Sensual e brutal, Charlize Theron encarna a agente do MI6 Lorraine Broughton em “Atômica” (Atomic Blonde). Em vídeo inédito divulgado hoje, a atriz comenta sobre as sequências de luta do filme e sobre a preparação intensa que teve por semanas. Confira o vídeo mais abaixo.
“Tive professores incríveis que foram incrivelmente pacientes comigo […] Desde o começo, ficou bem claro como eu iria lutar. Como uma mulher realmente conseguiria lutar e não quebrar todos os ossos do punho?”, diz Charlize sobre o treinamento antes das filmagens.
https://www.youtube.com/watch?v=MrFaejx1Vq
Confiante de que a atriz suportaria bem o processo e os ensaios de luta, David Leitch – responsável pela coordenação de dublês de filmes como “John Wick” – explica que alterou as diretrizes da equipe ao perceber a habilidade de Charlize com as cenas: “Mudei as coordenadas da equipe de coreografia para irem com tudo, elevarem o nível, fazerem tomadas mais longas e movimentos mais complexos porque ela consegue fazer 20 movimentos sem cortes”. Para o diretor, ela é uma das poucas atrizes que fazem as próprias cenas de ação e complementa: “Ela é durona!”.
Com distribuição da Universal Pictures, o longa traz uma agente disposta a enfrentar qualquer desafio e a usar todas as suas habilidades para sobreviver à uma missão impossivel. Após a queda do muro de Berlim, Lorraine Broughton, a assassina mais brutal do MI6 é enviada a cidade para recuperar um dossiê de valor inestimável. Ela se une ao chefe da estação local, David Percival (James McAvoy) e se envolve em um jogo letal de espiões.
A produção é uma combinação de ação e suspense baseada na série de quadrinhos da Oni Press, “The Coldest City”, de Antony Johnston, ilustrado por Sam Hart. O elenco ainda é estrelado por John Goodman, Til Schweiger, Eddie Marsan, Sofia Boutella e Toby Jones. A estreia está marcada para 31 de agosto nos cinemas brasileiros.
A Game XP, evento que acontecerá nas Arenas Olímpicas durante o Rock in Rio 2017, graças à parceria dos organizadores do Rock in Rio com a CCXP – Comic Con Experience, anuncia a criação do Art Street, área dedicada exclusivamente a ilustradores e artistas com produções voltadas ao universo de games e música.
Estamos falando especificamente de pôsteres, artes por encomenda (commissions) e quadrinhos com esses temas. Quadrinhos e itens sobre outros temas também podem ser vendidos no espaço desde que o(a) artista também tenha materiais voltados a games e música.
No Art Street, os visitantes do festival encontrarão pôsteres, artes por encomenda (commissions) e quadrinhos com temas ligados a música e games produzidos por artistas divididos em 48 mesas.
Os artistas interessados em participar devem consultar o manual e se inscrever pelo site: www.gamexp.rockinrio.com.br até às 23h59 (horário de Brasília) de 4 de agosto. Para saber mais, escreva para artstreet@gamexp.com.br e acompanhe o calendário do Art Street:
21/07/2017 – Início das inscrições (às 12h, horário de Brasília)
04/08/2017 – Término das inscrições (até às 23h59, horário de Brasília)
15/08/2017 – Divulgação dos aprovados e início da contratação do espaço (via e-mail)
25/08/2017 – Término da contratação do espaço pelos aprovados e data limite para o envio de informações para o site
A festa foi feita na One Piece Tower, em Tóquio, contando com a presença do editor-chefe da Shounen Jump, Hiroyuki Nakano, e mesmo ainda sem datas ou mais revelações, a produção contará com o nome de Marty Adelstein, produtor executivo de Prison Break e Teen Wolf.
O estúdio responsável será o Tomorrow Studios, que também trabalhará com o seriado para TV de Cowboy Bebop (VEJA AQUI). Mais detalhes serão divulgados em breve!
O vídeo já foi liberado em todo mundo, e vocês podem conferir logo abaixo.
Death Note acompanha um estudante do ensino médio que encontra um caderno sobrenatural e percebe que nele existe um grande poder: se o proprietário escrever o nome de alguém enquanto estiver pensando em seu rosto, a pessoa morrerá. Embriagado por sua nova habilidade divina, o jovem começa a matar aqueles que julga indignos a viver.
O filme original Netflix é dirigido por Adam Wingard (A Bruxa de Blair, O Hóspede) e é estrelado por Nat Wolff(Cidades de Papel), Margaret Qualley (The Leftovers), Lakeith Stanfield (Corra!), Paul Nakauchi (Piratas do Caribe: No Fim do Mundo), Shea Whigham (Trapaça) e Willem Dafoe (Homem-Aranha), como a voz de Ryuk.
Death Note estreará com exclusividade na Netflix em 25 de agosto, para seus membros em todo o mundo.
Para quem não está habituado com a sigla, AMV é o significado de Anime Music Video, ou seja, uma montagem feita por fãs com determinadas cenas de animes em cima de uma trilha sonora. Em uma época pré-youtube, era uma verdadeira caça encontrar aquele AMV com seu anime favorito e mais, com uma música que você goste. Além de que, era uma outra aventura – e ainda mais longa – para baixar o vídeo todo, se considerarmos a internet discada da época.
Com o auge do Nu Metal, bandas como System of a Down, Linkin Park, Slipknot, Korn e Evavescence (entre tantas outras que não citei aqui), eram as preferidas para musicalizar os animes mais populares da época lê-se Dragon Ball.
Tá, tudo bem que depois com o Youtube, ficou muito mais fácil achar aquele AMV “feito para você”, com aquela combinação perfeita. Tinha Evangelion, Naruto, Ranma 1/2, YuYu Hakusho, e tudo feito no Movie Maker ou aqueles programas “maizomenos free” que se achava num SuperDownloads da vida.
Linkin Ball Z
A febre dos AMVs foi grande entre os jovens nesta época, e mesmo com músicas de outros estilos mais pops, ou até mesmo com o rap, o rock é que pegou mesmo entre a garotada AMVzera daqueles anos. Todos sabem que Linkin Park estourou, e MUITO, e nada mais óbvio de que tivesse uma enxurrada de vídeos com a banda californiana.
Se temos a banda mais popular de uma determinada época e o anime mais popular ever, pronto. FUUUUUUUU+SÃO! A quantidade de vídeos era tão grande, que criou-se um gênero, uma forma de se fazer AMVs, denominado LinkinBall Z. Temática? Batalhas, claro!
Não é tão por acaso…
Para quem acompanha mais de pertinho a banda, sabe que os membros estão habituados com o universo nipônico de animação, principalmente Shinoda – que já se declarou fã de obras como Akira e Ghost in the Shell, por exemplo.
Os laços se estreitaram com a produção do videoclipe Breaking the Habit, animado pelo estúdio Gonzo e com supervisão de Kazuto Nakazawa, que já participou de diversas animações como Ashita no Nadja e Samurai Champloo.
No dia de hoje, 20 de julho, o vocalista e frontman desta icônica banda, veio a percorrer o Caminho da Serpente. Chester Bennington, nos orgulhamos por suas composições e criações. Tua voz, potente, ecoará nesta infinidade de AMVs, que pode ter certeza, marcou uma geração toda.
Comunhão é o segundo título de HQ de Felipe Folgosi, o primeiro, “Aurora”, obra de ficção científica lançada em 2015, foi finalista em quatro categorias no prêmio HQ MIX, o “Oscar” dos quadrinhos nacional. No Anime Friends 2017, tivemos a oportunidade de conversar um pouquinho com o quadrinista, sendo que o vídeo vocês podem conferir logo abaixo!
No final de julho, chega às livrarias e bancas “Comunhão”, HQ com roteiro de Felipe Folgosi. Misturando suspense e thriller psicológico, a história se passa no Brasil, durante uma corrida de aventura e é contada pelos olhos de Amy, uma ex-corredora de aventura que se vê às voltas em uma trama de muito suspense e ação. O lançamento acontece no dia 25 de julho de 2017, em dois locais, consecutivamente: a partir das 18h30 na livraria Cultura do Conjunto Nacional e a partir das 21h30 na Hamburgueria Stunt Burger, no Morumbi.
A publicação é uma parceria com o Instituto de Quadrinhos – polo de criação, animação e ilustração, fundado por Klebs Junior. A arte de “Comunhão”, toda em preto e branco, ficou a cargo do desenhista maranhense JB Bastos, especialista no gênero, que já trabalhou em títulos como “Night Trap” e “Knight Rider” para a Lion Forge e “Black Bag” para Legendary Comics. Folgosi desenvolveu inicialmente o roteiro de “Comunhão” para o cinema, mas escolheu a trama para ser seu novo projeto em quadrinhos ao perceber seu imenso potencial gráfico.
“Consegui juntar elementos suficientes para criar uma história plausível partindo de uma premissa histórica, mas mergulhando no lado mais sombrio do ser humano, o que cada um é capaz de fazer para sobreviver. Claro que tudo isso com muita ação, violência e gore”, conta.
O enredo começa quando um time de corrida de aventura, após uma prova, decide fazer uma trilha longe dos olhares da mídia e da organização. Eles acabam se deparando com uma tribo perdida, dominada por um reverendo misterioso com um passado suspeito. A história é contada pela perspectiva da Amy. Ela é uma das melhores corredoras do mundo, mas depois de um grave acidente fica traumatizada, para de correr e passa a coordenar a equipe do irmão, Mark.
Esta não é a primeira incursão de Felipe no mundo dos quadrinhos. Sua primeira HQ, “Aurora”, obra de ficção científica lançada em 2015, também foi feita em parceria com o Instituto de Quadrinhos. A revista concorreu em quatro categorias no prêmio HQ MIX, o “Oscar” dos quadrinhos nacional.
“Como fã do gênero, penso que as melhores histórias partem de premissas reais combinadas de forma inusitada e levadas às últimas consequências, misturadas com as convenções clássicas do gênero que o leitor espera encontrar, mas sempre de forma inusitada, para surpreender o público”, explica o autor, que escreveu o roteiro em 2006. “Foi meu segundo longa. Não queria que fosse apenas um filme de slasher, então procurei incluir temas que me interessam, como a natureza do mal, sobre como a religião pode ser deturpada e como pessoas que passaram por tragédias terríveis conseguem continuar acreditando na vida ”, explica.
Lançamento e venda
O lançamento de “Comunhão” acontecerá no dia 25 de julho de 2017, em São Paulo. O autor receberá os convidados para autografar as publicações na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, a partir das 18h30. Mais tarde, o artista receberá convidados e público na Stunt Burger, no Morumbi. A HQ, de 144 páginas, estará disponível em todo o Brasil, em livrarias e bancas de jornal e poderá ser adquirida também pela internet pelo valor de R$ 49,90.
Felipe Folgosi
Fez faculdade de cinema na FAAP e especialização na UCLA por dois anos, com ênfase em roteiro. Desde 2000 tem colaborado em vários veículos como o Jornal da Tarde e a revista da Avianca, escrevendo sobre cinema, e em 2001 ganhou o Concurso Nacional de Dramaturgia promovido pelo Ministério da Cultura com a peça “Um Outro Dia”.
Começou a fazer teatro aos quinze anos e estreou aos dezessete na televisão com a minissérie “Sex Appeal”, na Rede Globo, em 1993. Em seguida fez a novela “Olho no Olho”, onde era o protagonista Alef. Depois esteve em “Explode Coração”, “Corpo Dourado”, “Vidas Cruzadas”, “Jamais te Esquecerei”, “Começar de Novo”, “Os Ricos Também Choram”, “Prova de Amor”, a trilogia “Os Mutantes”, “Chiquititas” e “A Terra Prometida”.
No teatro fez mais de dez peças, entre elas “Gato Vira-Lata”, de Juca de Oliveira. Como apresentador, esteve nos programas “Tá Ligado”, do Canal Futura, “STV na Dança”, na TV Senac, e em “Acredite Se Quiser” na Band. Mais recentemente participou do longa-metragem “A Grande Vitória” com Caio Castro e Sabrina Sato, da série “Politicamente Incorreto” com Danilo Gentilli, na FOX e protagoniza o seriado “171 Negócio de Família” no Universal Channel.
Instituto dos Quadrinhos
O Instituto dos Quadrinhos é um polo de criação, animação e ilustração, fundado por Klebs Junior em 1999. Como escola, prepara uma nova geração de artistas para abraçar esta forma de arte que cresce e se difunde por outras mídias. Como estúdio, agencia e gerencia mais de 50 artistas no mercado internacional, em editoras como Marvel, DC, Dargaud e Bonelli. Como editora, o Instituto HQ é o selo que traz agora para as bancas e livrarias do Brasil histórias em quadrinhos feitas por artistas da terra. Quadrinhos por brasileiros, para o mundo.
Ficha Técnica
Criação, Roteiro, Adaptação e Layouts: Felipe Folgosi
Arte: JB Bastos
Editor: Klebs Junior
Capa: Will Conrad e Ivan Nunes
Letras e Diagramação: Flavio Soares
Serviço
Lançamento HQ ‘Comunhão’, de Felipe Folgosi
Dia 25 de julho de 2017
A partir das 18h30 na Livraria Cultura – Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073, Consolação, SP.
Telefone de Informação: 11 3170-4033
A partir das 21h30 na Hamburgueria Stunt Burger – Rua José Jannarelli, 426, Morumbi, SP.
Telefone de informação: 11 3721-3538
Nos dias 7, 8 e 9 de julho de 2017 aconteceu o 20º Festival do Japão, no São Paulo Expo, com dezenas de atrações, concurso Miss Nikkey, cosplays, comidas típicas de mais de 40 províncias e associações beneficentes, além dos estandes de empresas ligadas à cultura japonesa.
Em um evento deste porte, muitos braços são necessários, não é mesmo? Pois fique sabendo o que o maior festival da cultura japonesa fora do Japão é este, sendo organizado e construído basicamente por voluntários. Todo aquele pessoal das barraquinhas de comida, o pessoal de hapi verde, azul, vermelho, branco e os artistas, todos eles, trabalharam não só naqueles dias, mas por meses, preparando cada detalhe apenas para que nós pudéssemos desfrutar um pouco do Japão aqui mesmo no Brasil.
Tudo começou em 1998, na Marquise do Ibirapuera. Com apoio da Prefeitura de São Paulo, o Kenren (Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil) comemorou os 90 anos da imigração japonesa no Brasil, com intuito de divulgar a cultura por aqui.
A partir de então, todos os anos, sem interrupção, as associações se uniram para continuar este trabalho, que foi atraindo cada vez mais público, sendo necessário mudar de local – passou pelo estacionamento da Assembleia Legislativa e desde 2005 no centro de exposições, onde está até hoje.
Por todos estes anos, o festival tem como objetivo a divulgação da cultura e das tradições japonesas e o apoio às entidades assistenciais, como a Kodomo-no-Sono (entidade sem fins lucrativos voltada à assistência e amparo às pessoas com necessidades especiais) e a Kibô-no-iê (instituição sem fins lucrativos com sede em Itaquaquecetuba especializada no trato de pessoas com deficiência intelectual).
Um dos elementos muito fortes na cultura japonesa é justamente este sentimento de comunidade, a consciência de que com um pouco de ajuda de cada um, é possível realizar coisas grandiosas. Ao ver os “vermelhinhos” no metrô Jabaquara, por exemplo, você viu alguém que dedicou pelo menos um tempinho que seja e um tanto de esforço para o evento. Se você comeu um okonomiyaki, você provou da dedicação de pessoas que estão preparando as conservas desde maio (e quem teve a oportunidade de conversar com alguém das barracas, deve ter percebido o orgulho de cada um por fazer parte desta festa).
Viu o estande de quimonos das senhoras da cerimônia do chá? Elas fazem o bazar (com preços ótimos, só para constar) apenas uma vez ao ano, sempre no Festival do Japão – mesmo que isso exija muito esforço. Não é à toa que muitas pessoas aguardam ansiosamente, todos os anos, para vivenciar isso tudo.
E um detalhe muito legal disso tudo é que qualquer pessoa, descendente de japoneses ou não, pode contribuir. Como voluntário do Festival do Japão, além de ficar ainda mais perto da cultura, você tem a oportunidade de praticar a gentileza, a atenção com as crianças, com os portadores de necessidades especiais, com os idosos – sem brincadeira, deve ser uma das maiores concentrações de senhorinhas e senhorzinhos, a maioria com mais disposição que eu e você juntos, mas que ainda assim precisam de cuidados redobrados. O voluntário está lá para ajudar a proporcionar o ambiente mais agradável possível para os visitantes, com respeito e alegria.
O convite ao voluntariado é aberto a todos, sem distinção, desde que tenha muita vontade de trabalhar. Desde o início do ano são abertas as inscrições que, apesar de não “reprovar” ninguém, auxilia a equipe organizadora no controle de quantas pessoas estarão ajudando em cada turno. Não há um trabalho específico, a maioria dos voluntários passa um tempo em cada setor, aumentando a oportunidade de conhecer áreas diferentes, pessoas novas e nunca ficar entediado – afinal, a ideia também é se divertir, mesmo trabalhando!
Perdeu o Festival do Japão deste ano? Pode se programar para 2018, os preparativos já começaram e as comemorações prometem – será o aniversário de 110 ano de imigração japonesa no Brasil. 😉