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Noora Louhimo do Battle Beast fala sobre Pentakill e sua estreia no Brasil

noora louhimo battle beast entrevista
Imagem Divulgação

Uma mistura eletrizante de poder vocal, riffs de guitarra e ritmo dançante está prestes a invadir o Brasil! Noora Louhimo, a vocalista carismática da banda de heavy metal Battle Beast, compartilha seus pensamentos e emoções exclusivas em uma entrevista imperdível. Em meio aos preparativos para a tão aguardada primeira turnê pela América do Sul, Noora nos recebe em um bate-papo descontraído sobre música, moda e suas inspirações.

Desde suas influências musicais, passando pelo processo criativo por trás dos álbuns até suas experiências pessoais, embarque conosco nessa jornada fascinante pelos bastidores do mundo do heavy metal e descubra o que Noora tem a dizer aos seus fãs brasileiros. Vale lembrar que a banda conta com diversas músicas inspiradas e baseadas na obra de Kentaro Miura, Berserk, como “The Band of the Hawk” do álbum Steel, “Golden Age”, “Kingdom” e “Fight, Kill, Die”, do álbum Battle Beast, “Madness”, “Sea of Dreams”, “The Black Swordsman” de Unholy Savior e ainda “The Eclipse”, do Bringer of Pain.

Prepare-se para uma imersão no universo vibrante e dançante de uma das vozes mais marcantes do cenário heavy metal atual!


BELLAN: Olá, Noora, primeiro gostaria de agradecer pela oportunidade e estamos ansiosos para a primeira visita ao Brasil! Tudo bem com você?

NOORA: Eu estou muito bem, estou animada porque, como você disse, eu estou indo para o Brasil! Estou indo para a América do Sul com os meus meninos, com o Battle Beast, e este é um momento histórico para a nossa banda, pois nunca estivemos na América do Sul. Visitamos o México, há alguns anos atrás, mas ainda não fizemos turnê na América do Sul, e isto é muito importante para nós, e sabemos, por estar em contato com nossos fãs na América do Sul através das redes sociais e muita gente está nos aguardando, então estou super feliz de finalmente poder estar lá!

Sobre o último álbum, “Circus of Doom”, é uma sequência direta de “No More Hollywood Endings” ou é uma obra isolada? Como vocês trabalham as temáticas dos álbuns?

Na verdade os temas vão se desenvolvendo durante a criação do álbum. Nós nunca iniciamos com um tema, sempre iniciamos com a música. A primeira prioridade é sempre criar ótimas músicas, e aí vai evoluindo a partir disso. Acho que é como uma escultura, algo que você nem decide como o resultado final será, mas o tema vai aparecendo no caminho. Também notei que agora que nós já estamos fazendo o sétimo álbum com o Battle Beast, estamos escrevendo as músicas e eu já tenho essas ideias visuais, sou uma pessoa muito visual, então já estou criando o meu novo figurino. Eu fico muito inspirada pelas músicas que os meninos escrevem, e sempre confio na minha intuição, então se minha intuição me diz “aposte nisso”, então eu escuto, porque geralmente está certo! Mas eu sempre digo pras pessoas escutarem suas intuições, seus instintos, pois para o bem ou para o mal, geralmente estão certos.

Algo que me encanta no Battle Beast é a mistura Instrumental, às vezes até dançante, com sua Voz. Vocês possuem algum tipo de fórmula para compor ou é algo que surgiu naturalmente? É o que você chama de Party Metal? 

Eu acho que é porque temos muitas influências diferentes de vários estilos musicais. Por exemplo, o Janne, que é nosso tecladista e produtor, tem um background muito forte no pop, ele gosta muito de música pop, e também de heavy metal. Essa é a minha teoria na verdade, não é algo certo, mas minha teoria é que ele tem essa forte influência da música pop, e então ele gosta de adicionar esses elementos do pop nas músicas. Depois nós temos o nosso guitarrista, o Joona, que criou músicas como Eden, Beyond the Burning Skies e Eye of the Storm, com influências do pop mas com partes de guitarra lindas e melódicas, partes com muito shredding e cantos melódicos. E ele adora quando eu canto com minha voz suave, ele gosta de compor músicas para mim, para minha voz suave. O Eero, nosso baixista, cria músicas que são verdadeiro Power Metal, ou com um estilo mais rock clássico, e você consegue ouvir as influências dele, ele cria músicas bem diretas, como Straight to the Heart. Hero, que também é dele e também é bem direta, um Power Metal ou rock clássico. Eu amo muito essa combinação, é como uma dança entre todos esses gêneros combinados, e como eu amo dançar, é lindo! Eu posso dançar e fazer Heavy Metal e todas as coisas que sempre sonhei em fazer, então é muito bom!

Antes de entrar para o Battle Beast, o que mais você ouvia e cantava? Quais eram suas referências? Janis Joplin era uma delas?

Sim, ela é a número 1! Janis Joplin foi o motivo pelo qual fui chamada pelo Battle Beast, pois eles me encontraram através do Youtube, cantando “Piece of My Heart” da Janis Joplin, que você consegue ouvir no meu álbum solo! Eu fiz minha própria versão de “Piece of My Heart”, então vá escutá-la! Claro, AC/DC, Led Zeppelin, muito rock clássico, mas meu repertório como cantora é bem amplo no geral, eu já fiz soul, jazz, pop, pode escolher! Quase tudo, só não rap, mas todo o resto! Minha primeira ídolo foi Whitney Houston, porque quando eu a ouvi cantando “I Will Always Love You” com aquela voz cheia de alma, eu falei: “quero ser assim, quero cantar com tanto espírito e poder quanto ela”, e foi assim que minha jornada começou. Quando eu estava na quinta série, eu sempre tentava imitar meus ídolos, e foi assim que originalmente aprendi a cantar, eu tentava imitar e fazer as mesmas coisas que meus ídolos. É por isso que sempre digo pras pessoas, porque eu também ensino canto e apresentação, não tenham medo de imitar primeiro, não é como se você fosse se tornar outra pessoa, mas você vai encontrar novas ferramentas para usar sua voz, e daí você pode fazer seu próprio estilo.

Como é seu preparo vocal? Você faz algum tipo de aquecimento antes do show?

Sim, hoje em dia mais do que nunca, porque no último mês de Outubro tive a ruptura de uma veia interna, por isso não dá pra ver! risadas Mas foi muito ruim, foi bem pior do que eu gostaria de aceitar. E isso foi uma coisa que me deixou muito assustada. Quando eu soube que teve essa ruptura, e aí não estava vazando mais, mas tinha um acúmulo de sangue, então o que aconteceria? Seria o último fim, ou eu teria um derrame e não poderia mais cantar? Então isso foi um momento de revelação pra mim, eu já havia tentado viver de maneira mais saudável, mas agora isso teve um level up. Eu tomo muito cuidado com meu aquecimento, desaquecimento, minha nutrição, o que como, o que faço. Mas acho que isso é algo que amo fazer, eu ser meu próprio experimento para testar como meu corpo funciona de formas diferentes quando faço algo. Eu tenho objetivos muito grandes como artista e para o Battle Beast, então quero apenas ser a melhor no que faço, e isso demanda que eu tome conta de mim mesma de todas as formas possíveis, mas também preciso curtir a vida! Por isso eu gosto de cozinhar, eu amo comida, eu amo música, amo dançar e por isso estou tão animada para ir para a América do Sul porque é a Mecca da dança latina e quando eu tiver uma chance preciso ir dançar em algum lugar, pois será um sonho realizado!

Como você cria seus looks? Cada álbum te dá uma inspiração temática diferente?

Sim, o processo todo começa até antes de começar o álbum, porque eu tenho estar à frente das coisas, mas também começa com diferentes visões que tenho e aí começo a desenhá-las, e depois inicio o processo com meu estilista, que também desenha, e então compartilhamos nossas ideias, procuramos por diferentes materiais. Então, agora que temos algumas músicas já escritas, então eu fico mais inspirada e tenho mais dessas visões de elementos que quero ter no visual. Eu também tenho toda uma equipe de chifres, que vai criar os novos acessórios e chifres e coisas do tipo, e tudo é combinado com o estilista, e aí os meus meninos têm o mesmo estilista, então combinamos tudo no final. Mas todo este processo é como fazer um álbum, é como fazer esculturas, eu tenho vários acessórios e o look todo é como se fosse uma segunda pele. Não é só um uniforme de trabalho, mas sou eu no palco. É muito importante acertar isso 100%. Este também é o processo criativo que eu amo. Desde que sou criancinha, eu queria ser uma designer de vestidos, e agora é possível com a minha banda, eu posso criar minhas próprias roupas, com meu estilista, com minha equipe de chifres, eu posso expressar minha criatividade através disso também. E leva um tempo, eu tento agendar para que, depois do álbum pronto e a gente tenha que tirar as imagens para o material promocional, o processo esteja terminado, e isso significa que pode levar um ano ou um ano e meio.

 

Muitas letras do Battle Beast são inspiradas em obras da Cultura Pop, como Berserk, de Kentaro Miura. Então, como foi participar junto com Jorn Lande na banda PENTAKILL, de League of Legends?

Foi incrível! Eu amo fazer esse tipo de projeto colaborativo também, porque é tão diferente! Esse foi um trabalho feito à distância, eu estava com o meu produtor pessoal aqui na Finlândia, que também produziu meu álbum solo, então geralmente trabalho com ele com gravações à distância. Ele estava gravando e produzindo comigo e ao mesmo tempo eu estava me comunicando com os compositores da Pentakill e foi dessa forma. Demorou algumas semanas ou meses para terminar todo o projeto. O processo foi desta forma, eles perguntaram se eu gostaria de participar, eu disse que sim, recebi o material, agendei o estúdio, e aí temos uma conexão à distância com os compositores. Então gravamos e torcemos, “por favor coloquem tudo lá”! E claro, se houverem algumas coisas para corrigirmos, gravamos de novo. Mas eu não fiz isso! *risadas*

Você tem alguma experiência pessoal da América Latina ou do Brasil? Uma banda ou artista?

Bem, eu já cantei uma música quando estava estudando, e é mais ou menos assim… Isso foi há mais de 10 anos, mas era mais ou menos assim: “Brasil, meu Brasil brasileiro”. Era algo assim, eu me lembro e gosto muito dessa música.

Marcos (Nuclear Blast): É Aquarela do Brasil.

Isso, é essa mesmo! Mas eu estou muito animada para chegar lá, e conhecer a sua cultura, e seu povo, e sua comida e tudo, é algo que não vejo a hora de provar, absorver tudo, conhecer o Brasil, especialmente as pessoas lá, será muito especial.

A Finlândia exporta muitas bandas, inclusive para a América Latina e para o Brasil. O Governo tem participação nisso? Como funciona?

Nós podemos solicitar dinheiro do governo, há muitos lugares onde podemos nos inscrever para ter um dinheiro de apoio para turnês em qualquer lugar do mundo na Finlândia, e é muito legal que eles querem nos apoiar. Também há algumas pessoas independentes que querem apoiar artistas. Não consigo me lembrar no momento se nós temos apoio para esta turnê, mas espero que sim! Porque esta é uma troca cultural ao mesmo tempo. Também, na Finlândia, nós podemos nos aplicar depois, não toda vez, mas às vezes você pode dizer que perdeu o prazo para se inscrever e aí saiu na turnê, e pode solicitar depois da turnê. Nós estamos indo para o seu país e mostrando a cultura finlandesa também, então eu acho que o governo deve apoiar a troca musical em qualquer país.

Como você se sente sobre a oportunidade de se apresentar no Summer Breeze Brasil 2024?

A Finlândia é a mais conhecida no mundo do heavy metal, mas é engraçado porque eu sinto que na Finlândia as pessoas não estão nem aí! *risadas* As pessoas que amam heavy metal e rock estão totalmente imersas nela, e nós temos rádios de rock, o governo dá apoio, e nós temos esses festivais ao redor da Finlândia, pequenos e grandes, de rock e heavy metal. Mas aí quando falamos sobre estas gravadoras que ajudam… por exemplo, grandes gravadoras da Finlândia ignoram música pesada e rock normalmente, se não estiverem em finlandês. É um pouco frustrante, pois como eu disse antes, temos essa troca cultural e queremos fazer com que as pessoas saibam que a Finlândia existe ao redor do mundo, mas acho que as pessoas que decidem sobre essas coisas na Finlândia na indústria musical não se importam muito. Mas eu espero que isso mude! E por isso também estou fazendo este trabalho, pois quero fazer a diferença. Também por isso tocar no Summer Breeze Brasil vai ser importante para a gente, pois poderemos mostrar pras pessoas o tipo de gente maluca que vem lá da Finlândia! Eu tenho acompanhado o Summer Breeze nos últimos anos, e sempre penso que realmente gostaria de ir, e estou feliz que vai acontecer.

Para finalizar, existe alguma mensagem que você gostaria de transmitir aos seus fãs brasileiros?

Sim, nós estamos trabalhando no sétimo álbum agora, estamos escrevendo as músicas, estou criando as roupas para o novo look, e está indo muito bem! Eu estou muito feliz por fazer esta turnê, estamos indo para o Brasil com o Circus of Doom, pois este é o melhor álbum para nós, e eu posso garantir que você terá a melhor festa de heavy metal do mundo. Comprem seus ingressos agora!

*Recentemente o evento confirmou que vai rolar Signing Sessions com o Battle Beast!

Créditos e Agradecimentos: Jaqueline (Revisão), Renato (Tradução e Adaptação), Gabby (Apoio), Moita (Dicas), Marcos Franke (Nuclear Blast), Diogo Locci (Assessoria SBOA), Nicole (Cortes e Redes Sociais).


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Team Liquid lança coleção de roupas e acessórios inspirada no universo Death Note

Team Liquid Death Note
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A Team Liquid, organização internacional de esportes eletrônicos, anunciou sua parceria com a VIZ Media. Assim, chegou uma coleção limitada de peças inspiradas na série ‘Death Note’. A linha Team Liquid x Death Note já está disponível para os fãs.

Você pode adquirir os produtos tanto pelo site da collab quanto na loja física da Liquid, na Alienware Training Facility (centro de operações, moradia e treinamento da Liquid), localizado na região central de São Paulo.

A collab Team Liquid x Death Note tem 16 itens personalizados e exclusivos. Entre eles estão um agasalho de moletom com capuz, três modelos de camisetas casuais, um boné, quatro mousepads, três kits de keycap para teclado, três tipos de teclas de barra de espaço para teclado e uma bag. Os preços dos produtos variam entre R$ 49,99 e R$ 699,99.

Team Liquid Death Note
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Para mais informações, acompanhe a Team Liquid nas redes sociais e acesse a Liquid+ e o site oficial da organização.

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Jaspion vira cerveja para restaurantes asiáticos e izakayas

Prius Jaspion cerveja
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Conheça a primeira cerveja do tipo Lager da linha 夢PRIUS. A Prius Jaspion fará o público amante da comida e da cultura asiática reviver um dos principais ícones pops brasileiros da década de 1980.

Prius Jaspion cerveja
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Assim, criada com lúpulo japonês, com características exclusivas de limão e ervas, a bebida tem um sabor leve, refrescante e autêntico, perfeito para a combinação com pratos característicos da região. Sobre o assunto, Márcio Yuji Asanuma, um dos três sócios da companhia comenta:

Nosso plano, inicialmente, é oferecê-la com exclusividade para empórios, restaurantes e bares japoneses, coreanos, chineses e asiáticos em geral. O Brasil possui 22 mil estabelecimentos registrados nessa categoria e ainda não há uma cerveja pensada especificamente para esse mercado

Asanuma e seus sócios são todos nikkei — termo para designar emigrantes de origem principalmente japonesa, mas também asiática no geral, e seus descendentes ao redor do mundo. Juntos, criaram a marca Prius em 2016 para expressar, no mercado brasileiro, valores da cultura milenar japonesa.

Gigante Guerreiro Daileon!

A escolha de Jaspion para marcar o lançamento especialmente para os estabelecimentos asiáticos reforça essa ideia.

Com sua mistura única de ação, aventura e elementos da cultura japonesa, o personagem conquistou definitivamente os corações dos brasileiros que nasceram ou cresceram na década de 1980, deixando um legado marcante nos fãs.

Com sua estreia nos anos 80, Jaspion tornou-se líder de audiência na TV brasileira em seu horário. Assim, influenciou diversas formas de expressão, de brinquedos a músicas.

Inclusive, até hoje segue muito lembrado pelos praticantes de cosplay. Licenciadora da marca Jaspion no Brasil e na América Latina, a Sato Company é parceira da Prius nesta empreitada.

Estamos muito felizes em nos associar com a Prius e poder fortalecer o legado de Jaspion e da cultura japonesa no mercado brasileiro“, ressalta Nelson Sato, presidente da companhia.

Sendo assim, a cerveja chega oficialmente durante o NekôFest, o maior festival asiático de São Paulo. O evento acontecerá no próximo dia 27, na Praça do Mercado de Pinheiros, a partir das 11 horas, em São Paulo.

Para o lançamento, a 夢PRIUS promoverá um concurso de cosplay sobre o personagem e exibirá um “Daileon” inflável de três metros de altura. Além disso, a réplica do famoso “Gigante Guerreiro”, usado por Jaspion para enfrentar gigantescos monstros enfurecidos pelo vilão Satan Goss, será perfeita para as selfies e diversão das “crianças adultas”.

SAIBA MAIS SOBRE O EVENTO

Sobre a Prius Jaspion 

Cerveja do tipo Lager tradicional alemão, que na versão 夢PRIUS traz um toque oriental pela presença do lúpulo Sorachi Ace, conhecido como lúpulo japonês. Assim, apresenta notas de chá verde e limão, aromas mais herbais e leve cítrico.

Coloração clara dourada, leve e refrescante, apresenta equilíbrio entre a sensação de corpo/dulçor. Conta com amargor de 14 IBU e teor alcoólico de 5,3% vol.

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Não Chame de Mistério chega pela Editora JBC

Não chame de mistério jbc
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A Editora JBC lança o mangá Não Chame de Mistério, de Yumi Tamura, com uma história divertida de investigação, muita ação e reviravoltas.

Assim,o mangá (Mystery to Iu nakare) foi serializado na revista mensal Flowers (josei, voltada para o público feminino adulto), da editora Shogakukan. Então, desde novembro de 2017, o mangá continua em publicação, com 13 volumes até o momento.

Não Chame de Mistério recebeu o prêmio do 67º Shogakukan Manga Award na categoria geral. Além disso, ganhou indicação para vários outros prêmios como o 12º e 13º Manga Taisho, ao 44º Kodansha Manga Award e ao 26º Tezuka Osamu Cultural Prize.

A história também conquistou os amantes de k-drama com sua adaptação para série live-action, lançada em março de 2022. No ano seguinte, ganhou adaptação para filme, com roteiro de Tomoko Matsuyama e direção de Hiroaki Matsuyama.

A edição brasileira do mangá Não Chame de Mistério, de Yumi Tamura, tem formato 13,2 x 20 cm, capa com orelhas e vem com um marcador de brinde. O primeiro volume já está chegando às principais livrarias e lojas especializadas do Brasil.

Não Chame de Mistério

Não chame de mistério jbc
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Um dia perfeito de inverno para fazer karê. Enquanto o estudante universitário, Totonou, cortava a cebola, a polícia aparece à sua porta para indagá-lo sobre um assassinato ocorrido na vizinhança. E assim, Totonou é levado para a delegacia. Uma após a outra, as evidências que sustentam as acusações lhe são apresentadas, mas…

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Segunda Edição do K-Festival retorna em grande estilo a Brasília com show do NTX

NTX K-Festival Brasilia
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O K-Festival está de volta para sua tão aguardada segunda edição, prometendo encantar e celebrar a amizade entre Brasil e Coreia. O evento, que une cultura, informação e entretenimento, acontecerá nos dias 24 de agosto de 2024, no Estacionamento 12 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, em Brasília/DF.

A entrada é gratuita para todos os participantes.

K-Festival

K-Festival NTX Brasília
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A primeira edição do evento foi um sucesso estrondoso, atraindo mais de 52 mil pessoas nos três dias de festa. Então, nesta segunda edição, terá uma ampla gama de atrações.

O K-Festival promete três dias de diversão e imersão na cultura coreana. Os visitantes poderão desfrutar de uma variedade de atividades, incluindo competições de dança cover, performances de DJs, oportunidades de compras em lojinhas temáticas, apresentações de dança tradicional e culinária coreana autêntica.

A atração principal deste ano ficará ao encargo do boygroup NTX, que se apresentará nos dias 3 e de agosto. Com oito membros, HyeonjinYunhyeokJaeminChanghunHojunRawhyunEunho, e Seungwon, o grupo vem conquistando corações desde sua estreia oficial em 30 de março de 2021.

NTX

NTX K-Festival Brasilia
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Formada pela Victory Company, NTX significa “NEO TRACKS NO.X” e representa “8 crianças pioneiras em novos caminhos musicais”. Assim, eles fizeram sua grande entrada na cena musical com o single principal “Kiss The World”, parte de seu EP de estreia intitulado “Full of Lovescapes”.

Desde então, o grupo tem encantado fãs com sua energia contagiante e performances cativantes. Além disso, apesar de uma mudança em sua formação em novembro de 2022, o espírito e a paixão do NTX permanecem inabaláveis para os NTFUL (fandom do grupo).

Agora, o público brasileiro terá a oportunidade ver de pertinho o NTX ao vivo no K-Festival. Ou seja, vê-los em um evento que promete celebrar a cultura e o entretenimento coreano em grande estilo.

Então, para garantir sua presença no K-Festival, os interessados devem obter seu ingresso gratuito no site da Sympla e apresentá-lo na entrada do evento.

Detalhes do Evento

  • Local: Estacionamento 12 (Parque Ana Lídia), Parque da Cidade Sarah Kubitschek – Brasília/DF 
  • Horário: 11h às 22h (exceto domingo, que encerrará às 19h
  • Data: 02, 03 e 04 de agosto de 2024
  • Ingresso: Para retirar seu ingresso gratuito, visite o site da Sympla
  • Instagram: https://www.instagram.com/kfestival.kfcc/
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PUMA x PlayStation unem moda esportiva e games em nova coleção colaborativa

puma x playstation
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A PUMA e a Sony Interactive Entertainment lançam coleção colaborativa para celebrar PLAYSTATION, console que está no coração dos gamers. Assim, a collab PUMA x PLAYSTATION chega ao Brasil nos próximos meses, apresentando calçados e vestuário para o público adulto e infantil.

O grande destaque da collab fica por conta de novas versões de sneakers clássicos da PUMA. Ou seja, o Suede e o RS-X, cada um com duas colorações diferentes.

O logo característico do console da Sony está presente na etiqueta da língua de todos os modelos, assim como um pingente que vem pendurado no cadarço.

Completam o lançamento roupas com estampas inspiradas em PLAYSTATION, com detalhes holográficos e técnicas de brilho.

Mais detalhes da collab PUMA x PLAYSTATION devem chegar em breve.

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Conheça As cinquenta e três estações da Tôkaidô, de Utagawa Hiroshige, e viaje para o Japão feudal

As cinquenta e três estações da Tôkaidô
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Conheça As cinquenta e três estações da Tôkaidô, de Utagawa Hiroshige!

Caso você queira viajar de Tóquio a Quioto, hoje em dia, há um trem-bala que atravessa os 515 km que separam as duas cidades em aproximadamente duas horas e quarenta minutos. Também, é possível pegar um avião, o que levaria aproximadamente uma hora e meia de viagem.

Entretanto, no começo do século XIX essas opções não existiam, e o caminho deveria ser feito a pé. Assim, levava três semanas entre a capital do Xogum, Edo (hoje conhecida como Tóquio), à capital do Imperador, Quioto.

Portanto, o que hoje podemos pensar como apenas uma viagem cansativa era na verdade a efervescência da cultura japonesa! Graças a essa estrada, a cultura japonesa floresceu como nunca.

Afinal, eram 53 estações de descanso (e checagem) onde viajantes de todo o Japão se encontravam. Comerciantes, trupes de teatro, artistas, escritores, todo tipo de gente que se pode imaginar.

É o que podemos observar no livro As Cinquenta e Três Estações da Tôkaidô: Edição Hoeido. Este é um lançamento da Laboralivros (selo Urso), que conta com uma coleção de 55 gravuras do renomado artista (tido como o último grande mestre do ukiyo-e) Utagawa Hiroshige (1797-1858).

As cinquenta e três estações da Tôkaidô
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Utagawa Hiroshige

O artista fez parte de uma delegação que transportava cavalos para a corte imperial em 1832. Assim, acompanhou a comitiva por todo o trajeto de ida e volta através da Tokâidô.

Então, as vistas encontradas pelo caminho causaram tamanha impressão em Utagawa que ele fez inúmeros esboços durante a viagem. Ao chegar em casa, imediatamente começou a produzir as primeiras xilogravuras do que se tornaria a coleção As 53 Estações da Tôkaidô.

Utagawa criou 55 gravuras no total. É uma para cada uma das 53 estações, assim como uma para o ponto de início na Nihonbashi em Edo e o ponto de chegada em Sanjo Ôhashi, em Quioto.

Cada aspecto abordado pelo artista seria apenas um belo e despercebido detalhe se não fosse acompanhado pelas análises meticulosas pelo professor doutor Junichi Ôkubo, especialista em ukiyo-e e pesquisador do Museu Nacional da História Japonesa de Tóquio.

Junichi complementa perfeitamente os belíssimos traços das gravuras, trazendo notas históricas e culturais sobre as estações ao longo da estrada. Com isso, faz com que esse livro se torne um verdadeiro túnel do tempo, permitindo-nos explorar um Japão muito diferente do qual estamos acostumados.

As cinquenta e três estações da Tôkaidô
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As 53 Estações da Tôkaidô

Fora dos grandes centros metropolitanos – como Tóquio e Quioto –, o Japão do começo do século XIX era pacato. Então, as estações retratadas por Utagawa eram pequenos pontos de movimento e atividade interrompendo a quietude dos vilarejos rurais onde os camponeses sobreviviam à base da agricultura.

Esse Japão, tão raramente retratado, foi o foco de Utagawa, e muitas de suas gravuras ilustram a tranquila vida rural dos pequenos vilarejos ao longo da estrada.

Outro ponto interessante para se analisar nas imagens de Utagawa são as paisagens de natureza ainda indomada, os lagos, as bacias e as montanhas do Japão rural.

Em especial, o Monte Fuji figura no plano de fundo de diversas das gravuras, imponente e venerável.

As cinquenta e três estações da Tôkaidô
Imagem Divulgação-

Não é à toa que a viagem por essa estrada era considerada uma jornada indispensável para a formação de certa identidade cultural. Assim, era experimentada não só por pessoas comuns como por todo grande artista do Japão feudal, como Utagawa, Kuniyoshi, Bashô, Hokusai e tantos outros.

Embora hoje em dia a velocidade dos nossos meios de transporte não nos permita apreciar a jornada da forma como ela merece, e os avanços urbanos do nosso tempo tenham transformado radicalmente a geografia japonesa, sempre teremos os artistas dos tempos antigos que tanto se empenharam em registrar o fascínio e a admiração que tinham por seu país, criando portais para uma época que podemos acessar ao folhear as páginas dos livros.

As cinquenta e três estações da Tôkaidô
Imagem Divulgação

Informações

O livro As cinquenta e três estações da Tôkaidô: edição Hoeidô tem formato de paisagem em tamanho 29×21, com capa dura e miolo em couchê; a tradução é de Jovanca Kamizi Ichikawa e conta com prefácio do mestre Diogo Kaupatez (especialista em ukiyo-e e Hokusai), posfácio de Satomi Oishi Azuma (professora da UFPR). Está disponível com desconto no site da editora e na Amazon.

As cinquenta e três estações da Tôkaidô, Utagawa Hiroshige

  • Editora Urso (laboralivros)
  • 131 páginas em papel couchê fosco 150g
  • ILUSTRADO
  • Tamanho: 21x29cm
  • CAPA DURA
  • Autor: Utagawa Hiroshige, com notas de Ôkubo Jun’ichi
  • Tradução: Jovanca Kamizi Ichikawa
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AKIBAcast estreia nas plataformas, leva LOAD e promete muitas novidades!

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O AKIBAcast está de volta com seu segundo episódio, apresentando uma conversa com LOAD, um dos principais influenciadores da cultura pop. Neste episódio, LOAD mergulha fundo no mundo do movimento Hip Hop, Grafite e em animes aclamados como Berserk, Frieren, Hunter x Hunter, além de compartilhar suas experiências pessoais, incluindo sua passagem pelo Omelete, sua participação no Nerdcast e no Desce A Letra Show com Cauê Moura.

O episódio #02 oferece uma oportunidade única de explorar os diversos interesses e experiências de LOAD, desde sua imersão na cultura Hip Hop e Grafite até suas análises profundas sobre os animes mais populares do momento. Com uma carreira marcada por colaborações com grandes nomes da mídia nerd, LOAD compartilha insights valiosos e histórias inspiradoras que prometem entreter e inspirar os ouvintes do AKIBAcast.

Assista e se INSCREVA no Youtube:

Além de acompanhar nos canais oficiais, o público também tem a oportunidade de assistir à gravação ao vivo do AkibaCast no Bairro da Liberdade, em São Paulo, na Rua Thomaz Gonzaga, 18.

Também está disponível nas plataformas de streaming para você ouvir!

Akibacast: Agenda de Abril

  • 20/04: Evandro Fuzari, do canal MangaQ, compartilhará suas experiências e insights sobre o mundo dos mangás.
  • 27/04: Episódio especial sobre One Piece com Ansem da OPEX

Sobre os Hosts:

Bellan: Com mais de uma década de experiência na produção de conteúdo, eventos e palestras sobre cultura pop asiática, Bruno Bellan é um nome respeitado na indústria. Começando como um blog de análises de mangás em 2013, o Suco de Mangá expandiu seu foco para cobrir uma ampla gama de tópicos relacionados à cultura pop asiática, incluindo eventos nacionais e internacionais.

Raul: Produz conteúdo para as mais diversas plataformas desde 2014, além de ser host em painéis e bate-papos em vários eventos importantes pelo país como Anime Friends e Virada Cultural, hoje é host do popular podcast MDA: Mundo dos Animes.

Bianca: É publicitária e geek desde pequena. Trabalhou no extinto canal Loading, foi marketing de mangás na editora Panini e hoje cria conteúdo sobre cultura geek e cultura japonesa, colabora com o Papo Nerd com Elas, Mangás Brasil e é madrinha do projeto social Mangateca Dicria, no Rio de Janeiro.


Para mais informações sobre o AkibaCast e para acompanhar os episódios, siga a Akiba Station SP nas redes sociais.

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