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WIBR Summit 2025: protagonismo feminino em games e esportes

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Dia 21 de maio acontece a segunda edição do WIBR Summit, que promove, de forma inédita, um encontro entre mulheres de diferentes gerações que atuam em esferas estratégicas dos universos competitivos de games e esportes tradicionais. Idealizado pela WIBR o evento acontece no Learning Village, em São Paulo, com presença de 100 convidados e transmissão ao vivo pelos canais da WIBR e parceiros de mídia.

A proposta desse intercâmbio entre dois mundos historicamente separados é lançar luz sobre as interseções entre essas duas indústrias, visando fomentar o protagonismo feminino a partir de múltiplas perspectivas — da gestão de atletas às estratégias de comunicação, da formação de comunidades à transformação social. A união com esportes tradicionais busca aproveitar a maturidade e os aprendizados do universo esportivo para acelerar o desenvolvimento e a consolidação de trajetórias femininas no segmento dos e-sports.

“O WIBR Summit tem o objetivo de cada vez mais enaltecer as figuras femininas presentes no mercado. A edição de 2024 foi um sucesso ao apresentar grandes referências dos games e esports, que compartilharam suas vivências no mercado.Este ano vamos além ao trazer representantes dos esportes tradicionais com a proposta de criar uma conexão entre esses dois universos para aprender e compartilhar experiências”.
-Roberta Coelho, CEO do MIBR.

A força dos dados e das histórias

O crescimento da presença feminina tanto no esporte quanto nos games tem sido acompanhado por uma evolução significativa em visibilidade, investimento e engajamento. Segundo o estudo Women and Sports 2025, do Sports Innovation Lab em parceria com a Wasserman, 57% do público afirmou ter assistido mais competições femininas em 2024 do que dois anos antes — reflexo direto de narrativas mais autênticas e da ampliação das coberturas.

Nos e-sports, o cenário feminino e inclusivo também avançou: foram mais de 21 milhões de horas assistidas globalmente em 2024, segundo dados da Stream Hatchet. A América do Sul teve destaque, com aumento na audiência e na presença de campeonatos voltados a mulheres e identidades diversas, bem como de criadoras de conteúdo em ascensão.
Esses números reforçam uma tendência: o público está cada vez mais atento a histórias de superação, inovação e representatividade — características presentes nas jornadas femininas que estão redesenhando os contornos da competição.

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Programação: dos bastidores da competição às reinvenções de carreira

A programação do WIBR Summit será composta por três painéis principais, todos mediados por mulheres com experiência dentro e fora do campo — seja ele físico ou digital.

Além do jogo: quem sustenta a competição Com Carla Sernaglia (Diretora de esports do
MIBR), Luana Sá (Head de Marketing da Oakley no Brasil) e Fernanda Lobão (Final Level Co.), o painel discute o que mantém o competitivo em pé: operações, famílias, marcas, bastidores e a profissionalização das estruturas que possibilitam inovação e sustentabilidade.

O esporte em um mundo ultra conectado: A digitalização transformou o alcance e ainfluência do competitivo. Este painel reúne criadoras de conteúdo, streamers eespecialistas da mídia para refletir sobre as oportunidades, os desafios e os limites davisibilidade nas redes sociais e plataformas de streaming. Como construir presença de forma estratégica? Como lidar com os riscos da superexposição? O painel contará com a presença de Maah Lopez (Host e influencer de esports), Isabella Aya, (Apresentadora da Bandsports/NewCo.) e Manuelle Pires (Gerente de parcerias estratégicas Top Creators & Gaming do Youtube Brasil).

Parei de competir. E agora?: Encerrando a programação, o painel explora os caminhospossíveis após o fim da carreira competitiva. A conversa trará ex-atletas que hoje atuam como gestoras, comunicadoras ou mentoras, com presença já confirmada de Camila Estefano (Gerente Geral do Projeto Em busca de uma estrela e Presidente do Instituto Brasileiro de Futebol Feminino), entre outras ex-atletas que compartilham como redesenharam suas jornadas e continuam influenciando o cenário competitivo de outras formas.

Outras convidadas que irão compor a programação serão anunciadas em breve nos canais oficiais da WIBR.

Ao promover diálogos entre duas indústrias historicamente tratadas de forma separada, o WIBR Summit propõe uma nova lente sobre o ambiente competitivo. O evento reúne quem constroi, profissionaliza e inova esse ecossistema com um olhar interseccional, reforçando que a competição vai muito além do placar. E coloca as mulheres — muitas vezes invisibilizadas — no centro da conversa.

O WIBR Summit 2025 conta novamente com a presença da Natura, que reafirma seu compromisso com a diversidade, a inclusão e a transformação social. Sua participação como apresentadora destaca o potencial de transformação coletiva quando marcas, criadoras e lideranças se unem para promover mudanças significativas. Pelo segundo ano consecutivo, Natura e MIBR são parceiros por um cenário de esports mais diverso, com apoio da marca às atletas do time inclusivo de Valorant e ações do WIBR.

“Natura e MIBR trazem uma missão de fomento à diversidade e inclusão das mulheres dentro dos esports. E impulsionar esses espaços de incentivo, inspiração e troca é uma ferramenta poderosa para alavancar essa visibilidade tão necessária. Só é possível promover essas transformações com o entendimento coletivo”
-Julia Ceschin, Head de Marketing da natura

A programação completa do WIBR Summit será publicada nas redes sociais e no site oficial da WIBR e a transmissão ao vivo acontecerá pelo canal do Youtube da WIBR à partir das 17h30 do dia 21 de maio de 2025.

Sobre a WIBR

A WIBR é uma iniciativa do MIBR que busca empoderar mulheres e pessoas que se identificam com o gênero feminino a fazer parte no universo dos games e da tecnologia. O WIBR Summit nasceu como um espaço de conexão, visibilidade e transformação, colocando em evidência as profissionais que estão moldando o ecossistema competitivo de e-sports.

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Colorful Stage! O Filme: Uma Miku Que Não Sabe Cantar tem nova data de estreia

Colorful Stage O Filme Uma Miku Que Não Sabe Cantar
Imagem Divulgação

Colorful Stage! O Filme: Uma Miku Que Não Sabe Cantar teve sua estreia nacional adiada para 5 de junho. A decisão foi tomada com o objetivo de garantir que o longa-metragem conquiste o maior número de salas possível em todo o país, em função da intensa concorrência por salas de exibição no mês de maio, que marca a chegada de diversas grandes produções ao circuito nacional.

Dirigido por Hiroyuki Hata (Iroduku: O Mundo nas Cores), o filme apresenta uma emocionante e inédita história estrelada pela diva virtual Hatsune Miku. A produção é inspirada no popular jogo para smartphone Project Sekai: Colorful Stage! feat. Hatsune Miku e reúne os amados personagens Miku, Rin, Len, Luka, Kaito e Meiko, além de 20 novos integrantes divididos em cinco bandas.

A trilha sonora é um show à parte, com músicas de sucesso como “Tell Your World” de kz“Melt” de Ryo (Supercell) e “ROKI” de Mikito-P, que prometem encantar tanto os fãs da franquia quanto o público em geral.

Na adaptação cinematográfica, Miku enfrenta um inesperado dilema: sua música, que antes tocava milhões de corações, parece ter perdido o impacto. Em busca de respostas, ela conhece Ichika, uma jovem com um talento musical singular, capaz de emocionar multidões com apresentações de rua. Unidas pelo amor à música, Miku e Ichika embarcam em uma jornada comovente em busca de reconexão com o público e consigo mesmas.

Com visual impressionante, narrativa envolvente e trilha sonora marcante, Colorful Stage! O Filme: Uma Miku Que Não Sabe Cantar promete ser uma experiência inesquecível para os fãs de música, games e animação japonesa. O longa conquistou o público no Japão, permanecendo por cinco semanas no Top 10 das bilheterias e superando a marca de 1 bilhão de ienes arrecadados (cerca de US$ 6,62 milhões). Produzido pelo aclamado estúdio PA Works e com roteiro assinado por Yoko Yonaiyama (A Place Further Than the Universe), o filme conta com as vozes de Hatsune Miku, Akina, Yu Asakawa e Naoto Fūgā.

Importante destacar que, por decisão da produtora da animação, o Brasil não está contemplado nas ativações promocionais integradas ao jogo Project Sekai, realizadas em outros países. A experiência nos cinemas, no entanto, seguirá completa e fiel à obra original.

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Kakegurui Bet | A Recepção Dividida da Nova Adaptação Live-Action da Netflix

kakegurui bet netflix
Imagem Divulgação

A estreia de Kakegurui Bet, a versão norte-americana do anime Kakegurui, gerou reações polarizadas entre críticos e fãs. Lançada em maio de 2025 pela Netflix, a série tenta transpor para o universo ocidental a atmosfera de jogos de azar e hierarquia brutal da obra original, mas enfrenta desafios que vão desde a fidelidade ao material fonte até a aceitação do público acostumado com as produções japonesas.

Com um elenco diversificado e uma narrativa que mistura drama adolescente com apostas de alto risco, a produção já é considerada por alguns como “a sucessora espiritual de Death Note em termos de controvérsia.

Críticas Profissionais: Repetição e Falta de Originalidade

A imprensa especializada não poupou críticas à série. A Variety destacou que Kakegurui Bet “não vale a aposta”, classificando-a como repetitiva e desgastante, além de apontar que a adaptação “não traz nada de novo para o universo já estabelecido de Kakegurui.

A trama, que segue Yumeko Jabami (Miku Martineau) desafiando a elite da fictícia St. Dominic’s Prep, é considerada previsível, com jogos de azar que “perdem o impacto visual e estratégico do anime”.

A direção de Simon Barry, conhecido por Warrior Nun, também foi questionada por priorizar clichês de séries teen americanas em detrimento da complexidade psicológica dos personagens originais.

O Problema das Adaptações Ocidentais

A desconfiança em relação a live-actions ocidentais de animes não é nova. Kakegurui Bet entra em um terreno pantanoso, marcado por fracassos como Dragon Ball Evolution e sucessos isolados como One Piece.

A decisão de “ocidentalizar” elementos-chave — como a transformação de Mary Saotome em “Mary Davis” (Eve Edwards) e a introdução de conflitos raciais não presentes no original — dividiu opiniões. Enquanto alguns espectadores elogiaram a representatividade, puristas criticaram a perda da essência japonesa que define a dinâmica de poder em Kakegurui.

Reação dos Fãs: Entre o Ódio e o Amor Ironicamente Dedicado

Nas redes sociais, o cenário é mais complexo. Hashtags como #KakeguruiBetFlop e #SoBadItsGood trendaram simultaneamente no Twitter, refletindo a dicotomia entre rejeição e fascínio pelo absurdo.

Perfis de fãs destacaram cenas como a aposta envolvendo unhas postiças — adaptação do jogo de Midari Ikishima no anime — como exemplos de “comédia não intencional”. Contudo, parte da comunidade otaku brasileira admitiu consumir a série como “faroeste televisivo”, especialmente após o final surpreendente que prepara terreno para uma segunda temporada.

Comparações com o Anime Original

A ausência de elementos icônicos do anime, como a sexualização excessiva das personagens e a atmosfera claustrofóbica da Hyakkaou Academy, gerou debates acalorados. YouTubers como Rafael Alziro apontaram que a série “deveria ter outro nome”, já que as mudanças na estrutura narrativa a distanciam demais do material fonte.

A protagonista Yumeko, por exemplo, perde parte de sua aura manipuladora e ganha traços de heroína romântica, desviando-se da psicopatia calculista que a tornou memorável no anime.

Impacto no Universo de Kakegurui e Futuro da Série

Apesar das críticas, Kakegurui Bet alcançou o Top 10 de séries mais assistidas da Netflix em 15 países, incluindo Brasil e EUA. Esse sucesso comercial, porém, não se traduz em reconhecimento artístico: a produção mantém uma avaliação mista de 3.1/5 no AdoroCinema, com espectadores divididos entre elogios à “história complexa” e repúdio às liberdades criativas.

A Netflix ainda não confirmou uma segunda temporada, mas o final em aberto — envolvendo uma conspiração corporativa — sugere que a plataforma aposta na resiliência do conceito, mesmo com recepção dividida.

O Legado das Adaptações: Lições para o Futuro

Kakegurui Bet reforça desafios crônicos das adaptações live-action:

  1. Fidelidade vs. Criatividade: Mudanças radicais no enredo afastam fãs hardcore, mas atraem novos públicos.

  2. Contextualização Cultural: A americanização de conflitos precisa equilibrar representatividade e respeito à fonte.

  3. Expectativas de Gênero: A série falha em replicar a tensão erótica e psicológica do anime, priorizando drama escolar genérico.

Aposte no destino

Para quem gosta de experiências emocionantes que testam os limites da mente e da alma, que tal explorar mais um universo de possibilidades? Saiba tudo sobre as casas de apostas sem verificação, uma alternativa prática e segura para quem busca diversão com privacidade. Descubra mais em https://apuestassinlicencia.net/casinos-sin-dni/

Conclusão: Uma Aposta Arriscada com Dividendo Incerto

Enquanto Kakegurui Bet não chega ao nível de fiascos como Death Note (2017), também não emula o sucesso de One Piece (2023). Sua recepção mista reflete um dilema maior da indústria: como adaptar animes para o Ocidente sem perder a identidade original?

Para fãs casuais, a série oferece entretenimento leve e twists surpreendentes. Para puristas, é mais um capítulo na história de amor e ódio entre Hollywood e a cultura otaku. Se o objetivo da Netflix era gerar engajamento, a missão foi cumprida — mesmo que às custas de polêmicas.

“Adaptações são como apostas: às vezes você ganha, às vezes perde tudo. Kakegurui Bet está em um limbo onde ambos os resultadoscoexistem. — Análise do UOL Splash1.

Para os curiosos, a série está disponível na Netflix, enquanto o anime original pode ser revisitado na Crunchyroll. A escolha entre as duas versões, como sempre, depende de quanto risco você está disposto a correr.

ASSISTA AGORA NA NETFLIX

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Clássico de Fantasia Científica “A Sombra do Torturador” é Lançado no Brasil

a sombra do torturador
Capa Divulgação

Em um marco para os leitores brasileiros de ficção especulativa, a Editora Morro Branco acaba de lançar “A Sombra do Torturador”, primeiro volume da aclamada tetralogia “O Livro do Novo Sol”, de Gene Wolfe. Pela primeira vez, a série completa será publicada no Brasil, trazendo uma obra que é considerada referência para autores consagrados como Ursula K. Le Guin e George R. R. Martin.

Vencedor do prestigiado World Fantasy Award e frequentemente citado entre os melhores livros de fantasia científica já escritos, “A Sombra do Torturador” foi originalmente publicado em 1980 e apresenta uma narrativa ambientada em um futuro distante – possivelmente um milhão de anos à nossa frente – onde a Terra regrediu a uma aparência medieval, apesar de soldados possuírem armas de raios e alienígenas caminharem entre humanos.

A história acompanha Severian, um órfão criado pela misteriosa Guilda dos Buscadores da Verdade e da Penitência (os torturadores), que tem sua promissora carreira interrompida quando se apaixona por uma prisioneira. Ao demonstrar misericórdia em vez de cumprir seu papel como carrasco, é expulso e forçado ao exílio na distante cidade de Thrax, levando consigo apenas a lendária espada Terminus Est.

Durante sua jornada, o protagonista encontra aliados improváveis, enfrenta inimigos implacáveis e descobre relíquias enigmáticas de uma civilização perdida – incluindo uma joia que desperta ainda mais perseguições. O caminho faz com que Severian questione não apenas o mundo ao seu redor, mas também sua própria identidade e propósito.

Um elemento literário distintivo da obra é a natureza não-confiável do narrador. Embora Severian afirme ter memória perfeita, seus relatos são repletos de omissões, contradições e interpretações pessoais que desafiam o leitor a decifrar a verdade por conta própria.

“Não sabemos em que ano a história se passa, mas somos informados de que, apesar do cenário de aparência medieval, estamos num futuro distante”, contextualiza Fabio Fernandes, tradutor e prefaciador da obra brasileira.

Reconhecida pela combinação de fantasia, ficção científica e filosofia, a narrativa de Gene Wolfe é enriquecida por referências históricas, dilemas morais e símbolos religiosos, sendo considerada leitura essencial para quem busca fantasia de alta complexidade literária.

“A Sombra do Torturador” já está disponível nas livrarias brasileiras ao preço de R$ 82,90, em uma edição de 352 páginas sob o ISBN 978-65-6099-026-5.

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Warner anuncia Edição Definitiva de Mortal Kombat 1

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Imagem divulgação.

A Warner Bros. Games anunciou que o mais recente titulo da franquia Mortal Kombat receberá uma versão definitiva. Mortal Kombat 1: Definitive Edition já está disponível em mídia digital para PlayStation 5Xbox Series X|S, Nintendo Switch e PC (Steam bem como Epic Games).

Nela você terá o jogo principal e todo conteúdo para download (DLC) lançando anteriormente. Então você terá acesso à expansão Reina o Kaos e os Pacotes de Kombate 1 e 2, os Animalities e novos trajes. Os personagens Johnny Cage, Kitana, Scorpion e Shao Khan inspirados no próximo filme da New Line Cinema Mortal Kombat II, que será lançado nos cinemas em outubro deste ano pela Warner Bros. Pictures. Além disso, inclui o traje do filme Mortal Kombat (2021) para o personagem Sub-Zero e o traje temático de torneio para o personagem Liu Kang.

Quer a lista de tudo que vem, então segura aí:

Mortal Kombat 1: Definitive Edition

  • Jogo base Mortal Kombat 1
  • Expansão de história Mortal Kombat 1: Reina o Kaos
  • Lutadores do Pacote de Kombate: Quan Chi, Ermac, Takeda Takahashi, Omni-Man, Peacemaker, Homelander.
  • Lutadores de Parceria do Pacote de Kombate: Tremor, Khameleon, Janet Cage, Mavado, Ferra.
  • Lutadores do Pacote de Kombate 2Cyrax, Sektor, Noob Saibot, Ghostface, Conan, o Bárbaro, T-1000 Terminator.
  • Lutador de Parceria do Pacote de Kombate 2: Senhora Bo
  • Lutador Shang Tsung
  • Trajes do filme Mortal Kombat IIJohnny Cage, Shao Khan, Kitana, Scorpion*
  • Traje do filme Mortal Kombat (2021): Sub-Zero*
  • Traje de torneio para Liu Kang*
  • Traje de Jean-Claude Van Damme (voz, visuais e roupa) para Johnny Cage
  • Trajes de casamento para Scorpion e Mileena Imperatriz*
  • Trajes de Ultimate Mortal Kombat 3: Sub-Zero e Noob Saibot*
  • Movimentos finais Animality**
  • 250 Kristais do Dragão (moeda do jogo)

*Os trajes de personagens (roupas) só podem ser adquiridos separadamente por meio de Kristais do Dragão (moeda do jogo) quando disponíveis na loja do jogo Mortal Kombat 1.

**Os Animalities estão disponíveis como uma atualização de conteúdo para todos os proprietários do Mortal Kombat 1 sem custo adicional.

Por fim, agora é sua hora de pegar tudo de uma vez só e trilhar o caminho do Kombat nesse novo capitulo da franquia que cresce o número de fãs cada vez mais! Não deixe de acompanhar o Suco para mais Fatalidades novidades!

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Dragon Ball Daima | O fenômeno, as polêmicas e o legado da nova fase de Goku

dragon ball daima
Imagem Divulgação

Dragon Ball Daima chegou em 2024 carregando expectativas altíssimas: era o último projeto com envolvimento total de Akira Toriyama, comemorando os 40 anos da franquia e prometia resgatar o espírito clássico da série.

O resultado? Um dos maiores fenômenos recentes do anime, mas também alvo de críticas e debates acalorados entre fãs e especialistas.

Audiência e impacto global

A estreia de Daima foi estrondosa. Só na primeira semana, entre 21 e 27 de outubro de 2024, a série registrou 3,2 milhões de visualizações na Netflix, ficando em 2º lugar no top 10 de séries de língua não-inglesa mais vistas do mundo. O anime também foi disponibilizado em plataformas como Crunchyroll e Max, ampliando ainda mais seu alcance entre diferentes públicos. O sucesso foi tamanho que o episódio 19 alcançou a impressionante nota de 9,9/10 no IMDb, tornando-se o anime mais bem avaliado de 2025 até o momento. Além disso, Daima foi indicado ao Astra Awards como Melhor Anime do Ano, consolidando sua importância no cenário internacional.

O que mudou em Daima?

A série aposta em uma premissa ousada: Goku, Vegeta e outros heróis são transformados em crianças por uma conspiração do novo vilão, Gomah, rei do Reino dos Demônios. A trama se passa logo após a saga Majin Boo e mistura aventura, humor e nostalgia, com referências diretas a Dragon Ball GT, mas com identidade própria. O tom mais leve e o foco em magia e trabalho em equipe, em vez de batalhas grandiosas, foram escolhas conscientes de Toriyama, que participou ativamente de todo o processo criativo.

Repercussão entre fãs e crítica

O retorno ao clima de aventura e o resgate de elementos clássicos agradaram parte do público, que viu em Daima uma homenagem legítima à essência da franquia. Muitos elogiaram a animação, os personagens carismáticos e a sensação de assistir a um “desenho matutino” como nos velhos tempos.

Por outro lado, não faltaram críticas: para alguns, o anime é infantilizado demais, com episódios considerados “parados” e pouca ação, o que decepcionou fãs acostumados ao ritmo frenético de Dragon Ball Z e Super. O vilão Gomah foi visto como pouco carismático, e a trama, apesar de nostálgica, foi acusada de depender demais da fórmula da nostalgia e de não inovar o suficiente. As comparações com GT e Super dominaram discussões em fóruns e redes sociais, dividindo opiniões sobre qual seria a melhor continuação para a saga de Goku.

Inovação e legado

Apesar das polêmicas, Daima trouxe inovações importantes: a centralidade da magia, a crítica social sutil (com referências a governos autoritários e desigualdade), e a reinterpretação de personagens clássicos em versões infantis, o que abriu espaço para novas dinâmicas e humor. O anime também serviu como porta de entrada para uma nova geração de fãs, mostrando que Dragon Ball ainda tem fôlego para se reinventar sem perder sua essência.

Encerramento precoce e futuro da franquia

Mesmo com o sucesso, Dragon Ball Daima foi planejado para ter apenas 20 episódios, encerrando sua história em fevereiro de 2025 – algo que surpreendeu e frustrou parte do público, acostumado a sagas mais longas. O fim da série levanta debates sobre o futuro da franquia após a morte de Toriyama e se Daima representa um fechamento ou uma transição para novas abordagens.

Conclusão

Dragon Ball Daima reafirmou a força global da marca, dividiu opiniões e mostrou que a franquia ainda é capaz de mobilizar fãs e gerar discussões intensas. Seja como homenagem, reinvenção ou ponto de partida para novos caminhos, o legado de Toriyama permanece vivo – e a aventura de Goku continua a emocionar gerações.

ASSISTA AGORA NA CRUNCHYROLL

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Unika está chegando em Guilty Gear -Strive-

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Imagem divulgação (fonte: Arc System Works)

Durante a EVO Japan 2025, a Arc System Works anunciou o lançamento de Urika, como nova personagem do elenco de Guilty Gear -Strive-. Ela já está bem próxima, com o lançamento da nova DLC que chega no dia 25 de maio.

Urika tem origem da popular série de anime “Guilty Gear Strive: Dual Rulers” e que você pode conferir na Crunchroll. Confira o trailer de lançamento na plataforma X, aqui.

A Temporada 4 já está com o Passe de Temporada disponível no valor de 24,99 dólares e inclue 4 novos personagens, Queen Dizzy e Venom já disponíveis, Urika que chega no fim do mês e a convidada Lucy, de Cyberpunk: Edgerunners, que chega no verão de 2025.

O Passe de Temporada 4 também lançará dois Estágios Adicionais de DLC (Outono brasileiro de 2025, inverno brasileiro de 2025); o Pacote de Cores de Personagens da Temporada 4 (cores de 7 a 12 para Queen Dizzy, Venom e Unika) para um total de 18 cores; e o Bônus do Passe de Temporada 4: Pacote de Cores Premium (31 Cores de Personagem, sendo 1 por personagem, incluindo Unika). Confira mais detalhes aqui.

E claro falando um pouco da EVO Japan 2025, a Arc World Tour já tem jogadores para sua Final. “Kasaugi” venceu a competição “Granblue Fantasy Versus -Rising-”, enquanto “Daru_I-No” venceu a competição GUILTY GEAR -STRIVE-. Então não deixe de acompanhar o Suco para mais informações dos torneios e conteúdos da série Guilty Gear.

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Lute em diversos ringues ao redor de mundos em Capcom Fighting Collection 2

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Imagem Divulgação

Uma nova coletânea de clássicos da Capcom está chegando para agitar o mundo. A nova edição do Capcom Fighting Collection chegou para agitar clássicos online contra pessoas arredor do mundo!

Capcom Fighting Collection 2 está disponível, em formato digital, para Nintendo Switch, PlayStation 4, Pc via Steam e Xbox One.

A nova coleção traz 8 títulos que marcaram uma época memorável nos arcades e consoles que foram lançados. Confira a lista:

  • Capcom vs. SNK: Millennium Fight 2000 Pro – Os mundos se colidem com a chegada do primeiro crossover das séries Capcom vs. SNK! De Ryu a Kyo, a Chun-Li e Mai, forme os times dos sonhos com seus heróis favoritos e parta pra porrada!
  • Capcom vs. SNK 2: Mark of the Millennium 2001 Capcom e SNK unem forças para mais um espetáculo milenar! Siga seu caminho até a vitória com 6 diferentes sistemas únicos de luta para escolher, e faça sua própria estratégia de batalha ao atribuir proporção de força ao seu time com o Free Ratio System!
  • Power Stone – O céu é o limite nesse jogo 3D superintuitivo! Atire objetos nos inimigos, salte de pilares enquanto solta chutes giratórios, atire com bazucas, arremesse os inimigos e muito mais nesse título de ação bombástico!
  • Power Stone 2 -Toda a ação acrobática deste clássico Battle Royale para 4 jogadores foi inovada e se transformou numa sequência com uma jogabilidade fluida. As batalhas podem sofrer diversas reviravoltas a qualquer momento enquanto o cenário muda, o que significa que a vitória nunca estará de fato garantida.
  • Project Justice – Uma história intensa se desenrola no campus de um colégio nesse jogo de luta 3D. Esta sequência de Rival Schools vai garantir que a justiça seja servida em batalhas de times de 3 contra 3! Devaste os oponentes com uma técnica cooperativa alimentada pela fé em seus amigos.
  • Capcom Fighting Evolution – Street Fighter IIStreet Fighter IIIStreet Fighter AlphaDarkstalkers, e Red Earth se encontram no mais completo crossover de lutadores 2D da Capcom! Com cada personagem representando um sistema de combate de seu respectivo jogo, as arenas irão tremer com esse espetáculo de habilidades!
  • Street Fighter Alpha 3 UPPER – A versão superior da parte final de Street Fighter Alpha 3! Escolha seu estilo de luta favorito e prepare-se para a pancadaria!
  • Plasma Sword: Nightmare of Bilstein – O lutador 3D Star Gladiator retorna para uma sequência empolgante e fora desse mundo! Batalhe como um herói galáctico empunhando uma espada alimentada por plasma. Use Plasma Fields específicos do personagem para atordoar seus inimigos brevemente, ou liberte o Plasma Strike que devasta tudo com uma tela estonteante. A história envolvente que se desenrola nas cutscenes é imperdível!

Claro que essa coletânea vários recursos para você explorar, desde jogar online contra amigos e o mundo, explorar idiomas ou dar aquele salve no meio do jogo para resolver alguma coisa do dia a dia ou dar aquela respirada. Confira as novidades:

  • Experiência Online de Primeira – Seja para partidas casuais ou competitivas, as funcionalidades online estão disponíveis em todos os títulos, trazendo rollback netcode para uma experiência de gameplay ainda mais suave.
  • Batalhe Online – Os jogadores têm a oportunidade de competir contra seus amigos e camaradas de luta ao redor do mundo de forma casual, ranqueada, ou partidas personalizadas, além do novo desafio de pontuação.
  • Novos Sons Remixados – Selecione seu estilo de som preferido em Capcom vs. SNK 2: Mark of the Millennium 2001, Power Stone 2 e Project Justice com as novíssimas faixas “Ver.2K25”, criadas especialmente para essa coletânea. Cada trilha pode até mesmo ser tocada durante as partidas online!
  • A Prática Leva à Perfeição – Disponível em todos os títulos, o modo treino é ótimo para os jogadores novatos e veteranos, com dezenas de opções de customização para refinar a sessão de treino perfeita.
  • Para Nenhum Livro de História Botar Defeito – Explore as galerias de arte e música com as novas artes conceituais, documentos do design, letreiros do arcade original e mais!
  • Personalize Cada Batalha – Aprimore recursos específicos da sua experiência de gameplay através das Configurações EX de cada jogo, como um botão para especiais, ajustes de dificuldade, filtros de tela nostálgicos, customização de botões e mais.
  • Salvamentos no Meio do Jogo – Agora você pode salvar seu progresso quando estiver por um triz!
  • Suporte Estendido a Diferentes Idiomas – 14 idiomas estarão disponíveis, incluindo Inglês, Espanhol da América Latina, Português do Brasil, Japonês, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol Castelhano, Russo, Polonês, Coreano, Chinês Simplificado, Chinês Tradicional e Árabe.
  • Atualizações Adicionais – Múltiplas versões de jogos, personagens secretos agora disponíveis, várias opções de resolução, modo Versus Offline, Fighter Awards, melhorias na qualidade de vida em todos os oito jogos e muito mais!

Então qual jogo você quer enfrentar sua amigo online? Ou explorar os diversos modos de jogo durante uma tarde inteira? Comparar versões ou treinar um idioma novo com as localizações? Lembrando que você também pode adquirir o bundle Capcom Fighting Collection 1+2 que somam 18 jogos clássicos da Capcom e também está disponível digitalmente.

Não deixe de conferir o site oficial da Capcom para mais detalhes de cada jogo e o Suco para atualizações e novidades desses jogos que marcaram época! Claro se você tem interesse na versão física do Capcom Fighting Collection 2 fique de olho nos sites autorizados que ela vem com um quadrinho do universo de Capcom vs SNK, mas corra que é limitado!

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