Indiana Jones e a Relíquia do Destino é o novo filme da franquia do arqueólogo mais famoso do cinema. Dirigido por James Mangold e protagonizado por Harrison Ford, o filme é uma bela homenagem ao personagem, mas não é bom o suficiente para ser memorável.
Indiana Jones e a Relíquia do Destino
O filme é fiel as características originais da franquia: a ambientação, caça ao tesouro, sequências de ação com um toque de comédia e, claro, o carisma carrancudo de Harrison Ford estão presentes. Isso é um prato cheio para os fãs das antigas e fecha algumas pontas soltas.
Novamente o mundo corre risco: uma relíquia perdida pode abrir túneis no tempo-espaço e um cientista obcecado parte em busca dela. Questões pessoais, como problemas no casamento, e a fagulha pela aventura que ainda brilha, fazem com que Indy abandone a aposentadoria para uma última aventura.
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É impossível deixar de lado a afilhada Helena Shaw, interpretada pela excelente Phoebe Waller-Bride, que faz contraponto interessante entre o velho e a nova aventureira.
Apelo nostálgico
Como qualquer clássico do cinema, Indiana Jones tem um espaço caloroso nos corações dos fãs. Por isso, o filme relembra constantemente do que fez a obra grandiosa, como a trilha sonora do monumental John Williams.
Além disso, a jaqueta de couro, chapéu e chicote, símbolos de Indiana Jones, têm grande foco durante o filme. Há uma certa melancolia e uma mensagem de adeus com tantos closes nesses itens, como se o filme gritasse: esse é o último Indiana Jones com Harrison Ford!
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Entretanto, a indústria cinematográfica usa e abusa da nostalgia engarrafada e diminui o filme a uma sequência após outra que recorda o passado. O filme poderia ser uma última grande aventura de Indy que emocionaria novos e antigos apreciadores, mas a sensação é que isso é deixado de lado para cumprir necessidades nostálgicas.
Indiana Jones e a Relíquia do Destino, uma homenagem
Mesmo com os problemas que a nostalgia como elemento narrativo carrega, é preciso dizer: o filme acerta na homenagem a Harrison Ford. O ator, importante para a história do cinema, fez parte de filmes como Star Wars e Blade Runner e merece o reconhecimento que James Mangold e toda a produção do filme dá.
Veredito
A Relíquia do Destino é um filme que dá sentimentos misturados. É incrível ver Harrison Ford no papel do personagem outra vez, mas é cansativo assistir a mais um filme que se escora na nostalgia.
Celebração dos 115 anos da imigração japonesa no Brasil. | Crédito: Bruna Sampaio
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo realizou sessão solene, na manhã desta segunda-feira (26), para comemorar os 115 anos da imigração japonesa no Brasil. O evento destacou a importância da contribuição dos imigrantes para a cultura, a gastronomia e o desenvolvimento econômico nacional e local.
A Mesa da cerimônia foi presidida pelo solicitante da solenidade, o deputado Paulo Fiorilo (PT), e composta pelo representante do Escritório das Relações Exteriores em São Paulo (Eresp), o embaixador Alfredo Camargo; cônsul-geral do Japão em São Paulo, Kuwana Ryosuke; presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e da Assistência Social (Bunkyo), Renato Ishikawa; e pelo deputado estadual Felipe Franco (União). O deputado Eduardo Suplicy (PT) também marcou presença no evento.
Segundo Fiorilo, esta celebração é um momento importante para refletir sobre a história e as contribuições que a comunidade japonesa fez para o Estado de São Paulo e para o País, como um todo. O parlamentar disse acreditar que esses imigrantes são parte integrante da cultura e da história paulista.
A partir disso, o deputado destacou a importância de aproximar os Parlamentos Brasileiro e Japonês. “Queria sugerir que esta Casa crie um grupo Brasil-Japão, para que possamos estreitar essa relação nos próximos anos no Estado de São Paulo“, acrescentou.
Legado da Imigração Japonesa
Em 18 de junho de 1908, chegaram 781 japoneses no Porto de Santos. Os primeiros imigrantes vieram para o Brasil com o objetivo de trabalhar nas plantações de café do Estado de São Paulo, atraídos pelas oportunidades econômicas oferecidas.
Com o tempo, muitos desses imigrantes se estabeleceram permanentemente em solo paulista, trazendo consigo suas culturas e habilidades.
“A história da imigração japonesa é marcada por uma jornada de determinação e perseverança. Os imigrantes deixaram sua terra natal para construir uma vida melhor, trazendo sua herança mais valiosa: suas tradições e valores herdados de seus ancestrais“, disse o cônsul-geral do Japão em São Paulo, Kuwana Ryosuke.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e da Assistência Social (Bunkyo), Renato Ishikawa, os imigrantes japoneses enfrentaram, no início, vários tipos de dificuldades. Dentre os obstáculos, estão os costumes, a comunicação, as comidas nunca experimentadas, as doenças tropicais e os desafios do trabalho, que era quase escravo.
Muitos se mudaram para a periferia de cidades grandes, especialmente em São Paulo, construindo o Cinturão Verde, responsável pela produção de legumes, verduras e frutas, que vieram a mudar os hábitos alimentares dos brasileiros […] A presença desses descendentes impulsionou o agronegócio, como, por exemplo, a fruticultura irrigada no semiárido do Rio São Francisco, no Nordeste, cuja qualidade de produção conquistou o mercado externo
De acordo com o embaixador Alfredo Camargo, o Brasil possui a maior comunidade japonesa fora do Japão. Atualmente, são mais de 2 milhões de nipo-brasileiros.
Além disso, a diáspora japonesa em outros países, como os Estados Unidos, não manifestou sua cultura de forma tão plena e expressiva, como ocorreu em solo brasileiro. “Isso representa uma contribuição importante para o Brasil, pela qual somos muito gratos“, disse Camargo.
O deputado Paulo Fiorilo declarou:
A vinda dos japoneses para o Estado de São Paulo teve um impacto significativo na cultura brasileira, especialmente na gastronomia e nas artes, tais como as práticas do origami e a cerimônia do chá. Além disso, a imigração japonesa teve um grande impacto no desenvolvimento econômico local e nacional. Muitos deles tornaram-se empresários bem-sucedidos, se destacando nos setores de tecnologia, automotivo e eletrônico
Da Neverland Entertainment e CreaSpirit vão estar presente no BIG Festival com o premiado TEVI. A primeira apresentação desse novo metroidvania com bullet hell na América Latina estará presente na estação Panorama (381,382,383).
Então, com previsão de lançamento para este ano para PC e NintendoSwitch, você vai sentir um mix de vários jogos clássicos do mundo dos games em uma ação sem limites. Você vai criando seu padrão de jogo juntamente com os combates corpo-a-corpo à distancia, momentos de esquiva e combos. Aumente suas habilidades e combine seu estilo com as Sigils.
Alguns “Sigils” não apenas melhoram os atributos, mas, com o “Combo Score”, podem até mesmo alterar os efeitos de habilidades e balas. Com isso, você pode mudar drasticamente a experiência de combate.
Além disso você vai ter a oportunidade de presenciar mais um trabalho de Ein Lee de RWBY, entre sequências de CG e o design dos personagens de TEVI. A Trilha Sonora é composta por Triodust (OPUS) e 3R2 (Cytus, Deemo, Muse Dash).
TEVI – Trailer
Então sua aventura é um mundo aberto, sua experiência será sua dificuldade sendo que os chefes vão nivelar o desafio conforme seu nível, claro se você quiser um desafio maior. Mas você ao mesmo modo não será impossível de você curtir uma narrativa imersiva.
Então confira TEVI na BIG Festival e fique ligado no Sucopara maiores novidades!
A Crunchyroll anunciou a realização da oitava edição do Anime Awards, evento previsto para o dia 2 de março de 2024, em Tóquio, Japão. Assim, a cerimônia de premiação que homenageia criadores, músicos e dubladores acontecerá ao vivo, nas dependências do Hotel Shin Takanawa.
Assim como na edição de 2023, Sally Amaki, atriz e dubladora de renome, e Jon Kabira, figura do mundo do entretenimento internacional, serão os anfitriões do Anime Awards de 2024. Sally é membro do projeto de dubladores digitais 22/7 (Nanabun no Nijuni), uma colaboração entre a Sony Music e a ANIPLEX. Ela também empresta sua voz à personagem Carol Olston, de Tomo-chan Is a Girl!, nas versões em inglês e japonês. Já Jon Kabira é apresentador e narrador com sólida trajetória no mundo do entretenimento, atuando em rádio e nos meios musical e esportivo, entre outros.
O Anime Awards é a primeira e única premiação global dedicada à produção do anime, e estamos entusiasmados em poder celebrar as séries, filmes e músicas preferidas dos fãs”, comentou Rahul Purini, presidente da Crunchyroll. “Decidimos facilmente voltar a realizar o evento no Japão, permitindo que fãs do mundo inteiro compartilhem sua admiração junto à comunidade criativa do anime. Estamos entusiasmados em destacar os criadores, contadores de histórias e nossos parceiros no Japão por tudo o que proporcionam aos fãs do anime.
Anime Awards 2023
O Anime Awards de 2023, realizado em março passado, reuniu convidados especiais do mundo do entretenimento e do esporte que também são fãs de anime, como o cineasta Robert Rodriguez (Desperado, From Dusk Till Dawn), o ator Finn Wolfhard (Stranger Things, Pinocchio, Ghostbusters, IT), o jogador de futebol americano Juju Smith-Schuster (vencedor do Super Bowl pelo Kansas City Chiefs) e a lutadora de WWE Zelina Veja. O evento, que culminou com o anúncio da vitória de Cyberpunk: Edgerunners como Anime do Ano, contou, entre outros destaques, com as apresentações do grupo ALI e dos compositores KOHTA YAMAMOTO e Yuki Kajiura.
O Crunchyroll Anime Awards é a principal premiação anual a homenagear as séries de anime preferidas dos fãs, assim como seus personagens e criadores, tanto no streaming como no cinema e na música. No início de 2023, 18 milhões de votos de fãs em mais de 200 países e territórios foram registrados para eleger os indicados em cada categoria. As mais de 50 séries e filmes na disputa representavam mais de 30 estúdios de anime, oito plataformas de streaming, e mais de 50 dubladores.
O período de votação deve ter início no começo de 2024, quando também serão conhecidos os indicados. Mais informações podem ser obtidas pelo site doAnime Awards.
É fato que a CAPCOM vive uma ótima fase, não é mesmo? Franquias como a de Resident Evil e Monster Hunter trazendo ótimos jogos, Street Fighter 6 não poderia ficar de fora. E foi o que aconteceu em mais um capítulo dessa saga épica de combates!
Ressalto logo de cara que minha crítica é com base no modo World Tour, Arcade e algumas jogatinas no Competitivo. Não tenho experiência com o cenário de eSports das lutas (e nem acompanho os EVOs da vida); então, passarei a impressão de um jogador mais casual – mas que adora uma porradaria, algo que Street Fighter 6 está cumprindo muito bem este papel.
Construindo uma Nova Jornada com o Modo World Tour
O que mais me chamou a atenção em Street Fighter 6 e que mais me empolgou, é com o modo World Tour. Por aqui, somos convidados a criar nosso próprio avatar e embarcar em uma jornada pelo mundo de Street Fighter. É uma experiência única, cheia de NPCs, batalhas simples (algumas desafiadoras) e encontros com lutadores lendários da franquia.
A sensação de voltar a jogar um Final Fight, principalmente pela referência a Haggard, o prefeito da Cidade que estamos, de poder interagir com Ryu, Chun-Li, Ken, e muitos outros ícones de Street Fighter é verdadeiramente nostálgico. Eles assumem o papel de mentores, compartilhando suas técnicas e habilidades conosco.
A progressão no World Tour demora cerca de 12h a 15h, variando a forma como você faz as missões e se procura fazer todas as secundárias. Para pessoas não acostumadas com jogos de luta, que é quase o meu caso, é uma ótima pedida para treinar combos, movimentos e conhecer os novos personagens da franquia.
Um ponto que me incomodou, é de que o modo World Tour pode se tornar um pouco repetitivo após enfrentar os mesmos NPCs ao longo da jornada. Não vou mentir: as missões são simples em meio a um roteiro bem superficial, ainda sim, melhor do que vemos em muitos “modo história” de outros jogos de luta.
Screenshot: @sucodm / @brunobellan
Fighting Ground cheio de opções!
Por outro lado, para aqueles que buscam uma experiência mais tradicional, o modo Fighting Ground de Street Fighter 6 é uma escolha para quem busca as opções tradicionais do jogo, como o Arcade.
Embora a história seja simples (e que cruza com os acontecimentos do World Tour), o foco está na jogabilidade fluida já conhecida da franquia e com possibilidade de escolher entre 18 personagens. Escolher seu personagem favorito e enfrentar uma série de desafiantes é uma experiência clássica que nunca decepciona!
O jogo está repleto de conteúdo extra e desbloqueável, e acontece também pelo Fighting Ground, com missões específicas, modos especiais e com regras modificadas para o gameplay local. Uma dica para quem joga no PC: não exagere nos efeitos e calibre bem as configurações para sua placa de vídeo. Apesar de reconhecer que a RE Engine possui boa otimização em grande parte dos jogos lançados pela CAPCOM, o foco é deixar a play mais “lisa” e fluida possível no Arcade – sem falar no competitivo.
Imagem Divulgação / Capcom
Como está o ONLINE do jogo?
Ainda dentro de tantas opções de pancadaria, temos o tão temido – por mim – ONLINE. É aqui eu vamos testar nossos conhecimentos de técnica contra seu amiguinho ou aleatório de outro país. A experiência é intensa, difícil, mas sempre gratificante, seja no Casual ou no Ranqueado.
Assim também, na primeira vez que acessamos, é possível escolhermos o nível que achamos que nos encontramos; no meu caso, foi o ROOKIE, o pior dos três. Assim, começo na base da pirâmide das ligas ranqueadas, que são oito no total: rookie, ferro, bronze, prata, ouro, platina, diamante e mestre. Ainda dentro delas, cada liga conta com cinco classificações diferentes, como “super ouro”. Para subir de liga, precisamos vencer partidas ranqueadas coletando PL (Pontos de Liga), definida pelo número de vitórias que conseguir.
Detalhe importante: as ligas são individuais para cada personagem. Cada um que você escolher, você deverá calibrar seu nível, o que possibilita mais variações no competitivo e você não sacrificar PL por querer conhecer ou treinar com um personagem novo.
Ao meu ver, por ora e nos últimos anos, a união do netcode de rollback e suporte a crossplay entre todas as plataformas, Street Fighter 6 traz a melhor experiência de jogos de luta que já vi, o que deve resultar numa comunidade forte e um cenário competitivo capilarizado e extremamente popular – é o que espero!
Imagem Divulgação / Capcom
A Capcom Acerta Novamente!
Acima de tudo, Street Fighter sempre foi a ponta de lança dos jogos 2D de luta, e não foi diferente com SF6, na verdade, melhor, principalmente com adições importantes de acessibilidade e de estilo de controle para a galera mais nova que não se adapta ou não curte o modelo Classic, mais focado para os jogadores dazantiga, como no meu caso – mas que ainda é PÉSSIMO em jogos de luta hahaha.
Outra mecânica interessante foi com o sistema de Drive, que dá mais swing ao combate e aumenta o leque de tomada de decisões, fazendo com que os figurões do competitivo treine e renovem manobras antigas.
Em última análise, Street Fighter 6 é uma obra-prima dos jogos de luta. Com jogabilidade refinada, variedade de modos e foco na competição, é difícil não se apaixonar por esse jogo. Embora o modo World Tour pudesse oferecer uma narrativa mais envolvente e uma presença mais marcante dos personagens icônicos, isso não diminui o impacto geral da experiência.
Desse modo, a Capcom mais uma vez acertou em cheio, oferecendo uma experiência de jogo acessível para jogadores de todos os níveis de habilidade. Seja você um fã casual ou um veterano ávido, há muito para desfrutar em Street Fighter 6. Então, prepare-se para entrar na arena, aprimorar suas habilidades e vivenciar combates memoráveis. Esta é uma jornada que todo fã de luta não pode perder!
Uma adaptação do mangá de Saisou, Uchi no Kaisha no Chiisai Senpai no Hanashi (My Company’s Small Senpai) tem data de estreia para 1° de julho deste ano.
Sendo assim, a produção é pelo estúdio Project No.9, sob a direção de Mitsutoshi Satou (Bakumatsu Crisis). Já Yasuko Aoki (Phantom of the Idol), Keiichirou Oochi (Peach Boy Riverside) e Satoshi Sugisawa (Love After World Domination) estão escrevendo o roteiro. Hiromi Ogata (Magic Kaito 1412) e Hayato Hashiguchi estão encarregados do design de personagens. Por fim, Sumika Horiguchi é responsável por compor a trilha sonora.
Então, a história é uma comédia romântica centrada em Takuma Shinzaki, um funcionário de escritório cuidado e mimado por sua colega de trabalho Shiori Katase, a quem ele considera gentil e amorosa. Talvez os sorrisos da mulher sejam apenas uma expressão de cortesia, como pensa o jovem, mas ele ainda está feliz por estar ao lado dela.
Sinopse:Shinozaki é um trabalhador de escritório que é cuidado e mimado por Shiori Katase, um membro sênior de sua equipe, que é uma mulher bonita, profundamente gentil, carinhosa e diminuta. Shinozaki certamente espera que ela não o faça por dever… mas sua alegria em fazê-lo expõe seus sentimentos cada vez mais!
A festa está só começando no Arraiá do Pokémon Go, pegue seu mobile preste atenção por onde anda e aproveite todo o evento que começou dia 24 de junho e vai até 10 de julho. O Charizard já acendeu a fogueira enquantoo anfitrião Pikachu está procurando treinadores e seus parceiros para dançar na quadrilha.
O festival Arriá Pokémon é um evento da Niantic trazendo uma das tradições brasileiras ao jogo. E nota, é um evento exclusivo do Brasil! Os treinadores poderão encontra Unown espalhados pelas barraquinhas de brincadeiras, todas elas supervisionadas por Pikachu, Bulbasaur, Charmander e Squirtle com chapéu de festa!
Além disso algumas localidades vão receber uma pesquisa de campo especial “Eu, Você e Pikachu”. Confira os lugares aqui e mais detalhes sobre o evento e boa caçada! Lembrando que o jogo é totalmente gratuito e você pode fazer grandes amigos nesse Arraiá do Pokémon Go.
Está na hora de Ash brilhar à medida que o Campeonato de Coroação Mundial de Pokémon se aproxima. Goh está cada vez mais próximo do desafio final para sua possível admissão no projeto Mew enquanto que Cloe juntamente com sua Eevee estão aprendendo mais sobre as evoluções.
Os novos episódios de Jornadas Supremas Pokémon estão disponíveis na Netflix, e você poderá acompanhar até o fim a jornada desse trio que comemoram os 25 anos de temporadas de Ash e Pikachu. Com momentos marcantes e muitos conhecidos você vai sentir a energia de um grande momento que se aproxima.
E fique atento que Pokémon: Horizontes a nova jornada da série está a caminho para você conhecer a nova região de Paldea e os novos Pokémon!