A Variety divulgou que Andy Muschietti acaba de fechar um acordo com a Warner Bros, para dirigir a adaptação live action de Shingeki no Kyojin (Attack on Titan).
Lembrando que: esse filme será uma versão de Hollywood, tendo em vista que já existem dois filmes japoneses, lançados em 2015, e que foram duramente criticados (inclusive por nós – veja AQUI).
O diretor se popularizou recentemente por seu trabalho em It – A Coisa, e no momento, trabalha na sequência do filme de terror, que foi um sucesso. David Heyman assina a produção (Harry Potter, Animais Fantástico) com Masi Oka (Mega Man).
Fora isso, não se tem muita informação a respeito da live-action, sem estreia prevista, ou maiores informações sobre a equipe e o elenco, o filme segue como um mistério.
Desenvolver o próprio game pode parecer uma tarefa complicada, um trabalho para grandes empresas. Mas não é. Para quem é amante dos jogos, essa pode ser uma realização em muitos sentidos, como a de assumir o papel de criador e jogador, ao mesmo tempo. Construir seu próprio jogo é mais fácil do que você imagina.
Geralmente o processo de desenvolvimento de um jogo passa pela mão de muitos profissionais. Programadores são responsáveis pela funcionalidade do jogo e por gerar um código-fonte; designers são responsáveis por projetá-lo; redatores criam a história do game; entre muitos outros cargos e funções. Mas se você quer desenvolver um projeto por conta própria, pode incorporar a função de todos eles. Na verdade, durante o processo de criação do primeiro jogo, o ideal é meter a mão na massa em todas essas etapas e aprender sobre cada uma delas.
O próximo passo, portanto, é saber quais são as ferramentas certas para desenvolver seu jogo; aqui, vamos falar sobre três. Uma delas é uma game engine que permite a criação de jogos, a Unity; a outra, é uma ferramenta que permite a criação visual de um jogo old school, a Pixel Art; e, por último, um bônus: a ferramenta Raspberry, que permite a criação de uma central de jogos. Conheça mais sobre cada uma delas abaixo!
Unity
Unity é uma ferramenta de criação de jogos. Aliás, a maioria dos jogos tridimensionais produzidos para navegadores são feitos através da Unity. Não se preocupe se você não possui grandes conhecimentos em programação: para desenvolver seu game com este programa, é possível usar opções avançadas que realizam essas tarefas.
É uma ferramenta paga, mas pode ser acessada de forma gratuita com algumas limitações de gráfico e licenças. A única exigência para rodá-la é uma máquina que tenha uma placa de vídeo potente e uma memória RAM expandida.
Para aprender tudo sobre o que é necessário sobre o funcionamento da Unity, indicamos o curso Aprenda Unity programando 7 jogos. Com ele, você conhece o editor do Unity, entende as principais funcionalidades e componentes, aprende o básico da linguagem de programação C# e cria projetos em 2D e 3D inspirados em jogos famosos como Angry Birds, Candy Crush e Fruit Ninja.
Pixel Art
Se você é fã de jogos do Atari ou Super Nintendo, também é fã da Pixel Art. Este é o termo usado para definir o design de jogos antigos, que usavam o pixel como elemento básico para a criação de artes digitais. O pixel é o menor elemento a constituir uma imagem digital e ao qual se pode atribuir uma cor. Isso significa que milhares de pixels formam o que se considera uma imagem completa ou inteira.
A pixel art ganhou popularidade com a criação de jogos 2D. Apesar de ser um trabalho que demanda tempo e disposição para ser realizado, a criação de imagens em pixel art pode ser feita usando programas simples, como o Paint.
Se interessou? Então se liga nessa indicação: o curso Pixel Arte para Games ensina os fundamentos desta técnica, além da criação de cenários, objetos e personagens animados. E ainda tem mais: você aprende a montar as cenas criadas para o seu projeto de game na Unity (a game engine que citamos anteriormente).
Bônus: crie o seu próprio vídeo game!
Você já viu que é possível criar um jogo por conta própria, mas é possível fazer o mesmo com um vídeo game? A resposta é sim, com a ajuda do Raspberry Pi. Essa ferramenta é um mini-computador, que cabe na palma da sua mão, e que permite conexões com computadores e televisores. Além disso, também é possível usá-lo para rodar sistemas operacionais baseados em GNU/Linux.
Todas essas características permitem o uso do Raspberry Pi para a criação de uma central de jogos. Para fazer isso, é preciso ter uma versão específica da ferramenta e instalar programas como o Retropie ou Recalbox, que são configurados para exibir interfaces de emuladores, jogos e computadores antigos. Esses programas disponibilizam os principais games do Atari, Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy, Nintendo 64 e até da primeira versão do Playstation.
Com o Raspberry Pi, você cria o seu próprio console retrô de games! E o melhor: seu projeto final de vídeo game vai sair por um custo menor do que R$300. Para quem não tem familiaridade com o Raspberry PI, mas quer muito fazer a própria central de jogos, é indicado que assista um curso para conhecer todas as possibilidades da ferramenta. Afinal, é possível usar o microprocessador para desenvolver muitos outros programas.
Agora que você tem todas as informações e ferramentas para criar o seu próprio império de games, é hora de colocar a mão na massa! Acesse os cursos, conheça as ferramentas e boa aventura!
Foi divulgado durante um evento no Japão, o primeiro trailer da adaptação animada do mangá Saintia Shô. O anime faz parte da série Cavaleiros do Zodíaco e tem previsão de estreia para 10 de dezembro, na Temporada de Inverno 2019, em território nipônico.
Apesar da baixa qualidade do vídeo, é possível ter uma noção mais concreta do design dos personagens e a temática central do anime, além, é claro, de conferir um pouco do trabalho de dublagem.
A animação conta com Aina Suzuki, que dá voz a protagonista, Shoko de Cavalo Menor e Inori Minase como a já conhecida pelo público, Saori Kido. A trama da obra gira em torno das Saintias, guerreiras que são responsáveis por proteger Atena, enquanto os dramas pessoais das personagens se desenvolvem paralelamente.
Vale lembrar que, a história de Saintia Shô se passa ao mesmo tempo dos acontecimentos de Cavaleiros do Zodíaco.
Além de ter sido um dos últimos a estrear na temporada passada, Tsukumogami Kashimasu ou We Rent Tsukumogami, também acabou sendo o que mais demorou a terminar. O anime da Temporada de Verão 2018 está disponível para ser assistido na Crunchyroll, então vá lá dar uma olhada!
A passagem do furacão Trami, o maior a atingir o Japão nos últimos 25 anos, atrasou a transmissão deste anime e de Shingeki no Kyojin. Mas a espera valeu a pena, pois o anime acabou sendo uma surpresa. Um tipo diferente de slice-of-life que se passa no passado, na era Edo, nos mostrou um tanto sobre como era a vida nesse tempo. Confira mais neste REVIEW!
Um Passeio na Era Edo
Dois irmãos gerenciam uma loja de empréstimos, Seiji e Oko. Ah é, eles não tem laços sanguíneos. Sim, algum tipo de cliché tinha que ter, mesmo para um anime original como esse. Mas como assim loja de empréstimos? Explico, mas vamos explicar do começo, para aqueles que sequer sabem o que é Edo.
Edo era o antigo nome do que hoje é Tokyo. Durante cerca de 250 anos foi a capital do shogunato Tokugawa, desde quando firmaram a unificação do Japão em 1615, massacrando os remanescentes da família Toyotomi no cerco ao Castelo de Osaka. Esse foi o final da famosa Era Sengoku, apresentada e reapresentada de tudo quanto é jeito em animes e jogos, sendo Sengoku Musou o meu favorito dentre todos.
O final da Era Edo, muitos de nós sabemos bem, principalmente os nascidos nos anos 90, graças a Rurounin Kenshin. Porém, Tsukumogami se passa num entretempo, onde o shogunato Tokugawa ainda vivia com seu domínio ainda incontestado e num tempo de maior prosperidade, florescendo as artes e o comércio. Ainda não era o tempo do Bakumatsu, o tempo de Battousai O Retalhador.
Este é o tempo comum de dois irmãos cuidando de seus negócios. Podemos assim, especular tranquilamente que o anime se passa em qualquer ano do século XVIII, um século de relativa paz após mais de um século de guerra civil e que ainda não viria a conhecer os banhos de sangue do Bakumatsu.
We Rent Tsukumogami (Imagem Divulgação)
Tá Pegando Fogo Bicho!
Isso deve dar conta quanto ao tempo do anime. Para qualquer dúvida mais pontual, sintam-se à vontade para perguntar nos comentários. Agora, loja de empréstimos? Como assim?
No Japão daquele tempo, grandes incêndios eram bastante comuns, havendo até um termo próprio para isso, o edo no hana (“pétalas de Edo”, talvez em alusão às brasas dos incêndios voando pelo céu como pétalas). Boa parte das moradias eram feitas de materiais facilmente inflamáveis como madeira, isso sem falar das janelas e lanternas feitas de papel.
Nesse cenário, um terremoto era o suficiente para incendiar uma grande vila. Isso era senso-comum, a ponto das pessoas não verem tanta necessidade em terem mais do que aquilo que elas conseguiriam carregar consigo. Daí a utilidade desses negócios, que tão somente alugavam todo o tipo de coisa, como potes, roupas, pinturas e o que mais fosse necessário para aquela situação em específico. E essa é a fonte de renda dos irmãos Seiji e Oko.
Os Tsukumogami
Há algo mais aí. As lendas são várias em forma e em conteúdo, mas é dito que se você mantém um objeto consigo por muito tempo, ele acabaria por ganhar uma vida própria, virando um tsukumogami. Literalmente algo como “espíritos do uso”, há vários deles por aí, com várias histórias suas e de seus donos para contar entre si. Pessoas normais não conseguem vê-los senão em sua forma inanimada, mas o casal dono do Izumo-ya consegue percebê-los. E apenas isso, pois eles não podem conversar com esses espíritos.
Ao todo, são cinco os tsukumogami que moram no Izumo-ya: Notetsu, Tsukuyomi, Ohime, Goi e Usagi. Tsukumogami aproveita uns bons episódios para apresentar cada um deles, bem como seu uso comum naquela época, que às vezes envolvia mais do que ser uma pintura, poder fumar ou apenas pentear o cabelo. Isso tudo apresentando as charadas que costumam chegar junto com os clientes da loja de emprestados. Vamos falar um pouco mais de cada um.
Notetsu
Notetsu é um tsukumogami de um netsuke. O cabeça-quente do grupo, ele é o que sempre costuma andar por aí preso na roupa de alguém. Isso porque os netsuke eram acessórios comuns na era Edo, algo comparado às capas de celular de hoje em dia (quem faz essa criativa comparação é o próprio anime). Esses acessórios vinham em várias formas, sendo este na forma de um morcego.
Tsukuyomi
Tsukuyomi é o tsukumogami de um kakekiju. Frase complicada, eu sei, dá quase um trava-língua. Mas um kakekiju era e ainda é uma peça comum na vida de muitos japoneses, principalmente os que têm o hábito de realizar a cerimônia do chá, o cha no yu. Talvez hoje não haja mais tanta questão disso, mas na Era Edo, essas pinturas em formato de rolo faziam parte da ambientação dessa cerimônia. A escolha adequada do kakekiju conforme a estação do ano e o momento demonstravam o nível de etiqueta do anfitrião. E são essas normas de etiqueta que põe o pobre Tsukuyomi numa situação complicada. Porque mesmo sendo uma bela imagem da lua, é muito difícil achar uma ocasião propícia para usá-lo. E assim, mesmo tendo toda essa pompa orgulhosa (e rabugenta), Tsukuyomi é um dos mais solitários do grupo.
Ohime
Ohime deve ser com certeza o item mais familiar para nós. Afinal, as bonecas também fazer parte do nosso cotidiano, principalmente na vida das crianças. As bonecas japonesas em particular, as ichimatsu ningyo, impressionam até hoje pela sua minúcia de detalhes. A Ohime é a princesa do grupo, como seu nome já deixa claro. Mas não é a única garota, pois ainda tem a companhia de Usagi, a pente.
Goi
Goi é um kiseru com de cara séria, mas um sujeito tranquilo. Podemos chamar de cachimbo? É, até dá. Mas é um tipo bem peculiar de cachimbo. Ou sofisticado, eu iria além. Os kiseru, assim como os netsuke, também eram personalizáveis, havendo desde os mais simples até aqueles que vinham com alguma inscrição de algum animal. Por isso Goi é um corvo, sendo o tsukumogami de um kiseru decorado com a figura de um corvo. Sua história é uma das mais interessantes do anime inteiro. Como já dito, algumas coisas não se limitavam ao seu uso direto. O kakekiju não servia para apenas decorar qualquer canto da casa. Assim como o kiseru não servia apenas para fumar. Ele também era um jeito de dizer a alguém que você estava afim dela. Só que não é bom pensar isso de forma muito romântica, porque isso era mais comum entre as gueishas e os seus clientes. Você podia ter um caso de uma mulher descobrir uma traição ao achar um kiseru nos pertences de seu marido. Alguns causos no mundo são os mesmos, no tempo e no lugar que for.
Usagi
Usagi é um tsukumogami com um jeito de menina bem animada, fazendo justiça ao seu design de coelho: fofa e saltitante. Ela é um kushi, simplesmente o equivalente para “pente”. Um item tão famoso quanto o ichimatsu ningyo, e também ainda muito usado hoje em dia.
Como vocês podem ver, pentear os cabelos rendiam até pinturas pela beleza do ato. E era um hábito familiar as mães passarem um tempo penteando os cabelos de suas filhas. Além disso, o kushi também servia de ornamento, prendendo o cabelo de modo a dar essa forma famosa dos cabelos das mulheres até o início do século passado. Todo esse ornamento recebe o nome de kanzashi e é usado até hoje por gueishas e noivas que participam de casamentos xintoístas.
Conclusão
Megumi Hatakenaka, a autora original dos livros da série Tsukumogami, realizou um feito riquíssimo ao mostrar com tantas minúcias um dos períodos mais ricos da história do Japão. Sem o artifício de uma história épica ou grandes heróis, ela mostra uma faceta até então bem inacessível por muitos pela beleza do cotidiano, da vida normal de pessoas que viviam um mundo que sequer existe mais. “O passado é um terra estrangeira”, já diria o ditado, então é certo que o aprendizado que Tsukumogami nos dá, ele também deu a muitos japoneses. Talvez daí venha sua fama, que extrapolou os livros e que ganhou a tela dos animes.
Se você é alguém que também tem um fascínio pelo Japão histórico, esse anime é quase uma obrigação. Além dos tsukumogami, os outros personagens que aparecem são muito bem feitos, mas conhece-los a cada episódio é uma das maiores graças do anime, por isso não entrei em detalhes. O final foi muito bem amarrado, sem deixar nada a desejar. Pessoalmente, o anime vale 4,5, no mínimo. Mas reconheço que não é um anime para todo mundo. O ritmo pode acabar sendo lento até mesmo para o fã de slice-of-life e pra quem não é muito chegado em coisas japonesas demais, muito do que está ali pode acabar sendo simplesmente… chato. Então, fazendo justiça aos que possam não gostar, quanto a quem gostou demais, deixo um 3,5 para Tsukumogami.
Thronebreaker: The Witcher Tales (Imagem Divulgação)
Todas as grandes aventuras tem um início e Thronebreaker: The Witcher Tales trará uma nova jornada. Esteja convidado a presenciar todas as tensões políticas entre os Reinos do Norte e Nilfgaard. Sucogamer, Thronebreaker: The Witcher Tales está chegando e aqui está o pergaminho para você.
Onde nasceu a lenda
Thronebreaker: The Witcher Tales traz para você a história de Meve, a rainha dos reinos gêmeos de Lyria e Rívia. Trazendo uma narrativa áudio visual belíssima, comande seu exército, explore regiões nunca visitadas e tome decisões importantíssimas para a história.
Confira em primeira mão os 15 minutos iniciais de Thronebreaker: The Witcher Tales que o SUCO teve a oportunidade de jogar. (Lembrando que a game play do jogo estava em etapa de desenvolvimento, e que o produto final tenha diferenças ao mostrado)
Em Thronebreaker: The Witcher você deve gerenciar seus três recursos para fortalecer seu exercito ou cede-los para completar missões. As batalhas são definidas no clássico GWENT e quebra-cabeças também. Então a tática é estudar os cards e sempre ver as melhores opções de seu baralho.
Você ai pode estar se perguntando, poxa um jogo novo da série mas nesse formato? Sim, mas é essa a proposta: contar a história do inicio das guerras que estão marcadas nos livros do The Witcher. Da forma como o jogo está encaminhado é a melhor maneira de interagir com esse novo episódio.
Thronebreaker: The Witcher Tales (Imagem Divulgação)
Uma grande aventura em suas mãos
O Thronebreaker está em sua rota final de produção e desta forma prepare-se para uma épica aventura em point-click. Marcin Iwi?ski, cofundador da CD PROJEKT RED, revela a empolgação de um projeto que seria um adendo para o GWENT para uma aventura solo e um novo jogo.
“Thronebreaker é um conto baseado em The Witcher, com mais de 30 horas de história, 75 missões secundárias e ao mesmo tempo, te leva a liderar um exército em lugares inexplorados no universo de Gerald de Rivia”, afirma Marcin.
Durante a apresentação do jogo, perguntei a Micolaj Szwed, sobre a a forma da narrativa que eles escolheram para Thronebreaker. Ele disse que a escolha feita baseada em áudio books, e dessa forma você ter a imersão de estar lendo um livro ao jogar. Essa interação é que vai prender você ao jogo, tenho certeza disso.
A galeria de arte de Thronebreaker é sensacional, dos cenários aos tabuleiros e os movimento cartunescos. Os cards de GWENT parecem quadros de galeria e a trilha sonora é algo que a franquia The Witcher nunca deixa a desejar. Além de aproximadamente 20 finais diferentes para o jogo!
Micolaj Szwed, produtor sênior de localização da CD PROJEKT RED, e Vinícius Junqueira, head de comunicações para Ibero-América e Itália da CD PROJEKT RED, apresentando o Thronebreaker: The Witcher Tales
Thronebreaker: The Witcher Tales (Imagem Divulgação)
Um novo recomeço!
Quem adquiriu Thronebreaker: The Witcher Tales na pré-venda exclusiva na GoG.com, recebeu:
Trilha Sonora oficial de Thronebreaker.
Versão digital do livro artístico de GWENT: Art of the Witcher Card Game, da Dark Horse.
Artes conceituais, incluindo o mapa da região de Lyria.
O romance gráfico de Witcher “Fox Children”, da Dark Horse.
Dois títulos de jogador para GWENT: The Witcher Card Game.
Dois avatares de jogador para GWENT: The Witcher Card Game.
Cinco barris premium para GWENT: The Witcher Card Game.
E não se preocupe o conteúdo listado não é exclusivo da pré-venda! Acesse o site oficial witchertales.com e confira, informações sobre personagens, história e artes do jogo, além dos requisitos mínimos do mesmo.
Thronebreaker: The Witcher Tales já está disponível para PC. E para Xbox One e PlayStation 4 no dia 4 de dezembro. Garanta já! Mostre seu apoio a grande franquia que The Witcher criou e novamente você poderá desfrutar tudo em português!
O criador de Naruto, Masashi Kishimoto revelou durante uma entrevista que a ideia original da trama não tinha nada a ver com ninjas.
“Naruto não era pra ter sido sobre ninjas. Era pra ter sido sobre um adolescente chamado Naruto que gostava de cozinhar ramen. Entretanto, meu editor disse pra mim que nunca ia dar certo, aí tive que elaborar outra coisa e acabei desenvolvendo essa história sobre ninjas”, afirmou.
Os fãs da obram agradecem pela mudança drástica no enredo, mas cá entre nós, deu vontade de saber mais sobre esse universo.
Será que a história do cozinheiro venderia tão bem quanto seu alter ego ninja? Bom, só nos resta soltar a imaginação.
O site oficial da adaptação animada de Kaguya-sama wa Kokurasetai: Tensai-tachi no Renai Zunousen (Kaguya-sama Love is War) divulgou, nesta semana, um teaser trailer da produção.
A estreia está prevista para Temporada de Inverno 2019, e o estúdio A-1 Pictures é o responsável pelo anime. A direção ficou por conta de Mamoru Hatakeyama e o design dos personagens está nas mãos de Yuuko Yahiro. A história é de Yasuhiro Nakanishi.
Os personagens principais serão dublados por Kaguya Shinomya (Aoi Koga) e Miyuki Shirogane (Makoto Furukawa).
Sinopse: O enredo gira em torno de dois colegiais, que formam o casal dos sonhos aos olhos de seus colegas de escola, apesar de não terem nenhum tipo de relação. Algum tempo depois, os dois acabam se apaixonando um pelo outro, mas considerando esse sentimento uma terrível fraqueza, travam uma guerra, para que o perdedor confesse seus sentimentos.
A primeira temporada Konosuba foi ao ar em janeiro de 2016 e a segunda, em janeiro de 2017. O time de dubladores será o mesmo que deu voz aos personagens na série.
Sinopse: Kazuma Satou é um estudante do ensino médio, gamer e isolado socialmente. Durante a volta para casa o jovem é atropelado e morre, conhecendo a deusa Aqua que lhe dá a oportunidade de reencarnar em outro mundo.