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As buscas pelo errante retornaram em Diablo II: Resurrected. A versão remasterizada do icônico clássico da Blizzard agraciou os fãs da franquia com o Beta Técnico. Durante o final de semana de 13 agosto quem comprou a pré-venda e o Aberto nesse final de semana do dia 20.

Trazendo novamente os dois primeiros atos na integra, o Beta Técnico veio para agitar Santuário agregando duas classes. O Druida e o Paladino integraram o time, e que saudades de jogar de Druida. Se não é uma das classes mais divertidas, é uma das mais poderosas.

diablo ii resurrected
Imagem: Suco de Mangá

Eu, Você e mais alguns nefaléns

Dessa vez foi a hora de explorar santuário com a opção de chamar seus amigos. O multijogador estava disponível permitindo a criação de salas e até mesmo duelos. Um a experiência que vem da raiz desse jogo e que tem a proposta de aumentar o desafio.

Porém com o Beta totalmente vinculado ao servidor, a experiência singular não permitia o clássico comando “players x” para dar aquela apimentada. Então ou você dava as caras e entrava nos jogos do lobby, ou tentava fechar um grupo entre amigos.

A guerra por um patuá ou anel que caia no chão foi divertido. Mas a experiência multijogador e a carga de pessoas no servidor foi perceptível. Ocorreu aquele temido “Desconectado” próximo a Andariel sem ter encontrado o waypoint das catacumbas. Vale a pena relembrar que é essa a intensão do Beta Técnico, então rolou muito do personagem nadar pra frente e voltar, ou tomar massivo ataques duma vez.

Totalmente voltado para o servidor e uma das novidades de Diablo II: Resurrected, a progressão multiplataforma estava presente (diferente do Alfa Técnico). Ao criar uma sala o líder tinha uma opção de permitir um ajuste para a coleta dos itens para jogadores de console.

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diablo ii resurrected
Imagem: Suco de Mangá

O santuário precisa de você

Aproveitando que o Druida estava disponível foi muito legal de testar as habilidades naturais nas terras de santuário. Digo que eu escolhi a arvore de magias dos elementos para a progressão, mas alguns itens me transformaram. Enfim eu pude ver como ficou as transformações de Lobisomem e Urso, assim como as animações dos animais.

No momento que tive acesso a fissura, uma habilidade de dano de área ígnea muito forte, eu quase não tive problemas em chegar no fim do Ato II. Tirando o fato do Santuário Arcano que seus corredores pequenos não agregaram área para essa magia. Eu senti que o Duriel foi muito fácil comparado as minha lembranças de outrora, mas como dito, o Druida é uma classe que se sustenta muito bem sozinha sabendo como driblar esses males do inferno.

Sobre a progressão de itens, eu tive a sorte de encontrar alguns itens únicos e de conjunto. Até que o ponto de encontrar a clássica Gull, a Gaivota, deu para ter a impressão ou a falsa impressão que realmente os 100% mais de encontrar item estava surtindo efeito. Ainda não dá para saber nas outras dificuldades o que nos espera em relação ao itens e a jogabilidade e estatística do jogo que é um marco.

Diablo II: Resurrected chega dia 23 de setembro para o derradeiro combate no santuário contra os males infernais. Se caso não deu para você pegar umas orelhas, não perca a oportunidade de estar presente no lançamento em busca do Errante.

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