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Estão preparados para retornar a Santuário e combater os Males Supremos com Diablo II Resurrected? Já quero deixar claro que Diablo é uma de minhas franquias favoritas, e obviamente vocês terão uma leitura um pouco EMOCIONADA por aqui – apesar de que deixarei mais para o Review Completo do game.

Minha história com o RPG de Ação da Blizzard começou lá por volta de 1997, com o primeiro jogo da série, Diablo. De cara, todo o clima sombrio me chamou atenção e mesmo sendo um game isométrico, me dava muito medo; eu tinha por volta de 9 e 10 anos de idade.

Quando Diablo II foi anunciado, comprei nos primeiros dias na única loja do Shopping aqui de minha cidade. Era uma caixa grandona com a caveira do diablão estampada na capa – minha vó detestava, mas né, saudosos anos 90.

Por muito tempo acompanhei a trajetória do Errante Sombrio através da parte oeste de Santuário e fui cada vez mais me interessando pela sua trama. Cá entre nós que não é das mais originais, já que é uma clara Jornada do Herói [Decaído] – e que pudemos entender mais sobre os Nefalem em Diablo III – mas havia algo de poderoso nesta franquia que tanto me intrigava, como por exemplo, o seu clima sombrio. Ou diria, diabólico? 

diablo 2 resurrected
Imagem Divulgação

A Guerra Contra o Inferno Ardente

Sinceramente, achava que a Blizzard faria um remake mais simples e em cima da engine de Diablo 3, e fiquei surpreso e muito contente que a Vicarious Visions, responsável pelos remakes de Crash Bandicoot e Tony Hawk’s ter “pego” esse trampo com eles e fez um exímio trabalho com Diablo II Resurrected.

Desde o Alfa e depois com o Beta, é notável que o jogo é O MESMO. Basicamente, atualizaram os arquivos de textura, remixaram ou remasterizaram a trilha sonora e TALVEZ, ainda não pesquisei a fundo, calibraram o drop de itens.

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Em Diablo II acompanhamos a trajetória do Errante Sombrio, que na verdade é Aidan, o guerreiro de Diablo, um homem corrompido e que virou um receptáculo para Diablo depois de cinco anos após o primeiro jogo.

Na aventura podemos controlar 7 personagens, todos eles com seus bonecos reformulados e alinhados com a nova geração. O jogo também ganhou suporte Widescreen e até chega a resoluções 2160p (ou 4K), sem o limite “cinematográfico” de 24fps do game original. Com algumas atualizações na mecânica, como a coleta de ouro automática de D3, o pessoal dos console também poderão usufruir deste clássico remake. E mais, a versão PC também possui suporte para Controle – mas sinceramente, não recomendo.

diablo 2 resurrected
Imagem Divulgação

Progressão Estilística dos Personagens

Para futuramente compor melhor um Review ou mais um artigo sobre o game, resolvi printar a progressão dos personagens, pelo menos até a resolução da dificuldade Normal – algo entre os níveis 35 e 40. Como estou jogando com TODOS ao mesmo tempo, além de satisfazer meu prazer nostálgico, tenho a oportunidade de curtir cada remold de item, que antigamente possuía diversos problemas entre o Item que você usava x Item que aparecia no sprite do seu personagem.

Um exemplo dos primeiros níveis podem ser vistos na imagem abaixo:

diablo 2 resurrected
Imagem Divulgação

Dicas para um iniciante em Diablo II: Resurrected

Para não me alongar nestas primeiras impressões e não ser repetitivo com o que falamos na Alfa e Beta, gostaria de deixar algumas dicas para quem NUNCA jogou Diablo 2 e está um pouco perdido no que fazer com relação a itens e jogabilidade, já que o game possui suas particularidades da época e pode causar estranheza na Geração Z. Enumerei abaixo alguns pontos importantes, vamos lá:

  • Comece se familiarizando com os atalhos do jogo e tente não ficar passeando pelo HUB do jogo. Em maiores dificuldades ou hordas de monstros, a velocidade nos atalhos trará uma maturidade de jogo maior – e propiciará sua sobrevivência.
  • Começando o jogo, junte o suficiente para comprar comprar os Tomos de Portal de Teleporte para Cidade e Tomo de Identificação com a Akara, no canto inferior direito. Ao invés de acumular pergaminhos em seu inventário, é mais prático acumular – até 20 – nos tomos, economizando slots.
  • O personagem pode carregar até 4 itens nas mãos, seja armas ou escudos. Para alternar, basta apertar a tecla W. Utilize conscientemente a função secundária, ora quando seu Mana acabar, ora quando precisar atacar com uma arma à distância.
  • A não ser que esteja se prevenindo em uma luta contra um chefão, evite levar poções no inventário; talvez deixe poções chave como Antídoto ou Descongelante – 1 de cada – para que não ocupe tanto espaço. Poções caem frequentemente dos monstros. Não se preocupe. Claro, procure cintos com maior capacidade.
  • Uma forma de “farmar gold” é coletando itens e vendendo. No primeiro mapa, pegue TUDO o que cair e depois comece a fazer escolhas, até sentir o momento certo de coletar apenas itens mágicos (os azuis). Creio que em grande parte da sua jornada na dificuldade Normal, coletar itens azuis será de suma importância para sua economia – mesmo que tenha que voltar para a cidade diversas vezes.
  • Sempre coloque os melhores itens que não sejam os seus nos Mercenários. A não ser que tenha outros personagens e queira compartilhar, os teus ajudantes merecem atenção e em dificuldades maiores são determinantes na sua sobrevivência. Lembre-se: antes de trocar ou comprar um novo Mercenário, não esqueça de retirar os itens – ou você perderá para sempre!
  • Muitos não ligam, mas sempre tenha Chaves em seu inventário. Um molho com 12 chaves ocupa apenas 1 slot, sendo suficiente na jornada, até porquê sempre estarão dropando dos monstros. Fique sempre de olho, aquele Item Único pode cair de um baú trancado…
  • Deixe o Cubo Horádrico em seu inventário. Apesar de ocupar 4 espaços, seu interior é maior e você também pode utilizá-lo para guardar itens da aventura. Joias, Runas e Pedras devem ser guardadas e utilizadas em último caso até você achar o Cubo no Ato II. Após isso, comece a Troca Equivalente e transmute tudo o que vier – com cautela e olhando receitas na internet, claro.

O jogo está totalmente em Português, inclusive nas dublagens das Cinemáticas, o que para quem jogou há um tempão e não entendia nada de inglês, vai ser muito bom pegar os detalhes da trama e claro, curtir a versão BR.

Diablo II Resurrected está disponível para PC (Windows) pelo Battle.net e para Xbox Series X|S, Xbox One, PlayStation 5, PlayStation 4 e sistema Nintendo Switch. Com a progressão multiplataforma, os jogadores podem fazer login na conta Battle.net em qualquer sistema em que compraram o jogo para acessar seus personagens e itens de saque. Para saber mais sobre Diablo II: Resurrected, acesse o SITE OFICIAL.

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