Originalmente, Uzumaki foi uma publicação da revista Big Comic Spirits (Shogakukan), serializada entre 1998 e 1999 e compilada em 3 volumes posteriormente.
Ainda não há informações e detalhes sobre a nova edição da editora Devir, mas ao que tudo indica, contará com apenas um único volume de 656 páginas.
Capas de Uzumaki, publicado pela Editora Conrad.
Sinopse: O cotidiano da cidade tranquila de Kurozu-cho sofre uma mudança inesperada quando, um após o outro, seus habitantes começam a manifestar um interesse muito mórbido em espirais. Mas esta morbidade começa a se transformar em transtornos obsessivo-compulsivos reais, que pressionam aqueles que são afetados para a autodestruição. Mas qual é a origem dessa sinistra loucura coletiva? Essa simples auto-sugestão nos leva a perceber distorções mesmo na própria natureza e nas leis da física? Ou haverá uma verdade muito mais simples … quão ineficiente e relaxante?
Mantendo o compromisso de permanecer próximo dos leitores, a Editora JBC realizou mais uma edição do evento JBC? ?Henshin+?, reunindo os apaixonados por mangás em um encontro único.
A edição de 2017 incluiu o lançamento oficial dos mangás Battle? ?Angel? ?Alita? ?-? ?Gunnm Hyper? ?Future? ?Vision? ?#01? e Coin? ?Laundry? ?Lady?, que chegaram com exclusividade para a “Lojinha JBC” no evento. Esta foi a primeira edição do JBC Henshin+ que contou com uma loja própria, onde também foram vendidas coleções completas e volumes avulsos com descontos especiais.
O dia também foi marcado pela presença dos convidados Michel Borges, quadrinista de Combo Rangers, e Ricardo Cruz, da banda Danger 3. Nos painéis, os editores Cassius Medauar e Marcelo Del Greco falaram sobre mangás no Brasil e quadrinhos digitais.
Além disso, o evento teve a participação dos parceiros Crunchyroll com o AnimeClub?, em sessões de animes dublados da plataforma de streaming, e da Bandai Namco com a estação de teste do jogo Dragon Ball FighterZ.
Anúncios? ?do? ?JBC? ?Henshin+? ?2017
O JBC Henshin+ 2017 foi marcado por novidades da Editora JBC e anúncios que animaram a plateia. Os próximos lançamentos que vêm pela JBC são os aguardados mangás Hokuto no? ?Ken?, de Buronson e Tetsuo Hara,? ?e Platinum? ?End?, de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata!
Outra grande novidade anunciada no evento foi a chegada dos mangás digitais pela Editora JBC. A série Combo? ?Rangers? ?Revolution? foi o primeiro título lançado em formato digital e já está disponível nas principais plataformas.
E mais! Foi confirmado que em 2018 terá o 3º? ?Brazil? ?Manga? ?Awards?, concurso de mangás promovido pela Editora JBC. As inscrições devem abrir no primeiro semestre de 2018.
O nome do milésimo episódio que foi exibido agora no dia 09 de novembro é “Lilie to Silvady, yomigaeru kioku!” (Lillie e Silvally: memórias retornam).
E para comemorar essa incrível marcar a emissora preparou algumas eventos e brindes como forma de agradecimento aos fãs. Os brindes que serão distribuídos serão cópias de Pokémon Ultra Sun e Ultra Moon, Blu-ray de Pokémon O Filme: Eu Escolho Você, uma enciclopédia pokémon, colecionável entre outros.
Além disso, as lojas selecionadas por todo o japão estarão com venda de produtos estilizados promocionais e também haverá participação dos atores que dão voz aos personagens da série. O evento terá duração de oito semanas.
Baseada na light novel de Kugane Maruyana, a segunda temporada de Overlord retorna em janeiro de 2018 com a mesma equipe, incluindo estúdio Madhouse e com Naoyuki Itou na direção.
Sinopse: A história se passa no ano 2138 quando games de realidade virtual estão estourando. Yggdrasil, um popular game online é silenciosamente fechado um dia, no entanto, o protagonista Momonga decide não sair. Momonga é então transformado na imagem de um esqueleto como “o mais poderoso mago”. O mundo continua a mudar, personagens não jogáveis (NPCs) começam a sentir emoções. Não possuindo pais, amigos ou lugar na sociedade, esse jovem comum Momonga começa a lutar para assumir o controle do novo mundo que o jogo se tornou.
No fim de Outubro, um representante da Saban Brands, fez uma declaração oficial a respeito de um segundo filme da franquia, segue abaixo:
“A franquia continua tão forte e entusiasmada quanto ao seu futuro como sempre esteve. Power Rangers continua a ser proprietária e renovar centenas de registros de marcas em todo o mundo, inclusive para o filme de 2017. O processo de registro de marca é muito matizado; e o status não tem influência sobre a nossa propriedade ou os planos futuros para Power Rangers “.
Isto provavelmente se deve ao fato que o primeiro filme deixou varias brechas para uma possível continuação, dentre elas o aparecimento do Ranger Verde que é uns dos ícones da franquia.
Agora fica a pergunta: será que se houver mesmo um segundo filme e aparição do Ranger Verde, vai ser com o mesmo ator Jason David Frank?
Na Brasil Game Show 2017 conversamos com Matheus Zanetti, coordenador de marketing e desenvolvedor da Kinship, esta que trouxe o action tower defense Skydome!
Conhecemos a Kinship no ano passado, e desde então o estúdio se desenvolveu para um grande estande no evento deste ano, com mais de 70 metros quadrados, na área PC Gaming.
Ali, Skydome fez seu nome, ainda que “protótipo” em 2016, ele retorna todo revitalizado, reformulado e até mesmo com campeonatos no próprio local, este que contou com 16 estações de jogos.
“O jogo foi desenvolvido pensando em um público global e é o primeiro action-tower defense feito desde o início com foco nas disputas multiplayer entre equipes. Além da nossa talentosa equipe brasileira, contamos com o suporte de diversos parceiros ao redor do mundo para entregar o melhor jogo possível e atualizado com as tendências globais”, disse Cheny Schmeling, diretor de criação da Kinship.
Sobre Skyome:
No mundo fantasioso de Skydome, dois times de quatro jogadores batalham em lados opostos da mesma arena defendendo seus territórios e tentando evitar que criaturas adversárias destruam seus artefatos. Os jogadores podem escolher qual tipo de tropa irá atacar a tribo rival e por qual caminho seguirão, e como as tropas crescem em número e força com o desenrolar da partida, é necessário planejar muito bem os ataques, adaptar as estratégias em tempo real e surpreender o outro time nos locais e momentos menos prováveis.
Skydome oferece aos jogadores uma série de campeões para controlar, cada qual com seu próprio estilo de jogo e um diferente conjunto de habilidades, como as poderosas e inovadoras intervenções, que atravessam as barreiras entre os territórios das equipes. Uma intervenção bem utilizada, além de deixar as partidas mais interessantes e imprevisíveis, pode modificar completamente o resultado da partida.
Uma das listas mais aguardadas por nós do SUCO, finalmente saiu! Depois de diversas votações e escolhas, 27 produções animadas, de longa duração, foram pré-selecionadas para o Oscar 2018.
Dentre as 27 animações, cinco produções são japonesas, sendo In This Corner of the World (Kono Sekai no Katasumi ni), do estúdio MAPPA, Mary and the Witch’s Flower (Meari to Majo no Hana), do Studio Ponoc e Napping Princess (Hirune Hime Shiranai Watashi no Monogatari), do Signal MD.
O destaque desta vez vai para A Silent Voice (Koe no Katachi), da Kyoto Animation e Sword Art Online: The Movie – Ordinal Scale, da A-1 Pictures.
Fica a nossa torcida para que tenha pelo menos uma dessas produções, o que deixa a premiação mais flexível globalizada – bem como numa possível inclusão das produções Netflix nos próximos anos.
Andrew Garfield e Claire Foy em Uma Razão para Viver (Imagem Divulgação)
Uma Razão para Viver traz a estreia de Andy Serkis, de franquias como O Senhor dos Anéis e Planeta dos Macacos, na direção. E já adiantamos: começou com tudo!
Um filme com grande impacto emocional e ao mesmo tempo com alívio cômico na medida certa, Uma Razão para Viver consegue não ser ofensivo para alguém que se encontra em tal situação e ainda arranca lágrimas de quem o assistir.
Pode ter certeza que é a prova que a perfeição pode ser alcançada em qualquer filme, mesmo os baseados em histórias reais, que sempre querem mostrar, de forma cinematográfica, o mais próximo do longa aqui em questão.
Uma Razão para Viver (Imagem Divulgação)
Sobreviver
O filme conta a história de Robin Cavendish, interpretado por Andrew Garfield, inglês que foi infectado com polio quando ainda tinha 28 anos.
Ao invés de viver em estado vegetativo na cama, respirando por meio de aparelhos e alimentando a depressão de ficar o resto da vida deitado por meros três meses, ele se recusou, e com a ajuda de sua esposa, saiu do hospital e levou os equipamentos para a casa dele.
Com o tempo, foi feito uma cadeira de rodas com o aparelho respiratório embutido para que Robin possa ir para qualquer lugar e viver a vida, coisa que ele fez e aumentou sua expectativa de vida até os 64 anos, mas que também começasse as consequências do uso de aparelho respiratório e do sangue entrar em seus pulmões.
Nisso, Robin Cavendish têm seus aparelhos desligados, mas um grande símbolo para os infectados com polio, tanto que foi escrito um livro sua vida, que foi adaptado para os cinemas.
Andrew Garfield e Claire Foy em Uma Razão para Viver (Imagem Divulgação)
Drama cômico
O filme é produzido por seu filho Jonathan Cavendish, e dirigido por Andy Serkis, o eterno Caesar de Planeta dos Macacos.
Conseguiram fazer um filme que poderia ser rotulado como um filme muito triste, de grande sofrimento por causa da situação, tudo parecia ser um drama do início ao fim, muito pelo contrário, o filme possui grande alívio cômico.
Nada é relacionado a humor negro, isso que foi o mais genial, pois o que não falta na sociedade são pessoas tirando sarro de deficientes de forma pejorativa.
O início tem um desenvolvimento mais lento por mostrar um pouco de Robin Cavendish antes do polio, e como conheceu sua esposa, após essa pequena amostra da antiga vida dele, começa a batalha para provar que viver em uma cama até os últimos suspiros não passa de uma prisão, uma missão alcançada.
Jonathan Cavendish, Andrew Garfield, Claire Foy e Andy Serkis em Andrew Garfield e Claire Foy em Uma Razão para Viver (Imagem Divulgação)
Experiência nas expressões faciais
O elenco foi muito bem no filme, Andrew Garfield foi perfeito no papel de Robin Cavendish e com certeza Andy Serkis deu algumas dicas para o ator nesse papel, pois como Caesar em Planeta dos Macacos, sua atuação dependeu apenas de expressões faciais. Com exceção dos efeitos especiais, Andrew Garfield provou o seu grande talento nesse filme.
Claire Foy fez o papel de Diana, esposa de Robin. No processo de levar o marido com os aparelhos para sua casa e cuidar dele, foi o pontapé inicial para atriz começar a aparecer mais que Andrew Garfield.
O filme é um drama/romance, mas todo o aperto que a esposa passa, consegue roubar a cena em muitas partes do filme. Como esperado nesse gênero, o casal têm que ser os protagonistas, fato que aconteceu, mesmo com as roubadas de cena de Claire Foy.
Andrew Garfield e Claire Foy em Uma Razão para Viver (Imagem Divulgação)
Razão para assistir
Uma Razão para Viver têm todos os requisitos para ser indicado em muitas categorias na academia, além de lançar Andy Serkis como diretor, não há grande publicidade para esse filme.
Uma obra de arte dessa que te faz rir e chorar no momento certo, apesar de parecer triste, e ser colocado como um filme drama/romance, ele consegue fugir desse gênero em várias cenas. Teve engasgos de choro.
Nenhum obstáculo é grande o bastante para pessoas ambiciosas, e Robin Cavendish provou isso na vida real quando teve polio ao 28 anos. Diagnosticado com uma expectativa de vida de três meses, contrariou a tudo e a todos, e elevou essa expectativa até seus 64 anos, se tornando um símbolo para todos os deficientes físicos.
Uma Razão para Viver têm tudo para conquistar o público e ser favorito em qualquer indicação da academia. Uma lição de vida que mesmo com qualquer dificuldade, é possível seguir em frente.