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Monster Hunter Wilds – Minha Primeira Grande Caçada | Review

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Confesso que Monster Hunter sempre foi aquela série que eu observava de longe. Sabia da existência, via os fãs fervorosos discutindo sobre “builds” e monstros (o sucolino do SOKET, por exemplo), mas nunca tinha me aventurado nesse universo. Com o lançamento de Monster Hunter Wilds em 28 de fevereiro para PlayStation 5, Xbox Series S/X e PC, finalmente decidi que era hora de descobrir o que essa franquia tem de tão especial.

E agora, depois de horas desbravando esse mundo, posso dizer: entendi o hype, e ele é mais que justificado.

O Que Diabos é Monster Hunter?

Para os não-iniciados como eu era, Monster Hunter Wilds é um jogo onde você, bem… caça monstros. Mas dizer apenas isso é como descrever futebol como “chutar uma bola” – tecnicamente correto, mas perdendo toda a profundidade.

A premissa é simples: você é um caçador enviado para explorar terras desconhecidas, investigar fenômenos misteriosos e, principalmente, caçar criaturas gigantes impressionantes. Essas caçadas fornecem materiais que você usa para criar armas e armaduras melhores, permitindo enfrentar monstros ainda mais poderosos. É um ciclo de progressão viciante que nunca me cansou.

Um Mundo Que Respira

Wilds apresenta um vasto mundo aberto totalmente conectado, sem telas de carregamento entre áreas. A sensação de explorar esse ecossistema vivo é incrível – há fauna menor correndo pelo ambiente, vegetação reagindo à sua passagem, e claro, os monstros gigantes que dominam a cadeia alimentar.

A exploração é facilitada pelo Seikret, uma montaria que basicamente pilota a si mesma enquanto você coleta recursos, prepara itens ou simplesmente aprecia a paisagem. Esse automatismo me salvou como novato, permitindo me familiarizar com o mundo sem a frustração de ficar perdido ou morrer constantemente tentando navegar terrenos perigosos. Permite também rushar algumas áreas quando você simplesmente quer chegar ao objetivo principal.

O clima dinâmico adiciona outra camada de imprevisibilidade. Tempestades podem aparecer subitamente, mudando drasticamente a paisagem e as condições de combate. Numa das minhas caçadas, o que começou como uma perseguição tranquila se transformou numa batalha frenética em meio a uma tempestade de areia que limitava minha visibilidade e criava uma tensão palpável.

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Combate: Muito Mais Que Apertar Botões

Como iniciante, minha primeira impressão do combate foi de que ele era “pesado” e “lento” comparado a outros jogos de ação. Logo percebi que essa era exatamente a intenção. Monster Hunter não é sobre combos infinitos ou ataques frenéticos; é sobre timing, posicionamento e conhecimento.

O jogo oferece 14 tipos de armas, cada uma funcionando como uma classe de personagem diferente. Eu comecei com a Espada e Escudo, recomendada para novatos, mas logo me aventurei com o Espadão e mais tarde o Arco. Cada arma tem sua própria mecânica, moveset e estilo de jogo, ao ponto de parecerem jogos completamente diferentes.

O novo sistema de “golpes de foco” e feridas nos monstros adiciona outra camada de profundidade. Agora você pode se concentrar em pontos específicos do monstro, causando feridas que não só aumentam seu dano como garantem materiais específicos quando explorados corretamente. Ver um pedaço da armadura de um monstro rachar após vários golpes bem posicionados traz uma boa dose de satisfação.

O mais impressionante para mim foi descobrir que posso carregar duas armas simultaneamente e alternar entre elas durante a caçada. Isso abriu um mundo de possibilidades táticas que nunca imaginei em um jogo desse tipo. Começar com uma arma à distância para enfraquecer o monstro e depois trocar para uma arma corpo a corpo quando ele cansa se tornou minha estratégia favorita.

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Uma História Simples, Mas Que Surpreende

Eu não esperava muito da narrativa – afinal, o foco parecia ser nas caçadas. Para minha surpresa, Monster Hunter Wilds tem uma história bem trabalhada, contada através de cutscenes dubladas (em português brasileiro, o que foi um alívio para mim).

A história gira em torno da sua jornada para encontrar Nata e investigar o misterioso Espectro Branco. Os personagens são carismáticos, especialmente Nata e sua equipe, que recebem desenvolvimento considerável ao longo da aventura. A narrativa também toca em temas como conservação ambiental e o equilíbrio entre humanos e natureza de uma forma que não parece forçada.

O protagonista (seu personagem) agora tem voz e personalidade própria, o que me ajudou a me conectar mais com o mundo e os eventos. As cutscenes são frequentes, principalmente no primeiro capítulo, mas geralmente interessantes o suficiente para não se tornarem um fardo. Para alguém como eu, que precisava entender esse novo universo, essas pausas na ação para contextualização foram bem-vindas.

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A Curva de Aprendizado

Não vou mentir: existe uma montanha de sistemas, mecânicas e terminologias para aprender em Monster Hunter Wilds. Das 14 armas diferentes às dezenas de itens, passando por crafting, comidas, habilidades… é muita coisa. Felizmente, o jogo faz um trabalho decente em introduzir esses elementos gradualmente durante a campanha principal.

O jogo também oferece diversas melhorias de qualidade de vida que, pelo que pesquisei, não existiam em títulos anteriores – corrijam-me se eu estiver equivocado. Você pode cozinhar refeições (que dão buffs importantes) de qualquer lugar, seu inventário é reabastecido automaticamente durante as caçadas, e há opção de chamar NPCs para ajudar quando você não tem amigos online – o que não me fez desistir nas primeiras horas.

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O Visual: Beleza com Alguns Comprometimentos

O aspecto visual de Wilds me impressionou principalmente pelo design dos monstros. Essas criaturas são fantásticas – desde os menores herbívoros até os predadores apicais, cada um tem personalidade, animações detalhadas e comportamentos distintos. Ver um Rathalos (um dos monstros icônicos da série) voando majestosamente pela primeira vez foi um momento memorável.

A direção de arte é o que me ganhou, com ambientes diversos e criativos. No entanto, há diversos problemas técnicos: texturas que demoram a carregar completamente, pop-ins frequentes e ocasionalmente qualidade visual abaixo do esperado para um jogo de nova geração.

A performance, mesmo sendo um jogo extremamente pesado, por outro lado, é geralmente estável, com algumas quedas de framerate mesmo em situações caóticas. Para um jogo de ação onde precisão e timing são cruciais, essa priorização faz sentido, mas poderia ser uns 30% mais otimizado. Mesmo com minha RTX 4060, i5 10400f, gerador de quadros e tudo mais, tive que colocar o jogo em 1080p para ter uma boa jogatina acima dos 60 quadros por segundo.

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A Comunidade: Um Mundo à Parte

Uma descoberta inesperada para mim foi a incrível comunidade de Monster Hunter. O jogo facilita imensamente jogar com outros caçadores, seja em missões específicas ou simplesmente explorando o mundo aberto.

Caçar em grupo transforma completamente a experiência. Cada jogador traz sua arma e estilo de jogo único, criando dinâmicas interessantes. Um jogador pode focar em atordoar o monstro, outro em cortar sua cauda, enquanto um terceiro oferece suporte com buffs. É uma dança coordenada que, quando funciona, é extremamente satisfatória.

Os veteranos que encontrei foram geralmente acolhedores e pacientes com meus erros de novato. Muitos até paravam para me explicar mecânicas que eu claramente não entendia. Essa comunidade colaborativa certamente contribuiu para minha transformação de iniciante confuso a caçador dedicado.

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O Veredicto de um Ex-Novato

Agora entendo por que esta série tem uma base de fãs tão apaixonada. A profundidade dos sistemas de combate, a variedade de builds possíveis, o ciclo de caça-craft-caça, e a satisfação de melhorar gradualmente suas habilidades criam uma experiência que vai muito além da simplicidade que eu esperava.

Para outros novatos como eu, Wilds parece ser o ponto de entrada perfeito. É mais acessível que os títulos anteriores (pelo que pesquisei), oferece uma introdução gradual às mecânicas, e ainda assim mantém a profundidade que os veteranos apreciam, especialmente no conteúdo pós-campanha.

Não é um jogo para todos – a curva de aprendizado ainda é íngreme, os menus continuam complicados, um hud exagerado e cheio de informações, e a natureza repetitiva do loop de gameplay pode não agradar quem busca experiências mais variadas. Mas para quem estiver disposto a investir o tempo necessário para dominar suas mecânicas, Monster Hunter Wilds oferece uma experiência incrivelmente recompensadora.

Chave cedida gentilmente pela Capcom.

COMPRE AGORA NA STEAM

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Nova atualização de Kingdom Come: Deliverance II chegou

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A Warhorse Studios e a Deep Silver lançaram uma atualização para as grandes aventuras de Henry em Kingdom Come: Deliverance II. O patch 1.2 é uma grande atualização e conta com uma DLC de barbearia e suporte a mods via Steam Workshop.

Após cinco meses de trabalho, você poderá conferir o trabalho da equipe para refinar e melhorar a experiência de KCII. Com mais de 1000 correções e melhorias, equilíbrio do gameplay, comportamento de NPCs, melhorias ambientais e otimização de equipamentos.

Sobre o novo DLC você poderá dar aquele famoso tapa em Henry. A barbearia da Boemia está aberta para você deixar nosso herói com um penteado nobre assim como uma barba bagunçada e ainda ganhar uns pontos no atributo Carisma.

Muitas das atualizações realizadas teve apoio da comunidade que foram relatando bugs e a localização regional. Além disso, traduções aprimoradas chegaram para Chinês (tradicional ou simplificado) nova dublagem para o Francês e uma fonte legível para Coreano.

Entretanto, se você é daqueles que gostam de modelagem, com o suporte a mods pela Steam Workshop, acesse mais de 300 elementos do jogo, desde interface de usuário a mecânicas de combate, comportamento de IA ou de RPG para você transformar Kingdom Come: Deliverance II. Gostou? Confira mais detalhes aqui, no site oficial.

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A BlizzCon retorna em 2026

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Deem o pause na aventura do Diablo, cancele a ultimate do Overwatch, grite no geral do Starcraft e da raid do WoW: A BlizzCon está de volta! A Blizzard Entertainment anunciou que a BlizzCon, conferência da Blizzard que reúne a comunidade de seus diversos jogos e franquias e seus jogos preferidos, está de volta e com data marcada.

Nos dias 12 e 13 de setembro de 2026 no Anaheim Covention Center, as portas estarão abertas numa das maiores feiras e eventos, criado em 2005. Além dos clássicos da BlizzCon, como a Cerimônia de Abertura, painéis aprofundados, a Feira de Negraluna, competições amistosas, jogos no local e muito mais, o objetivo é elevar ainda mais essa celebração icônica e criar uma experiência inesquecível.

A Blizzard Entertainment está construindo este evento da mesma forma que constrói os jogos: com um profundo compromisso com os jogadores, respeitando a conexão deles com os universos e como uma celebração da força dos laços formados através da aventura compartilhada.

Acesse BlizzCon.com e inscreva-se para receber atualizações da BlizzCon seja um dos primeiros a saber quando os ingressos estiverem à venda e tenha acesso a notícias, ofertas especiais e muito mais. E fique atento ao suco para mais novidades.

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Confira Sasuke Uchiha, Jovem Batalha Final em Naruto to Boruto: Shinobi Striker

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Está na hora da nostalgia bater as portas de Naruto to Boruto: Shinobi Striker, a Bandai Namco revelou Sasuke Uchiha para o game na versão do embate da cachoeira. Chamado de Versão Jovem Batalha Final, Sasuke Uchiha faz parte da DLC 43 do jogo e é totalmente gratuita.

Além do novo personagem, a expansão também apresenta dois novos Ninjutsu, Sobreposição de Chidori (Tipo Longa Distância) e Estilo Fogo: Jutsu Dragão de Fogo (Tipo Longa Distância); uma nova Técnica Secreta, Marca da maldição, segundo estágio (Tipo Longa Distância); e Partes de Avatar inspiradas na aparência de Sasuke antes do salto no tempo.

Adicione Sasuke as suas batalhas online ou contra amigos no 4 contra 4 e em diversos modos de jogo. Naruto to Boruto: Shinobi Striker está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC via Steam, com compatibilidade para PlayStation 5 e Xbox Series X|S.

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Six Invitational 2025 bate recorde em Boston

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O cenário de Rainbow Six: Siege revelou números incríveis com seu último evento, o Six Invitational 2025, que foi realizado no MGM Music Hall em Boston, EUA. Segundo a BLAST R6 Esports, o evento entra para à história como o segundo de maior audiência de todos os tempos.

Com 16,2 milhões de horas assistidas, o SI 2025 teve uma aumento em 24% em relação ao evento passado, realizado aqui no Brasil no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Além do engajamento pela internet, a arena teve quase todos os seus ingressos esgotados com capacidade de 7 mil fãs nos 3 dias de evento.

O evento também contou com uma média de 132 mil espectadores acompanhando as transmissões ao vivo, um número, 21% maior do que a edição de 2024. A Grande Final, entre FaZe Clan e Team BDS, teve um pico de 379 mil pessoas assistindo ao mesmo tempo, e acompanharam a vitória da FaZe Clan, mostrando a potência do Brasil na modalidade. O sucesso do SI 2025 foi tão grande que o canal oficial do Rainbow Six na Twitch ficou na primeira colocação global da plataforma.

O Six Invitational 2025, também chamado de mundial de R6, foi transmitido por 123 horas, por meio de 350 canais em múltiplas plataformas, com narração em mais de 20 idiomas — mais um fator que reflete a grandeza e importância do campeonato e do ecossistema de R6 aos olhos do mundo.

Importante impacto econômico para Boston

O sucesso do Six Invitational 2025 vai além da audiência do game, já que o evento também foi responsável por um grande impacto econômico na cidade de Boston, gerando aproximadamente US$ 17 milhões para a cidade. Essa estimativa inclui o total movimentado com turismo e hospedagem, exposição na mídia, gastos diretos dos fãs, transações B2B e outros fatores a longo prazo, como a criação de empregos em funções ligadas ao evento. O torneio reforça que o cenário esports de Rainbow Six não é somente uma grande competição global, mas um fator-chave de atividade econômica nas cidades por onde passa.

O que vem por aí no Rainbow Six Siege?

O R6 vai entrar em uma nova era, que será revelada em 13 de março, no Siege X Showcase. Um teaser apresentado durante as finais do Six Invitational mostrou alguns detalhes dessa que será a maior mudança da história do jogo, incluindo melhorias nos gráficos e no áudio do game, aprofundamento da jogabilidade tática e novas formas de se jogar. A transmissão será feita a partir das 14h, no horário de Brasília, pelo canal oficial do Rainbow Six: Siege na Twitch.

Com a conclusão do Six Invitational 2025, a temporada de R6 Esports se prepara para o seu novo evento de início, o RELOAD, que será realizado no Rio de Janeiro, no Brasil. Esse será o primeiro evento internacional da nova temporada competitiva.

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Death Stranding 2 tem data de lançamento e turnê musical anunciados

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Se todos estavam esperando uma data para Death Stranding 2: On the Beach, a SXSW 2025 fez o favor de trazer Hideo Kojima ao palco para o anúncio. No dia 26 de junho de 2025, o novo capítulo da franquia estará entre nós e terá a pré-venda disponível a partir do dia 17 de março.

Além da divulgação da data de lançamento e de um novo trailer, o game contará com uma turnê musical “Stranding Harmony”. Contendo uma série de concertos orquestrados que trarão a trilha sonora do jogo ao redor do mundo. Essa turnê começa no dia 8 de novembro na Sydney Opera House, na Austrália.

Confira detalhes da Edição Deluxe de Death Stranding 2: On The Beach aqui! Mas já fique atento que ela libera um acesso antecipado de 48 horas e vários apetrechos a mais!

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Conheça Silent Hill f, o novo jogo da franquia

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A Konami Digital Entertainment surpreendeu a todos com o anúncio de Silent Hill f. O novo jogo é ambientado no Japão dos anos 1960. Um novo enredo, um novo mistério, porém com aquele terror de um mundo sombrio e tensão psicológica tradicional.

Confira o trailer de Silent Hill f aqui!

A remota cidade montanhosa de Ebisugaoka abriga a jovem adolescente Shimizu Hinako. Vivendo sua vida comum até que uma densa névoa desce sobre o local. O seu doce lar se transforma em desolação e abandono. Nessa aterrorizante situação, Hinako vai explorar os vestígios espectrais de seu passado, com quebra-cabeças complexos e entidades horripilantes.

A criação de Silent Hill f conta com o produtor do remake de Silent Hill 2, Motoi Okamoto, a colaboração do escritor Ryukishi07, o artista kera e os lendários compositores, Akira Yamaoka e Kensuke Inage.

Ryukishi07 em entrevista comenta sobre a atmosfera da franquia Silent Hill e como ela explora e vivência um coração e mente de uma pessoa. Conhecido pela criação de histórias imersivas que exploram a natureza humana e expectativas sociais, podemos ter uma certeza: Que o novo Silent Hill está em boas mãos.

Juntando-se ao projeto, a renomada ilustradora e designer de monstros kera, conhecida por seu trabalho evocativo em jogos de cartas e design de criaturas. Profundamente inspirada por Silent Hill 2, kera trabalhou incansavelmente para criar uma experiência visual que honra a franquia enquanto a leva em uma nova direção.

O lendário compositor Akira Yamaoka, uma força essencial na série Silent Hill há mais de 25 anos, retorna para compor as trilhas sonoras arrepiantes de Silent Hill f. Responsável pela música do Fog World no jogo, Yamaoka mistura melodias assombrosas enraizadas no horror psicológico característico da franquia, criando uma experiência perturbadora que ressoa tanto com fãs de longa data quanto com novos jogadores.

Acompanhando Akira Yamaoka, o renomado compositor de games Kensuke Inage será responsável pela música do Otherworld no jogo, trazendo um contraste sonoro único entre os dois mundos de Silent Hill f. Kensuke, creditado em mais de 30 títulos de videogame, é reconhecido por sua habilidade distinta em mesclar elementos da música japonesa com estilos contemporâneos.

Após o sucesso do remake de Silent Hill 2, o produtor Motoi Okamoto lidera o projeto com a visão de revitalizar a série através de sua primeira ambientação no Japão. Ele destaca a abordagem única do jogo para o terror, equilibrando os elementos psicológicos tradicionais de Silent Hill com a estética distinta do folclore e do medo japoneses.

Aproveite que você a partir desse momento poderá incluir Silent Hill f a sua lista de desejos no PlayStation 5, Xbox Series X|S ou PC via Steam, Microsoft Store e Epic Games Store.

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Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii | Review

Like a Dragon Pirate Yakuza in Hawaii
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Prepare as velas, comam laranjas e não encharquem a pólvora! A Review de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii ergueu as bandeiras do navio do Suco e ser der mole a onda leva. O recente titulo da franquia Like a Dragon traz o Havaí e a temática de Piratas para incrementar ao enredo de sucesso franquia da SEGA e da Ryu Ga Gotoku Studio.

Então prepare sua mala para viagem ao paraíso de praias, navios piratas e uma nova trama que traz o Cachorro Louco, Majima Goro. Lembrando a todos que poderão ter alguns pequenos spoilers da narrativa porém pode ficar atento a algumas dicas para dar aquela caçada ao tesouro de forma mais eficiente!

Bateu a cabeça? Não tem problema

Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii traz como protagonista o louco Majima Goro, um Yakuza conhecido pela suas insanidades, estirado numa praia sem suas memórias do passado. Nesses momento um garoto chamado Noah, acompanhado de seu “gato” Goro, ajuda o naufrago Majima que já encontra com um bando de piratas arruaceiros.

Mesmo com amnésia, os instintos de Majima estão afiados e logo você bota os piratas para correr. Dessa forma, Majima quer recompensar o garoto, que apresenta uma asma forte e que impede o sonho de explorar o mundo além da ilha que ele vive com o pai que além do alcoolismo bucólico o impede de qualquer ideia de sair de lá.

Majima dessa forma confronta Jason, pai de Noah sobre o futuro do menino, porém os piratas da Ilha Rich, retornam para um segundo embate e assim Majima toma a brilhante ideia de se tonar um capitão de Navio Pirata, carinhosamente chamado de Goromaru, dedicado ao mascote, porque até então Majima ainda não sabe o próprio nome.

Então a exploração aos mares se inicia, com Noah, Goro, Jason e o antigo cozinheiro do Goromaru, Masaru. Você poderá explorar arquipélagos e a cidade de Honolulu, atrás de informações, tripulação, as famosas missões secundárias e mini-jogos clássicos da série. Porém o roteiro da história joga Majima, o sem memória em uma busca de um tesouro perdido, o tesouro de Esperanza.

A Ilha Nele está sendo alvo de uma operação da Yakuza de limpeza de resíduos nucleares ao mesmo tempo que convivem com a população local que é devota a uma antiga crença e religião, os Palekana e seus lideres os Haku. Porém você lembra que “tomou” um navio?

Então, o antigo capitão botou a cabeça do Majima para uma recompensa em Madlantis, uma ilha onde se tornou uma fortaleza pirata com jogos e entretimento, comandados pela Rainha Michele e o Rei dos Piratas, Raymond Law – interpretado por Samoa Joe, lutador de wrestling convidado para participar desse jogo.

Ai você já viu a confusão né sucogamer? Piratas, Yakuza, Um grupo religioso local e um grande tesouro antigo e perdido. É nessa dança que Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii segue o embalo das ondas com muitos inimigos e canhões disparando pela frente.

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O Cão dos mares

Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii tem uma bela inovação para a franquia, Majima Goro apresenta apenas dois estilos de luta o Cachorro Louco e o Lobo do Mar. O Cachorro Louco traz o combate corpo a corpo mais característico da franquia, com interações com objetos e sequencias ágeis que mesclam com golpes pesados criando pequenos combos e momentos de batalha.

Enquanto o Lobo dos mares, reflete a fantasia inserida no titulo, com um combate artístico que envolve duas alfanjes de pirata e posteriormente uma pistola e gancho. É bem consistente em controlar vários inimigos ao mesmo tempo, mas cuidado que ele abre muitas brechas então escolha bem a sequencia de ações.

Porém não posso deixar de incluir a evolução que tem ambos. Majima Goro mostra o acervo de combos aéreos em ambos os estilos, abrindo o leque de movimentos e deixando os combates muito divertidos. Claro que ao decorrer do jogo e com o sistema de pontuação pirata e dinheiro, você amplia todos os combos e golpes derivados de ambos criando novas estratégias para os combates.

Porém estamos falando de piratas não é mesmo? Então temos batalhas de navio contra navio. Essas ocorrem nos jogos em Madlantis, o coliseu pirata que traz minijogos de batalha e nas movimentações entre ilhas. O navio comporta um grupo de canhões a bombordo e a estibordo, e canhões frontais. Além disso, Majima pode deixar o leme para utilizar esses canhões ou mesmo usar um lança-míssil nos inimigos.

Contudo você também deve tomar cuidado com o estado do navio e saúde da tripulação, transformando a batalha entre navios em um adicional de estratégia. Você pode levantar um aliado que foi incapacitado, dar uma ação de recuperação do navio ou de proteção com uma nuvem de fumaça, e se alguma condição como congelamento ou envenenamento atingiu o convés, você deve limpar ela antes de continuar atirando.

Em alguns casos, a batalha de navios traz um esquadrão e uma embarcação chefe que ao final de sua vida, você e sua tripulação deverá invadir e lutar contra a outra tripulação. Outra forma de batalha é incluída com a vinda dos Piratas do Diabo aonde você e sua tripulação enfrenta 100 inimigos ao mesmo tempo.

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Majima D. Luffy

Já que falamos sobre os barcos, uma das formas de exploração é a entre ilhas. Ao leme do Goromaru você poderá velejar pelo arquipélago havaiano enfrentar piratas e encontrar ilha de tesouros, eles além de dar dinheiro dá reputação pirata. Essa reputação tem um ranque até 5 estrelas e você deverá subir para poder prosseguir na história e até mesmo para ter mais tripulação.

Dentre os tesouros você vai querer encontrar os anéis, eles dão o Majima atributos como ataque e defesa e resistências paras as batalhas. Dito isso, tem um em especial que você libera pegando um bonde, que é uma mão na roda para a exploração em Honolulu. Dica dada, fique atento em lojas e missões e no ambiente que tem baús de tesouro escondidos por ai.

Voltando a navegação, o Goromaru tem um sistema de aceleração que ajuda em águas calmas, porém você vai quere usar as correntes de vento que aceleram o navio ao seu rumo. As áreas de farol são zonas seguras e que você pode retornar diretamente nelas, não precisando fazer a travessia inteira. Ao decorrer da histórias os mapa do arquipélago se expande com novos desafios de ilha, que traz o clássico dungeon raid da franquia.

E com a vinda dos Piratas do Diabo, você poderá se aprofundar em desafios atrás de instrumentos musicais sombrios que servem como ações especiais para o estilo Lobo do Mar com a barra de cólera cheia. Já que no estilo Cachorro Louco você cria as ilusões do Majima para combater os inimigos.

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Nada como um Blue Hawaiian no pôr do sol

Se algo me prendeu por alguns minutos no Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii foi a qualidade que a equipe da Ryu Ga Gotoku Studio fez com a água do jogo. Sério, tanto na praia como em alto mar, eu sentia um realismo e toda a física, com ondas, nado, até mesmo noção de profundidade. Espetacular ao ponto de eu ficar esperando um Cthulu em alto mar dando oi para o Goromaru.

Outra ponto importante e isso se aplica na questão dos encontros com inimigos do mapa é como criaram uma fluidez entre o ambiente e o combate. Claro que existe algumas zonas de limitação, mas do resto é um combate aberto que interage com as pessoas passando parando para assistir ou correndo de medo e no final de tudo não tem um reboot de ação da área.

Os NPC voltam a sua rotina, os carros parados voltam ao seu movimento normal, e você para sua exploração que foi interrompida. Quando se trata de uma missão, o pós batalha tem um carregamento para dar continuidade a ela, mas do resto não. O cenário destruído continua destruído até você sair a uma distancia considerável da área.

Também na exploração você tem um sistema de rede social que você interage com a população de Honululu e até animais. Você também tem toda a customização do Majima, a tripulação que você recruta a bordo do Goromaru e até mesmo salvar animais e cuidar deles na ilha que você iniciou, eles sempre darão uma recompensa ao cuidar deles. Claro que não poderia falar que Goro, o nosso “gato”, te ajuda nas brigas e também traz presentes de tempos e tempos.

Dessa forma, eu trago outro ponto positivo do empenho de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii, a caracterização dos NPCs. As feições não estão limitadas apenas para personagens orientais, a maioria são modelagens de turistas e havaianos que estão muito bem feitas.

Dito isso, algo que me fez explorar mais e mais as lojas é o sistema de rádio do jogo, você compra CD com trilhas icônicas da SEGA e pode montar uma playlist para tocar durante sua exploração. Desde Daytona U.S.A a Baka Mitai você poderá esbaldar nos títulos e também jogar alguns deles nos arcades e no seu Master System.

Eu vejo que estilo de luta do Majima Goro em Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii traz uma leveza que serve como um teste e poderá estar presente no próximo Virtua Fighter, que está na mãos da Ryu Go Gotoru Studios. E não duvido que o Majima Goro seja até um personagem do novo jogo viu? Ou será apenas uma história de pescador minha?

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Um ‘X’ no mapa do tesouro

Enfim Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii se comporta muito bem como um jogo que agrega a franquia, até mesmo que pelo roteiro e história ele é direto e rápido. Se você for um caçados de desafios, prepare-se para horas e horas pois tem Shogi, koi-koi e mahjong, e os outros mini-jogos que dão charme a franquia e a exploração.

Para os fãs de Like a Dragon, imagino que todos queriam um titulo focando Majima Goro e sua loucura. Mesmo com o personagem já na casa dos 50 anos e para quem vai começar na franquia, ele é carismático da sua forma, a amnésia foi uma bela ideia para o roteiro e a jogabilidade ótima, por mais que a navegação e batalhas de navio parecem ser engessadas, eu pessoalmente gosto da forma que foram feitas e apresentadas.

Então meu caro Sucogamer, esse foi o tesouro que Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii trouxe para nós jovens marujos que vão explorar esse capitulo da saga e a busca do Tesouro perdido de Esperanza, e não venha com desculpas carcomidas de não entender o mapa do tesouro porque  tem localização das legendas e interface em Português Brasileiro! Agradeço a SEGA pela oportunidade de velejar nessa aventura! AYE!

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