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Ado | Suco Apresenta

Ado Suco Apresenta
Imagem Divulgação

A cantora Ado é sem dúvida um dos maiores sucessos vocais dos últimos anos, dentro e fora do Japão. No arquipélago, sua atividade no nicho utaite já se destacava bem, mas tudo explodiu quando ela virou um hit e um escândalo nacional! No exterior, uma performance inigualável de Unravel certamente a ajudaria a ganhar projeção em vários fãs de anime mundo afora.

Como nenhum conhecimento é garantido, saber nunca é demais e sempre existe a chance de alguém estar prestes a conhecê-la.

Então, vamos apresentar um pouco sobre quem é Ado! Como ela se destaca entre os utaite? Por que ela virou um grito de protesto juvenil e um pavor para pais e demais carolas japoneses?

Isso tudo você confere aqui, neste humilde artigo.

Dos utaite para o mundo

No último dia 10 de janeiro, o primeiro vídeo cover da Ado no NicoNico Douga completou oito anos. Sua versão de “Kimi no Taion” conta com 300 mil visualizações, o que para um site visto apenas no Japão, praticamente, é muita coisa.

São oito anos de internet, mas segundo a própria Ado, ela começou a cantar desde os 12 anos. Então são dez anos de talento cultivado na grande comunidade de utaite, que vingou cantores e cantoras, produtores e uma rica cultura da internet japonesa.

No Brasil, recebemos a visita da Nano e, mais recentemente, tivemos o prazer de conversar com a KAF, ambas advindas da mesma comunidade de utaite da qual Ado cresceu admirando e fez parte.

Como é bem repetido nos tabloides, nada se sabe sobre a Ado. Ou melhor, “nada”. Sim, não se sabe sobre sua identidade. O que se vê da Ado nos seus shows é uma silhueta de seu corpo, do mesmo jeito que é feito nos shows da Kaika, ater ego da KAF.

Em paralelo a isso, ou mesmo por causa disso, a Ado gosta bastante de conversar e detalhar acontecimentos de sua vida, gerando um senso de proximidade com sua fanbase. Já comentei nesse sentido outras vezes, mas muita das vezes basta uma máscara, uma “segunda pele” para se apresentar ao mundo, que as pressões sociais são aliviáveis e as possibilidades de se expressar se alargam.

Ainda mais levando em conta uma sociedade extremamente regrada como a japonesa, onde as interações entre várias camadas (pai-filho, professor-aluno, patrão-empregado, etc etc) obedecem, cada uma delas, a uma série de regras não escritas e que se supõe que todas as saibam de antemão. Receita fácil para a ansiedade generalizada.

Também, é por isso que a Ado se torna uma personalidade tão identificável para vários jovens dentro e fora do Japão. Compartilhando histórias como de sua má experiência trabalhando com comércio, ou quando ela passou a mergulhar na comunidade utaite para se refugiar do estresse do dia a dia.

Não bastassem as músicas, que sozinhas já a alavancariam para seu lugar de destaque merecido no atual cenário musical, a Ado passa uma boa parte de seu tempo compartilhando histórias do dia a dia com o público. Muitas e muitas histórias em seu canal paralelo, Adonsense, um trocadalho de Ado com ad-sense (comercial).

A voz de uma geração inconformada

O comportamento trai a expectativa de alguém que é suspostamente introvertida. A expressão usada no Japão é inkyara, um personagem introvertido, que evita ser notado.

É preciso lembrar, sempre que possível, que nenhuma timidez é natural: ela é adquirida. Salvo uma situação especial ou outra, a timidez é também um medo de ser exposto ao erro. Um erro acompanhado de constrangimentos, onde a reclusão é o destino final desse trauma.

O que nos leva a Ussewa, o maior hit da Ado. Ussewa fez com que a cantora fosse considerada “a voz da Geração Z”, repleta de ansiedades e saturadas de regras e expectativas sociais, que a isso responde com sonoro e grosseiro “Cala a boca!” (ussewa, em japonês).

A tonalidade agressiva dessa ordem de silêncio merece um comentário mais detalhado: o japonês é uma língua onde a formalidade é medida com fita métrica. Quanto mais longa sua frase, seu agradecimento, suas desculpas, mais formal e correta ela é. O inverso é verdadeiro.

Quanto mais curta sua resposta, quanto mais monossilábica ela for, mais rude ela soará. Soltar um “sankyuu” como forma de agradecimento para um desconhecido pode pegar muito mal. Na dúvida, fique com o bom e velho “arigatou gozaimasu”. Pense por um segundo como se no português o “Valeu!” fosse reservado aos amigos íntimos e para todo o resto fosse obrigatório o “Muito obrigado!”, letrinha por letrinha. É assim a realidade vivida do japonês falado no dia a dia.

Quem vê muito anime talvez já saiba a essa altura que “urusai” ou “damare” são as formas mais comuns de se mandar alguém calar a boca. Formas bem rudes. Porém, dá pra ser mais agressivo que isso.

Dá pra diminuir esse “urusai” para um “usse”, como se a pessoa na sua frente não valesse nem o esforço de você abrir a boca pra manda ela calar a boca. Não é preciso dizer que várias crianças cantando “Ussewa” a torto e a direito causou um pânico moral em pais e adultos preocupado com influências ruins para os mais novos.

Nisso a Ado, sem querer querendo, conseguiu fazer com que pânico moral voltasse a ser coisa de velho, uma vez que nos últimos anos (e contando) passou a ser moda jovem.

Se começamos este texto falando de 300 mil visualizações no NicoNico Douga, o sucesso de Ussewa joga esse marco no chinelo. São 360 milhões de visualizações no YouTube e contando.

Estranhamente, o protagonismo da Ado contrasta com sua escolha de nome. A decisão veio por acaso, o som da palavra “ado” parecia bom. A palavra apareceu para a cantora por acaso, no meio de uma aula na escola, onde o professor falava sobre teatro japones.

O kyoguen é uma forma de comédia, interpretada por um personagem principel (shite), acompanhado de um suporte (ado). Num exercício típico de modéstia, Ado gostou dessa conotação, porque ela quer ser um suporte para as pessoas que ouvem seu canto. E mais que isso, ela quer dar brilho a produtores e produtoras de sua admiração, com o suporte (ado) de sua voz. Como é o caso de Sheena Ringo, ícone da música japonesa que já compôs uma música para a Ado.

Humildades à parte, o protagonismo da voz da Ado é inegável. De talento ímpar, performances de tirar o fôlego e uma personalidade leve e bem humorada, a cantora ganhou um título por merecer. Se não é a voz de uma geração, é ao menos a voz de uma década, inaugurando os anos 2020 com um top hit mundial.

Não à toa estará ela na sua segunda turnê mundial, desta vez com passagem pelo Brasil! Em agosto teremos a oportunidade de ouvir este talento ao vivo no Espaço Unimed, em São Paulo!

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Caedu lança coleção exclusiva Hello Kitty and Friends em parceria com a Sanrio

Hello Kitty Caedu Sanrio Roupas
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A Caedu ampliou seu portfólio de coleções com o lançamento de uma linha exclusiva em parceria com a Sanrio. A nova aposta traz a icônica Hello Kitty e seus amigos, acrescentando ainda mais charme, nostalgia e diversidade às opções da marca, que já conta com colaborações de peso como Disney e Warner Bros.

De acordo com Crystiane Gama, Diretora Comercial e Marketing da Caedu, a parceria foi cuidadosamente planejada para atender às preferências e expectativas do público.

Nossas escolhas para coleções de personagens são feitas com muito critério, sempre pensando no que mais encanta nossos clientes. Priorizamos personagens icônicos que marcaram gerações e fazem parte da memória afetiva das famílias brasileiras — como é o caso da Hello Kitty, que há mais de 50 anos conquista crianças e adultos.

Hello Kitty and Friends na Caedu

A nova coleção reúne 20 SKU’s distribuídos entre os setores infantil, adulto e acessórios. Assim, as peças focam na versatilidade e na conexão emocional com os personagens.

Segundo Crystiane, um dos diferenciais dessa linha está no caráter unissex das peças, ampliando as possibilidades de uso e combinando com diferentes perfis.

Avaliamos constantemente o comportamento do público e suas preferências para criar coleções que gerem identificação e afeto. Nesta linha, temos ainda uma variedade de modelagens — de croppeds a camisetas oversized — para atender diferentes gostos e estilos.

A coleção

A coleção Hello Kitty and Friends chega às lojas a partir do dia 13 de agosto e estará disponível:

  • Nas lojas físicas da Caedu (São Paulo, Porto Alegre, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal)

  • No e-commerce oficial (www.caedu.com.br)

  • Via WhatsApp (11 2664-3410)

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Brasil 32 Bits: O Legado Esquecido dos Consoleboards Caseiros

brasil 32 bits playstation
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Nos anos 90, enquanto o Brasil celebrava sua Era Dourada dos Clones, uma outra revolução menos lembrada acontecia nos bastidores — a dos consoleboards caseiros: placas eletrônicas que permitiam levar jogos de Bit-32 para televisores domésticos, bem antes da chegada oficial de consoles como Saturn ou PlayStation. Embora muitos mencionem a nostalgia dos cartuchos e dos clones de Mega Drive e SNES, vale explorar esse capítulo inusitado: a ambição nacional de evoluir o próprio hardware, impulsionada por engenhosidade e desejo de autonomia tecnológica.

Leia também: Brasil em 16 Bits: A Era Dourada dos Clones e Coragem

A gênese do consoleboard: invenção por necessidade

A falta de acesso fácil e barato a consoles estrangeiros motivou a criação de soluções locais. Pequenos grupos de eletrônicos e entusiastas desenvolveram placas que reproduziam o que se via como “experiência 32 bits” — processadores mais potentes, gráficos mais ricos, e som de qualidade superior. Embora essas placas não fossem padrões oficiais, muitas vezes eram compatíveis com adaptadores de cartuchos piratas, e se tornaram verdadeiros símbolos de resistência criativa.

Estrutura e funcionamento dos consoleboards

Contrariamente aos clones de 16 bits, os consoleboards embarcavam microprocessadores genéricos de 32 bits, adquiridos via importação paralela. Eles não rodavam os jogos com perfeição — falhas gráficas, travamentos ocasionais e compatibilidade limitada eram comuns —, mas ofereciam ao público algo inédito. A integração com adaptadores era feita via placas encaixadas nos slot-ports dos televisores, com chips personalizados para adaptar sinais analógicos. O desafio técnico era enorme: sincronizar clock interno com os sinais PAL-M, contornar proteções básicas dos cartuchos e ainda oferecer saída de vídeo estável era trabalho de verdadeiros alquimistas eletrônicos.

A importância cultural e educacional

Mais do que um gadget alternativo, os consoleboards fomentaram um ecossistema de troca de conhecimento. Revistas amadoras de hardware, grupos de BBS e encontros informais reuniam quem queria entender a engenharia por trás da placa. Para muitas pessoas, aquilo foi porta de entrada para cursos técnicos, profissão de programador ou engenheiro eletrônico. A mentalidade “faça você mesmo” cultivava mais do que gameplay — incentivava inovação, reparo e modding.

Desafios legais e a sombra da informalidade

Como muitos produtos paralelos da época, os consoleboards esbarravam na ilegalidade. Não apenas pela compatibilidade com mídias piratas, mas também pela ausência de licenciamento dos chips usados. Ainda assim, isso não impediu que circulassem silenciosa e eficientemente em lojas de bairro, feiras livres de componentes e boca-a-boca entre entusiastas. Em muitos relatos, era essa rede informal que garantia aos criadores acesso a componentes importados e conhecimento técnico, funcionando como uma “indústria subterrânea de inovação”.

Legado e ecos na era moderna

Hoje, encontramos resquícios desse espírito em laboratórios maker, hackerspaces e projetos DIY (faça-você-mesmo). A busca por soluções criativas e a superação de limitações continuam vivas. É possível observar também menções discretas a experiências modernas de uso de consoles em nuvem ou emuladores portáteis como continuidade dessa sede de autonomia. Até plataformas de apostas online, como a VBet Brasil, começaram a oferecer interfaces de jogos que mesclam familiaridade retrô com tecnologias modernas — uma curiosidade apontando como o desejo por experiências nostálgicas, mesmo que por vias diferentes, ainda pulsa na cultura gamer.

O valor histórico dos consoleboards hoje

Para quem coleciona peças de hardware ou pesquisa história da tecnologia no Brasil, os consoleboards são relíquias valiosas. Físicos “meia-sombra” de uma tentativa local de ultrapassar barreiras de mercado e inovação. Restauradores e museus de computação retrô frequentemente se debruçam sobre os poucos exemplares remanescentes, tentando preservar não apenas o dispositivo, mas também o contexto de criação e espírito inventivo de uma era que insistia em fazer mais — mesmo com recursos escassos.

Assim, esse capítulo escondido da história gamer brasileira não fala apenas de chips e placas, mas de uma vontade intensa de criar, adaptar e vencer limitações. Termina aqui meu olhar sobre essa faceta pouco explorada da evolução “32 bits caseira”: um legado de engenho, coragem e curiosidade — à altura daquilo que o Brasil em 16 Bits nos ensinou.

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Hanabie Incendeia o Louder Stage no Wacken Open Air 2025

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O canal oficial do Wacken Open Air liberou 8 minutos da aguardada apresentação da banda japonesa de metalcore Hanabie no festival de 2025. A performance completa está disponível na plataforma Magenta Musik.

A banda japonesa Hanabie estava entre as atrações mais esperadas do Wacken Open Air 2025. O grupo conseguiu incendiar a audiência molhada do Louder Stage, confirmando as altas expectativas em torno de sua participação no festival.

Onde Assistir a Performance Completa

A apresentação integral da Hanabie pode ser assistida na Magenta Musik através do link oficial disponibilizado pelo festival AQUI. A plataforma concentra todo o conteúdo do Wacken 2025, oferecendo acesso completo às performances.

O WackenTV disponibiliza centenas de clipes gravados ao longo da história do festival de metal mais famoso do mundo. O canal atualiza seu conteúdo todas as terças e sextas-feiras, incluindo performances lendárias, atmosfera do camping e bastidores exclusivos.

Setlist Hanabie no Wacken 2025

  1. O•TA•KU Lovely Densetsu
  2. NEET GAME
  3. Bucchigiri Tokyo
  4. Spicy Queen
  5. Ware Amatou
  6. Meta-moru-phose!
  7. Kotoshi koso Gal~Shoka ver.~
  8. Ito Okashi MyType
  9. GAMBLER
  10. GIRL’S TALK
  11. Oishii Survivor
  12. TOUSOU
  13. Osaki ni Shitsurei Shimasu.
  14. Today’s Good Day & So Epic

Sistema de Classificação por Cores

O canal utiliza um código de cores para organizar o conteúdo:

Red Label – Performance ao vivo
Green Label – Documentário
Blue Label – Harry Metal Podcast
Orange Label – Trailer
Yellow Label – Clipe musical

Metalcore e Bandas Femininas no Wacken

A participação da Hanabie reforça a presença tanto do metalcore quanto de atos com vocais femininos no lineup do festival. O Wacken mantém seções específicas dedicadas a esses subgêneros em sua plataforma oficial.

Para acessar a performance completa da Hanabie e outros conteúdos do Wacken Open Air 2025, visite a Magenta Musik ou o canal oficial WackenTV.

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A Prisioneira de Bordeaux | Review

A Prisioneira de Bordeaux
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A Prisioneira de Bordeaux, dirigido por Patricia Mazuy, aborda classes sociais e a união de duas mulheres por um mesmo problema. Nesse contexto, Alma Lund (Isabelle Huppert), abastada, busca ajudar Mina Hirti (Hafsia Herzil).

O Suco de Mangá assistiu ao filme e você confere o que achamos agora.

Enredo de A Prisioneira de Bordeaux

O filme apresenta as personagens  e de formas distintas. A primeira quando chega em sua luxuosa mansão e a segunda com problemas para visitar o marido na prisão.

Este plano de fundo evoca a problemática divisão social que assola o mundo, onde poucos têm muito e muitos têm pouco — e “os muitos” enfrentam problemas. No entanto, é na prisão que as personagens se unem por conta dos maridos encarcerados.

Mina passa a morar com Alma, que a ajuda financeiramente e consegue uma vaga para os filhos de Mina.

O início é acelerado e parece trilhar um caminho problemático onde “o que tem muito ajuda o que tem pouco”. A aceleração e essa relação de confiança rapidamente construída contribui para a atmosfera estranha do filme.

Uma leitura dos problemas sociais

O longa reflete e abre espaço para discutir sobre o quanto nós espectadores desconfiamos do outro. Afinal, quem abriria sua casa para uma pessoa que você acabou de conhecer?

É uma forma discreta e eficiente de abordar a discussão da imigração na Europa e a divisão decorrente disso.

No entanto, alguns diálogos parecem não levar a lugar algum, fazendo com que o filme se torne monótono em alguns momentos.

Já a atuação das atrizes, especialmente Hafsia Herzil, falam alto. Claramente em um lugar onde não se sente confortável e fazendo o que precisa para sobreviver, especialmente pelos filhos.

O clímax do filme é uma festa, onde fica evidente que, quando necessário, a burguesia fica do lado dos seus e mostra que Mina também é uma prisioneira.

Veredicto

O filme fala alto em como aborda um problema tão complexo como classes sociais. Por momentos se perde, sim, mas abre espaço para discussões interessantes sobre imigração, preconceito e a luta pelo seu espaço.

Assista ao filme

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HELLO GLOOM e FROM20 anunciam turnê “All Eyes On Me” no Brasil

ALL EYES ON ME hello gloom from20
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Os artistas HELLO GLOOM e from20, da gravadora WAY BETTER, acabam de anunciar oficialmente a turnê “ALL EYES ON ME”. Com isso, marcam o tão esperado retorno da dupla ao Brasil. Com ingressos a partir de R$ 80 (sujeito a taxas), a série de shows promete performances eletrizantes, conexão direta com o público e uma experiência inesquecível que cruzará o país de norte a sul.

A turnê começa em 2 de outubro, em Porto Alegre (RS), e segue por Curitiba (PR), São Paulo (SP), Brasília (DF), Salvador (BA), Recife (PE) e Belém (PA), encerrando em grande estilo no dia 11 de outubro, em Manaus (AM). Ao todo, são oito apresentações levando o melhor da música pop coreana para fãs de diferentes cantos do Brasil.

Antecedentes no Brasil

Os artistas já provaram sua forte conexão com o público brasileiro em passagem anterior pelo país. No dia 24 de janeiro, HELLO GLOOM e from20 subiram ao palco do Carioca Club, em São Paulo, ao lado do MosBank – dupla tailandesa famosa no universo dos Boys Love dramas. A apresentação integrou a programação do Expo MinÁsia Te Leva 2025 e proporcionou aos fãs uma experiência inesquecível. 

E claro, nós do Suco de Mangá fomos! Segundo Doka, que cobriu o evento:

O evento conseguiu equilibrar dois estilos diferentes de apresentações, criando uma atmosfera dinâmica e interativa. Além dos shows, os fãs puderam explorar barraquinhas com produtos temáticos e snacks, tornando a experiência ainda mais imersiva.

A cobertura destacou também a qualidade da interação com o público:

Enquanto shows de K-pop e eventos Boys Love costumam ter dinâmicas de fãs bastante intensas, a noite no Carioca Club mostrou um ambiente leve, equilibrado e divertido. Com um mix bem-sucedido de culturas, gêneros musicais e entretenimento, a expectativa agora é que mais eventos semelhantes sejam realizados no futuro.

Esse sucesso anterior reforça as altas expectativas para a turnê “ALL EYES ON ME”, que promete expandir essa experiência única para fãs de todo o Brasil. Pela primeira vez, cidades como Salvador, Recife, Belém e Manaus terão a oportunidade de vivenciar de perto a energia e o carisma que HELLO GLOOM e from20 já demonstraram conquistar o público paulistano.

Ingressos

Os ingressos já estão disponíveis exclusivamente no site da K-Beat Entertainment (www.kbeatentertainment.com), com valores a partir de R$ 80 (taxas inclusas). A turnê oferece ainda experiências VIP exclusivas com acesso a soundcheck, hi-touch, fotos individuais e em grupo, além de produtos autografados.

Datas e locais

  • 02/10 – Porto Alegre (RS) – AMRIGS
  • 03/10 – Curitiba (PR) – Stage Garden
  • 04/10 – São Paulo (SP) – Studio Stage
  • 05/10 – Brasília (DF) – Toinha Brasil Show
  • 07/10 – Salvador (BA) – Teatro Faresi
  • 08/10 – Recife (PE) – Teatro Boa Vista
  • 10/10 – Belém (PA) – Teatro Resolve
  • 11/10 – Manaus (AM) – Studio 5 Shopping

Todos os shows começam às 20h.

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Morre Nobuo Yamada, cantor de Pegasus Fantasy, aos 61 anos

nobuo yamada
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O cantor japonês Nobuo Yamada, conhecido como NoB, morreu no dia 9 de agosto de 2025, aos 61 anos, vítima de câncer nos rins. O artista ficou mundialmente famoso como vocalista da banda MAKE-UP e pela interpretação de “Pegasus Fantasy”, tema de abertura do anime Os Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seiya).

A notícia foi confirmada pela agência MOJOST através das redes sociais. O funeral foi realizado de forma privada, atendendo ao pedido da família.

Trajetória musical marcante

NoB iniciou sua carreira em 1984 como vocalista da banda MAKE-UP. O grupo alcançou reconhecimento internacional principalmente pela música “Pegasus Fantasy”, que se tornou um verdadeiro hino para fãs de anime ao redor do mundo.

Além do clássico dos Cavaleiros do Zodíaco, o cantor interpretou outras músicas marcantes como “Blue Forever” e “Never”. Sua potência vocal e presença de palco o transformaram em um símbolo das anisongs (canções de anime) e dos temas de séries tokusatsu.

Participações no Brasil

No Brasil, Yamada participou de várias edições do Anime Friends, evento que reuniu milhares de fãs. O cantor esteve presente nas edições de 2007, 2009, 2011, 2012, 2013, 2014 e 2016. Em 2014, realizou um show especial ao lado da Família Lima.

Os organizadores do evento expressaram pesar pela morte do artista e destacaram que tinham o desejo de tê-lo novamente no Brasil, mas problemas de saúde impediram novos compromissos.

Batalha contra o câncer

Há oito anos, NoB foi diagnosticado com câncer nos rins. Mesmo com o prognóstico difícil, o cantor continuou se apresentando, compondo e gravando música. Em abril de 2024, foi revelado que ele também enfrentava um tumor cerebral, o que o levou a cancelar compromissos internacionais para focar nos tratamentos.

Segundo informações da agência, até junho de 2025 o artista ainda participou de eventos e shows, incluindo sua tradicional apresentação solo “艶や歌” (Tsuya ya Uta), realizada em Osaka. No dia anterior à sua morte, ele ainda conversava sobre arranjos musicais e sonhava com um retorno aos palcos.

Legado internacional

Além de sua contribuição para o rock japonês, NoB se tornou um dos artistas mais queridos no circuito internacional de animes e tokusatsu. Sua versatilidade musical se estendia do rock pesado às baladas mais delicadas, refletindo a evolução da música pop japonesa ao longo de quatro décadas.

O cantor também trabalhou como compositor e letrista, participando diretamente da criação de várias obras que ajudou a eternizar. Entre seus trabalhos estão trilhas para séries como Gougou Sentai Boukenger, Tensou Sentai Goseiger, Kaizoku Sentai Gokaiger e Kamen Rider Amazons.

Despedida dos fãs

Uma cerimônia pública para os fãs ainda será organizada pela agência MOJOST, com data e local a serem definidos. Enquanto isso, admiradores ao redor do mundo prestam homenagens ao artista, relembrando apresentações icônicas e ouvindo suas músicas como forma de agradecimento.

A morte de NoB representa uma grande perda para a música japonesa e para a comunidade internacional de fãs de anime. Sua voz e seu legado continuarão vivos na memória de milhões de pessoas que cresceram ouvindo suas canções emocionantes. Nossos sentimentos.

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Caixa “Coleção Completa” é novidade da Panini para colecionadores de mangás

Caixa Coleção Completa – Planetes
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A Panini está lançando no Brasil um novo conceito para coleções de mangá: a Caixa Coleção Completa. Mais do que reunir todos os volumes de uma série, o formato oferece uma experiência única para leitores e colecionadores. Assim, une praticidade, apelo estético e uma ótima escolha para presente.

A ideia é entregar, em uma embalagem moderna, todas as edições de séries que já chegaram ao fim. Com isso, torna a obra mais acessível até mesmo para aqueles que querem começar uma nova leitura.

Assim, com design de destaque, a Caixa Coleção Completa possui um formato versátil, que se encaixa para outras séries ao longo dos próximos anos.

O lançamento de estreia será com Planetes, mangá aclamado internacionalmente que retorna ao Brasil após mais de 10 anos fora de catálogo. Com apenas 4 volumes, a série se passa no ano de 2075 e acompanha Hachimaki, um coletor de lixo espacial. Ele, entre missões perigosas e reflexões profundas, questiona seu papel na vida e no universo. Além disso, Planetes dialoga com questões contemporâneas como preservação ambiental, sonhos e propósito.

Enfim, uma Caixa Coleção Completa é um verdadeiro tesouro. É a oportunidade de se aprofundar em um universo inteiro sem pausas, reviver emoções em cada releitura e, ainda, ter um box com design que se destaca e transforma a coleção em algo único.

Próximos títulos nesse formato:

  • O Marido do Meu Irmão + Nossas Cores (5 volumes)

  • Especiais Fujimoto (Histórias Curtas, Look Back e Adeus, Eri) (4 volumes)

  • Cells at Work (6 volumes)

  • Paradise Kiss (5 volumes)

  • Ao Haru Ride (13 volumes)

A Caixa Coleção Completa – Planetes tem lançamento previsto para o segundo semestre de 2025 e já está disponível em pré-venda no site oficial da Panini.

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