quarta-feira, fevereiro 11, 2026
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Million Doll Vai Virar Anime!

Foi anunciado na edição de Março da Newtype que Million Doll vai ganhar um anime!

Para quem não conhece a obra de AI – e que pode conferir em JAP AQUI – ele conta a história de Suuko que com sua habilidade de blogar, consegue transformar qualquer idol popular!

Quanto a animação, será produzida pela Asahi e tem estreia prevista para Julho!

Imagem Divulgação
Imagem Divulgação
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Tokyo Anime Award | Confira os Indicados a ‘Melhor Animação’

E foi divulgado os indicados ao ‘Tokyo Anime Award‘ de 2015!

Diferente de premiações como Newtype Anime Award, onde só participam animações japonesas, o TAA também avalia diversas animações do restante do mundo, e por exemplo neste ano, Frozen, um dos favoritos a levar a premiação.

Os indicados passaram por uma seleção de mais de 100 juízes e críticos da Associação Japonesa de Animações e o festival de premiação acontece entre os dias 19 e 23 de Março. E os indicados são:

Cinema

Frozen
O Conto da Princesa Kaguya
Gundam Unicorn
Stand By Me Doraemon

Televisão

Knights of Sidonia
Ping Pong
Youkai Watch
Love Live! School Idol Project

Quem você acha que leva?

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Família Addams | Conheça a Série da Vandinha!

Você já conhece o spin-off Adult Wednesday Addams?

Esta é a webserie da Vandinha da Família Addams, protagonizada e interpretada por Melissa Hunter (Cult, Wild Cherry) e que já se encontra na segunda temporada. Cada episódio da série possui 3 minutos e sai toda quarta-feira no Youtube. Um detalhe interessante é que a própria Melissa é quem escreve o roteiro dos episódios.

Até lembrei da Morte de Sandman :P
Até lembrei da Morte de Sandman 😛

Por se tratar de episódios curtos, a série trata do cotidiano de Vandinha, como seu ato de tirar carteira de motorista até relacionamentos amorosos, e claro do jeito “gótico” de ser.

Curioso? Em inglês, você pode assistir o primeiro episódio, logo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=gHUajqrhF30

Melissa Hunter como Vandinha (Imagem Divulgação)
Melissa Hunter como Vandinha (Imagem Divulgação)
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Resort das Filipinas inaugura Gundam de 21 metros!

Não há dúvidas de que a cultura pop japonesa é muito forte nas Filipinas. Com toda certeza você já viu por acidente alguma abertura ou encerramento em TAGALOG no Youtube :p

E como se não bastasse, há um parque/resort temático todo nerd. E não só de Anime ou Tokusatsu, mas também com personagens Disney, Marvel e DC também. Porém, a maior novidade – no sentido amplo da palavra – é com a presença de um robô gigante Gundam, com 21 metros de altura.

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Imagem Divulgação

 

Pra quem quiser conhecer o resort, Jed Island Resort fica em Calumpit/Bulacan, nas Filipinas. Tá certo que a “qualidade” dos bonecos não é lá essas coisas, mas parece divertido. Confira nossa galeria de imagens!

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Confira os vencedores do 9th Seiyuu Awards

Nesta última segunda-feira foi revelado os vencedores do Seiyuu Awards, em sua 9ª edição.

Honorários

Esta é a premiação para dubladores que contribuíram com diversos projetos, gêneros e trabalhos que popularizaram cada vez mais este tipo de trabalho.

Hiroshi Ohtaki

Trabalhou em: Cyborg 009  (Albert Heinrich/004), Kaibutsu-kun (Dracula), Paaman’s Booby

Hiroshi Ohtaki (Imagem Divulgação)
Hiroshi Ohtaki (Imagem Divulgação)

Fuyumi Shiraishi

Trabalhou em: Cyborg 009 (Ivan Whiskey/001), Kaibutsu-kun’s (Personagem Principal), Mobile Suit Gundam (Mirai Yashima)

Fuyumi Shiraishi (Imagem Divulgação)
Fuyumi Shiraishi (Imagem Divulgação)

Prêmio de Sinergia

Esta é a premiação onde o ator/dublador desenvolve um contato sinérgico muito grande com o personagem. De fato, ele vivencia o momento em sua atuação.

Haruka Tomatsu

Trabalhou em: Yo-Kai Watch (Keeta Amano)

Haruka Tomatsu (Imagem Divulgação)
Haruka Tomatsu (Imagem Divulgação)

Melhor Dublador

Akio Ohtsuka

Trabalhou em: Metal Gear Solid (Solid Snake), Tales of Symphonia the Animation: Tethe’alla Episode (Regal Bryan), dublador de Antonio Banderas e Steven Seagal em diversos filmes e trabalhos.

Akio Ohtsuka (Imagem Divulgação)
Akio Ohtsuka (Imagem Divulgação)

Melhor Dubladora

Gara Takashima

Trabalhou em: Slayers Revolution (Gioconda), Ah! My Goddess: Flights (Fancy’s Hild), dublador de Carrie Fisher, Sharon Stone, Julia Roberts em diversos filmes e trabalhos

Gara Takashima (Imagem Divulgação)
Gara Takashima (Imagem Divulgação)

Prêmio Crianças, Família

Etsuko Kozakura

Trabalhou em: Piplup em Pokemon: Diamond & Pearl, Jibanyan em Yo-kai Watch, Tamama em Sgt. Frog

Etsuko Kozakura (Imagem Divulgação)
Etsuko Kozakura (Imagem Divulgação)

Prêmio Especial

Este aqui é para performances, musicais, grupos e trabalhos que não estão com uma ligação direta a dublagem.

Wake-Up Girls!

wake up girls (Imagem Divulgação)
wake up girls

 

 

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Little Witch Academia | Continuação Cada Vez Mais Próxima!

Pôster e título foram divulgados pelo estúdio Trigger

Little Witch Academia: The Enchanted Parade, que continua os acontecimentos do filme lançado em 2013. O interessante é que grande parte da arrecadação veio por Kickstarter – plataforma de financiamento coletivo – e surpreendeu, já que em menos de 5 horas o projeto ultrapassou o objetivo de 150 milhões de dólares!

Ainda não há data ou previsão de estreia, mas sabe-se que terá 40 minutos de duração e duas versões. A primeira terá um documentário e áudio comentado. O segundo, uma versão mais limitada, virá com a trilha sonora e um livro de art concept.

Confira o pôster:

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Onigiri | Receitas | Suco Gourmet

onigiri
Imagem Divulgação

Olá Galera! Hoje teremos a estreia de um novo e delicioso quadro no Suco de Mangá – O Suco Gourmet. Neste primeiro post, escolhi uma receita simples, tradicional, muito apreciada pelos asiáticos e extremamente popular: O Onigiri.

A culinária é um dos elementos chave em qualquer cultura. Através dela, podemos conhecer muitos dos costumes de um povo. Nós do SUCO como o próprio nome sugere, dedicamos boa parte do nosso conteúdo em explorar a cultura pop, principalmente nossas influências japonesas.

O quadro veio pra estabilizar de vez nossa paixão pela cultura asiática – vamos compartilhar com vocês a história, os costumes, a cultura e as receitas de pratos que podemos fazer em casa. O Suco Gourmet chegou pra a alimentar o saber e a fome de vocês!

O Onigiri, também conhecido como nigiri ou omusubi, é um alimento a base de arroz – como a maioria deve saber – que pode valer como uma refeição completa.

O bolinho pode ser apenas arroz e sal, ou pode ser recheado. Os recheios são muito variados – de peixes a legumes, praticamente tudo o que der vontade.

História do Onigiri

Muitos dizem que a origem da receita é anterior a popularização do hashi. Por ser uma refeição prática e que não exige talheres, o Onigiri era muito popular entre os servos dos senhores feudais e entre os soltados que levavam os bolinhos para lanches durante as guerras.

Com o passar dos anos a receita foi aprimorada e hoje é um dos principais elementos do obentô (marmita japonesa). Para se ter uma ideia, hoje o Japão tem lojas que vendem mais de 3 milhões de onigiri por dia. É muito bolinho de arroz!

Agora vamos à receita, ela é simples, mas precisa de atenção com o tempo.

Ingredientes

  • 1 xícara e meia de arroz próprio pra comida japonesa (encontrado em sessões específicas do marcado)
  • 2 xícaras de água
  • 200g de salmão
  • 2 dentes de alho amassados ou picados
  • 1/2 de xícara de shoyu (se quiser pode por um pouco mais)
  • 2 colheres de sopa de cebolinha picada
  • Folhas de Nori para decorar (geralmente fica junto com arroz japonês)

Comece preparando o arroz – lave e deixe escorrer a água pra retirar o excesso de amido. Em seguida coloque o arroz de molho nas 2 xícaras de água por 15 minutos.

Modo de Preparo

  1. Ao terminar o tempo coloque o arroz com a água para cozinhar em fogo baixo com a panela semi tampada por cerca de 15 minutos (ou até a água secar).
  2. Quando a água tiver secado, vamos desligar o fogo, tampar a panela, e deixar o arroz tampado por mais 10 minutos.
  3. Passado o tempo, espalhe o arroz em um recipiente onde ele possa esfriar o suficiente pra você não queimar a mão.
  4. Enquanto o arroz descansa vamos preparar o peixe. Passe o alho amassado pelo peixe, temperando bem. Regue com metade do shoyu – eu costumo fazer pequenos furos com a faca na carne, para ter certeza que o tempero pegue.
  5. Coloque um pouquinho de óleo na frigideira e vamos selar (fritar) o salmão, mais ou menos 2 minutos de cada lado, até ele estar cozido – não é para torrar o peixe – só o suficiente para cozinhar.
  6. Quando o peixe esfriar vamos desfie em lascas. Tempere as lascas com o resto de shoyu e a cebolinha. Reserve o recheio do nosso onigiri.
  7. Vamos à montagem! Com o arroz e o peixe frios vamos montar os bolinhos. Separe uma vasilha com água gelada, gelo e um pouquinho de sal. Você vai usar ela pra molhar as mãos para fazer a montagem. É muito importante essa água gelada!
  8. Molhe as mãos. Coloque aproximadamente uma colher cheia de arroz na palma da mão. No meio coloque 2 colheres de chá das lascas – ou o suficiente pra fechar o bolinho. Com a mão gelada feche o bolinho no formato que você preferir. Se tiver dificuldade, faça um “sanduíche” de arroz, colocando uma colher de arroz por cima do salmão e dê o formato para o bolinho.
  9. Por fim decore com nori.

onigiri


É isso ai galera, bom apetite! Tem alguma receita que você quer ver aqui no Suco Gurmet? Deixe sua sugestão em nossas Redes Sociais! 

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Elite: Dangerous | Review

Elite Dangerous

Elite: Dangerous é um jogo de simulação espacial desenvolvido pela Frontier Developments e idealizado por David Braben, um dos criadores do original Elite de 1984.

Confira também: Destiny | Review

Exclusivo para PC, o jogo foi financiado por iniciativa popular através do site Kickstarter em uma bem sucedida campanha que arrecadou 1.578.316 libras das 1.250.000 libras pleiteadas.

Modo aberto ou privado?

O jogo se passa em um universo persistente onde o jogador pode escolher jogar sozinho ou com outros jogadores em modo aberto ou privado. Infelizmente, para manter a característica de universo persistente, até mesmo para jogar sozinho é necessário estar conectado online.

Elite: Dangerous coloca o jogador na pele de um piloto de espaçonaves, que começa com uma nave básica e alguns poucos créditos em alguma estação espacial perdida no espaço. A partir daí é com o jogador!

Não há uma história, não há objetivos bem definidos, não há uma princesa para salvar no castelo, um arqui-inimigo para derrotar e nem um universo para salvar. Há apenas você, sua nave e tudo que conseguir fazer no espaço entre uma estação e outra.

Elite: Dangerous é adepto do “crie você a sua própria história”. Há missões nas estações para cumprir, mas caso o jogador não deseje fazê-las, pode caçar criminosos para receber recompensas ou saquear naves mercantes para roubar a carga e vende-las no mercado negro. Se tiver créditos para investir pode comprar e vender commodities entre estações e lucrar com isso.

A primeira coisa que chama atenção em Elite: Dangerous é sua escala: o jogo conta 400 bilhões de sistema solares e uma representação científica de 1:1 da Via Láctea. Tudo isso feito através de geração procedural de conteúdo.

Elite: Dangerous (Imagem Divulgação)
Elite: Dangerous (Imagem Divulgação)

Simulador Espacial

Em se tratando de um simulador espacial, em Elite: Dangerous o jogador pilota durante o tempo sua nave. É possível usar tanto o mouse e teclado quanto joysticks, H.O.T.A.S. (Hands On Thrust And Stick) e controles tradicionais.

Em minha experiência com o jogo, encontrei dificuldades em controlar a nave apenas com o mouse e teclado, preferindo usar um controle de Xbox One na maioria do tempo. Há alguns padrões pré definidos de controles, mas o jogador pode customizar os comandos do jeito que preferir.

O jogador começa com uma nave básica, mas pode trocar ao longo do jogo. Atualmente são 15 naves jogáveis, mas o jogo foi planejado para ter até 30 naves jogáveis. Cada nave tem seus status básicos, mas é possível modifica-la completamente até o limite que ela suporta.

Há os hardpoints, onde são equipados as armas, utility mounts que ficam acessórios como scanners e os internal components onde ficam os demais componentes tais como escudos e compartimentos de carga.

Cada item tem sua classe e é necessário que a nave suporte no mínimo aquele tamanho. Ou seja, uma Viper tem quatro hardpoints, dois médios (size 2) e 2 pequenos (size 1) de forma que ela pode equipar duas armas size 2 e duas armas size 1 ou usar os slots de size 2 para um item size 1, mas não pode usar nenhuma arma size 3 porque a nave não suporta.

Elite: Dangerous (Imagem Divulgação)
Elite: Dangerous (Imagem Divulgação)

Análise de risco

Em relação aos componentes internos, alguns componentes são fixos e necessários para a nave operar, como as turbinas, de forma que só podem ser trocados por outro do mesmo tipo. Outros, como os escudos, não são necessários podendo ser trocados por compartimento de carga, caso o jogador entenda necessário.

Tal situação requer uma análise de risco e benefício porque, com um compartimento de carga maior o jogador pode fazer mais dinheiro em menos tempo. Porém, caso seja atacado por piratas no meio do caminho terá uma chance maior de ter sua nave destruída, inclusive perdendo o que tiver levando de carga.

Cada nave pode fazer de tudo, porém todas são voltadas para uma área específica. A Sidewinder, nave inicial é uma multifunção, já a Viper é uma nave de combate e da Lakon Type 7 é voltada para o transporte de cargas. Isso não impede do jogador entrar em combate com Type 7 e transportar carga com a Viper, porém elas não são tão efetivas para esse tipo de situação.

É possível fazer algumas modificações com a nave voando, como transferir a prioridade entre sistemas, motores e armas, definir prioridades de energia e ativar e desativar os periféricos.

Elite: Dangerous (Imagem Divulgação)
Elite: Dangerous (Imagem Divulgação)

Exploração espacial

O jogo se passa completamente no espaço, sendo que o jogador passa o seu tempo indo de uma estação a outra. Não há planetas para pousar, ao menos por enquanto. Há planejado algumas expansões, elas o módulo de pouso e o de tiro em primeira pessoa, porém elas serão pagas quando lançarem.

Ao chegar numa estação é o próprio jogador que deve manobrar a nave até o local de pouso. É necessário pedir autorização, se dirigir ao local indicado, liberar o equipamento de pouso e alinhar a nave no local correto.

Tudo isso é um procedimento divertido de fazer e que sempre demanda atenção. Algumas estações tem área de pouso interna e para acessá-las é necessário passar por uma abertura não muito grande. Não é incomum pilotos apressadinhos destruírem suas naves nas entradas por não conseguir acertar o acesso.

Para viagens de longa distância as naves são equipadas com um frame shift drive (FSD), que permite as naves viajarem acima da velocidade da luz. Ao ativar o FSD é possível viajar em supercruise para distancias menores dentro de um mesmo sistema ou em hyperdrive para outros sistemas que se encontram a anos luz de distância.

Acionar o FSD é sempre uma sensação gostosa, há um período de carregamento do sistema, após uma contagem e sua nave sai em velocidades incríveis.

Nas estações é possível reabastecer, carregar as armas que precisam de munição, trocar de nave, comprar e vender commodities, vender carga roubada no mercado negro, receber recompensas e modificar as naves.

Nem todas as estações tem tudo disponível, algumas tem apenas algumas funções básicas outras são mais completas.

Também é possível pegar missões para fazer nas estações: levar carga a outras estações, adquirir e trazer commodities, destruir um inimigo poderoso, destruir piratas ou mercadores, participar de zonas de guerra. Nem todas as missões são pagas, algumas são feitas apenas em troca de reputação.

Elite: Dangerous (Imagem Divulgação)
Elite: Dangerous (Imagem Divulgação)

Facções

Há três facções centrais no jogo, o Império, a Federação e a Aliança, cada uma com reputação e recompensas próprias. Se você destruir um pirata procurado no Império, terá que procurar uma estação aliada ao Império para poder pegar sua recompensa. Algumas estações são independentes também.

No mais é possível encontrar coisas para fazer no espaço como caçar e destruir pilotos procurados, minerar, desbravar sistemas novos e vender os mapas.

O maior problema com o jogo é que tudo isso acaba se tornando maçante e limitado. A falta de um enredo pode ser um problema para manter os jogadores fazendo exatamente as mesmas coisas o tempo todo em troca de crédito para melhorar e trocar sua nave.

Chega um determinado momento em que você não quer mais caçar piratas para matar, nem ficar horas de uma estação a outra vendendo mercadorias.

Para piorar, algumas viagens entre estações são realmente longas e cansativas, chegando a durar minutos olhando para sua nave andar em linha reta.

Por outro lado o combate é satisfatório. Algumas batalhas são de tirar o folego e outras nem tanto, mas acabei achando o combate a parte mais gostosa do jogo. Naves menores é possível manter um batalha mesmo contra os inimigos mais avançados, porém contra as naves maiores escapar as vezes é melhor opção.

Não conferi como é jogar com outros jogadores, mas acredito que no modo multiplayer o elemento humano deve trazer uma tensão extra em relação à inteligência artificial.

Não é um jogo para todos!

Elite: Dangerous não é um jogo para todos. Os fãs de simulação espacial estarão satisfeitos e irão encontrar diversas formas de ocupar seu tempo no espaço.

É um jogo definitivamente competente, com ampla customização das naves e combate satisfatório, mas que peca pelo andamento cadenciado, missões repetitivas e ausência de modo história.

Muito embora o jogo se sustente somente no espaço, fica a sensação de que está incompleto sem o modo dos planetas e de primeira pessoa. Até o presente momento não é possível sequer andar pelo interior das naves.

Talvez no futuro estes problemas se resolvam, mas a perspectiva da solução ser paga torna o jogo ainda menos atraente para quem está indeciso.

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