27º Troféu HQMIX divulga premiados
Os artistas e publicações que se destacaram em 2014 votados por desenhistas, professores, pesquisadores e jornalistas da área de todo o Brasil através da Associação dos Cartunistas do Brasil e do Instituto Memorial de Artes Gráficas do Brasil, ganham uma exposição na estação Sé do Metrô de São Paulo por onde circulam diariamente cerca de 600 mil pessoas.
A exposição, que acontecerá de 10 a 31 de agosto, será composta por painéis ampliados dos trabalhos vencedores do prêmio, o que demonstra a força dos artistas mais festejados dos quadrinhos publicados no Brasil. A mostra tem o patrocínio da STABILO e a realização do Metrô de São Paulo.
Os melhores de 2014
Os vencedores foram votados em um processo difícil entre os mais de 1.600 lançamentos na área dos quadrinhos em 2014. Um júri de jornalistas e pesquisadores escolheram os sete indicados para cada item que foi para a votação digital, com auditoria, para cerca de 700 profissionais do setor pelo Brasil.
A apresentação do evento de 12 de setembro será de Serginho Groisman com show surpresa e performance do DJ MZK. A cada ano a estatueta do troféu é modificada homenageando um grande personagem dos quadrinhos e do humor gráfico brasileiro. Neste ano, o artista plástico Olintho Tahara esculpiu o personagem Diomedes, de Lourenço Mutarelli. Na ocasião, também será distribuído o jornal HQMIX com informações sobre os premiados e homenageados.
Troféu HQMIX
Criado em 1988, pela dupla JAL e Gualberto Costa, no programa TV MIX da TV Gazeta, o Troféu HQMIX logo foi apadrinhado pelo então apresentador do programa, Serginho Groisman. A votação nacional é feita pela categoria dos desenhistas de HQs e humor gráfico por meio da Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) e do Instituto Memorial das Artes Gráficas do Brasil (IMAG).

Comissão Organizadora do 25º TROFÉU HQMIX
Gualberto Costa e JAL (presidentes), Andréa de Araújo Nogueira, Benedito Nicolau, Cristina Merlo, Daniela Baptista, Edson Diogo, Marcelo Alencar, Nobu Chinen, Sam Hart, Silvio Alexandre, Sonia M. Bibe Luyten, Tiago Souza, Waldomiro Vergueiro e Will.
Júri de indicações
Will (presidente), Daniel Lopes, Heitor Pitombo, Jota Silvestre, Marcelo Naranjo, Michele Ramos e Télio Navega.
Sobre Lourenço Mutarelli
Mutarelli é escritor, ator, dramaturgo e autor de histórias em quadrinhos brasileiro. Iniciou sua carreira nos anos 80 com suas histórias escatológicas bem ao estilo underground. A trilogia em quadrinhos de seu detetive Diomedes, publicada pela editora Devir nos anos 90 e republicada recentemente pela Cia das Letras é seu maior sucesso. Conhecido pelo livro “O cheiro do Ralo” que foi adaptado para o cinema por Selton Mello, Lourenço é também professor de quadrinhos no SESC Pompeia.

Sobre Watson Portela
(homenageado como o grande mestre dos quadrinhos)
Foi um dos primeiros artistas a se destacar no cenário das HQs da década de 80, em meio a hegemonia do gênero de super-heróis americano. As obras mais conhecidas do grande público são os álbuns “Paralelas” e “Vôo Livre”. Watson iniciou seus trabalhos em fanzine e mais tarde teve sua arte publicada em diversas editoras como RGE, Vechi, Graphipar e Abril.
Vencedores das categorias do troféu HQMix – Melhores de 2014
- Adaptação para os Quadrinhos
Grande Sertão Veredas (Globo) - Desenhista Estrangeiro
Andrew C. Robinson (O Quinto Beatle) - Desenhista Nacional
Laudo Ferreira Jr. (Yeshuah vol. 3 – Onde Tudo Está) - Destaque Internacional
André Diniz (7 Vidas) - Edição Especial Estrangeira
O Quinto Beatle (Aleph) - Edição Especial Nacional
A Vida de Jonas (Zarabatana) - Editora do Ano
JBC e Veneta (empate) - Evento
CCXP – Comic Con Experience (São Paulo) - Exposição
Ocupação Laerte (Itaú Cultural) - Livro
Humor Paulistano – A Experiência da Circo Editorial, 1984-1995 – Toninho Mendes (org.) - Novo Talento – Desenhista
Felipe Nunes (Klaus) - Novo Talento – Roteirista
Bianca Pinheiro (Dora e Bear) - Produção para Outras Linguagens
Cena HQ (teatro) - Projeto Editorial 91
Humor Paulistano: A Experiência da Circo Editorial (SESI-SP) - Publicação de Aventura/Terror/ficção
Astronauta – Singularidade (Panini) - Publicação de Clássico
A Saga do Monstro do Pântano 1 a 3 (Panini) - Publicação de Humor Gráfico
Có! & Birds (Quadrinhos na Cia) - Publicação de Tira
A Vida com Logan – Para ler no sofá (Jupati) - Publicação Independente de Autor
Edgar 1 (Gustavo Borges) - Publicação Independente de Grupo
QUAD 2 - Publicação Independente Edição Única
Quaisqualigundum (Davi Calil e Roger Cruz) - Publicação Infanto-juvenil
Aú, O Capoerista e o Fantasma do Farol (Independente) - Publicação Mix
Gibi Quântico (Independente) - Roteirista Estrangeiro
Mark Waid (Demolidor) - Roteirista Nacional
Marcello Quintanilha (Tungstênio) - Tira Nacional
Malvados (André Dahmer) - Web Quadrinhos
Beladona - Web Tira
Will Tirando - Grande Contribuição no ano
PROAC – HQ – Programa da Sec. Estadual da Cultura de SP - Homenagem Grande Mestre dos Quadrinhos
Watson Portela - Homenagem Especial
Liliam Mitsunaga (letrista) - Humorista Gráfico
Dálcio Machado
NB: As premiações das Melhores teses de universitários serão divulgadas em setembro.
EXPO HQMIX
Data: de 10 a 31 de agosto
Horários: normais do Metrô
Local: Metrô Sé (próximo às catracas de entrada) Praça da Sé
Estacionamento: não
Hibike! Euphonium | Review
Venho aqui, hoje, para trazer o REVIEW de uma série de 13 episódios produzida pelo estúdio Kyoto Animation, que foi exibida na temporada de Primavera – no caso, de Abril a Junho – deste ano.
Confira também: Rolling Girls | Review
A série é Hibike! Euphonium, a qual me ganhou muito fácil com toda a sua sensibilidade e mensagens inspiradoras, e eu já fiz até cosplay da série (e sim, postarei aqui sobre isso também!).
Quem lê o Suco de Mangá regularmente e sabe do meu amor por séries do Kyoto Animation em geral, não deve ficar surpreso com essa minha avaliação positiva, mas se estas séries com frequência me ganham principalmente pela fofura – como nos casos de K-On!, Tamako Market e até mesmo Kyoukai no Kanata – Hibike! Euphonium me ganhou também, e principalmente, por outros motivos.
Quais motivos? Não espalhem, mas eu chamo Hibike! Euphonium de “Tengen Toppa Guren Lagann, menos homens”.
Essa comparação pode e deve soar bizarra para quem conhece ambas as séries. Um é um shounen de robôs com lutas intergaláticas, dramas épicos e um mote ou conceito central de “conquista do espaço”; o outro, um slice of life escolar sobre competições de música, com quase nenhuma fantasia. Eu vou voltar nesse ponto depois. Primeiramente, darei minha apresentação da série a partir de uma perspectiva pessoal.

O Clube de Música
Baseada em uma série de livros, Hibike! Euphonium conta a história do grupo de estudantes do clube de música do Colégio Kitauji. Ou, pra ser mais exata, do clube de light music de instrumentos de sopro, ou ??? (“suisougaku”, ou “instrumento de sopro”); sim, algo tão específico realmente existe nas escolas japonesas, e há inclusive competições a nível regional e nacional dos clubes destas escolas.
Como é de se esperar, o anime conta a história de um clube específico, com seus desafios, dramas e superações, e tudo o que enfrentam enquanto tentam melhorar como grupo musical e serem premiados.
A protagonista da série, Kumiko Oumae, é uma das integrantes deste clube. Kumiko é uma jovem garota no primeiro ano do ensino médio, que começara a tocar eufônio – “o que é um eufônio?” o leitor que não viu o anime muito provavelmente está se perguntando, e é exatamente a impopularidade deste instrumento uma das questões que devastam Kumiko – quando tinha não mais que oito anos de idade, por influência da irmã mais velha, a qual tocava em uma banda.
Hoje, a irmã não toca mais, e mesmo trocando de colégio e tentando mudar de instrumento, ela não conseguiu fugir de um infeliz destino de ser convidada a tocar eufônio, com uma afirmação tão vaga quanto “você tem cara de eufônio!” da parte da personagem Asuka, uma tocadora entusiasmada de eufônio, líder nata e pervertida local nas horas vagas.
A principio presa nessa situação por conta das amigas, e posteriormente envolvida de fato com o clube de música, seus membros – tanto os velhos conhecidos que retornam, quanto os novos amigos e inimigos – e objetivos, Kumiko vai amadurecendo e se descobrindo ao longo da série.
Através de suas escolhas, vai descobrindo a própria paixão pelo que faz, até, finalmente, o ápice da serie, que é a competição de música para a qual Kumiko e seu grupo se preparam ao longo dos 13 episódios.
Assim como Kumiko, nossa querida “protagonista com personalidade horrível”, todos os outros personagens também tem sentimentos intensos, encorajam uns aos outros, procuram ser cada vez melhores, mudam, voltam atrás nas suas ações, e amadurecem muito, em maior ou menor grau; assim como cada um tem seus próprios dramas – alguns dos quais carregam seus dramas pessoais há anos, e isso interfere e muito com a própria banda do Colégio Kitauji. Ao longo de toda essa jornada, aprendemos com todos eles, sob a liderança de Taki Noboru, professor com rostinho meigo e Capitão Nascimento do Colégio Kitauji nas horas vagas.

Personagens Fortes e Dramas Internos
Creio já ter deixado evidente, aqui, duas das características fortes da série Hibike! Euphonium.
Uma são os personagens e suas caracterizações – bastante realistas e densas pra um slice of life, na minha opinião, o que arrisco ter a ver com o fato de a série ter sido baseada em um livro – e outra, fortemente relacionada a isso, são os dramas internos que os personagens passam.
Sim, inteligência intrapessoal é uma questão forte em Hibike! Euphonium, e se os relacionamentos entre os personagens também são bastante importantes, não são tão relevantes quanto os efeitos que eles produzem em cada personagem individualmente. De alguma forma, os relacionamentos parecem funcionar aqui mais como recursos narrativos para alavancar o crescimento dos personagens – ou pelo menos a maioria deles.
A questão central é, realmente, ver cada um destes jovens músicos enfrentando as situações complexas, e procurando ter garra para treinarem seus respectivos instrumentos a um nível à altura da competição nacional.
E é por isso que eu faço essa comparação mental com TTGL. Que é uma piada, mas não uma completa mentira. Porque grande parte do apelo de Hibike! Euphonium, assim como TTGL, é de ver o crescimento dos personagens e aprender com eles. Todos ali estão tentando superar seus limites; e seja para “lutar contra o destino” como em TTGL, ou “tornar-se único” como em Hibike! Euphonium, superar limites é um ponto chave em ambas as séries.
Ambos são séries motivacionais, e no sentido mais otimista possível, vez que provocam identificação, e convidam o espectador a se envolver com a batalha dos personagens através de metáforas. Eu não preciso lutar em robôs e nem tocar um instrumento – de fato, nunca fiz nenhum dos dois! – pra me identificar com as motivações dos personagens e me sentir inspirada pela mensagem que eles transmitem.
Nesse sentido, também defendo que Hibike! Euphonium tem muito mais a ver em sua temática com várias séries de esporte genéricas, do que com, por exemplo, K-On!. Infelizmente, penso que Hibike! Euphonium ficou bem aquém das expectativas em termos de popularidade, e essa comparação injusta foi um dos motivos.
Apesar de inevitável – por serem ambas séries de clubes escolares de música, produzidas pelo mesmo estúdio, com o mesmo character design “moe” que é marca da empresa, várias garotas e femslash pra dar e vender – Hibike! Euphonium tem pouco ou nada a ver com K-On!. Se em K-On! a música nunca é central, e é mais um artifício pra aumentar o nível de fofura do anime – afinal, pra uma série ser mais fofa que garotinhas 2D vestindo orelhas de gatinho e comendo bolo, só se tiver musiquinhas fofas à la anime de idols com as vozes delas, né? – em Hibike! Euphonium a música é, sim, parte relevante na composição da história, e a fofura aparente é apenas consequência do estilo do estúdio; dificilmente alguém deve assistir Hibike! Euphonium apenas pelo moe. Em nota, eu sou apaixonada por K-On!, mas reconheço que o propósito central das séries é totalmente diferente.
Talvez fosse um pouco mais justa a comparação com séries como o shoujo La Corda D’Oro, ou o josei Nodame Cantabile, nas quais as protagonistas lutam para melhorar suas habilidades com a música, enquanto relacionamentos entre personagens se desenvolvem em paralelo.

Yuribait?
Bem. Esclarecidos estes pontos e falando em relacionamentos, de volta a Hibike! Euphonium. Por que eu disse que “a maioria deles” não importa tanto? Porque, apesar de nunca focar em relacionamentos mais que na música e na competição, Hibike! Euphonium também tem um ou outro relacionamento mais digno de nota, como é o da protagonista Kumiko e de Reina Kousaka. Reina é uma excelente tocadora de trompete que tocara com ela no passado, cujo relacionamento com a protagonista também dá bastante subtexto homoerótico pros fãs de yuri à bordo do navio Hibike! Euphonium. E não só; o mesmo pode ser dito, por exemplo, dos sentimentos de Kaori por Asuka, e várias outras personagens.
A questão é que o “yuribait” é outro ponto forte de Hibike! Euphonium; pra quem gosta, é um prato cheio. O único relacionamento “oficial”, no entanto, é o relacionamento heterossexual entre Shuichi e Hazuki – que, em nota, não existe nos livros; nos livros, o relacionamento entre Shuichi e Kumiko é muito melhor desenvolvido. E isso chega a beirar o decepcionante, considerando o nível de obviedade do subtexto, mas prossigamos.
Além de toda essa parte motivacional e de drama, é claro que, como não podia deixar de ser, a série também não é cem por cento choro e vela; de fato, a comédia da série também é muito boa, se sutil e passível de passar despercebida por olhos desatentos.
Mas como não rir, por exemplo, com o humor escrachado da Hazuki, chamando Midori “Sapphire” de “Opala” ou com medo da possibilidade de entrarem várias “Sapphires” no clube no ano seguinte? Com a Asuka gritando “me toque” com o eufônio nas mãos, lendo a página da Wikipedia na apresentação do eufônio para os novos membros do clube, ou, em geral, sendo uma pessoa incrivelmente maluca? Ou ainda, com a protagonista Kumiko fazendo caretas e comentários sarcásticos e amargurados para o mundo ao seu redor, no melhor estilo Kyon? A comédia, confesso, foi uma das coisas que mais me ganhou, especialmente na segunda vez assistindo, e pode passar longe do espectador mais desatento.
Em suma, Hibike! Euphonium tem alguns romances e insinuações pra quem curte, mas nunca deixa de ser um drama motivacional com toque de vida escolar, divertidinho e tranquilo – nesse aspecto, meio à la Hyouka, apesar de ter mais comédia que a maioria dos episódios deste. A sua própria estética, através das cores – como o uso do marrom, do verde e do cinza, e um estilo clássico, com alguns cenários em aquarela, – lembra essa outra série, também animada pelo estúdio Kyoto Animation e baseada em livros (percebe um padrão aí?).
Hibike! Euphonium, no entanto, é mais “fofinho” – o uniforme de verão, por exemplo, é meu favorito pelo contraste com os cenários padrões da série, a qual se passa em uma escola com vários objetos de madeira, muitos tons de marrom e todo um ar clássico. Algumas cenas do lado de fora também são um pouco mais coloridas, mas em geral, as cores são sóbrias.

Animação e trilha sonora de primeira
A animação excepcional é apenas o esperado do estúdio Kyoto Animation; como já disse, os personagens, especialmente a protagonista, fazem caras e bocas incríveis que realmente acrescentam à comédia da série. Isto para não falar da fluidez da animação, dos brilhos e detalhes nos olhos dos personagens e nos instrumentos de metal, tudo feito com a cautela e maestria ímpares do estúdio. Algumas cenas, como a cena ao lado, brincam muito bem com a iluminação.
Todos os cenários tem muitos detalhes, muitas pequenas coisas que nos ajudam a entender os personagens e seus cotidianos, saber exatamente o que eles tem feito dos seus dias, e eu, confesso, só fui perceber muito disso assistindo à série uma segunda vez.
Não menos bem produzida é a música, o que, evidentemente, também é de se esperar. A trilha sonora de Hibike! Euphonium conta quase que exclusivamente com músicas produzidas com instrumentos de sopro, o que por si só já haveria de ser único e fascinante. Por ser uma série de música, porém, não tem tantas musicas de fundo, e o destaque vai mesmo para as melodias que são ensaiadas durante as sessões do clube e as práticas dos personagens – peças de bandas como Yellow Magic Orchestra figuram aqui, tornando a serie ainda mais interessante para os entusiastas de música.
É interessante, também, notar que a aproximação à música é realista, por duas vias: além de usar peças de bandas populares “na vida real”, Hibike! Euphonium, diferentemente de muitas séries de anime de música, não trata a música como algo poético e especial por si só, mas como uma atividade que se torna especial para aqueles personagens. O que não significa que a série não seja poética: de fato, a aproximação da série à vida é muito bonita, com direito a frases de efeito e lições de moral. Sucede que em nenhum momento há um monólogo sobre como “música é magia” ou qualquer coisa do tipo, tão comuns em séries de música. Música é música, e esses personagens gostam, cada um de seu jeito particular, de música.
Mas não é necessário ter nenhum apreço ou envolvimento especial com música para gostar de Hibike! Euphonium. Apesar de acreditar na quase-universalidade do apreço por música, a verdade é que a história e o drama da serie já são mais que suficientes pra cativar qualquer espectador que goste de uma boa injecão de ânimo, disfarçada de série de animação de “meninas fofas sendo gays e tocando música”.
Pois Hibike! Euphonium é isso: não tanto um slice of life, quanto uma história recheada de drama e boas lições de vida, e não é possível que a maioria das pessoas não adorem e não se identifiquem com algumas questões existenciais e personagens, não fossem feitas as comparações de praxe. Não, Hibike! Euphonium não é K-On! ou qualquer outra série, e também não tem pretensões de ser para todo mundo. Mas é inegavelmente bom ao que se propõe.
Recomendadíssimo pra quem gosta de séries com um que de slice of life, um que de clássicas, um que de fofura e originalidade, e, por que não, um que de yuri! Deixo aí a recomendação pra quem curtiu. ?
Artcon – Nostalgia: Os Incríveis anos 90
Este é uma postagem especial para o primeiro evento oficial do Suco de Mangá. E não poderia de ser, algo relacionado ao desenho!
ArtCon – Nostalgia: Os Incríveis Anos 90
Bora viajar no tempo!
Organizamos esta collab para homenagear a incrível década de 90. Além da homenagem, o collab visa estimular as novas gerações ao expor nossa evolução artística retratando as obras que foram importantes em nossa infância. Os desenhos devem ser retratados em formato de pôster.
- DEADLINE – 26 Setembro de 2015
- LANÇAMENTO – 05 de Outubro de 2015
MÉTODO DE ESCOLHA – Favor deixar neste grupo do facebook o seu portfólio e a série de interesse (Link da Lista Abaixo). Avisaremos assim que os pedidos forem validados.
VAGAS – Mais de 150
Lista das Animações disponíveis: http://tinyurl.com/lyjlx79
Dúvidas ou sugestões, estaremos à disposição.

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