Em julho, o SUICIDALTENDENCIES – um dos maiores nomes do hardcore/crossover mundial volta ao Brasil com a turnê “NÓS SOMOS FAMÍLIA”. Liderada por Mike Muir, a turnê – com passagem exclusiva somente pelo Brasil – marca a estreia da nova formação que conta com Jay Weinberg (Ex-Slipknot) na bateria e Tye Trujillo (Filho de Robert Trujillo, baixista original do SuicidalTendencies, hoje no Metallica) no baixo.
A SuicidalTendencies se apresentará no dia 12 de julho, no Sacadura 154, no Rio de Janeiro, no dia 13 de julho, em São Paulo no Esquenta Rockfun Fest (ingressos esgotados), no dia 14 de julho, no Tork n’ Roll, em Curitiba, no dia 16 de julho, no John Bull, em Florianópolis, e no dia 17 de julho, no Mister Rock, em Belo Horizonte.
Com mais de quatro décadas, o SuicidalTendencies segue mais ativo do que nunca, seja compondo, gravando e lançando materiais inéditos, fazendo constantes turnês ao redor do mundo, trilha sonora número 01 na playlist dos principais skatistas mundiais, e escola de grandes músicos renomados; o icônico grupo de Venice Beach/Califórnia segue renovando seu público e alimentando a alma dos seus fiéis fanáticos, os Cycos.
A turnê é um giro exclusivo pelo país a pedido do grupo e nas palavras do próprio Muir para “retribuir o carinho do público brasileiro ao longo dos anos”.
Para promover os shows e cravar a relação intensa da banda com o país, Mike Muir convocou um time de músicos brasileiros de peso para gravar um single que leva o nome da turnê. Com lançamento previsto para a primeira quinzena de Junho, a faixa conta com a participação de Badauí (CPM22), B Negão (Planet Hemp), João Gordo, Rodrigo Lima (Dead Fish), Supla, os campeões mundiais de Skate Sandro Dias e Pedro Barros, Fernanda (Crypta), Marcão Britto e Thiago Castanho (Charlie Brown Jr) e diversos músicos da cena underground/alternativa nacional.
Pôster Divulgação
Sobre o SuicidalTendencies
Fundado na década de 1980 em Venice, na Califórnia (EUA), o SuicidalTendencies é ainda hoje uma das bandas mais explosivas ao vivo. Com apresentações enérgicas, a banda coloca a plateia para pular e cantar com uma sonoridade única que mistura elementos de punk, hardcore e thrash incorporados a elementos do funk e rap.
Será a primeira vez que a banda vem ao Brasil com a nova formação, que conta com o recém-integrado baterista Jay Weinberg, ex-Slipknot, que assume a vaga de Greyson Nekrutman, atualmente, na turnê de despedida do Sepultura.
“Quando penso na cultura e na comunidade da música pesada que amo e considero minha casa criativa há 20 anos, penso no SuicidalTendencies. Um pilar fundamental e fonte de inspiração desde que me apaixonei pelo punk, metal e hardcore”, disse Weinberg em nota nas redes sociais no último mês de abril, quando foi anunciado.
Outro destaque é o baixista Tye Trujillo, jovem músico prodígio de 19 anos e filho de Robert Trujillo, baixista do Metallica e membro original do Suicidal, que já teve uma passagem pelo Brasil tocando com o KoRn, quando tinha apenas 12 anos de idade.
A turnê “NÓS SOMOS FAMÍLIA” é, sem nenhuma dúvida, uma oportunidade única de presenciar um grande show, energético, com formação inédita, e que ficará para a história.
TURNÊ “NÓS SOMOS FAMÍLIA”
Rio de Janeiro
Data: 12 de Julho de 2024 (sexta-feira)
Local: Sacadura 154
Endereço: R. Sacadura Cabral, 154 – Saúde, Rio de Janeiro – SP, 20081-262
A galera da Motion Twin divulgou um trailer do seu novo projeto: Windblown. O jogo estará disponível para PC e traz o roguelike dos desenvolvedores de DeadCells, um dos pilares do gênero. Confira o trailer com a introdução ao jogo e com detalhes da gameplay:
Você terá que combater os inimigos do Vortex que sobrepujaram os poderes dos guerreiros Leapers. Será que você vai salvar eles deste destino? Allém disso, você poderá correr livremente entre ilhas flutuantes que estão em constante mudança, muitos segredos escondidos e chefes poderosos.
Os Leapers conseguem absorver as memórias de guerreiros derrotados, desbloqueando poderes e criando poderosos equipamentos. Esses momentos geram vantagens e incríveis combinações para gerar sinergias únicas para cada estilo de jogador.
Você pode segurar duas armas, encontrar um acessório único para uma construção personalizada de personagem e até mesmo peixes, para se adaptar a qualquer situação. Lembre que em Windblown as batalhas são difíceis, porém justas. Contudo, um passo errado e o vorpal do Sentinel vai chegar.
Aprenda na morte para seguir a frente, procure outros Leapers, até mesmo no cooperativo online para equilibra os combates.
Windblown chega aos PCs na Steam ainda esse ano, então você já pode adicionar à lista de desejos! Viva a aventura de Windblown e não seja levado para o Vortex.
Durante a gamescom latam, o Suco de Mangá conversou com Pedro Gabriel, fundador da Epopeia Games. Durante o papo, Pedro contou sobre a importância de representar a cultura na mídia, o futuro da Epopeia e mais. Confira.
Pedro, antes de começar a falar da sua carreira, conta para quem lê o Suco de Mangá, quais são os seus jogos favoritos.
Eu gosto muito, hoje, de soulslike. Sou apaixonado por soulslike, mas sempre fui fã de RPG, como The Witcher. Jogos com a narrativa pesada eu gosto bastante. Super Mario também, os jogos da Nintendo. Eu tenho a pegada mais do console, né?
Depois de mais velho eu comecei a ser mais jogador de PC mesmo.
Como começou a sua relação com os jogos eletrônicos e quando você decidiu fazer carreira nos jogos digitais?
No meu ensino médio que alguém plantou a sementinha do tipo “jogar é massa, imagina desenvolver.” Aí eu comecei a pesquisar para ver como era desenvolver jogos.
Eu sou do sul, lá de Porto Alegre, e naquela época não tinha muitas faculdades, mas isso sempre ficou na minha cabeça. Foi só depois de terminar o ensino médio, no meu primeiro emprego, que eu comecei a fazer alguns cursos e logo em seguida começaram a fazer as primeiras faculdades de jogos.
Como o Gaucho and the Grassland começou a nascer?
Certo, o embrião do Gaucho foi por volta de 2016. Nós tínhamos a ideia de fazer um projeto autoral um pouco mais robusto e nos eventos que a gente participava percebemos que tinha um interesse da galera em algo de uma cultura diferente, alguma coisa que não fosse voltada para o grego ou o medieval que era mais manjada.
E aí, por que não? A gente tem uma cultura rica lá no sul e tinha como trabalhar de uma forma mais lúdica, então a gente apostou nisso. Só que esse projeto precisava de mais amadurecimento, até que em 2022 fomos contemplados em um edital e ele começou a ser desenvolvido.
Quais as principais influências do jogo?
Para o lado do farming sim, ele tem um foco na pecuária ao invés da agricultura, nós temos o Stardew Valley como uma das referências e a gente puxou elementos dele, e de outros farming sim para trabalhar as mecânicas nesse sentido.
A gente também trouxe um pouco de Zelda para a exploração e os puzzles e inserimos a cultura gaúcha nas quests, nos NPCs e nos seres místicos que aparecem lá.
Falando em cultura, ele é muito rico nesse aspecto. Como foi o processo de pesquisa?
Algumas coisas são do nosso dia a dia mesmo, como o chimarrão que a gente toma. Algumas pessoas moram na cidade, mas todo mundo tem um tio, um vó ou alguém mais próximo da vida no campo e a gente foi passar alguns dias lá para entender como é a vivência, né?
Também fomos atrás da literatura e das tradições gaúchas e fizemos um apanhado de tudo isso. Essa era o grande desafio. Nós quisemos fazer algo divertido para a pessoa curtir o jogo primeiro e depois querer aprender sobre a cultura porque gostou do jogo.
O que os games podem oferecer ao falar sobre uma cultura que outras formas de arte não podem?
Cada mídia tem uma força e a grande força dos jogos é a imersão. Áudio, vídeo e a epxeriência tátil faz com que a experiência de jogar seja bastante intensa. Poder agregar várias mídias e fazer com que o jogador coloque um pouco de si através da imersão faz com que você veja um pouco de si naquele mundo.
Como tem sido a recepção do público com o jogo?
Tem sido muito bonito de ver. A galera fez fila para jogar na gamescom latam e isso é muito legal. Tá sendo ótima a recepção.
E o que você pode falar sobre o futuro da Epopeia?
O Gaucho vai ser lançado em 2024. Vamos começar pela Steam e também já temos movimento para lançar nos consoles. A demo está disponível para testarem e sigam a gente nas redes sociais para ficar de olho no Gaúcho como nas outros lançamentos da Epopeia.
Vou Me Apaixonar Por Você Mesmo Assim é o mais novo lançamento da editora Panini. Criada por Haruka Mitsui, essa obra de 176 páginas já conquistou muitos fãs no Japão, com oito volumes publicados e uma história que continua a encantar.
Assim, a trama segue Mizuho, uma adolescente de 17 anos cujo segundo aniversário do colegial se transforma em um desastre. Ela perde a chance de se aproximar de seu senpai e seu pai esquece a data especial. Inicialmente desiludida com a juventude, Mizuho se surpreende quando seu amigo de infância, Kizuki, se oferece para ser seu namorado.
O mangá apresenta uma narrativa intensa, que retrata os altos e baixos do amor juvenil. O primeiro volume promete não apenas uma leitura emocionante, mas também aquela sensação de aperto no peito que só uma história verdadeiramente tocante pode proporcionar.
Os fãs podem adquirir seus exemplares como compra individual ou por assinatura diretamente no site da Panini.
Vou Me Apaixonar Por Você Mesmo Assim
Divulgação: Panini
Sinopse: O aniversário de 17 anos de Mizuho, uma garota do segundo ano do colegial, está sendo o pior possível. Além de ter perdido a oportunidade de se aproximar do senpai a quem tanto admira, seu pai se esqueceu completamente da data. Apesar de achar que não existe nada de fascinante na juventude, seu amigo de infância, Kizuki, de repente se candidata a seu namorado. Venha se jogar de cabeça nesse amor brilhante. Este é o tão aguardado primeiro volume desta história que dá um apertozinho no peito.
A segunda edição do Festival de Cinema Coreano (KOFF) acontecerá em duas cidades do estado de São Paulo, reafirmando o sucesso da primeira edição.
Em Piracicaba, o evento já faz parte do calendário oficial da cidade e coloca o interior do estado como berço de um evento que vem trazendo visibilidade internacional ao Brasil.
Rubens Rewald, Curador do KOFF, comenta:
Estamos muito felizes, pois temos conversas avançadas para levar edições do KOFF a outras regiões do país e até para o exterior. A curadoria minuciosa e a seriedade com a qual desenvolvemos esse projeto estão proporcionando a criação de uma grande rede de entusiastas do cinema coreano.
Com entrada gratuita, o evento acontece de 15 a 18 de agosto no Teatro do Engenho, em Piracicaba, e de 3 a 9 de outubro no Reserva Cultural em São Paulo.
Com o melhor do cinema coreano contemporâneo, o evento trará produções lançadas entre 2022 e 2024 sob curadoria de Rubens Rewald, co-curadoria de Marcia Kling, consultoria de Soleiman Dias e produção executiva de Eduardo Komatsu e Guilherme Merisio. O Festival é composto por duas mostras, uma Mostra Não-Competitiva e uma Mostra Competitiva.
Mostras
A Mostra Não-Competitiva reúne dez longas-metragens selecionados entre os filmes mais representativos e premiados da produção cinematográfica sul coreana, de 2022 a 2024, homenageando sucessos internacionais de público.
Também dez curtas-metragens selecionados entre os premiados no Busan International Short Film Festival – BISFF, Jeonju International Film Festival, Muju Film Festival e outros importantes festivais de cinema da Coreia do Sul.
Para a Mostra Competitiva, por sua vez, são selecionados 20 filmes (10 curtas-metragens e 10 longas-metragens) que serão exibidos na programação do Festival e participarão de premiações que vão de R$3.000,00 a R$10.000,00.
Esta modalidade reúne três categorias:
Longas e curtas-metragens produzidos na Coreia do Sul sobre qualquer temática;
Longas e curtas-metragens produzidos no Brasil sobre a Coreia do Sul ou cultura coreana;
Longas e curtas-metragens produzidos no Brasil realizados por brasileiros descendentes de coreanos sobre qualquer temática.
O festival ainda trará uma premiação especial, de R$5.000,00, para estudantes de cinema produzirem um curta-metragem de 3 a 5 minutos sobre a Coréia do Sul.
Os roteiros deverão ser enviados entre 10/7/24 e 10/8/24 para o e-mail contato@koffko.com.br. O curta-metragem vencedor será exibido no KOFF em São Paulo, entre 3 e 9/10, no Reserva Cultural.
Responsáveis pelo evento
KOFF tem patrocínio de CJ do Brasil, Hyundai Motor Brasil, Glovis Brasil Logística e Atomy do Brasil.
Apoio cultural de ISPAC (Instituto São Paulo de Arte e Cultura), ACIPI – Piracicaba e SIMESPI – Piracicaba; apoio institucional da Secretaria Municipal da Ação Cultural, MISP – Museu da Imagem e do Som, Câmara Municipal e Prefeitura Municipal de Piracicaba.
É realização de Alexa Filmes, Trein Produções, Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura.
O festival ainda contará com debates virtuais com produtores, atores e cineastas coreanos. As conversas buscam o intercâmbio entre os dois países e a troca de ideias sobre a indústria cinematográfica.
Todo o conteúdo ficará disponível no YouTube para que qualquer pessoa possa assisti-lo.
Outras contrapartidas educacionais como oficinas de vídeos em três escolas públicas de Piracicaba também estão previstas e visam incentivar a criação de novos curtas-metragens sobre a Coreia do Sul e a inclusão de jovens no mundo do cinema.
Marcia Kling, Diretora e Co-curadora do KOFF, afirma:
Realizar o KOFF é uma oportunidade incrível para expandir o alcance e o impacto do cinema coreano no Brasil, que se encontra numa crescente desde o sucesso do filme Parasita. É essencial termos um festival que não apenas mostre a cultura do país, mas também promova um intercâmbio cultural e educacional. Tudo isso é construído de forma divertida e leve, mas proporcionando reflexão sobre temas importantes – característica das produções oriundas de lá.
Enfatizando a importância da história e cultura coreana, o KOFF coincide com datas importantes no país:
A edição em Piracicaba, começa no Dia da Libertação, 15 de agosto. A data celebra o fim da ocupação japonesa e a fundação do governo da República da Coreia.
Já a edição em São Paulo ocorre a partir do Dia da Fundação , 3 de outubro, que comemora a criação de Gojoseon, o primeiro estado coreano, em 2333 a.C.
Endereço: Av. Doutor Maurice Allain, 454 – Parque do Engenho Central, Piracicaba, SP
São Paulo
Período de Realização: 3 a 9 de outubro de 2024
Local de Realização: Reserva Cultural
Endereço: Av. Paulista, 900 – Bela Vista, São Paulo, SP
Past Lives (Vidas Passadas)
Título original: Past Lives
País de Origem: Coreia do Sul, EUA
Ano de Produção: 2023
Gênero: Drama, Romance
Direção: Celine Song
Elenco: Greta Lee, Teo Yoo, John Magaro
Duração: 106 min
Sinopse: Escrito e dirigido por Celine Song, Vidas Passadas é um drama que conta a história de Nora (Greta Lee) e Hae Sung (Teo Yoo), dois amigos de infância com uma conexão profunda, mas que acabam se separando quando a família de Nora decide sair da Coréia do Sul e se mudar para a cidade de Toronto. Vinte anos depois, os dois amigos se reencontram em Nova York e vivenciam uma semana fatídica enquanto confrontam as noções de destino, amor e as escolhas que compõem uma vida.
Obs.: Filme de abertura do KOFF, ganhador do Film Independent Spirit Awards e indicado ao Oscar 2024 de Melhor Filme e Melhor Diretor.
Spring Day
Título original: 서울의 봄 / Seoul-ui bom
País de Origem: Coreia do Sul
Ano de Produção: 2023
Gênero: Ação, Drama, História
Direção: Kim Sung-su
Elenco: Hwang Jung-min, Jung Woo-sung, Lee Sung-min, Park Hae-joon, Kim Sung-kyun
Duração: 141 min
Sinopse:Após o assassinato do presidente Park, a lei marcial é declarada. O comandante de segurança Chun Doo-gwang (Hwang Jung-min) e os oficiais que o seguem fazem um golpe. Lee Tae-shin (Jung Woo-sung), um comandante teimoso do Comando da Guarnição da Capital que acredita que os soldados não devem tomar medidas políticas, luta contra Chun Doo-gwang. À medida que o conflito entre os dois homens cresce, os líderes militares adiam suas decisões e o Ministro da Defesa desaparece. Neste caos, a primavera em Seul, que todos anseiam, segue em uma direção inesperada.
Concrete Utopia
Título original: 콘크리트 유토피아 / Konkeuriteu yutopia
País de Origem: Coreia do Sul
Ano de Produção: 2023
Gênero: Suspense, Drama
Direção: Um Tae-hwa
Elenco: Lee Byung-hun, Park Seo-joon e Park Bo-young
Duração: 130 min
Sinopse: Depois de um poderoso terremoto, Seul é devastada, restando apenas as ruínas da grande cidade. O apartamento Hwanggoong é o único lugar que ainda está de pé após a tragédia, se transformando em um ponto de abrigo para os sobreviventes. Young-Tak (Lee Byung-Hun) conduz temporariamente os residentes do apartamento de Hwanggoong. À medida que a crise se desenrola, Young-Tak tenta proteger os residentes de estranhos que começam a chegar aos poucos. Min-Sung (Park Seo-Joon) que era um funcionário público, é escolhido por Young-Tak e se torna seu ajudante e enquanto isso Myeong-Hwa (Park Bo-Young), esposa de Min-Sung é enfermeira a ajuda a cuidar dos feridos. Com o passar do tempo o número de pessoas no prédio só aumenta, exigindo uma medida especial.
Road to Boston
Título original: 1947 보스톤 / 1947 Boston
País de Origem: Coreia do Sul
Ano de Produção: 2022
Gênero: Drama
Direção: Kang Je-gyu
Elenco: Ha Jung-woo, Im Si-wan, Bae Seong-woo, Kim Sang-ho
Duração: 108 min
Sinopse: Escapando da opressão japonesa, os atletas coreanos embarcam numa viagem inesquecível para correr sob a bandeira coreana na Maratona Internacional de Boston de 1947, a primeira maratona internacional desde a Segunda Guerra Mundial.
Sleep
Título original: 잠 / jam
País de Origem: Coreia do Sul
Ano de Produção: 2023
Gênero: Terror, Suspense, Drama
Direção: Jason Yu
Elenco: Jung Yu-mi, Lee Sun-kyun
Duração: 95 min
Sinopse: Em Sleep, Soo-jin (Jung Yu-mi) é uma mulher grávida que começa a se preocupar com os hábitos de seu marido, Hyun-su (Lee Sun-kyun), enquanto ele dorme. Tudo começa como um simples problema de conversas durante o sono, mas a situação logo se agrava para um comportamento chocantemente grotesco. O casal resolve, então, visitar uma clínica especializada nesses tipos de problema, mas não alcançam nenhum sucesso em acabar com o drama. Com a situação ficando cada vez pior, eles não têm outra escolha a não ser procurar a ajuda de um xamã. Do diretor sul-coreano Jason Yu.
Mimang
Título original: Mimang
País de Origem: Coreia do Sul
Ano de Produção: 2023
Gênero: Drama, Romance
Direção: Taeyang Kim
Elenco: Park Bong-Joon, Suji Jung, Lee Myung-ha
Duração: 92 min
Sinopse: A palavra “mimang” possui vários significados em coreano. Um, ser incapaz de entender a ignorância. Dois, ser incapaz de esquecer o que se quer esquecer. E três, pesquisando por toda parte. Na estreia do cineasta Kim Taeyang em Seul, a câmera observa em três partes as mudanças no tempo, no espaço e nos personagens que se alinham com as definições acima mencionadas. Filmado em Seul ao longo de quatro anos, o filme captura vividamente as mudanças nos personagens e na cidade – especificamente na área histórica de Jongno – durante os passeios de um casal pelas ruas (da memória).
Dog Days
Título original: Dogeudeijeu
País de Origem: Coreia do Sul
Ano de Produção: 2024
Gênero: Drama
Direção: Kim Deok-min
Elenco: Yoo Hae-jin, Lee Hyun-woo, Tang Joon-sang
Duração: 120 min
Sinopse: A história de pessoas conectadas por meio de cães em um hospital veterinário onde não há vento algum, conhecendo-se, confortando-se mutuamente e compartilhando seus corações.
Um dos principais games do ano e amplamente reconhecido no Brasil e no mundo, Mullet MadJack esteve exposto na gamescom latam e o Suco de Mangáconversou com Alessandro Martinello, desenvolvedor do game. Confira a seguir.
Como começou a sua carreira nos jogos eletrônicos?
Então, eu sou um developer indie há uns doze anos. Nessa época começou a onda dos indies, como o Super Meat Boy e eu percebi que era possível trabalhar com algo que eu amava, que agora era real. Antes disso eram só grandes lançamentos, e começou a crescer no Brasil também, então eu comecei por volta dessa época.
Como você enxerga o mercado brasileiro atualmente?
Agora está muito melhor do que na época que eu comecei. A Steam, por exemplo, é muito receptiva com qualquer tipo de jogo. Às vezes queremos fazer um jogo mais voltado para o público brasileiro, então é um momento muito melhor para fazer jogos brasileiros.
O Mullet só está voando agora porque antes deles vieram outros ótimos jogos brasileiros que tornaram o mercado mais aberto a diferentes jogos.
Aproveitando que você falou do Mullet, conta um pouco sobre quando começou esse projeto.
Eu fazia alguns jogos menores, mas aí, durante a pandemia, me fez pensar que era a hora de fazer um jogo maior. Eu sempre amei FPS e algo meio retrô, então durante a pandemia eu comecei a trabalhar nesse projeto.
Ele tem uma estética bem anos 90, inclusive, cadê o seu mullet?
(Risos) Ah, a namorada não me deixou fazer.
Conta um pouco sobre a escolha da estética noventista para o jogo.
Eu sou um grande fã de animes dos anos 1990 e eu sempre considerei que essa foi a era de ouro, com Akira e Evangelion, então eu tentei trazer para o jogo essa estética. Se você perceber, tem muitas referências desses animes. Então, eu juntei duas coisas que eu amo: o gênero de FPS com os animes mais clássicos.
Quais as principais influências de jogos para o desenvolvimento de Mullet MadJack?
Ele é bem focado em uma jogabilidade arcade. Ao invés de fazer um boomer shooter tradicional, padrão Duke Nukem, a gente focou em você fazer coisas muito legais misturando arcade.
Outra coisa é que a gente notou que os FPS estavam ficando cada vez mais rápidos, então a gente quis fazer uma sátira disso, com uma mecânica meio exagerada. A primeira vez que a gente jogou, achamos muito legal. Daí, pegamos todas as coisas que a gente gosta, as referências e colocamos no jogo.
Você poderia comentar sobre a escolha narrativa em abordar essa obssessão por likes e visualizões que a nossa sociedade tem?
A gente começou do jeito que o Miyamoto ensinou: você tem que achar as mecânicas do jogo. Depois que a gente tinha isso fechadinho, eu imaginei um universo parecido com o nosso, onde as pessoas buscam dopamina a cada dez ou vinte segundos.
Foi isso que encaixou em como o jogo funciona, né? E eu amo muito sátira, eu acho que falta isso nos jogos — eles se levam muito a sério — e eu quis fazer essa piada de como o homem e a internet se tornaram um novo ser. Então, o Mullet precisa de dopamina a cada dez segundos.
O que os games podem oferecer como nova abordagem para essa discussão importante?
Eu acho que com os jogos você conversa em um nível mais íntimo. Ele exige toda a sua atenção. Principalmente agora, na teal das várias screens, as vezes fica um celular entre a tela do filme e você e com um jogo não, você tem que ter toda a sua atenção focada ali.
Justamente por isso, as pessoas podem sentir a crítica de uma forma mais forte.
Qual o futuro do MadJack?
A gente tá botando bastante atualizações grátis para melhorar o jogo. Estamos próximos da nossa comunidade e vendo onde podemos deixar o jogo o mais legal possível. Talvez um sistema de ranking, onde você pode comparar com os seus amigos.
Além disso, ele tá com 98% de aprovação na Steam, com 3 mil reviews. O jogo furou a bolha, né? Tem sido muito falado lá fora e eu recomendo o pessoal a aproveitar durante a Summer Sale da Steam!
Com tanta aprovação assim, dá para esperar uma indicação no The Game Awards?
Ah, isso os outros que tem que decidir, né? Nós fizemos o nosso melhor e a galera, lá fora e aqui, gostou muito. É uma unanimidade. Estamos muito felizes com isso e queremos focar no que podemos fazer com a comunidade durante esse primeiro ano do jogo.
Depois, quem sabe, pensar em uma sequência aí. Acho que conseguimos despertar algo nas pessoas que elas sentiam falta: elas se sentem vivas jogando o jogo.
Após 12 anos desde o lançamento de TIME I, o quarteto finlandês de heavy metal, liderado por Jari Mäenpää, anuncia seu novo álbum TIME II. Este aguardado trabalho será lançado no dia 30 de agosto pela Nuclear Blast Records.
Jari Mäenpää comenta: “TIME II é uma jornada épica que transita da luz à escuridão e retorna à luz, explorando o universo e a energia. O álbum contrasta paisagens tempestuosas e sombrias com jardins tranquilos e belos de cerejeiras em flor, além de montanhas nevadas e enevoadas que deixarão você sem fôlego. Ele apresenta músicas com uma velocidade furiosa de bateria, guitarras e baixo, bem como faixas mais lentas e melódicas com uma influência exótica mágica. O álbum inclui orquestrações massivas e coros, temperados com instrumentos do mundo antigo e sintetizadores cintilantes. Conta com o canto límpido e elevado de Jari, contrastado com seu estilo agressivo. É um álbum altamente detalhado e complexo, onde você descobrirá novos elementos a cada audição.”
Finalmente, nossa paciência será recompensada quando o álbum Time II do WINTERSUN for revelado ao mundo no dia 30 de agosto pela Nuclear Blast. “Tem sido uma jornada e tanto”, admite o mentor Jari Mäenpää, que vem trabalhando em seu expansivo projeto Time desde o início de 2004.
Time II inclui seis faixas épicas com histórias individuais. No entanto, os temas estão todos interligados, e essa linha vermelha dá ao álbum uma sensação conceitual. Ao entrar no universo do WINTERSUN, somos levados ao clima certo com a intro atmosférica e influenciada pelo Oriente, “Fields Of Snow”. A primeira faixa real do WINTERSUN é o brilho metálico de “The Way Of The Fire”, com o fogo representando a energia das estrelas como fonte de vida, que também está conectada ao tempo. Na faixa “One With The Shadows” por exemplo, experimentamos a magia de uma opulência de harmonias vocais, enquanto arranjos orquestrais surgem como movimentos ornamentais. Jari tem uma visão notável sobre as letras: “Agora eu acho que é sobre arrependimento. Você vive nas sombras enquanto não transforma o arrependimento em algo positivo para continuar sua vida.” Em “Ominous Clouds”, as nuvens se acumulam enquanto o interlúdio nos leva à próxima aventura exploratória, “Storm”.
“Esta é a faixa mais pesada e sombria do álbum”, explica Jari. “Ela até tem influências da música clássica, mais precisamente das ‘Quatro Estações’ de Vivaldi; guitarras furiosas e baterias pesadas prevalecem, enquanto o tom permanece caótico.” A última faixa, “Silver Leaves”, com uma variedade de sons harmoniosos, é parcialmente executada com instrumentos tradicionais chineses como o “erhu” (semelhante ao violino ou rabeca). Terminando em uma nota positiva, a música conta a história de encontrar um lugar calmo e um estado de espírito após a tempestade, estando satisfeito com sua vida e apreciando a natureza ao seu redor, como refletido pelo jardim de cerejeiras na capa.
Capa Divulgação
A arte foi criada por Cameron Gray, enquanto o livreto foi desenhado pelo artista húngaro Gyula Havancsák (páginas de letras, créditos e agradecimentos) e Onni Wiljami Kinnunen (páginas de fotos da banda).
Cobra Kai, a série continuação da icônica franquia Karatê Kid, retorna para a 6ª e última temporada, só na Netflix.
A parte 1 da nova temporada estreia em 18 de julho de 2024. Já a parte 2 estreia em 28 de novembro de 2024 e os episódios finais estreiam em 2025.
Com a eliminação do Cobra Kai, os senseis e alunos precisam tomar decisões importantes quanto à participação no Sekai Taikai, o torneio mundial de caratê.
Sobre Cobra Kai
Cobra Kai tem roteiro e produção executiva de Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg, pela produtora Counterbalance Entertainment. A série ainda conta com produção executiva de Will Smith, James Lassiter e Caleeb Pinkett, pela Westbrook Entertainment, e de Susan Ekins em associação com a Sony Pictures Television. Ralph Macchio e William Zabka também assinam a produção executiva de Cobra Kai.
Elenco: Ralph Macchio, William Zabka, Martin Kove, Xolo Maridueña, Jacob Bertrand, Mary Mouser, Tanner Buchanan, Peyton List, Gianni DeCenzo, Courtney Henggeler, Vanessa Rubio, Dallas Dupree Young, Yuji Okumoto, Alicia Hannah-Kim, Griffin Santopietro, Oona O’Brien
As primeiras cinco temporadas estão disponíveis na Netflix.