Sobre: Em um passado distante, um grupo de jovens dedicou a vida a proteger Athena, a rainha da sabedoria e da guerra. Hoje, o órfão Seiya e a nova geração de cavaleiros estão prontos para ajudar Athena em sua luta contra aqueles que desejam destruir a humanidade.
Os primeiros seis episódios estrearam em todo o mundo em 19 de Julho 2019. No Brasil, o mangá foi publicado inicialmente pela Editora Conrad e depois pela Editora JBC.
Olá! Eu sou o Jack e seja bem-vindo a mais umPrimeiro Gole! O anime da vez será number24, um anime da Temporada de Inverno 2020, feito pela PRA, mesmo estúdio que participou na produção de Yuru Yuri e High School DXD.
Acidentes, Rugby e BL
Number24 é o típico anime que me chamaria bastante atenção na minha época fujoshi. Na verdade, o visual dele é todo construído para chamar esse tipo de atenção em específico, mas isso não seria algo necessariamente ruim. De qualquer forma, é um daqueles típicos animes de esportes, desta vez sobre Rugby!
Para quem não está tão familiarizado com o esporte, Rugby é como um futebol americano, vindo da Inglaterra, mas popularizado e praticado de forma intensa na Nova Zelância, onde residem os All-Blacks, um dos nomes mais famosos no cenário de Rugby.
O nosso protagonista de number24, Natsuri, era um jogador promissor do time de Rugby da faculdade, no entanto, um grave acidente de moto o impossibilitaria de prosseguir com o esporte, afinal, Rugby é um esporte de contato físico e tensão, algo que para alguém recém saído de um acidente bem grave, não é algo recomendado. Entretanto, para não ficar afastado do esporte que tanto ama, acaba optando por se tornar assistente do time, mesmo seu melhor amigo de infância, Sei, não concordando com isso.
Clichês não são necessariamente ruins
Não precisa ser nenhum especialista em animes de BL (Boy love – ou amor entre garotos) para saber que esse é um plot um tanto clichê. Um garoto que por motivo X se ausentou ou praticou um esporte e conhece pessoas para levar para a vida toda, apaixona-se por alguém (ou não, já que a maioria desse animes tem um romance mais soft ou que não é demonstrado diretamente) e bla, bla bla. Isso, claro, não é necessariamente ruim, principalmente porque nem todo mundo conhece essa “fórmula” desse tipo de anime, mas para mim, que acompanha esse estilo de anime tem bastante tempo, acaba sendo algo extremamente previsível e sem graça.
Apesar disso, a premissa do esporte se Rugby tornam as coisas mais interessante, podendo ser muito bem desenvolvida – principalmente a relação dos personagens com o esporte -, ou jogada de lado.
Um esporte em potencial
Na minha opinião, o anime tem um potencial, mas até agora é um anime bem ok. Ele não é extraordinário, os personagens são bem genéricos – tanto em personalidade, quanto no visual deles – e a animação é consistente com o traço do anime. A trilha sonora também é ok, a abertura e encerramento não me cativaram tanto assim, no entanto, se o desenvolvimento dos personagens e do esporte em si, que é extremamente interessante, forem o foco do anime, ele com certeza será um anime bom, mas por enquanto, minha primeira impressão é de um anime regular, que não se destaca e nem tem tantos defeitos para ser um anime ruim.
Olá Sucogamer! Seja bem vindo a mais um dia de trabalho da Kindred Aerospace, sua missão é manter nosso titulo de orgulho. A “4ª melhor empresa de exploração espacial” precisa que você explore o planeta AR-Y-26, sobreviva, explore, catalogue e determine se nós humanos podemos morar nele.
É dessa forma Sucogamer que somos apresentados para Journey to the Savage Planet. O jogo desenvolvido pela Typhoon Studiose 505 Games está chegando para os consoles e PC no próximo dia 28 de janeiro.
Esse jogo de aventura e exploração traz gráficos exuberante e um humor sem igual. Aventure-se enquanto a gosma não chega em você…
O jogo será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PCs, pela Epic Game Store, com a disponibilidade de mídias físicas aqui no Brasil! Pegue uma pessoa do seu lado e aproveite o co-op e cuidado pois você pode morrer mais umas 5.124.673 vezes até ser demitido.
Os fãs de Bleach poderão acompanhar mais uma vez seus personagens preferidos no novo jogo desenvolvido pela Oasis Games. Bleach: Immortal Soul trará a vida novamente a grande aventura que Ichigo e seus amigos tiveram e você poderá acompanha-los.
Bleach: Immortal Sun é um RPG de cartas onde você deve reagir rápido com eventos e reações com comando de QTE (Quick Time Event). Composto de Bankais e efeitos de tela cheia, você deve escolher um time balanceado e forte para vencer seus oponentes.
Reconstruindo a cidade de Karakura, Bleach: Immortal Sun traz vozes e personagens familiares do anime. Você terá que decidir o que é melhor para Ichigo enquanto defende a cidade. O jogo apresentará um sistema de rankings durante o PvP no modo Arena de Duelo. Treine seus shinigamis para obter mais poder e potência e não esqueça das missões diárias.
O jogo é totalmente licenciado e então você terá uma experiência única controlada por suas decisões. Além de uma arte incrível você pode mostrar para seus amigos o verdadeiro poder de um Shinigami.
Confira as novidades e o pré -registro aqui. Bleach: Immortal Soul estará disponível na Google Play e na App Store. Tá esperando o que para despertar sua Bankai?
O cinema já viu inúmeros filmes de máfia, golpes criminais e todo tipo de vilania já foi explorada nas grandes telas, isso era o que imaginávamos, na nova onda de filmes baseados em histórias reais e cinebiografias, As Golpistas nos apresenta a dificuldade e inteligência que algumas strippers passaram para poder chegar no pódio da sociedade, o pedestal da boa vida, cheia de glamour e dinheiro conquistado pela caminho errado, elementos que eleva o patamar desse filme para um possível conquistador de estatuetas.
Um padrão de filmes do gênero crime, máfia ou se preferir, o lado errado da sociedade, esse clichê é algo que o público ama assistir, mas devido ao politicamente correto, a crítica acredita que esse tipo de filme traz uma mensagem errada e não é boa influência, o que me desculpe os cinéfilos de plantão e críticos da área, mas nenhum filme sobre assaltos e golpes é uma mensagem positiva, na verdade esse é o gênero onde pode-se “brincar” com qualquer coisa nesse meio, da máfia a “nível Scorcese” até filmes de ação explosiva ao estilo Velozes e Furiosos, não há discurso bonito ou textão de Facebook que mude a visão das pessoas quanto os filmes de bandidagem, todos amam e assistem várias vezes esse tipo de filme que foge da realidade em que se vive normalmente.
As Golpistas explora esse mundo de uma forma nunca antes lapidada nos mínimos detalhes, ainda conseguindo passar uma mensagem a nível soco no estômago, o cenário é um dos ambientes mais machistas possíveis, bordel e prostitutas até onde a vista alcança, desmentindo totalmente a ideologia que o local aparenta, quando os homens se acham reis, as mulheres são deusas e conseguem derrubar qualquer um com uma simples empinada ou peitos a mostra, no conjunto da obra, o filme trabalha uma imersão fantástica de um mundo dominado por homens do jeito mais feminista possível.
Contudo um bom filme criminal necessita uma trama mais bem trabalhada, o que gerou algumas barrigas e desenvolvimento lento, aquela necessidade padrão para que cada detalhe fossem bem contados e pontas soltas fossem amarradas. O filme levanta a discussão do quão difícil é a vida de uma stripper, e mesmo tendo que passar por todo aquele mundo onde a colocam como um simples objeto, a profissão em si é rotulada como suja e rebaixada por gente que não se prostituiu para conseguir colocar comida na mesa, mas julgar sem saber é mais fácil do que ter empatia por elas, mais um grande ponto do filme, pois isso não é só bem exemplificado nas personagens como elas não têm problema de assumir o manto de stripper, não existe vergonha ou baixo astral, pois elas sabem que estão acima de todos, satisfazem os prazeres dos homens em prol dos próprios prazeres.
Com um filme direcionado as mulheres, o elenco tinha que ser algo marcante, dito e feito! J. Lo., Card B e Lizza trazem esse poder de uma diva emponderada e lacradora para a trama, mas nada melhor desenvolvido que a protagonista Destiny (Constance Wu), seu personagem é a típica ingênua que caiu de paraquedas no mundo dos bordéis, ao fazer amizade com Ramona (Jennifer Lopez), o fluxo da história segue naqueles padrões mafiosos, a junção do grupo e a esperteza dessas mulheres resultam nas maiores golpistas já vistas de toda a cidade, plano envolvendo drogas, mulheres sensuais e homens imbecis que não resiste a um par de peitos, uma forma simples e de certa forma batida de se trabalhar uma trama do gênero criminal, mas que ainda consegue conquistar aqueles que sentem falta do submundo do crime nas grandes telas, e o que mais enriquece essa história é que é verídica.
As Golpistas está dando o que falar e infelizmente não é de forma positiva, a começar pela ex-stripper, Samantha Barbach, a qual serviu de inspiração para essa história, está processando o estúdio a STX Films e Nuyorican Productions em 40 milhões de dólares. O motivo: seria que a ex-strpper acredita que sua personagem foi explorada de forma abusiva e pede uma indenização por compensação e danos punitivos, mas antes fosse só isso.
A diretora Lorena Scafaria denuncia sexismo e misoginia no Globo de Ouro por falta de mulheres na categoria Melhor Diretor, argumento esse que tem sua razão, a categoria de Melhor Diretor do Globo de Ouro contou com os indicados Todd Phillips (Coringa), Martin Scorcese (O Irlandês), Quentin Tarantino ( Era Uma Vez em Hollywood), Bong Joon-ho (Parasita) e Sam Mendes (1917), esse sendo o vencedor, e dentre as grandes produções como As Golpistas e Adoráveis Mulheres onde as diretoras se destacaram nas produções, a ausência delas na lista é bem questionável, talvez as costas quentes de Scorcese e Tarantino pesaram ao fazer a lista, mas se fosse esse o caso, por que então nenhum deles levou o prêmio? Será que a academia pesou para o filme de guerra, gênero tão idolatrado por eles?
Entre polêmicas e debates, As Golpistas é um dos melhores filmes do ano disparado, com ou sem premiação, aqueles que assistirem saberão valorizar uma bela obra, e as mulheres só irão engrandecer ainda mais esse filme que pode ser chamado de Filme do Ano para elas que não seria um exagero, total girl power de forma divina em meio a um dos ambientes mais machistas que existe no planeta Terra, eleva esse filme a um patamar acima dos filmes que estão por vir no ano de 2020.