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O Castelo Animado | Review

O Castelo Animado

Na esteira de reviews sobre os filmes do Studio Ghibli estreantes na Netflix, falaremos um pouco sobre O Castelo Animado, outro gigante da animação fantástica dirigida por Hayao Miyazaki e musicalizada por Joe Hisaishi!

DIANA WYNNE JONES

Esse é o nome da escritora britânica que deu origem à história original, Howl’s Moving Castle. Diana escreveu a história nos anos 80 ao receber o título pela sugestão de uma criança. Ela conta sobre uma filha de chapeleiro chamada Sophie Hatter, que é amaldiçoada por uma bruxa após um surto de inveja quando esta é salva de criaturas pelo mago Howl.

Com a maldição, a jovem Sophie envelhece subitamente e tenta achar um jeito de voltar ao normal, encontrando o Castelo Animado no meio do caminho. No castelo de Howl, ela conhece a chama viva Calcifer, um Espantalho e por fim o próprio Howl, que a permite que permaneça com eles. Servindo como uma espécie de zeladora do lugar, a convivência de Sophie com Howl permite que pouco a pouco cada um lute contra o destino imposto a cada um deles.

A VIAGEM FANTÁSTICA NO CASTELO ANIMADO

Como é de praxe dos filmes de Miyazaki, o seu ouro está menos na história que a animação conta e mais na animação em si, que acaba comunicando mais do que as falas em si. A arquitetura cacofônica do Castelo Animado se mexendo, soltando pedaços pelo caminho, suas bugigangas que transportam uma pessoa de um lugar ao outro pela mesma porta com o girar de uma manivela, são essas animações fantástica que transparecem ser o maior legado do filme: uma animação que te transporta para uma hora e meia de muita fantasia.

Parte dessa fantasia que vale cada segundo do filme é o modo como vemos Sophie retornando ao normal. Como uma afeição que cresce a passos de formiga e se transforma num sentimento intenso, a velhice de Sophie passa naturalmente pelos nossos olhos como a regressão de um Benjamin Burton, refletindo sempre a bondade e a firmeza de seu coração, que finaliza na forma de uma jovem mais bela do que ela fora antes da maldição.

O LUGAR DE CADA UM

A fama global de Hayao Miyazaki faz com que O Castelo Animado seja um daqueles casos onde a adaptação supera o original em notoriedade, pelo menos fora da Inglaterra. É muito improvável que a pessoa que for assistir ao filme pela primeira vez já terá lido a história de Diana Wynne Jones antes. Mas, se fizermos um exercício de imaginação, é bem provável que a própria Diana, que teve a felicidade de viver parar ver sua história ser adaptada para uma das animações mais lindas possíveis, iria gostar de uma alteração fundamental na história de Sophie e Howl.

Miyazaki não está interessado em violência e muito menos em mortes, mesmo para os vilões. Isso é verdade para A Viagem de Chihiro, isso é verdade para Princesa Mononoke e isso também é verdade para O Castelo Encantado. Numa atitude típica de uma geração tal qual a mesma geração de Osamu Tezuka, traumatizada pelo horror à guerra, Miyazaki troca a morte da vilã por um final onde haja o lugar de cada um.

Nesse sentido, O Castelo Encantado acaba sendo também um filme sobre graça; sobre perdão imerecido. Além de contar uma bela história de superação do próprio destino. Ao final dessa fantasia, você sai com o espírito mais leve e um sorriso daqueles que o Estúdio Ghibli entrega como poucos.

Incapaz de apontar defeitos neste trabalho de gigantes, preferindo com prazer a crítica daqueles que acharem este review brando demais, esta animação merece facilmente 5 Suquinhos.

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Veja agora “In the mirror”, por JAKI

jaki in the mirror

Pra não deixar a banda LIVERECHT sozinha na RAJEWELY Entertainment (sub-selo da Starwave Records) temos a adição de mais um artista, o solista Jaki, que também é guitarrista da banda La’veil MizeriA, grupo  visual kei que atua sob um estilo oldschool!

O projeto não é lá muito diferente do La’veil MizeriA, a estética utilizada por Jaki na prévia lançada pra “In the mirror” é a de um visual kei dos anos 90, bem oldschool!

O mini-álbum foi lançado em 6 de Maio com 6 músicas!

Jaki – IN THE MIRROR

CD:
01. Suuhai uta (崇拝歌)
02. Kyousenritsu (狂旋律)
03. Kanraku aijou (歓楽哀情)
04. IN THE MIRROR
05. Eien ni sayounara (永遠にサヨナラ)
06. Madness Gate

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Princesa Mononoke | Review

princesa mononoke

O tema da natureza é um assunto bem forte nas obras de Hayao Miyazaki. De algum modo ele aparece em filmes como Ponyo ou A Viagem de Chihiro, mas é em Princesa Mononoke (Mononoke Hime) aonde o conflito “homem x natureza” atinge o seu pico. Vamos entender um pouco mais do que se trata esse filme e o que significa esse conflito que move o filme.

E claro, este review está livre de spoilers. A ideia aqui é acrescentar alguns pontos e curiosidades que podem incrementar a experiência de quem assistir pela primeira vez.

UMA FANTASIA HISTÓRICA

O cenário de Monoke Hime se passa num Japão tipicamente feudal, embora o filme jamais seja explícito nisso. Como o sabemos então? Se prestarmos atenção em alguns detalhes dos personagens principais e de onde eles vêm, tudo fica claro.

ASHITAKA

O Príncipe Ashitaka, um dos protagonistas, se anuncia como alguém que vem de ”terras longínquas do Leste”. E no vilarejo de onde ele parte para sua jornada, os anciões (muitos deles barbados, o que é incomum no Japão) mencionam serem “os últimos dos Emishis”, destruídos e expulsos para o Leste pelo Imperador há 500 anos.

“Emishi” é um dos nomes para os Ainu, um dos povos nativos do arquipélago japonês. O assunto é um pouco complexo, até porque nem mesmos os estudos começaram a esgotar o assunto, mas se trocarmos em miúdos, o arquipélago japonês era dividido entre os Yamato-jin (povo de Yamato, ou descendentes do Imperador) e os Ainu (chamados pelos Yamato-jin de Emishi ou Ezo).

Na medida em que o Japão fortaleceu suas instituições imperiais e consolidou seu poder pelos bakufus (primeiro com Kamakura, no século XI), esses povos eram pouco a pouco empurrados mais para leste, subindo a norte de Honshu (a ilha principal) e em direção à atual região de Hokkaido (a ponta acima no mapa próxima à Sibéria).

Uma última curiosidade sobre Ashitaka: volta e meia se pergunta se ele tem algo haver com o shogun Ashikaga Yoshiteru (1536 – 1565), o último shogun dos Ashikaga que viveu durante o Sengoku Jidai. A semelhança é mera coincidência, como acontecem com muitos nomes japoneses. Pelo que foi escrito até agora, deu pra perceber que o mundo dos shoguns e o mundo dos ainu estão separados como água e óleo.

EBOSHI GOZEN

Apesar de Eboshi ser uma figura completamente fictícia sem qualquer semelhança à alguma figura factual na história japonesa, isso é apenas uma verdade se levarmos em conta semelhanças literais (como em aparência ou nomes). Mas como ideia, Eboshi é uma antagonista (ou anti-heroína, tudo isso é bem discutível) que incorpora a noção de “progresso” e do humano dominando a tecnologia para dominar a natureza e os seus pares.

No caso dessa personagem, temos duas perspectivas de “progresso” postas em jogo. Um progresso histórico e um progresso na visão do próprio Hayao Miyazaki. Como alusão histórica, o uso de arcabuzes é uma referência óbvia a Oda Nobunaga, daimyo que fez um uso pioneiro de armas de fogo em batalha, derrotando exércitos bem mais prestigiados que o seu. Foi como o que aconteceu na batalha de Nagashino, em 1575, onde fileiras de armas aniquilaram a famosa cavalaria Takeda. Em Mononoke Hime, o paralelo se sustenta, pois o vilarejo consegue se manter e se proteger graças ao domínio da tecnologia de seu tempo.

Durante as guerras do Sengoku Jidai, esses arcabuzes recebiam o nome de “tanegashima”, pelo nome da mesma ilha onde os portugueses começaram a comercializar essas armas com os japoneses em 1543.

O CONFLITO “HOMEM X NATUREZA” E A BUSCA DA HARMONIA

A outra noção de progresso nos leva ao cerne do conflito que move o filme, o conflito “homem x natureza”. É verdade que a vila de Eboshi é a fonte do mal que ataca o vilarejo de Ashitaka; e é verdade que sua vila também é responsável pelo desmatamento da natureza e pela extinção de tribos de animais. São esses feitos que trazem a ira de San, a Princesa Mononoke.

princesa mononoke

Mas nada é tão simples assim. Se Eboshi faz um ataque feroz à natureza, ela o faz pelas pessoas que abriga. É graças à vila onde a miséria (que é a regra numa era de guerras como a Sengoku Jidai) se transforma em prosperidade com a venda de ferro.

E é nesse lugar onde pessoas que normalmente seriam incapazes de autonomia por conta própria, ganham autonomia e um lugar de destaque naquele meio. Não só os homens guerreiam com lanças e espadas; mulheres guerreiam com armas e mantem a produção de ferro em dia. É delas que provem a sobrevivência daquele lugar e aquilo que o torna único.

E mesmo os enfermos encontram abrigo, enquanto mantém sua dignidade ao poderem contribuir com a comunidade. É de seu trabalho artesanal que vêm as armas que protegem a vila. Então o progresso que a humanidade dá ao dominar a natureza é definitivamente algo a ser considerado e Miyazaki faz questão de evidenciar isso ao longo do filme.

Mas a pergunta principal de Hayao Miyazaki que é a principal engrenagem que faz este filme girar é esta: de quanto vale todo o progresso que a humanidade é capaz de prover se ela acabar matando a fonte de toda a vida? De que vale o progresso se sua busca matar a nós e o mundo no meio do caminho?

A figura do príncipe Ashitaka é a de alguém que reconhece tanto a importância da natureza, como ensinado por sua terra natal que cultua e protege a natureza, como é capaz de reconhecer o bem feito na vida de tantas pessoas graças à tecnologia. A importância dele no filme é a de ser um personagem que busca algo maior que o equilíbrio; em uma palavra, Ashitaka busca e luta pela harmonia.

Grosso modo, Mononoke Hime se trata disso. Ele é uma mensagem de Hayao Miyazaki para que saibamos usar o que construímos para melhorar nossas vidas, ao mesmo tempo em que saibamos respeitar e apreciar a natureza que acolhe a todos nós. O que busquei escrever aqui foi mais um apanhado de curiosidades, pois a história do filme é simples e o que ele tem a oferecer, animações e músicas dizem mais que palavras.

Afinal, em se tratando de Studio Ghibli e Hayao Miyazaki, quais descrições de animação ou direção ou trilha sonora, na companhia consagrada de Joe Hisaishi, podem ser feitas além de: absolutamente maravilhosas?

 

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O legado retorna! Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2 está chegando!

tony hawks pro skater

Voando alto como um ollie, a Activison traz de volta o icônico jogo que revolucionou uma geração e a industria em dose dupla: Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2. Em parceria com a Vicarious Visions, responsável pelo Crash Bandicoot™ N. Sane Trilogy, os trucks e os corrimões vão gritar novamente.

A série original marcou a vida de muitos gamers. Além da aproximação do público para o esporte e seus atletas. Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2 retorna a experiência clássica dos dois títulos iniciais para o universo moderno das telas em 4K.

Além de trazer todo o conteúdo original, o pacote de manobras só aumenta com a possibilidade de reverts e wall plants entre outras manobras que inexistiam nos originais. Além disso o Create-A-Park irá retornar para você criar, recriar e renovar fases como antigamente e com muitas novas possibilidades.

Contudo como você mostrará suas habilidades e seus cenários? Além do multiplayer original e local, teremos modo multiplayer online. Prepare-se para novos objetivos e desafios além de destruir caixas em galpões e pegar fitas cassetes nos lugares mais improváveis.

Com o elenco clássico da franquia, Tony Hawk’s Pro Skater 1 and 2  chegará para PlayStation 4 e Pro, Xbox One e X, e PC (Epic) com data definida. No dia 4 de setembro de 2020, manobre aquele The 900 no conforto de seu videogame. Confira a edição Deluxe e garanta uma shape da Birdhouse exclusiva! Compre na pré-venda hoje e entre na Warehouse agora!!!

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Conheça Loba, a nova Lenda da temporada 5 de Apex Legends

apex legends loba

Apex Legends chega com tudo em sua quinta temporada e você terá a sorte grande de conhecer Loba, a nova personagem jogável e já disponível! Com novas mudanças em seu mapa, Apex Legends Temporada 5 chega para PlayStation 4, Xbox One e PC.

A Lenda Loba é uma personagem sagaz que traz a sede de vingança contra o aterrorizante Revenant. Após ter seus pais assassinados, ela se tornou uma socialite famosa da alta sociedade durante o dia e uma ladra das Terras Ermas à noite.

A Loba traz uma poderosa habilidade de teletransporte e uma vantagem na busca de itens. Mostre a sua parceria com seu time usando o Black Market, o poder supremo da Loba abre uma loja para equipe coletar o que tem de melhor por perto.

Além da chegada da personagem, um novo modo chega  a Apex Legends: Missões. Você procura riquezas e história? Aqui que você deve jogar! Nesse modo PvE tará desafios semanalmente para você!

Apex Legends é gratuito! Comece agora e aproveite a Loba e torne-se uma Lenda!

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Arnold Schwarzenegger fará sua estreia em Predator: Hunting Grounds

arnold predator hunting grounds

A franquia do Predador é emblemática principalmente quando se trata de Dutch, o personagem interpretado por Arnold Schwarzenegger, no primeiro filme da franquia em 1987.

A medida que você subir de nível em Predator: Hunting Grounds você terá acesso a fitas gravadas de Dutch e sua jornada. A DLC paga permitirá que você tenha acesso a Dutch e recriar o momento mais icônico do cinema.

Confira na próxima atualização do jogo que trará Arnold Schwarzenegger reprisando seu papel e quem sabe não dar aquelas dicas de sobrevivência para você? Lave as mãos!

Predator: Hunting Grounds foi lançado em 24 de abril de 2020 para PlayStation 4 e PC.

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Entre no espirito competitivo em Sonic nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020

sonic nos jogos olimpicos

Após 2 milhões de pré-registros, Sonic e seus amigos chegam em peso para disputar modalidades olímpicas na tela de seu mobile, iOS, Android e Fire OS. Sonic nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020TM  está disponível gratuitamente.

Aproveite para receber prêmios logo de cara como:

Faixas musicais:

  • Ocean View de Team Sonic Racing
  • Reach For The Stars de Sonic Colors
  • Glimmering Gift – Super Transformation de Sonic Mania

Badges:

  • “Miraitowa”, a mascote dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020
  • Sonic Clássico
  • Super Sonic

Além de 1200 pontos de treino para você evoluir mais rapidamente. Sonic nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020TM  é o game oficial das Olimpíadas de Tóquio e conta com vários desafios para você. A equipe da Sega manda uma mensagem especial a todos nesse momento difícil em que passamos:

Esperança para um futuro melhor

Em tempos tão difíceis e incertos, um pequeno sorriso e a felicidade podem percorrer um longo caminho. Esperamos que você se divirta jogando Sonic nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020™ com seus amigos online. Juntos, vamos tornar o futuro mais brilhante a cada dia e esperamos os Jogos Olímpicos de 2021.”

Baixe já e confira o site! Gotta Gold Fast!

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She-Ra | Assista as novas cenas divulgadas da 5º temporada

she-ra

O reboot da animação She-Ra e as Princesas do Poder feita pela DreamWorks e Netflix está chegando ao fim.

A quinta e última temporada vai entrar no catálogo da Netflix no dia 15 de maio e ao longo dos últimos dias a DreamWorks e a conta oficial do Twitter de She-Ra vem postando conteúdos inéditos da nova temporada, assista as cenas divulgadas:

“Comida boa, mas nem tão boa companhia. Cintilante e Felina se juntam a Horda Prime na mesa de jantar na temporada final de She-Ra e as Princesas do Poder.”

“Adora precisa se acostumar a lutar sem os poderes da She-Ra, enquanto a rebelião tenta salvar Etheria do exército galáctico da Horda. A linha de chegada parece cada vez mais distante na temporada final de She-Ra e as Princesas do Poder, na Netflix dia 15 de maio.”

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